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PROJETO CURRICULAR DA INSTITUIÇÃO 2016/2017

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Academic year: 2021

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PROJETO CURRICULAR DA INSTITUIÇÃO

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Projeto Curricular da Instituição 2016/2017

Educadores:

Telma Borges - Educadora das salas 1 e 2 de Berçário _________________________________________

Luísa Figueiredo – Educadora da sala 3 da Creche _________________________________________ Ana Carvalho - Educadora da sala 4 da Creche _________________________________________ Sandra Esteves – Educadora da sala 5 da Creche _________________________________________ Tânia Silva – Educadora da sala 6 da Creche _________________________________________ Paula Ferrand – Educadora da sala 1 do Pré-Escolar

_________________________________________ Margarida Ferreira – Educadora da sala 2 do Pré-Escolar

_________________________________________ Filipa Pina – Educadora da sala 3 do Pré-Escolar _________________________________________ Gonçalo Matos – Educador da sala 4 do Pré-Escolar

_________________________________________ Sílvia Gariso – Técnica Superior de Serviço Social _________________________________________

Margarida Sousa – Coordenadora Pedagógica _________________________________________

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Índice

Nota Introdutória ... 4

1. Caracterização da Instituição ... 4

2. Missão, Visão e Valores ... 7

3. Fundamentação das opções educativas ... 9

4. Intenções de trabalho para o ano letivo ... 11

5. Estratégias pedagógicas ... 11

6. Planificação ... 12

7. Avaliação/ comunicação de resultados ... 12

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Nota Introdutória

O tema do Projeto Curricular do Centro de Bem-Estar Social da Sagrada Família, para o ano letivo 2016/2017 denomina-se “Brincantando e Brincontando”. Procuramos definir, neste documento, as estratégias de desenvolvimento do currículo no sentido de adequá-lo ao contexto da Instituição bem como ao seu Projeto Educativo “Brinca Comigo, Aprendo

Contigo”.

Seguidamente, apresenta-se uma breve caracterização/apresentação da Instituição e da sua missão, visão e valores para, de seguida, fundamentarmos e delinearmos as intenções de trabalho para o presente ano letivo. Para finalizar, definimos formas e instrumentos de avaliação, do trabalho pedagógico.

1. Caracterização da Instituição

O Centro de Bem-Estar Social da Sagrada Família é uma I.P.S.S. fundada na década de sessenta pelo Sr. Padre Manuel Antunes.

As instalações da Instituição localizam-se na parte noroeste da cidade de Coimbra, numa zona urbana da União das Freguesias de Coimbra (Sé Nova, Santa Cruz, Almedina e São Bartolomeu), mais concretamente no Bairro da Misericórdia da Conchada, cuja área desde sempre se caracterizou por situações de carência económica e social.

A I.P.S.S. oferece as seguintes respostas sociais com a capacidade total de: Creche com 70 crianças dos 4 aos 36 meses:

- Sala 1 Berçário: 4 aos 12 meses; - Sala 2 Berçário: 4 aos 12 meses; - Sala 3: 12 aos 24 meses;

- Sala 4: 24 aos 36 meses; - Sala 5: 24 aos 36 meses; - Sala 6: 12 aos 24 meses.

Jardim-de-infância com 95 crianças dos 3 aos 6 anos: - Sala 1: 4/5 anos;

- Sala 2: 3/4 anos; - Sala 3: 5/6 anos; - Sala 4: 3/4 anos;

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Centro de Atividades de Tempos Livres com 60 crianças (oferecendo Atividades de Enriquecimento Curricular - 1º ciclo do ensino básico):

- Exploração de vários espaços tendo em conta o objetivo pedagógico.

Quadro I – Organização atual dos grupos Resposta

Social Sala Crianças

Crianças

com NEE Educadores Auxiliares

Técnica Superior de Serviço Social Animadora Sociocultural Creche Berçário 1 9 1 2 Berçário 2 8 1 3 10 1 1 4 15 1 1 5 16 1 1 6 11 1 1 Pré-Escolar 1 22 3 1 1 2 15 2 1 1 3 22 1 1 1 4 15 1 1 1 CATL 1º, 2º, 3º e 4º anos * 1 1

* As Inscrições do CATL só serão realizadas em setembro/2016. Os agentes educativos estão distribuídos por diferentes funções:

Conselho de Administração (3 elementos):

- 1 Presidente – Educadora de Infância;

- 1 Secretária – Educadora Social/ Gestora da Qualidade; - 1 Tesoureira – Técnica de Serviço Social.

