Ácido P-Cumárico

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Análise dos efeitos do ácido p-cumárico de eugenia catharinensis em embriões de G. Domesticus tratados com acetato de chumbo / Analysis of effects of eugenia catharinensis p-cumaric acid in embryos of G. Domesticus treated with lead acetate

Análise dos efeitos do ácido p-cumárico de eugenia catharinensis em embriões de G. Domesticus tratados com acetato de chumbo / Analysis of effects of eugenia catharinensis p-cumaric acid in embryos of G. Domesticus treated with lead acetate

Embriões a fresco foram utilizados para o ensaio de viabilidade celular pelo método de MTT (brometo de 3 - (4,5-dimetiltiazol-2-il) - 2,5-difeniltetrazólio). Os encéfalos foram dissecados, separando-se os hemisférios cerebrais, os quais foram pesados e mecanicamente fragmentados. Cada amostra, com peso médio de 20mg foi lavada com PBS (phosphate buffered saline) 0,1M (pH 7,6) por 10 min, centrifugada a 640 X g durante 10 min à temperatura ambiente. Em seguida foi coletado 50 ml da fração das células em suspensão para distribuí-las em placas de 96-poços, (em triplicata), adicionando-se 150 μl de MTT a uma concentração final de 0,5 mg/ml, e incubadas a 37°C durante 30 min. Os cristais de formazan foram solubilizados em 1500 μl de DMSO (sulfóxido de dimetilo) e quantificadas por espectrofotometria a 540 nm. Os resultados foram comparados com amostras de tecido nervoso dos embriões controle, os tratados com chumbo e os tratados com chumbo e ácido p- cumárico, para o qual foram analisados os valores de absorbância.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO ESCOLA DE NUTRIÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE E NUTRIÇÃO BIOQUÍMICA E FISIOPATOLOGIA DA NUTRIÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO ESCOLA DE NUTRIÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE E NUTRIÇÃO BIOQUÍMICA E FISIOPATOLOGIA DA NUTRIÇÃO

(SILVA et al., 2014). Também foram identificados catequina e epicatequina (INFARTE, 2013), flavonóides (GUEDES, 2012), ácido elágico, miricetina e rutina (REYNERTSON, 2007). Na pitanga, os principais compostos fenólicos identificados foram ácido gálico (PRADO, 2009), ácido clorogênico, ácido caféico, ácido ferúlico, ácido p-cumárico, rutina, miricetina e quercetina (KARWOWSKI, 2012). Como grumixama e pitanga são frutas ricas em compostos fenólicos, a atividade anti-quorum sensing evidenciada neste trabalho pode estar relacionada à presença desses compostos identificados como já relatado (VATTEM et al., 2007; CHENIA, 2011; BORGES et al., 2014; HUBER et al., 2003). Porém, a atividade anti-quorum sensing também pode estar relacionada a outros compostos presentes nessas frutas. Esse fato pode ser observado devido a ambos os extratos, bruto e fenólico, apresentarem um efeito anti-quorum sensing considerável. O extrato bruto contêm todas as substâncias presentes nas frutas que podem ser extraídas pelos solventes utilizados na extração (etanol, metanol e acetona). Já o extrato fenólico, contêm apenas os compostos fenólicos dessas frutas, sendo o método de extração específico para estes compostos (extração em fase sólida – C18). Gilber e Alves (2003) e Asoanaivo et al. (2001) afirmaram que extratos vegetais podem ser mais eficazes do que os constituintes isolados de uma planta. Este fato pode ser atribuído pelas interações positivas entre os componentes presentes no extrato. O beneficio do extrato pode estar na proteção do componente ativo da planta a uma degradação enzimática, ou até mesmo por facilitar o transporte através de barreiras, resultando em uma maior eficácia quando comparado ao composto purificado, dessa forma sendo mais eficaz sua utilização.
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Valor nutritivo da silagem de dez híbridos de milho.

Valor nutritivo da silagem de dez híbridos de milho.

