Acidente de percurso

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Reflexos da desconsideração do Acidente de percurso em Acidente de trabalho

Reflexos da desconsideração do Acidente de percurso em Acidente de trabalho

O acidente de percurso ou acidente de trajeto é uma modalidade de acidente de trabalho que vem seriamente sendo discutido por setores que representam tanto a classe trabalhadora quanto pela classe patronal os quais através de seus sindicatos buscam um equilíbrio neste impasse que tem provocados os ânimos em todos os setores. Alvo de projetos e campanhas que tem como objetivo retirar dos ombros das empresas o ônus da responsabilidade pelo deslocamento de seus funcionários de sua residência para o trabalho ou vice e versa. Se de um lado as empresas não querem arcar com este compromisso imposto pela atual legislação complexa e confusa, por outro lado os empregados não querem a sensação da descobertura por parte da empresa de lhes assegurar as garantias legais nos seus deslocamentos. Uma queda de braço que sinaliza a incerteza de uma solução pacifica que embora todos os esforços de ambas as partes em encontrar uma equalização de entendimentos, lá se foram trinta anos de legislações trabalhistas no Brasil, o que infelizmente não demonstra nenhum sinal de que teremos uma solução em menos tempo do que já se passou.
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Acidente de percurso X acidente de trabalho e a responsabilidade civil do empregador: uma visão previdenciária

Acidente de percurso X acidente de trabalho e a responsabilidade civil do empregador: uma visão previdenciária

MATERIAIS, MORAIS E ESTÉTICOS. DEMANDA PROPOSTA CONTRA O MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE. SERVIDOR MUNICIPAL ADMITIDO COMO CELETISTA CUJO REGIME JURÍDICO FOI CONVERTIDO AO ESTATUTÁRIO EM 01-01-1991. COMPETÊNCIA DECLINADA PELA JUSTIÇA LABORAL. ACIDENTE DE TRÂNSITO. ALEGAÇÃO DE OCORRÊNCIA DE ACIDENTE DE TRABALHO "INITINERE". AMPUTAÇÃO DO MEMBRO INFERIOR ESQUERDO. RESPONSABILIDADE SUBJETIVA DO MUNICÍPIO. INEXISTÊNCIA DE PROVA DA CULPA E DO NEXO DE CAUSALIDADE. DEVER DE INDENIZAR INEXISTENTE. Versando a demanda sobre responsabilidade civil por acidente do trabalho, há presunção de culpa do empregador, a quem incumbe demonstrar que adotou todas as diligências, cautelas e precauções necessárias para assegurar a incolumidade física do obreiro e evitar a ocorrência do infortúnio. Caso concreto em que os elementos de convicção coligidos ao bojo dos autos revelam que o demandante se envolveu em acidente de trânsito, quando dirigia uma motocicleta e teria sido "cortado" por veículo automotor, quando se deslocava para o local onde habitualmente desempenhava suas atividades laborativas, atuando como Guarda Florestal na Reserva Biológica do Lami/SMAM. Conjunto probatório revelador de que o autor não se deslocava para atender chamado de emergência ou situação excepcional. Acidente de trânsito para o qual o Município acionado não concorreu de qualquer modo. Nexo de causalidade não demonstrado. Dever de indenizar inocorrente. APELO DESPROVIDO. (RIO GRANDE DO SUL, 2014).
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Acidente de trajeto - seus aspectos perante acidente de trabalho