Técnicos (12 funcionários):

- 9 Educadores de Infância (1 Coordenadora Pedagógica); - 1 Educadora Social;

- 1 Técnica Superior de Serviço Social.

Pessoal não docente (24 funcionários):

- 12 Ajudantes de ação educativa; - 1 Animadora sociocultural; - 1 Administrativa;

- 9 Auxiliares de serviços gerais; - 2 Cozinheiras;

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É de realçar que as crianças com Necessidades Educativas Especiais podem beneficiar de um acompanhamento pelos técnicos do SNIPI (Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância de Coimbra), nas instalações da Instituição, em articulação com o educador da respectiva sala. O mesmo acontece nos casos de crianças acompanhadas por terapeutas da fala de outras entidades.

Para além das respectivas salas de atividades, os grupos podem usufruir de outros:  Sala de atividades de animação e de apoio à família (CAF);

 Sala de música;  Centro de recursos;  Salão polivalente;  Refeitório;

 Dormitórios (berçário, creche e pré-escolar);

 Espaços exteriores (parque infantil de creche e de pré-escolar e recreio).

As atividades extracurriculares, desenvolvidas na Instituição por professores, que se encontram ao dispor dos Encarregados de Educação com um custo acrescido, são:

 Música - Prof. Pedro Falacho;

 Psicomotricidade - Prof. Renata Domingues;  Iniciação à Língua Inglesa - Prof. Sílvia Gariso;  Natação (noutras instalações) - Prof. Amélia Dias;  Dança Criativa - Orientadora Joana Ruas;

 Ballet - Orientadora Joana Ruas.

A Instituição promove uma educação baseada em valores identificando-se com o exposto no artigo 2º, ponto 4 da Lei de Bases do Sistema Educativo 46/86, “responder às necessidades resultantes da realidade social, contribuindo para o desenvolvimento pleno e harmonioso da personalidade dos indivíduos, incentivando a formação de cidadãos livres, autónomos e solidários.”, uma vez que “A curiosidade natural das crianças e o seu desejo de saber é a manifestação da busca de compreender e dar sentido ao mundo que é própria do ser humano e que origina as formas mais elaboradas do pensamento, o desenvolvimento das ciências, das técnicas e, também, das artes.” (Ministério da Educação, OCEPE, p. 79).

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2. Missão, Visão e Valores

Missão

De acordo com o Regulamento Interno em vigor, o CBESSF define-se pela missão “Educar hoje,

construir O amanhã”. Neste sentido, o Centro apresenta uma resposta pedagógica, centrada

no projeto de desenvolvimento pessoal e social da criança, com vista no seu sucesso educativo. É nossa missão estabelecer uma ação com as famílias que nos permita contribuir para a melhoria da qualidade de vida social das mesmas e ajudá-las a formarem-se no aspeto humano e a viverem segundo o espírito da Sagrada Família de Nazaré. “Quanto mais cedo for

dado à criança um ambiente de bem-estar…no qual a criança se sinta acolhida, amada e respeitada…tanto mais será PESSOA feliz.” (p. 5).

Visão e Valores

A Instituição apresenta-se como agente ativo na construção da cidadania, reconhecida pela implementação de práticas pedagógicas inovadoras, assegurando uma formação de qualidade, centrada nos valores éticos e cristãos, tal como refere o Manual da Qualidade (CBESSF Mod.018.PT01):

 Carisma e Espiritualidade: Cultivar e viver os valores HUMANOS, emanados da FÉ pelo “Amor Oculto” da Sagrada Família de Nazaré (simplicidade, acolhimento, respeito mútuo, ternura, esperança, trabalho, partilha, responsabilidade, confiança, sinceridade, disciplina, sentido de justiça, oração…);

 Humanização e solidariedade: Abrir espaços de envolvimento e complementaridade e dar oportunidades para formação e valorização das Pessoas, através do intercâmbio e da troca de saberes entre as famílias e/ou outros atores educativos;

 Comprometimento: Vincular o compromisso dos membros do Instituto Secular da Sagrada Família - fundador do Centro, colaboradores e parceiros em assumir, com responsabilidade, a vivência da missão, o espírito de pertença aos valores definidos;  Ética: Respeitar a vida, as pessoas, as diferenças, a liberdade, as convicções religiosas, as

raças e as culturas, as lideranças, e a conservação ambiental;

 Competência: Promover a formação permanente e a constante atualização dos conhecimentos em ordem à dinamização e transformação da cultura e do clima organizacional, tendo por base a criatividade e eficiência. Saber delegar funções e/ou atribuições, com responsabilidade, em dinâmica participativa e fraterna, imbuída de zelo pela instituição;

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 Inovação: Inovar e implantar melhorias de forma continuada, com, empreendedorismo, qualidade e sábios critérios, assegurando o superior interesse no desenvolvimento da instituição e do meio envolvente.

