TBS | Catálogo 2011
Sistemas de proteção de
raios e sobretensões
nd / pt / 16 /0 6/ 20 11 (L LE xp or t_ 01 28 0)
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pro--K at al og _2 01 0_ N eu er _S ta nd / pt / 16 /0 6/ 20 11 (L LE xp or t_ 01 28 0)
Índice
Auxiliares de planeamento
5
Proteção contra sobretensões, energia, descarregador tipo 1
117
Proteção contra sobretensões, energia, descarregador tipo 1+2
127
Proteção contra sobretensões, energia, descarregador tipo 2
151
Proteção contra sobretensões, energia, descarregador tipo 2+3
175
Proteção contra sobretensões, energia, descarregador tipo 3
187
Proteção contra sobretensões, Instalações fotovoltaicas
199
Redes de dados e tecnologia de informação
213
Explosores de proteção e explosores equipotenciais
249
Sistemas de medição e teste
253
Sistemas de ligação equipotencial
257
Sistemas de ligação à terra
269
Sistemas de captação e derivação de raios
287
A ux ili ar es d e pl an ea m en to e m g er al nd / pt / 16 /0 6/ 20 11 (L LE xp or t_ 01 28 0)
Seminários TBS da OBO: saiba
tudo em primeira mão
Com um alargado programa de
formações e seminários sobre o
tema Sistemas de proteção de
rai-os e sobretensões, a OBO apoia
os técnicos, fornecendo-lhes
con-hecimentos especializados em
pri-meira mão. Para além das bases
teóricas, também é abordada a
sua aplicação prática no dia-a-dia.
Exemplos de aplicação e de
cál-culo completam esta abrangente
formação.
Memórias descritivas,
informaçõ-es sobre produtos e fichas
técni-cas
Tornamos a sua vida mais fácil:
com uma abrangente seleção de
documentos que tornam o projeto,
a preparação e a instalação muito
intuitiva. Aqui estão incluídos:
• Memórias descritivas
• Informações sobre os
produ-tos
• Fichas de caraterísticas
• Fichas técnicas
Estes documentos são
constante-mente atualizados e podem ser
consultados de forma gratuita na
Internet a qualquer momento, na
área de downloads em
www.o-bo.pt ou em www.obo.de.
Documentos técnicos na Internet
em www.ausschreiben.de
Pode
consultar,
gratuitamen-te, mais de 10 000 referências
das famílias KTS, BSS, TBS, LFS,
EGS e UFS. A OBO disponibiliza
informação detalhada e atualizada
sobre todos os produtos. Estão
disponíveis todos os formatos
con-vencionais de ficheiros (PDF,
DOC, GAEB, HTML, TEXT, XML,
ÖNORM).
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Auxiliares de planeamento
Fundamentos da proteção contra sobretensões
6
Proteção contra sobretensões em sistemas de energia
19
Proteção contra sobretensões, Instalações fotovoltaicas
27
Proteção contra sobretensões, redes de dados e tecnologia de
informa-ção
39
Explosores equipotenciais de separação e de proteção
59
Sistemas de medição e teste
63
Sistemas de ligação equipotencial
67
Sistemas de ligação à terra
71
Sistemas de captação e derivação de raios
77
A ux ili ar es d e pl an ea m en to e m g er al nd / pt / 16 /0 6/ 20 11 (L LE xp or t_ 01 28 0)
Pequena causa, grande efeito: danos devido a sobretensões
Quer seja no domínio profissional
quer seja no domínio particular: é
crescente a nossa dependência
de aparelhos elétricos e
eletróni-cos. As redes de dados em
em-presas ou nos equipamentos de
emergência em hospitais e corpos
de bombeiros são núcleos vitais
para a troca de informação em
tempo real, sempre essencial.
Ba-ses de dados sensíveis, por ex.
instituições bancárias ou editoras,
necessitam de meios de
transmi-ssão a operar em segurança. Não
só as quedas de raios diretas
constituem uma ameaça latente
para estes sistemas. Muito mais
frequentemente os dispositivos
eletrónicos de hoje são
danifica-dos por sobretensões cujas
cau-sas são descargas atmosféricas
eletricidade e provocar grandes
prejuízos.
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Que consequências têm os
da-nos por sobretensões na da-nossa
vida quotidiana?
Primeiro é visível a destruição dos
aparelhos elétricos. No ambiente
privado são especialmente estes:
• Televisor/Videogravador
• Sistema de telefone
• Computadores, Equipamentos
de música
• Eletrodomésticos
• Sistemas de vigilância
• Sistemas de alarme de
incên-dio
A avaria destes aparelhos acarreta
seguramente custos elevados. O
que acontece com os tempos de
avaria e consequentes danos nos
seguintes equipamentos:
• Computadores (perda de
da-dos),
• Sistemas de
aquecimento/á-gua quente sanitária,
• Elevador, acionamentos de
porta da garagem e estores
elétricos,
• Ativação ou avaria de
siste-mas de alarme de
incêndio/in-trusão (custos devido a um
alarme falso)?
Particularmente em edifícios de
escritórios pode tratar-se de um
tema vital, na medida em que:
• O funcionamento pode
conti-nuar sem problemas na sua
empresa sem o computador
central ou servidor?
• Todos os dados importantes
foram guardados com
segu-rança?
Somas crescentes de danos
As estatísticas atuais e avaliações
das companhias
seguradoras indi-cam: a dimensão dos danos por
sobretensões sem contar os
cus-tos consequênciais e de
inativida-de assumiram há muito uma
di-mensão critica devido à crescente
dependência dos meios auxiliares
eletrónicos. Não é, portanto, de
estranhar que as companhias
se-guradoras
verifiquem
cada
vez mais os sinistros e estipulem o
uso de dispositivos de proteção
contra sobretensões. Por ex. a
di-rectiva VdS 2010 contém
informa-ções sobre as medidas de
prote-ção.
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Formação de descargas atmosféricas
Criação de descargas atmosféricas: 1 = aprox. 6 000 m, aprox. -30 °C, 2 = aprox. 15 000 m, aprox. -70 °C
Tipos de descargas atmosféricas
90% das descargas atmosféricas
entre as nuvens e a terra
corres-pondem a raios negativos
nuvem-terra. O raio inicia-se numa área
de carga negativa da nuvem e
ex-pande-se para a superfície da
te-rra carregada positivamente.
Ou-tro tipo de descargas
classificam-se como:
• raio negativo terra-nuvem
• raio positivo nuvem-terra
• raio positivo terra-nuvem.
A maior parte das descargas
acontece,
sobretudo,
dentro
da mesma nuvem ou entre
diferen-tes nuvens.
