• Nenhum resultado encontrado

Cortes nas Finanças Pessoais 2014

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Cortes nas Finanças Pessoais 2014"

Copied!
47
0
0

Texto

(1)

Cortes nas Finanças Pessoais 2014

Baker Tilly

Janeiro 2014

(2)

Cortes nas Finanças Pessoais 2014

Índice

Nota introdutória Sumário Executivo Contexto económico Rendimento em 2013

Regime de trabalho por setor de atividade Afetação do rendimento em 2013 Alimentação Saúde Habitação Combustíveis Créditos e poupança

Cortes orçamentais para 2014 – finanças pessoais 3 4 8 13 16 20 23 26 28 32 35 40

(3)

Pese embora os sinais de melhoria evidenciados pela economia portuguesa, as alterações previstas com a entrada em vigor do Orçamento do Estado para 2014, constituem um claro desafio para todos os portugueses.

Através do estudo “Cortes nas finanças pessoais 2014 - Continuidade ou melhoria?”, atualmente na sua quarta edição, a Baker Tilly pretende averiguar as tendências e expectativas de consumo dos portugueses, face aos constrangimentos anunciados para 2014. Numa economia global em que os agentes sofrem uma permanente mutação torna-- -se essencial antecipar as reais expectativas e preocupações dos consumidores.

O consumo privado tem um papel crucial no futuro económico do país. O comportamento dos consumidores nacionais será um indicador robusto do potencial de crescimento económico em 2014. O consumo privado é essencial para impulsionar o PIB apresentando--se como um fator de grande importância para a efetiva recuperação da economia portuguesa em 2014.

Nota introdutória

(4)

Sumário Executivo

(5)

Rendimento 2013

No que concerne ao rendimento líquido anual auferido pelos inquiridos no ano de 2013, 28% dos inquiridos obteve, neste ano, “Mais de 50.000 €” de rendimento, sendo que a maioria destes inquiridos desenvolve a sua atividade no setor privado.

Regime de trabalho por setor de atividade 2013

Tendo em conta que as medidas de austeridade previstas no Orçamento do Estado para 2014, terão um maior impacto no setor de atividade da função pública, através do presente estudo conclui-se que 60% dos portugueses que desenvolve a sua atividade no setor público, trabalham 40 horas ou mais por semana e 70% desses portugueses consideram que a sua remuneração não é adequada para o número de horas de trabalho.

Afetação do rendimento em 2013

Relativamente à afetação do rendimento disponível dos portugueses em 2013, verifica-se um correlação direta entre a relevância dos bens e o dispêndio do rendimento dos portugueses.

Assim, 40% e 30% dos portugueses consideram as rubricas de alimentação e educação como as mais relevantes em 2013, respetivamente.

(6)

Alimentação

Para 57% dos inquiridos, esta despesa representa entre 11% e 25% na distribuição do seu rendimento líquido anual, sendo que para 7% dos inquiridos a mesma representou mais de 50% na distribuição do rendimento líquido anual.

Saúde

Verifica-se que 40% dos inquiridos utilizou, em 2013, o Serviço Nacional de Saúde (SNS), 30% dos inquiridos recorreu a seguros de saúde e ainda que apenas 11% dos inquiridos utilizou os regimes de seguro social de saúde especiais para determinadas profissões. Habitação

49% dos inquiridos apresenta-se como proprietário de habitação com empréstimo bancário, onde 66% dos mesmos inquiridos apresenta um empréstimo com prestações mensais inferiores a 600€.

Combustíveis

Relativamente à despesa mensal com combustíveis, 80% dos portugueses, no ano de 2013, despendeu menos de 350 € em combustíveis, tendo 79% dos mesmos apenas a seu um veículo automóvel ou motociclo.

Sumário Executivo

(7)

Sumário Executivo

Créditos

43% dos portugueses afirma possuir créditos no ano de 2013, sendo que 82% desses portugueses assume uma média de idades variável entre os 30 e os 70 anos.

Poupança

Relativamente aos hábitos de poupança, verifica-se uma clara alteração dos mesmos comparativamente com o ano de 2012, uma vez 47% dos portugueses destinou entre 1% a 10% do seu rendimento para a poupança no ano de 2013.