Acidente de trajeto - seus aspectos perante acidente de trabalho

RECURSO DE REVISTA INTERPOSTO SOB A ÉGIDE DO CPC/73 E ANTERIORMENTE À ENTRADA EM VIGOR DA LEI Nº 13.015/2014 - MAJORAÇÃO DO VALOR DA CAUSA DE OFÍCIO - IMPOSSIBILIDADE. É vedado ao órgão julgador, de ofício, majorar o valor dado à causa quando ausente impugnação pela parte contrária, na forma do art. 261 do CPC/73. Recurso de revista conhecido e provido. INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS - ACIDENTE DE TRABALHO - TRAJETO RESIDÊNCIA-TRABALHO - VEÍCULO PARTICULAR - AUSÊNCIA DE CULPA DA RECLAMADA. Para que seja reconhecido o direito à indenização por danos morais e materiais, é imprescindível, nos termos do art. 7º, XXVIII, da Constituição Federal, que o empregador tenha concorrido, pelo menos a título de culpa, com o infortúnio. Não obstante a Lei nº 8.213/91 equipare o "acidente de percurso" ao acidente de trabalho para fins previdenciários, a reparação civil dele proveniente está pautada no princípio da responsabilidade subjetiva. Com efeito, na hipótese de acidente de trajeto, firmou- se nesta Corte o entendimento de que a responsabilidade do empregador pelo infortúnio só se configura diante da existência de nexo causal entre a conduta desse e o dano sofrido pelo empregado. Na hipótese dos autos, extrai-se do quadro fático delineado no acórdão regional que o acidente sofrido pelo reclamante não guarda conexão com as funções por ele exercidas na reclamada, conquanto tenha ocorrido no trajeto do local de sua residência para o trabalho, em seu veículo particular. Desse modo, constatada a inexistência de culpa do empregador pelo acidente sofrido, não se há de falar em indenização por danos morais ao empregado. Estando o acórdão recorrido em conformidade com a jurisprudência deste Tribunal, o conhecimento do recurso de revista esbarra no óbice da Súmula nº 333 do TST e do art. 896, § 7º, da CLT. Recurso de revista não conhecido. (RR - 19100- 44.2011.5.17.0005 , Relator Ministro: Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, Data de Julgamento: 15/08/2018, 7ª Turma, Data de Publicação: DEJT 17/08/2018 ) (grifo meu)
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Acidente loxoscélico

Acidente loxoscélico

Os casos moderados podem ter ou não a identifi cação da aranha Loxosceles como agente causador, apresentam lesão sugestiva ou característica, apresentam alterações sis- têmicas, e não [r]

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Contradições na espacialidade do Museu do Amanhã : o percurso do edifício e o percurso da curadoria

Contradições na espacialidade do Museu do Amanhã : o percurso do edifício e o percurso da curadoria

Sem a mostra, o amplo espaço intuiria movimentos de circulação majoritariamente lineares, desenvolvidos entre o eixo do cerne, primeiramente, e, em segundo plano, haveriam eixos menores conectando aos corredores laterais via aberturas periféricas. Após a inserção da exposição principal, observa-se que o caminho intuído pelas configurações formais das instalações faz o usuário acessar a primeira mostra em movimento linear; a segunda por meio de inflexões (como em um ziguezague) para chegar aos cubos e seus entremeios; a terceira em movimentos circular, quase espiral, para visualizar o interior dos totens e seu centro; a quarta em percurso serpenteado; e, ao final, a quinta exibição faz realizar o trajeto curvilíneo por dentro da oca (Diagrama 38).
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A arte do acidente

A arte do acidente

conjugações para um mesmo problema. Na realidade, estes trabalhos de Pedro Tudela, revelando uma continuidade com as suas propostas no território mais restrito da pintura, utilizam processos conceptuais que não criam fraturas significativas navegando embora em territórios disciplinares mais híbridos. Expõe-se deste modo com alguma clareza que o problema central para a prática artística tem o seu âmago bem distante de uma exclusiva preocupação, ou mesmo auto-reflexão, sobre os meios ou processos técnicos em jogo. Aquilo que nos é oferecido à experiência é apenas um dos resultados possíveis de uma intensa experimentação. Também a proliferação de técnicas, suportes e meios que esta instalação impõe acaba por encaminhar-nos no mesmo sentido. De facto, sendo inegável que o trabalho de Pedro Tudela acaba por ser conduzido numa afirmação evidente de uma autoria distintiva tal como a modernidade a instaurou, também parece claro que o faz através de uma aparente diversidade que pode afigurar-se contraditória. Ora, se a ideia de estilo muitas das vezes passa apenas por uma uniformização epidérmica da obra — através do recurso a objetos reconhecíveis como pertencendo a uma mesma família; ou ainda pela construção de um percurso que deve constituir- se sem ruturas significativas, isto é, obrigando cada novo lance a relacionar-se de um modo límpido, mesmo se apenas superficialmente, com o anterior —, uma estratégia de fragmentação e multiplicação do processo criativo através do recurso constante à experimentação pode contribuir de modo decisivo para o seu desvanecimento, ou, pelo menos, para a sua instauração sobre diferentes pressupostos.
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A Identidade de um Percurso e o Percurso de uma Identidade: Um Estudo Semiótico das Canções do Pessoal do Ceará

