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DA TERRA ELEMENTS. Martins 2. Raphael Martins de. particularidades de como a renda. da terra se. renda. land is. KEYWORDS: rent.

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EL RESU Este fenôm análi pesqu partic de co PAL renda ABST This segre the c to ap segre const KEY rent.        1 Esse Socia 2 Mes Unive (UEC 3 Prof Socia Estadu Exten ELEM DET LEMENTS UMO artigo obje meno da s ises sobre a uisa de cará cularidades omo a renda LAVRAS-C a fundiária; TRACT article aim egation phe challenges p pprehend t egation in B tituted and p YWORDS:         e texto foi ini l, realizado em stre em Serviç ersidade Estad CE). Integrante fessora do Cu l pela Univer ual do Ceará nsão do Curso MENTOS PA TERMINAN FOR THE etiva discor egregação cidade e os áter bibliog da segrega a da terra se CHAVE: Di renda difer ms to discu enomenon, d posed to urb he socio-hi Brazil, with participates Right to cit        icialmente pu m 2016, em R ço Social pela dual do Ceará e do Instituto C urso de Serviç rsidade Federa (UECE). Inte de Serviço So ARA A DIS ANTE PARA DISCUSSIO SOCIO-SP rrer sobre a socioespac s desafios p gráfico para ação socioes e constitui e ireito à cida rencial.

uss the land discussion o ban social m istorical de h special at s in this phe ty; housing         ublicado nos A Ribeirão Preto, Universidade (UECE). Gra Caio Prado Jr ço Social da F al de Pernamb egrante do In ocial da Facul SCUSSÃO D A A SEGRE ON OF LAN PATIAL SEG renda da t ial, discuss postos aos m a apreensão spacial no B participa n ade; questão d rent as a often absen movements. eterminants ttention for enomenon. issue; socio Anais do XV são Paulo, e m e Federal do R aduando em Se . (ICP). rapha Faculdade do buco (UFPE) stituto Caio P ldade do Vale DA RENDA EGAÇÃO SO ND RENT A GREGATIO terra como são muitas movimentos dos determ Brasil, espe nesse fenôm o da habita a determini nt in studies A bibliogr and the p r the analys o-spatial seg Encontro Na modificado pa Rio de Janeiro erviço Social aeltel@yahoo. Vale do Jagu . Graduada em Prado Jr. (ICP do Jaguaribe A DA TERRA OCIOESPA AS A DETE ON Raphae Carol elemento d vezes ause s sociais urb minantes sóc ecial atenção meno. ção; segreg ng factor i s and analy raphic resea particulariti sis of how gregation; l acional de Pes ara a presente (UFRJ). Grad pela Universi com.br uaribe (FVJ). m Serviço So P). Integrante (FVJ). carol_ RA COMO ACIAL1 ERMINANT el Martins de line Magalhã determinante ente em es banos. Foi r cio-históric o foi dada à gação socioe in the socio yzes on the

arch was car es of socio the rent of and rent; di squisadores em publicação. duado em Filo dade Estadual Mestranda em ocial pela Uni

da Casa de P _pds@hotmail T FOR e Martins2 ães Lima3 e para o studos e realizada os e das à análise espacial; o-spatial city and rried out o-spatial f land is iferential m Serviço osofia pela l do Ceará m Serviço iversidade Pesquisa e l.com 

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1. interp Sabe são e terra do tr renda do m traba quest exem brasi reest conc conju pelos não favor da r espec const local urban realo segre ocorr realiz . INTROD Ao se pretemos c e-se que no extraídos va . O fundam rabalho: a t a relativa à mar com a m alho. A rend tões agrária mplo, em se ileiras ocorr truturação orrem para untos habita s governos enfrenta o rável à acum O Estad renda da te culação, vis trução de n lizam os con nização que ocações, com A rend egação soci re, faz-se zada sob os DUÇÃO buscar an como parte modo de p alores, distr mento prime erra em si proximidad montanha), da da terra as, urbanas e referindo à re um alto do espaço o processo acionais, vo recentes, nã problema mulação cap do, através erra: nas á sto que sua novos equipa njuntos hab e ignoram mo se num j da da terra é ioespacial e necessário s imperativo nalisar o q de uma to produção ca ribuídos sob eiro da rend mesma não de com um por exempl é frequent e ambienta à questão u índice de v urbano, p o de segreg oltados às c ão traz uma da forma d pitalista, con de program áreas de o s moradias, amentos pú bitacionais, g a participa jogo de tabu é um dos p em nossas c analisar a os das relaç que constit otalidade pr apitalista, a b diferentes da da terra, o gera nenh ma paisagem lo, somente temente esq ais no atual urbana, reco valorização potencializa ação socioe camadas m a resposta e de apropria nsequentem mas e polític origem dos , em sua m úblicos e ob geralmente ação popula uleiro, em q principais el cidades. Par própria p ções sociais tui a renda rópria ao m partir da ex formas. Um tratando-se huma valoriz m natural sup e pode gerar quecida em l estágio do orte deste ar de áreas, e ados pela espacial. M mais empobr eficaz à que ação da ter mente, à sua cas, acaba p novos m aioria, pobr bras em gera nas periferi ar, impondo que os peões lementos, d ra entender rodução so s de produç a da terra modo de pr xploração d ma dessas f do urbano, zação de ca perestimada r valor com m estudos qu o capitalism rtigo, que n estimulado p especulação esmo a con recidas da c estão da hab rra, sequer reprodução por criar con oradores, a res, podem al; e na próp

