Ácido levulínico

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Obtenção de ácido levulínico e outros produtos a partir de açúcares usando catalisadores heterogêneos /  Obtaining levulinic acid and other products from sugars using heterogeneous catalysts

Obtenção de ácido levulínico e outros produtos a partir de açúcares usando catalisadores heterogêneos / Obtaining levulinic acid and other products from sugars using heterogeneous catalysts

O objetivo geral deste projeto foi a obtenção do ácido levulínico e outros produtos a partir de matérias-primas derivadas de fontes renováveis, por meio de reação catalítica heterogênea visando melhorar o rendimento e a seletividade do processo e consequente redução de custos de purificação. O objetivo específico foi o estudo do desempenho de catalisadores ácidos heterogêneos específicos (ácido/óxido nióbico e modificações, resinas ácidas e zeólitas ácidas) para a hidrólise ácida de açúcares de origem vegetal (sacarose/glicose) ou presentes em hidrolisado lignocelulósico (constituído por glicose, xilose (pentose) e hemicelulose).
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Avaliação de catalisadores heteropoliácidos na esterificação do ácido levulínico e de seus sais de estanho (II) na transesterificação do óleo da macaúbaHeteropolyacid catalysts assessement in the levulinic acid esterification and its tin (II) salts in the

Avaliação de catalisadores heteropoliácidos na esterificação do ácido levulínico e de seus sais de estanho (II) na transesterificação do óleo da macaúbaHeteropolyacid catalysts assessement in the levulinic acid esterification and its tin (II) salts in the macauba oil transesterification

O ácido levulínico é um composto cristalino incolor (produto comercial de cor amarelada), com ponto de fusão que varia entre 33-37 ºC, ponto de ebulição entre 245-246 ºC densidade igual 1,14 g/mL. O ácido levulínico é altamente solúvel em água quente bem como em solventes orgânicos polares como éter dietílico, etanol, clorofórmio, cetona, assim como em ácidos diluídos. Este ácido apresenta em água e 25 ºC, pKa em torno de 4,59, o que significa que sua acidez é comparável a do ácido acético. A presença de dois grupos funcionais reativos no ácido levulínico, carbonila (CO) e carboxila (COOH) faz dele uma molécula adequada para uma ampla variedade de transformações sintéticas (MURKHERJE
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Desenvolvimento de químicos intermediários de base renovável: os casos do ácido levulínico e itacônico

Desenvolvimento de químicos intermediários de base renovável: os casos do ácido levulínico e itacônico

A produção do ácido levulínico atualmente é feita através da rota petroquímica, porém esta rota apresenta múltiplas etapas fazendo com que o custo de produção seja elevado, além de usar anidrido maleico ou álcool furfurílico, o que pode causar contaminação ambiental (MORONE; APTE; PANDEY, 2015). Uma outra opção para produção do ácido é a sua obtenção a partir de matérias-primas renováveis utilizando principalmente a glicose como matéria-prima, pois é o açúcar que apresenta o maior rendimento. Hexoses derivadas da hemicelulose também podem ser utilizadas. Sobre a conversão propriamente dita, a glicose é desidratada a 5-hidroximetilfurfural (HMF) húmicos, uma mistura heterogênea de substâncias orgânicas que não são solúveis em água. Este mecanismo é um pouco complexo e será discutido posteriormente. Em seguida, hidrata-se o HMF que sofre uma clivagem formando, por fim, o ácido levulínico e o ácido fórmico (Figura 7).
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Hidrogenação de ácido levulínico a gama-valerolactona empregando fosfetos de metais de transição suportados em sílica

Hidrogenação de ácido levulínico a gama-valerolactona empregando fosfetos de metais de transição suportados em sílica

Todo o procedimento foi realizado de forma a impedir a contaminação do sistema com ar, evitando a oxidação do fosfeto de níquel. A saturação da superfície foi feita por gotejamento, pois, além de possuir baixíssima pressão de vapor, o ácido levulínico sofre desidratação quando submetido a aquecimento, resultando na produção de angélica-lactona [82]. Assim, se ao invés de se ter gotejado a carga sobre o catalisador tivesse sido utilizado um saturador aquecido a 160 ˚C, seriam observados apenas os fragmentos referentes à angélica lactona no espectrômetro de massas. Por essa mesma razão, durante o gotejamento do reagente sobre o leito catalítico, evitou-se o contato do líquido com a parede do reator, garantindo assim que todos os compostos observados no EM eluíssem do leito catalítico.
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Hidrogenação do ácido levulínico a gama-valerolactona empregando catalisadores de níquel suportado em nanotubos de carbono