Formação de descargas
atmosfé-ricas
Quando as massas de ar quente e
húmido ascendem, a humidade
condensa-se e em altitudes
eleva-das formam-se cristais de gelo. As
frentes de trovoada podem
oco-rrer quando as nuvens se
expan-dem até 15 000 m de altura. A
for-te correnfor-te ascendenfor-te de até 100
quilómetros por hora faz com que
os cristais de gelo leves se
deslo-quem para as zonas superiores
enquanto que as partículas
de ge-lo mais pesadas se mantêm
na parte inferior. Os impactos e
fri-cções que se produzem com todo
este movimento geram a descarga
elétrica.
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Distribuição das cargas
Distribuição típica das cargas:
• Na parte superior cargas
posi-tivas, no centro negativas e na
parte inferior ligeiramente
posi-tivas.
• Na zona próxima do solo
en-contram-se também
car-gas positivas.
• A intensidade do campo
nece-ssária para criar um raio
de-pende da capacidade de
isola-mento do ar que se situa
en-tre 0,5 e 10 kV/cm.
Distribuição das cargas: 1 = aprox. 6 000 m, 2 = campo eléctrico Cargas positivas e negativas: 1 = granizo, 2 = cristais de gelo
Cargas positivas e negativas
Em determinados estudos
com-provou-se que as pedras
de grani-zo descendentes (de grani-zona com
tem-peratura superior a -15 °C)
po-ssuem cargas negativas e os
cris-tais de gelo ascendentes (zona
com temperatura inferior a -15 °C)
possuem cargas positivas. Os
cris-tais de gelo leves são
transporta-dos com a corrente ascendente
para regiões superiores da nuvem,
as pedras de granizo descem
pa-ra zonas centpa-rais da nuvem. A
nu-vem é dividida assim em três
zo-nas:
• Superior: zona carregada de
carga positiva
• Central: zona carregada de
carga ligeiramente negativa
• Inferior: zona carregada de
carga ligeiramente positiva
Esta separação das cargas cria na
nuvem uma tensão.
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O que é uma sobretensão transitória?
Sobretensões transitórias: 1 = quebras de tensão/breves interrupções, 2 = harmónicos causados por oscilações de tensão lentas e rápidas, 3 = au-mentos de tensão temporários, 4 = sobretensões de manobra, 5 = sobretensões por descargas atmosféricas
As sobretensões transitórias são
aumentos de tensão súbitos num
intervalo
de
microssegundos
que podem alcançar valores
vá-rias vezes superiores à da tensão
nominal da rede!
Os picos de tensão de maior valor
que se produzem nas redes de
baixa tensão de energia
resul-tam de descargas
atmosféri-cas. A elevada carga energética
das sobretensões por descargas
atmosféricas, no caso de queda
direta de um raio no sistema
exte-rior de proteção contra descargas
atmosféricas ou num cabo aéreo
de baixa tensão, tem geralmente
como consequência uma falha
dados podem superar várias
ve-zes a tensão nominal. Mesmo a
in-cidência, com relativa
frequên-cia, de sobretensões de manobra,
cujos picos de tensão são
mui-to menos elevados que os
causa-dos por descargas
atmosféri-cas, pode provocar a falha
repenti-na da instalação elétrica.
Geral-mente, as sobretensões
de mano-bra superam duas a três vezes a
tensão de serviço, enquanto as
sobretensões por descargas
at-mosféricas podem atingir, em
cer-ta medida 20 vezes a tensão
no-minal e transportar uma elevada
carga energética.
Normalmen-te, passa algum tempo até que
ocorram as primeiras avarias, pois
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Que formas de impulso existem?
Tipos de impulso e suas caraterísticas: amarelo = forma de impulso 1, impacto directo de raio, impulso simulado de raio de 10/350 µs, vermelho = forma de impulso 2, impacto de raio distante ou operação de comutação, impulso simulado de raios de 8/20 µs (sobretensão)
Durante uma trovoada
podem che-gar à terra fortes correntes de
raio. Se um edifício com proteção
exterior contra descargas
atmosfé-ricas, recebe um impacto direto,
produz-se uma queda de tensão
na resistência de terra da ligação
equipotencial o que representa
uma sobretensão para o ambiente
distante. Este aumento de
poten-cial representa uma ameaça para
os sistemas elétricos (por ex.
ali-mentação de energia, instalações
telefónicas, TV por cabo, cabos de
controlo, etc.) do edifício. Para a
verificação dos diferentes
disposi-tivos de protecção contra
descar-gas atmosféricas e sobretensões
estão definidas correntes de
en-saio indicadas nas normas
nacio-nais e internacionacio-nais.
Impacto direto de raio: forma de
impulso 1
As correntes de raio que se
produ-zem no caso de impacto direto
podem-se reproduzir com a
co-rrente de impulso com forma de
onda 10/350 µs. A corrente de
prova reproduz tanto o aumento
rápido como o conteúdo de
ener-gia do raio natural. Os
descarrega-dores do tipo 1 e componentes de
proteção exterior contra
descar-gas atmosféricas são testados
com esta corrente.
Impactos de raios distantes ou
processos de comutação: forma
de impulso 2
As sobretensões causadas
por im-pactos de raio distantes e por
operações de comutação são
re-produzidas com o impulso de
ensaio 8/20 µs. A energia deste
impulso é significativamente mais
pequena do que a corrente de
prova da onda de corrente de
im-pulso 10/350 µs. Os
descarrega-dores de sobretensão do tipo 2 e
tipo 3 são ensaiados com este
im-pulso de prova.
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Causas das correntes de raio
Inpacto direto de raio numa linha
aérea de baixa tensão
Um impacto direto de raio numa
linha aérea de baixa tensão ou
nu-ma linha de dados pode provocar
o acoplamento de elevadas
co-rrentes parciais de raio num
edifí-cio adjacente. As instalações
eléc-tricas de edifícios no extremo de
linhas aéreas de baixa tensão
es-tão particularmentr expostas ao
perigo de sofrer danos por
sobre-tensões.
Valor da ameaça: até 100 kA
(10/350)
Impacto direto de raio num
edifí-cio
Se um raio atingir diretamente o
sistema exterior de protecção
con-tra descargas atmosféricas ou as
estruturas no telhado ligadas à
te-rra com capacidade de
transpor-tar correntes de raio (por ex.
ante-na exterior), a energia do raio
po-de ser po-derivada com segurança
para o potencial de terra.
Contu-do, apenas um sistema de
prote-cção exterior contra descargas
at-mosféricas não é suficiente:
devi-do à impedância da instalação de
terra gera-se um grande
incremen-to do potencial em incremen-todo o sistema
de ligação à terra do edifício. Este
aumento de potencial faz com
que as correntes de raio
deri-vem pelo sistema de ligação à
te-rra do edifício, pelos sistemas
de alimentação de energia e
lin-has de dados até aos sistemas de
terra vizinhos (edifícios adjacentes,
transformador de baixa tensão).