Durante algum tempo tem sido estudado a composição e os conteúdos das ligninas em plantas melhoradas geneticamente. Por exemplo, os geneticamente modificados como o milho brown- midrib (bm) diferem dos milhos normais, por apresentarem baixos teores de lignina, menor teor de ácido p-cumárico esterificado e menor conteúdo de unidades siringil na lignina, fazendo com que apresentem maiores valores de digestibilidade da parede celular quando comparado com milhos normais (AKIN, 1988). Neste sentido, Méchin et al. (2005), trabalhando com diferentes linhagens de milho, registraram maiores valores em digestibilidade da parede celular para as linhagens bm3 associadas com o menor teor em lignina. Oba e Allen (1999, 2000), trabalhando com diferentes híbridos de milho, registraram maior digestibilidade da matéria seca (MS) e da parede celular (PC), para silagem de milho bm em relação à silagem de milho não bm. Da mesma forma, Ballard et al. (2001), trabalhando com três diferentes híbridos de milho (Mycogen, Cargill e Pioneer), encontraram melhores valores de digestibilidade e produção de leite para os animais alimentados com o híbrido bm3.
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Polímeros  vol.19 número3

Polímeros vol.19 número3

perda na qualidade da adesão. As micrografias evidenciam as alterações na morfologia da superfície das amostras (formação de poros, microvales e reentrâncias), corroboradas pelos valores de rugosidade e pelos espectros FTIR/ATR, os quais indicaram a remoção dos três componentes presentes na estrutura do ABS. Estas alterações influenciaram diretamente na deposição metá- lica e mostraram ser dependentes da solução condicionante e das condições operacionais (concentração, temperatura e tem- po) empregadas para cada uma. Soluções com menor grau de toxicidade e menos poluentes mostraram-se eficientes na pro- moção da adesão da camada metálica, indicando a possibilidade de substituição do ácido crômico no banho condicionador no processo de cromagem de peças em ABS. Em função das leis ambientais serem cada vez mais rigorosas em todo o mundo, métodos de tratamento menos poluentes, como os avaliados neste estudo, vem sendo empregados pelas empresas do setor.
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Síntese de poliésteres a partir de glicerina e diácidos / Polyester synthesis from glycerin and diacids

Síntese de poliésteres a partir de glicerina e diácidos / Polyester synthesis from glycerin and diacids

A grande preocupação com a emissão de gases, principalmente o dióxido de carbono, tem favorecido a criação de linhas de pesquisas tecnológicas que visam tentar reverter esse quadro estudando a síntese de produtos provenientes desse gás (Angamuthu, 2010). Um trabalho nessa linha de pesquisa, estuda a viabilidade da utilização do dióxido de carbono no processo de obtenção do ácido oxálico através de um processo chamado eletrocatálise, que pode favorecer sua utilização em processos industriais de forma sustentavelmente atrativa (Angamuthu, 2010). Um dos benefícios da obtenção do ácido oxálico por meio dessa técnica, é que o “custo energético” relativo ao calor de combustão de carvão é um dos menores possíveis, cerca de 33 % por mol de CO 2 (Poço et al., 2010).
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Germinação e incidência de fungos em testes com sementes de Brachiaria brizantha Stapf..

Germinação e incidência de fungos em testes com sementes de Brachiaria brizantha Stapf..

A análise dos dados e interpretação dos resultados permitiram as seguintes conclusões: a escarificação com o ácido não promoveu acréscimo significativo na germinação, tendo contribuído p[r]

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Atuação de ácido 'beta'-naftoxiacético, ácido indolbutírico e ácido giberélico na...

Atuação de ácido 'beta'-naftoxiacético, ácido indolbutírico e ácido giberélico na...

