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PERFIL MOTOR DE PACIENTES COM DOENÇA DE PARKINSON

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PERFIL MOTOR DE PACIENTES COM DOENÇA DE PARKINSON

Thatyana Costa Brandão, Rodrigo da Rosa IOP**

...

* Acadêmica de Fisioterapia da UNISUL – Universidade do Sul de Santa Catarina,

Tubarão-SC, ** Professor especialista em Fisioterapia Neurofuncional da UNISUL.

RESUMO

A Doença de Parkinson é uma doença crônica e progressiva do Sistema Nervoso Central,

que acomete principalmente o sistema motor. A deterioração dos parâmetros físicos como

força muscular, equilíbrio, flexibilidade, agilidade e coordenação, leva à limitação

funcional que ocasionará dependência física, na realização das atividades da vida

diária.Objetivo: Avaliar a aptidão motora dos pacientes com Doença de Parkinson através

da Escala Motora para Terceira Idade. Métodos: Participaram do estudo onze indivíduos,

com diagnóstico de Parkinson, classificados de acordo a escala Hoehn e Yahr e com faixa

etária de 34 à 82 anos. Para proceder o estudo foi utilizado a Escala Motora para Terceira

Idade. Resultados: Os dados foram analisados através do programa Escala Motora para

Terceira idade. Pode-se observar na aptidão motora geral (AMG), a maioria dos indivíduos

obtiveram classificação muito inferior. De acordo com este estudo as principais

dificuldades encontradas foram na motricidade global, equilíbrio e esquema corporal.

Conclusão A avaliação motora torna possível diagnosticar, orientar e identificar alterações

em relação ao desempenho motor do indivíduo. Avaliação por meio de testes motores

permite verificar os estágios progressivos da função física, de modo a detectar os declínios

nos parâmetros físicos e planejar estratégias efetivas de intervenção.

(2)

ABSTRACT

Parkinson’s disease is a chronic and progressive disorder of Central Nervous System, that

affects mainly motor system. The deterioration of physical parameters like muscle strengh,

muscle resistance, balance, flexibility, agility and coordination, induces functional

limitation that will cause physical dependence required level to realization of daily life

activities. Objective: To evaluate motor ability of pacients with Parkinson’s disease using

Motor Scale for Third Age. Methods: There were eleven individuals participating of the

study, with diagnostic of Parkinson, classificated in accord with Hoehn and Yahr Scale ,

and with age between 34 and 82 years old. To proceed this study it was used Motor Scale

for Third Age. Results: The dates were analized and the Motor Scale for Third Age

program. It was observed that in general motor ability (GMA), the most part of evaluated

individuals had very lower classification. In accord qith this study, principal found

dificulties were in global motricity, balance and global shapes perception. Conclusion:

Motor evaluation becomes possible to diagnose, guide and identify alterations about motor

performance’ s individual. The evaluation using these motor tests allows to verificate the

progressive stages of physical function, to detect the decreasement of physical parameters

and to plan effective strategies of intervention.

Key-words: Parkinson’s Disease, Motor Scale for Third Age, Motor Profile.

Introdução

A doença de Parkinson é uma doença crônica e progressiva do sistema nervoso

central, envolvendo os núcleos da base e conseqüentemente resultando em uma disfunção

dos padrões de movimento. Sua etiologia é desconhecida, porém costuma-se classificar a

doença de Parkinson entre as afecções degenerativas do sistema nervoso central, que levam

ao envelhecimento precoce e a degeneração de certas estruturas.

As manifestações da doença de Parkinson podem diferir amplamente entre

indivíduos com a doença, sendo que a rigidez, bradicinesia, tremor em repouso e as

(3)

alterações posturais são os sinais e sintomas característicos da doença, que se manifestam

por lentidão na movimentação voluntária, expressão facial diminuída, distúrbios do

equilíbrio e da marcha, postura em flexão, entre outras alterações.