Hidrogenação do ácido levulínico a gama-valerolactona empregando catalisadores de níquel suportado em nanotubos de carbono

Desse modo, considerando a crescente preocupação ambiental e a necessidade de suprimento de energia, a busca por fontes alternativas que minimizem os impactos ambientais e que substituam os combustíveis fósseis torna-se imprescindível. Nesse contexto, a biomassa surge como um potencial recurso a ser utilizado, já que se trata de uma matéria-prima renovável, abundante e de baixo custo. Diversas são as tecnologias empregadas para a transformação da biomassa em energia e produtos de alto valor agregado, entretanto, um processo que vem ganhando destaque é o de produção da γ-valerolactona (GVL), um composto obtido a partir da hidrogenação do ácido levulínico (AL), produto este resultante da hidrólise ácida de componentes da biomassa como a celulose e hemicelulose. A GVL é especialmente interessante por se tratar de uma molécula plataforma, isto é, uma molécula multifuncionalizada capaz de dar origem a diversos outros compostos. Além disso, apresenta as mais variadas aplicações, podendo ser utilizada na produção de combustíveis líquidos, como intermediário na síntese de químicos finos e diretamente como solvente, agente aromatizante, aditivo oxigenado da gasolina, entre outros (ZHANG, 2016).
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Estudo de catalisadores de níquel suportado em titânia na reacão de hidrogenacão de ácido levulínico para Y-valerolactona em fase aquosa  

Estudo de catalisadores de níquel suportado em titânia na reacão de hidrogenacão de ácido levulínico para Y-valerolactona em fase aquosa  

A procura por fontes alternativas e substitutos de produtos químicos de origem fóssil fomenta o estudo de catalisadores heterogêneos que contribuam à viabilização da produção sustentável de derivados da biomassa, como por exemplo a γ-valerolactona entre outros. Nesse contexto, teve- se como objetivo preparar e caracterizar catalisadores de níquel suportado em titânia e avaliar o seu desempenho na reação de hidrogenação de ácido levulínico para γ-valerolactona em água com hidrogênio molecular. Os métodos utilizados durante o estudo incluíram a síntese de titânia via método sol-gel e deposição do níquel via método de deposição-precipitação por eliminação do agente complexante. A ativação do catalisador foi sob fluxo de hidrogênio, na qual a tempe- ratura de ativação e a etapa de calcinação do catalisador foram estudadas com experimentos que avaliaram a estabilidade do níquel em condição de reação. Os materiais foram caracterizados por difração de raios-X, ex-situ e in-situ, oxidação e redução a temperatura programada, espec- troscopia de raios-X por dispersão em energia e fisissorção de nitrogênio. Realizaram-se testes catalíticos com os catalisadores em reator em batelada e com um catalisador com teor mássico de níquel de 35 % avaliou-se o efeito da temperatura de reação (150 ∘ C, 175 ∘ C e 200 ∘ C), pres- são de hidrogênio (1,03 MPa, 2,07 MPa e 3,1 MPa a 30 ∘ C) e concentração de ácido levulínico (169 mol m −3 , 290 mol m −3 e 410 mol m −3 ) na taxa de reação. As substâncias em solução foram analisadas por cromatografia gasosa. Diferentes modelos de taxa de reação derivadas da abor- dagem LHHW foram avaliados para descrever a cinética de reação. Os resultados indicaram que realizar a ativação do catalisador a temperatura de 400 ∘ C sem etapa previa de calcinação melhora a estabilidade do níquel metálico na condição de reação. Essa condição de ativação não afetou a estrutura cristalina da titânia e os catalisadores ativados preservaram as propriedades texturais
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Funcionalização do ácido levulínico via reação de Wittig para obtenção de biomonômeros

Funcionalização do ácido levulínico via reação de Wittig para obtenção de biomonômeros

