Data: 02.08.2015 Veículo: BRAZIL MODAL Caderno: Pág.: Classificação:
1- Matérias referente diretamente à Companhia ( X )
2- Matérias ligada a empresas parceiras à Companhia ( )
3- Matérias de interesses da Companhia ( )
TRANSPETRO COLOCA EM OPERAÇÃO O PRIMEIRO NAVIO GASEIRO DO
PROMEF
O navio Oscar Niemeyer foi entregue à Transpetro, após cerimônia no Estaleiro Vard Promar, em Niterói, no Rio de Janeiro. Esta é a 11ª embarcação do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) a entrar em operação, sendo a primeira da série de gaseiros. A viagem inaugural do navio será para Barra do Riacho (ES), onde fará sua primeira operação de carregamento.
O gaseiro também representa um momento importante para a Companhia e a indústria naval fluminense: é o primeiro gaseiro do Sistema Petrobras construído no Brasil e também o primeiro construído no estado do Rio de Janeiro.
Atualmente, no estaleiro Vard Promar, há cinco embarcações do Promef em construção, das quais três se encontram no estágio de acabamentos. Os gaseiros são destinados ao transporte de gás liquefeito de petróleo.
Além do Oscar Niemeyer, os outros navios do Promef que já estão operando são: os suezmax André Rebouças, Henrique Dias, Dragão do Mar, Zumbi dos Palmares e João Cândido; o panamax Anita Garibaldi e os navios de produtos José Alencar, Rômulo Almeida, Sérgio Buarque de Holanda e Celso Furtado.
Oscar Niemeyer
Oscar Niemeyer é considerado uma das figuras-chave no desenvolvimento da arquitetura moderna. Visionário e nacionalista, acreditou em projetos que mudaram a cara de cidades e até mesmo do Brasil, como a construção de Brasília, na virada da década de 50 para a de 60. Identificada pelas curvas que a caracterizam e pelas formas abstratas, a sua arquitetura está presente em diversos países.
GOVERNO CANCELA CONTRATO COM ZAMIN APÓS FALTA DE CONSERVAÇÃO
EM FERROVIA
Em decisão publicada no Diário Oficial, o governo estadual extinguiu o contrato de concessão da Estrada de Ferro Amapá (EFA), a única ferrovia do estado, mantido com a mineradora Zamin. Entre os motivos apontados estaria o descumprimento dos termos estabelecidos no acordo, como a falta de conservação de vagões e trilhos, e a falta de assistência aos passageiros e agricultores dos municípios cortados pela ferrovia.
Com a suspensão, a administração da estrutura volta ao governo, que pretende realizar um novo processo de concessão. O G1 entrou em contato com a sede da Zamin Ferrous no Amapá, mas não houve resposta das solicitações de entrevista até esta publicação.
A EFA foi inaugurada em 1957 e tem um total de 194 quilômetros iniciando no município de Serra do Navio e cruzando as cidades e comunidades rurais de Pedra Branca do Amapari, Porto Grande, Macapá, até o destino final em Santana. A ferrovia foi construída para transporte e exportação da produção mineral, principalmente ferro e manganês.
O titular da Secretaria Estadual de Relações Institucionais (Serin), Jorge Amanajás, argumentou que a extinção do contrato tornou-se inevitável após várias notificações feitas a empresa sobre a manutenção e utilização da ferrovia. Estudos de técnicos do governo avaliaram que a pista não oferece condições de tráfego, e que há pelo menos quatro meses o transporte de passageiros e cargas não é feito pela empresa. “Desde março e anteriormente a isso já vinha oferecendo um serviço de péssima qualidade. De lá foi uma paralisação total, a estrada tomada de mato, um descaso. Vamos fazer um novo processo, e no período mais curto onde a legislação permitir faremos a nova concessão”, reforçou Amanajás.
Os custos de recuperação e manutenção da ferrovia ainda não foram calculados, mas o secretário antecipou que eles serão repassados para o vencedor do processo. Até a nova concessão, a Secretaria de Transportes do Amapá (Setrap) vai realizar a manutenção parcial de trechos da EFA.
