• Nenhum resultado encontrado

EFEITO DE PERMETR INA 'i SL I FOSATd... E... J"liêN.CO.Z..EB----NA ATIVIDADE RESPIRATORIA E AMILOLITICA DE DOIS SOLOS DO ESTADO DE SAO PAULO

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "EFEITO DE PERMETR INA 'i SL I FOSATd... E... J"liêN.CO.Z..EB----NA ATIVIDADE RESPIRATORIA E AMILOLITICA DE DOIS SOLOS DO ESTADO DE SAO PAULO"

Copied!
94
0
0

Texto

(1)

EFEITO DE PERMETR INA 'i SL I FOSATd ... E.. .• �. J"liêN.CO.Z..EB----NA

ATIVIDADE RESPIRATORIA E AMILOLITICA DE DOIS SOLOS DO ESTADO DE SAO PAULO

SONIA DE BARROS OSTIZ Bióloga

Orientadora: Dra� MARIA RAPHAELA MUSUMECI

Disserta��º apresentada à Escola Superior de Agricultura "Lui:z de Queiroz .. � da Uni ver si d ade de S�o Paulo,, para obtem;t(o do ti'.tulo de Mestre em Agronomia, Area de con­ centra��º : Microbiologia Agricola�

p

I R A

e

I

e

A B A

Estado de S�o Paulo - Brasil

(2)

1085e Ostiz, Sonia de Barros Efeito de permetrina, glifosato e mancozeb na ativid� de respiratória e amilolítica de dois solos do estado de

São Paulo. Piracicaba, 1991.

75p.

Diss,(Mestre) - ESALQ Bibliogra,fia.

1. S61o - Atividade microbiana - Efeito de pesticida I. Escola SÚper{'or de Agricultura Luiz de Queiroz, Piraci:_ caba

(3)

EFEITO DE PERMETRINA� GLIFOSATO E MÂNCOZEB NA

ATIVIDADE RESPIRATORIA E AMILOLITICA DE DOIS

SOLOS DO ESTADO DE SAO PAULO

SONIA DE BARROS OSTIZ

Aprovada cm= 16.09.1991

Comissllio Julgadoran

Dra. Maria Raphaela Musum�ci Instituto Biológicc/SP Profa.Dra.Elke Jurandi Bran Nogueira Cardoso ESALO/USP Prof.Dr . Avelino Rodriguas de Oliveira UNICAMP

� •. , ... ,.u .. .'

--- ---

Dra.Mari aphaela Musumeci

(4)
(5)

ASRADECIMENTOS

Aos meus pais, Célia e Luiz,

compr·· �::·c:1-nsi�D por todo carinho, A minha orientadora, Maria Raphaela Musumcci, dcdicaçàc e ensinamentos

P,o Ccnt1···0 Paul o, líê:l.

de Radioisótopos do Instituto Biológico, pessoa da Dra. Elza Flores Ruegg, utili2a�ào de seus laboratórios

pel,c.1

s:�o Pf.:-)1 i::I

- Aos funcionários do Centre de Radici■6topos,Dm especial à Denise Accictli, Maria Cecília Dias da Silva,Teresinha Bonanhc e Maria José Szctt, pelo auxílio a mim dll.:::·•e.,.pcndi de,

A divisàc de Agroquimicos da ICI,na pessoa do Dr . Dirceu Fonseca Siqueira, pela ccss�o do inseticida permmtrina A Cláudia M. C. B. Magalhàcs,

conccpçàc desta disserta�ào pela ajuda prestada na Ao Flávio Martins da Silva, pelo auxilio proatadc

A Katia P Eliane da Biblioteca Contrai auxilio r amizade

A Profª Maria Izalina Ferreira Alvos do Departamento de Matemática o Estatística da ESALQ

Ao meu irm�o Heitor, ao meu sobrinho Thiagc e aos amigos, Maria Emília, Mariêngcla, Selma e ErnDsto, e ,Jo;�c:, Fi l :i. p<?.

meue:; Miiirt.;;:1 Aos meus colegas da pós-gradua��o, cm especial, o Edgar o Kim e o Marcelo

A Coordenadoria do Aporfei�oamento do Pessoal de Nivel f:k.q:n::r :i. c:w·, p�il o ,=1u>1 :i'.1 :i D ·f :i. nar·,e:i::d ro

A todas as pessoas quo direta ou indiretamente tornaram poss:i'.vel a realizaçàc desta dissertaçào

(6)

S U I ' 1 A R I O LISTP, D!:::. FIGUPAS LISTI; DE TABEL.AS RESUI"HJ S\Jt'!r'1P,HY L INTRODUÇt!i[) LITEPATURA • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 3. MATERIAL E M~T[)DOS Sol Cf:; 3.2. Agroqu{micos •••••.•••••••••••••••••• 3.3. Substratos para radiorraspirometria •

:::> " ·f.t li Testes Preliminares

3.4.1. Determinaç~o da Capacidade de

C i:':\rnp (:J: rr ti n = 11 ri li " .u U 11 n fi ti Ir li n n II II U li U 1.1

3.4.2. Determinaç~o do tempo de

Incubaç~o com a fonte da Cal"'bont'J

3.5. Avaliaç~o do efeito da

Agroquímicos na Atividade Microbiana

3.6. Análisa Estatística dos resultados ••

4. RESULT?mOS lj.. :[ " Testes Preliminares 4.1.1. Determinaç~o da Capacidade de Cafnr)r.~ If n ~ n ti r: ti li 11 li 11 ;li :s: 11 11 ti 11 I: ri ;, ti U U oU Página iH iv v:i, :i. i 1 ,':1· :1. .q, :1.4 :1.5 :1.6 :l6 17 18 i

(7)

- - - ' - - _ . '

4.1.2. Determinaç~o do tempo de

Incubaç~o com a fonte de

Agroquimicos na Atividade Microbiana

cl e ~3c) 1 (:3 U li u ti r; " Ir ti :: ti U Ir n 11 =' ti " U U n " rt u n " U ti a ti 4.2.1. Experimentos em Lab~~atório •. 24 ·4'12" lo t: 1 u F;<..;:rJ'''n~et·.I'-:i. r.-ê':\ 11 n U : : tr U 11 c ti ti ~24· I .. ~i .. ) .r:. . ., ,(.1 n 2; t: 1 (I ::::; ti flar1 c:: C)Z t:::l:::t li " 11 U U li n I/ u n .u " 4.2.2. Experimentos em Campo .•.••••. !5 u ( ) I SCUt:)t:1t'!le) ti 11 U ti n u U " r:I ti ti n 11 n 11 11 U 1I n U 11 n :: ti n u n n I: n ti li 6. CONCLUSEES • • . • . . . • . • . . • . • • • • . . • • . . • • . . REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS •...•••••.•..•..•. 64

(8)

i i :i.

LISTA DE FIGURAS

Piáqina

1. Estrutura ~~fmica da permetrina ••••••.••• 7

2. Estrutura qufmica do glifosato ••.•••••••

3. Estrutura quimica do mancozeb 12

4. Metodologia utilizada para a

de agroquimicoB na atividade

microbiana de solo 1.9

5. Metabolismo das fontes de

(9)

- - - -- - -

-iv

LISTA DE TABELAS

F'ági na

1. Atividade respiratória do solo Gley HOmico~

após adiç.o de permetrina ,

de lif.lbol~a\tól"·:i.o) u = n u u u n n p n n n u u # n u n " n u u n Q U n u u u n n n n u

2. Atividade respiratória do solo

Vermelho Escuro após adiç.o de permetrina,

(ug de glicose mineralizada a 14CO~/g de solo

- experlmentO& de laboratório

3. Atividade amilolitica do solo 81ey HOmico,

(I..\Ç) dv,(-! ami de)

mineralizado a 14COZ/g de solo - experimentos

2'7

-4. (...)t: i vi dade amilolitica do solo

Vermelho Escuro após adiç~o de permetrina,

(I..\g de amido mineralizado a 14COZ/g de solo

- experimentos de laboratório)

5. Atividade respiratória do solo Gley HOmico~

após adiç.o de glifosato (ug de glicose

mineralizada a 14COZ/g de solo - experimentos

u u n u a n u u u u u « n u n n " « = u U u u u n u n u u « u « n

::::()

6. Atividade respiratória do solo

Vermelho Escuro apÓs adiç.o de glifosato,

(ug de glicose mineralizada a 14COZ /g de solo

(10)

\1

F'ági na

7. Atividade amilolitica do solo Gley HOmico~ após adiç~o de glifosato (uq de amido

• 1 . I

ml nel''';;:'.I. l:<.! ac o .... • dI:>: per :i. ml!:'!!ntos

d(~~ I i;;lbol'" at ÓI~ :1. f.:)

8. At.ividadf::~ amilolitica do solo

Vermelho Escuro após adiç~o de qlifosato ~ (ug de amido mineralizado a 14C02 /g de 5010 - experimentos da laboratório) u " n u n u u U # n u " n n u u u u

9. Atividade respiratória do solo Gley HOmico~ após adiç~o de mancozeb

mineralizada a 14C02/g de solo - experimentos de 1.::\bol~at.ól'-io)

IO.At.ividade respiratória do solo

Vermelho Escuro após adiç~o de mancozeb (ug de glicose mineralizada a 14C02 /g de solo - experiment.os de laborat.ório )

II.At.ividade amilolitica do solo Gley Húmico?

mineralizado a 14C02 /g de solo - experimentos

elíof!! lõ:\bor,;;\'tór:i.o) 37

J. 2. (~t i vi daelf::~ amilclitica elo solo

Vermelho Escuro após adiç~o de mancozeb (ug de amido mineralizado a 14C02 /g ele solo

(11)

v:i.

