Introdução a filosofia

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Texto

(1)

FILOSOFIA

FILOSOFIA

(2)

danielcoaching@hotmail.com

(3)

O QUE É FILOSOFIA

O QUE É FILOSOFIA

PHILO:

PHILO:

AMIZADE / AMOR / DESEJO

AMIZADE / AMOR / DESEJO

SOPHIA:

SOPHIA:

SABEDORIA

(4)

FILOSOFIA: FILOSOFIA: AMOR A SABEDORIA AMOR A SABEDORIA FILÓSOFO: FILÓSOFO: AMIGO

(5)

A CORUJA E A FILOSOFIA

A CORUJA E A FILOSOFIA

A coruja da Filosofia é

A coruja da Filosofia é

a

a

Coruja de Minerva.

Coruja de Minerva.

Minerva

(6)

LOCAL LOCAL:: MILETO MILETO DATA: DATA: SÉCULO VI a C SÉCULO VI a C

(7)

Primeiro

Primeiro

Filósofo:

Filósofo:

TALES DE

TALES DE

MILETO

MILETO

(8)

FILOSOFIA

FILOSOFIA

CARÁTER RACIONAL

CARÁTER RACIONAL

MITO --- RAZÃO

MITO --- RAZÃO

(9)

Filosofia

Filosofia

O que marca o surgimento da Filosofia é seu

O que marca o surgimento da Filosofia é seu

caráter racional 

caráter racional ..

Os homens passam de uma explicação

Os homens passam de uma explicação

mitológica do mundo para uma explicação

mitológica do mundo para uma explicação

racional.

racional.

Ao perceberem as contradições e limitações

Ao perceberem as contradições e limitações

dos

dos mitos, mitos, eles eles reformulam reformulam e e racionalizam racionalizam asas

narrativas míticas, transformando-as em uma

narrativas míticas, transformando-as em uma

explicação inteiramente nova e diferente.

(10)

Filosofia

Filosofia

 –

 –

Cosmologia

Cosmologia

C

C

onhecimento racional onhecimento racional  da ordem do mundo  da ordem do mundo 

ou da Natureza 

(11)

1 111

Tipos de Conhecimento

Tipos de Conhecimento

• •

Mítico

Mítico

Ordinário ou senso comum

Ordinário ou senso comum

• •

Religioso

Religioso

• •

Estético

Estético

• •

Científico

Científico

• •

Filosófico

Filosófico

(12)

12

12

MITO

MITO

Nasce do desejo de entender o mundo

Nasce do desejo de entender o mundo

para afugentar o medo e a insegurança.

para afugentar o medo e a insegurança.

é um relato de algo fabuloso que se supõe

é um relato de algo fabuloso que se supõe

ter acontecido num passado remoto e

ter acontecido num passado remoto e

quase sempre impreciso.

quase sempre impreciso.

É um relato alegórico e portanto ao

É um relato alegórico e portanto ao

mesmo tempo fictício e real.

(13)

13

13

Características do Mito

Características do Mito

• Predominante em sociedades tribais;Predominante em sociedades tribais;

• • Coletivo;Coletivo; • • Fantasioso;Fantasioso; • • Ingênuo;Ingênuo; •

• Anterior à reflexão;Anterior à reflexão;

• Não Crítico;Não Crítico;

• Não Teórico;Não Teórico;

• Não científico;Não científico;

• Alegórico;Alegórico;

• Intuitivo;Intuitivo;

(14)

14

14

Funções do Mito

Funções do Mito

• Situar o homem no mundo;Situar o homem no mundo; •

• Estabelecer as Diretrizes da ação humana.Estabelecer as Diretrizes da ação humana. •

• Explicar a construção cultural;Explicar a construção cultural; •

(15)

15

15

Mitologia Grega

Mitologia Grega

Formação do Território grego;

Formação do Território grego;

Chegada dos dórios (XII a.e.c.)

Chegada dos dórios (XII a.e.c.)

Posição Geográfica;

Posição Geográfica;

Guerra de Tebas;

Guerra de Tebas;

Guerra de Tróia;

Guerra de Tróia;

Expedições marítimas - Epopéias;

Expedições marítimas - Epopéias;

• “cantores” dos eventos

(16)

16

16

Hélade grega Hélade grega

(17)

17

17

Escritos

Escritos

• Homero (XHomero (X –  – VIIIVIII

a.c.)

a.c.)

• Ilíada: luta entreIlíada: luta entre

gregos e troianos

gregos e troianos

(1260

(1260 –  – 1280 a.c.)1280 a.c.)

• Odisséia: AventurasOdisséia: Aventuras

de Ulisses ou

de Ulisses ou

Odisseu

(18)

18

18

Escritos

Escritos

• Hesíodo (Beócia VIIIHesíodo (Beócia VIII

a.c.) a.c.)

(19)

Mito e Filosofia

Mito e Filosofia

O mito falava em deuses, como Zeus,

O mito falava em deuses, como Zeus,

Perséfone e Gaia. Narrava a origem dos seres

Perséfone e Gaia. Narrava a origem dos seres

celestes e terrestres como derivados das

celestes e terrestres como derivados das

relações com os deuses.

relações com os deuses.