O recurso utilizado para os reparos será da fiança dada pela empresa e por um banco no início do processo, cerca de R$ 12 milhões, que está previsto no contrato de concessão. Além disso, a Zamin deve ao estado o total de R$ 1.460.224,11, referente a seis autos de infração emitidos anteriormente.
Fim da estocagem
A empresa Zamin anunciou em 2014 o término da capacidade de estocagem de minério de ferro, tanto em Pedra Branca do Amapari, quanto em Santana, o que resultou na paralisação parcial das atividades.
A ocupação dos locais se deu pela lentidão na exportação do minério partindo do Amapá por causa do desabamento do porto de Santana, em 2013, que matou quatro pessoas e deixou duas desaparecidas. A estrutura ainda não foi reconstruída.
Data: 02.08.2015 Veículo: PORTOS E NAVIOS Caderno: Pág.: Classificação:
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CONFAZ ESTENDE AO PARÁ DISPOSIÇÕES DE CONVÊNIO QUE CONCEDE
ISENÇÃO DO ICMS AO TRANSPORTE INTERMUNICIPAL DE CARGAS
O Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), do Ministério da Fazenda, publicou o Convênio ICMS nº 65, de 27 de julho de 2015, que estende ao Estado do Pará as disposições do Convênio ICMS nº 04, de 02 de abril de 2004, que autoriza alguns Estados a conceder isenção do ICMS à prestação de serviço de transporte intermunicipal de cargas. De acordo com a publicação, a cláusula primeira do Convênio ICMS 04/04, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Cláusula primeira. Ficam os Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins autorizados a conceder isenção do ICMS à prestação de serviço de transporte intermunicipal de cargas destinada a contribuinte do imposto, que tenha início e término no seu território, nos termos estabelecidos em legislação estadual”.
CONFERENTES DO PORTO DE SANTOS SE MOBILIZAM PARA ELEIÇÃO DE NOVA
DIRETORIA A PARTIR DE TERÇA
O Sindicato dos Conferentes de Carga, Descarga e Capatazia do porto de Santos realiza eleições para escolha da diretoria que irá comandar a entidade nos próximos três anos (1º de outubro de 2015 a 30 de setembro de 2018). A votação também será válida para os membros do conselho fiscal e representantes da categoria na federação.
Este ano duas chapas concorrem ao pleito que acontecerá na sede do sindicato, de 4 a 7 deste mês. À frente da categoria desde agosto de 2012, o atual presidente, Marco Antônio Tadeu Sanches, lidera o grupo da situação e busca a reeleição. Ele terá como concorrente o conferente Alexandre Alberto Soares de Souza, que encabeça a Chapa 2.
Para continuar conduzindo os destinos da entidade, que atualmente conta com 434 associados, Sanches apresenta como plataforma de campanha a manutenção e ampliação do mercado de trabalho vinculado e avulso. “Além de garantir os atuais. Temos como meta aumentar o número de postos de serviços de maneira mais equânime, priorizando o equilíbrio entre o regime empregatício previsto na CLT e o tradicional sistema de requisição dos trabalhadores, feito diariamente junto ao Órgão Gestor de Mão de Obra”, explicou.
Com uma taxa de ocupação laboral próxima a 100%, o Sindicato dos Conferentes mantêm vigentes 43 acordos coletivos de trabalho firmados com os terminais portuários e empresas que operam no complexo santista. “Um índice bastante positivo e que reflete o papel de destaque exercido pelos conferentes no processo de modernização e crescimento do setor”.
Membro titular do Conselho de Autoridade Portuária (CAP) de Santos, representando o Bloco III - dos Trabalhadores Portuários, Sanches defende a participação mais efetiva dos portuários nas discussões macros referentes ao setor. “Considerando que atuamos num porto público, temos que seguir o exemplo vindo dos portos europeus e norte-americanos, onde o envolvimento dos trabalhadores nos grandes debates é tão relevante quanto a dos empresários e autoridades”.
A votação será das 8 às 17 horas. As urnas estarão localizadas apenas na sede do sindicato, que será único local de votação.