ias das cida o autoritaria s são pessoa determinant r de que for ocial da ci ção capitalis é preciso rodução cap da força de formas é a r , é a materi apital, até m a (como o e m a incorpor ue tratam s mo. Percebe nas grandes por movime o imobiliár nstrução de classe traba bitação, isto da renda d o. ndições de e abrindo ma ser demoli pria área em ades, via pro

amente rem as de verdad tes ao fenôm rma esse fe idade, conc stas. A prop o que a pitalista. trabalho renda da ialização mesmo a encontro ração de sobre as e-se, por s cidades entos de ria, que grandes alhadora, o porque da terra, elevação argem à das para m que se ojetos de moções e de. meno da enômeno cebida e priedade

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da te deter 2. form aglom subúr Dess urban benef urban vias valor ao lo veze        4 Ado à crít renda neces 5 Em desen como 6 O qu de mo lança intelig proce um só proce quais destaq disper mater mais (MAR 7 O co “acess movim empob de va subme espaç erra, o valo rminante pa . A RENDA sócio-histó No Bra mou grande p merações ur rbios e lotea a forma, a c no brasileiro ficiaram tan nizadas com Ao disp e meios de r à terra. Ta ongo dos an s, comunida         otamos como r tica da econo da terra, ap sárias. virtude da a nvolvidas e ta exemplos. ue revela aind oradia. Este du mão do mét gível se relac sso somente s ó tempo, nos p sso (o momen o processo d que); e possib rsão em peri rializado na te pauperizadas RTINS, 2014, onceito de esp so aos serviç mento contra brecidas da cl alor incorpora etidos ao fen os, a fim de q or de troca ara a constitu A DA TER óricos para a asil, historic parte do te rbanas. Imp amentos per classe trabal o, resultand nto com a v m recursos do pender trab e locomoçã al valorizaç nos, a interv ades inteira        referência teó omia política, presentado pri abertura de av ambém do pad da o duplo pro uplo processo todo de apre cionada às co se mostra inte permite compr nto determinan de trabalho, p bilita apreend iferias; plane rra promove s s da classe t p. 21). poliação urba ços de consum ditório, que lasse trabalha ado à terra, ômeno da seg que o capital p a, a extraçã uição da ren RRA E A S a discussão d camente, a cido urbano portante res riféricos, ela hadora atuo do daí rend valorização d o Estado ou balho a fim ão, acesso à ção gera o i venção legal s a fim de p         órica a análise que reconhec incipalmente venidas e da drão de quali ocesso de exp o, não podería ensão do rea ondições de i ligível se lanç reender a urba nte como send portanto, a e der o processo ejamento urba sua urbanizaçã trabalhadora ana continua a mo coletivo” consiste na e adora, que em e encarecime gregação soci possa reprodu ão de mais nda da terra SEGREGA de suas parti classe traba o das cidad ssaltar que a também co ou diretamen da da terra das áreas ce pelos própri m de garanti à água e en interesse da lista (ou não possibilitar a e elaborada po cemos como no terceiro l normatização idade imposto ploração da for amos deixar d al desenvolvid industrializaçã çarmos mão d anização enqu do o processo xploração da o de urbaniza ano e fragm ão e, ao eleva para áreas a atual, mas não (KOWARIC expulsão da decorrência d ento do bens ioespacial, pa uzir-se (como s valia, etc. a e dos fenôm AÇÃO SOC icularidades alhadora, oc des brasileira na formaçã oncorreu par nte sobre o p para os pr entrais5 com ios trabalhad ir suas cond nergia, etc.) a burguesia o) e coerciti a espoliação or Karl Marx e atual. Realiza livro da obra o do tipo de o à construção rça de trabalh de destacar, so do desde Ma ão e urbaniza do materialism uanto processo o de produção força de tra ação em sua mentação em r o valor da te ainda mais d o deve ser red CK, 1979, p. força de trab do aumento da s e serviços ara que se efe o demonstram . exercem menos por e CIOESPAC no Brasil cupando o as, constitu ão de nossa ra a valoriza processo de roprietários mo das perif dores6 (MA dições de h , a classe t

