Abelhas - Mel

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Aplicação de mel de abelhas africanizadas (Apis mellifera L.) de diferentes origens florais na elaboração de fermentados acéticos

Aplicação de mel de abelhas africanizadas (Apis mellifera L.) de diferentes origens florais na elaboração de fermentados acéticos

Mel de abelhas é um produto considerado natural com alto valor nutritivo. A literatura apresenta vários estudos científicos apontando os benefícios que o mel proporciona à saúde humana, porém, apesar deste fato, a cadeia produtiva de mel de abelhas no Brasil ainda se mostra insipiente. O vinagre é um produto natural obtido da acetificação do vinho e utilizado ha muito tempo pelo homem, como medicamento e/ou condimento. Atualmente, percebe-se um grande potencial para a industrialização deste produto utilizando o mel como matéria-prima. Neste sentido, este trabalho teve como propósito caracterizar amostras de mel melato, eucalipto e laranjeira e submetê-las as fermentações alcoólica e acética, a fim de se obter fermentados acéticos pelo Método Orleans. As análises as quais as amostras de méis foram submetidas apresentaram-se dentro do padrão exigido pela legislação brasileira garantindo assim a qualidade da matéria-prima. Das amostras estudadas, o mel melato foi o que resultou em vinagre de melhor qualidade, com teores elevados de fenóis totais, atividade antioxidante e atendimento de todos os requisitos de qualidade estabelecidos pela Instrução Normativa n° 6 de 3 de abril de 2012 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que estabeleceu os Padrões de Identidade e Qualidade e a Classificação dos Fermentados Acéticos. Concluiu-se que as diferentes características das amostras de méis utilizadas neste estudo, devido à multiplicidade de compostos secundários provenientes do néctar e das próprias abelhas, interferiram na aptidão das mesmas sofrerem o processo de fermentação acética, sendo necessário aperfeiçoar a tecnologia em relação aos parâmetros operacionais empregados para a fermentação acética de méis uniflorais.
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Desenvolvimento e caracterização de leite fermentado acrescido de mel de abelhas meliponas (Tetragoniscula angustula)

Desenvolvimento e caracterização de leite fermentado acrescido de mel de abelhas meliponas (Tetragoniscula angustula)

De acordo com Gonçalves (2005) e Neto (2004), além de possuir propriedades nutricionais, a utilização do mel na medicina popular se deve também às suas propriedades farmacológicas. Dentre estas propriedades, a atividade antimicrobiana tem despertado interesse entre os pesquisadores devido ao seu potencial de aplicabilidade em casos clínicos, propriedades cicatrizante e antioxidante. O mel das abelhas-sem-ferrão é bastante utilizado em terapias populares, principalmente, nas zonas rurais e entre indígenas, que acreditam que diferentes tipos de mel possuem propriedades curativas específicas, sendo empregado para a cura de um amplo espectro de doenças.
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Avaliação da qualidade microbiológica de mel de abelhas sem ferrão (melipona subnitida) comercializado no sertão da Paraíba.

Avaliação da qualidade microbiológica de mel de abelhas sem ferrão (melipona subnitida) comercializado no sertão da Paraíba.

O mel das abelhas nativas é um produto valioso e bem apreciado pela população da região Nordeste do Brasil. São conhecidas e encontradas 187 espécies de abelhas na caatinga brasileira, a maioria delas considerada como espécies raras (ZANELLA; MARTINS, 2003). No entanto, as abelhas sociais nativas sem ferrão são as mais abundantes, como a jandaíra, jati, amarela, moça-branca, irapuá, cupira, mandaçaia, remela, canudo, limão, munduri e a introduzida Apis mellifera, também conhecida como abelha de mel, abelha europa e abelha africanizada.
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Correlação entre a produção de mel e algumas características morfologicas em abelhas africanizadas (Apis mellifera)

Correlação entre a produção de mel e algumas características morfologicas em abelhas africanizadas (Apis mellifera)