Um dos principais resíduos agroindustriais no Brasil, o bagaço de cana-de-açúcar tem sido visto como matéria-prima para as biorrefinarias, que tem como objetivo converter biomassa em produtos químicos de maior valor agregado por meio de uma combinação de tecnologias e processos. Dos diversos componentes químicos que são gerados a partir da biorrefinaria, o ácido levulínico (AL) destaca-se como uma versátil plataforma química. O AL é obtido através da hidrólise ácida da biomassa lignocelulósica que gera hexoses a partir da celulose, por meio das quais sucessivas desidratações levam à produção de 5- hidroximetilfurfural (5-HMF) que finalmente é hidratado e gera ácido levulínico e ácido fórmico como produtos [5, 6]. Cabe ressaltar a importância desses processos, pois estão fundamentados no conceito cradle-to-grave de sustentabilidade, que consiste na produção da matéria-prima derivada de recurso renovável a partir da captação do dióxido de carbono por meio da fotossíntese, e do mesmo modo, libera CO 2 durante a sua utilização industrial, criando- se assim um círculo vicioso de uma tecnologia benigna para o meio ambiente [7].
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Avaliação da atividade catalítica do sulfato de ferro (III) na esterificação do ácido levulínico para a produção de bioaditivos de gasolinaEvaluation of the catalytic activity of iron (III) sulphate in the esterification of levulinic acid for the producti

Avaliação da atividade catalítica do sulfato de ferro (III) na esterificação do ácido levulínico para a produção de bioaditivos de gasolinaEvaluation of the catalytic activity of iron (III) sulphate in the esterification of levulinic acid for the production of bioadditives of gasoline

O processo representado pela simulação (Figura 1, p. 48) se inicia com a mistura dos compostos ácido levulínico (AL) e etanol (ETOH), juntamente com suas correntes de reciclo, 12 e 30, respectivamente, as quais se misturam no MIXER-01. A corrente 3 é preparada para a reação a 60 °C no HEAT-01 e conduzida na corrente 4 ao reator RSTOIC, onde há a entrada do catalisador sulfato férrico (corrente 13). Após o tempo de reação, a corrente composta por reagentes e produtos é conduzida para a coluna de destilação DSTWU-01, na qual água e etanol compõem a corrente de destilado que prossegue para a coluna de extração FRAC-01, por meio da corrente 15. Catalisador, AL e LE avançam (corrente 7) para o FILTER, onde a fase aquosa é filtrada e a torta composta pelo catalisador em fase sólida é retida para uma possível remoção. A fase líquida segue para a coluna DSTWU-02 onde o LE é purificado, saindo como destilado, e o ácido levulínico sai pela corrente de base, reciclando como reagente ao processo.
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Obtenção de novos heterociclos derivados do ácido levulínico

Obtenção de novos heterociclos derivados do ácido levulínico

O ácido 4-oxopentanóico ou ácido levulínico foi utilizado como material de partida para a obtenção do precursor 7,7,7-triflúor-4-metoxi-6-oxo-4-heptenoato de metila (3d) através de uma reação de acetalização da carbonila cetônica, seguida pela acilação do enol éter gerado in situ. Os demais precursores (3a-c; e-k) foram sintetizados utilizando cetonas alquílicas e arílicas através da reação de acetalização da carbonila cetônica, seguida pela acilação do enoléter, gerado in situ a partir do acetal, com anidrido trifluoracético, e também pela acilação direta de enoléteres conforme procedimentos já estabelecidos em nossos laboratórios e mostrado no Esquema 56 34a,d,f,e,i,m ,que serve como base na obtenção dos precursores utilizados neste trabalho. Vale ressaltar que o ácido levulínico é um produto de origem vegetal, originado da hidrólise da celulose, sendo, portanto, oriundo de fonte renovável.
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Produção de ácido levulínico por meio de hidrólise ácida da casca de arroz

Produção de ácido levulínico por meio de hidrólise ácida da casca de arroz

O início do século 21 tem se caracterizado por um grande interesse na utilização de matérias-primas renováveis para a produção de insumos e produtos tecnológicos. A esta tendência soma-se à preocupação com a enorme quantidade de resíduos gerada pela sempre crescente produção agrícola. Neste sentido, o aproveitamento das cascas residuais da produção de arroz (CA) - cuja disposição inadequada leva a prejuízos ao meio ambiente, de várias maneiras – pode constituir uma solução ambiental e possível fonte adicional de renda. Neste trabalho utilizou-se a CA como fonte de celulose para o processo de produção de ácido levulínico (AL), intermediário químico muito versátil, com diversas aplicações industriais, produzido, em geral, via síntese química.
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Bi-heterociclos a partir do Ácido Levulínico: Síntese de 5-[(5-(trifluormetil)-5-hidroxi-(3-substituido)-4,5-diidro-1H-pirazol-1-il)-1-propan-1-ona-3-il]-2-metil-7-trifluormetil)pirazolo[1,5-a]pirimidinas