13.Atividade respiratória do solo Gley Húmico~

após adlç~o de mancozeb

a 14COz/g de solo - experimentos

d€~ campo) " " n n n " n ~ ~ " u » " " " " " u p " " u » u " » n " u u » » " u " u n " " 41

14.Atividade respiratória do solo

Vermelho Escuro após adiç~o de mancozeb

(ug de glicose mineralizada a 14COz/g de solo - experimentos de campo) u " u " " u " u u u " u n n U n n " u " » " n " u

15.Atividade amilolitica do solo Gley Húmico~

'J (ug df?) am:i. do mineralizado a 14COz /g de solo - experimentos

16.Atividade amilolitica do solo

Vermelho Escuro apÓs adiç~o de mancozeb

(ug de amido mineralizado a 14COz /g de solo

- experimentos de campo) 4 LI·

17 u Pr!':.i vi dade (uq glicose

. 'j . :I

m:!. nE~I'''ia .. 1 :;;:i:'H. iii\ ii:\ 14CCb/g ~:;ol o) do 501(::)

Gley Húmico~ após adiç~o de mancozeb~ em

dados que n~o diferiram em experimentos

de campo e de laboratório

1. El. Pst.i v:i. dii:\de

mineralizada a 14COz/g de solo) do solo

Gley Húmico~ após adiç~o de mancozeb, em

dii:\dC)!r.~ qulC:~

(12)

r"eE;p ir· ;:,l."!":. ÓI~ i i,:"I

mineralizada a 14COZ/g de solo) do solo

Latossolo Vermelho Escuro~ após adiç.o de

experimentos de campo e de laboratório

:;20 n (H:. :i. \d. d ;::\1::1 e IV·f.?SP i,,·· 211: Ól'·· i i::\

mineralizada a 14COZ /g de solo) do solo

Latossolo Vermelho Escuro, após adiç.o de di ·fe!~ i 1"·,,:"101 em

experimentos de campo e de laboratório

2:i. "f.!ii: i vi d.:\de arni }. C}}. :í. t i ca (Ui;.:) de iiilm:i.do

mineralizado a 14COz/g de solo) do solo

dados que n.o diferiram em experimentos

51

:,22" Plt. i vi dade ami lc)} 1.t:i.ca d(,;1 ami de.)

. 1 . !

m:l. nel'·· Ii:\ l:;'~ <iH: o ,,:1 14COZ/g de solo) do solo

Gley HOmico, após adiç.o de mancozeb, em

dados que diferiram em

de campo e de laboratório am:i. 101 1. t. :i. c: a

mineralizado a 14COZ/g de solo) do solo

Latossolo Vermelho Escuro,após adiç.o de

mancozeb, em dados que n.o diferiram em

(13)

24.Atividade amilolitica (ug de amido

mineralizado a 14C02/g de solo) do solo

Latossolo Vermelho Escuro,após adiç.o de

mancozeb, em dados que diferiram em

experimentos de campo e de laboratório ••••••

viii

(14)

EFEITO DE PERMETRINA, 6LIFOSATO E

ATIVIDADE RESPIRATORIA E AMILOLITICA

DO ESTADO DE SAO PAULO

MANCOZEB

NA

DE DOIS SOLOS

Autora g SONIA DE BARROS OSTIZ

Orientadora~ CRê MARIA RAPHAELA MUSUMECI

RESUMO

provenientes do Estado de S~o Paulo, ce:·m

caracteristicas fisico-quimicas distintas (Gley Húmico p

influência do inseticida permetrina~ do herbicida glifosato

f:? d(J funqi c i d<:\ mancc::.=~(\~b li:;obr"e a mi crob:i. otii:\ natl,,\I'''ê:\l destf::\'~i;

solos, e, uma possivel e:orrelaç~o entre os dados obtidos em

e}·( P0?1'" :i. mentos

experimentos em condiçIes de campo.

A :i. nf:l. \..\10Jnc:: i a cornpostos

ii:\tivid.7ilde 1"'fi!~r:;;pil'''atól'''i;::\ p .::\milol:f.'\:::i.c::a do::,;. !sc.lc~s foi m~~dida

através da técnica de radiorrespirometria, utilizando-se

c: cImo m;ubf:i;tl'" ato!:;; <::Imi do-lo ",,·C,

2:1. e 2r::1 d:i.i::!s após i:\ i:'itd:i.(;;~o r,jo i:'itqr"oCju1. mi co ~ i::\l'"Iit.!l i Sf::~ 'i

(15)

I'-E~tirando'-'~;;E~ amoE:.t:.I~"'\~:; dos; f,;;olo!!i; tl'''ati!:\dos, .• ':rI!;;, ql..\a:i.s for'i!:\fIl

incubadas por 24 h com a fonte de carbono a 27a

C. A-

doses

aplicadas foram: permetrina 0,5 2,5 e 5ppm~ glifosato 4,

20 e 40ppm; mancozeb 10, 50 e 100ppm. A atividade de

amostras, originadas de solos que receberam adiçWo dos

agr·oqu:í.mi c::C)S!;, ·foi comparada com aquelas provenientes de

solos n~c tratados (controle).

Em experimentos de laboratório, os vasos

cont('!:)ndo solt-, trô-:ttiadc, e n~o tratado, fC)I~iii\m man·t:i.dos em

es!.tui: a ii:\ 27""C" Em c:ampo, ·f c)r ii:\ m

m.Õ\nt:i.do!5 (-?m cc)nd:i.çI(~?!!!; clirnáticii:\s niii\tl..\I~aif::;,) !!:;endc) ut:i.lizado nestes experimentos somente o mancozeb.

efeito inibidor em ambos os solos estudados.

com matél'" :i. Ii:\

orgânica, observou-se aumento da atividade amilolitica. helr·b:i. ci c:la (J 1 :i. f OSf.~to t:.::\mbém

apresentou efeito i rü td. dm-a solo Latossolo Vermelho

iiildiç:Wo dc) i::\gr"Gqu:í.mi co num

tempGrério das atividades respiratória e amilol:í.tica.

A .,:\d:i.çWc) dG i~un!;Jic:i.da manco:z(2b ao sole)

81 f:?Y Húmi co OCi:rl!!!;:i.on!:::,u um ra·ff2:i. to es:.t. i muI ador" temp!::lr!:\\v" :i. c. da

ii:\t :i. vi dad~'~ '::It::i. vi dii.~d(?l ii:Hni I c<l ;Í. t :i. c: H. Em

condi r; I E)!"":' d(2 c:arnpo, f!:)E·tE~ f?·f:e:i.t.c) e!st.:i.mulii:\dof- n.:t at.:i.\/idii:\df:?

respiratór:i.a foi pers:i.stente. No solo Lat.ossoIo Vermelho

doses de 50 p :lOOppm de mancozeb atlvHram a

(16)

campo .. Uma inibiçz:io dc.~ atividi::"ldl;:' i!:\milnl :í.tica inir.:::i.i:Õll fc)i

consti::itc:\di::i no!!". E"!~·:peri mente)!:;; df? 1 ;::\bol~ai:ór··:i n qt_te n~'-(c) C11::C::<I~F·eu

A análise estatística dos resultadns nz:io

pnssibilitou a determinaç~o de uma correlaçz:io entre os dados

prc)veniente!!!. c:los €~>:pE~I'··:i.mentc)s rflê".H1t.idos 0?nl l'::lbor··'::lt()l~ic::< e f?/ll

condiçles de campo.

C <::)1") c lu :i. u ... S;><0~ que aç.lF·oqu l. mi cels utilizados nesta pesquisa, quando aplieadc::<s individualmente

sol rols, pl,nc::<vocam dl'- ést i c: as

mi cr·ob:i ota '; fi.-) ql.\fZ~ ~ o efE~i to c!b!:r:.ervi::ldo 'I depf:i:~ndfi.-) do t:i. po d(~

solo ..

(17)

~~---~~---->~ ~ :t

EFFECT DF PERMETHRII\! '.1 8LYPHOSATE AND MANCOZEB ON THE

RESPIRATORY AND AMILOLITIC ACTIVITY DF TWO SOILS

FROM SRO PAULO STATE

AI..rt:. h ClIr

' :: BONIA DE BARROS 08TIZ

Adviser : DRê MARIA RAPHAELA MUSUMECI

SUMt'1ARY

Red \.',1 i th d :i. ·f -f (,:~I'" en t physi co·-·chl!:.'~mi cal proprieties the in-fluence o-f the insec:ticide parmethrin, the herbicide glyphosate, and tha fungicida mancozeb on the

ii:\CtlV:tty of so:i.ls thf:~

corralation between laboratory and experimental field data. Tha methodology amployed as substrates glucose and

14C-ac:t :i. \,li t i (·,?s.