Valor da ameaça: até 200 kA
(10/350)
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Causas de sobretensões
Acoplamentos de sobretensões
causados pelo impacto de raio
próximo ou afastado
Mesmo tendo instalado sistemas
de protecção contra sobretensões
e descargas atmosféricas: um
im-pacto de raio próximo gera
adicio-nalmente fortes campos
magnéti-cos que por sua
vez induzem ele-vados picos de tensão na
instala-ção elétrica. Os acoplamentos
in-dutivos ou galvânicos podem
pro-vocar danos num raio de 2 km a
partir do ponto de impacto do raio.
Valor da ameaça: vários kA
(8/20)
Sobretensões de manobra num
sistema de baixa tensão
As sobretensões de manobra
sur-gem em manobras de ligação e
desconexão, pela comutação de
cargas indutivas e capacitivas
assim como por interrupção de
correntes de curto-circuito.
Parti-cularmente a desconexão de
lin-has de produção, sistemas de
ilu-minação ou transformadores pode
provocar danos nos equipamentos
elétricos mais próximos.
Valor da ameaça: vários kA
(8/20)
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Redução progressiva do risco de sobretensões com as zonas de
prote-cção contra descargas atmosféricas
Conceito de zonas de proteção
contra descargas atmosféricas
O conceito de zonas de proteção
contra
descargas
atmosféri-cas descrito na norma
internacio-nal IEC 62305-4 (DIN VDE 0185
parte 4) revela-se eficaz e
de gran-de utilidade gran-de. A base de gran-deste
concei-to é reduzir progressivamente as
sobretensões a um nível não
peri-goso antes de estas atingirem o
aparelho terminal e aí poderem
provocar danos. Para o conseguir
toda a rede de energia de um
edi-fício é subdivida em zonas de
pro-teção contra descargas
atmosféri-cas (LPZ = Lightning Protection
Zone). Em cada ponto de
transi-ção de um zona para a outra é
instalado um descarregador de
sobretensões para a equalização
de potencial com o nível de
prote-ção adequado.
Zonas de proteção contra descargas atmosféricas
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Transições entre zonas e dispositivos de proteção
Vantagens do conceito de zonas
de proteção contra descargas
at-mosféricas
• Minimização dos
acoplamen-tos noutros sistemas de
ca-bos mediante a derivação das
correntes de raio de alta
ener-gia e perigosas
directamen-te ao ponto de entrada dos
ca-bos no edifício.
• Evitam-se avarias devidas
a campos magnéticos.
• Conceito de proteção
indivi-dualizado, económico e bem
planeado, para construções
novas, ampliações e
renova-ções.
Classificação dos dispositivos de
proteção contra sobretensões
Os dispositivos de proteção contra
sobretensões OBO são
classifica-dos em três tipos de acordo com
a norma DIN EN 61643-11: tipo 1,
tipo 2 e tipo 3 (anteriormente B, C
e D). Esta norma contém
diretri-zes de construção, assim
co-mo especificações e ensaios, para
os descarregadores de
sobreten-sões instalados em redes de
co-rrente alterna com tensões
nomi-nais até 1000 V e frequências
no-minais entre 50 e 60 Hz.
Esta cla-ssificação possibilita a escolha
dos descarregadores em função
das diferentes especificações
rela-tivamente ao local de instalação,
nível de proteção e capacidade da
corrente de descarga. Uma
vis-ta geral sobre as transições entre
zonas é facultada pela tabela
abai-xo. A mesma ilustra,
simultanea-mente, que dispositivos de
prote-ção OBO se podem instalar na
re-de re-de distribuição re-de energia e
respetiva função.
Transições entre zonas
Transiçãoentre zo-nas LPZ 0 B e LPZ 1
Dispositivo de proteção para a ligação equipotencial de descargas atmosféricas conforme DIN VDE 0185-3 em caso de impacto de raios diretos ou nas imediações.
• Dispositivos: tipo 1 (categoria I, classe de requisitos B), por ex. MC50-B VDE • Nível máx. de protecção conforme a norma: 4 kV
• Instalação por ex. no quadro de distribuição principal/à entrada do edifício
Transição entre zo-nas LPZ 1 e LPZ 2
Dispositivo de proteção contra sobretensões conforme DIN VDE 0100-443 em caso de sobretensões através da rede de distribuição devidas a descargas atmosféricas distantes ou operações de manobra.
• Dispositivos: tipo 2 (categoria II, classe de requisitos C), por ex. V20-C • Nível máx. de proteção conforme a norma: 2,5 kV
• Instalação por ex. no quadro de distribuição principal e quadros parciais.
Transição entre zo-nas LPZ
Dispositivo de proteção indicado para a proteção de sobretensões para aparelhos móveis em tomadas e blocos de alimentação de energia.
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BET - Centro de ensaios para sistemas de proteção contra descargas
at-mosféricas, eletrotécnicos e sistemas de suporte.
Ensaio de corrente de raio
BET com funções abrangentes
Se até agora eram possíveis no
BET apenas testes relativos a
des-cargas atmosféricas, ambientais e
verificações elétricas, o centro de
teste BET é também agora um
parceiro competente para
ensai-os de sistemas de suporte de
ca-bos. Esta integração tornou
nece-ssária a alteração do nome. Se
BET correspondia à sigla
ale-mã para Centro Tecnológico para
Proteção contra Raios e
Compati-bilidade Eletromagnética, desde
2009 esta conhecida sigla
signifi-ca: BET Centro de Teste para
Pro-tecção contra Raios, Electrotecnia
e Sistemas de Suporte.
nica Superior de Soest. Graças a
um planeamento detalhado e
acompanhamento científico na sua
construção, ele funciona há 12
anos sem falhas e continua a
cumprir as exigências atuais
nor-mativas sobre ensaios.
A maior carga de
trabalho do ge-rador de ensaios dá-se na hora de
realizar ensaios aos produtos da
unidade TBS. Nestes ensaios
in-cluêm-se verificações a
novos pro-dutos, modificações realizadas a
produtos existentes OBO e
tam-bém testes de comparação com
produtos da concorrência.
In-cluem-se os componentes de
pro-tecção contra descargas
atmosfé-ricas, dispositivos de protecção
tivos de protecção contra
sobre-tensões conforme a norma DIN
EN 61643-11. Esta é apenas uma
pequena parte das normas de
en-saio mediante as quais se
efec-tuam os testes no centro de
ensai-os BET.
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Gerador de corrente de raio Câmara de névoa salina Teste de carga
Tipos de ensaios para
descarre-gadores de corrente de raio e
so-bretensões
Assim como se podem realizar
en-saios de corrente de raio, também
podem ser efectuados testes com
ondas de choque até 20 kV. Para
estes ensaios é utilizado
um gera-dor híbrido que também foi
desen-volvido em parceria com a Escola
Técnica Superior de Soest. Com
este gerador de ensaios podem
ser
efetuadas
verificações
CEM nos sistemas de caminho de
cabos. Podem ser testados sem
dificuldades todos os tipos de
sis-temas de caminho de cabos e de
condução de cabos até 8 m de
comprimento. Entre outras, são
efectuadas verificações à
conduti-vidade elétrica conforme a norma
DIN EN 61537.
