A noção d e “parcelamento”, “edificação” e “utilização” do solo urbano

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PARCELAMENTO, EDIFICAÇÃO OU UTILIZAÇÃO COMPULSÓRIOS (PEUC) E IPTU PROGRESSIVO NO TEMPO

PARCELAMENTO, EDIFICAÇÃO OU UTILIZAÇÃO COMPULSÓRIOS (PEUC) E IPTU PROGRESSIVO NO TEMPO

A legislação italiana de 1942 obrigava os proprietários a construir dentro de um prazo definido pela prefeitura sob pena de desapropriação do imóvel; na França, a edificação compulsória data da década de 50; na Alemanha, a partir de 1960, foi adotado um mecanismo que exigia que os pro- prietários de terrenos qualificados como edificáveis construíssem dentro do período de três anos, sob pena de ser garantido ao poder público municipal o direito de compra especial do imóvel. Entretanto, dessas experiências, a que mais influenciou a inclusão da ferramenta na legislação bra- sileira foi a da Espanha. Em 1956, a primeira lei de ordenamento do solo urbano determinou que os proprietários de lotes seriam obrigados a construir de acordo com os prazos previstos nos pla- nos ou projetos de urbanização (Ley de 12 de mayo de 1956 sobre régimen del suelo y ordenación urbana, Art. 142). Caso os prazos não fossem respeitados, o imóvel poderia ser colocado à venda forçadamente ou desapropriado por interesse público. A atual Ley del Suelo espanhola (consolidada pelo Real Decreto Legislativo nº 2, de 20 de junho de 2008) manteve o instrumento, prevendo que os proprietários que não cumprem os deveres de edificação poderão ter seus imóveis desapropriados por descumprimento da função social ou submetidos à venda ou substituição forçadas (Art. 36). Embora os procedimentos do PEUC no caso brasileiro sejam diferentes, o fundamento é o mes- mo, isto é, a submissão do direito de propriedade ao interesse coletivo.
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PARCELAMENTO, EDIFICAÇÃO E UTILIZAÇÃO COMPULSÓRIOS E A FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE: NOTAS ACERCA DE UMA EXPERIÊNCIA

PARCELAMENTO, EDIFICAÇÃO E UTILIZAÇÃO COMPULSÓRIOS E A FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE: NOTAS ACERCA DE UMA EXPERIÊNCIA

De acordo com o PD, o objetivo da PEUC é a promoção do desenvolvimento urbano e do aproveitamento adequado dos imóveis do município e melhora da oferta e redução do pre- ço de lotes e imóveis. O mesmo PD define como “solo urbano não-edificado” aqueles terre- nos com área igual ou superior a mil metros quadrados, localizados na Macrozona Urbana, quando o coeficiente de aproveitamento (CA) utilizado for igual a zero; como “solo urbano subutilizado” os terrenos e glebas com área igual ou superior a mil metros quadrados, localiza- dos na Macrozona Urbana e com o coeficiente de aproveitamento que não atingir o mínimo definido para a zona onde se situam – CA mínimo de 0,20 para as Zonas de Qualificação e de Recuperação Urbana e de 0,40 para a Zona de Reestruturação Urbana. Por fim, estabeleceu como “solo urbano não-utilizado” todo tipo de edificação que esteja comprovadamente deso- cupada há mais de dois anos, ressalvados os casos dos imóveis integrantes de massa falida.
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O ALCANCE DA RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO LOTEADOR E DO PODER PÚBLICO NO PARCELAMENTO ILEGAL DO SOLO URBANO

O ALCANCE DA RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO LOTEADOR E DO PODER PÚBLICO NO PARCELAMENTO ILEGAL DO SOLO URBANO