Analyse were realizad at 0, 3, 7, 14, 21

and 28 days aftar pasticida addition to sOl,1 samplas. Pesticidas wera used in the following dosasn permethrin 0,5,

2,~7j c.'l.nd ~3ppm; (.:.:llyph!:)~5ate ·'~l·, :,20 ,anel .1.j·Oppm; manc:o:;:;f.;~b 10'1 ~50 100ppm. Th E) e·f ·l~ eC t. OT " pest.icide addition (;)1'''1 soi 3.

microbia3. activities was comparad with the act.ivity of non-treated soil samp3.es (control).

(18)

}~ i·:j, :i.

For labcratory experiments, pots with

treated soiIs were incubated at 27~C. For field experiments,

ccmd :i. t:i. ons u

Pf7:)r"mE)thl~in had no inhib:i.tC)l'''Y E)'f'fE~ct Cln

... I . J

e:t c "\f::)\"' se)). .. " On Dark Red Latosol, with lower organic matter

t-he act :i. vi '\':.y (.\li!i\!i5

clb S;(;;)!"' Vf2c1 "

:i. nhi b:i. ti on of '\':.hf~ I'" f?~!i:';p:i.!~ a'\':. OI"' y

Bley soil~ a transient increase on repiratory and amilolitic

ac:t.:i.v:i.t:i.f'!!!f:i; \,>J.;;\!i~, d<=!t-f~'!c:ted, dUf~) to thEl he!'''b:i.c:i.dE~ applic:.r:ltion'l on Dark Red Latosol.

Hum:i.c GJ.ey !!!;o:i.l with

mancozeb resulted in a transient act.ivation of the mic:robial respiratory and amilolitic activities. In field experiments,

I I J , ' t.. • _l' ti

'.: "le aI..: c. J. v a'!,,). C!I''', 00" .• "lf::) respiratory ac:tivity had a persistent effect. When doses of 50 and 100ppm were applied to Dark Red

m:i. cl'''ob:i. i,it.l I'" esp:i. I'" c:\ t: i DIl in bCl'th e>:pl:'i!!I'''imf!:ll''·lt!a.} 1.T:lboF·i,:\'\':.OI~y .T:lnd i~if.?ld, but \,\Iitr'fout pl:?I'''slm;t.1:?1'1Ce

in the field. An initial inhibition Df the amilolit.ic:

There was no correlation between the

(19)

Data showed that these pesticide had no

deleterious influence on soil microorganisms~ the effect

observed was dependent on the soil type.

(20)

1. INTRODUçAO

A adiç~o de compostos xenobióticos ao solo pode influenciar a atividade microbiana geral, assim

como o próprio equilíbrio ecológico e>: i stente neste

ecossistema. Entre os compostos xenobióticos contaminantes do s.olo encontram-se os agroquímicos. Utilizados para o

controle de fungos f i topa.t.ogêni cos, insetos. , ervas·

daninhas e outras pragas, estes compostos alcançam o solo,

tanto pel as apl i ca.çBes f 01 i ares como pel a i ncarporaç~o

di reta.

Um do!:: E'l ementos naturai s de grande

j mport.ânc i a par.:: .. os· sere!:· vivos é o carbono,

constantementE' f i}: ado na forma c1rgâni ca por organi smos

a.utotr óf i cos, e que necessita ser revertido

s.

forma

inorggnica, para s·ua reutilizaç~o E·m

sLlbsequentes. A rE'vers~o, em sua maioria, processa-s.e

atravé: de microrganismos hE'terotróficos, que, nesta

etapa, desempenham papel i mpc:)rtante por a.tuC\rem na

decomposiç~o da matéria orgânica.

E!::.t a m.s.tér-i a orgâni cc; é cont i nuamente

adicion.sda ac. !::-olc· sob vári.s.s form?E., entre a!:· quais.,

(21)

constituintes desta matéria encontram-se os mono (glicose)

e os polissacarídeos (celulose, hemiceluloses, ligninas,

amido, quitina, etc.), que, sofrendo decomposiç~o,

novamente liberam material para as reservas de carbono e

nitrogênio, assim influenciando a fertilidade do solo

(ALEXANDER, 1964).

A destes compostos

apresenta ainda grande i mportânci a na das.

part i cul as· do solo, oca.si onando a formaç~o de agregados

estruturais estáveis em muitos solos (ALEXANDER, 1964).

A respostc- mi crobi ana ao contacto com

o:: ::enobi óticos. é diferenciad?. O orga.nis.mo pode ter seu

crescimento inibido transitÓria ou definitivamente, ou

ent~o, ser estimulado devido ~ capacidade de utilizaç~o do agroquimico como fonte de carbono ou nitrogênio. Em ambos

cas·os, consequência desta modificaç~o no

equilíbrio, podem ocorrer problemas de fertilidade no solo por alteraç~o dos ciclos· biogeoquirr.:icos. ou alteraç~o na

ligaç~o das part5culas do mesmo.

A rEaç~o à adiç~o do composto ao solo

é determinada em conjLmto pelas características

fisico-quimicas do solo, por microrganismos ali existentes e pelo

agrc.tó>:ico utiliza.de. (BAHTHA ~, PF~AMEF~, 1965; JOHNEN ~~

DREW, 1977). A maioria dos tr6balhos publicados refere-se

existentes sob clim~ temper~do, sendo necess6rio

um maior nómero de investigaçbes para solos tropicais, em especial, os brasileiros.

(22)

Com este intuito desenvolveu-se a

presente pesquisa, com a finalidade de verificar a

influência do inseticida permetrina, do herbicida glifosato

e do fungicida mancozeb, sobre a microbiota natural de

solos, através da técnica de radiorrespirometria (MAYAUDON,

1971; FF:EITAS et a l l i , 1979; MUSUMECI e RUEGG, 1984>, bem

como averiguar a existência de correlaç~o entre dados

obtidos em e>:peri mentos de 1 aborat ór-i o com aqueles

provenientes de experimentos em condiçÔes de campo.

A seI eç~o destes comnpostos foi

realizada levando-se em consideraç~o a alta degr-adabilidade

da per-metrinc E' do 91 ifosEito, e a constataç~o anter-ior- de

efeito inibidor- na combinaç~o do mancozeb cc<m o fungicida

(23)

4

2 - REVISAO DE LITERATURA

o

solo é um ecossistema comple>:o, composto basicamente dE cinco fat~res : água, ar~ minerais, matéria orgânica e organi smo~" fatores que, entre !::.i, encontram-se i nt i mamente re>l aci onados, podendo a vari aç~o de um deles oCclsi onar em todos c,s outros

(ALEXANDER, 1976).

Em cada tipo de solo, a comunidade de microrganismos apresenta divis~o populacional diferenciada, mas· cons.tante, E', para que c' equi I ibrio seja mantido, a comuni dade pass.a por cont i nuas mudanças., apresentando aI tc. es·tado di nâmi co. A i nteraç~o é encontrada entre todos o~· individuos., pari'"l manter c' equilíbrio ecológico (ALEXANDER,

metC<.bolis.mo do solc· e, e,lguns deles~ es·t~D associados à

fertilidade, fator este da medE. alt2 importância par.? a agricultur.? mundial (HILL e WF:IGHT, 1978; BRADY, 1974).

Os agroquímicos podem s·er aplicados diretamemte ao solo, ou ent~o, entrar neste ecossistema através das aplicaçbes foliares ou de tecidos de plantas e animais tratados. Eles podem n~o apresentar efeito sobre os

(24)

microrganismos do solo, ou ainda apresentarem pequeno e n~o

relevante efeito; podem ser quimicamente modificados ou

degradados pelos microrganismos, ou ent~o persistir e

e>:ercer influêncla desfavorável ou morte) ,

in~erferindo assim, nos ciclos de elementos vitais da natureza CBARTHA e PRAMER, 1965).

Na tentativa de se determinar o

relacionamento entre os agroquimicos e os microrganismos de solo, vários trabalhos têm sido desenvolvidos.

Um dos pontos abordados nestes

trabalhos é a influência de agroqu~micos na microbiota de um

solo como L\ITi todo DL\ em segmentos específiccts (MacF:AE ~':

ALEXANDER, 1965; GUr·../NER ZUCkERI'1At·"j , 1968; BELLINCK

MAYAUDON, 1978; BELLINCK 8,: 1'-1AYAUDON, 1979; RAMANUJAM et

e 11 i , 1979; ANDEF~EON et al1i, 1981; ANDERSON, 1984). Outro

ponto de inteTesso.e cie-ntíf:i.co é i5 aç~o deso.empenhadõ pelos

microrganismos na biodegradaç~o destes compostos

HSIEH, 1976; De ANDREA et ",,11i, 1982; LORD et a l l i , 1982;

MATSUMURA, 1982; SPAIN

&

VAN VELD, 1983).