por tais áre iva do Estad o urbana7. em sua obra O amos um estu a, buscando r atividades q o de novos e ho: no local de omente pode s arx: “Dupla e ação do Bras mo histórico-di o histórico [... , industrial e d abalho pelo c contradição: propriedades erra, resulta na distantes dos duzido ao ref 73). Ele dev balho, princip a quantidade necessários à etive a valori m as análises d papel prim ela transpas IAL: determ espaço, con indo-as em as cidades, ação do solo produção d de imóveis féricas, fosse RTINS, 201 habitação (m trabalhadora eas, tendo o do; remove O Capital, con udo temático respeitar as m que poderiam difícios, pode e trabalho e ta ser compreend exploração tão sil. A apreen ialético, uma v .]; revela o ce do espaço urb capital, ocupa formação de s privadas; o a expulsão da centros urb ferencial de ne ve ser referen palmente das de trabalho, o à sua reprod zação de dete de exemplos h mordial e ssados4. minantes nstruiu e grandes favelas, o urbano. do espaço s que se em essas 14). moradia, a agrega ocorrido, ndo, por ntribuição acerca da mediações ser nelas emos citar ambém no dido, se se o-somente nsão desse vez que, a ntro desse bano – nos a papel de centros e o trabalho s camadas banos.[...]” egação do nciado no s camadas ou melhor, dução, são erminados históricos,

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do p traba habit força segre brasi supri Foss vazio políti conq prom conse quad refor políti funda sua c da te escas comp produ        tais co seu em impõe despej atribu deste branc proce 8 Poré dessas execu A class aís, sua for alho em tro tação, não c a de trabalh egados em r ileiras, a cla imido seu d Há, con em nos cort os urbanos, icas sociais quistando hi É preci movem a esp equentemen dro de excl rçam os me ica urbana amental na Cad constituição erra urbana ssez, muito Part preendido n ução que r         omo as reestru minente admir e à luta de co ejo forçado no uindo-lhes reco momento, es a” das fraçõe ssos de valori ém, vale ressa s atuações e in ução das políti

se trabalhad rça de traba oca de baixo constava es ho. Assim, a relação à ce asse trabalh direito à cida ntudo, exem tiços, na rec , na organi s voltadas à storicament iso, porém, peculação im nte, à propri lusão urban ecanismos consequen constituição a vez mais, o e seus det , num país menos de u e-se da hipó no campo d regem o se        uturações urb rador, Pereira omunidades q o curto prazo) onhecimento j stão criadas a s empobrecid ização e sua co altar, a maioria ntervenções, e icas sociais. N

dora foi exp alho foi exa

os salários. ste no cálcu a classe tra entralidade hadora foi e ade (MART mplos de re construção ização da c à moradia d te políticas ter clareza mobiliária ( iedade da te na existent que resulta nte não pod o do espaço , se mostra terminantes de dimens um atraso le ótese de qu da Economi eu uso, poi        anas impleme Passos, no Ri que, após con

), busca regul jurídico por m as condições das dos trabalh

onsequente, a a dessas conqu extraindo o m Não abordarem plorada dire austivament . Salários e ulo do valo abalhadora p urbana. Lo spoliada e TINS, 2014) esistências a de favelas d classe traba digna, na lu públicas vo de que sem (o que está erra), as pol e no Brasi am na segre de se furtar o urbano. necessário . Afinal, é sões contine egislativo. e o problem ia Política is o acesso              entadas por Ha io de Janeiro, nquistar a pos larizar os lote meio de título propícias às hadores que h especulação i uistas são tran máximo de lucr mos essa quest

etamente no te consumid esses que n r necessário produziu es ogo, na traje segregada s ). ao processo destruídas m alhadora em uta do mov oltadas à urb m que se fa intrinsecam líticas públi il, implicam egação soc r a enfrenta a retomada inaceitável entais, com ma da terra n crítica, da a o à terra n        aussmann em no início do s se da terra (o es individuais de propriedad estratégias bu habitam essas imobiliária. nsviadas pela ro possível, in tão tão polêmi