Em relação a histologia da rizogênese foliar, semelhantemente aos nossos resultados com abacaxi “gomo-de-mel”, Barbosa et al. (2003) citaram brevemente que em folhas de abacaxizeiros a origem destas raízes ocorrem a partir da comunicação transversal dos feixes vasculares sob o estímulo de ácido 2-(3clorofenoxi) propiônico. Bausor et al. (1940) fazem referência quanto a organização de primórdios de raízes em plan tas jovens de tomate sob estimulo do ácido β-naftoxiacético, em que se observou que as raízes tinham origem a partir do periciclo, parênquima do floema e até mesmo da endoderme, ou seja, raízes com origens de diferentes centros de crescimento. Cabe ressaltar que centros meristemáticos formados por células pequenas, isodiamétricas, com elevada relação núcleo-plasmática (RNP), características de regiões meristemáticas com intensa atividade de divisão celular, já foi observada por Cutter (1987) e Andrade et al. (2006). Neste contexto, com base na rizogênese a partir da bainha do feixe, autores como Van Fleet (1942, 1961), Guttenberg (1943), Kraus (1948) e Esau (1963) se reportaram a bainha do feixe como uma endoderme, que a partir de divisão celular periclinal emite raízes adventícias, e que essa atividade é comumente atribuída ao periciclo (ESAU, 1965; FAHN, 1974; CUTTER, 1987; OLIVEIRA; AKISUE, 2008; RAVEN et al., 2002). Os resultados evidenciam que as raízes foliares foram induzidas a partir de células das bainhas dos feixes vasculares, e que independentemente de se tratarem de células endodérmicas ou pericíclicas, o que representou importância maior foi sua origem procambial, responsável pela manutenção da capacidade de resposta morfogênica ao estímulo do ácido ß-naftoxiacético. Neste contexto, corroboramos, os trabalhos de Cutter (1987) e Andrade et al. (2006) que salientam a importância da origem dos tecidos em relação a capacidade de resposta morfogênica de indução de centro meristemáticos.
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Construção de um mutante para o gene sigH codificador do fator sigma alternativo sH e análise do papel desse fator na resposta de Corynebacterium pseudotuberculosis a diferentes condições de estresse ambiental

Construção de um mutante para o gene sigH codificador do fator sigma alternativo sH e análise do papel desse fator na resposta de Corynebacterium pseudotuberculosis a diferentes condições de estresse ambiental

Além disso, esses resultados também podem ser devidos ao fato de que a ação do fator σ H , provavelmente, faz parte do repertório de respostas tardias de C. pseudotuberculosis ao estresse osmótico uma vez que, como dito anteriormente, esse tipo de resposta leva de vários minutos a horas para ser ativada e que, por meio dela, as bactérias reagem em nível de transcrição e de tradução por meio da síntese de novo de enzimas, sistema de transporte e componentes da parede celular (Krämer, 2009; 2010). Entretanto, não se sabe, ainda, Figura 4.28: Comparação do crescimento e da viabilidade percentuais relativos da linhagem 1002 selvagem (wt) com o crescimento e a viabilidade percentuais relativos da linhagem mutante para o fator σ σ σ σ H (∆ ∆ ∆ ∆sigH) de C. pseudotuberculosis quando estas foram expostas ao agente causador do estresse osmótico (NaC 5M). (A) Comparação do crescimento percentual relativo. (B) Comparação da viabilidade percentual relativa. * indica p < 0,050 no teste T de Student. As barras representam os valores médios mais desvios padrão de três experimentos independentes.
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Ácidos graxos e composição centesimal da carne de coelhos alimentados com ração contendo farelo de coco.

Ácidos graxos e composição centesimal da carne de coelhos alimentados com ração contendo farelo de coco.

The objective of this work was to assess the effect of feeding rabbits diets containing coconut meal (CM) on meat proximal composition, the fatty acid profile, and the polyunsaturated to saturated (P/S) fatty acids ratio in the meat. The experiment utilized 60 rabbits fed diets containing five levels of CM (0.00, 6.25, 12.50, 18.75, and 25.00%) and 12 animals per treatment. Increasing levels of CM in the diet did not affect (p > 0.05) meat centesimal composition. The levels of palmitoleic, stearic, and linolenic acids in the meat were linearly affected by dietary CM levels. When compared to the levels of fatty acids in the meat from the 0.00% CM diet, the palmitic acid was lower (p < 0.05) in the meat from all diets containing CM, the myristic and stearic acids were higher (p < 0.05), and the palmitoleic acid was lower (p < 0.05) in the meat from the diet containing 25.00% CM. The Linolenic acid level was lower (p < 0.05) in meats from diets containing either 18.75 or 25.00% CM. The P/S relation in the meat was not affected (p > 0.05) by the levels of CM in the diets. This suggested that the inclusion of this by-product in the diets is feasible even at the 25.00% level.
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Tratamento de crises epilépticas de queda súbita (drop attacks) com a associação de ácido valproico, lamotrigina e um benzodiazepínico

Tratamento de crises epilépticas de queda súbita (drop attacks) com a associação de ácido valproico, lamotrigina e um benzodiazepínico