Cortes orçamentais para 2014 – finanças pessoais

61% dos portugueses não considera que irá realizar cortes na despesa das rubricas apresentadas no ano de 2014, uma vez que esse cortes já se encontram a ser realizados desde 2012, como verificado nas edições anteriores do nosso estudo.

No entanto, a prossecução desses cortes, para 38% dos portugueses, incide sobre as rubricas de despesa de bens secundários, sendo essa redução acima de 50%.

(8)

Contexto económico

(9)

Economia global

A recuperação da economia global, iniciada em 2011 após as dificuldades sentidas com a crise financeira de 2008, continua modesta, apresentando um ritmo de crescimento ainda longe do necessário para ultrapassar a crise financeira de 2008. No entanto apesar do ritmo de crescimento lento sentido no ano de 2013, o ano de 2014 espera-se mais positivo em termos de recuperação da economia global.

Zona Euro

O ano de 2013 apresentou-se como um ano em que a zona euro virou a página da recessão, tendo a economia da zona euro registado uma recuperação sustentada, justificada perlo aumento da procura interna, bem como pela evolução positiva das exportações. No entanto, a prossecução das reformas económicas e controlo dos défices, apresenta-se essencial para a efetiva recuperação da economia da zona euro.

Os dados mais recentes divulgados, indicam que o PIB real da zona euro aumentou 0,1%, no terceiro trimestre de 2013, após uma subida de 0,3% no segundo trimestre.

(10)

Portugal e as agências de rating

Os resultados obtidos por Portugal no ano de 2013, levaram as agências de rating a rever as perspetivas para Portugal, devido às expectativas de que o país venha a cumprir a meta de 5,5% do PIB para o défice orçamental de 2013 e de que possa aproximar-se do objetivo de 4%, no final do ano de 2014. No entanto, as agências de rating assinalam que existem riscos de instabilidade social e política em Portugal, pelo que mantiveram a avaliação do nível de risco da dívida pública portuguesa em terreno negativo.

Portugal e as medidas de austeridade

Desde o final de 2011, o Governo português deu início a uma política de consolidação orçamental, no contexto do processo de ajustamento dos desequilíbrios estruturais enquadrado pelo Programa de Assistência Económica e Financeira. Este processo, alcançou resultados positivos no ano de 2013, que se repercutiram num aumento, apesar de pouco expressivo, da procura interna pública e privada, refletindo-se nos hábitos de consumo da população em geral e confirmando a trajetória de recuperação da economia portuguesa.

Contexto económico

(11)

Contexto económico

Portugal e o desemprego

No primeiro trimestre de 2013, a taxa de desemprego em Portugal alcançou um novo máximo histórico, de 17,8%. No entanto, no final do ano de 2013, a taxa de desemprego em Portugal fixou-se nos 15,6%, sendo a primeira vez em cinco anos que o desemprego registou uma descida homóloga.

O mercado de trabalho tem sido fortemente afetado pela crise económica Europeia. As previsões são de uma recuperação lenta, uma vez que a rigidez deste mercado não permite um ajustamento eficaz dos salários, no entanto essa recuperação já começa a ser visível.

Perspetivas para Portugal

Com a progressiva recuperação da procura interna pública e privada registada em Portugal no ano de 2013, o consumo privado manteve-se quase estagnado, registando-se um crescimento lento. No entanto segundo informações do Bando de Portugal, tendo em conta as medidas de austeridade previstas no Orçamento do Estado para 2014 — que incluem mais cortes nos salários dos funcionários públicos e redução nas pensões do sector público — o consumo privado deverá crescer ligeiramente no ano de 2014, cerca de 0.3%

(12)

Rendimento em 2013

(13)

Rendimento em 2013

Redução do rendimento em 2013

De acordo com os dados obtidos, 51% dos inquiridos afirma que o seu rendimento líquido anual em 2013 sofreu de uma redução relativamente ao ano de 2012.

Foram apontadas como principais razões para a referida redução, para além do efeito do aumento da carga fiscal, dificuldades financeiras da empresa, redução do volume de negócios e consequente diminuição de componentes de remuneração variável (prémios).

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

Gráfico 1: Resposta à pergunta “Teve redução no seu rendimento em 2013?”