o processo da em exten ão contabil o à garantia spaços muit etória de for socioespacia o de segreg mediante fo m torno de vimento pela banização e aça frente ao mente ligado icas, que ob m no seu ioespacial. ar a “quest a do estudo que se com mo sendo fr no Brasil tã análise das não pode, n          m Paris no find século XX). D ou seja, esteja (realizar a re de privada (“p urguesas que regiões. Expu burguesia, qu nclusive interf ica, dados os l de industri nuantes jorn lizavam o p a de reprod tas vezes af rmação das almente, ten gação socioe ogo, na ocup e reivindica a Reforma à habitação os mecanism o à renda da bjetivam enf contrário, Sendo assi ão da terra o da renda mpreenda a ruto de sua ão somente p relações so no capitalis        dar do século X Daí a contradiç a descartado o egularização f papel da casa” resultam na ulsão estas ad ue trata de tira ferindo na form limites desse t ialização nadas de preço da dução da fastados, s cidades ndo sido espacial. pação de ações de Urbana, o8. mos que a terra e, frentar o ou seja, im, uma a”, ela é da terra: questão suposta pode ser ociais de smo, ser         XIX e por ção que se o risco de fundiária), ”). A partir “expulsão dvindas de ar proveito mulação e trabalho.

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conc relaç Com chão 3. adota no f estud produ mom proce habit desen do a imóv 2) lu insol mom amor dos i pape seja p que terren para cidad final sob o ebido apen ções sociais mo também , é capital” . BREVES Uma an ar como pon final do pro diosos do ur ução do esp mentos. Prod essualidade O preç tação, por nvolve um aluguel em: vel (compre ucro dado p lventes (do mentaneamen rtizados; 5) Por cons impostos es l da renda d para alugue o trabalho no, mas, e a valorizaç des o preço O moti exponencia o exame da as como m que o perp afirma Fran (OLIVEIRA APONTA nálise que b nto de parti ocesso de rbano, tamb paço. A pro dução, circu e. O acesso à ço pago pel exemplo, é fenômeno e : 1) amorti eendido o lu or esse cap os aluguéis nte vagas; renda da te seguinte, alé statais, das da terra par el). Diante d incorporad principalm ção do solo dos aluguéi ivo pelo qu almente sup a renda da t ero acesso assam, com ncisco de O A, 1976, p. MENTOS busque apre ida a produç circulação, bém tem co odução é co ulação, dist à terra parti la classe tr é composto econômico ização do c ucro do cont pital; 3) desp não pago 4) juros co erra. ém das rela transações ra a formaçã da complex do à terra, p mente, da in o urbano. I is é muito s ual a prática perior ao ca terra. Como a uma cois mo uma rela Oliveira, em 65-6). SOBRE A ender o pro ção do espa que ganha omo base re ompreendida tribuição e cipa nessa p rabalhadora a partir d (ENGELS, capital inve tratista da o pesas corre os) e das orresponden ações merca s comerciais ão do valor xidade dessa por meio n nfraestrutura Isso justific superior ao d a da locaçã apital inicia o afirma En a, mas deve ação social ( m seminal en RENDA D ocesso de fo aço. O mom a lugar cen eal e determ a, como pro consumo, d processualid em um al de condiçõe 1976). Eng estido origi obra), propo ntes de rep perdas oca ntes ao cap antis diretas s e instituc de troca da a questão, n não só de i a urbana, é ca, inclusiv de outras. o permite a almente inv gels (1976) e-se consid (NETTO; B nsaio: “o ch DA TERRA ormação da r mento da dis ntral em al minante a pr ocesso de p dialeticamen dade. luguel ou n es reais, co gels (1976) inariamente orcional à de aração e da asionadas c pital e ao l s, das varia cionais, é es as habitaçõe não se pode intervençõe um dos fa e, o fato d ao proprietá vestido só p ), se ao fim erar o conju BRAZ, 2011 hão da pátr A renda da ter stribuição, s lgumas aná rodução, no produção, do nte compon na compra oncretas em decompõe e na constru eterioração a média das com as ha lucro gradu ações inflaci ssencial ob es (seja par e deixar de o s específica atores funda de que em ário obter u pode ser enc m da vida úti unto das 1, p. 58). ria não é rra, deve sucedido álises de o caso, a otado de ndo essa de uma m que se o preço ução do da casa; s dívidas abitações ualmente ionárias, servar o a venda, observar as a um amentais algumas um valor contrado il de um