(2003) estudaram a eficácia da combinação entre ácido valproico e lamotrigina em 28 pacientes com crises epilépticas refratárias. Oito destes pacientes são descritos como tendo (ou podendo ter) crises de queda ao solo (DA, crises tônicas ou crises mioclônico-astáticas). O percentual de melhora (> 50%) somente foi avaliado separando-se os pacientes em portadores de epilepsia generalizada e focal. Os efeitos adversos mais encontrados foram tremor (21,4%), rash (7%), incontinência urinária e ataxia (1%). Quatro pacientes tiveram o tratamento descontinuado: dois com rash, um por perda de eficácia da associação e outro com status epilepticus. Os efeitos colaterais mais observados em nosso estudo foram intolerância gástrica, tremor e queda de cabelos, o que em algumas vezes nos obrigou a diminuir a velocidade de aumento das doses. Quatro pacientes foram excluídos, todos no primeiro trimestre de tratamento: 3 por rash, sendo que um apresentou SJS, com posterior recuperação completa, e um paciente não compareceu às reconsultas.
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Efeito do ácido abscísico nas bombas de prótons vacuolares e enzimas antioxidantes em Vigna unguiculata (L.) Walp

Efeito do ácido abscísico nas bombas de prótons vacuolares e enzimas antioxidantes em Vigna unguiculata (L.) Walp

O aumento da atividade da V-ATPase de plantas quando expostas ao ABA tem sido descrito diversas vezes (BARKLA et al., 1999; FUKUDA;TANAKA, 2006; JANICKA- RUSSAK; KLOBUS, 2007; KASAI et al., 1993). O tratamento com NaCl ou ABA de plantas adultas de Mesembryanthemum crystallinum induziu a atividade de transporte de H + da V- ATPase de vesículas de tonoplasto isoladas de folhas e, quando aplicados em combinação, um efeito adicional na estimulação da V-ATPase foi observado. Em contraste, o tratamento de plantas jovens com ABA não induziu a atividade da V-ATPase, enquanto o tratamento com NaCl resultou em uma resposta semelhante à observada em plantas adultas (BARKLA et al., 1999). Janicka-Russak; Klobus (2007) mostraram que o tratamento por 24 h de mudas com 50 mmol/dm 3 de ABA aumentou a atividade das bombas de prótons nas membranas vacuolar e plasmática. No entanto, quando ABA foi adicionado ao meio reacional, nenhuma mudança nas atividades das ATPases foi observada. Tem sido demonstrado que a atividade da V-PPase aumenta em plantas cultivadas com fitohormônios. O ABA e o 2,4-D (auxina) tem um efeito estimulante sobre as atividades do antiporte Na + / H + e das bombas de prótons de vesículas de tonoplasto isoladas a partir de raízes de cevada (FUKUDA; TANAKA, 2006). Em geral, parece que as respostas das bombas de prótons a fitohormônios dependem da espécie de planta e do tipo de tratamento, não podendo ser generalizada. De acordo com esses dados, os resultados deste trabalho mostraram que a atividade hidrolítica da V-ATPase e da V-PPase de plantas de V. unguiculata foram modificadas em resposta ao fitohormônio ácido abscísico.
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Estudo da intercalação de compostos orgânicos em caulins na forma ácida.

Estudo da intercalação de compostos orgânicos em caulins na forma ácida.

Não foi detectada matéria orgânica no caulim branco, indicando ser o melhor material precursor em procedimentos de modificação por intercalação, enquanto que o cinza apresenta uma quantidade considerável de matéria orgânica, que segundo vários autores, interfere na capacidade de adsorção da argila, por isso foi submetida a tratamento para remoção. Os resultados das análises de difração de raios X confirmam uma melhor interação com o DMSO, sendo evidenciado pelo aumento do espaçamento interplanar da estrutura lamelar da caulinita em ambos os caulins. O mesmo não ocorreu com o ácido oxálico e o ácido cítrico. O grau de intercalação com DMSO foi melhor evidenciado nos difratogramas da amostra de caulim branco na forma ácida. As análises térmicas mostraram resultados que reforçam as considerações sobre a difração de raios X, podendo-se concluir que o caulim branco/DMSO apresentou maiores variações de massa nas análises termogravimétricas e variações de energia mais relevantes nas análises de calorimetria exploratória diferencial. A espectroscopia na região do infravermelho confirma a interação de grupos sulfonila do DMSO presentes na estrutura da caulinita. AGRADECIMENTOS
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Digestibilidade de nutrientes e balanço de Ca e P em suínos recebendo dietas com ácido butírico, fitase e diferentes níveis de cálcio.