7. De toda sorte, registre-se, em obiter dictum, que, embora seja de inequívoco interesse coletivo viabilizar a prestação de serviços a pessoas de baixa renda, não se justifica, nos dias atuais, que praças, jardins, parques e bulevares públicos, ou qualquer área verde municipal de uso comum do povo, sofram desafetação para a edificação de prédios e construções, governamentais ou não, tanto mais ao se considerar, nas cidades brasileiras, a insuficiência ou absoluta carência desses lugares de convivência social. Quando realizada sem critérios objetivos e tecnicamente sólidos, maldotada na consideração de possíveis alternativas, ou à míngua de respeito pelos valores e funções nele condensados, a desafetação de bem público transforma-se em vandalismo estatal, mais repreensível que a profanação privada, pois a dominialidade pública encontra, ou deveria encontrar, no Estado, o seu primeiro, maior e mais combativo protetor. Por outro lado, é ilegítimo, para não dizer imoral ou ímprobo, à Administração, sob o argumento do “estado de abandono” das áreas públicas, pretender motivar o seu aniquilamento absoluto, por meio de desafetação. Entender de maneira diversa corresponderia a atribuir à recriminável omissão estatal a prerrogativa de inspirar e apressar a privatização ou a transformação do bem de uso comum do povo em categoria distinta. Finalmente, tampouco há de servir de justificativa a simples alegação de não uso ou pouco uso do espaço pela população, pois a finalidade desses locais públicos não se resume, nem se esgota, na imediata e efetiva utilização, bastando a simples disponibilização, hoje e sobretudo para o futuro – um investimento ou poupança na espera de tempos de melhor compreensão da centralidade e de estima pela utilidade do patrimônio coletivo. Assim, em tese, poderá o Ministério Público, se entender conveniente, ingressar com Ação Civil Pública contra o Município recorrido, visando obter compensação pelo espaço verde urbano suprimido, de igual ou maior área, no mesmo bairro em que se localizava a praça desafetada.
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LEI COMPLEMENTAR Nº DISPÕE SOBRE O PARCELAMENTO DO SOLO URBANO DO MUNICÍPIO DE PARANAVAÍ.

LEI COMPLEMENTAR Nº DISPÕE SOBRE O PARCELAMENTO DO SOLO URBANO DO MUNICÍPIO DE PARANAVAÍ.

Art. 5º. Considera-se desmembramento a subdivisão de gleba em lotes destinados a edificação, com aproveitamento do sistema viário existente, desde que não implique na abertura de novas vias e vias públicas, nem no prolongamento, modificação ou ampliação dos já existentes. Art. 6º. O parcelamento da fora da Macrozona Urbana para fins rurais deverá obedecer ao módulo mínimo estabelecido para o Município pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA e apresentar a utilização e exploração do imóvel rural conforme a Instrução Normativa do INCRA n.º 82 de 27 de março de 2015.
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PARCELAMENTO DO SOLO URBANO

PARCELAMENTO DO SOLO URBANO

Edson Jacinto da Silva (2001, p. 19) qualifica desmembramento como “a subdivisão de terrenos em lotes para edificação de qualquer natureza, na qual seja aproveitado o sistema viário oficial existente e não se abram vias ou logradouros públicos, nem se prolonguem ou modifiquem os existentes”. Há uma significativa distinção entre as duas formas de parcelamento, como denota os §§ 1º e 2º do artigo 2º da LPSU. Assim é que, na visão do legislador, loteamento é: a subdivisão de gleba em lotes destinados à edificação, mediante a abertura de novas vias de circulação, outros logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias existentes. Verifica-se que desmembramento também é uma divisão de gleba em lotes, de acordo com a mesma ótica. A grande diferença está em que nele há o aproveitamento do sistema viário existente, afastada, portanto, a abertura de novas vias ou logradouros, mesmo que constituam prolongamento, modificação ou ampliação dos já existentes (SILVA, 2008, p. 115).
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PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E RURAL

PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E RURAL

que sejam demolidas. Portanto, fica bem claro que para construções edificadas anteriormente ao advento da lei, sua demolição depende da prévia indenização ao proprietário,ao passo que para as construções realizadas após a vigência da lei nenhuma indenização é devida, posto que, será considerada ilegal a edificação

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A aplicação do Parcelamento, Edificação ou Utilização Compulsórios (PEUC)

A aplicação do Parcelamento, Edificação ou Utilização Compulsórios (PEUC)