Di ferentes. técnicas têm sido descritas

na literatura para avaliaç~o da atividade microbiana no

solo, entre as quais se destaca a radiorrespirometria, que

se utiliz? de compos.tos cc,ntendo isótopos. radi oati vos·

(MAYAUDON

&

SIMONART, 1958; MAYAUDON

&

SIMONART, 1959;

CF:A~'JFORD et 8.11 i , 1977). Neste. técni C? s~:o des.cri tos

vários métodos para avali?ç~o d8 influênci? da aplic?ç~o de

(25)

BELLINCK ~ MAYAUDON, 1978; LOSS et al1i, 1980; MUSUMECI ~

RUEGG , 1 984·) •

A

utilizaç~o de isótopos como o ~~C, tem

permitido o acompanhamento do efeito dos agroqu:imicos em

di versos ecossi stemas, apresent ando como vantagem a alta

sensibilidade desta técnica. Para est0dos de atividade

mic.robiana do solo, a utili~aç~o de substrato marcado pC:'lra

medidC:'l do metabolismo microbiano, propicia umC:'l aVC:'lliC:'lç~o

mC:'lis pró>:ima da rea.lidC:'lde por utilizar baixa concentraç~o

de substrato, sem provocar um estimulo pelC:'l introduç~o desse

substrC:'lto (MAYAUDON, 1971; JOHNEN

&

a l l i , 1979).

radiorrespirometria >:enobi óti coso vem

Assim na sendo sendo, a.val i aç~o utilizada DREW, 1977; FREITAS et da. por utilizaç~o influência preci s.~o dC:'l de e

sens.i b i I i dC:'lde. Todavia, muitas destas técnicC:'ls necessitam

ser adaptadas às. condi çbes e>: i stentes. em um determi nado

laboratório (MUSUMECI ~': RUEGG, 1984).

Outro ponto essenci~l a ser averiguado é

a corre]aç~o entre dados levantados sob condiçbes de campo e

laboratório, pois nem sempre os dados obtidos em laboratório

refletem os de campo (JOHNEN

&

DREW, 1977; DIATLOFF, 1986),

embora. alguns autores considerem qUE, em e>:perimentc's

E·fetuOÕ'.dos. s.ob condiçbes. dE laboratório, o efeito de um

determi nadcl composto s·ob.e éS mi cl~obi ota dc. solo seja m?,i s

acentuado (JOHNEN

&

DREW, 1977)

(26)

o

consumo de agroquimico vem aumentando

a cada ano no Brasil. Em 1984 foram consumidas 57.233

toneladas, e, em 1988, 65.303 toneladas (ANUARIO ESTATISTICO

DO BRASIL, 1989).

Entre os vários compostos utilizados

encontram-se o inseticida permetrina, o herbicida glifosato e o fungicida mancozeb.

A permetrina (3-feno>:ibenzil ( .... )- eis~

trans 3-C2,2-diclorovinil) -2,2-

dimetilciclopropanocarbo-Nilato) é um inseticid? de contacto, pertencente ao grupo

dos piretróides (Figura I).

©

O

CI

Fi gura 1. Es.trutura qL •. ími ca. d? permetri nt?-.•

Este composto apresenta, em geral,

meia-vida, 6 s·ema.n?s., de acordo com o tipo de solo e o

teor de água eNistente (LORD et 211i, 1982; MALONEY et a l l i ,

1988), sendo o isômero trans, preferenci?lmente degradado

ao invés do is8mero eis (WILLIAMS

&

BROWN, 1979; MALLONEY

(27)

composto é constitu!da pelo mecanismo biológico (WILLIAMS ~

BROWN, 1979; CHAPMAN et a l l i , 1981; LORD et a l l i , 1982).

TU <1978 e 1980) observou que a

permetrina pode causar reduç~ono nómero de microrganismos

do SD10 durante prime:i.ra semana após

apresentando, entretanto, uma rápida recuperaç~o.

Este mesmo autor (1980) , medindo

atividade respiratória da microbiota de um solo através do

consumo de oxigênio, observou que a taxa respiratória n~o se

alterou durante os três dias subsequentes à aplicaç~o.

DOYLE et all i (1981) relataram para o

solo Matapeake, barro arenoso, com dois tipos diferentes de

adubaç:3o, maior recuperaç~o de 14CO~ proveniente da

degradaç:3o de permetrina quando o solo foi adubado. Devido à

baixa convers~o do composto a 14CO~ no solo n:3o adubado, os

autores concluiram que, para este solo, a quebra do composto

era devida mais à aç~o quimica que a biológica. O solo com

adiç~o de adubo necessitou um per iodo maior do que o de 28

dias para aparecimento de uma populaç~o capaz de metabolizar

a permetrina.

STRATTON

&

CORKE (1982) estudandc< a

to>: j ci dade da permetri n2 e de dez produtos de degré<.daç~D

deste composto a fungos~ observaram que o produto parental

f coi relativamente ató;:ico cul tura!:. puras por eles·

uti I i zé<.das. Entretanto, 05· compostos. de

apresentaram m2ior toxicidade que o composto pai, sendo que

os produtos resultantes da hidrólise na p05iç~0 Ester

(28)

mostraram-se 100 vezes mais tóxicos que a permetrina, ainda que sem aç~o inseticida.

A

interaç~o entre o composto

parental e seus metabólitos foi complexa, n~o apresentando

um padr~o de comportamento i nterati vo. Os autores ai nda

concluiram ~UE, provavelmente, aç~es inibitórias constatadas

em testes com este composto poderiam ser resultantes da aç~o

de seus metabólitos, e n~o da permetrina.

Segundo INGLESFIELD (1989), baseado em

trabal hos real i z ado!:- por di versos autores, os i nseti ci das

pi retr ói des n~o ocasi onam efei tos adversos:- à mi crobi cIta de

solo em estudos de laboratório, mesmo quando utilizados em

doses acima daquelas recomendadas para aplicaç~o em campo.

o

gl i fosato (N-(fosfonometil)glicina)

é /

um herbicida pós-emergente, pertencente ao grupo das

, . • - t:::

g.L1Clnc:l~ (Figure< 2.). É um composto pouco persi stente,

sendo o mecanismo microbiano apontado como o modo

predomi nante de s:-u?-_ degr adaç~o no solo. A degradaç~o é

dependente do tipo de sc,lo (I"1OSHIER ~': PENNER, 1978), que

pode influir na meia-vida do glifosato que, em geral, é de 3

a 25 dias (RUEPPEL et a11i, 1977; NOMURA

&

HILTON, 1977).

o

11

IIOOC-CH

2

-NH-CH2-P (OH)2

Figura 2. Estrutura química do glifosato

(29)

Em geral, o glifosato n~o apresenta

efeito inibidor na microbiota do solo (RUEPPEL et a l l i ,

1977; GOMEZ ~.: SAGARDOV , 1985,

a,b>,

embora em altas

concentraç~es possa causar reduçt(o do consumo de o>:ig@nio (ROSLVCKY, 1982>.

DAVIES

&

GREAVES (1981) estudando o

efeito do glifosato na atividade enzimática do solo, sem e com suplementaç~o de alfafa, constataram que sÓ na dose mais

aI ta (21 ,6kg/ha), houve pequeno aumento na at i vi dade da

enzima dehidrogenase na primeira semana após o tratamento

HE I NONEN-TANS~< I et alli (1985) em

e}:perimentos rea.l i z ado!:, sobre o efeito da aplicaç~o

sequenci aI dE;> agroquími cos, entre os quai s o gl i fosato, em

ca.mpos- agrícolas de cevada, reI atara.m a ausência de

alteraç~o no n~mero de vários microrganismos de solo.

em experimento similar,

HEINONEN-TANSVI et alli <l986}

conduzido em campos de cenoura, constataram aumento no

número total de mi crorgani smos· e de bactéri as aer Óbi cas

forma.doras dE' esporos, fõto es.tE que os· autol-es. acredi t2,m possa ser atribuido às condiçbes da rizosfera da cenoura.

CARLISLE e TREVORS (1986), uti 1 i z s.ndo

várias concentraçf:les de glifosc?to, puro e formulado,

observaram estimulo na atividade respiratória apÓs a adiç~o

do herbi ci da., podendo e=.te ter si dc; usado como fonte de

nutrientes pelos microrganismos.

MEKWATANAKARN

&

SIVASITHAMPARAM (1987)

estudando o efeito de herbicidas na populaç~o microbiaha de

(30)

um solo, observaram que adiç~o de glifosato n~o

apresentava aI teraç~o no número de fungos e acti nomi cetos,

mas ocasionava redLlç~o no número de bactérias deste solo

após 4 semanas de incubaç~o com o composto.

CHAKRAVARTY CHATARPAUL ( 1990)

verificaram, na dose mais baixa por eles utilizada, r~duç~o

da populaç~o bacteriana e fóngica, durante os dois primeiros

meses de experimento. A liberaç~o de CO2 n~o foi alterada.

SCHUSTER SCHRODER (1990a) , em

experimentos conduzidos em campo, simulando a aplicaç~o

s.ucessiva de 7 pesticidas durante 2 anos,' concluiram que a

adiç~o de glifosato n~o apresentava efeito na biomassa

microbjana, na atividade da dehidrogenase, e na

nit.rificaç~o. A taxa de amonificaç~o foi estim\.;ll ada no

primeiro ano de e>:peri mento. No segLlndo ano,

es.tatis.ticamente, a ta}:a de amonifjcaç~c' n~o s·e alterou,

ainda que constata0';" novamente uma. tendência

estimulaç~o. Concluiram, pois, que o composto apresentava-se atóxico, apesar deste efeito.

Estes mesmos autores (1990b) , qUéI.ndo

F'eciJizarêl.m e)·:perimentos. em laborat6F'io, observêI.ram que o

91 i fosato apli cado i ndi vi dU?l mente n~o apresentava efei to.

Quando aplicado simultânea ou sequencialmente com outros

dois compostos~ apresentava efeito tóxico, provavelmente

devido ê uma aç~o sinérgica entre os compostos.