51%

49%

Sim Não

Para cerca de 31% dos inquiridos, o rendimento líquido anual de 2013 não foi proveniente unicamente da sua fonte de rendimento principal.

31%

69%

Sim Não

Gráfico 2: Resposta à pergunta “Obteve, em 2013 rendimentos

provenientes de outras fontes rendimento para além da sua fonte de rendimento principal?”

(14)

Rendimento 2013

Rendimento líquido anual em 2013

No que concerne ao rendimento líquido anual auferido pelos inquiridos no ano de 2013, 28% dos inquiridos obteve em 2013 “Mais de 50.000 €” de rendimento, conforme espelha o gráfico infra.

14

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

Gráfico 3: Resposta à pergunta “Qual foi o seu rendimento líquido anual em 2013 (considerando todas as fontes de rendimento)?”

13% 22% 14% 16% 7% 28% Menos de 10.000 € Entre 10.001 € e 20.000 € Entre 20.001 € e 30.000 € Entre 30.001 € e 40.000 € Entre 40.001 € e 50.000 € Mais de 50.000 €

(15)

Rendimento 2013

Rendimento líquido anual em 2013

Considerando a análise por setor de atividade realizada (público vs privado), verifica-se a seguinte distribuição de rendimento:

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

Gráficos 4 e 5: Resposta à pergunta “Qual foi o seu rendimento líquido anual em 2013 (considerando todas as fontes de rendimento)?”

20% 20% 20% 20% 10% 10%

Rendimento em 2013 - Setor público

Menos de 10.000 € Entre 10.001 € e 20.000 € Entre 20.001 € e 30.000 € Entre 30.001 € e 40.000 € Entre 40.001 € e 50.000 € Mais de 50.000 € 12% 22% 14% 16% 6% 30%

Rendimento em 2013 - Setor privado

Menos de 10.000 € Entre 10.001 € e 20.000 € Entre 20.001 € e 30.000 € Entre 30.001 € e 40.000 € Entre 40.001 € e 50.000 € Mais de 50.000 €

(16)

Regime de trabalho por setor de

atividade

(17)

Regime de trabalho por setor de atividade

Regime de trabalho por setor de atividade – N.º horas de trabalho 2013

No que concerne, ao regime de trabalho dos inquiridos verifica-se que no setor das associações sem fins lucrativos (ONG/IPSS) todos os inquiridos trabalham “Menos de 40 horas por semana”, no setor privado 45% dos inquiridos trabalha “Mais de 40 horas por semana” e no setor público 30% dos inquiridos trabalha “Mais de 40 horas por semana” ou “40 horas por semana” e 20% dos inquiridos trabalha “Menos de 40 horas por semana”.

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

Gráfico 6: Resposta à pergunta “Quantas horas por semana efetivamente trabalha?”

Menos de 40 horas por semana 40 horas por semana Mais de 40 horas por semana NS/NR 20% 30% 30% 20% 6% 23% 45% 26% 100% Público Privado

No setor das associações sem fins lucrativos (ONG/IPSS)

(18)

Regime de trabalho por setor de atividade

Regime de trabalho por setor de atividade - N.º horas de trabalho 2014

Quando questionados sobre a previsão de alteração de horas trabalhadas para 2014, a maioria dos inquiridos prevê trabalhar mais horas em 2014 do que em 2013. Neste contexto foram apontadas como justificação o aumento do nível de trabalho bem como a imposição legal de um maior número de horas de trabalho por semana.

18

Gráfico 7: Resposta à pergunta “Em 2014, pensa que o número de horas por semana que trabalha venha a alterar-se?”

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

Sim Não

38% 63%

20%

80%

100%

No setor das associações sem fins lucrativos (ONG/IPSS)

Privado

(19)

Regime de trabalho por setor de atividade

Regime de trabalho por setor de atividade – N.º horas de trabalho 2013 vs Remuneração

A maioria dos inquiridos considera que a sua remuneração não é adequada ao n.º de horas que trabalha, verificando-se este facto para todos os inquiridos que exercem a sua atividade profissional no setor das associações sem fins lucrativos (ONG/IPSS), bem como 57% dos inquiridos que exerce a sua atividade no setor público e ainda 70% dos inquiridos que exerce a sua atividade no setor público.