8 As duas etapas de aplicação do PEUC ocorreram durante a gestão de Paulo de Siqueira Garcia, do PT, que administra Goiânia desde 2010. Finanças 9 . O procedimento, entretanto, apresentou inúmeras irregularidades, como a ausência de notificação pessoal, a precária identificação dos imóveis, a inexistência de processos administrativos individualizados e de averbação das notificações. Por essa razão, a própria Prefeitura tomou a iniciativa de cancelar as notificações realizadas. A ação foi retomada na gestão seguinte, contando com maior envolvimento da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano 10 . Após um levantamento de 1.500 imóveis não edificados, não utilizados e subutilizados, foram efetuadas 463 notificações em dezembro de 2013. No ano de 2014, os imóveis estavam sendo monitorados para verificação do cumprimento do prazo para apresentação de projeto perante o órgão municipal competente.
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LEI DO PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E RURAL

LEI DO PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E RURAL

XIV - fração ideal: índice de participação abstrata e não divisível de cada condômino nas coisas comuns do condomínio, expresso sob forma decimal, ordinária ou percentual; XV - condomínio urbanístico: a divisão de gleba ou lote em frações ideais, correspondentes a unidades autônomas destinadas à edificação e áreas de uso comum dos condôminos, que não implique na abertura de logradouros públicos, nem na modificação ou ampliação dos já existentes, podendo haver abertura de vias internas de domínio privado;

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Maringá: o caso da aplicação do Parcelamento, Edificação ou Utilização Compulsórios (PEUC)

Maringá: o caso da aplicação do Parcelamento, Edificação ou Utilização Compulsórios (PEUC)

R ESUMO Este trabalho trata da aplicação do ‘Parcelamento, Edificação ou Utilização Compulsórios’ (PEUC), e de seu sucedâneo, o imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU) progressivo no tempo, em Maringá, no Estado do Paraná. Entre os anos de 2009 e 2013, o Município notificou para PEUC cerca de 700 proprietários de imóveis ociosos, não parcelados, não edificados ou subutilizados, com o correspondente em área a 14,5 milhões de metros quadrados, pouco mais de 10% de toda sua área urbana. Desde 2011, Maringá aplica o IPTU progressivo no tempo, sendo um dos dois únicos municípios no país que até o início de 2015 havia utilizado o instrumento sucedâneo ao PEUC. Para compreender os resultados da experiência, foram identificados, por meio de pesquisa documental e entrevistas, a lógica territorial de aplicação do PEUC, a reação dos proprietários em termos da iniciativa de utilização das áreas notificadas e o comportamento dos agentes do setor imobiliário em relação ao instrumento. Conclui-se que, no caso de Maringá, a aplicação do PEUC favoreceu de forma limitada a ocupação dos vazios urbanos e não contribuiu para democratizar o acesso à terra. Os limitados resultados alcançados relacionam-se com a aplicação do PEUC dissociada de uma estratégia geral de planejamento urbano nos moldes do ideário da Reforma Urbana.
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Processo adminstrativo: aprovação e constituição do parcelamento do solo urbano

Processo adminstrativo: aprovação e constituição do parcelamento do solo urbano

Já ao desmembramento equivale à divisão da área de terras em lotes com área inferior a 10.000m² (dez mil metros quadrados) com destinação a edificação, sendo aproveitado o sistema viário existente, sem a abertura de novas vias ou o alongamento das vias existentes. Também, o parcelamento do solo destinado a unir parcelas resultantes de lote lindeiro, contanto que o lote remanescente contenha as dimensões mínimas de 250m² (duzentos e cinquenta metros quadrados). Por fim, o parcelamento do solo que se der de forma consensual ou judicial, se ocorrer a última hipótese, deverão ser apresentados documentos específicos, expedidos pelo Poder Judiciário, nas hipóteses citadas nas alíneas do inciso III, do artigo 204, que são: a dissolução da sociedade conjugal, a sucessão causa mortis e quando ocorrer a dissolução de sociedade ou associação que foi constituída antes da Lei Federal 6.766/1979 estar vigente, bem como, da vigência de suas alterações.
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LEIS E DECRETOS FEDERAIS SOBRE PARCELAMENTO DO SOLO URBANO