Simulação de condições
ambien-tais reais
Para realizar ensaios de acordo
com as normas em componentes
que estão previstos
para utilizaçã-o em exteriores terão estes que
ser previamente tratados em
con-dições ambientais reais. Isto
reali-za-se numa câmara de
névoa sali-na e noutra câmara de ensaios
com atmosfera de dióxido de
en-xofre. Dependendo do teste,
va-riam por exemplo a duração do
ensaio e a concentração de névoa
salina ou dióxido de enxofre nas
câmaras de ensaio. Assim, é
po-ssível realizar ensaios conforme as
normas IEC 60068-2-52, ISO
7253, ISO 9227 e EN ISO 6988.
Verificação de sistemas de
ca-minho de cabos
Com a nova instalação de ensaios
acreditada para a unidade KTS
in-tegrada no centro de ensaios BET
é possivel ensaiar todos os
siste-mas de caminho de cabos
fabrica-dos pela OBO e comprovar a
sua capacidade de carga. Para
estes ensaios toma-se como
ba-se a norma DIN EN 61537 ou
também a VDE 0639.
Com o centro de ensaios BET a
OBO Betterman dispõe de um
de-partamento de teste, onde os
pro-dutos podem ser ensaiados de
acordo com as normas, mesmo
durante a fase de
desenvolvimen-to.
Índice, proteção contra sobretensões, redes de dados e tecnologias de
informação
Normas, redes de dados e tecnologias de informação
40
Noções básicas e fundamentos importantes
41
Topologias de rede
42
Instruções de instalação, descarregadores de sobretensões
44
Frequência limite e instruções de instalação
46
Ligação equipotencial de linhas de dados
47
Conceitos e explanações dos interfaces para PC
48
A ux ili ar d e pl an ea m en to d e pr ot eç ão c on tr a so b re te ns õe s em r ed es d e d ad os e t ec no lo g ia s d e in fo rm aç ão nd / pt / 16 /0 6/ 20 11 (L LE xp or t_ 01 28 0)
Normas, redes de dados e tecnologias de informação
Na área da tecnologia de
transmi-ssão de dados e de
telecomuni-cações, as diferentes normas
ad-quirem relevante importância.
Desde a cablagem
estrutura-da dos edifícios passando pela
li-gação equipotencial, até à CEM,
devem-se ter em conta as mais
diversas normas. Em
continuaçã-o listam-se algumas das mais
importantes.
IEC 61643-21:2000-09
Dispositivos de proteção contra
sobretensões em baixa tensão,
parte 21: Dispositivos de proteção
contra sobretensões ligados a
re-des de telecomunicações e
de transmissão de sinais,
Requisi-tos de desempenho e métodos de
teste.
DIN EN 50173-1:2007
Tecnologia de informação –
Siste-mas genéricos de cablagem –
parte 1: requisitos gerais.
DIN VDE 0845-1:1987-10
Proteção de equipamento de
pro-cessamento de dados
e telecomu-nicações contra descargas
atmos-féricas, descargas eletroestáticas
e
sobretensões
procedentes
de instalações de alta
ten-são– medidas contra as
sobreten-sões.
DIN VDE 0845-2:1993-10
Proteção de equipamento de
pro-cessamento de dados e de
teleco-municações contra descargas
at-mosféricas, descargas
eletroestáti-cas e sobretensões procedentes
de instalações de alta tensão –
exigências e ensaios de
dispositi-vos de proteção contra
sobreten-sões.
DIN EN 50310:2006
(VDE 0800-2-310)
Aplicação da ligação equipotencial
e da ligação à terra em edifícios
com equipamentos de tecnologias
de informação.
EN 61000-4-5:2007
(VDE 08457-4-5)
Compatibilidade eletromagnética
(CEM) – parte 4–5: Métodos de
teste e de medida – Ensaios de
imunidade às ondas de choque.
EN 60728-11
(VDE 855-1:2005-10)
Redes de distribuição por cabo
para sinais de televisão, sinais de
som e serviços interactivos – parte
11: Requisitos de segurança (IEC
60728-11: 2005).
A ux ili ar d e pl an ea m en to d e pr ot eç ão c on tr a so b re te ns õe s em r ed es d e d ad os e t ec no lo g ia s d e in fo rm aç ão -K at al og _2 01 0_ N eu er _S ta nd / pt / 16 /0 6/ 20 11 (L LE xp or t_ 01 28 0)
Noções básicas e fundamentos importantes
1 = cabos de energia, 2 = cabos de dados, 3 = objeto a proteger, LPZ = Lightning Protection Zone (zonas de proteção contra descargas atmosféri-cas)
Fundamentos
Os sistemas de comunicação e de
tecnologia informática são
atual-mente as principais artérias
de quase todas as empresas. As
sobretensões que chegam às
lin-has de dados, por
acoplamen-tos galvânicos, capacitivos ou
in-dutivos, podem destruir, na pior
das hipóteses, os equipamentos
dos sistemas de informação e de
comunicação. Para evitar estas
si-tuações deverão ser
tomadas me-didas de proteção adequadas.
Por causa da grande quantidade
de sistemas de informação, de
te-lecomunicações e de medida, é
difícil, muitas vezes, a escolha do
dispositivo de proteção contra
so-bretensões mais adequado.
De-vem-se considerar os seguintes
fa-tores:
• O sistema de ligação do
dis-positivo de proteção deverá
servir no aparelho que se vai
proteger.
• Deverão ser considerados
pa-râmetros como o nível de
si-nal mais elevado, a
frequên-cia mais elevada, o nível de
proteção máximo e as
condi-ções de instalação.
• O dispositivo de proteção
de-verá ter pouca influência no
que respeita à atenuação
e re-flexão sobre o caminho de
transmissão.
Princípio de proteção
Um aparelho só estará protegido
contra sobretensões se todos os
cabos de energia e de dados
liga-dos a ele, estiverem integraliga-dos na
ligação equipotencial, nas
transi-ções entre as zonas de proteção
contra descargas atmosféricas. A
OBO Betterman oferece um
pro-grama completo de
dispositi-vos para a proteção de linhas de
dados, testados, de
funcionamen-to seguro e fiáveis para funcionamen-todos os
sistemas convencionais de
teleco-municações e tecnologias de
infor-mação.
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Topologias de rede
Redes em estrela
No caso de redes em estrela cada
estação de trabalho é alimentada
por um ponto central (HUB ou
Switch) mediante um cabo
separa-do.
Aplicações
típicas
são
10BaseT e 100BaseT.
1 = Servidor, 2 = Switch/Hub
1 = Equipamentos terminais de TI, 2 = Dispositivos de proteção contra sobretensões
Redes Bus
Nas rede bus todos os terminais
são ligados em paralelo. A
extre-midade do bus tem de ser
fecha-da de forma a que não haja
refle-xão. As aplicações típicas são
10Base2, 10Base5, comandos
da máquina como por ex.