A deterioração dos parâmetros físicos como força muscular, resistência

muscular, equilíbrio, flexibilidade, agilidade e coordenação, leva à limitação funcional que

ocasionará dependência física, ou seja, se os parâmetros físicos declinarem abaixo do nível

requerido para a realização das atividades da vida diária, como cuidados pessoais básicos,

como se vestir, banhar-se, levantar-se da cama e sentar-se numa cadeira, utilizar o banheiro,

comer e caminhar, isto resultará em dependência funcional, com isto influenciando na

qualidade de vida dos portadores de Parkinson.

O exame motor é um instrumento indispensável para os profissionais que

trabalham com a terceira idade, particularmente indivíduos portadores de doenças-

crônico-degenerativa não transmissível. Sendo ponto de partida para uma intervenção terapêutica,

pois permite identificar os problemas estabelecidos com a idade, diferenciar os diversos

tipos de debilidade e, avaliar os progressos do idoso, quando submetido a um programa de

terapia motora (ROSA NETO, 2002).

O estudo busca verificar quais as características dos componentes motores

utilizando a Escala Motora para terceira idade em pacientes com doença de Parkinson

avaliando a coordenação fina e global, o esquema corporal e equilíbrio, a organização

espacial e temporal através da escala motora terceira idade.

Analisando também o predomínio de gênero, idade, uso do fármaco levodopa e

o estadiamento clínico da doença de parkinson através da escala de Hoehn & Yahr

(4)

População e amostra

Participaram do estudo 11 pacientes pertencentes a ambos os sexos (4 do sexo

masculino e 7 do sexo feminino) com idade média de 66 anos, possuindo como

diagnóstico a Doença de Parkinson, sendo estes inscritos na lista de espera da Clínica

Escola de Fisioterapia da Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL

A escala Hohen & Yahr avalia os pacientes levando em consideração os reflexos

posturais, assim como a bilateralidade da doença, especialmente no que se refere à

independência para as atividades da vida diária (RASR; BORGES, 2002).

A Escala Motora para Terceira Idade (E.M.T.I), compreende um conjunto de

provas diversificadas e de dificuldade graduada, conduzindo a uma exploração minuciosa

de diferentes setores do desenvolvimento. A aplicação num sujeito permite avaliar seu nível

de desenvolvimento motor, considerando êxitos e fracassos, levando em conta as normas

estabelecidas pelo autor da escala, é de fácil manejo para o examinador, em geral as provas

são muito estimulantes, onde o idoso colabora durante o transcurso do exame,

estabelecendo uma confiança e empatia entre examinador e examinado, resultando em uma

maior confiabilidade dos resultados (ROSA NETO, 2005).

A coleta foi realizada na Clínica Escola de Fisioterapia na Universidade do Sul

de Santa Catarina – UNISUL. Do dia 01 de agosto à 23 de setembro de 2006, os pacientes

foram submetidos a uma avaliação, a qual foi aplicado pela pesquisadora.

A pontuação e a classificação dos parâmetros motores foi utilizado a seguinte

classificação.

(5)

PONTOS

CLASSIFICAÇÃO

132 ou mais

Muito superior

120 - 129

Superior

110 - 119

Normal alto

90 – 109

Normal médio

80 - 89

Normal baixo

70 – 79

Inferior

69 ou menos

Muito inferior

Quadro 2: Escala De Aptidão Motora Geral

Fonte: Rosa Neto

Resultados

A tabela 1 mostra as características da amostra do estudo, quanto à idade,

gênero, tempo de diagnóstico da doença, medicação e o estágio em que a doença se

encontra, conforme escala de estadiamento de Hoehn e Yahr.

Tabela 1: Características da amostra do estudo

Participante

Idade

Gênero

Tempo

da

Patologia

L-Dopa

Hohen

&

Yahr

A

55

M

8

S

3

B

74

F

6

S

1,5

C

34

M

3

S

2,5

D

68

M

4

S

1,5

E

58

M

6

S

2,5

F

74

F

20

S

3

G

77

F

11

S

4

H

55

F

3

S

2,5

I

82

F

3

S

2,5

J

69

F

2

S

2,5

L

80

F

12

S

4

Média

66

(masc: 36,4)

7,09

(femi: 63,6)

S: sim

(6)

De acordo com a tabela 1, pode-se verificar que fizeram parte deste estudo onze

(11) pacientes com diagnóstico de Doença de Parkinson, sendo quatro do sexo masculino

(36,4%) e sete do sexo feminino (63,6%), com idade mínima de 34 anos e máxima de 82

anos e média de idade de 66 anos.