LEIS E DECRETOS FEDERAIS SOBRE PARCELAMENTO DO SOLO URBANO

Nesse artigo assegurou-se aos municípios a criação, por legislação, de zonas de urbanização específica, dentro ou fora dos limites urbanos ou de expansão urbana. O legislador visou situações de recuperação de centros deteriorados, de urbanização de assentamentos irregulares, de urbanização de áreas degradadas e até outras ações a exemplo dos chamados “bolsões urbanos”, situados em zonas rurais. Como de urbanização específica devem ser entendidas as situações em que determinado projeto de urbanização não harmonize-se com os requisitos urbanísticos do seu entorno, constituindo, assim, exceção às regras da macro região. Além disso, como nem todos os municípios são obrigados ou dispõem de planos diretores, incluiu-se no texto a hipótese do município contar com um plano diretor, sem retirar da redação original a menção á lei comum, como meio legítimo de disciplinar a utilização dos espaços urbanos. Esta mesma orientação o legislador adotou em outras modificações que introduziu, permitindo aos municípios o uso da presente lei, tivessem ou não um plano diretor.
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A proposta da nova lei do parcelamento do solo urbano - pontos principais

A proposta da nova lei do parcelamento do solo urbano - pontos principais

Aplicam-se aos parcelamentos urbanos as restrições de edificação relativas às Áreas de Preservação Permanente (APP), definidas pela Lei 4.771/1965 (Código Florestal) e sua regulamentação. Existe um grande debate em torno da validade para áreas urbanas, ou não, dos limites de APP previstos pelo Código Florestal, que variam de 30 a 500 metros. A polêmica é gerada pela redação pouco precisa do parágrafo único do art. 2º da Lei 4.771, o qual, ao mesmo tempo em que remete os limites de APP em áreas urbanas para os planos diretores e a legislação urbanística municipal, manda observar os princípios e limites estabelecidos pelo próprio Código Florestal.
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Lei 6.766/79 - Parcelamento do solo urbano no Registro Imobiliário

Lei 6.766/79 - Parcelamento do solo urbano no Registro Imobiliário

Para o ilustre professor José Afonso da Silva, o parcelamento do solo urbano visa "a urbanificação de uma gleba, mediante sua divisão ou redivisão em parcelas destinadas ao exercício das funções elementares urbanísticas." Assim, o parcelamento, para fins da Lei n.º 6.766/79, consiste na subdivisão de gleba, situada em zonas determinadas do território municipal urbano, em lotes destinados à edificação. Sendo que o parcelamento compreende dois tipos: Loteamento – tem necessidade de abertura, modificação ou ampliação de logradouros públicos na área; Desmembramento – aproveita o sistema viário existente.
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Revista Eletrônica.ISSN v6.n1. Ano 2007 O PARCELAMENTO DO SOLO URBANO

Revista Eletrônica.ISSN v6.n1. Ano 2007 O PARCELAMENTO DO SOLO URBANO

2.2. O desmembramento Assim como loteamento, o desmembramento também constitui espécie do gênero parcelamento. Desmembrar significa parcelar ou dividir a terra em lotes, sem a abertura, prolongamento, modificação ou ampliação de vias ou logradouros públicos. A definição legal do instituto está no art. 2 o , § 2 o , da Lei n.º 6.766/79, que diz que “considera-se desmembramento subdivisão de gleba em lotes destinados à edificação, com aproveitamento do sistema viário existente, desde que não implique abertura de novas vias e logradouros públicos, nem no prolongamento, modificação ou ampliação dos já existentes."
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LEI Nº , de 29 de Novembro de DISPÕE SOBRE O PARCELAMENTO DO SOLO URBANO DE DIVINÓPOLIS.

LEI Nº , de 29 de Novembro de DISPÕE SOBRE O PARCELAMENTO DO SOLO URBANO DE DIVINÓPOLIS.

IV – VIAS LOCAIS: são as destinadas ao tráfego lento e circulação de veículos entre áreas próximas, devendo ser usadas como acesso para áreas residenciais, comerciais ou industriais a ser construídas de modo a dificultar sua utilização com atalho entre vias arteriais; V – VIAS ESPECIAIS - são as destinadas a usos específicos exclusivos, tais como vias para pedestres, ônibus, bicicletas ou outras similares.

