Acesso e uso dos dispositivos – Rural/Urbano

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PRODUÇÃO ACESSO E USO DO ESPAÇO URBANO DO/NO BAIRRO DAS MALVINAS EM CAMPINA GRANDE PB

PRODUÇÃO ACESSO E USO DO ESPAÇO URBANO DO/NO BAIRRO DAS MALVINAS EM CAMPINA GRANDE PB

Concomitantemente estão presentes os grupos de pessoas que anelam por uma habitação. Assim atuam ocupando algumas áreas com o objetivo de suprirem suas necessidades de moradia. Em segundo lugar, e mais relevante, está à restrição ao acesso à moradia que é um fato provocado pelo próprio Estado que não possui uma política habitacional capaz de atenuar o enorme déficit habitacional o que acaba provocando “intermináveis” conflitos nas cidades brasileiras, o que para Maricato (1997, p. 50), seria: “[...] os baixos salários pagos aos trabalhadores [...] sem poder aquisitivo para comprar a moradia no mercado imobiliário privado [...] ou constrói em terrenos de parentes ou invade terras que em geral são públicas.”
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PLANEJAMENTO URBANO, RURAL E AMBIENTAL

PLANEJAMENTO URBANO, RURAL E AMBIENTAL

O geoprocessamento apresenta-se como uma ferramenta indispensável para fornecer uma série de informações que ajudarão a planejar melhor a distribuição e manutenção da rede física de ensino público e conseqüentemente melhorar o acesso. A representação da distribuição da oferta e demanda por educação pública no espaço geográfico no SIG, juntamente com outros fatores relevantes – como a distribuição espacial dos dados socioeconômicos, de infraestrutura, uso e ocupação do solo, entre outros – contribui significativamente na melhoria da capacidade de planejar a distribuição de vagas para a educação.
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Planejamento urbano e o direito ao acesso à água

Planejamento urbano e o direito ao acesso à água

Mostra-se de grande relevância a menção ao equilíbrio ambiental como um dos fatores condicionantes do uso da propriedade urbana. O meio ambiente ecologicamente equilibrado é um direito assegurado, a todos, pela Constituição Federal (art. 225, caput). A questão ambiental e a questão urbana apresentam-se intrincadas de modo forte e o ordenamento dos espaços urbanos aparece, sem dúvida, como instrumento da política ambiental. A implementação de uma política urbana hoje não pode ignorar a questão ambiental, sobretudo nas cidades de grande porte, onde adquirem maior dimensão os problemas relativos ao meio ambiente, como, por exemplo: poluição do ar, da água, sonora, visual, lixo, ausência de áreas verdes.
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BIOCONSTRUÇÃO: APLICABILIDADE NO MEIO RURAL COMO FORMA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E POSSIBILIDADES DE USO NO AMBIENTE URBANO

BIOCONSTRUÇÃO: APLICABILIDADE NO MEIO RURAL COMO FORMA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E POSSIBILIDADES DE USO NO AMBIENTE URBANO

Estes materiais, além de serem acessíveis financeiramente, garantem condições de vida e conforto similares aos de uma casa tradicional. Materiais como a terra crua, são bons isolantes térmicos tanto quanto às alvenarias. Outros exemplos: a terra apiloada (tijolo natural) apresenta alta capacidade térmica, ou seja, absorve calor e libera de forma relativamente lenta conforme a temperatura do entorno diminuir (desde que a edificação esteja posicionada de modo a receber a luz direta do sol). O bambu é barato e de fácil acesso, e ainda possibilita estruturas que muitos só pensariam serem possíveis se metálicas. A taipa, por exemplo, amplamente empregada, nada mais é do que uma técnica construtiva simples, conhecida há séculos, mas que acabou em desuso com a popularização das estruturas de concreto. As construções em madeira também são um exemplo dessa situação, apresentam baixa energia incorporada, além de serem bons isolantes térmicos.
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Pobreza multidimensional no Brasil rural e urbano

