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41% 21% 17% 55% 17% 28%

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Academic year: 2021

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Sim Não

O meu já é um de última geração

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17%

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55%

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17%

3%

8%

Não tenho condições de comprar

Não vejo necessidade

Não me faz falta

Não tenho cartão de crédito

Outro

As mulheres estão cada vez mais ativas nas mídias digitais, porém o mercado de consumo de tablets não parece muito explorado e é possível perceber que existem poucas informa-ções específicas sobre os aparelhos exibidos no mercado. Mas nem por isso o público feminino deixa de manter o desejo de compra pelo produto móvel. É o que aponta pesquisa realiza-da pela Sophia Mind (www.sophiamind.com), com registro de diversidade e até mesmo contradições entre o perfil daquelas que já possuem tablet e das que pretendem comprar.

O estudo feito no mês de agosto, com mais de 500 mulheres de todo o Brasil, de 18 a 60 anos, revelou que há a expectativa de aumentar as vendas dos tablets por causa da proximida-de do final proximida-de ano e, também, do décimo terceiro salário. Foi mostrado que mais de três quartos das mulheres (76%) não possuem tablet; e, mesmo com a baixa aderência do produto no mercado, 77% delas, que já o possuem, estão satisfeitas. Pouco mais da metade das entrevistadas, 55%, pretende trocar o atual por modelo atualizado. Dentre as satisfeitas, 51% pensam em mudar para um tipo de última geração; 29% não querem outro; e 20% já têm aparelho moderno.

Sessenta e quatro por cento das mulheres entrevistadas —que ainda não possuem tablet — afi rmaram que pensam em comprar um nos próximos meses e 36% responderam que não o farão, e a falta de dinheiro é o principal motivo. Conforme outras causas citadas para justifi car a falta de pretensão para a aquisição do tablet, em curto prazo, está o fato de já possuírem notebooks

e netbooks, que já suprem as necessidades de cada uma delas. Tanto as usuárias de tablet quanto as que sentem vontade de tê-lo, consideram-no de importância significativa para facilitar as funções do dia a dia. Porém há contradições entre os dois grupos. A maioria das entrevistadas que o possuem respondeu que o mais importante do produto é diversão/entretenimento (35%); e, para aquelas que ainda não têm o aparelho, o princi-pal fator é a melhoria nas tarefas diárias do trabalho.

Quando o assunto é o gasto: 47% disseram que foi mais de R$ 1.000 tem a compra; 27%, até R$ 1.500; e 20%, até R$2.000. Somente 43% gastaram até R$ 1.000.

Na hora de finalizar a aquisição, o parcelamento com cartão de crédito e com dinheiro são as formas de pagamento mais utilizadas e, também, as preferidas pelas consumidoras — e ainda é comum entre as partes que já possuem ou não tablet.

Pontos de venda de artigos eletrônicos, grandes varejistas e lo-jas próprias da marca são os que aparecem com maior frequência de compra do público feminino, entre as que já possuem tablet. E para as que ainda não adquiriram o aparelho, os lugares-alvos

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Sim Não

O meu já é um de última geração

17%

28%

55%

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Não tenho condições de comprar

Não vejo necessidade

Não me faz falta

Não tenho cartão de crédito

Outro

para a compra, além dos grandes varejistas, são os sites de e--commerce. Atualmente, este segmento atende a quase todas as expectativas dos usuários; e essa forma, na maioria, deve-se ao fato de baixos preços dos produtos, ou seja, mais acessíveis do que o das lojas físicas e, até mesmo, das operadoras de telefonia, que apresentam menor procura na hora da compra.

A marca foi o fator considerado primordial no momento de decidir por qual optar — entre as que já adquiriram tablet (50%); em seguida, vêm o preço do aparelho (33%); e o tama-nho da tela (10%). Das entrevistadas que querem fazer a com-pra, o fator mais relevante e importante foi a capacidade da memória (53%), seguida de marca (20%) e preço (11%).