LEILÃO DA BACIA DE PELOTAS DEVE RENDER ATÉ R$ 1,8 BILHÃO
A diretora-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, esteve reunida com o vice-governador José Paulo Cairoli e o secretário de Minas e Energia, Lucas Redecker, na manhã da última quinta-feira, no Palácio Piratini. Na ocasião, Magda informou que, caso os 51 blocos da Bacia de Pelotas sejam arrematados pelo valor mínimo, serão arrecadados R$ 500 milhões. Considerando que os investimentos para exploração devem ser superiores a R$ 1,3 bilhão, os aportes chegariam, no mínimo, a R$ 1,8 bilhão.
A 13ª Rodada de Licitações para Exploração e Produção de Petróleo e Gás será realizada pela ANP em outubro, no Rio de Janeiro. Até o momento, 21 empresas se habilitaram a participar do evento e, segundo Magda, metade destas são grandes companhias nacionais, com participação de mais oito países. Ao todo, a licitação oferecerá 266 blocos em 22 setores de 10 bacias sedimentares, num total de aproximadamente 125 mil quilômetros quadrados, localizados em 10 estados brasileiros. No Rio Grande do Sul, serão 51 bacias, consideradas novas fronteiras. "Fazer parte dos produtores de petróleo trará investimentos benéficos a vários setores da nossa economia", afirmou Cairoli.
Por isso, o tema será pauta da próxima reunião do Comitê de Planejamento Energético (Copergs), durante a Expointer, no dia 1 de setembro, na casa da Farsul. De acordo com Redecker, a Bacia de Pelotas está cotada para exploração de petróleo e gás, em uma área vizinha à Bacia do Uruguai, onde já há empresas viabilizando a extração. No local, a profundidade de retirada começa em 400 metros e poderia chegar a mais de um quilômetro. "Teremos a concretização do interesse de empresas, e a Bacia de Pelotas será contemplada. Em um prazo de viabilidade de 10 anos, podemos ter exploração nessa área, o que traria um impacto positivo para toda costa do Estado", destaca.
A diretora da ANP concorda que a Bacia de Pelotas é "olhada com novos olhos" e pode ter grande procura. "A área já foi ofertada anteriormente, mas, agora, com os estudos sismológicos mais avançados e com resultados positivo, deve ter atenção especial das empresas que participarão do processo", afirmou. Em terra, serão oferecidos sete blocos na Bacia do Amazonas e 22 no Parnaíba, consideradas novas fronteiras com vocação para gás natural. Em bacias maduras, foram incluídos 71 blocos na Bacia Potiguar e 82 na do Recôncavo. No mar, serão 10 blocos na Bacia Sergipe-Alagoas, quatro na de Jacuípe, nove de Camamu-Almada, além de sete na Bacia do Espírito Santo e três na de Campos.
Fonte: Jornal do Commercio (POA)
Data: 03.07.2015 Veículo: PORTOS E NAVIOS Caderno: Pág.: Classificação:
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EMPRESAS NEGOCIAM CRIAÇÃO DE HUB NO PORTO DO PECÉM
Com a finalização da segunda expansão do porto do Pecém, prevista para o próximo ano, o Governo do Estado aposta na formação de um hub (ponto de conexão) marítimo no Ceará. Segundo Rebeca Oliveira, diretora comercial da Cearáportos, as empresas transportadoras Hamburg Süd, Maersk e CMA CGM já sinalizaram interesse em formar um hub próprio no local.
“Existe espaço para todos. A gente tendo equipamentos, tendo berços prontos, tendo a tabela acessível que a gente tem, vai ser natural eles chegarem até aqui. Claro que a gente está correndo atrás deles com um laço, mas, eles, eventualmente vão vir mesmo”, diz.
Como motivos para essa atração de empresas interessadas no Estado, Rebeca cita a proximidade com o canal do Panamá, cujas obras devem terminar em dezembro de 2016. “Eu falo não o primeiro porto, mas o primeiro porto que tem berços para isso, equipamentos para isso, profundidade natural e a retroárea. Porque a gente não pode esquecer que tem Belém, com o Porto do Conde (PA), Porto do Itaqui (MA). Cada um tem sua vantagem, mas a gente consegue ter todas as vantagens em um terminal só”, enfatiza.