A doença de Parkinson, é uma doença cuja prevalência aumenta com a idade,

chegando a 1% em indivíduos acima de 60 anos. Com o aumento da expectativa de vida,

estima-se que por volta de 2020, mais de quarenta milhões de pessoas no mundo serão

portadores de doença de Parkinson (GOULART et al, 2004).

No que se refere ao tempo de diagnóstico pode-se constatar que o menor tempo

de patologia foi de 2 anos e o maior foi de 20 anos, tendo como média de diagnóstico 7

anos.

Quanto ao estadiamento de Hoehn e Yahr dos 11 (onze) pacientes avaliados, a

maior prevalência na escala de estadiamento foi cinco (5) participantes com o estágio 2,5,

dois (2) com estágio 3, dois (2) com estágio 4 e dois (2) com estágio 1,5.

Nota-se que nos participantes A, F, G e L os quais apresentam maior tempo de

patologia a escala de Hoehn e Yahr apresentou estágio 3, 3, 4 e 4 respectivamente, ou seja

manifestaram sinais e sintomas mais expressivo da doença de Parkinson.

Também percebe-se no quadro 1 que todos os participantes fazem uso do

fármaco Levodopa. De acordo com Picon e Beltrame (2002) a levodopa é a droga mais

efetiva no controle dos sintomas da DP, especialmente rigidez e bradicinesia.

(7)

Aptidão Motora Geral - AMG

56 53

72

60 60

50

26

53

70

83

47

0

20

40

60

80

100

A

B

C

D E

F

G H

I

J

L

Participantes

P

o

n

to

s

AMG

Figura 9: Aptidão Motora Geral (AMG)

Conforme o gráfico 1 os participantes A, B, E, F, H apresentaram na aptidão

motora geral de 56, 53, 50, 53, pontos respectivamente. Deve-se ressaltar que os

participantes A, B e E apresentaram uma baixa pontuação no que se refere ao nível AM2,

AM3, AM4.

Pode-se levantar a hipótese, que estejam relacionado com o tempo de patologia

8, 6, 11, 20 e 12 anos respectivamente e também pelo fato de apresentarem segundo a

escala de Hoehn & Yahr 3; 1,5; 2,5; 3; 2,5 que denotam os sinais e sintomas da doença de

Parkinson

Já os participantes C, D, E, I apresentaram um escore da aptidão motora geral de

72, 60, 60 e 70 respectivamente, conforme sua pontuação parcial os indivíduos C, E e D

(8)

apresentaram o mesmo e baixo escore da área AM1, além do que os indivíduos I, E e D

apresentaram um valor menor no nível AM2.

Os participantes L e G foram os que menos pontuaram na aptidão motora geral

chegando a um escore de 47 pontos e 26 respectivamente, pois os mesmos apresentaram

dificuldades em todos os níveis (AM1, AM2, AM3, AM4, AM5, AM6). Essa pontuação

pode-se justificar pela idade avançada, sendo estes um dos participantes de maior idade,

doze anos acometida pela doença apresentando estágio 4 (quatro) no estadiamento de

Hoehn & Yahr, e o outro com onze anos acometido pela doença e também estágio 4

(quatro) no estadiamento de Hoehn & Yahr.

Nota-se que o participante J apresentou melhor pontuação da aptidão motora

geral 83 pontos. Sendo que o mesmo apresentou dificuldades apenas na área AM6. O

participante J é o que possui o menor tempo de diagnóstico da doença de Parkinson.

Conforme Andrade (2000) a rigidez e a bradicinesia (movimentos lentos), os

tremores e as alterações posturais são distúrbios motores característicos da doença de

Parkinson que acomete principalmente pessoas idosas, podendo causar sensíveis alterações

motoras e psicológicas com a evolução da doença, contribuindo para a debilidade na

capacidade funcional.

Os problemas físicos são, em grande parte, resultantes da imobilidade pela idade

e doença. Uma pessoa idosa ativa, que pratica atividade física além dos movimentos do

cotidiano e do trabalho, possivelmente terá menor predisposição para desenvolver

complicações clínicas gerais em comparação a uma pessoa idosa inativa (OKUMA,1998).