Durante a pesquisa, houve confusão e, até mesmo, falta de informação quando se tratou de conhecimento técnico das configurações do aparelho. Quarenta e oito por cento disseram que os tablets são de 8Gb, ou inferior; enquanto as que

preten-dem comprar não souberam informar qual será a capacidade de memória do produto de desejo.

Dentre as mulheres que já usufruem os tablets, a maioria usa a conexão Wi-Fi (59%); e apenas 26% usam 3G, com gasto men-sal de até R$ 100. E, das que ainda não têm tablets, 69% esti-mam desembolsar até R$ 100 com um plano 3G; somente 13% não anseiam por qualquer tipo de gasto com pacotes de dados.

As principais atividades das mulheres com os tablets — que já adquiriram o produto — e as que intencionam comprá-los são: acessar a internet (30%); e as redes sociais (20%); baixar aplicativos de interesse (13%); e ler livros digitais (9%).

Atualmente — apesar da significativa carência de informa-ções técnicas direcionadas a este segmento de mercado —, as mulheres ainda conseguem manter o desejo de compra do aparelho, sustentado principalmente pela característica de fa-cilitador das tarefas diárias.

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O forte aumento do acesso à internet nos domicílios brasileiros nos últimos anos trouxe um novo comportamento de consumo de televisão no Brasil. Trata-se do hábito de assistir à programas de TV ao mesmo tempo em que se navega na internet.

O Ibope Nielsen Online realizou uma pesquisa em 13 regiões metropolitanas brasileiras para entender o uso simultâneo de TV

e internet e constatou que 18% dos telespectadores já consomem os dois meios no mesmo tempo. Segundo a pesquisa Social TV, 43% dos internautas domiciliares brasileiros têm o hábito de ver televisão enquanto navegam na internet. A pesquisa considerou os brasileiros que nos últimos sete dias usaram simultaneamente a internet e assistiram à televisão.

A TV e a internet estão juntas

Assistiram à

TV nos

últimos 7 dias

Total Telespectadores Internautas

Simultâneos

Total Telespectadores Internautas

Simultâneos

Total Telespectadores Internautas

Simultâneos

Total Telespectadores Internautas

Simultâneos

49.662

100

%

0

%

0

%

Usaram internet em casa nos últimos 7 dias

20.303

41

%

100

%

0

%

Assistem à TV e usam internet ao mesmo tempo

8.755

18

%

43

%

100

%

Comentam na internet sobre programas de TV

2.501

5

%

12

%

29

%

18% dos telespectadores usam internet e tv ao mesmo tempo

Pesquisa realizada no período de 13 a 29 de fevereiro de 2012, com 18.599 pessoas de dez anos ou mais de idade, em 13 re-giões metropolitanas, representando uma população de 51.675.000 pessoas. Pesquisa Social TV, IBOPE Nielsen Online

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Assistidos Comentados Total (000) 8.755 2.501 Jornais/noticiários 53% 38% Novelas 52% 40% Filmes ou documentários 30% 23% Esportes 26% 31% Seriados 23% 22% Reality shows 17% 29% Infantis/desenhos 15% 5% Shows musicais 10% 11% Minisséries 10% 8% Femininos ou de auditório 9% 8% Comerciais/propagandas 9% 3% Outros 3% 4% Os que mais assistem à televisão com internet são os jovens,

em toda a faixa de dez a 29 anos. Entre os adultos, esse hábito é maior entre as mulheres e pessoas de classe econômica AB.

Portais, sites de vídeos, redes sociais e os próprios sites dos programas são os mais procurados pelos telespectadores para complementar informações vistas na TV. Mais de 70% desses consumidores simultâneos disseram que procuram na internet informações motivados pelo que está sendo mostrado na telinha.

A pesquisa também apontou que 29% dos consumidores si-multâneos de TV e internet fazem comentários sobre os progra-mas. Os jovens, com destaque para os adolescentes de 15 a 19 anos, são os que mais comentam sobre televisão na internet.