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imóv inicia está espaç que c (ENG se nã sobre propr (MA sendo traba valia antec repar como

vel, seu pro al isso se de Engels relacionado ço urbano: crescem rap GELS, 1976 ão se levar e o qual o im A rend rietário da ARTINS, 20 o assim, co alho vivo. E O capit a extraída cipadamente rtir com ele o condições prietário co eve exclusiv Ao prop pert que ‘cin isso não na m casa esclarece a o à velocida “tais aumen pidamente, m 6, p. 102). P em conside móvel foi er da da terra terra. Port 014). Advém orresponde Eis a sua fon Tod Na rend fund das (tra talista que a aos propr e cedido, s es parte da m s da produçã A t emp part lucr onseguiu ob vamente ao fim desse t prietário tam tence) e os e já não rep nco ou dez o se deve ex o é um segr maioria dos a são pessoa ainda que o ade do cres ntos coloss mas não nu Por consegu eração a ren rguido, ou s deve ser e tanto, a ren m, no entan à parcela d nte. da renda fun forma men da natural. diária é sem mercadori abalho exced atua no proc rietários d sob as form mais valia p ão: terra e o c préstimo ao te da mais-ro àqueles, bter cinco, d aumento da empo, o inq mpouco. Es materiais d presentam u vezes seu xclusivamen edo para ni s casos, o p as distintas o crescimen scimento de ais dos alug um povoado uinte, não s nda corresp seja, a renda entendida c nda da terr nto, da mais do produto ndiária é m nos desenvo Mas, no mpre sobra ias, a qual dente) (MA cesso de pro de terra e mas de rend porque lhe capital – q os capitalist -valia na fo naturalmen dez vezes o a renda da t quilino já nã ste já não p de construçã uma casa. E custo de p nte a um au inguém, em proprietário (ENGELS, to exponen e uma cidad guéis some o onde a ren se pode exp pondente ao a da terra. omo parcel ra se situa s valia form do trabalho mais-valia, p olvida, é dir modo capi acima do lu l por sua ARX, 2008, p odução é ob de capit da e de juro cederam co que os capi tas ociosos orma de ren

nte, por ter

ou mais seu erra: ão tem casa possui senã ão que nele E se, no ent rodução ini umento da re m lugares co do terreno 1976, p. 10 ncial da rend de, ao inten nte se apre nda quase nã plicar o alto o aumento d la da mais no momen mada no pro o excedente produto do etamente pr italista de ucro, acima vez consi p. 846). brigado a “c tal monetá os, ou seja, omponentes italistas ind e porque tê nda, juros, r sido uma u custo de p a, é certo, m ão o terreno se encontr tanto, a cas icial’, verem enda do sol omo Londre e o proprie 01-2). da da terra nso adensam sentam nas ão sofre alte o valor dos do valor do valia que nto da dist ocesso de pr e, da explor trabalho ex roduto exce produção, a da fração iste em m ceder” parte ário que l , o capitali s que se con dustriais tom êm de ceder etc. – prop a das condi produção mas o seu o (se lhe am, mas a cobriu mos que lo; o que es, onde, etário da também mento do cidades erações” aluguéis o terreno cabe ao tribuição rodução, ração do xcedente. edente, a a renda do valor ais-valia da mais lhes foi sta deve nstituem mam de r a estes piciaram ições da

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traba totali mesm Ela t própr não mani some reves capta quan comp naqu terra fato        9 Tod social globa A valo alho nela p idade do tr ma: Vale ch em como pr ria divisão d se podem ifestadas no A rend ente parte stida para o ada pela pr ntum de mai posição do uele (MARX O mono , em fonte p de milhões         dos os ramos e l; o tempo de l. prod prod RA orização da própria, ela rabalho soc Exa fund cara mod pelo do q hamar atenç ressuposto a da sociedad m olvidar a o devenir do Ess ser jurí exc esqu da fundiária da mais v o capitalista ropriedade is valia da q capital, ma X, 1985, p. 2 opólio da pr para a “exp de pessoas        e todos os pro e trabalho corr dução do pr duto excede MOS, 2013 a proprieda apresenta cial9, e não atamente no diária, do d acterística p do algum, o desenvolv qual ele não

ção para o f a proprieda de em propr as diferenç os modos de e caráter c a realizaçã dica em v lusividade d ueçam as di a sob o mo alia interce a, compond da terra, a qual se apro ais exatamen 234-5). ropriedade ploração des serem obri         odutos da prod respondente à roduto em g ente ou con 3, p. 16). de fundiári uma pecul do desenv o caso da desenvolvim peculiar o fa determinad vimento do o participa ( fato de que de fundiária rietários e nã ças entre a e produção: omum das d ão econôm virtude da determinada iferenças (M odo de prod eptada pela do assim a apropriada p opria o prop nte da maio fundiária ur savergonhad igadas a mo dução capitali à sua produçã geral e da pa nfigura mai ia não está liaridade, v volvimento valorizaçã mento da r ato de o mo do pela inte trabalho so (MARX, 19 a renda da a e o trabalh ão proprietá as diversas diferentes f mica da pro qual difer as parcelas MARX, 200 dução capita a proprieda taxa geral pelo propri prietário de or ou da me rbana se con da da misér orar em gran