PROFI-BUS e sistemas de
telecomunica-ções como RDIS.
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Topologias de rede e tipos de ligação
Redes em anel
Nas redes em anel cada estação
de trabalho é ligada ao
equipa-mento anterior e sucessor através
de uma rede em forma de anel. A
falha numa estação conduz a uma
falha completa de rede.
Encon-tram-se redes em anel em
aplica-ções WLAN e em aplicaaplica-ções
To-ken Ring.
Sistemas de telefone
Os actuais sistemas de telefone
são muitas vezes também
interfa-ces para diferentes serviços de
dados como a internet. Muitos
dos equipamentos terminais que
possibilitam este acesso são
liga-dos directamente às linhas e
de-vem-se integrar de forma
adequa-da no conceito de proteção contra
sobretensões. Uma vez que,
exis-tem diversos sisexis-temas, a proteção
destes aparelhos deverá ser
seleti-va. Distinguem-se três sistemas
essenciais:
Ligação analógica standard
A ligação analógica standard não
oferece nenhum serviço
suple-mentar como outros sistemas. Um
ou mais telefones são cablados
em estrela e tocam
simultanea-mente quando entra uma
chama-da. O acesso à Internet
realiza-se mediante um modem
separa-do. Visto que a ligação analógica
sem acessórios técnicos tem
ape-nas disponível um canal, não é
po-ssível realizar uma chamada
tele-fónica durante a navegação na
in-ternet ou durante a chamada de
voz não é possível aceder à
inter-net.
RDIS (Rede Digital com
Integra-ção de Serviços)
Em contraste com a ligação
analó-gica, o sistema RDIS oferece,
atra-vés de um sistema bus especial
(S0-Bus) que disponibiliza dois
ca-nais, a possibilidade de ter duas
comunicações em simultâneo. O
utilizador pode navegar na
inter-net durante uma chamada
telefó-nica e com uma maior velocidade
de transmissão de dados do
que na ligação analógica (64
kBit/s por canal). Para além disso,
viços como chamada em espera,
rechamada etc.
Sistema DSL (Digital Subscriber
Line)
O sistema mais utilizado
atualmen-te é o DSL. O splitatualmen-ter separa os
canais de voz e de dados e este
último é conduzido a um modem
especial (NTBBA) que está ligado
ao computador através de uma
placa de rede. A velocidade de
transmissão de dados do sistema
DSL é maior que a dos sistemas
analógicos e RDIS e permite
des-carregar rapidamente música e
fil-mes da internet. Visto que existem
diferentes variantes de DSL, como
ADSL ou SDSL, o sistema DSL
em geral é também designado
co-mo XDSL. A XDSL permite a
utili-zação de telefones analógicos
sem hardware adicional assim
co-mo a combinação com RDIS.
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Instruções de instalação, descarregadores de sobretensões
FRD2/FLD2
Os descarregadores da série
FRD2 e FLD2 são dispositivos de
protecção concebidos para a
ins-talação em sistemas de um só
condutor referenciados à terra
(si-métricos, com referência ao
poten-cial).
Os sistemas referenciados à
te-rra são circuitos de sinal que
têm um potencial de referência
comum com outros circuitos de
sinal. Nestes sistemas podem-se
proteger, junto à massa duas
lin-has de dados. A opção por FRD
(com desacoplamento resistivo)
ou FLD (com indutância de
de-sacoplamento) depende do
sis-tema a proteger.
Esquema elétrico dos descarregadores de sobretensões FRD2/FLD2 Esquema elétrico dos descarregadores de sobretensões FRD/FLD
FRD/FLD
Os descarregadores TKS-B, FRD,
FLD, FRD2 e FLD2 protegem os
sistemas de medição, de controlo
e de regulação contra
sobretensõ-es. Em zonas que requerem uma
largura de montagem
especial-mente pequena mantendo em
si-multaneo o mesmo número
eleva-do de pólos, utilizam-se os
desca-rregadores do tipo MDP.
Os descarregadores de
sobre-tensões da série FRD e FLD
assim como também do tipo
MDP estão concebidos para os
chamados sistemas flutuantes
de pares de fios (assimétricos,
livres de potencial). Estes são
sistemas cujos circuitos de sinal
não têm um potencial de
refe-rência comum, como por ex.
co-rrentes de loop de 20mA. Estes
aparelhos são de aplicação
uni-versal.
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Descarregadores em circuitos de medição e termos para a tecnologia de
alta frequência
Descarregadores de sobretensões em circuitos de medição, 1 = terra, 2 = R/L
Utilização de descarregadores
em circuitos de medição
Em caso de utilizar
descarregado-res em circuitos de medição
deve-se comprovar primeiro deve-se é
permi-tido um incremento da
resistên-cia. Em função do
desacoplamen-to, nos tipos FRD e FRD2
podem-se produzir incrementos de
resis-tência nos circuitos de medição.
Isto pode provocar erros nas
me-dições com lacetes de corrente.
Por esta razão, devem-se utilizar
os dispositivos do tipo FLD/FLD2
ou MDP. Também é necessário
verificar a tensão máxima de
fun-cionamento, para que a
dissipa-ção de energia não cause a
des-truição térmica dos elementos
de desacoplamento.
Perdas de inserção (Insertion
loss)
A perda de inserção descreve a
atenuação do sistema desde a
en-trada até à saída. Indica a função
de transmissão do sistema e nela
pode-se encontrar o ponto 3 dB
(ver fig. frequência limite).
Perdas de retorno (return loss)
Este
parâmetro
indica
em
dB quanta potência de entrada é
reflectida para trás. Em sistemas
bem ajustados, estes valores
si-tuam-se à volta de -20 dB em
sis-temas de 50Ω. Este valor é
impor-tante em sistemas de antenas. No
caso de descarregadores com
in-dutâncias de
desacoplamento inte-gradas, o sinal atenua-se
com fre-quências de transmissão
eleva-das. Por conseguinte, nos
circui-tos de medição com frequências
de transmissão elevadas é
prefe-rivel utilizar dispositivos de
prote-ção com elementos de
desacopla-mento resistivos.
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Termos da tecnologia de alta frequência e instruções de instalação
Instruções de instalação
A proteção contra sobretensões
deve-se ligar o mais próximo
po-ssível do equipamento a
ger. A caixa do aparelho a
prote-ger deve ser definida, se
necessá-rio, como ponto de terra local.
Adi-cionalmente, deve-se assegurar de
que o cabo PE desde a proteção
contra sobretensões até ao
pon-to de terra (caixa) seja curpon-to –
comprimento de cabo máx. 0,5 m.