Os comentários são feitos, sobretudo, em sites de redes so-ciais, mas também em sistemas de mensagens instantâneas ou no próprio site dos programas. Entre os que têm o hábito de comentar, 40% discutem sobre novelas.

Apenas 5% dizem não receber respostas dos comentários. E são os amigos e familiares os que mais respondem às mensa-gens. Segundo José Calazans, analista do Ibope Nielsen Online responsável pelo estudo, entre as informações que mais chama-ram a atenção na pesquisa está a constatação de que as ferra-mentas sociais online infl uenciam o comportamento da audiên-cia. “É relevante descobrir que 79% disseram ter ligado a TV ou trocado de canal motivados por uma mensagem recebida pela internet”, informou o analista.

Ainda segundo a pesquisa, 5% dos telespectadores comentam com os amigos sobre os programas também por meio de mensa-gens de texto no celular. Da mesma forma, os mais jovens são os que mais comentam por mensagens de texto.

Para José Calazans, a quantidade de comentários nos sites sociais sobre programas de TV depende mais de quanto uma cena na televisão foi inusitada, divertida ou polêmica do que mesmo do tamanho da audiência do programa. “A maioria dos comentários surge no momento em que a cena vai ao ar. Mas muitas vezes as conversas prolongam-se nos dias seguintes, de-pendendo de como os internautas reinterpretam esses fatos te-levisivos, transformando-os em memes, que são as brincadeiras com outros signifi cados.”

novelas são os programas mais

comentados pelos internautas

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Atualmente, na publicidade online, as duas principais categorias de mí-dia pelas quais uma marca pode se relacionar-se com os consumidores são a mídia display, quando a marca anuncia em sites/portais/redes, geralmente com banners, buscando impactar o consumidor, e links patrocinados, quando os consumidores vão buscar mais informações sobre a marca ou o produto em sites de busca ou buscadores.

Será que estas duas disciplinas podem trabalhar em conjunto pela marca? O que devo entender para que isso aconteça? E, claro, quais os resultados que posso esperar dessa integração?

A sinergia entre as duas alternativas é o ideal para obter resultados cada vez mais significativos, pois, ao explorar esta técnica ao extremo, é possível alavancar as vendas dos clientes em até 122%, por exemplo. Em casos em que a estratégia de integração, o investimento do cliente e as otimizações estão em estágio avançado, podem haver picos incre-mentais de mais de 200% nos resultados, sejam de taxa de conversão, venda ou cadastro das campanhas digitais.

Com estes resultados expressivos nos clientes, a AUNICA ganhou força e investimento para buscar inovações nesta área, com o objetivo de aprimorar, ainda mais, este processo. Portanto, iniciamos, há alguns anos, a automatização das campanhas de links patrocinados em con-junto com as campanhas de mídia display.

Para obter sucesso com este processo de inteligência analítica de automatização, é necessário analisar o histórico de resultados de campanhas integradas de links patrocinados, com grande variedade de desempenho, conforme a posição do anúncio. Além disso, outros pontos que devem ser analisados são: o nível de investimento, tempo da campanha, custo médio, mínimo e máximo pago por click, tempo entre as intervenções de customizações, desempenho individual e por segmentos de palavras, sempre de acordo com o objetivo de negócio de cada cliente.

Com estes direcionamentos, a AUNICA desenvolveu uma solução to-talmente automatizada e customizada para os clientes, que permitiu aos nossos clientes manter os mesmos resultados, com utilização de apenas 70% anteriormente utilizada, a fim de obter os mesmos resulta-dos. Ou seja, ao integrar mídia display com links patrocinados, pode-se gerar resultados exponenciais, liberando, também, recursos existentes dentro do próprio budget para ser utilizado em novas mídias, projetos especiais ou, mesmo, reinvestimento estratégico em iguais canais. É

importante ressaltar que estes resultados puderam ser obtidos sem causar impacto nas visitas originárias de motores de busca orgânica.