Digestibilidade de nutrientes e balanço de Ca e P em suínos recebendo dietas com ácido butírico, fitase e diferentes níveis de cálcio.

o fenômeno pode ser devido à redução da taxa de reabsorção do cálcio endógeno secretado e não devido apenas a um aumento na taxa de excreção per se (AUCHÉRE et al., 1998; BENSON et al., 1969). Nesse particular, o conceito de digestibilidade do cálcio (DCa) é confuso, uma vez que grandes e variadas quantidades de cálcio são absorvidas e, em sequência, excretadas nas fezes. GEORGIEWSKII (1979) estimou que num suíno de 35kg de peso vivo, em torno de 38% do Ca ingerido foi absorvido; deste, 30% voltou ao lúmen intestinal e foi excretado nas fezes, constituindo-se numa confusão clássica no conceito de digestibilidade. Para balanço de P (Tabela 3), verificou-se que uma diminuição na ingestão de Ca reduziu o coeficiente de retenção de P (CRetP) pelos suínos (P<0,06), demonstrando indiretamente o aumento na mobilização óssea quando há desbalanço entre Ca e P. A maior excreção urinária de P observada (PU) (P<0,001) é consequência desse fenômeno. A ação hormonal do organismo responde aos baixos níveis de Ca através da secreção do hormônio PTH, que favorece os mecanismos de reabsorção de Ca nos túbulos renais e desfavorece a reabsorção de P, que é, então, eliminado na urina (GONZÁLES & SILVA, 2006). Por outro lado, o alto nível de Ca na dieta proporcionou maior perda de P pelas fezes (PFz) (P<0,069), talvez pela formação de fosfatos insolúveis no intestino delgado (BERTECHINI, 2006). A presença de fitase influenciou Tabela 2 - Efeito dos níveis de cálcio (Ca), ácido butírico (AB) e fitase (F) sobre a digestibilidade dos nutrientes e da energia em suínos na
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HPLC analysis of nicotinic acid, trigonelline, chlorogenic acid and caffeine in roasted coffee.

HPLC analysis of nicotinic acid, trigonelline, chlorogenic acid and caffeine in roasted coffee.

Utilizou-se como solventes para preparo da fase móvel: acetonitrila (Carlo Erba, Duque de Caxias, Brasil) e metanol, ácido fórmico, ácido sulfúrico (Merck, Darmstadt, Alemanha) e ácido acético gla- cial (Synth, Diadema, Brasil) de grau cromatográfico. A água em- pregada no preparo de padrões e soluções foi obtida por sistema de purificação e filtração Milli-Q (Millipore, Billencia, EUA). As fa- ses móveis utilizadas foram filtradas em sistema Millipore de fil- tração a vácuo com membranas de 0,45 µm (Millipore, Billencia, EUA) e degaseificadas, por 30 min antes de sua utilização, em degaseificador Shimadzu, modelo DGU-2A (Kyoto, Japão).
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Determinação voltamétrica de ácido fólico em superfície de eletrodo sólido com filme intermetálico 'AG IND.2''HG IND.3.02': aplicação em sucos de frutas in natura e industrializados

Determinação voltamétrica de ácido fólico em superfície de eletrodo sólido com filme intermetálico 'AG IND.2''HG IND.3.02': aplicação em sucos de frutas in natura e industrializados

homocisteína a metionina, com a vitamina B12 e a enzima metionina sintetase (MS) que, em reação catalisada pela enzima metionina adenosil transferase (MAT), reage com ATP para formar a S-adenosil-metionina (SAM), doador universal de grupamento metila para a maioria das reações biológicas de metilação do DNA, mas a SAM forma também o S-adenosil-homocisteína (SAH) por demetilação com a enzima metil transferase (MT), constituindo a homocisteína, reiniciando assim, o ciclo da metionina [22]. O esquema delineado na Figura 5 demonstra o metabolismo e aproveitamento do ácido fólico na célula.
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Hiperlipidemias e fatores dietéticos: estudo transversal entre nipo-brasileiros