A motricidade global e o equilíbrio são especialmente influenciados pela

atividade neuromotora. No caso do componente neuromotor, as alterações decorrentes do

processo de envelhecimento parecem estar relacionadas à redução progressiva das fibras

(9)

musculares (ECKERT, 1993).

Tabela 4: E.M.T.I

E.M.T.I

F

%

Inferior 2 18,2

Muito inferior 8 72,7

Normal baixo 1 9,1

Total 11 100,0

Constata-se que dentro dos dados analisados 2 (dois) indivíduos apresentaram

escore correspondente a classificação inferior da E.M.T.I, 8 (oito) indivíduos classificados

como muito inferior e 1 (um) com classificação normal baixo.

A média da aptidão motora geral foi classificada pela “EMTI” num nível muito

inferior. As áreas que apresentaram as maiores dificuldades foram respectivamente, a

motricidade global, equilíbrio, esquema corporal.

A motricidade global e o equilíbrio são especialmente influenciados pela

atividade neuromotora. No caso do componente neuromotor, as alterações decorrentes do

processo de envelhecimento parecem estar relacionadas à redução progressiva das fibras

musculares (ECKERT, 1993).

Os déficits do esquema corporal podem resultar em diversos desvios no andar,

incluindo a inclinação do tronco na direção da perna, que resulta na perda da estabilidade

(SHUMWAY; WOOLLACOTT, 2003).

Estudos recentes denotam a importância de instrumentos de diagnósticos e de

acompanhamento para pacientes com transtornos de equilíbrio, tendo vista a complexidade

(10)

desta área motora (GENTILI et al, 2003). No estudo de Teixeira (2003), com 142 pacientes

os valores para motricidade global e equilíbrio foram classificados como muito inferior.

Segundo Okuma (1999), a deterioração dos parâmetros físicos como força

muscular, resistência, equilíbrio, flexibilidade, agilidade e coordenação, leva a limitação

funcional que ocasionará dependência física. Isto significa que se os parâmetros físicos

estiverem abaixo do nível requerido para a realização das atividades da vida diária,

ocasionará dependência funcional, influenciando a qualidade de vida do indivíduo.

O processo de envelhecimento é caracterizado por um declínio na aptidão física

e no desempenho funcional do indivíduo. As pessoas em estágio inicial ou moderado da

doença de Parkinson, tendem a diminuir seu nível de atividade física mais rapidamente do

que pessoas assintomáticas da mesma idade Parkinson (GOULART et al, 2004).

Conclusão

A pesquisa desenvolvida demonstrou de forma clara uma das maiores

complicações da doença de Parkinson, que é o déficit motor.

O processo natural do desenvolvimento está ligado a modificações anatômicas e

fisiológicas, que podem propiciar ao paciente com doença de Parkinson uma certa

dificuldade de adaptação, devido aos comprometimentos motores que esses pacientes

sofrem.

A incidência de doença de Parkinson varia amplamente de acordo com os

grupos etários e de forma menos intensa entre homens e mulheres. Em diversos estudos de

base populacional realizados, a incidência da DP foi rara antes dos 40 anos e aumenta com

a idade. Há na maioria dos estudos discreto aumento em homens em relação às mulheres.

(11)

Esta pesquisa demonstrou uma prevalência maior em mulheres do que em homens, tendo

uma proporção de quase 2x1. Também denota-se neste estudo apenas um caso de doença

de Parkinson inferior aos 40 anos de idade.

Nesta pesquisa foi possível constatar que quanto maior é a idade dos pacientes

com Parkinson, conseqüentemente maior o tempo de patologia, mais exacerbado são os

sinais e sintomas da doença demonstrado pelo estadiamento de Hoehn & Yahr, ou seja, à

medida que a patologia progride pior são os sinais da doença.

Todos os participantes deste estudo fazem uso do fármaco Levodopa, não pode

ser descartada a hipótese, de que a maioria dos participantes deste estudo, apresentaram

níveis inferiores AMG, podendo ter influências diretas pelo uso da medicação e pelo outro

lado pelas condições inerentes à progressão da doença.