Instruções de instalação: 1 = RDIS, 2 = Net Defender Frequência limite, 1 = |A|, 2 = 3 dB, 3 = fg, 4 = f
Frequência limite f
gA frequência limite f
gdescreve o
comportamento do descarregador
em função da frequência. As
pro-priedades capacitivas e, ou
induti-vas dos componentes
encarre-gam-se de atenuar o sinal em
ca-so de frequências elevadas. O
ponto crítico designa-se como
fre-quência limite f
g. A partir deste
ponto, o sinal perdeu 50 % (3 dB)
da sua potência de entrada. A
fre-quência limite determina-se em
função de certos critérios
de medi-ção. Normalmente, quando não se
dispõe de nenhuma indicação, a
frequência limite refere-se, aos
chamados sistemas 50 Ω.
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Ligação equipotencial de linhas de dados
1 Equipamento a proteger / linha de telecomunicações 2 Ligação direta para a ligação equipotencial (de preferência) 3 Descarregador de gás (blindagem indireta)
4 Descarregador de gás 5 Ligação equipotencial 6 Barra equipotencial 7 Cabo de telecomunicações 8 Cabo elétrico de energia
9 Dispositivo de protecção contra sobretensões (tecnologia de energia) 10 Blindagem condutiva do cabo de dados
Ligação equipotencial de linhas
de dados
Ao contrário da tecnologia de
energia, nas redes de dados
sur-gem tensões transversais e
longi-tudinais que terão que
ser minimi-zadas através de um
descarrega-dor apropriado com componentes
limitadores de tensão.
Para se conseguir baixos níveis de
proteção, estes dispositivos de
proteção contra sobretensões
de-vem ser incluídos na ligação
equi-potencial através de
camin-hos mais curtos. Longos caminhos
de cabos devem ser evitados.
A melhor solução é a ligação
equi-potencial local.
A inclusão das blindagens é
tam-bém de importância
fundamen-tal. A ação da blindagem contra
os acoplamentos capacitivos e
in-dutivos só pode ser efetiva
quan-do a blindagem é incluida na
liga-ção equipotencial com baixa
impe-dância em ambos os lados.
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Conceitos e explanações dos interfaces para PC
1 = cabo de dados, 2 = 230 V
Não esquecer: só existe proteção
contra as sobretensões quando
se protegem os cabos de dados e
de energia!
Interfaces
Os aparelhos externos como
im-pressora, scanner ou os sistemas
de controlo que são acionados
através de interfaces em série ou
em paralelo devem ser
adicional-mente integrados no conceito de
proteção contra sobretensões.
Existe um grande número de
inter-faces para todo o tipo
de aplicaçõ-es: desde linhas bus para
teleco-municações e o intercâmbio de
dados até aparelhos terminais
simples como impressoras ou
scanners. A OBO oferece também
aqui uma grande variedade de
dis-positivos de proteção que se
po-dem instalar facilmente, em função
do tipo de aplicação.
Interface RS232
A RS232 é uma interface
frequen-temente utilizada. Utiliza-se, por
exemplo para modems e outros
equipamentos periféricos.
Entre-tanto, está a
ser largamente subs-tituída pela interface USB. Em todo
o caso, o standard RS232
conti-nua a ser utilizado frequentemente
para cabos de controlo.
RS422
O RS422 é um standard em série
de alta velocidade adequado para
a comunicação entre, um
máxi-mo de dez terminais de rede
e desenhado em forma de bus. O
sistema pode ser usado com oito
linhas de dados como máximo,
em que são, sempre
utiliza-das, duas como linhas de emissão
e de receção.
Interface RS485
A interface bus industrial RS485
distingue-se
ligeiramente
da
RS422. A diferença reside no
fac-to de que a RS485 permite,
atra-vés de um protocolo, a ligação
en-tre vários emissores e recetores
(até 32 terminais). O
comprimen-to máximo deste sistema bus no
caso de se utilizar cabos de par
entrançado, é de aprox. 1,2
km com um débito de dados de 1
MBit/s (dependente dos
controla-dores série).
Sistema TTY
Ao contrário da RS232 ou de
ou-tras interfaces em série, o sistema
TTY não se controla por tensão,
em vez disso fornece uma
corren-te independencorren-te da carga
(0/4-20 mA). Deste modo, podem-se
efetuar comprimentos de cabo até
várias centenas de metros.
Interface V11
V11 é a designação alemã para a
RS422. A designação americana
tornou-se, entretanto, a mais
usa-da.
Interface V24
V24 é a designação alemã para a
RS232. A designação americana
tornou-se, entretanto, a mais
usa-da.
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Os adaptadores SD são
instada-dos simplesmente pelo encaixe
entre a linha de dados e o
aparel-ho a proteger. Os bornes de
pre-ssão sem parafusos dos
adapta-dores da série ASP permitem a
instalação simples e rápida
direc-tamente sobre a linha de dados
antes do aparelho a proteger.
Pa-ra a fixação está incluído um
vel-cro adesivo em cada módulo de
protecção ASP. Para garantir uma
ótima proteção contra
sobretensõ-es, o cabo da massa do
dispositi-vo de proteção ASP deverá ser
li-gado pelo caminho mais curto à
carcassa metálica do aparelho a
proteger.