Foram estimadas as correlações entre as características produção de mel, comprimento e largura da tíbia do terceiro par de patas, área corbicular, peso pupal e comprimento da glossa de abelhas africanizadas em Viçosa/MG. Os valores das correlações foram relativamente baixos, embora todos positivos. As características peso pupal e comprimento da glossa foram as que menos se correlacionaram com a produção de mel, 0,225 e 0,410, respectivamente. A área corbicular e o comprimento da tíbia foram as mais correlacionadas com a produção de mel, 0,587 e 0,549, respectivamente. Todas as correlações, exceto o peso pupal, foram significativas. O trabalho
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Produção de hidromel a partir de mel elaborado pelas abelhas Jataí (Tetragonisca angustula) do município de Rio Bonito do Iguaçu - PR

Produção de hidromel a partir de mel elaborado pelas abelhas Jataí (Tetragonisca angustula) do município de Rio Bonito do Iguaçu - PR

Tendo em vista verificar qual a influencia do mel de Jataí na fermentação para produção de hidromel não se adicionou nenhum tipo de nutrientes, nem outro composto que interferisse no processo, para o preparo do mosto adicionou-se apenas água e mel. Desta forma, qualquer diferença no processo fermentativo, bem como no seu resultado em comparação com o mel de abelhas africanizadas, poderá ser atribuído às características do mel da abelha Jataí. Este é o principal fornecedor de compostos utilizados pelas leveduras para realizar a fermentação. Assim a caracterização físico-química do mel de Jataí se faz necessária para determinar em que aspectos a interferência deste é relevante no processo. A tabela 01. apresenta as características físico-químicas do mel de Jataí utilizado para preparo da bebida. Dados são representados pela média aritmética das triplicatas.
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TATIANE DE OMENA LIMA PRODUÇÃO ARTESANAL DE AGUARDENTE DE MEL DE ABELHAS DE DIFERENTES FLORADAS

TATIANE DE OMENA LIMA PRODUÇÃO ARTESANAL DE AGUARDENTE DE MEL DE ABELHAS DE DIFERENTES FLORADAS

conhecidas. Para ele, no Brasil, devido à grande diversidade na flora apícola, torna" se necessária a caracterização e, posteriormente, criação de padrões do mel, considerando"se os fatores vegetais e climáticos das respectivas regiões onde são produzidos. Nos Estados do Ceará e Piauí, o mel destaca"se pela excelente qualidade. No entanto, os produtos apícolas são muito sensíveis a contaminações ambientais, pois o néctar e o pólen são originários das flores, que estão permanentemente expostas às chuvas e ventos, além de locais com depósitos de lixo que são visitados pelas abelhas, podendo gerar contaminações por microrganismos e produtos químicos tóxicos.
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Definição dos parâmetros de tratamento térmico do mel de abelhas sem ferrão Tetragonisca angustula (Latreille, 1811) em função dos níveis de hidroximetilfurfural

Definição dos parâmetros de tratamento térmico do mel de abelhas sem ferrão Tetragonisca angustula (Latreille, 1811) em função dos níveis de hidroximetilfurfural