Pobreza multidimensional no Brasil rural e urbano

Enquanto os coeficientes de correlação não apresentam nenhum valor elevado, algumas medidas de redundância chamam a atenção (Tabela 4.6). No caso do 𝑅 0 de 0,908 entre destino do lixo e energia elétrica, por exemplo, significa que 90,8% das pessoas que são privadas no indicador com a menor incidência marginal (1,4% da população vive em domicílios sem energia elétrica) também são privadas no outro indicador (20,5% da população sem coleta de lixo). O acesso quase universal à energia elétrica no país explica esse resultado, assim como o também elevado 𝑅 0 entre energia elétrica e bens de consumo duráveis (0,894). Evidentemente, o uso de bens duráveis como geladeira e televisão no domicílio depende da existência de energia elétrica. O contrário, porém, não é verdadeiro, uma vez que o domicílio pode ter energia elétrica e não ter acesso aos bens considerados essenciais. Esta situação é mais presente nas áreas rurais, como mostram os dados do censo: em 2010, 93% das pessoas residentes no meio rural tinham energia elétrica no domicílio, mas apenas 79% possuíam geladeira 5 . Na dimensão educação, a medida de redundância elevada é explicada pela forma como os indicadores estão estruturados. No caso de crianças de 7 ou 8 anos, a privação no primeiro indicador implica, necessariamente, privação no segundo. O mesmo raciocínio vale para adultos (18 anos ou mais) analfabetos, o que significa privação total em educação. Finalmente, verifica-se a ausência de valores elevados de 𝑅 0 entre o rendimento domiciliar per capita e as variáveis que compõem o IPM Brasil, sendo o maior valor observado na relação com a existência de energia elétrica no domicílio.
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EUCLIDES DA CUNHA PAULISTA: ENTRE O URBANO E O RURAL

EUCLIDES DA CUNHA PAULISTA: ENTRE O URBANO E O RURAL

2010 6111 O fato da população ainda ser maior na área urbana não inibe as novas práticas e caminhos que a cidade começa a traçar. À volta a valorização da terra, as práticas agropecuárias, e os novos cuidados e plane- jamentos para a área rural, trouxeram novas dinâmi- cas para o município, que se viu imerso a retomada de novas culturas e a introdução de várias outras. O intercâmbio entre as duas localidades, que estão muito próximas fisicamente, faz com que muitas vezes, seja impreciso indicar se ali se encontra uma população urbana ou rural, já que a terra neste caso não consegue por si só determinar uma classificação apenas pelo seu uso. Vemos na zona urbana muitos costumes ditos rurais, enquanto que na zona rural, com o acesso fácil a meios de comunicações, outras localidades e informações, vemos hábitos e elemen- tos considerados índices para urbanização.
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O DIREITO DE ACESSO A INFORMAÇÃO, EMPREGADOR E EMPREGADO E O USO DE DISPOSITIVOS MÓVEIS DE COMUNICAÇÃO

O DIREITO DE ACESSO A INFORMAÇÃO, EMPREGADOR E EMPREGADO E O USO DE DISPOSITIVOS MÓVEIS DE COMUNICAÇÃO

O presente artigo versa sobre a utili- zação dos meios de acesso à informação do empregado, durante o labor diário, por meio da utilização de dispositivos móveis que permitam o acesso à rede mundial de computadores. O escopo principal da presente pesquisa é ana- lisar se cabe ao empregador de forma coercitiva interferir nesta possibilidade de acesso à informação. Analisa-se, ain- da, a aplicabilidade dos direitos funda- mentais, a possibilidade de não haver a quebra do sigilo, levando em conta a diferenciação entre o correio eletrônico e a correspondência em análise do que preceitua a legislação e a Constituição Federal. Para atender aos objetivos da pesquisa, utilizou-se o método indutivo e as técnicas do referente e da pesquisa bibliográfica. Após os estudos e a análi- se de posições doutrinarias relevantes sobre o tema, bem como a própria legis- lação pertinente, destacou-se que há a necessidade de buscar formas legais de coibir o acesso indiscriminado do em- pregado ao e-mail e a redes sociais em contraposição da contratualização efe-
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O TRABALHO AGRÍCOLA NO ESPAÇO RURAL/URBANO BRASILEIRO EM 2005: EDUCAÇÃO E DETERMINANTES DO ACESSO À INTERNET *