ista devem ser ão como send

arte do prod s-valia (MA á limitada visto que se do process ão econômi enda fundiá ontante dess ervenção de ocial, que n 985, 139). terra é ante ho social. É ários (MAR s formas d formas da re opriedade fu rentes indiv do globo te 08, p. 845). alista, por de fundiári de lucro, a ietário fund e terra depen enor quantid nstitui, para ria” (MARX ndes centro r concebidos do parte do te duto a qual c ARX apud R à incorpor eu valor re so de traba ica da prop ária, aparec sa renda não e seu recept não depend erior ao capi É tão antiga q RX, 2008). C da renda f enda fundiá undiária, da víduos detê errestre – fa conseguinte ia. Em vez a renda fun diário, aind nda da difer dade de cap a os propriet X, 1985, p. os urbanos, como parte d mpo de traba constitui RAUTA ração de esulta da lho nela priedade ce como o ser, de tor, mas de dele e italismo. quanto à Contudo, fundiária ária – de a ficção êm com az que se e, é tão-z de ser ndiária é da que o rença de pital fixo tários de 237). O sem que o trabalho alho social

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se ex form direit princ socio nece indus nece da te espec capac “part ordem renda solo 1985 “o qu é, as relaç relaç 4. partic traba sob a de de        10 Aqu do sol espaç neces xtinga tal m ma de renda to de habit cipal fonte oespacial. Sendo ssidade de striais, fer ssariamente erra constitu culação imo Contud cita os prop te do mais-t m do real, a capitaliza e, por isso 5, p. 239). N ue efetivam s relações s ções sociais ções de prop . CONSIDE A cont cipa de no alhadora. Um a pauta da m Após c espejo forç         ui se revela a lo enquanto e o, enquanto q sário “de toda

monopólio, a fundiária, tar a Terra” dos male assim, o au moradias)10 rrovias, c e no aumen ui o elemen obiliária “nã do, é preci prietários “d trabalho da é encobert ada, portanto o, este pode No entanto, mente o gero sociais de p s de produ priedade (po ERAÇÕES tradição é ossa realida ma contradi moradia: a b onquistar a ado no cur        importância d espaço e funda quantidade de a produção e d permite qu , simplesm ” (MARX, es propriam umento pop 0 e o desen casas com to da renda nto fundame ão é o imóv so não per de determin sociedade” ta durante o o exatamen e ser vendid tal título ju ou, foram as produção c ução (portan or conseguin S FINAIS uma catego ade, de nos ição se imp busca pela p posse da te to prazo), m         da oferta e da amento” (MA e espaço, poi de toda ativida ue seus pro mente exigin 1985, p. 2 mente urba pulacional nvolvimento merciais, e a imobiliária ental do pre vel, mas a re rder de vis nadas porçõe ” (MARX, 1 o devir de nte esse trib do como qu urídico não s relações d capitalistas. nto, um co nte, um con oria própria sa cotidian põe à luta de propriedade erra, ou da m muitos busc procura: “A d ARX, 1985, p.

is, como lem ade humana” (

oprietários o ndo dos tra 237). Essa anos, princí (levando, c o de capital estabelecime a. O que lev eço do alugu enda fundiár sta que a es do globo 1985, p. 239 seu movim uto capitali ualquer out é fruto da v de produção É preciso onceito eco nceito jurídi a ao modo nidade, e nã e moviment privada da moradia (ou cam regular demanda de te 238). Trata-s mbra Marx, o (MARX, 1985 obtenham v abalhadores relação soc ípio e mo consequente l incorporad entos fabr va Marx a a uel e que o ria” (MARX propriedade o terrestre” a 9). Tal relaç mento “pela izado, apare tro artigo co venda. Esta o” (MARX, não confu onômico) c co). o de produç ão se exim tos e comun terra (ou da u seja, esteja rizar os lote errenos para c se aqui da terr espaço const 5, p. 238). vultosos luc s “um tribu cial se con tor da seg emente, à c do à terra (e ris, etc.) afirmar que objeto prin X, 1985, p. e fundiária a se apropri ção, estabel circunstân ecer como p omercial” ( apenas o tr , 1985, p. 2 undir o con com o conc ção capitali me à luta d nidades orga a habitação) a descartado es ou apart construção ele ra meramente titui-se como cros, em uto pelo stitui na gregação crescente edifícios resulta e a renda ncipal da 238). a apenas iarem de lecida na cia de a preço do (MARX, ransfere: 239), isto nceito de ceito de ista. Ela da classe anizadas ). o o risco tamentos va o valor e enquanto elemento