Tetragonisca angustula, que é uma abelha muito fácil de ser encontrada, principalmente porque consegue construir seu ninho em várias cavidades, como dentro de tijolos em paredes construídas pelo homem, além da sua importância ecológica e econômica. Seu mel é muito apreciado pelo sabor suave, assim como pelo aroma e doçura, além de atingir preços altos no mercado. O mel se destaca por apresentar inúmeros compostos orgânicos, enzimas, flavonoides e compostos fenólicos responsáveis por suas propriedades terapêuticas e antioxidantes naturais e também pelo alto valor nutritivo e de alta aceitabilidade por parte do consumidor, principalmente por ser considerado um produto terapêutico, favorável à saúde e é um produto biológico muito complexo, cuja qualidade e composição físico-química variam notadamente dependendo da flora visitada, das condições climáticas e edafológicas da região onde for produzido, bem como do manejo do apicultor. O controle de qualidade é de suma importância para que o produto seja comercializado com as suas propriedades naturais resguardadas, que possua atributos que ajudam sua utilização e que tenha uma conveniente conservação e aparência. Para isso há um indicador de qualidade do mel, o hidroximetilfurfural (HMF), que é um composto de aldeído cíclico secundário gerado pela desidratação da frutose em meio ácido, pelo grau de envelhecimento e também durante o tratamento térmico. O nível de HMF pode variar de acordo com a espécie de abelhas, técnicas de manejo e produção, região, clima e aquecimento. Porém, é necessário o aquecimento do mel para descristalizar, reduzir a flora microbiana e facilitar o processamento. Portanto, o objetivo deste trabalho foi aplicar os parâmetros de tratamento térmico de Apis Mellífera previstos na portaria nº 06 de 25 de julho de 1985 do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) em cinco amostras de mel de diferentes regiões do estado do Paraná de ASF e verificar a veracidade desse tratamento para o mel de ASF Tetragonisca Angustula. O tratamento térmico para as amostras de mel das ASF das amostras tratadas em 470, 170 e 60 minutos apresentaram maior formação de HMF. Porém, os tratamentos mais efetivos foram os de 22, 7.5, 2.8 e 1.0 minutos e 24 segundos pelas temperaturas 59.5, 65.5, 68 e 71.1 ºC, respectivamente.
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RESÍDUOS DE POLUENTES ORGÂNICOS PERSISTENTES EM MEL DE ABELHAS: REPERCUSSÕES DA CONTAMINAÇÃO AMBIENTAL

RESÍDUOS DE POLUENTES ORGÂNICOS PERSISTENTES EM MEL DE ABELHAS: REPERCUSSÕES DA CONTAMINAÇÃO AMBIENTAL

Dentre os Poluentes Orgânicos Persistentes investigados no presente trabalho, os praguicidas organoclorados foram os que apresentaram as maiores concentrações de resíduos nas amostras de mel de abelhas, apesar de estarem proibidos e/ou severamente restringidos há mais de duas décadas em nosso país. O praguicida Endosulfan, o último dos POPs incluídos na lista do Convênio de Estocolmo no ano de 2011, ainda era permitido em culturas agrícolas nos anos em que as amostras foram coletadas (entre 2009 e 2011), o que reflete diretamente nos resultados do Manuscrito 1. Estudos comprovam a dispersão e contaminação global do meio ambiente por este praguicida em matrizes como ar, solo e água do mar (BECKER et al. 2011), justificando a sua inclusão na lista dos POPs. No caso específico das amostras analisadas, a contaminação pode ser devida à sua utilização em culturas de soja, café e cana- de-açúcar, as quais são cultivadas nos três estados da região Sul do Brasil.
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Determinação de resíduos de agrotóxicos em mel de abelhas (Apis sp.) por cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas

Determinação de resíduos de agrotóxicos em mel de abelhas (Apis sp.) por cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas

Entre as questões relativas a qualidade do mel de abelhas, estão as características físico- químicas, a identificação da origem floral e geográfica, a ocorrência de adulterações e as contaminações, principalmente, com antibióticos e agrotóxicos. A adequação dessas características às legislações vigentes no país torna o produto mais competitivo para o mercado de exportação. O presente trabalho tem como objetivo o desenvolvimento de metodologia multirresíduo para a determinação de agrotóxicos em mel de abelhas por cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas, modo de aquisição SIM usando ionização por elétrons (EI) a 70 eV.como contribuição para o aprimoramento das metodologias de análise de contaminantes descritos na Instrução Normativa n o 9, de 30 de março de 2007 do MAPA e sua aplicação em amostras de mel de diferentes regiões do Brasil. Foram avaliadas três técnicas de extração – extração líquido-líquido, SPE - C18 e fase sólida dispersiva “QuEChERS” modificado. Os resultados dos procedimentos de extração indicaram a interferência da matriz nas respostas cromatográficas, quando comparadas com a curva analítica obtida apenas em acetato de etila. Maiores respostas para os analitos foram obtidas para a extração liquido-líquido em acetato de etila. A metodologia utilizando extração líquido-líquido e curvas analíticas obtidas no extrato da matriz ressuspendida em acetato de etila foi desenvolvida e validada para 20 agrotóxicos das classes dos organoclorados, organofosforados, carbamatos e piretróides. Neste trabalho, foram avaliados alguns parâmetros de validação do método. A linearidade das curvas analíticas (sete níveis de concentração e seis injeções cada). Foram obtidas curvas analíticas com ajuste para regressão quadrática e coeficientes de determinação superiores a 0,989. Os limites de detecção calculados variaram de 0,4 a 13,4 ng mL -1 e os limite de quantificação apresentaram resultados entre 1,4 e 60,8 ng mL -1 . A precisão pelo estudo de repetibilibidade (DPR entre 3,4 a 32,9%) e a exatidão pelo estudo dos índices de recuperação (92% a 115%). As fortificações das amostras foram realizadas em três níveis de concentração (1,0 µg kg -1 , 5,0 µg kg -1 , 10,0 µg kg -1 ). A metodologia foi aplicada em 46 amostras de mel oriundas de diferentes regiões do Brasil. Foi detectada a presença de agrotóxicos em oito amostras. Em três delas, os compostos encontrados podem estar relacionados com o uso dos agrotóxicos nas culturas no entorno dos apiários.
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Influência das diferentes concentrações de nitrogênio na fermentação de mel de abelhas (Apis mellifera) do município de Triunfo – PB.

Influência das diferentes concentrações de nitrogênio na fermentação de mel de abelhas (Apis mellifera) do município de Triunfo – PB.

Resumo: O mel é um alimento que apresenta glicose, maltose, vitaminas, enzimas, proteínas entre outros elementos de alto valor nutricional. A presença de compostos nitrognados em quantidades adequadas é um fator de extrema importância para a multiplicação celular da levedura; durante a fase de crescimento da levedura, o nitrogênio é assimilado, dando suporte a altas taxas de crescimento e estimulando a atividade fermentativa. Diante disso, este trabalho teve como objetivo verificar o efeito do nitrogênio em duas concentrações (50 ppm e 250 ppm) no processo fermentativo, a partir do mel de abelhas Apis Mellifera (Hymenoptera: Apidae) oriundo do município de Triunfo-PB. Os experimentos foram realizados no LOUFT e no CVT do Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar (CCTA) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Campus Pombal. Ao ser recepcionado, o mel de abelhas foi submetido a análises físico-químicas de sólidos solúveis, pH, acidez titulável, e condutividade utilizando a metodologia descrita pelo Instituto Adolf Lutz. Durante o processo fermentativo foram coletadas amostras de 100 ml (em triplicata) de cada um dos reatores para análises físico- químicas de sólidos solúveis, acidez titulável, açúcares redutores e teor alcoólico até completar 120 horas onde observou-se o fim da fermentação com a estabilização do Brix. Os dados coletados foram analisados com variância fatoriais com medidas repetidas, as análises foram seguidas do teste de Tukey para verificar quais dos tratamentos se destacaram estatisticamente dos demais. Os resultados desta pesquisa evidenciam que entre os dois tratamentos aplicados o de 50 ppm obteve-se maior eficiência uma vez que, foi adicionado menos N e a produção de álcool foi similar ao tratamento com 250 ppm de N.
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Elaboração e análise de viabilidade econômica de um plano de negócios para a produção de mel de abelhas-sem-ferrão no município de Imbituba- SC

Elaboração e análise de viabilidade econômica de um plano de negócios para a produção de mel de abelhas-sem-ferrão no município de Imbituba- SC