Infraestrutura
O porto conta com Terminal de Insumos e Produtos Siderúrgicos e Carga Geral (píer 1), um Terminal de Petróleo/Derivados e Granéis Líquidos (píer 2), ponte de acesso de 2.142 metros de extensão, pátio de armazenagem de cargas e píer de rebocadores.
Dispõe ainda de uma correia transportadora com 12 km de extensão e capacidade para movimentar 2.400 toneladas por hora; e o Terminal de Múltiplas Utilidades (TMUT), que passa pela segunda etapa de expansão.
As obras incluem pavimentação e ampliação do quebra-mar, que deve ficar pronto até o final de 2015, nova ponte de acesso ao quebra-mar, que será construída a partir de agosto e vai permitir o trânsito de caminhões para movimentação de placas, além da instalação de transportadores de correia para possibilitar a operação nos futuros terminais de granéis sólidos.
Estão sendo construídos mais três berços de atracação de navios cargueiros ou porta-contêineres. Os equipamentos operarão carga geral e produtos da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). A previsão de conclusão dos berços são setembro de 2015 (berço 7), dezembro de 2015 (berço 8) e maio de 2016 (berço 9).
O investimento total da segunda ampliação será em torno de R$ 640 milhões, recursos do tesouro Estadual e do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). A expansão do terminal vai quintuplicar a capacidade de movimentação de cargas e coloca o Porto do Pecém.
Hub TAM e concessões
André Facó, secretário da Infraestrutura do Estado, diz que o Governo do Ceará ainda está estudando, nos próximos dois meses, o portfólio de projetos de infraestrutura econômica que poderão ser levados ao processo de concessão. “Estamos selecionando aqueles projetos de infraestrutura que agregariam para o Governo do Estado a questão do desenvolvimento econômico”.
FROTA DE OFICIAIS DA FORÇA DE DEFESA DO JAPÃO VISITARÁ O PORTO DE SANTOS
A frota de treinamento para formação de oficiais da Força de Defesa do Japão atracará no porto de Santos, no litoral de São Paulo, nesta quarta-feira (5). Os navios ficarão no Porto até o sábado (8).
Os navios Kashima, Shimayuki e Yamagiri sairam de Tóquio no dia 21 de maio e percorrerão 12 países. No total, 710 tripulantes, sendo 169 recém formados, participam da navegação. A esquadra de treinamento se dividirá entre as cidades do Rio de Janeiro e Santos e, no próximo sábado, partirá para Montevidéu, no Uruguai.
Na próxima quinta-feira (6), as embarcações serão abertas para visitação do público, das 9h às 11h30 e, na sexta-feira (7), haverá um mutirão de limpeza na praia, entre o Gonzaga e o Parque Municipal Roberto Mário Santini, no José Menino, envolvendo santistas e japoneses.
A visita faz parte de uma programação que tem como objetivo a expensão da perspectiva internacional e aprofundamento das relações de amizada com os países visitados.
Fonte: Do G1 Santos
Data: 03.07.2015 Veículo: PORTOS E NAVIOS Caderno: Pág.: Classificação:
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“SEM INOVAÇÃO É DIFÍCIL EXPORTAR”, DIZ ESPECIALISTA
O câmbio deu novo ânimo a uma leva de empresas do setor têxtil. Pesquisa feita em julho pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit) mostra que 85% das empresas consultadas querem retomar ou iniciar exportações. No fim de 2014 esse porcentual era de 50%. Segundo José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados, o câmbio é importante, mas, sem inovação, exportar é difícil. "E inovar leva pelo menos dois anos, por isso quem está conseguindo exportar são empresas que já estão preparadas."
A fabricante de pastilhas de freios Federal Mogul aumentou em 31% o volume de exportações no primeiro semestre e conquistou clientes em três novos mercados - Chile, Paraguai e Uruguai. "Na América do Sul pois os preços voltaram a ser atrativos", diz o diretor-geral José Roberto Alves.
"Neste momento só nos resta atacar a exportação, pois não há o que fazer para aumentar os volumes internos", diz Odair Renosto, presidente da indústria de máquinas Caterpillar. A dificuldade, diz ele, "é que competimos com países que também estão desvalorizando suas moedas, mas não têm inflação tão alta e custos maiores”.