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3. Fundamentação das opções educativas

A resposta social de Creche pretende, a partir da música e das histórias, desenvolver experiências significativas, envolvendo as crianças em momentos lúdicos que lhes proporcionem uma diversidade de estímulos.

“Sendo a música uma abordagem universal é importante que a criança seja sensibilizada, desde muito cedo, para o mundo dos sons e esta é uma tarefa dos pais e dos educadores” (Veríssimo, 2012, p.4).

Neste contexto, a música está presente durante as rotinas diárias possibilitando e estimulando a aquisição de diversas competências, como por exemplo, capacidades ao nível da linguagem, audição de sons e de ritmos, exploração de vários instrumentos, entre outros.

As atividades que pretendemos implementar, com este projeto, passam por cantar, mimar, dançar, pois “A oferta de atividades musicais de qualidade constitui um tempo de prazer sendo igualmente uma experiencia que permite o estímulo de todos os sentidos, estando a base de todas as aprendizagens. (Veríssimo, 2012)

“A Expressão Musical desempenha um papel fundamental na vida da criança e na sua atividade recreativa, ao mesmo tempo que desenvolve a sua criatividade, promove a autodisciplina e desperta a consciência rítmica e estética” (Hohmann&Weikart, 2004, p.658). Consideramos, igualmente, relevante a abordagem de histórias, com as crianças e partilha das mesmas com as famílias, uma vez que “A Literatura Infantil, bebida desde o nascimento em doses sabiamente ministradas, gera uma saudável dependência que dá à criança e ao adolescente a força e o engenho necessários para realizarem a leitura do mundo, base indispensável aos seus projectos.” (Veloso e Riscado, 2001).

Neste sentido, pretendemos articular vivências musicais e literárias proporcionando momentos que permitam à criança adquirir competências para o seu desenvolvimento global e harmonioso.

Procuramos privilegiar, neste ano letivo, a área de conteúdo da Expressão e Comunicação, incidindo sobre o domínio da Expressão Musical (música, sons…), da Expressão Motora (mímica, danças de roda…), da Linguagem Recetiva e da Linguagem Expressiva (histórias, letras das canções).

Relativamente à resposta social de Pré-escolar a Lei-Quadro da Educação Pré-escolar (Lei nº 5/97, de 10 de fevereiro) refere que um dos objetivos desta etapa da educação “é desenvolver a expressão e a comunicação através de linguagens múltiplas como meios de relação, de

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informação, de sensibilização estética e de compreensão com o mundo.” Desta forma pretende-se que este projeto contribua para que as crianças adquiram diversas competências ao nível das áreas de Formação Pessoal e Social, Expressão e Comunicação e Conhecimento do Mundo.

Ao nível da Formação Pessoal e Social acreditamos que é fundamental “criar ambientes de aprendizagem ricos, em que as crianças se possam desenvolver como seres de múltiplas facetas, construindo perceções e bases onde alicerçar aprendizagens. Estas, refletir-se-ão ao longo da vida, quer nas aprendizagens, quer na sociabilização, e mesmo no reconhecimento de algumas regras e procedimentos.” (Textos de Apoio para Educadores de Infância, página 12) No que diz respeito à Expressão e Comunicação, consideramos que o educador deve criar um clima que permita à criança ir dominando e alargando o seu vocabulário, ajudando-a a construir frases mais corretas e complexas, que lhe permitam formas mais elaboradas de representação. “Esta aprendizagem baseia-se na exploração do carácter lúdico da linguagem, prazer em lidar com as palavras, inventar sons, e descobrir as relações. As rimas, as lengalengas, os trava-línguas e as adivinhas são aspetos da tradição cultural portuguesa que podem ser trabalhados na educação pré-escolar. Também a poesia como forma literária constitui um meio de descoberta da língua e de sensibilização estética. Todas estas formas de expressão permitem trabalhar ritmos, pelo que se ligam à expressão musical, facilitam a clareza da articulação e podem ainda ser meios de competência metalinguística, ou seja, de compreensão do funcionamento da língua.” (OCEPE, página 67). Os números devem também “desempenhar um papel desafiante e com significado, sendo a criança estimulada e encorajada a compreender os aspetos numéricos do mundo em que vive e a discuti-los com os outros.” (Textos de Apoio para Educadores de Infância, página 12)

Compete à educação na primeira infância proporcionar condições que respondam não só à curiosidade natural da criança, mas também que estimulem o seu desejo de aprender.