19

Gráfico 8: Resposta à pergunta “Considera que a sua remuneração é adequada ao número de horas trabalhadas por semana?”

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

Sim Não 30% 70% 43% 57% 100% No setor das

associações sem fins lucrativos (ONG/IPSS) Privado

(20)

Afetação de rendimento em

2013

(21)

Alimentação Saúde Educação Combustíveis Poupança Pagamento de créditos Entretenimento (Cinema, teatro, concertos, etc.) Novas tecnologias Comunicações Livros, jornais e revistas Vestuário e Calçado Viagens Outros 4% 20% 25% 23% 22% 41% 38% 34% 20% 43% 13% 30% 31% 10% 20% 11% 23% 21% 11% 22% 31% 42% 20% 29% 20% 18% 13% 16% 13% 20% 25% 11% 16% 13% 17% 15% 36% 29% 14% 32% 16% 13% 20% 14% 20% 10% 6% 5% 3% 13% 9% 10% 40% 17% 30% 2% 9% 13% 1% 2% 2% 3% 2% 4% 6% 1 2 3 4 5

Afetação de rendimento em 2013

Afetação do rendimento em 2013

Verifica-se que, em média, o salário dos inquiridos foi afeto com alguma dispersão de consumo, tendo sido a maior percentagem do salário alocada à alimentação, com cerca de 40% dos inquiridos a considerar esta como a rubrica mais relevante. A menor percentagem parece ter sido alocada a livros, jornais e revistas, onde 43% dos inquiridos não considera esta como uma rubrica relevante.

Finalmente, é de salientar ainda que 30% dos inquiridos e 17% dos inquiridos consideram as rubricas de educação e saúde como as mais relevantes em 2013, respetivamente.

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

Gráfico 9: Resposta à pergunta “Tendo em conta o seu rendimento anual líquido em 2013,

identifique, de 1 a 5, as rubricas de despesa mais relevantes, sendo 1 menos relevante e 5 a mais relevante.”

(22)

Afetação de rendimento em 2013

Afetação do rendimento em 2013

Tendo em conta a afetação realizada pelos inquiridos, segundo a relevância de cada uma das rubricas de despesa apresentadas, pretendemos ainda analisar no presente inquérito, de forma mais detalhada, algumas rubricas de relevo, como a alimentação, saúde, habitação, combustíveis, créditos e poupança.

22

(23)

Alimentação

(24)

Alimentação

Alimentação

Tendo a rubrica de alimentação sido apontada como a mais relevante em 2013, verifica-se que, para 57% dos inquiridos, esta despesa representa entre 11% e 25% na distribuição do seu rendimento líquido anual, sendo que para 7% dos inquiridos a mesma representou mais de 50% na distribuição do rendimento líquido anual.

24

Gráfico 10: Resposta à pergunta “Qual o peso , em termos percentuais, que a despesa com alimentação representa na distribuição do rendimento anual?”

9% 57% 27% 7% 0% 1% a 10% 11% a 25 % 26% a 50% Mais de 50 %

(25)

Alimentação

Para 33% dos inquiridos, o valor mensal gasto com a rubrica de alimentação variou “Entre 100 € e 250 €”, conforme apresentado no gráfico infra.

Alimentação

Gráfico 11: Resposta à pergunta “Em média qual o valor mensal da despesa em alimentação?”

3% 32% 33% 31% 1% Menos 100 € Entre 100 € e 250 € Entre 251 € e 400 € Mais de 400 € NS/NR

(26)

Saúde

(27)

0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% Serviço Nacional de Saúde (SNS) Regimes de seguro social de saúde especiais para determinadas profissões Seguros de saúde NS/NR 40% 11% 30% 19%

Saúde

Saúde

A despesa com a rubrica de saúde apresentou-se como a segunda mais relevante.

Neste sentido, verifica-se que 40% dos inquiridos, utilizou, em 2013, o Serviço Nacional de Saúde (SNS), 30% dos inquiridos recorreu a seguros de saúde e ainda que apenas 11% dos inquiridos utilizou os regimes de seguro social de saúde especiais para determinadas profissões.

Gráfico 12: Resposta à pergunta “Em termos de acesso aos cuidados de saúde, qual(is)

subsistema(s) que habitualmente utiliza?”