Bi-heterociclos a partir do Ácido Levulínico: Síntese de 5-[(5-(trifluormetil)-5-hidroxi-(3-substituido)-4,5-diidro-1H-pirazol-1-il)-1-propan-1-ona-3-il]-2-metil-7-trifluormetil)pirazolo[1,5-a]pirimidinas

sulfônico (quantidade catalítica) e etanol seco (20mL) foi adicionado a um balão com um condensador de refluxo acoplado. Posteriormente essa mistura foi aquecida e agitada a uma temperatura de 50°C durante 24 horas. Depois de completado o tempo reacional, o etanol foi evaporado a pressão reduzida. Logo após, adicionou-se clorofórmio (10mL) e a mistura resultante foi lavada com uma solução de ácido clorídrico 0,1 M (2 x 15 mL) e água destilada (1 x 15 mL). Em seguida, a fase orgânica foi seca com sulfato de magnésio anidro, filtrou-se e o solvente foi evaporado sob pressão reduzida.
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Síntese de novos heterociclos a partir do ácido levulínico

Síntese de novos heterociclos a partir do ácido levulínico

Bonacorso e col. 9g relataram a síntese regioespecífica one-pot de uma série de pirazolilpirimidinas, a partir da ciclocondensação de 4-alquil[aril]-1,1,1-trifluor-4- metoxialqu-3-en-2-onas 8a-e com bicarbonato de aminoguanidina (2:1 eq/mol), utilizando EtOH como solvente. O efeito retirador de elétrons do grupo trifluormetila na pirazolina possibilitou o isolamento dos intermediários diidropirazolil-pirimidinícos, que foram convertidos em seus derivados aromáticos através do método de desidratação com ácido sulfúrico (Esquema 39). Também foram feitas reações usando β-alcoxivinil triclorometil cetonas, porém as reações resultaram em uma mistura de produtos não-identificados através de metodologias similares usadas para os análogos trifluormetilados.
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Síntese de 1h-pirazóis usando irradiação de ultra-som e de 2-pirrolonas derivadas do ácido levulínico

Síntese de 1h-pirazóis usando irradiação de ultra-som e de 2-pirrolonas derivadas do ácido levulínico

Chalconas têm atraído grande atenção devido às suas aplicações como agentes anticâncer, antiinflamatórios, bactericidas, antivirais, antiprotozoariais e inseticidas.21 Além da importânci[r]

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Ponstan ácido mefenâmico

Ponstan ácido mefenâmico

Ponstan® (ácido mefenâmico) é indicado para o alívio dos sintomas de artrite reumatóide (inflamação crônica das "juntas” causada por reações auto-imunes,quando o sistema de defesa do corpo agride por engano ele próprio), osteoartrite (lesão crônica das articulações ou “juntas”), dor (muscular, traumática, dentária, dor de cabeça de várias origens, pós-operatória e pós-parto), dismenorréia primária (cólica menstrual), menorragia (fluxo menstrual muito abundante) por causas disfuncionais (não há lesão dos órgãos sistema reprodutor , como útero, ovários) ou por uso de DIU (dispositivo intrauterino) e síndrome pré-menstrual.
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Estudo do comportamento fermentativo de Actinobacillus succinogenes para a produção de ácido succínico e ácido lático

Estudo do comportamento fermentativo de Actinobacillus succinogenes para a produção de ácido succínico e ácido lático