Deste modo, e face ao que foi anteriormente fundamentado o Projeto Curricular da Instituição terá o seu enfoque na música e nas histórias, abordadas de forma lúdica, como sendo um meio privilegiado para o desenvolvimento da relação, da linguagem, da sensibilidade, da criatividade e da imaginação da criança.

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4. Intenções de trabalho para o ano letivo

Com o projeto “Brincantando e Brincontando”, pretendemos desenvolver competências através de: histórias e literatura infantil, poemas, trava-línguas, lengalengas e contos tradicionais, músicas, instrumentos e géneros musicais, exploração de sons e ritmos, entre outras.

É nossa intenção que a criança, na resposta social de creche, possa:

 Experimentar e contactar com diferentes formas de expressão e comunicação;  Adquirir o gosto pela audição de histórias, lengalengas, entre outras:

 Estimular e enriquecer o vocabulário.

 Despertar para o mundo dos sons, ritmos, instrumentos e canções:

 Experienciar diferentes sons;

 Reproduzir sons e gestos em diferentes contextos musicais;

 Identificar e reproduzir canções.

É nossa intenção que a criança, na resposta social de educação pré-escolar, possa:

 Experimentar e contactar com diferentes formas de expressão e comunicação oral e verbal;

 Adquirir o gosto pela leitura, audição e reconto de histórias;  Despertar para o mundo dos sons, ritmos, instrumentos e canções;

 Explorar noções matemáticas básicas através de vivências e brincadeiras do dia-a-dia.

5. Estratégias pedagógicas

 Momentos de rotina  Momentos de Conversas/Diálogos  Pesquisas;  Histórias;  Jogos e Dramatizações;  Canções e Lengalengas;  Saídas e visitas;

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 Encontros com artistas na escola;

 Convívios/ Encontros com a comunidade educativa.

6. Planificação

A partir deste projeto surge o Plano Anual de Atividades definido para o ano letivo em vigor e revisto sempre que se considere necessário. Pretende-se definir atividades para cada resposta social e envolver todas as respostas sociais da instituição. Tendo em conta os objetivos do projeto e os efeitos esperados procura-se desenvolver atividades diversificadas tendo em conta o carácter lúdico, os interesses das crianças e as suas faixas etárias.

7. Avaliação/ comunicação de resultados

A avaliação irá decorrer no desenrolar do projeto, através da observação direta das crianças, bem como nos registos individuais e colectivos realizados ao longo do ano:

- Registos realizados pelas crianças (individuais e de grupo); - Registos fotográficos;

- Conversas com as crianças;

- Conversas informais com as famílias; - Reuniões de pais;

- Reuniões de equipa.

O Plano Anual de Atividades é avaliado trimestralmente pela equipa educativa, responsável pela dinamização das atividades previstas.

A comunicação da avaliação do projeto é realizada através do atendimento individual aos encarregados de educação (semestralmente em Creche e trimestralmente em Pré-escolar), através dos Perfis de Desenvolvimento e outros registos.

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8. Bibliografia

Hohmann, M. & Weikart, D. P. (2004). Educar a criança (3ª edição); Serviço de Educação Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa;

Manual da Qualidade (CBESSF. Mod.018.PT.01). Coimbra;

Ministério da Educação, Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular. (2008). Sentido de número e organização de dados: Textos de Apoio para Educadores de Infância /Joana Pacheco de Castro, Marina Rodrigues. Lisboa: Ministério da Educação;

Ministério da Educação, Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular. (1997) Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: Ministério da Educação;

Projeto Educativo: 2013/ 2016 (CBESSF. Mod.017.PC.02). Coimbra;

Regulamento Interno de Pré-escolar (CBESSF. Mod.023.PC.01). Coimbra;

Veloso, R. (2001). A Leitura Literária. Orientações para Actividades de Leitura. Programa – Está na Hora dos Livros. Jardim de Infância. Plano Nacional de Leitura. Lisboa: Ministério da Educação;

Veríssimo, I.M. (2012). A Expressão Musical na Educação Pré-Escolar. Beja. Acedido em 19.07.2016: https://comum.rcaap.pt/bitstream/10400.26/3915/4/Investiga%C3%A7%C3% A3o.pdf

Referências

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