A Filosofia fala em céu, mar e terra.

A Filosofia fala em céu, mar e terra.

Ela explica o surgimento desses seres por

Ela explica o surgimento desses seres por

composição, combinação e separação dos

composição, combinação e separação dos

quatro elementos

quatro elementos – – úmido, seco, quente e frio,úmido, seco, quente e frio,

ou água, terra, fogo e ar.

(20)

Mito e Filosofia

Mito e Filosofia

O mito narrava a origem através de

O mito narrava a origem através de

genealogias derivadas de forças divinas

genealogias derivadas de forças divinas

sobrenaturais e personalizadas.

sobrenaturais e personalizadas.

A Filosofia, ao contrário, explica a produção

A Filosofia, ao contrário, explica a produção

natural das coisas por elementos e causas

natural das coisas por elementos e causas

naturais e impessoais.

(21)

Mito e Filosofia

Mito e Filosofia

O mito pretendia narrar como as coisas eram ou

O mito pretendia narrar como as coisas eram ou

tinham sido no passado imemorial, longínquo e

tinham sido no passado imemorial, longínquo e

fabuloso, voltando-se para o que era antes que tudo

fabuloso, voltando-se para o que era antes que tudo

existisse tal como existe no presente.

existisse tal como existe no presente.

A Filosofia, ao contrário, se preocupa em explicar

A Filosofia, ao contrário, se preocupa em explicar

como e por que, no passado, no presente e no

como e por que, no passado, no presente e no

futuro (isto é, na totalidade do tempo), as coisas são

futuro (isto é, na totalidade do tempo), as coisas são

como são;

(22)

Mito e Filosofia

Mito e Filosofia

O mito não se importava com

O mito não se importava com

contradições, com o fabuloso e o

contradições, com o fabuloso e o

incompreensível, não só porque esses

incompreensível, não só porque esses

eram traços próprios da narrativa

eram traços próprios da narrativa

mítica, como também porque a

mítica, como também porque a

confiança e a crença no mito vinham

confiança e a crença no mito vinham

da autoridade r

(23)

Mito e Filosofia

Mito e Filosofia

A

A

Filosofia, ao contrário, não admite

Filosofia, ao contrário, não admite

contradições,

fabulação

e

coisas

contradições,

fabulação

e

coisas

incompreensíveis, mas exige que a

incompreensíveis, mas exige que a

explicação seja coerente, lógica e racional;

explicação seja coerente, lógica e racional;

Além disso, a autoridade da explicação não

Além disso, a autoridade da explicação não

vem da pessoa do filósofo, mas da razão,

vem da pessoa do filósofo, mas da razão,

que é a mesma em todos os seres

que é a mesma em todos os seres

humanos.

(24)

O FILÓSOFO

O FILÓSOFO

PITÁGORAS DE SAMOS PITÁGORAS DE SAMOS SÉCULO V a C SÉCULO V a C

OBSERVADOR

OBSERVADOR

(25)

O FILÓSOFO

O FILÓSOFO

Não é movido

Não é movido por interesses comerciaispor interesses comerciais – – nãonão

coloca o saber como propriedade sua, como uma

coloca o saber como propriedade sua, como uma

coisa para ser comprada e vendida no mercado;

coisa para ser comprada e vendida no mercado;

Não é movido pelo desejo de competir

Não é movido pelo desejo de competir – – não faznão faz

das ideias e dos conhecimentos uma habilidade

das ideias e dos conhecimentos uma habilidade

para vencer competidores ou “atletas

para vencer competidores ou “atletas

intelectuais”;

(26)

O FILÓSOFO

O FILÓSOFO

É

É

movido

movido

pelo

pelo

desejo

desejo

de

de

observar,

observar,

contemplar, julgar e avaliar as coisas, as

contemplar, julgar e avaliar as coisas, as

ações, a vida: pelo desejo de saber.

ações, a vida: pelo desejo de saber.

A verdade não pertence a ninguém, ela é o

A verdade não pertence a ninguém, ela é o

que buscamos e que está diante de nós

que buscamos e que está diante de nós

para ser contemplada e vista, se tivermos

para ser contemplada e vista, se tivermos

olhos (do espírito) para vê-la.

(27)

• ESPANTO • ESPANTO

• ADMIRAÇÃO • ADMIRAÇÃO

• DESEJO NATURAL DE SABER • DESEJO NATURAL DE SABER

MOTIVOS

(28)

(1) O QUE É ? (1) O QUE É ? (2) POR QUE É ? (2) POR QUE É ? (3) COMO É ? (3) COMO É ?

INTERROGAÇÕES FILOSÓFICAS

INTERROGAÇÕES FILOSÓFICAS

INTERROGAÇÕES FILOSÓFICAS

INTERROGAÇÕES FILOSÓFICAS

(1) O QUE É ?

(1) O QUE É ?

(2) POR QUE É ?

(2) POR QUE É ?

(3) COMO É ?

(3) COMO É ?