WARDLE t.; PARI<INSON (1990) estudando o

(31)

12

dias, através do nómero total de bactérias, de actinomicetos

e de propágulos de fungos, concluiram que a aplicaç~o deste

herbi c i da ngco apresentava ef ei to adverso, e>:ceto em aI tas

concentraç~es.

QUINN et a l l i (1988) estudaram a

possibilidade de adaptaç~o dos microrganismos ao glifosato,

apÓs repetidas aplicaç~es. O isolamento de bactérias que se

ut i 1 i zam do herbicida como fonte de fósforo e/ou de

nitrogênio vem sendo efetuado (MODRE et alli, 1983; PIPKE e

AMRHEIN, 1988), muito embora SPLANr:LE et alI i , em 1975,

tenham sugerido que o glifo==ato seria degrada.do par

co-metabolismo, pela microbiota constitutiva do solo.

o

fungicida ITiCl.nco:::eb, pertencente ao

grupo dos etilenobisditiocarbamatos, é composto por uma

mistura de maneb (etilenobis{ditiocarbamato)mangt?,nê==.) e de

zineb (etilenobis(ditiocarbamato)zinco) (Figura 3).

~

=

Se C • NH. C H2 C H2 • N H •

C. S • M

n

-I

(32)

MI TTERER et al1 i . (1981) constataram que

a 1 i beraç~o de CO::;t do solo pel a at i vi da de mi crobi ana foi

aumentada, quando da aplicaç~o de dose única de mancozeb.

DONECHE et a l i i (1983) observaram que o

tratamento de solos de vinhedo com mancozeb reduzia o nómero

total de microrganismos, e que a inibiç~o decrescia com a

degr-adaç~o do composto, sf:~ndo, portanto, a recuper aç~o da

microbiota, var-iante, com o tipo de solo.

Estes mesmos autores constatar-am

decr-éscimo da ta}:a r-espir-atór-ia, medida atr-avé~ da atividade

da enzima dehidr-ogenase, até pelo menos um mês após a adiç~o

do composto.

CALUMPANG et a l l i (989) obsel~var-am uma

rápi da degr-adaç~o do mancozeb em ~.01 o n~o estéri 1. Segundo

eles, este composto teve meia-vida de 2,9 dias par-a o solo

estudado (solo ar-eno-ar-gilo-bar-r-oso). Após 15 dias da adiç~o

do mancozeb ao solo, este composta n~o foi mais detectado.

HEL(l.jEG (1986 ) r-ealizou ap 1 i caçbe~.

~.Llces::.i va~· de 7 agr-oqu ími cc·s, entr-e o:: quai s E: per- metr-i na,

glifo::.ato e mancozeb, simulando a pr-é.tica agr-í cc.l a. A

utilizaç~o em doses r-ecomendadas causar-am leve inibiç~o das

atividades micr-obianas medidas (r-espir-aç~o, amonificaç~o,

nitr-ific2.Ç~O e fi~:aç~D deI nitr-ogênio). A aplicaç~o de doses.

1 (I vez e!::· m.si or-es do que 2.:· r-ec omend8das, aument2.va e::.te

(33)

3 .• MATERIAL E MltTODOS 3.1. Solos

Foram ut i 1 i z ado,:- dois solos com

características fisico-quimicas diferentes:

o Gl ey Húmi co, solo agr í col a mui to

rico em matéria orgânica, coletado no Campo Experimental do

Instituto Biológico de S~o Paulo, em sete~bro de 1989;

- o Latossolo Vermelho Escuro, comunente

encontrado em regi~es de produç~o de gr=os, principalmente

soja, coletado no município de Aguas de Santa Bárbara,

Estad6 de S~o Paulo, em junho de 1990.

Coletado:-, OS- ':-0105 fora.m secos aCI ar

livre, ê temperatura ambiente, e passados por peneira de 2

mm de me,l ha.

As amostras de solo foram analisadas

pelo Departamento de Ciências do Solo da Escola Superior de

Agricultura Luis. de Queiroz, em rela_ç~o .3,:. ca.racteri':.ticas

físico-químicas, sendo:

para o 'E.alcl Gley Húmico pH =6,5; matéria orgânica =

8,81.; areia == 20,O;~; 'E.ilte = 33,Oi:; e,rgila = 47,O'i~; V ....

=

(34)

- para o solo Latossolo Vermelho Amarelo: pH =4,8; matéria

orgânica

=

1,7'1.; areia

=

76,0%; silte = 7,Or.; argila =

3. Agroquimicos

Foram ut i 1 i z ados:. os:· seguintes

agroquimicos em doses equivalentes a uma, cinco, e dez vezes

à dosagem recomendada para campo:

inseticida permetrina, formulado (50'/. i . a . ) , nas

concentraçôes de 0,5, 2,5 e 5pprn (ug/g de solo);

fungi ci dE<. mancozeb, formulado (80% i . a . ) , nas:·

con-centraç~es de 10, 50 e 100ppm (ug/g de solo);

herbicida glifos.ato, formulado (36~~ i.a.) na!:

con-centraçÔes de 4, 20 e 40ppm (ug/g de solo).

3.3. Substrato para radiorrespirometria

A D-glico!:.e-1 4C, uniformemente marcada~

adquiridE< da Amersham, Inglaterra, com atividade especifica

de 12,3MBq/mmol (333LICi/mmol), utilizada p.:;ra o!:· ensE<.iCls

(35)

- - - -.. _

-inicialmente diluida em égua destilada estéril, obtendo-se uma soluç~o com atividade de O,185MBq/ml (SuCi/ml).

Para os testes, cada O,25ml desta

soluç~o foi diluída em lOOml de égua destilada estéril,

obtendo-se uma solLlç~o final com atividade de O,46kBq/ml

(O, 0125uCi /ml ). A sol LlÇ~O f oi ajustada com gl i cose, n~o

marcada, para se obter uma concentraç~o de 5umol/ml.

o

amido-1 4C,

Ltn i f ar mement e marcado,

adquirido da Amersham, Inglaterra, com atividade especifica

de 3,7MBq/mg (1 OOuCi Img> , utilizado como o substrato de

medida de atividade amilolitica dos solos, foi acrescido de 500mg de amido solúvel, obtendo-se uma atividade específica de 18,5kBq/mg (O,5uCi/mg).

No!:- testes, cada porç~o de 20mg de::-te

material foram diluídos em lOOml de água destilada estéril,

obtendo-se uma SOlUÇ~D final com atividade de 3,7kBq/ml

(O,luCi/ml).

3.4. Testes Preliminares

3.4.1. Determinaç~o da capacidade máxima de retenç~o

de água

Três a_mc.::-tras de 10g de cada um dos

solos, dispostas em cadinhos de porcelana, foram mantidas em

estufa a ll0Q C por 12 horas, e, a seguir, repesadas. Através

(36)

da diferença entre as pesagens obteve-se a quantidade de 6gua natural nos solos.

Dispostas em funis, cada LIma das

amostras recebeu adi ç~o de 10ml de 6gua, e o vol LIme n~o

retido foi medido em proveta. Repetiu-se a mesma operaç~o,

até o volume de 6gua recuper-ado manter-se o mesmo,

consi der ando-se a capac i dade de retenç~o de água do solo

igual ao volume de água retido nas amostras.

A capacidade máxima de retenç~o de 6gua

do solo foi obtida através da somatória entre a água natural

e a capacidade de retenç~o.

3.4.2. Determinaç~o do tempo de incubaç~o com a

fonte de carbono

o

tempo necessário para se acompanhar o

metabolismo da fonte de carbono nos solos foi estipulado em tes.tes., utilizando-s·e dez jc-,rros. de 250ml de· boca larga e tampa rosqueável, contendo 109 de solo Gley Húmico reativado

com água equivalente a 2/3 da capacidade máxima de retenç~o.

ApÓs uma semana de rEativaç~o, cinco das

amostras· receberam lml de' SOlUÇ~D de glicos.e-1~C, E cincc<

outras, lml da soluç~o de amido-1 4C. No interior de cada um

dos jarros de solo colocou-se um frasco de 20ml de

capacidade, contendc.< 5ml de LHna soluç:3:o de I<OH O,2M, pare?.

(37)

conjunto fechado foi incubado em estufa à temperatura de

27-C, e o frasco de soluç~o de f<OH, trocado a cada 24h,

durante 4 dias.

Três alíquotas de lml da soluç~o de KOH

de cadCl conjunto, nos tempos de 24, 48, 72 e 96h, foram

distribuidas em frascos de ci nti 1 ador e élcresc j, das do

liquido cintilador: 4g de 2,5-difeniloxazole (PPO), 0,29 de

1 ,4-bis- (5-feni lm:azol i 1) -benzeno (POPOP), 350ml de Rene>:,

700ml de tolueno e 450ml de metanol. O

fonte de cêlrbono foi determinado pela contagem em

cintilador de amostra liquida.

o

vCI.lor médio obtido pela

contagem das três alíquotas foi ajustado para o volume total da soluç~o de KOH (5ml).

3.5. Avaliaç~o do efeito da adiç~o de agroquímicos

na atividade microbiana de solo

do efeito da adiç~o de

agroqu i mi cos, nCl a.t i vi dade mi crobi CI,na do!:: =.0105 segui u o

esquema dCl. figura 4. 1'-10ntou-s,e um si =.tema consti tLlido de

dois copos plásticos, de 500ml de capacidade, sobrepostos; o

copo superior recebeu o solo E 5O·UCI. base foj, retirada,

permitindo a=,sim, uma pos=.ivel 1 i ;.; i vi ação do compo!::.to; a

presença de um pedaço de gaze entre o!:: dois copos impedia a queda do solo do copo superior.