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indiv priva a pro proce popu propr uma ciclo soluc Fried novo redim “exp uma “dire revol como sua n deve Esta,        11 Par (prim “priva por ve um d inferio contro teve in o tráf perife trabal habita ambie eletric institu transf vez m viduais, atri ada (“papel opriedade d esso de trab Muitas ulares e asso riedade da h remoção si o de segrega Dessa f cionará o p drich Engel os moldes mensiona a ulsão branc A estraté demanda im eito à cida lucionária d o forma sup negação aos Lefe ria ser enfre , como ficou         recem esquece eira-ministra atizadas”, com endê-las, com dos primeiros

ores, que pod ole de um val nício a especu fico de influên erias de cidad lhadora em ce ações a preço entes urbanos cidade, energ uições públic formação do p mais antes as c ibuindo-lhe da casa”); o da terra qu balho social gestões t ociações de habitação s ilenciosa, n ação socioes forma, comp problema da ls já afirma a espoliaçã segregação ca”. égia propos mediata, ma ade” (LEFE do “direito perior dos d s processos ebvre compr entado por u u evidente,        er, estas gestõ

inglesa entr mpradas ou do mo explica Har ativos a ser eriam agora p lioso ativo e a ulação imobili ncia, a engan des como Lo entros de inte os acessíveis s. Na Inglate gia, transporte as (como as padrão domina lasses altas do s reconhec o que se co ue permite . idas como e moradores eu mote de não almejad spacial11. preende-se a “dívida h ava em 187 ão da class o socioespac ta vai além as não se re EBVRE, 2 à cidade”, direitos, com capitalistas reendeu que um program tão-soment         ões e movime re 1979 e oadas a morad rvey (2013): “N privatizados. passar de locat aumentando s iária, particula nação pura e ondres, transfo ensa ocupação levou ao surg erra, a subse e), a liquidaç universidade ante de relaçõ o que as baixa imento jurí nfigura com que dela s “democrá s, em todo luta, contu da pelas fam que não é histórica co 72, a propri se trabalhad cial, uma ve m da luta por sume a isso 2008a). He a situa com mo bandeira de produçã e o primeiro ma revolucio te pode ser entos, que, du 1990), habit dores. Estes, te No caso de Th . À primeira tárias a propri suas posses. M armente nos lo simples ou a ormando anti o de imóveis gimento de c equente priva ção de empr es) de acordo ões sociais e a as” (HARVEY ídico por m mo contradi seja extraíd áticas e po o Brasil, fi udo, à realiz mílias trabal a propried om os exclu iedade priva dora no pr ez que entr r moradia, q o. A estratég nri Lefebv mo oposiçã a de luta da ão e “reform o e mais im onário, era superada se urante o gover tações sociai endo a proprie hatcher, o gra vista, isso p ietárias a um c Mas, tão logo ocais centrais a expulsão de igos conjunto pelas classes cidadãos sem-atização dos resas públicas o com uma l a uma redistri Y, 2013, p. 13 meio de títu ção, uma ve da a renda, opulares”, v izeram da b zação desse lhadoras po dade privada uídos” das ada da hab rocesso ger am em cen que é neces gia que se im vre, ao for ão à segreg classe traba mulação” do mportante pro o da segreg e for extinta rno neoliberal is, de propr edade privada ande estoque d pareceu uma custo relativam essa mudanç mais valoriza populações d os habitaciona médias [gent -teto e da ano serviços (ág s e a moldag lógica comer ibuição de ativ 1). ulo de prop ez que é jus pela medi vários mov busca pelo t “desejo” so obres, que r a da habita cidades. T bitação reco ral de prod a “mecanis ssária, pois mpõe é da l rmular a c gação socioe alhadora qu o espaço urb oblema urb gação socioe a a renda da l de Margaret riedade estata dos imóveis, de habitações dádiva para mente baixo, ça de condição ados, à qual se de baixa rend ais destinados trification]. A omia social e gua, telecomu gem de muit rcial levaram vos que favor

priedade stamente iação do vimentos título de obrevém renova o ação que al como oloca em dução, e mos” de parte de luta pelo consigna espacial, ue afirma bano. ano, que espacial. a terra. O t Thatcher al, foram acabaram sociais foi as classes obtendo o o ocorreu, e seguiram da para as s à classe A perda de em muitos unicações, tas outras à radical receu cada