Nas lojas que comercializavam o mel de abelhas-sem-ferrão, foi constatado que a demanda por esse produto ainda é baixa, sendo a quantidade adquirida nesses locais em média 25 embalagens do mel por mês. Os fornecedores do produto, citados pelos comerciantes, encontram-se na região da grande Florianópolis e apenas um dos estabelecimentos adquire o mel de um fornecedor de outro estado. Quando questionados se teriam interesse em adquirir o mel de outro fornecedor, os comerciantes responderam que “sim”, estariam abertos a outros fornecedores desde que a produção do mel fosse em conformidade com a legislação.
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Aplicação do sistema de análise de perigos e pontos críticos de controle no processamento de industrial de mel de abelhas Apis mellifera

Aplicação do sistema de análise de perigos e pontos críticos de controle no processamento de industrial de mel de abelhas Apis mellifera

Root (1984) declara que todos os tipos de mel cristalizam naturalmente (alguns em poucas semanas e outros demoram anos para completar sua cristalização). Esclarece que a velocidade de cristalização depende da proporção de açúcares (frutose e glicose), do conteúdo de umidade do mel, da temperatura de armazenamento e da presença ou ausência de cristais primários (chamados de “sementes de cristalização ou núcleos de cristalização”). Afirma que, quanto mais rápido acontece a cristalização, mais finos serão os cristais. Crane (1987) também diz que o processo de cristalização do mel depende da ausência ou presença de partículas sólidas em suspensão, que servirão como "núcleo para crescimento de cristal". Tais núcleos existem naturalmente no mel, porém são invisíveis macroscopicamente e constituem "cristais diminutos, bolhas de ar, partículas de cera de abelhas, grãos de pólen, sujeira do ar ou do recipiente do mel".
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Caracterização físico-química e sensorial de amostras de mel de abelhas africanizadas (Apis mellifera L.) produzidas no pantanal

Caracterização físico-química e sensorial de amostras de mel de abelhas africanizadas (Apis mellifera L.) produzidas no pantanal

No presente trabalho objetivou-se avaliar, mediante análises físico-químicas e sensoriais, a qualidade de 17 amostras de méis silvestres multiflorais de abelhas africanizadas (Apis mellifera L.), produzidos em escala experimental entre 2006 e 2007 na fazenda Nhumirim, Unidade Experimental da Embrapa Pantanal, localizada na sub-região da Nhecolândia do Pantanal. A maioria das amostras apresentou padrões de qualidade de acordo com a legisla- ção brasileira em vigor, evidenciando serem apropriadas ao consumo humano, o que possi- bilita a produção de mel em escala comercial nas propriedades rurais dessa região. Entre o principal destaque dos parâmetros analisados está o baixo teor de umidade, que ficou entre 16,80% e 19,87%, com valor médio de 18,92%. O teor de minerais encontrados nas amostras contribui na identificação de um produto desenvolvido em área geograficamente “limpa”, isenta de contaminação por metais pesados. Na análise sensorial, realizada somente com as amostras que estavam de acordo com a legislação vigente, observou-se que 93,1% dos provadores emitiram notas máximas (7 a 9 na escala hedônica), ou seja, a maioria gostou da impressão geral desse produto apícola. Com relação ao atributo sabor, foi verificado que 84,5% dos provadores aprovaram os méis avaliados com notas entre 7 e 9. Por intermédio dos resultados obtidos, pode-se concluir que a maioria dos méis analisados neste trabalho está adequada para o consumo humano e com boa aceitabilidade pelo consumidor. Dessa forma, é possível fomentar o desenvolvimento da apicultura com qualidade no Pantanal. Palavras-chave: Apis mellifera. Corumbá. Composição do mel. Minerais.
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Avaliação da presença de coliformes, bolores e leveduras em amostras de mel orgânico de abelhas africanizadas das ilhas do alto rio Paraná.

Avaliação da presença de coliformes, bolores e leveduras em amostras de mel orgânico de abelhas africanizadas das ilhas do alto rio Paraná.