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Anteprojeto de parcelamento do solo urbano para loteamento com finalidade residencial e comercial em Tangará da Serra - MT

Anteprojeto de parcelamento do solo urbano para loteamento com finalidade residencial e comercial em Tangará da Serra - MT

O Art. 1º da Lei Federal 6766/79 define loteamento como o parcelamento do solo de uma gleba em lotes destinados a edificação, com abertura, prolongamento, modificação ou ampliação de novas vias de circulação ou de vias existentes. Mais adiante, ao definir as partes que devem compor um projeto de loteamento, a mesma lei define no Art. 9º que o projeto consiste em um compilado de desenhos e em um memorial descritivo, estando na Tabela 3 as exigências do que deve constar no projeto no que se refere aos desenhos assim como no que se refere ao memorial descritivo. Não obstante, um projeto de loteamento não deve ser limitado a meramente cumprir o que a lei determina, mas levar em consideração outras variáveis, que possuem impacto na qualidade do projeto, ou seja, na qualidade do espaço urbano idealizado buscando agregar valor aos moradores e demais pessoas que possam fazer uso do local.
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Mapeamento do Processo de Licenciamento Ambiental no Estado de Santa Catarina e da Atividade de Parcelamento do Solo Urbano

Mapeamento do Processo de Licenciamento Ambiental no Estado de Santa Catarina e da Atividade de Parcelamento do Solo Urbano

Melhoria: Criação de enunciados para a padronização da Vistoria Técnica, de modo que ela seja realizada da mesma maneira por qualquer técnico do IMA, visto que ele teria o check list em mãos para fazer corretamente a vistoria. Ainda, pode-se considerar a utilização de um aplicativo para celular, onde o técnico consiga olhar durante a vistoria toda a documentação enviada pelo empreendedor para facilitar a análise e que ele possa já preencher o Relatório de Vistoria na própria hora da vistoria, e não quando ele chegar no escritório do IMA, já que nesse segundo caso ele poderia esquecer algumas informações devido ao tempo que passou.
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MINUTA DE LEI DO PARCELAMENTO DO SOLO

MINUTA DE LEI DO PARCELAMENTO DO SOLO

X - ÁREA NON AEDIFICANDI - É área de terra onde é vedada a edificação de qualquer natureza; XI - CREA - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia; XII - DESDOBRO OU DESMEMBRAMENTO - É o parcelamento do solo urbano efetuado pela subdivisão de um lote em mais lotes, destinados à edificação, com o aproveitamento do sistema viário existente, desde que não implique na abertura de novas vias ou logradouros públicos nem no prolongamento, modificação ou ampliação das já existentes;

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Parcelamento do Solo Urbano

Parcelamento do Solo Urbano

parcelamentos do solo para fins residenciais, conjuntos e condomínios habitacionais, públicos ou privados, centralizando os seguintes órgãos: I - Secretaria da Habitação; II - Secretaria do Meio Ambiente; III - Procuradoria Geral do Estado; IV - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - CETESB; V - Companhia de Saneamento Básico

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Diretrizes para o parcelamento do solo urbano

Diretrizes para o parcelamento do solo urbano

Os dados geométricos do Cadastro Territorial e do Registro de Imóveis, do parcelamento do solo urbano no Brasil, são provenientes dos projetos aprovados pelo setor de engenharia das prefeituras, podendo ser por meio digital ou analógico, observando a dinâmica da ocupação territorial urbana ao longo do tempo, bem como a legislação e pesquisas realizadas neste tema. Percebeu‐se que a principal função do cadastro territorial de garantia geométrica através dos pontos limites legais das parcelas não está sendo atendida. Portanto, definiu‐se uma diretriz para o parcelamento do solo urbano, a qual poderá ser aplicada nas prefeituras para compor os procedimentos e as normas técnicas específicas para o sistema básico do CTM, de modo a atender às exigências da Portaria 511 (2009) do Ministério das Cidades e o Art. 30 da Constituição Federal (1988).
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