Hiperlipidemias e fatores dietéticos: estudo transversal entre nipo-brasileiros

Este estudo teve como objetivo avaliar a associação entre hiperlipidemia e dieta de nipo-brasileiros de Bauru, município do Estado de São Paulo. Foram obtidos de 1.330 indivíduos dados mediante questionários previamente testados (dados demográficos e dietéticos). Os exames físicos e laboratoriais incluíram a coleta (ou dosagem) antropométrica, de pressão arterial, de glicemia de jejum e de 2 horas, de perfil lipídico e de TSH e T4 livre. Utilizaram-se teste qui-quadrado e medida de odds ratio para avaliar associação entre as variáveis estudadas e presença de hiperlipidemia. Foi encontrado 81,5% de hiperlipidêmicos e acometeu, principalmente, indivíduos tabagistas, com excesso de peso, hipotireoidismo, hipertensão arterial e intolerância a glicose. Observaram-se, mediante análise bruta, relações entre hiperlipidemia e ácido graxo saturado, ácido oléico e fibras de grãos e cereais. Após o ajuste para as variáveis de controle, observaram-se associações entre hiperlipidemia e consumo de lípides (totais, ácido oléico, saturados e trans), fibras e álcool. Conclui-se que mudanças no estilo de vida, particularmente no hábito alimentar, podem levar a uma melhora do quadro hiperlipidêmico e que o consumo de lípides pode ser um dos principais fatores para o aumento da hiperlipidemia. Estudos prospectivos auxiliarão para testar essas hipóteses nos nipo-brasileiros de Bauru. (Arq Bras Endocrinol Metab 2007;51/4:547-558)
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Avaliação da cv. Tannat para elaboração de vinho tinto.

Avaliação da cv. Tannat para elaboração de vinho tinto.

Quanto à acidez titulável (Figura 3), observou-se um aumento até 12/01, o que indica que a baga se en- contrava ainda no período 1 de crescimento. Após esse período, constatou-se uma diminuição da acidez titu- lável ao longo da maturação. Nas últimas duas avalia- ções efetuadas antes da colheita, a redução da acidez titulável foi menor. Entre os fatores que determinam a redução da acidez titulável do mosto, destacam-se a diluição dos ácidos orgânicos devido ao aumento do volume da baga, a mobilização dos ácidos orgânicos e dos minerais durante a maturação da uva e sua utiliza- ção no processo respiratório, especialmente no caso do ácido málico [6, 8, 10].
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AVALIAÇÃO DA CV. CABERNET FRANC PARA ELABORAÇÃO DE VINHO TINTO.

AVALIAÇÃO DA CV. CABERNET FRANC PARA ELABORAÇÃO DE VINHO TINTO.

Os compostos voláteis aldeído acético, acetato de etila, metanol, 1-propanol, 2-metil-1-propanol, 2-metil- 1-butanol + 3-metil-1-butanol foram determinados por cromatografia gasosa. Utilizou-se um aparelho equipa- do com um detetor de ionização de chama e coluna de aço inoxidável Carbowax 600 a 5% mais Hallcomid M- 18OL como fase estacionária e Chromosorb W de 60- 80mesh como suporte, de 3,2m de comprimento e de 1/8” de diâmetro interno. A amostra de vinho (3µL) foi injetada diretamente no aparelho após ter recebido 10% do volume de uma solução de 4-metil-2-pentanol a 1g L -1 como padrão interno [4]. O teor de P foi determi-
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Algumas plantas cianogenéticas dar

Algumas plantas cianogenéticas dar

Dados sobre o teor de ácido cianídrico em 14 capins e métodos físicos p-ara a sua eliminação são apresenta- dos, juntamente com alguns dados botânicos destas e de ou[r]

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Compostos antioxidantes em frutos de acessos de caramboleira em diferentes ambientes de Pernambuco.

Compostos antioxidantes em frutos de acessos de caramboleira em diferentes ambientes de Pernambuco.

A parcela foi representada por uma planta. Utilizou-se do espaçamento de 7x7 m e do delineamento experimental inteiramente casualizado, com cinco repetições. Durante a safra de 2008, foram colhidas três amostras de frutos maduros totalmente amarelos, por planta. A amostra foi composta por 20 frutos e acondicionada em caixa isotérmica. As amostras foram transportadas até o Laboratório de Análises Físico-químicas de Alimentos do Departamento de Ciências Domésticas da Universidade Federal Rural de Pernambuco-UFRPE, Recife-PE, onde os frutos foram higienizados e despolpados. A polpa fresca foi acondicionada em sacos de polietileno e armazenada, sob congelamento (-18ºC), até o momento das determinações analíticas: 1) ácido ascórbico (mg.100 g de polpa -1 ), determinado numa
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