O resultado demonstrado pela pesquisa, classificou de acordo com escala

motora a grande parte dos participantes nível inferior. As dificuldades funcionais

encontradas podem ocorrer em conseqüência das discinesias, resultando em problemas para

manter-se sentados, quedas da própria altura, instabilidade da marcha.

De acordo com este estudo as principais dificuldades encontradas foram na

motricidade global, equilíbrio e esquema corporal.

Independente do estágio da doença em que o paciente encontra-se, o tratamento

fisioterapêutico pode ser de grande auxílio. Tão importantes quanto à medicação, os

exercícios regulares são essenciais para preservação das capacidades funcionais do paciente

dentro das limitações impostas pela doença, buscando também retardar ou minimizar a

evolução da doença, enquanto impedem o desenvolvimento das complicações e

deformidades secundárias.

(12)

A doença de Parkinson sendo uma doença progressiva e degenerativa do SNC,

necessita de instrumentos de avaliações que possibilitem diagnosticar em que grau

encontra-se o paciente, principalmente no que diz respeito aos comprometimentos motores,

que impedem os pacientes de usufruir a sua independência e assim ter uma boa qualidade

de vida.

Diante do exposto acima concluiu-se que, o estudo foi de extrema importância,

onde através dele podemos traçar um perfil desses pacientes e dessa patologia que a cada

dia se torna mais conhecida pela população. A pesquisa tem também um caráter

informativo, permitindo, que pessoas portadoras ou não possam se informar e saber as

verdadeiras limitações diretas e indiretas do Parkinson, permitindo assim a sua utilização

para novos estudos ou até mesmo para futuras comparações. Os estudos sobre a doença de

Parkinson devem ser cada vez mais incentivado, pois assim teremos um maior

conhecimento para tratar de forma correta e com maior certeza dos pontos a serem

melhorados.

REFERENCIAS

ROSA NETO, F. Manual de avaliação motora. Porto Alegre: Artmed, 2002.

________. Avaliação do desenvolvimento motor. Florianópolis: Udesc, 2005.

RASR, Pinto et al. Avaliação das atividades da vida diária de pacientes com Doença de

Parkinson submetidos a cirurgia estereotáxica. Arq. Neuropsiq, 2002. Disponível em:

<http://www.scielo.br>. Acesso em: 01 abr. 2005.

(13)

GOULART, F.; PEREIRA, L. X. Uso de escalas para avaliação da doença de Parkinson em

fisioterapia. Revista Fisioterapia e Pesquisa. Belo Horizonte, v. 11, n. 1, p. 50, jan./abr.

2004.

GOULART, Fátima et al. Análisis of functional peformance in patients with

Parkinson’s disease. Acta fisiátrica 2005. Disponível em:

<http://www.editoraatlantida.com.br >. Acesso em: 16 ago. 2006.

ANDRADE, L. A. F. de. Doenças de Parkinson. In: SOUZA-MELLO, S.E. de.

Tratamento das doenças neurológicas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

OKUMA, S. S. Impacto da atividade física sobre a dimensão psicológica do idoso.

Congresso de educação física e ciências do esporte dos paises de língua portuguesa, São

Paulo, 1998.

OKUMA, Silene S. O idoso e atividade física. São Paulo: Papirus, 1999

ECKERT, H. Desenvolvimento Motor. 3. ed. São Paulo: Manole, 1993.

SHUMWAY, A.; WOOLLACOTT. M. Controle Motor: teoria: e aplicações práticas. 2.

ed. São Paulo: Manole, 2003

GENTILI, L. I. L.; KREMENCHUTZKY, M.; SALGADO, P. Base de dados para

pacientes com transtornos de equilíbrio. Revista de Neurologia, v. 36, n. 10, 2003.

TEIXEIRA, C.A.A. Estudo dos parâmetros motores em idosos com idade entre 70 e 79

anos pertencentes aos grupos de terceira idade. São José. 2003. Dissertação de Mestrado

em Ciências do Movimento Humano. Universidade do Estado de Santa Catarina, SC,

Florianópolis, 2003. Disponível em: <http://www.scielo.br>. Acesso em: 18 set. 2003

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