O TRABALHO AGRÍCOLA NO ESPAÇO RURAL/URBANO BRASILEIRO EM 2005: EDUCAÇÃO E DETERMINANTES DO ACESSO À INTERNET *

Londrina, 22 a 25 de julho de 2007, Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural 5 em 2005, constata-se que há muito por fazer através das políticas publicas voltadas para o setor. A distribuição da escolaridade revela uma das maiores deficiências do País: independente da localização do domicílio, seja ele rural ou urbano, cerca de quase 40% dos trabalhadores ocupados na agricultura do Nordeste não têm instrução ou declaram ter menos de um ano de escolaridade, sendo esse percentual de quase 27% na região Norte e de aproximadamente 20% no Sudeste e no Centro-Oeste. Em São Paulo, estado em que os ocupados agrícolas têm residência predominantemente urbana, esse percentual é menor, em torno de 15%, mas muito elevado pelas condições de desenvolvimento dessa unidade da federação. Mesmo no Sul, que conta com uma distribuição de anos de escolaridade melhor do que nas demais regiões do País, os sem instrução ou os que têm menos de um ano de escolaridade correspondem a quase 12% dos ocupados agrícolas ( Ver Corrêa e Figueiredo, 2007).
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ENTRE O RURAL E O URBANO INTERIORIZADO

ENTRE O RURAL E O URBANO INTERIORIZADO

No âmbito das cidades pequenas, observamos o rebatimento das estruturas e da dinâmica es- pacial em que algumas políticas públicas, voltadas para o desenvolvimento territorial, foram imple- mentadas; tendo como principal enfoque a amenização das desigualdades regionais. Para isso, temos as políticas habitacionais, com especial atenção para o Programa “Minha Casa, Minha vida”, como uma das principais políticas que têm promovido mudanças na ordem social e econômica das popu- lações, demais agentes produtores do espaço (SPOSITO, 2011); tanto das que vivem nas periferias dos grandes centros como, no caso, nas pequenas cidades do interior nordestino. Como pudemos verificar na tese de Bezerra (2016), parte considerável dos impactos socioterritoriais (especulação imobiliária; aquecimento do mercado de terras; incorporação do solo rural ao urbano; expansão urbana e alterações no uso e ocupação do solo, entre outros) que essa política vem provocando.
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O RURAL E O URBANO EM INTERAÇÃO

O RURAL E O URBANO EM INTERAÇÃO

A condição de conhecimento, comunidade ou modo de vida tradicional faz transcender a relação direta com a natureza não humana, cerne da identidade rural na categoria do rural como categoria heurística relacional ao urbano, pela imanência do espiritual na natureza inteira, como ocorre com as comunidades de Santo Amaro. Entretanto, embora sejam assim identificadas as comunidades de Santo Amaro, no Maranhão, o artigo de Michelle Santos Rocha e Itaan de Jesus Pastor Santos traz a análise do Projeto de Lei do Senado nº 465, de 2018, sob o discurso do desenvolvimento para as comunidades afetadas. Dar-se-ia mais um extermínio, mas, dessa vez, da diversidade como complexidade ao alterar os limites do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, visando o turismo na região e “fazer justiça com as comunidades que precisam de equipamentos públicos básicos”. Os autores examinam o paradoxo de, por um lado, haver efeitos danosos em que terras públicas de unidades de conservação de proteção integral venham a constituir um mercado de terras para o mercado imobiliário e, por outro, que, através do diálogo com as comunidades, seja possível uma nova perspectiva de desenvolvimento em comunidades por acesso a melhorias, mas a partir dos seus referenciais.
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REGIME HIDROLÓGICO DE DUAS MICROBACIAS CONTÍGUAS: UM
COMPARATIVO ENTRE USO URBANO E RURAL