(28)

Habitação

(29)

Habitação

Habitação

No que concerne à habitação o perfil dos inquiridos distribui-se da seguinte forma:

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

Proprietário com empréstimo

bancário

Proprietário sem empréstimo bancário (ou seja,

a casa já está paga) Inquilino, paga a renda a um senhorio privado Habitação gratuita, sem pagar renda Outra

5%

12%

16%

18%

49%

(30)

53% 12% 12% 23% Menos de 400 € Entre 400 € e 500 € Entre 500 € e 600 € Mais de 600 €

Habitação

Habitação

Verifica-se que 66% dos inquiridos, apresenta prestações mensais inferiores a 600 €, o que de certo modo leva a que 92% dos inquiridos não considere passível entrar em incumprimento no ano de 2014, no que concerne ao pagamento das referidas prestações relativas ao empréstimo de habitação.

30

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

63% 17% 4% 16% Menos de 600 € Entre 600 € e 800 € Entre 801 € e 1000 € Mais de 1001 € Gráfico 13: Resposta à pergunta “Qual o valor da prestação mensal do seu

empréstimo à habitação??”

Não obstante, apesar de apenas 16% dos inquiridos se apresentar na situação de inquilino, pagando uma renda a um senhoria privado, deve salientar que mais de metade destes inquiridos (53%) paga um renda mensal inferior a 400 €, no entanto 24% destes mesmos inquiridos, apresenta-se no outro extremo, pagando mais de 600 € de renda mensal.

(31)

Habitação

Habitação

No que concerne a esta rubrica de despesa, verifica-se que os inquiridos consideraram a renda e eletricidade como os encargos mais pesados relacionados com a habitação.

Renda Água Luz Gás Telecomunicações Outros 5% 9% 7% 9% 9% 31% 32% 51% 15% 36% 30% 32% 29% 38% 58% 46% 52% 25% 34% 2% 20% 10% 10% 13% 1 2 3 4

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

Gráfico 15: Resposta à pergunta “Qualitativamente em termos de peso como considera os seguintes encargos relacionados com a habitação? - Sendo 4-

(32)

Combustíveis

(33)

Combustíveis

Combustíveis

Os combustíveis apresentam-se atualmente como uma das principais despesas dos portugueses, representando parte significativa do respetivo gasto anual. Neste sentido, verificou-se que cerca de 79% dos inquiridos tem a seu cargo um veículo automóvel ou motociclo.

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% Sim Não 79% 21% Gráfico 16: Resposta à pergunta “Tem a seu cargo um veículo automóvel ou motociclo?”

(34)

Combustíveis

Combustíveis

Dos 79% inquiridos, 59% apresenta a seu cargo apenas um veículo ou motociclo, enquanto 29% dos mesmos apresenta 2, e uma ínfima parte dos inquiridos representada por cerca de 12% dos inquiridos apresenta seu cargos 3 veículos ou motociclos, representando um grande encargo em termos de despesa.

34

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

59% 29% 12% 1 2 3 Mais de 3 Gráfico 17: Resposta à pergunta “Quantos veículos automóveis ou motociclos

possui a seu cargo?”

Relativamente à despesa mensal com combustíveis, 80% dos inquiridos despendeu menos de 350 € em combustíveis

81% 13% 4% 2% Menos de 350 € Entre 350 € e 400 € Entre 401 € e 500 € Mais de 500 € NS/NR

Gráfico 18: Resposta à pergunta “Em média qual o valor mensal da despesa

com combustíveis?”

(35)

Créditos e

poupança

(36)

Créditos e poupança

Créditos

43% dos inquiridos afirma possuir créditos.

36

0% 20% 40% 60% Sim Não 43% 57%

Gráfico 19: Resposta à pergunta “No âmbito das suas despesas, possui

créditos?”

Dos 43% dos inquiridos que possui créditos, cerca de 82% dos mesmos apresenta uma média de idades variável entre os 30 e os 70 anos de idade, existindo apenas 11% dos inquiridos que possui créditos com idades a variar entre os 18 e 29 anos.