O presente trabalho foi desenvolvido para caracterizar a microbiota do mel produzido nas ilhas Floresta e Laranjeira do alto rio Paraná, na região de Porto Brasílio, Paraná (PR). O mel foi coletado diretamente das melgueiras das colônias avaliadas, em três apiários distribuídos nas ilhas Floresta e Laranjeira. O período de coleta das amostras de mel foi de novembro de 2005 a fevereiro de 2006, perfazendo o total de 24 amostras de mel orgânico produzido por abelhas Apis mellifera africanizadas. Seguindo o método das normas internacionais da Compendium of Methods for the Microbiology Examination of Foods, os parâmetros analisados foram: presença de coliformes a 35ºC e 45ºC e quantificação de bolores e leveduras. Verificou-se que todas as amostras apresentaram- se em conformidade com o Regulamento Técnico MERCOSUL de Identidade e Qualidade do Mel (MERCOSUL/GMC/RES n o
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Mel de abelhas nativas e africanizadas do estado de Alagoas : composição química, segurança microbiológica e atividade terapêutica.

Mel de abelhas nativas e africanizadas do estado de Alagoas : composição química, segurança microbiológica e atividade terapêutica.

livres de mel de A. mellifera e de abelhas nativas do Estado de Alagoas (estação seca de 2008/09), a partir de extrato aquoso de méis hidrolisados com ácido fórmico (revelação ninhidrina e aquecimento 105ºC), bem como os padrões de aminoácidos de prolina (P), glicina (G) e arginina (A). M3-8: A. mellifera; AU4: M. scutellaris; AJ1: M. subnitida AP1: Plebeia sp. ..............................................................................................................

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Propriedades fitoterápicas do mel de abelhas

Propriedades fitoterápicas do mel de abelhas

RESUMO: O assunto abordado na pesquisa foi verificar quais eram as propriedades fitoterápicas do mel de abelhas mais abordadas nos estudos nacionais e internacionais. Dessa forma apresentou-se como problema quais seriam as propriedades fitoterápicas do mel de abelha. O Objetivo da investigação foi identificar as principais pesquisas com o tema propriedades fitoterápicas nos artigos publicados nas bases de dados, realizada por meio de um levantamento bibliográfico nas bases de dados Scielo, Lilacs e Medline, no período de 2003 a 2012. No processo de investigação, foram analisados em uma perspectiva bibliográfica e descritiva. O referencial teórico teve como foco os conceitos do mel de abelha, assim como sua classificação e composição. Apresentaram como base de interlocução, autores como Silva et al. (2006), Liando e Castro (2008) e Jaganathan e Mandal (2009). O aprofundamento teórico trouxe como reflexão a importância de realização de mais estudos que comprovem as diversas propriedades fitoterápicas do mel de abelhas. Os principais resultados mostram que o mel de abelhas possui como principal propriedade fitoterápica ser um antiinflamatório, antimicrobiano e no tratamento de câncer. Os limites encontrados referem-se ao fato deste ser um estudo bibliográfico dependendo da obtenção dos resultados de estudos já publicados sobre o assunto. A pesquisa evidenciou que o mel de abelhas é visto pelos consumidores como um medicamento natural e não como um alimento, enfatizando a necessidade dos ensaios clínicos realizados para comprovação das propriedades fitoterápicas para que no futuro o mesmo possa ser uma alternativa para tratar o câncer. Palavras-chave: Mel de abelhas. Propriedades. Medicinal.
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Produtividade de mel e comportamento defensivo como índices de melhoramento genético de abelhas africanizadas (Apis mellifera L.)