Os processos mistos alcançam um rendimento de 85-90%, enquanto que os processos químicos são aqueles onde se consegue um rendimento mais baixo, de 43-52% [33]. Nos processos químicos a ação combinada de determinados dos reagentes com elevadas temperaturas permite a degradação e solubilização da lenhina, facilitando assim a obtenção das fibras de celulose e hemiceluloses intactas [24], [33]. Os processos químicos foram inicialmente desenvolvidos e extensivamente utilizados pela indústria de produção de pasta e de papel, sendo que atualmente continuam a ser o processo de obtenção de fibras da madeira mais utilizado a nível mundial [24]. Esta vasta utilização deve-se ao facto dos processos químicos permitirem a remoção de grande parte da lenhina o que facilita posteriores processos de branqueamento e além disso as fibras obtidas apresentam boas características, como a elevada resistência, o que permitem a obtenção de papel de elevada qualidade [33]. Os processos químicos diferem entre si, no tipo de reagentes utilizados no cozimento da madeira, sendo denominados de diferentes formas [24]. Assim designa-se de processo ao sulfito ácido aquele em cujo cozimento são utilizados sulfito de cálcio (CaSO 3 ), bissulfito de magnésio, de sódio e de amónia e dióxido de enxofre (SO 2 ), em condições ácidas. No caso do processo Kraft usa-se hidróxido de sódio (NaOH) e sulfureto de sódio (Na 2 S) no cozimento da madeira, pelo que ocorre em condições alcalinas, sob temperaturas e pressões elevadas [27]. Este é o processo de produção de pasta de papel mais utilizado a nível mundial [33]. Durante o cozimento da madeira há a degradação das
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Determinação dos níveis plasmáticos do ácido valpróico (ácido dipropilacético) por cromatografia em fase gasosa.

Determinação dos níveis plasmáticos do ácido valpróico (ácido dipropilacético) por cromatografia em fase gasosa.

cido da solução estoque de valproato de sódio foi adicionado ao plasma branco em. concentrações crescentes, abrangendo a faixa de 20-80 mg/ml de ácido valpróico[r]

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Volumetria ácido-base

Volumetria ácido-base

Em meados do século XVIII, foram utilizados, pela primeira vez, extractos de plantas para a determinação do ponto de equivalência em titulações de neutralização. No século XIX, o farmacêutico alemão Ludwig Marquart propôs o termo antocianina (do grego: anthos = flore; kianos = azul) para descrever o pigmento azul encontrado em diversas flores e vegetais. No início do século XX, as antocianinas foram descritas como sendo os pigmentos responsáveis pela coloração de diversas flores e que os seus extractos apresentavam cores que variavam em função da acidez os basicidade do meio. Verificou-se que as antocianinas possuíam coloração avermelhada em meio ácido, violeta em meio neutro e azul em meio básico, explicando-se assim as mudanças de cores dos extractos vegetais anteriormente observados por Robert Boyle.
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ÁCIDO SULFÔNICO LINEAR

ÁCIDO SULFÔNICO LINEAR

Esta informação não dispensa, em nenhum caso, o usuário do produto de respeitar o conjunto dos textos legislativos, regulamentares e administrativos relativos ao produto, à se[r]

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Dano oxidativo induzido por fenilalanina, ácido fenilacético, ácido fenillático e ácido fenilpirúvico em células gliais e em leucócitos : o efeito da L-Carnitina

Dano oxidativo induzido por fenilalanina, ácido fenilacético, ácido fenillático e ácido fenilpirúvico em células gliais e em leucócitos : o efeito da L-Carnitina

Uma vez que a rota de hidroxilação da Phe esteja bloqueada, a Phe e seus metabólitos tóxicos, ácido fenilacético (PAA), ácido fenillático (PLA) e ácido fenilpirúvico (PPA) também se acumulam no sangue, fluidos e tecidos corporais e posteriormente são excretados em níveis elevados na urina dos pacientes fenilcetonúricos (Figura 2) (SCRIVER e KAUFMAN, 2001). Além disso, ocorre a diminuição da concentração do produto Tyr, precursor de diversos neurotransmissores, como dopamina e norepinefrina (LEHNINGER, 2008; TAM e ROTH, 1997). Qualquer bloqueio na rota da Phe, seja por deficiência na atividade da PAH, da DHPR ou na síntese de BH4, gera uma condição de HPA com aumento plasmático de Phe. A principal causa de HPA é a deficiência severa na atividade da PAH conhecida como PKU (SCRIVER e KAUFMAN, 2001).
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Determinação de ácido ascórbico e ácido acetilsalicílico em formulações comerciais através de uma língua electrónica

Determinação de ácido ascórbico e ácido acetilsalicílico em formulações comerciais através de uma língua electrónica

o presente trabalho teve como objectiv~ verificar as potencialidades da lingua electr6nica (LE) na analise quantitativa do acido asc6rbico (AAC) e do acido acetilsalicflic[r]

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