A Identidade de um Percurso e o Percurso de uma Identidade: Um Estudo Semiótico das Canções do Pessoal do Ceará

grupo de cancionistas cearenses que migrou para o Centro-Sul do país, no princípio da década de 1970. Pela análise nele empreendida, constata-se a emergência de uma imagem-fi m de um enunciador geral que perpassa os textos selecionados, confere identida- de ao percurso do grupo e justifi ca a designação referida, cujas razões são objeto de muita controvérsia. Como aporte teórico, optou-se pela aborda- gem da semiótica discursiva, por ela operar com a noção de discurso em ato, segundo a qual a constituição do sujeito-enunciador de cada texto-dis- curso pode ser acompanhada em seu devir, isto é, em um fazendo-se inin- terrupto mediante o próprio ato enun- ciativo. Outros dois conceitos-chave da abordagem teórica adotada, que favorecem essa apreensão dinâmica do ato de enunciar e do sujeito que enuncia, são os de práxis e de instância enunciativas, que repropõem as rela- ções entre texto e contexto sócio-his- tórico, dando a elas uma feição dialéti- ca, em termos de modos de existência semiótica. Nessa perspectiva teórica é que se busca saber se o percurso do sujeito “Pessoal do Ceará” faz sentido, ou seja, se há uma coerência narrativa unindo as diferentes fases do percur- so e os seus sujeitos-enunciadores. O que este livro procura investigar é se a designação do grupo encontra respal- do nas canções compostas no período áureo da produção cearense. Para a análise da canção como objeto semió- tico sincrético fundado na relação ba- silar melodia-letra, recorre-se à teoria semiótica da canção, elaborada pelo semioticista-músico Luiz Tatit. Esse teórico chega a um conjunto de cate- gorias passíveis de aplicação tanto no exame do plano da expressão quanto no do plano do conteúdo, como pre- conizava Hjelmslev. Sob essa ótica, foi possível descrever as imbricações en- tre as dimensões linguística e musical, típicas da canção, que concorrem para a construção de um efeito de sentido único, perdido toda vez que se opera a fi ssão entre melodia e letra para se estudar apenas uma delas.
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O percurso da autoria

O percurso da autoria

Além dessas peculiaridades, nele estão presentes a estética, o estilo, a poeticidade e uma certa tensão dramática. O autor desse discurso se constitui como tal, não só pela capacidade de estabelecer a unidade discursiva, mas pela criação de um universo imaginário, e mais ainda, pela capacidade de articulação e “vivificação” desse universo no funcionamento da linguagem, pois a dinamicidade desse mundo se dá no espaço de tensão dramática, onde acontece o processo de unificação do dramático com o estético, o lingüístico e o poético, instituindo o percurso de discursividade literária.
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Percurso e quiasmas

Percurso e quiasmas

Este texto apresenta o conceito de quiasma como suporte para o desenvolvimento de um processo criativo que culmina numa exposição de artes visuais. O trabalho consiste em uma complexa interrelação de visualidades criadas a partir do entrelaçamento de interesses artísticos com experiências existenciais pessoais. Tem por objetivo seguir os passos deste percurso artístico na construção da referida obra plástica visual de forma reflexiva, contribuindo para melhor compreensão do funcionamento de um pensamento artístico e de um processo criativo, de seus encaminhamentos e entrecruzamentos de mídias e sentidos. São abordados três aspectos que fundamentam seu desenvolvimento, o conceitual, a pesquisa matérica e as implicações de ordem psicológica.
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Análise de assunto de conto espírita por meio do percurso figurativo e do percurso temático

Análise de assunto de conto espírita por meio do percurso figurativo e do percurso temático