(38)

Figure 4.

1ml

DO AGROQUfHICO

!

TEHPOS

O,

7,

JIt. 21 e 28

DIAS

I

!

!

...

:""

-

...

...

-.:-!

-"""'--:=E

... lIIW'fItI

..

-

..

!

11 KOH

109 DE

SOLO + 1m1

DA FONTE DE

1lt

CO

2 5ml

DE

KOH 1ml

DE

KOH +

LíQUIDO CINTILADOR

CINTILADOR DE AMOSTRA LIQUIDA

RepresentiSção E'squE'méti ce. ds.

uti]jzada piSre

(39)

20

A cada sistema, num total de 24 vasos,

distribuídos em 4 blocos de 6, adicionou-se 150g de um dos

solos em estudo, reativado com ágl.lt!i\ eqLlivalente a 2/3 da

capacidade má>:ima de retenç~o de ágLla. Ap6s uma semana de

reativaç~o, lml de soluç~o aquosa de um dos agroquimicos foi

adicionada a cada um dos vasos dos blocos, para

das concentraç~es desejadas (item 3.2.); o bloco de vasos

controle recebeu adiç~o de igual volume de água.

Nos e~-:perimentos de laboratório. os

vasos for am mant i dos- em estuf a a 27°C, e a quant i dade de

água foi semanalmente reajustada.

Nos experimentos sob condiç~es de campo,

os vasos- foram tra_nsferidos para uma área de 2, 51Tf,

mantidos. sob condiç~es- climáticas naturais, sendo os dados

de temperatura, precipitaç~o, umidade relativa e insolaç~o

fot-nec i das pelo Instituto Astronômico e Geofísico

dé Universidade de S~o Paulo.

Em per iodos posteriores a_d i ç~c- dos

agroquimicos aos solos (tempos. O, 7, 14. 21 E 28 di?,s),

sElecjonou-se 1 vaso de cada tratamento. De cad c\ vaso

ret_iraram-se 10 amostras, equivalentes- cada um?, & 10g de

5 0 1 0 secc-, que foram di s-post as- em ja.rros- de- boc e, 1 arga_ e

tctmpa ros-queável (250ml dE capa_cidade) ; ci ncc- jarros.

continham lm1 da soluç~o de glicose-J4 C, e cinco restantes,

I ml da soluç~o de

o

liberado pela

atividade microbiana foi capturado nas armadilhas de KOH e medido por cintilometria líquida (item 3.4.2.).

(40)

3.6. AnAlise estatística dos resultados

Os dados obtidos pela captura do 14CO~ liberado

pela atividade microbiana foram convertidos em porcentagem,

consi der ando-se a médi a do valor obti do no control e como

1001.. A an~lise estatística desses dados foi efetuada

utilizando-se an~lise de variância com delineamento fatorial

<tes·te F). Utilizou-s.e o teste Dunnett bilateral para se

cons.tatar i:l. e}: i stênc i a de di ferençe. entre as médi as do

tratamento; e o tes.te de Tukey para a comparaç~o entre as

médias dos experimentos realizados em laboratório e em

campo.

\

\

\

(41)

:22

4" RESULTADOS

4,,1. Testes Preliminares

4"1,,1,, Determina~~o da capacidade méxima de reten~~o

de água

Campo Experimental do Instituto Biol6gico, a capacidade de 6,8ml/lOg de solo.

Bál'''ba;r'a, ';'ilpl'" e lli; ('l!! 1"', t ou capi,:<.c:i, eJ':lde

4~3ml/lOg de solo. 4al"2,, Determinac;~o a fonte de do tempo de carbono retl!i!!I"'iç:!:1fo inc:ubafi:~o com

amostras de solo com a glicose-1 4C Clli amido-1·C~ apresentou

96h. de observac;.o, indicando um rápido metabolismo das fontes de carbono adicionadas ao solo Gley Hdmico. A55umiu-se, em principio~ que o mesmo era válido para o solo Latossolo Vermelho ~scul"'o.

(42)

o o c:.:: 20 1

5

~ 10 co N o U -::t LLI

5

o

o

HL:m:i cc<

~

,

\

I \ I \ 20 - - M11DO

60

-Bo

100

TEMPC (DI AS)

(43)

24

4=2= Avalia~~o do efeito da adi~~o de agroquímicos na atividade microbiana dos solos estudados

4c2=lm Experimentos em Laboratório

apresentou efeito inibidor na atividade respirattwia da

m:i.r.::l'''obio'l':.a del !:;,r.;,lo Gley Húmico ('T'abf:'!!lii:'l 1) n (.:% r.::onCIii:~nt.f·a<;:t1lio média de 2,5ppm, após a adiçt1lio (3 dias), e de 0,5ppm, aos 21

dias da adiç~odo r.::omposto, r.::ausaram um efeito estimulador.

No Latossolo Vermelho Esr.::uro <Tabela 2)

observou-se também um efeito ativador, ocasionado pelas

r.::oncentraç~esg 5ppm nos tempos 0, 3 e 'j LI

J. Y 2,5ppm aos

21 dias e O,5ppm, logo após a aplir.::açt1lio do composto (tempo

O) •

A permetrina exerr.::eu efeito ativador no metabolismo amilolitico do solo Gley Húmico, na r.::oncentra<;:t1lio de 5ppm após 21 dias da aplicaç.o (Tabela 3).

L.:"t.C)E;.solo

observou-se um efeito também ativador, Dcasi c;.niiildo pel r.:1

adi~~o de 5ppm de permetrina, que se iniciou aos 7 dias de

incubaçt1lio, mantendo-se até os 28 dias. Observou-se ainda D

mesmo tipo de efeito CDm a r.::oncentraç.o mais baixa (O,5ppm), aos 28 dias de incubaçt1lio (Tabela 4).

(44)

Dias

o

3 7 14 21 28

a 14CO./g de solo - experimentos de laboratOrio)

C~ntrole 14,8 13,0 Tratamento (ppm) 18,6 13,6 ~1 7 ~&,0 15,1 18,3 14,4 15,1 14,5

---,

*

=

Tratamentos que diferem ao nível de 5% da signific.ncia

(45)

TABELA 2. Atividade respiratória do 5010 Latassalo Vermelho

Escuro após adi~~o de permetrina,

14CO~/g de solo - experimentos de

Trat"lmen'f:.Cl (ppm) Di "IS Cont.rcll e (} 28,7 :::::()~J 7* 3 :1. 9 ~t ::::: 20~8 7 2°'19 2°'18 14 20,,9 28 :1.8,9

* -

Tratamentos que diferem ao nivel de 5% de signific.ncia

(46)

14CO./g de solo - experimentos de laborat~rio) Tratii:\mento (ppm) CC:int. r C:lI í':"!! (I '':!" .... ' 4'14 4,5 4 ....

,

. .:;, 4 26

-

l Lf· lJ 1.;, ~ _'0 ~, ..:;, ~5? 2 5,0

1"1' 4'i 4 LI· 'i ::::: 4'i 5 4, .• 2

2:1.

28

*

=

Tratamentos que diferem ao nivel de 5% de signific.ncia

(47)

28

TABELA 4. Atividade amilolitica do solo Latossolo

mineralizado a ~4C02/g de solo - experimentos de

(I "'1 I 14 2:1. 28 Cc:mtrol e TI'"ed:.amen"t:o (ppm) 4,)4 4;7 ~.i,!6 4,8 5, :::'~'l<!. 5 ?O·\li·

*

~ Tratamentos que diferem ao nível de 5% de signific.ncia

(48)

(Ti:i\bel a 5). El'1tl~f.~·17.anto ~ C'I !solo l.. .. i::\'I:.Offi!.s;.c.l I::' Ver'mel ho ESCL\!~D

Cfabel (:'fI 6) aos 3 dias de incuba~&o apresentou aumento

s;. i 1;J n :í. ·f :i. c i:'it ·f:. :i. v Cl da a 'I:: i vi dLi\d!?' em t.Cldas as

C:C)nCE!nt.l~a~bfE!m;. ') desf.:lpi:\F·ec:eu peleI do

experiment.Cl. A c:oncentra~.o de 20 ppm apresent.ou efeit.o

:i.nibidor aos 28 dias de inc:uba~~o.

A adi~~o de glifosato também n~o ocasionou efeit.o ni:i\ at.:i\/id.::lde .:\milolit.ici:'i\ do 8.01Q GJ.ey Hümicc:l (T.:\bela '7).