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

Gráfico 20: Idade dos inquiridos que possuem créditos

11% 31% 38% 13% 7% 18-29 30-39 40-49 50-59 60-70 Mais de 70 anos

(37)

14%

43% 43%

Crédito ao consumo Crédito automóvel

Crédito ao consumo, Crédito à habitação

Créditos e poupança

Créditos

.

O facto de existir uma maior representatividade de inquiridos a possuir créditos com idades a variar entre os 30 e 70 anos de idade deve-se ao facto dos mesmo terem acedido a crédito antes de 2010, tendo já os créditos que possuem uma certa maturidade.

Cumpre ainda referir, que dos 43% dos inquiridos que possui créditos, o tipo de créditos que os mesmos possuem, apresentam-se como crédito automóvel, crédito ao consumo e crédito à habitação.

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

(38)

Créditos e poupança

Créditos

Desta feita identifica-se que 85% dos inquiridos pretende manter os seus créditos no ano de 2014, apresentando-se o crédito à habitação como o mais importante para 79% dos inquiridos e crédito para educação como o menos importante, para cerca de 89% dos inquiridos.

38

Gráfico 22: Resposta à pergunta “Enumere por importância, os três principais créditos para si e que visa manter em 2014, sendo 1 o menos importante, e 3 o

mais importante.”

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

Crédito ao consumo Crédito automóvel Crédito para habitação Crédito para educação

69% 52% 19% 89% 23% 32% 2% 5% 8% 16% 79% 5% 1 2 3

(39)

45% 26% 10% 15% 4%

Poupança 2012

0% 1% a 10% 11% a 25 % 26% a 50% Mais de 50 % 13% 47% 28% 11% 1%

Poupança 2013

0% 1% a 10% 11% a 25 % 26% a 50% Mais de 50 %

Créditos e poupança

Poupança

Relativamente aos hábitos de poupança, verifica-se uma clara alteração dos mesmos comparativamente com o ano de 2012.

No ano de 2012, apenas 26% dos inquiridos destinou 1% a 10% do seu rendimento para a poupança, por sua vez no ano de 2013, 47% dos inquiridos destinou essa mesma parte do seu rendimento para a poupança.

Nos gráficos seguintes, nota-se com de uma forma clara a alteração dos hábitos de poupança do ano de 2012 para o ano 2013, apresentando-se a poupança no ano de 2013, como uma rubrica de maior relevância na distribuição de rendimento dos inquiridos.

Gráfico 23: Resposta à pergunta “Que parte do seu rendimento se destina a

poupança, em termos percentuais?”- 2012

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

Gráfico 24: Resposta à pergunta “Que parte do seu rendimento se destina a

(40)

Cortes orçamentais para 2014 –

finanças pessoais

(41)

Cortes orçamentais para 2014 – finanças pessoais

Reduções em 2014 por Categoria

Dos inquéritos realizados, identifica-se que apenas 37% dos inquiridos prevê cortar em algumas das rubricas de despesa apresentadas anteriormente.

Gráfico 25: Resposta à pergunta “Em 2014, prevê cortar em algumas das rubricas identificadas anteriormente?”

0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% Sim Não 39% 61%

(42)

Reduções em 2013 vs Redução em 2014, por Categoria

Assim como previsto pelos inquiridos no ano anterior para o ano de 2013, verifica-se que as rubricas que irão sofrerão uma maior redução no ano de 2014 por parte dos inquiridos, apresentam-se como rubricas de despesa de bens considerados secundários, como viagens, vestuário e calçado, novas tecnologias e entretenimento, variando esta redução de 8% a 12%.

De facto esta redução comparativamente com a prevista pelos os inquiridos para o ano de 2013, no ano anterior, assume-se muito mais reduzida, dado o presente ano se apresentar como uma prossecução de um plano de redução já implementado.

Como seria de esperar, continua a verificar-se que os inquiridos assumem uma menor capacidade de reduzir as despesas em bens essenciais como a saúde (3%), sendo de referir que esta mesma reduzida capacidade por parte dos inquiridos manteve-se, dada a inelasticidade associada a estes bens/serviços de consumo, como se pode verificar no gráfico infra.