Em Organização da Informação, no aspecto do tratamento da informação, há uma carência de subsídios teóricos referente à análise de documentos fictícios. Na intenção de contribuir teoricamente com o desenvolvimento de um método que facilite a tarefa de análise de assunto em texto narrativo, nos seus aspectos de identificação e seleção de conceitos, buscou-se subsídios teóricos em áreas de interface com a Ciência da Informação, mais especificamente a Lingüística. Esta última proporcionou o conhecimento da estrutura textual do texto narrativo, e a Semântica Discursiva contribuiu com o percurso temático e o percurso figurativo utilizados como ferramentas para análise de assunto de textos narrativos. Objetivou- se, desta forma, a elaboração de um método que facilite a tarefa de análise de assunto, nos aspectos de identificação e seleção de conceitos, para promover a acessibilidade do conteúdo do documento. Para tanto, optou-se pela análise de três contos espíritas, nos quais foi inicialmente identificada, em suas estruturas, a seqüência canônica e, a partir dela, realizou-se a análise do percurso temático e do percurso figurativo, para a identificação de conceitos. Obteve-se como resultados a identificação de temas principais e secundários nos textos narrativos analisados. Com isso, concluiu-se que, o método experimental de análise proposto mostrou-se eficiente para o corpus desta pesquisa, pois possibilitou a identificação de conceitos relevantes que caracterizam os assuntos abordados nos contos, os quais poderão posteriormente ser traduzidos para a linguagem de um sistema de informação. Sugere-se, ainda, o desenvolvimento de um estudo para verificar e confirmar a hipótese surgida durante a realização da presente pesquisa, de que nas fases de Manipulação e Sanção, componentes da seqüência canônica, estariam a maior concentração de informações relevantes para a análise de assunto, o que tornaria a aplicação deste método de análise de texto narrativo mais rápido. Uma vez que, comprovado esta hipótese, o leitor indexador poderá dar ênfase maior na fase de Manipulação e Sanção, em detrimento do restante do conteúdo do texto, para a realização da indexação.
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UM PERCURSO DE ESTÁGIO EM PSICOPATOLOGIA

UM PERCURSO DE ESTÁGIO EM PSICOPATOLOGIA

Susanne é diagnosticada com Transtorno de Personalidade Borderline, mas se faz importante sinalizar que na idade dela os sentimentos são ambíguos, e podem ser vistos também como expres[r]

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Um percurso para a aquisição de competências

Um percurso para a aquisição de competências

O instrumento do estudo teve como referência dados relativos à pesquisa teórica efectuada, nomeadamente World Health Organization (2003), Silva (2008), Galán (2004), Bugalho & Carneiro (2004) e Vermeire et al. (2001). Simultaneamente, efectuei o registo das saídas para as quais fomos activados durante os turnos que realizei, com o objectivo de comparar com os dados obtidos nos inquéritos. Nestes registos identifiquei causa de activação, sexo e idade da vítima, antecedentes pessoais, problemas detectados e possíveis causas (Anexo I). De referir a dificuldade que senti em algumas colheitas de dados, nomeadamente em situações urgentes, em que a prioridade era estabilizar a vítima e efectuar o transporte para o hospital, bem como em situações de rendez-vous, nas quais a vítima era transportada pelos bombeiros e encontrava-se com a equipa ao longo do percurso, o que impossibilitava a recepção de informação por parte da família, bem como a observação das condições habitacionais da pessoa. Estas são as dificuldades que a equipa frequentemente sente no terreno. No período de realização do inquérito, obtive um total de 18 activações: 4 na SIV de Gondomar, 2 na SIV de Fafe, 2 na SIV de S. to Tirso, 6 na VMER de S. João, 3 na VMER de Braga e 1 na VMER de Famalicão.
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LITERATURA E REPARAÇÃO: UM PERCURSO.

LITERATURA E REPARAÇÃO: UM PERCURSO.

Fico me perguntando se não poderíamos considerar, superposta à tarefa simbólica de elaboração do trauma – que pode ser lida e analisada no âmbito da especificidade das formas literári[r]

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percurso de um processo :: Brapci ::

percurso de um processo :: Brapci ::

No âmbito das linguagens documentais, meio através do qual se manifesta a representação da informação e se recupera, é apresentado um trabalho intitulado Uma abordagem [r]

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Um percurso reflexivo de aprendizagens

Um percurso reflexivo de aprendizagens

Anexo III- Caracterização do Serviço de Bloco Operatório Anexo IV- Trabalho de revisão com o tema:”Família como parceira de cuidados na UCI” Anexo V- Trabalho de revisão com o tema: “Sat[r]

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Um percurso para o desenvolvimento de competências