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Guia de seleção, proteção contra sobretensões para sistemas de
teleco-municações
Ligação analógica
Ligação RDIS
Multiplex RDIS
·
até 2 pares de linhas·
por ex. uma ligação privada·
Local de instalação 1: atrás do ponto de transferência detelecomunicações/entrada do edifício
·
Local de instalação 2: no terminal de telecomunicações, modem ou PC·
Local de instalação 1: atrás do ponto de transferência de telecomunicações/entrada do edifício·
Local de instalação 2: no terminal de telecomunicações, modem ou PC·
Local de instalação 1: atrás do ponto de transferência de telecomunicações/entrada do edifício·
Local de instalação 2: no terminal de telecomunicações, modem ou PCLocal de instalação 1
·
Dispositivo de proteção básica ou dispositivo de proteção combinada·
Instalação antes do sistema de telecomunicações
SC-Tele 4-C-G Ref.: 5081688
Local de instalação 1
·
Dispositivo de proteção básica ou dispositivo de proteção combinada·
Instalação antes do NTBATKS-B Ref.: 5097976
Local de instalação 1
·
Dispositivo de proteção básicaLSA-B-MAG
Protecção básica para 10 pares de linhas Ref.: 5084020
Local de instalação 2
·
Dispositivo de proteção fina antes do terminal analógico
FineController FC-TAE-D Ref.: 5092824
Local de instalação 2
·
dispositivo de proteção fina no terminal RDIS/telecomunicações
RJ11-ISDN 4-F Ref.: 5081858
Local de instalação 2
• dispositivo de proteção finaa no terminal RDIS/telecomunicações
RJ11-ISDN/4-F Ref.: 5081858
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·
Local de instalação 1: atrás do ponto de transferência de telecomunicações/entrada do edifício·
Local de instalação 2: no terminal de telecomunicações, modem ou PC·
Local de instalação 1: atrás do ponto de transferência de telecomunicações/entrada do edifício·
Local de instalação 2: no terminal de telecomunicações, modem ou PCLocal de instalação 1
·
Dispositivo de proteção básica ou dispositivo de proteção combinada·
Instalação antes do Splitter DSLSC-Tele/4-C-G Ref.: 5081688
Local de instalação 1
·
Dispositivo de proteção básica ou dispositivo de proteção combinada·
Instalação antes do Splitter DSLSC-Tele/4-C-G Ref.: 5081688
Local de instalação 2
·
Proteção fina para o computador através da rede
Net Defender ND CAT6A/EA Ref.: 5081800
Local de instalação 2
·
Proteção fina para o computador através da rede
Net Defender ND CAT6A/EA Ref.: 5081800
A ux ili ar d e pl an ea m en to d e pr ot eç ão c on tr a so b re te ns õe s em r ed es d e d ad os e t ec no lo g ia s d e in fo rm aç ão nd / pt / 16 /0 6/ 20 11 (L LE xp or t_ 01 28 0)
Guia de seleção, proteção contra sobretensões para sistemas MCR
Controlo de aquecimento
Aplicações de controlo com elevadas
correntes nominais
Corrente de loop 4–20-mA
PT 100 (sensor de medição)
PT 1000 (sensor de medição)
Local de instalação 1
·
antes do comando·
Fornecimento de energia·
para sistemas de corrente alterna (AC) e sistemas de corrente contínua (DC)·
versão de 230 V VF 230-AC/DC Ref.: 5097650 Local de instalação 1·
antes do comando·
fornecimento de energia·
para sistemas de corrente alterna (AC) e sistemas de corrente contínua (DC)·
versão de 24 V VF 24-AC/DC Ref.: 5097607 Local de instalação 1·
antes do comando·
Fornecimento de energia·
para sistemas de corrente alterna (AC) e sistemas de corrente contínua (DC)·
versão de 230 VVF 230-AC/DC Ref.: 5097650
Local de instalação 2
·
por detrás da unidade de comando e antes do recetor/emissor·
Linhas de dados/cabo do sensor·
Instalação só antes da unidade de comando p. ex. sensor·
versão de 24 V FLD 24 Ref.: 5098611 Local de instalação 2·
por detrás da unidade de comando e antes do recetor/emissor·
Linhas de dados/cabo do sensor·
versão de 24 V com função de testeMDP-4/D-5-T-10 Ref.: 5098413
Local de instalação 2
·
por detrás da unidade de comando e antes do recetor/emissor·
cabo de dados/cabo do sensor·
versão de 24 V com função de testeMDP-4/D-24-T Ref.: 5098431
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EIB
Sistemas BUS
Interbus, Profibus
Circuitos de medição de segurança in-
trínseca
Local de instalação 1
·
antes do comando·
Fornecimento de energia·
para sistemas de corrente alterna (AC) e sistemas de corrente contínua (DC)·
versão de 230 V VF 230-AC/DC Ref.: 5097650 Local de instalação 1·
antes do comando·
Fornecimento de energia·
para sistemas de corrente alterna (AC) e sistemas de corrente contínua (DC)·
versão de 230 V VF 230-AC/DC Ref.: 5097650 Local de instalação 1·
antes do comando·
Fornecimento de energia·
para sistemas de corrente alterna (AC) e sistemas de corrente contínua (DC)·
versão de 24 VVF2-24-AC/DC-FS Ref.: 5097931
Local de instalação 2
·
por detrás da unidade de comando e antes do recetor/emissor·
Cabo de dados/cabo do sensor·
Instalação só antes da unidade de comando p. ex. sensorTKS-B Ref.: 5097939
Local de instalação 2
·
por detrás da unidade de comando e antes do recetor/emissor·
Linhas de dados/cabo do sensor·
Instalação só antes da unidade de comando p. ex. sensorTKS-B Ref.: 5098976
Local de instalação 2
·
por detrás da unidade de comando e antes do recetor/emissor·
Linhas de dados/cabo do sensor·
Instalação só antes da unidade de comando p. ex. sensor
FDB-2/24-M
para utilização em zonas Ex (2 pólos) Ref.: 5098380
FDB-3/24-M
para utilização em zonas Ex (3 pólos) Ref.: 5098382
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Guia de seleção, proteção contra sobretensões para redes de dados
Topologia em estrela
Topologia bus
Topologia em anel
·
por ex. 10BaseT, 100BaseT, 10GBit,aplicações Power over Ethernet
·
por ex. 10Base2, 100Base5·
por ex. Token ringLocal de instalação 1
·
no servidor com linha de comunicação externa·
Proteção combinada com o nível de protecção inferior ao da protecção básicaSC-TELE/4-C-G Ref.: 5081688
Local de instalação 1
·
no servidor com linha de comunicação externa·
Proteção combinada com o nível de protecção inferior ao da protecção básicaKoaxB-E2/MF-C Ref.: 5082412
Local de instalação 1
·
no servidor com linha de comunicação externa
LSA-BF-180 para 180 V Ref.: 5084024
e bloco de separação LSA-T-Lei para 10 pares de linhas
Ref.: 5084012
e barra de terra LSA-E Ref.: 5084012 RJ45S-E100/4-B Ref.: 5081726 Local de instalação 2
·
no Hub/Switch/terminalNet Defender ND CAT6A/EA Ref.: 5081800
Local de instalação 2
·
Aparelho terminalKoaxB-E2/MF-F para 10Base2 Ref.: 5082420
Local de instalação 2
·
no Hub/SwitchNet Defender ND CAT6A/EA Ref.: 5081800
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Topologia em anel
·
por ex. Token ringLocal de instalação 1
·