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direi espaç que a urban avan socia escas metró espaç na so direit cidad Nova 5. ENG Boite ____ Text HAR KOW LEFE ____ ____ à la v ____ (Trad MAR espaç Prog ito à cidade ço produzid Em afirma sua n no que resu nços civiliza Não ima ais de produ ssez de infr ópoles (MA ço que não ocialização, to à apropri de” (LEFEB a Vida na C . REFERÊ GELS, Fried empo, 2008 ___. Contrib tos, v. II. Sã RVEY, Dav WARICK, L EBVRE, He ___. A revo ___. Espaço ville: suivi d ___. A re-p dução de: 1ª RTINS, Rap ço estratégi grama de Pó e consiste no do com vista suma, o dir negação aos ulta (quase atórios. agina Lefeb ução capita raestrutura ARTINS, 2 negue a ce , ao habitat iação (bem BVRE, 200 Cidade. ÊNCIAS BI drich. A si 8. buição ao p ão Paulo: So id. O novo Lúcio. A Es enri. O dire lução urba o e Política de Espace e produção ª parte de L phael M. de ico da luta ós Graduaçã o “direito a a a essa des reito à cida s processos que invaria bvre ser po alistas. Não e de equip 2014), mas ntralidade, t e ao habi distinto do 08a, p. 118 BLIOGRÁ ituação da problema da ociais, 1976 imperialism poliação U eito à cidad ana [1970]. a [1972]. Be et politique) das relaçõ a survie du e. “Entre o a de classes ão em Serviç

a não ser afa criminação ade se const capitalistas avelmente) ossível rea se trata de pamentos ur do direito que afirme itar. O dire o direito à p ). Criarmos ÁFICAS a classe tr a Habitação 6. mo [2003]. Urbana. Rio de [1968]. 5 3. reimp. B elo Horizon ). ões de pro capitalisme pensar e o s. 2014. Di ço Social da astado da so ” (LEFEBV titui na band s de produçã em sua seg lizá-lo sob um “direit rbanos das à uma out “o direito à eito à obra propriedade) s uma nova abalhadora o. In: MAR 7. ed. São P o de Janeiro 5. ed. São Pa Belo Horizon nte: UFMG, odução [19 e). o viver”: um issertação ( a Universid ociedade e d VRE, 1973, deira de lut ão e “reform gregação, em os impera to à cidade” periferias e tra cidade, à liberdade (à atividad ) estão imp a cidade e a na Ingla RX, Karl; E Paulo: Loyo : Paz e Terr aulo: Centau nte: UFMG 2008c. (Tra 973]. Porto m estudo so (Mestrado e ade Federal da civilizaç p. 38). ta dos traba mulação” do m sua exclu ativos das ” que se pa e favelas de à produção , à individu de participa licados no nela criarm aterra. São ENGELS, F ola, 2013. ra, 1979. uro, 2008a. G, 2008b. adução de: L : Escorpião obre a cidad em Serviço l do Rio de ção, num lhadores o espaço usão dos relações aute pela e nossas o de um ualização ante) e o direito à mos uma o Paulo: riedrich. Le droit o, 1973. de como o Social) Janeiro.

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MAR São P ____ Abril ____ Civil ____ marx MAR suple HOB Janei NET São P OLIV Qual Deba Brasi RAU Anch ZINE 181, RX, Karl. F Paulo: Ática ___. O Cap l, 1985. ___. O Cap lização Bras ___. Sobre xista, n. 08 – RX, Karl; ementares BSBAWN, E iro: Paz e T TTO, José P Paulo: Cort VEIRA, Fr lidade do C ate 3: O B iliense, 197 UTA RAMO hieta, ES: 20 ET, Caio. S São Paulo, Fetichismo e a, 1984. pital, crítica ital, crítica sileira, 2008 a nacionali – A Questão ENGELS, de Marx Eric J. (Org Terra, 1977. Paulo; BRA ez, 2011. rancisco de Conflito de Banquete e 76. OS, Maria 013. (Traba São Paulo: a p. 16-7, ma e reificação a da econo da econom 8. zação da te o Agrária. S Friedrich. e Engels g.). Formaç AZ, Marcelo e. Acumula Classes [1 e o Sonho Helena. R alho não pub a capital da ar. 2012. . In: IANNI omia polític mia política. erra. In: No São Paulo: I A Ideolog sobre prob ções econôm o. Economi ação Monop 1976]. In: O – Ensaios Renda Fun blicado). a desigualda I, Octávio (

ca. Vol. III,

Livro III, v ovos Tema ICP, 2013. gia Alemã. blemas de micas pré-ia Política: polista, Est OLIVEIRA sobre eco ndiária Urb ade social. I (Org.). Kar , Tomo 2.

vol. VI. Rio

s: Revista d [Extrato r periodicid capitalistas uma introd tado e Urb A, Francisco onomia bra bana: sua In: Revista l Marx: soc São Paulo: de Janeiro: de debate e retirado em ade históri s. 2. edição dução crític banização: A o de. Cade asileira. São lógica exp a Caros Am ciologia. Editora : Editora e cultura m Textos ica]. In: o. Rio de ca. 7. ed. A Nova ernos de o Paulo: plicativa. migos, n.

Referências

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