No solo Lat.ossolo Vermelho Escuro (Tabela 8), em todas as

concent.ra~bes adicionadas, observou-se um estimulo da

atividade no t.empo

O;

este efeito n~o foi constat.ado nos

(49)

TABELA 5. Atividade respiratória do solo Gley Húmico após

adi;~o de glifosato~ Cug de glicose mineralizada

a '4CO~/g de solo - experimentos da laboratório)

Tratamento (ppm) Dias 4 20 40

o

20,9 19~7 19,5 3 18,9 7 18,1 17,8 14 19,0 19,7 21 17,2 28 15,5 30

(50)

TABELA 6. Atividade respiratória do solo Latossolo Vermelho

Escuro após adi;~o de glifosato? (ug de glicose

mineralizada a 14CO./g de solo - experImentos de

laboratório) Tratamento (ppm) Dias Controle 4 20 40

o

24,6 25,4 3 19,3 7 19,9 19,8 21,7 14 16,8 21 17,3 28 19,4 18,0 17,2

* -

Tratamentos que diferem ao nível de 5% de significência

(51)

TABELA 7. Atividade amilolftica do solo Gley HOmico ap6s

adi;.o de glifo5ato, (ug de amido mineralizado a

14C02/g de solo - experimentos de laborat6rio)

Tratamento (ppm) Dias Controle 4 20 40

o

4,3 4,7 7 14 21 4,6 5,0 28 4,9 4,6 32

(52)

(>

7

14

mineralizado a 14COZ/g de solo - experimentos de

1. aboF'atóri C)) Cont.rol (::!: 20 40 4 ') 9"*, 5'1°"*, ,q, 76 .f.~ 'I 7 ii'ls3 4'1 2

*

=

Tratamentos que diferem ao nivel de 5% de signific.ncia

(53)

foi verificada existência de efeito inibidor~ provocado pela

dom;;:::' ('1"" 50ppm '.' qu",~ n ;30 f (:~:i dr!:t. F!: C '1':. i0.do na c: Dl E't. i:" Sç!:'gui nt.f::·)

Ent.l'''E·t.i::\l''lto '; quando

composto ao solo Latossolo Vermelho Escuro. detectou-se

ativaç~o ocasionada pelas doses de 50 e 100ppm, efeito

persist.ente até o tempo de 28 dias. A dose de 10ppm somente

apresentou este efeito, quando da realizaç~o da última

coleta (28 dias) (Tabela 10).

Quanto à atividade amilolitica. todas as

c on c f::~nt:. Y" ele;: ejE~S

causaram efcito ativador no tempo O. Para as doses de 50 e

100ppm o efeito persistiu ató o tempo de 3 dias de incubaç~o

do no sol C< '! pOI~ém

posteriormente <Tabela l i ) .

50 e 100ppm dcterminaram inibiç~o da atividade amilolitica,

(54)

TABELA 9. Atividade respiratória do solo Gley HÓmico após (ug de glicose mineralizada a ~4C02/g de solo - experimentos de laboratório)

Tratamento (ppm) Dias Controle 10 50 100 O 19,2 20,2 3 18,4 18,3 7 17,0 17,2 18,1 14 l7,O 17,6 21 17,5 16,1 28 17,8 17,1 17,7

*

=

Tratamentos que diferem ao nível de 5% de significância

(55)

36

TABELA 10. Atividade respiratória do solo Lato5solo Vermelho

Escuro apÓs adiçào de mancozeb, (ug de glicose

mineralizada a 14C02/g de sele - experimentes de

laboratÓrio) Tratamento (ppm) Dias Centrole 10 50 100

o

22,3 25,9 22,1

-

'.~ 23,1 23,4 7 21,1 27,7* 14 18,8 21,7 21 28 17,0

* -

Tratamentos que diferem ao nivel de 5% de significância

(56)

TABELA II.Atividade amilolitica do solo Gley Húmico após

adiç~o de mancozeb (ug de amido mineralizado a

~4COZ!g de solo - experimentos de laboratório)

Tl'··atam{'!!n't:.o (PPi'l)

lO 50 100

o

i.j. ~ ::::; ~~i 'I 1 ·li·

7 l~. ,,1~;

4, .• 9 {I· ~ 9

*

=

Tratamentos que diferem ao nível de 5% de significância

(57)

38

TABELA 12. Atividade amilolitica do sola Latossolo Vermelho

Escuro após adiçào de mancozeb (ug de amido

mineralizadoa a 14COZ/g de solo - experimentos de

laboratório) Tratamento (ppm) Dias Controle 10 50 100

o

4,7 3 4,9 7 4,4 14 4,7 4,3 21 4,8 28 4,4 4,5

*

=

Tratamentos que diferem ao nivel de 5% de significância

(58)

::::;9

4. 2n 2n E>:peri mentos em Campo

Para analisar a existência de correlaç~o

em seqmento especifico da microbiota do solo.

j· .. !úmi co ~ acrescidos de fungicida mancozeb foram mantidos em

cC)ndi(;;:Ôiíi:~S:. c::l:i.fni.~t.ic:;;:\~;:; natul'''a:i.s (t::)(·::~I''':í.od(:::. df::'~ julho/<"Iqos:;t.o dE:~

efeito ~Je se iniciou 3 dias da adiç~o de mancozeb.

para, aos 28 dias, tornar-se novamente presente em todas as

doses (Tabela 13).

A adiçâo do manc:ozeb ao Latossolo Vermelho Escuro, em

'i::.f::~mp t:?l'" i:~t.UI'" a média. Pl'''/:'!i!C:i. pi ta.r.;:i:':(C)

umi dadf::~ r"Ed. <,:\t i Vii:\ BO 'j 8y','::? '! 9!i i n!!501 aç~D ~j, Oh'+<::; ~ '/') ~ ;;;ij::H'''E~sen·tDu 'l':.'::imbém f:tutuii:u:.;:eiíi:~S:. f'li:\ õd:.ividi::íde 1'''E~spi!''',"d7.ÓI~l.a,; il'''d,cii:llndD .. · .. sE~

com um efeito inibidor, ocas:i.onado pela adiç~o de 10 ppm no

OCDrreu um aumento na atividade respiratória

(59)

incubadas com o mancozeb até o tempo de 14 dias de incubaçfuo

E:m f::~::·:pE)!''':i.mentos conduzidos;; em c:ampo~ <:J

·í:unt.:.ticidi::l mancozeb ng':l"o :i.n+luenc:i.ou <::i !i'~t:i.\d.dadE~ arn:i.lolit.:i.ca

do solo Gley Húm:i.co (Tabela 15).

solo Latossolo Vermelho Escuro, presença do fungic:i.da na dose de IOppm provocou aumento da

n&o foi mais detectado posteriormente. A dose de 50ppm ocasionou inibiç~o. logo após adiç~o do composto (tempo O),

uma ativaçào (tempo 3) que desapareceu durante

agrotóxico, uma inibiçào da atividade amilolit:i.ca

observada aos 7 dias. n~o sendo mais observada nas análises subsequentes (Tabela 161.

(60)

TABELA 13. Atividade respiratória do &010 Gley Húmico após Dias O 3 7 14 21 28

adiç~o de mancozeb (ug de glicose mineralizada

Tratamento (ppm) Controle 27,1 ~~ 7 ~0.' ~~ ~ ~~.~ 19,0 10 28,5 26,5 21,2 50 100 29,8 30,1 25,9 28,8*

*

=

Tratamentos que diferem ao nível de 5% de &ignificância do tratamento controle.

(61)

TABELA 14. Atividade respiratória do solo Latossolo Vermelho

Escuro após adiç~o

di'"" cii:\mpo)" TI'""r.ttt.ii:\rner","tD (ppm) Di ",t5 Cor"lt.r" Dl e lO 50 tOO o

:::::0,,8

14 :2 J. ') O 21 '-::.':',1 "':.l ,l" •• r. •• 'j

.ro-*

=

Tratament.os que diferem ao nível de 5% de 5ignificância

(62)

TABELA 15. Atividade amilolitica do solo Gley Húmico após Dias O 3 7 14 21 28

adiçào de mancozeb (ug de amido mineralizado a

~·C02/g de solo - experimentos de campo)

Tratamento (ppm) Controle 10 4,8 4,8 4,9 4,2 50 4,7 c ~ ~,J 5,6 5,4 100 4,9

(63)

TABELA 16. Atividade amilolitica do solo Latossolo Vermelho

~scuro após Bdiç~o de mancozeb (ug de amido

de solo - experimentos de campo) Tratamento (ppm) Dias

o

3 7 i 14 21 28 Controle 3,4 10 3,7 3,3 ~ ~ ~~~ ~ 4 0,~ 50 3,9 3,3 100 ~ ~ ~5~ 3,7 ~ ~ ~,~

*

=

Tratamentos que diferem ao nível de 5% de significância

do tratamento-controle.

(64)

Ao comparar-se os dados obtidos pela

i:\di(;:~o do funq:i.c:i.di"\ miii!ncc\:;::~"!!fb na ii~t:i.vidi::\de r·fi.·~spj.r·at.ór·iia dc) selo Gley HOmico em laboratório e em campo, observou-se que

n~o houve diferença significativa de comportamento ao nível

de 5%~ nas seguintes condiç~es~ a)- ausência de efeito em

ambos os experimentosl b)- efeito ativador detectado com a

dose de 50 ppm no tempo O em laboratório; c)- efeito

i::\t:i.·'/iiildor·· pf.?l,;,\ dos(? de 10 ppm aDE; 2B di a 1,:; dI;:,) incubat;;::tío em

campo (Tabela 17).

Para as demais situaçôes a comparaç~o de dados de

laboratório e de campo mostrou resultados significativamente diferentes (Tabela 18).