no servidor com linha de comunicação externa·
Protecção combinada com o nível de protecção inferior ao da protecção básicaSC-TELE/4-C-G Ref.: 5081688
Local de instalação 2
Net Defender ND CAT6A/EA Ref.: 5081800
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Guia de seleção, proteção contra sobretensões para televisão e rádio
Banda larga (TV por cabo)
Sistema de recepção SAT
Sistema de recepção SAT
·
TV por cabo·
com recetor, por ex. habitação unifamiliar·
com multiswitch, com vários LNB, por ex. edifícios de apartamentosLocal de instalação 1
·
entre o ponto de ligação do cabo de banda larga e o repetidor DS-F m/f Ref.: 5093275 DS-F f/f Ref.: 5093272 Local de instalação 1·
entre LNB e recetor·
diretamente no aparelho a proteger DS-F m/f Ref.: 5093275 DS-F f/f Ref.: 5093272 Local de instalação 1·
entre LNB e Multiswitch·
diretamente no aparelho a proteger DS-F m/f Ref.: 5093275 DS-F f/f Ref.: 5093272TV 4+1 dispositivo de proteção compacto (4 x SAT, 1 x terrestre )
Ref.: 5083400
Local de instalação 2
·
antes de cada terminal (TV, Vídeo, HiFi)·
Dispositivos de proteção fina com módulo descarregador de sobretensões integrado para o cabo de sinal TV, para proteger os aparelhos de TV e, ou videogravadores, incl. cabo adaptador
FineController FC-TV-D Ref.: 5092808
outras versões disponíveis
Local de instalação 2
·
antes de cada terminal (TV, Vídeo, HiFi)·
Dispositivos de proteção fina com módulo descarregador de sobretensões integrado para cabo de TV/SATpara proteger os receptores de TV/SAT, incl. cabo adaptador
FineController FC-SAT-D Ref.: 5092816
outras versões disponíveis
Local de instalação 2
·
antes de cada terminal (TV, Vídeo, HiFi)·
Dispositivos de proteção fina com módulo descarregador de sobretensões integrado para cabo de TV/SAT para proteger os receptores de TV/SAT, incl. cabo adaptador
FineController FC-SAT-D Ref.: 5092816
A ux ili ar d e pl an ea m en to d e pr ot eç ão c on tr a so b re te ns õe s em r ed es d e d ad os e t ec no lo g ia s d e in fo rm aç ão -K at al og _2 01 0_ N eu er _S ta nd / pt / 16 /0 6/ 20 11 (L LE xp or t_ 01 28 0)
Sistema de recepção terrestre
·
TV analógica·
DVB-T Local de instalação 1·
entre antena e repetidor DS-F m/f Ref.: 5093275 DS-F f/f Ref.: 5093272TV 4+1 dispositivo de proteção compacto (4 x SAT, 1 x terrestre )
Ref.: 5083400
Local de instalação 2
·
antes de cada terminal (TV, Vídeo, HiFi)·
Dispositivos de proteção fina com módulo descarregador de sobretensões integrado para o cabode sinal TV, para proteger
os aparelhos de TV e, ou videogravadores, incl. cabo adaptador
FineController FC-TV-D Ref.: 5092808
fo rm aç õe s nd / pt / 16 /0 6/ 20 11 (L LE xp or t_ 01 28 0)
Símbolos de verificação
Corrente de raio testadaCorrente de raio testada classe H (100kA)
ELEKTROTECHNICKÝ ZKUŠEBNÌ ÚSTAV, República Checa Certificado ATEX para atmosferas explosivas
Rússia, GOST The State Committee for Standards KEMA-KEUR, Holanda
M
Identificação de produtos métricosMAGYAR ELEKTROTECHNIKAI ELLENŐRZŐ INTÉZET Budapeste, Hungria
Österreichischer Verband für Elektrotechnik (Associação Austríaca para a Electrotecnia), Áustria Underwriters Laboratories Inc., EUA
Eidgenössisches Starkstrominspektorat (Instituto Federal de Inspecção de Correntes Fortes), Suíça Underwriters Laboratories Inc., EUA
VDE (Associação de Eletrotécnia, Eletrónica e Tecnologias da Informação), Alemanha Associação Alemã de Engenheiros Electrotécnicos, segurança testada
5 anos de garantia
-K at al og _2 01 0_ N eu er _S ta nd / pt / 16 /0 6/ 20 11 (L LE xp or t_ 01 28 0)
Explanação dos pictogramas
Classes de proteção contra descargas atmosféricas
Dispositivo de proteção conforme DIN EN 61643-11 ou IEC 61643-11
Dispositivo de proteção conforme DIN EN 61643-11 ou IEC 61643-11
Dispositivo de proteção combinada do tipo 1 e tipo 2 Dispositivo de proteção combinada do tipo 1 e tipo 2 Dispositivo de proteção conforme DIN EN 61643-11 ou IEC 61643-11
Dispositivo de proteção conforme DIN EN 61643-11 ou IEC 61643-11
Dispositivo de proteção conforme DIN EN 61643-11 ou IEC 61643-11
Dispositivo de proteção conforme DIN EN 61643-11 ou IEC 61643-11
Dispositivo de proteção conforme DIN EN 61643-11 ou IEC 61643-11
Dispositivo de proteção conforme DIN EN 61643-11 ou IEC 61643-11
Zonas de proteção contra descargas atmosféricas
Transição de LPZ 0 para 1 Transição de LPZ 0 para 1 Transição de LPZ 0 a 2. Transição de LPZ 0 a 2. Transição de LPZ 0 a 3. Transição de LPZ 0 a 3. Transição de LPZ 1 para 2 Transição de LPZ 1 para 2 Transição de LPZ 1 a 3. Transição de LPZ 1 a 3. Transição de LPZ 2 para 3 Transição de LPZ 2 para 3
Aplicações
Sinalização remota Sinalização remotaSinalização remota com monitorização do fusível Sinalização remota com monitorização do fusível Sinalização acústica
Sinalização acústica
Rede Digital Integrada de Serviços, aplicações RDIS Rede Digital Integrada de Serviços, aplicações RDIS Digital Subscriber Line, aplicações DSL
Digital Subscriber Line, aplicações DSL Telecomunicações analógicas
Telecomunicações analógicas Categoria 5 TwisterPair Categoria 5 TwisterPair
Rendimento de canal de acordo com o norma americana EIA/TIA
Rendimento de canal de acordo com o norma americana EIA/TIA
Sistemas de medição, de controlo e de regulação Sistemas de medição, de controlo e de regulação Aplicações TV Aplicações TV Aplicações SAT-TV Aplicações SAT-TV Base Multibase Base Multibase LifeControl LifeControl
Dispositivo de proteção de segurança intrinseca para áreas protegidas contra explosão
Dispositivo de proteção de segurança intrinseca para áreas protegidas contra explosão
Rendimento de canal conforme ISO / IEC 11801 Rendimento de canal conforme ISO / IEC 11801 Power over Ethernet
Power over Ethernet Sistema 230/400 V Sistema 230/400 V Grau de proteção IP 54 Grau de proteção IP 54 Grau de proteção IP 65 Grau de proteção IP 65
Materiais metálicos
Alumínio Aço inoxidável 1.4301 Aço inoxidável 1.4401 Aço inoxidável 1.4404 Aço inoxidável 1.4571 Cobre Latão AçoFerro maleável fundido Zinco fundido sobre pressão
Materiais plásticos
Plástico reforçado com fibra de vidro GFK P Petrolato Poliamida Policarbonato Polietileno Polipropileno Poliestireno
Superficíes
galvanizado pelo método Sendzimir galvanizado a quente
galvanizado a zinco
galvanizado por imersão a quente em cobre
em níquel
fo rm aç õe s nd / pt / 16 /0 6/ 20 11 (L LE xp or t_ 01 28 0)
Materiais metálicos
Alu
—
Alumínio
VA (1.4301)
—
Aço inoxidável 1.4301
VA (1.4401)
—
Aço inoxidável 1.4401
VA (1.4404)
—
Aço inoxidável 1.4404
VA (1.4571)
—
Aço inoxidável 1.4571
Cu
—
Cobre
CuZn
—
Latão
St
—
Aço
TG
—
Ferro maleável fundido
eletrozincado