(29)

CRENÇAS COTIDIANAS

CRENÇAS COTIDIANAS

X

X

QUESTÕES FILOSÓFICAS

QUESTÕES FILOSÓFICAS

(30)

• O QUE É CONHECIMENTO? • O QUE É CONHECIMENTO? •

•O QUE É VERDADEO QUE É VERDADE

•O QUE É O TEMPO ?O QUE É O TEMPO ?

• O QUE É A REALIDADE ? • O QUE É A REALIDADE ? • O QUE É LIBERDADE ? • O QUE É LIBERDADE ? • O QUE É NORMALIDADE ? • O QUE É NORMALIDADE ? • O QUE É SER

(31)

ATITUDE FILOSÓFICA

ATITUDE FILOSÓFICA

Tomar distância

Tomar distância

da vida cotidiana e de si

da vida cotidiana e de si

mesmo

mesmo

; interrogar a si mesmo, desejando

; interrogar a si mesmo, desejando

conhecer por que cremos no que cremos,

conhecer por que cremos no que cremos,

por que sentimos o que sentimos e o que

por que sentimos o que sentimos e o que

são nossas crenças e nossos sentimentos.

(32)

ATITUDE FILOSÓFICA

ATITUDE FILOSÓFICA

Decisão de não aceitar como óbvias e

Decisão de não aceitar como óbvias e

evidentes as coisas, as ideias, os fatos, as

evidentes as coisas, as ideias, os fatos, as

situações, os valores, os

situações, os valores, os

comportament

comportament

os

os

de nossa existência cotidiana; jamais

de nossa existência cotidiana; jamais

aceitá-los sem antes havê-los investigado

aceitá-los sem antes havê-los investigado

e compreendido.

(33)

ATITUDE CRÍTICA

ATITUDE CRÍTICA

DUVIDAR

DUVIDAR

Dizer não ao senso comum, aos

Dizer não ao senso comum, aos

pré-conceitos, aos pré-juízos, aos fatos e às

conceitos, aos pré-juízos, aos fatos e às

ideias da experiência cotidiana, ao que

ideias da experiência cotidiana, ao que

“todo

(34)

INTERROGAR

INTERROGAR

Interrogar sobre o que são as coisas, as ideias, os fatos,

Interrogar sobre o que são as coisas, as ideias, os fatos,

as situações, os comportamentos, os valores, nós

as situações, os comportamentos, os valores, nós

mesmos.

mesmos.

Questionar sobre o porquê disso tudo e de nós e sobre

Questionar sobre o porquê disso tudo e de nós e sobre

como tudo isso é assim e não de outra maneira.

como tudo isso é assim e não de outra maneira.

O que é? Por que é? Como é? Essas são as

O que é? Por que é? Como é? Essas são as

indagações fundamentais da atitude filosófica.

(35)

ATIVIDADE FILOSÓFICA ATIVIDADE FILOSÓFICA • REFLEXÃO CRÍTICA • REFLEXÃO CRÍTICA • RACIONAL • RACIONAL • RADICAL • RADICAL • PROFUNDA • PROFUNDA • SISTEMÁTICA • SISTEMÁTICA

(36)

Para que serve a Filosofia?

Para que serve a Filosofia?

[1] Se abandonarmos a ingenuidade e os

[1] Se abandonarmos a ingenuidade e os

preconceitos do senso comum for útil;

preconceitos do senso comum for útil;

[2] Se não

[2] Se não nos deixarmos guiar pela submissãonos deixarmos guiar pela submissão

às ideias dominantes e aos poderes

às ideias dominantes e aos poderes

estabelecidos for útil;

estabelecidos for útil;

[3] Se

[3] Se buscarmos compreendbuscarmos compreender a significação doer a significação do

mundo, da cultura, da história for

(37)

Para que serve a

Para que serve a

Filosofia?

Filosofia?

[

[4] Se conhecermos o sentido das criações4] Se conhecermos o sentido das criações

humanas nas artes, nas ciências, na ética e na

humanas nas artes, nas ciências, na ética e na

política for útil;

política for útil;

[5] Se dar a cada um de nós e à nossa sociedade

[5] Se dar a cada um de nós e à nossa sociedade

os meios para serem conscientes de si e de suas

os meios para serem conscientes de si e de suas

ações numa prática que deseja a

ações numa prática que deseja a liberdade e aliberdade e a

felicidade para todos for útil;

(38)

Então podemos dizer que a

Então podemos dizer que a

Filosofia é o mais útil de

Filosofia é o mais útil de

todos os saberes de que

todos os saberes de que

os seres humanos são

os seres humanos são

capazes.

capazes.

(39)

QUAL A FUNÇÃO DO FILÓSOFO ?

(40)

ATIVIDADE FILOSÓFICA

ATIVIDADE FILOSÓFICA

• REFLEXÃO CRÍTICA RACIONAL • REFLEXÃO CRÍTICA RACIONAL • RADICAL

• RADICAL

• SISTEMÁTICA • SISTEMÁTICA

CONVITE AO MERGULHO NA FILOSOFIA

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Referências

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