No Latos5~lo Vermelho Escuro, n~o houve diferença ai: i v:i. d •• :\de

f.:~HP(?!'··imE)nto!r:; de·) ciii\ml~")o e dI'!:) l",\bcJI"·,.~tór··:i.c',! quando ni5(c< ·feJ:i.

constatado efeito inibidcw ou ativador. Isto também ocorreu

em certi!:\~,; si tu.::\t;;:t'jf?S di? ,~t. :i. vaç:tío ~ cem!:J I"',a\s doses de J. Oppm (tempo 7 e 14), na dose de 50 ppm (tempo 3) e na dose de 100ppm (t:.{,~mp() :~:: €0 ~7) CT"ab€'jla 19).

Neste solo n~() ocorreu analogia entre os efeitos

detectados nos experImentos de campo e de laboratório,

(65)

TABELA 17. Atividade respiratória dt') SC)} n 81 ey

Húm:i.cc)~ ap6s ad:i.ç~o de mancozeb, em dados que

n~o diferiram em experimentn& de campo e de

TI~ at '::Iment C) (ppm) 10 10 10 10 ~S() :;:;0 tiO 100 ], ,"lbC:lr" c:\t ór i o. () 7 2:1. 2B (I '7 ! 1 4, 7

e1~f~:i, t,!:) i;,\'ti V i:i\d or"

- controle igual a

F'CH'''c:ent agem'"

1 abor- at, ÓI~ i c:) Ci!:\mpl;)

1 O~:; '! 2 1 ()5 'J ~2 106", LJ. }, 1 1

;?

9~5 ,9 lOü?2 107 \,0 120,0 ( A ) 1 16 ~ ::::; ( A ) 109 ~(:;l lCl-',5 109,:Z 1 O~::: 'I t:) 1 1 :,~:~ , 1 ], 12,!9 1 ()LJ. , ~; ,<-1,6

(66)

TABELA 18. Atividade respiratória

Húmico'l dadoEi;

que diferiram em experimentes de campo e de

:I. abcw' ato ó\,· i ou

Tr at i::!ffif::-1nte (ppm) D:i .• ,\S ( A ) ( :t: ) 10 :::; 10 :1.4 ~::;o '':!' ._, ~:.i() 2:1. ~50 28 :1.00 () :1.00 -:1' ._, 100 :1.4 100 21 ], (li:) 28 - efeito ativador - efeitCl inibido!'"

=

controle igual a 100% 1 ii:\bol'OO ed:. Ôr i Cl ]. ()~,~? 'J 7 9é~\? B 1 0'7 'I :I. 85'1::::: ( l: ) 102~9 :I. :::::() 1J!':5 ( A ) 102, ~:! 96?f.:. 8E\~::::; lO6,!H 1 :l.6? () ( A ) 1 1 ~.:; 'J ~.::~ ( A ) :I. 40 '1 ~3 ( A ) 1 1":" ",:' '1 ~.:.:; ( ""~) :I. 1.8, .l!. ( A ) I l :1. 'J :;~ 141 '15 (,,"'\ ) 123,2 ( A ) :I. :1.9'10 ( A ) 1 :::!;() '.I }, ( ... )

(67)

TABELA 19. Atividade respiratória do

Latossole Vermelho Escuro, após

mancezeb, em dados que diferiram

experimentes de campe e de laboratório.

Tratamento (ppm) 10 10 10 1 O 50 50 100 100 100 Dias 3 7 14 21 O 3

°

3 7 ( A )

=

efeito ativader - contrele igual a 100% Porcentagem* laberatório campo 101 ~ ,~ 106,3 1 1 1 ,5 120,9 1 15,6 1 10,9 109,4 96,0 1 15~7 91 ,8 1 j a ~ . ',~ CA) 120,9 99 ,2 93,4 127,3 CA) 127,4 131 1 CA) 1 15, 1

,

48 solo em CA) (A) CA) CA) CA'

(68)

TABELA 20. Atividade respiratória do solo

Latossolo Vermelho Escuro, após

mancozeb, em dado. que diferiram em experimentos

de campo e de laboratório. Porcentagem* Tratamento (ppm) 10 10 50 50 50 50 100 100 100 Dias O :?f~ 7 14 21 28 14 21 28

(A' ~ efeito ativador

(~) - efeito inibidor • controle igual a 100% laboratório 1 13,9 123,4 ( A ) 12B,6 (A) 124,5 CA' 127, 1 ( A ) 139,8 ( A ) 133,4 (A) 144,6 (A) 137,6 (A' campo 7a )~-? 107,7 I 14,7 107,5 96,4 104,0 1 1 1 ,O 100,8 I I 1 ~ ,~ ( ~ ) (A' <A' ( A '

(69)

:50

A comparaçâo entre os dados da atividade amil!:)lít.:i.Ci:'Ó1 do solc" GIE~y Húm:i.co após adi(;:~o de m.r:\I"\cf.:):<~f.;,\b em

1 .;;\b cw a t: ór-:i. o e demC3nst.r-!:)u

existência de diferença significativa, ao nível de 5%, nos

casos em que ocorreu um efeito ativador~ com exceç~o da dose

de 100 ppm no tempo zero. Embora em certas doses e tempolll;

c:ont:.I"·ol e~s '! qUi:,:\ndo dados;. campo

resultados mostrou que eles diferiam significativamente

A atividade amilo1it.ica do solo Lat.ossolo

Vermelho Escuro após a adiç~o de mancozeb em experimentos de

C:i:,:\mpn, apl~e~:;entc:.1..\ d:i. fer-ençam,.

!:r, i qn :i. f:i C:êilt i vam!· COI~I'''(i?!!:;pondentes;

nOs,l t.E1mpos df.i) :incubi:':iç;~O 2:t f.:) 0, r"em;pect.ivi:':'\mf::)l'1t.e (Tabel!:':,! 2:::;;). F:'or Ol.It.I'''c'1

lado'.1 houve

experimentos de laboratório e em campo~ para os demais

tempos de incubaç~o das doses de 10, 50 e :t00 ppm (Tabela

(70)

TABELA 21. Atividade amilolitica

HÚmico~ após adiç~o de mancozeb, em dados que

Tlrat.mmeni":o (ppm) lO 1 (I :[ O 10 lO ~::;O ~:.5() ~:50 100 100 100 100

1 ai:::. OI'" at 61''':i o.

Di;:'ilS ::::: '7 14 ~':1 28 I~ 21 28 (I '7 21 2B ( A ) _ efeito ativador - controle igual a 100%

1 abc)I'" at, 61'" i r~) C:iiilmpc:)

1

o::::;

~ :~~; lO2~5 8<')1 'I :!. (:~i::;:: 'J ::::: 9::5 ~ (l 1 02 f} it :!.()O ,0 B8,~3 a::~5 'I :~;; 91

,.::1

C:' 9-' , , fJ :~~: 101 ~6 104-,6 ,:iI8~3 8B,,4 1:;12 "7 ~ " :I. 10,8 <A) :1.00,0 100,1:3 90?9 :I. (lO ,)0 1. ()7' 'J :~:; 9:3: 'J ~5 10~:5?2

(71)

TABELA 22. Atividade amilolitica do solo Gley

HOmico, dados

que diferiram em experimentos de campo e de

Tratamento (ppm) 10 50 50 50 100 100 laboratório. Dias O O 3 14 3 14

CA) ~ afaito ativador

- controle igual a 100% Porcentagem* laboratório campo 1 15,4 CA) 97,4 127,4 CA) 96,9 1 14,5 CA) 94~3 91 ,O 106,3 1 18,8 CA) 103, 1 ~ 99,8 124,9 52

(72)

fIlii,\ncc)zeb '/ di·(O el'":i r" am

experimentos de campo e de laboratório.

TI'''a'l::amento (ppm) 10 10 10 10 ~50 :!'O(l O li!. :;:~ :t :;;:~E:) :21 () ( :r.) ... f,~f €::! i t o :i. \'1 :i. b :1. d C)\'" - (:::cmt!r'c)l e i gu.':Il

Po,'" c en'l':. t':l 9 em""

1 abo,'" .at. 6\"' 3. o cc:\mpo

105~O 9972 9:::~ 7 :I. 96, ~) 9{',,'il ~4 :1.07 ~.5 9<:.?, ~5 101.:)9 '7 :I. O::::; ~4 1. lO ".l!. 68~6 ( :r. ) 8:1. 97 em

Referências

Documentos relacionados

todo de aplicaçao utilizado. Normalmente, se pre2 cupam com o volume de calda utilizado, mas omi- tem informaçes sobre o tipo de bico, pressao de operaçao e, principalmente, o

As recomendações classificam-se em níveis de evidência A (maior evidência), B e C (menor evidência), das quais cabe destacar as seguintes: nos doentes com cancro deve realizar-se

É preciso esperar por Fernando Pessoa, ou antes, por Álvaro de Campos, para que venhamos a encontrar uma Lisboa cosmopolita, , , , mas que ainda não consegue , impor-se à

Para atingir os objetivos propostos, tem-se as técnicas de revisão bibliográfica (fundamental para o entendimento do tema, ainda mais de caráter exploratório), estudo de

We postu- lated that, although the insect parasite attack would affect the entire host tree, the impact by galling insects on the host-plant branch attacked by Psittacanthus sp..

Com o avanço das políticas públicas educacionais voltadas para a Educação Inclusiva surgem novas propostas direcionadas ao Atendimento Educacional Especializado as

São considerados custos e despesas ambientais, o valor dos insumos, mão- de-obra, amortização de equipamentos e instalações necessários ao processo de preservação, proteção