REGIME HIDROLÓGICO DE DUAS MICROBACIAS CONTÍGUAS: UM COMPARATIVO ENTRE USO URBANO E RURAL

A ação antrópica provoca alteração no escoamento natural das bacias. As cheias podem se tornar mais intensas, as estiagens mais imediatas e prolongadas, os processos erosivos acelerados, enquanto a qualidade da água tende a deteriorar-se. Com isso, a questão que se coloca neste trabalho é a necessidade de se conhecer o impacto provocado pela mudança do uso e ocupação do solo, no escoamento, com ênfase no espaço urbano. Portanto, o presente trabalho objetiva avaliar as diferenças no escoamento entre duas bacias contíguas e com a mesma área: uma com o uso preponderantemente agrícola e outra com o uso primordialmente urbano. Para isso, buscou-se avaliar a influência da urbanização sobre o regime hidrológico por meio do balanço hídrico, utilizando-se duas microbacias, uma com 54% de sua área urbanizada - MU e a outra coberta por campo nativo e áreas utilizadas para agricultura – MR, ambas com a mesma área de 2,31 km². Mais especificamente, busca-se quantificar algumas variáveis componentes do balanço hídrico para estimar a disponibilidade hídrica e avaliar as pequenas vazões, utilizando curvas de permanência. Por meio da análise de hidrogramas construídos com dados de vazão coletados simultaneamente, de hora em hora, nas duas microbacias, dos eventos que geraram as vazões máximas avaliaram-se as diferentes variações de vazão e as máximas geradas, utilizando os dados coletados no período compreendido entre janeiro e outubro de 2011. O balanço hídrico global mostrou que a MU apresentou um escoamento 5,1 vezes maior que a MR, e, em nenhum dos meses monitorados, a MR apresentou um deflúvio superior a MU, merecendo destaque os meses de janeiro e fevereiro, em que se constatou a maior diferença em mais de 29 vezes. Em relação às vazões com permanência maiores que 40%, analisando
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Estudo comparativo sobre o uso de proteção solar no meio rural e urbano

Estudo comparativo sobre o uso de proteção solar no meio rural e urbano

No gráfico acima algumas questões de extrema importância foram abordadas a respeito do uso de filtro solar. Chamando a atenção para 73,77% dos voluntários do meio rural, que disseram concordar quer o filtro solar com FPS 60 é 1 vez mais potente que o protetor de fator 30, durante a entrevista relataram ainda, acreditar que ao utilizar o filtro com FPS 60, estarão protegidos pelo dobro do tempo e sem necessidade de reaplicar, o que segundo eles não aconteceria se utilizassem um filtro FPS 30. Enquanto isso a maioria dos voluntários do meio urbano 47,95% deles, disseram que no seu conhecimento, o protetor com FPS 30 já garante boa proteção contra os raios ultravioletas, o que está de acordo com o estudo feito por Urasaki e colaboradores (2016) sobre práticas de exposição e proteção solar de jovens universitários, onde o FPS relatado por 43% da amostra também está abaixo do que se considera fotoexposição saudável, isto é, FPS mínimo de 30. Por outro lado, um número expressivo de 33%, indicou alto valor de FPS, acima de 60. Ele relata também neste estudo sobre a preocupação atual a esse respeito do conhecimento do filtro solar. Usuários de filtros mais altos estão mais propensos a se queimar por permanecerem mais tempo sob o sol, confiando na ação prolongada do produto.
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RELAÇÃO URBANO-RURAL NO CRESCIMENTO URBANO DE COLATINA

RELAÇÃO URBANO-RURAL NO CRESCIMENTO URBANO DE COLATINA

Um fator determinante, que direcionou, em diversos períodos, o crescimento da cidade foi a infraestrutura viária, principalmente a rodoviária. Após a construção da ponte sobre o Rio Doce, em 1928, a cidade passou a ser o principal acesso às terras do norte do estado. Por essa confluência de sistemas viários o crescimento da cidade seguiu, em grande parte, as rodovias que ligam Colatina aos municípios vizinhos, à capital Vitória e ao estado de Minas Gerais. O desenvolvimento do sistema de transportes foi um dos fatores determinantes para se tornar possível a dispersão urbana. Reis (2006) afirma que o deslocamento de algumas atividades para o campo, aproveitando grandes eixos de transporte, acabam dando origem a uma série de pólos urbanos, estes separados entre si por áreas com atividades rurais e cujos trabalhadores residem nas cidades.
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PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E RURAL

PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E RURAL

Art. 6º - Antes da elaboração do projeto de loteamento, o interessado deverá solicitar à Prefeitura Municipal, ou ao Distrito Federal quando for o caso, que defina as diretrizes para o uso do solo, traçado dos lotes, do sistema viário, dos defina as diretrizes para o uso do solo, traçado dos lotes, do sistema viário, dos espaços livres e das áreas reservadas para equipamento urbano e comunitário, apresentando, para este fim, requerimento e planta do imóvel contendo, pelo menos:

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Políticas Públicas entre o Rural e o Urbano:

Políticas Públicas entre o Rural e o Urbano:

No próximo tópico, a experiência brasileira em SAN é revisitada como também seus desdobramentos em termos de políticas públicas. Em seguida, será trazida a experiência, ainda em curso, do Programa de Extensão da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ, intitulado “Diálogos de saberes e práticas para a promoção da soberania e da segurança alimentar e nutricional como estratégia de desenvolvimento no Território das Vertentes em Minas Gerais”. A reflexão coletiva proposta no âmbito desse Programa de Extensão colocou, dentre vários temas de interesse, a problemática do desenvolvimento rural e da informalidade nos centros urbanos, com foco em cidades de médio porte. Uma breve referência a essa discussão está no tópico seguinte, destacando a população que vive em condições de informalidade e a população rural, em particular a agricultura familiar e as questões vinculadas à produção agroalimentar, as condições de acesso aos alimentos e seus reflexos em termos de proposição de políticas públicas. O último tópico analisará algumas das propostas enviadas à Câmara Municipal e à Prefeitura Municipal concebidas no âmbito do Programa de Extensão para interferir nas discussões sobre Metas e Prioridades para a LDO – Lei de Diretrizes Orçamentária – 2022 – do município de São João del-Rei. Ao final, o tema da intersetorialidade será retomado e proposto que estratégias de SAN devem ser consideradas para o enfrentamento dos problemas do desenvolvimento territorial em âmbito municipal e regional, por conta de seu caráter multidimensional e também multiescalar, que traz mais efetividade a políticas públicas, sugerindo que problemas complexos do desenvolvimento podem ser tratados com custos reduzidos. E, em face dessa experiência, evidenciam-se questões que se encontram na fronteira entre a reflexão coletiva e a proposição de ações políticas nos territórios; e, mais ainda, o distanciamento entre o potencial contido nas análises e proposições de políticas contidas no enfoque da SAN e a estrutura orçamentária organizada em termos de “áreas de resultados”.
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O USO DOS DISPOSITIVOS MÓVEIS COMO FERRAMENTA DE ACESSO AO APRENDIZADO: REFLEXÕES SOBRE OS DESAFIOS DA APRENDIZAGEM UBÍQUA 1

O USO DOS DISPOSITIVOS MÓVEIS COMO FERRAMENTA DE ACESSO AO APRENDIZADO: REFLEXÕES SOBRE OS DESAFIOS DA APRENDIZAGEM UBÍQUA 1

Mesmo esses dispositivos sendo extremamente interessantes, convidativos, necessários e atrativos, e ainda nos ofereça novas modalidades de diálogo, de acesso ilimitado ao universo digital e a possibilidade de conexão contínua com a rede, nada substitui o contato pessoal e as vivências nos espaços sociais, culturais e educacionais. Nada substitui uma boa conversa presencial entre aluno e professor, entre familiares, amigos, vizinhos, conhecidos e desconhecidos. Como diz Milô Fernandes: “só depois que a tecnologia inventou o telefone, o telégrafo, a televisão, a internet, foi que se descobriu que o problema de comunicação mais sério era o de perto”. É esse “de perto” que devemos preservar, valorizar, exercitar e saborear, diariamente, mesmo que o saborear seja a goles pequenos, em curtas frações de tempo, entre os intervalos das atividades cotidianas, ou até, no simples encontro casual de olhares.
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O USO DOS DISPOSITIVOS MÓVEIS COMO FERRAMENTA DE ACESSO AO APRENDIZADO: REFLEXÕES SOBRE OS DESAFIOS DA APRENDIZAGEM UBÍQUA 1

O USO DOS DISPOSITIVOS MÓVEIS COMO FERRAMENTA DE ACESSO AO APRENDIZADO: REFLEXÕES SOBRE OS DESAFIOS DA APRENDIZAGEM UBÍQUA 1