Produtividade de mel e comportamento defensivo como índices de melhoramento genético de abelhas africanizadas (Apis mellifera L.)

saqueadores, uma vez que seus ninhos contêm estoques de mel e pólen, além da abundância de cria que atrai diversos predadores (WINSTON, 2003). Segundo Couto & Couto (2002), testes comprovaram que o grau de defensibilidade está correlacionado a fatores ambientais e à influência genética da população das abelhas. Pesquisas em seleção permitem manter as linhagens com as características desejadas, o que justifica que essa tecnologia deva ser incorporada aos programas comerciais de criação de abelhas (COBEY & SCHLEY, 2002). Para Cobey (2007), uma forma de aumentar a produção poderia ser por meio da implantação de Programas de Melhoramento Genético de rainhas selecionadas.
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Aspecto físico-quimico do mel de abelhas comercializado no município de Salvador- Bahia

Aspecto físico-quimico do mel de abelhas comercializado no município de Salvador- Bahia

No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE 1990) estimou uma produção nacional em 1993 de 18.367 toneladas. Entretanto não existe no país uma estrutura eficiente de informação que contabilize a produção real de mel de abelhas, assim como praticamente nada tem sido feito na fiscalização da qualidade do produto oferecido ao consumo. Apenas alguns levantamentos de qualidade foram realizados nos estados de São Paulo (FLECHTMANN et al. 1963), (PINTO & RUDGE 1991); Santa Catarina (D'ALBORE 1978); Mato Grosso do Sul (PEREIRA et al. 1983) e Bahia (ANDRADE-LIMA & SILVA 1993), por universidades ou centros de pesquisa, não pelos órgãos fiscalizadores.
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Caracterização físico-química e botânica do mel de abelhas sem ferrão (Meliponini), de ocorrência no Vale do Taquari - RS, objetivando edição de RTIQ

Caracterização físico-química e botânica do mel de abelhas sem ferrão (Meliponini), de ocorrência no Vale do Taquari - RS, objetivando edição de RTIQ

A acidez do mel tem sua origem na variação dos ácidos orgânicos causada pelas diferentes fontes de néctares, pela ação das bactérias durante o processo de maturação do mel, pelas quantidades de minerais presentes na composição e pela ação da enzima glicose-oxidase que origina o ácido glucônico (HORN et al., 1996). A enzima glicose- oxidase é produzida pelas glândulas hipofaringeanas das abelhas (SEEMAN; NEIRA, 1988). A acidez é importante uma vez que contribui para estabilidade do mel frente ao desenvolvimento de microrganismos (CORNEJO, 1988; SEEMAN; NEIRA, 1988). Esses ácidos estão dissolvidos em solução aquosa e produzem íons de hidrogênio que promovem a acidez ativa do mel, permitindo assim indicar as condições de seu armazenamento e do processo de fermentação (CORNEJO, 1988). O LANAGRO não efetua análise de pH, pois analisa acidez, que está prevista no regulamento. A análise de pH apresenta inúmeras problemáticas, regiões, floras, espécies, acondicionamento. Assim, o MAPA padronizou, como é empregado universalmente e, sendo inclusive recomendado pelo IHV, a análise de acidez, que mede de fato apenas os ácidos livres do mel e não as influências externas.
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Estudo da qualidade do mel de abelhas sem ferrão por análise por ativação neutrônica...

Estudo da qualidade do mel de abelhas sem ferrão por análise por ativação neutrônica...

Há cerca de 30 mil anos, os ancestrais dos aborígenes chegaram na Austrália, encontraram as abelhas sem-ferrão, usaram o seu mel e cera, deixaram registros de como coletavam o mel por meio de pinturas rupestres e por rituais mantidos por seus descendentes, como a tradicional dança que conta a história da coleta do mel, o “corroboree” (McKENZIE,1975) . Algum tempo depois o homem cruzou o estreito de Bearing, deve ter encontrado alguns enxames de abelhas da tribo Bombini na América do Norte, mas não observou colméias com grande estoques de mel até alcançar os trópicos há 15 mil anos, onde vivem as abelhas sem-ferrão. Estes ameríndios colhiam o mel das abelhas, bem como a cera, a qual foi essencial para seus descendentes no processo de escultura por moldagem do ouro chamada de cera perdida ou microdifusão (CRANE, 1999).
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