De acordo com alguns estudos de caso realizados, em comparação com campanhas em que não há integração entre as disciplinas, os anúncios que se encontram na primeira posição apresentam CTR 12 pontos percentuais acima do grupo de controle, indicando forte ligação entre disciplinas. Ainda nos estudos, nota-se que, quando é necessário pagar um valor mais alto pelo CPC, para atingir as metas do negócio por conta da concorrências em determinados segmentos e palavras, os resultados integrados continuam apresentando ótimo incremento, que, em média, paga-se 30% a mais no CPC, com incremento médio de 50% nas vendas.

Com o resumo das possibilidades apresentadas neste estudo, dentro do processo de inteligência de negócio desenvolvido pela Equipe de Estratégia de Informação da AUNICA, a integração entre links patroci-nados com mídia display, em conjunto com a automatização estratégi-ca dos leilões, geram resultados com incremento médio em vendas de, aproximadamente, 190% sobre as campanhas tradicionais, com picos de vendas incrementais de até 350%, com o mesmo investimento.

Vale ainda destacar que, para alcançar resultados expressivos, deve-se tratar a disciplina do leilão como ação dinâmica, sempre agregando inteligência ao processo de automatização e gerenciando constante e automaticamente as regras do leilão, seguindo as variações dos preços de mercado, de forma a torná-la praticamente orgânica esta disciplina.

patrocinados com mídia gráfica

122%

200%

Média

Links patrocinados + Mídia Display

350% 190%

Picos incrementais

Links patrocinados + Mídia Display + Automatização estratégica dos leilões

IncReMentO eM vendAs sObRe As

cAMPAnhAs tRAdIcIOnAIs

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e-liFe

União entre mídias sociais e

televisão representa oportunidade

de negócios para as marcas

Setembro de 2012 — Dados do estudo Trending Topics da E.life (primeiro trimestre de 2012) apontam que pelo menos 50% dos assuntos que ganham popularidade com rapidez no Twitter têm infl uência direta ou indireta da TV. Paralelamente, o estudo Hábitos, apurado entre novembro de 2011 e fevereiro de 2012, indica que para metade dos internautas brasileiros o uso simultâneo de televisão e internet é um comportamento comum. A constatação da E.life leva a uma reflexão importante e mostra que a chamada Social TV, associação do conteúdo da TV com as redes sociais, ainda é pouca explorada pelas marcas. No mercado desde 2006, a E.life entende que os anunciantes que souberem explorar essa sinergia com ferramentas como second screen e utilização de hashtags em campanhas integradas a ações on-line, por exemplo, serão amplamente beneficiados.

O estudo Hábitos e o Trending Topics podem ser consultados no slideshare da E.life, em www.elife.com.br/slideshare.

Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.life, explica que além de aproveitar a própria audiência da televisão para disseminar a mensagem da marca, as estratégias da Social TV criam ganchos que benefi ciam a lembrança de marca e o engajamento em conversações. “Descobrimos que a simples utilização de hashtags em campanhas na TV faz o engajamento do consumidor nas redes sociais subir de 3% para 14% de todo o buzz”.

Para aproveitar o Social TV e ao mesmo tempo gerar buzz na Internet, a E.life concluiu que investir no call to action off-line para ambientes online é a melhor estratégia para os anunciantes. O call to action pode acontecer em diversos formatos, sendo o uso de hashtags um dos mais populares, gerando um aumento de até dez vezes no volume de tweets sobre determinado programa de TV, segundo dados do Twitter.

Como exemplo, o CEO da E.life menciona a hashtag #vesteacamisa, feita pelo Banco do Brasil nas Olimpíadas de Londres. Segundo ele, o call to action respondeu por 14% do volume total de menções associadas ao banco na primeira semana do evento.

“descobrimos que a simples utilização de hashtags em campanhas na tv faz o engajamento do consumidor nas redes sociais subir de 3% para 14% de todo o buzz”. “descobrimos que a simples utilização

Referências

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