Um percurso para o desenvolvimento de competências

urgente) até à de cor vermelha (emergente), também analisei os fluxogramas de orientação da Via Verde, Acidente Vascular Cerebral (AVC), Trauma e Sépsis para puder perceber a ativação destes sistemas, para que os doentes pudessem ter um encaminhamento e acompanhamento o mais adequado possível e no tempo adequado, principalmente as pessoas doentes sinalizadas na Via Verde AVC. É importante perceber qual o diagnóstico, se é hemorrágico ou isquémico, sendo que este último, implica, na fase aguda, a ponderação do uso de fibrinolíticos, com base em critérios clínicos bem definidos, nas primeiras 4,5 horas após o início dos sintomas. Esta janela de tempo é de extrema importância desde que se efetua o diagnóstico até que se realiza o tratamento. Quando estive na triagem tive a oportunidade de realizar o encaminhamento de um doente para a Via Verde AVC, fazendo logo o encaminhamento para a Neurologia, de forma a realizar uma Tomografia Axial Computorizada, colheita de sangue para análises e após diagnóstico médico, iniciar o tratamento.
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Percurso para enfermeiro especialista

Percurso para enfermeiro especialista

Esperamos que a leitura deste Relatório seja elucidativa quanto à aquisição de competências éticas, relacionais, sociais, profissionais e técnico-científicas ao longo deste percurso formativo. A constante reflexão sobre a prática e a utilização de conhecimentos teóricos permitiu-nos várias experiências de aprendizagem enriquecedoras que contribuíram de forma muito significativa para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional, num paradigma de constante aprendizagem, evolução e melhoria ao nível da qualidade dos cuidados prestados aos utentes/família/comunidade visando a excelência nos cuidados de enfermagem. Procurámos também, nos serviços onde realizámos o estágio, contribuir de forma positiva para a atualização dos colegas, a mudança de práticas menos adequadas e a melhoria do funcionamento dos serviços, dando algumas sugestões para que pudesse haver uma melhoria significativa da qualidade dos cuidados de enfermagem prestados. Nesta interação entre múltiplas experiências e mundividências, houve, naturalmente, reciprocidade no ensino e na aprendizagem, com a qual todos crescemos profissionalmente e nos enriquecemos. Apesar de algumas adversidades ou dificuldades que possam ter surgido (e cuja superação nos torna mais fortes), o período de estágio decorreu com êxito e revelou-se altamente formativo a diversos níveis. Para isso muito contribuiu o nosso autodidatismo para aquisição de conhecimentos que complementassem os veiculados nas aulas do curso, numa intensiva pesquisa bibliográfica ou na interação com outros profissionais. Numa análise retrospetiva e crítica, consideramos ter atingido os objetivos deste percurso formativo e deste Relatório e reconhecemos a sua importância no (re)equacionar da nossa ação, do nosso saber, saber-fazer, saber-estar e saber-ser.
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O percurso histórico da Misericórdia

O percurso histórico da Misericórdia

Se trata de uma qualidade transcendental, que não espera nada em troca, ou seja, a misericórdia enquanto hesed e hahamim se configura como gratuidade infinita, é Deus que [r]

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1. A PROVA 2. PERCURSO A competição terá percurso definido conforme abaixo:

1. A PROVA 2. PERCURSO A competição terá percurso definido conforme abaixo:

7.1. As inscrições poderão ser feitas por terceiros, desde que seja maior de idade e que tenha uma procuração do ATLETA, particular e com firma reconhecida, acompanhada de cópia de documento de identidade do atleta, documentos esses que serão retidos pela Organização; 7.2. A corrida terá duração máxima de 02h (duas horas) sendo a área da linha de chegada e seus equipamentos/serviços desligados/desativados após este período. O ATLETA que não estiver dentro do tempo projetado, em qualquer ponto do percurso, será convidado a retirar-se da competição, finalizando a prova neste ponto, a partir do qual a ORGANIZAÇÃO não será mais responsável por qualquer tipo de serviço ou apoio a este corredor.
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Um percurso de desenvolvimento de competências

Um percurso de desenvolvimento de competências

De facto, várias obras se desenvolveram durante a minha permanência no serviço e uma delas foi a mudança da sala de observações (vulgo OBS) para a Unidade de Cuidados Intensivos Poliv[r]

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