Cortes orçamentais para 2014 – finanças pessoais

42

(43)

Reduções em 2013 vs Reduções em 2014, por Categoria 0% 5% 10% 15% 20% 25% 8% 5% 8% 5% 10% 12% 19% 16% 19% 21% 12% 5% 3% 4% 3% 4% 4% 8% 7% 9% 12% 6% Redução média em 2013 Redução média em 2014

Cortes orçamentais para 2014 – finanças pessoais

Gráfico 26: Redução média em 2013 vs Redução média em 2014, por rubrica de despesa

(44)

Cortes orçamentais para 2014 – finanças pessoais

44

Fonte: Baker Tilly, Janeiro 2014

Gráfico 27: Rubricas de redução de despesas em 2014

Expetativas de redução em 2014

No gráfico apresentado seguidamente, é possível observar as expectativas de redução de despesa para 2014, agrupando as variáveis consideradas anteriormente.

Compreende-se, a reduzida expectativa dos inquiridos no ano de 2014, em reduzir as despesas com alimentação, saúde, educação, habitação, créditos e poupança, sendo que 60% a 75% dos inquiridos não espera efetuar qualquer corte nestas áreas.

Por outro lado existe entre os inquiridos uma clara expectativa em efetuar cortes orçamentais ao nível dos bens e serviços secundários. Alimentação Saúde Educação Habitação Combustíveis Poupança Entretenimento (Cinema, teatro, concertos, etc.) Livros, jornais e revistas Vestuário e Calçado Viagens Outros 57% 78% 75% 74% 56% 75% 45% 58% 34% 39% 65% 29% 16% 14% 21% 36% 14% 39% 30% 40% 34% 22% 10% 3% 6% 1% 6% 5% 4% 1% 14% 7% 7% 4% 3% 2% 4% 1% 2% 3% 3% 9% 6% 2% 3% 1% 5% 8% 7% 3% 14% 5%

(45)

Notas finais

(46)

Abreviaturas utilizadas

Baker Tilly – Baker Tilly Consulting, S.A. INE – Instituto Nacional de Estatística PIB – Produto Interno Bruto

Metodologia de estudo

Os inquéritos foram realizados através da internet, tendo sido divulgado a indivíduos residentes em território nacional com idade superior a 18 anos. O inquérito permaneceu ativo durante a última quinzena de dezembro do ano de 2013 e a primeira quinzena de janeiro do ano de 2014.

Resultados da amostra

Na nossa amostra 40% dos inquiridos pertencem ao sexo feminino e 60% ao sexo masculino. O rendimento médio anual é de € 37.211, 84. O total de respostas obtidas foi de 1040 indivíduos.

46

Notas finais

(47)

©2014 Baker Tilly. Todos os direitos reservados.

A Baker Tilly, Consulting, S.A. é uma firma membro da Baker Tilly International. A Baker Tilly International Limited é uma sociedade de direito inglês. A Baker Tilly International não presta serviços profissionais a clientes. Cada firma membro é uma entidade

autónoma e independente, assumindo-se como tal. A Baker Tilly UK Group LLP, membro independente da Baker Tilly International no Reino Unido, é proprietária da marca Baker Tilly. Baker Tilly, Consulting, S.A.. não atua como agente da Baker Tilly International e não tem poderes para vincular a Baker Tilly International ou atuar em nome da Baker Tilly International. A Baker Tilly International e a Baker Tilly ,Consulting, S.A. ou qualquer outra firma membro não assumem qualquer responsabilidade pelos atos ou omissões das demais. Adicionalmente, nem a Baker Tilly International nem qualquer outra firma membro tem a capacidade de exercer o controlo de gestão de qualquer outra firma membro.

Assurance | Tax | Outsourcing | Consulting | Corporate Finance | Information Systems

Portugal

Lisboa

Edifício Taurus

Campo Pequeno, 48 – 4.º Dto 1000-081 Lisboa

Portugal

T: +351 210 988 710 F :+351 210 988 719

Angola

Travessa da Liga Africana n.º 7/9 Luanda

Angola

Porto

The Brasilia Building

Praça Mouzinho de Albuquerque 113 - 3º

4100-359 Porto Portugal

Moçambique

Edifício Millennium Park

Avenida Vladimir Lenine, nº 174, 13º piso

Maputo Moçambique

Escritórios da Baker Tilly em Portugal Escritórios da Baker Tilly International

Referências

Documentos relacionados