O USO DOS DISPOSITIVOS MÓVEIS COMO FERRAMENTA DE ACESSO AO APRENDIZADO: REFLEXÕES SOBRE OS DESAFIOS DA APRENDIZAGEM UBÍQUA 1 Anderson Wagner da Silva BARBOSA 2 ; Mercicleide RAMOS 3 O avanço das tecnologias digitais, da internet e das redes de comunicação e informação têm provocado profundas reconfigurações no modo como nos comunicamos, produzimos conteúdos, acessamos e compartilhamos informações, registramos o cotidiano a nossa volta, etc. Em meio a esse cenário tecnológico surgem os dispositivos móveis (smartphones, tablets, dentre outros dispositivos) que, conectados à internet (seja ela móvel, como, por exemplo, as do tipo 3G e 4G; ou fixa, como conexões wi-fi), proporcionam inéditas possibilidades de comunicação, consumo, produção e compartilhamento de conteúdo. Também permitem que o acesso e a aquisição de informação e conhecimento ocorram de maneira aberta, compartilhada, espontânea, colaborativa, ubíqua e pervasiva, proporcionando “processos de aprendizagem abertos” (SANTAELLA, 2013), conforme afirma Santaella:
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DESPESAS FAMLIARES, HÁBITOS DE COMPRAS E USO DO CARTÃO DE CRÉDITO ENTRE FAMÍLIAS DO MEIO RURAL E URBANO

DESPESAS FAMLIARES, HÁBITOS DE COMPRAS E USO DO CARTÃO DE CRÉDITO ENTRE FAMÍLIAS DO MEIO RURAL E URBANO

Diante das mudanças ocorridas no mercado e transformações do estilo de vida nos últimos tempos, baseadas no êxodo rural e nos avanços da tecnologia pelo processo de industrialização, as famílias modificaram seus hábitos de consumo. Com a industrialização, o mercado de consumo desenvolveu formas para facilitar a aquisição de bens e produtos, a exemplo, o cartão de crédito. Estes oferecem praticidade e conforto ao consumidor/a no ato de efetuar o pagamento de produtos. Porém, mesmo oferecendo vantagens é necessário cuidado para não comprometer a renda familiar. Portanto, o presente estudo teve como objetivo conhecer e analisar hábitos de compras e despesas entre famílias rurais e urbanas, especialmente o uso do cartão de crédito. Para isto, foi desenvolvido um estudo de caso, com famílias residentes no bairro urbano de Pau Amarelo, município de Paulista-PE, e na zona rural de um município do interior de Pernambuco, Vitória de Santo Antão. Aplicamos formulários semi-estruturados como instrumento principal de coleta de dados e nos inserimos no campo da observação. O resultado nos revelou que a maioria das famílias urbanas realiza o pagamento das compras de duas formas, uma parte em dinheiro e outra no cartão de crédito. Já as famílias do meio rural todas realizam o pagamento das compras em dinheiro. Inferimos que a menor oferta de produtos no meio rural, e a distância dos centros comerciais ainda contribuem para que as famílias rurais não utilizem os cartões de créditos, mesmo possuindo.
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0 Natureza, Urbano, Rural e Cultura

0 Natureza, Urbano, Rural e Cultura

Originalmente, o estudo analisou as inundações aplicando princípios da complexidade em virtude do elevado número de variáveis envolvidas na pesquisa: regime hidrológico, morfometria da bacia hidrográfica, hipsometria, precipitação pluviométrica diária e, aspectos socioeconômicos relacionados ao uso do solo, como a instalação de barragens clandestinas em igarapés. Entretanto, este capítulo aborda apenas a relação do regime hidrológico (vazão máxima e nível do rio) com as precipitações diárias locais e suas influências, com índices oceânicos do Oceano Pacífico e Atlântico, com estágio de ocupação dos sistemas fluviais em Altamira. Apesar de não aplicar a teoria da complexidade, Rebelo (2003) apresenta a possibilidade de considerar-se múltiplas variáveis, sem supervalorizar apenas a precipitação pluviométrica, ou atribui esse tipo de fenômeno a exclusiva intervenção antrópica.
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LEI DO PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E RURAL

LEI DO PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E RURAL

XIV - fração ideal: índice de participação abstrata e não divisível de cada condômino nas coisas comuns do condomínio, expresso sob forma decimal, ordinária ou percentual; XV - condomínio urbanístico: a divisão de gleba ou lote em frações ideais, correspondentes a unidades autônomas destinadas à edificação e áreas de uso comum dos condôminos, que não implique na abertura de logradouros públicos, nem na modificação ou ampliação dos já existentes, podendo haver abertura de vias internas de domínio privado;

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