Açúcares redutores

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Variância genética de açúcares redutores e matéria seca e suas correlações com características agronômicas em batata.

Variância genética de açúcares redutores e matéria seca e suas correlações com características agronômicas em batata.

RESUMO - O objetivo deste trabalho foi estimar os componentes de variância e herdabilidade relativos ao teor de açúcares redutores e à matéria seca, e suas correlações com algumas características agronômi- cas em batata (Solanum tuberosum L.). Foram utilizados quarenta clones de batata escolhidos aleato- riamente do Programa de Melhoramento Genético da Embrapa-Centro de Pesquisa Agropecuária de Clima Temperado. Os experimentos de campo foram conduzidos no outono e na primavera de 1996, em Pelotas, RS. Os teores de açúcares redutores e de matéria seca foram analisados após o armazenamento dos tubérculos em câmara fria (5±1ºC). As variâncias genéticas relativas a açúcares redutores e a matéria seca foram moderadas, e as variâncias dos erros, altas, proporcionando valores de herdabilidade relati- vamente baixos. O teor de açúcares redutores foi positivamente correlacionado com a maioria das características agronômicas, e negativamente correlacionado com o teor de matéria seca. As correlações entre a matéria seca e as características agronômicas foram baixas e não-significativas.
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Quantificação de açúcares solúveis totais, açúcares redutores e amido nos grãos verdes de cultivares de milho na colheita.

Quantificação de açúcares solúveis totais, açúcares redutores e amido nos grãos verdes de cultivares de milho na colheita.

O objetivo deste trabalho foi quantificar os teores de açúcares solúveis totais (AST), açúcares redutores (AR) e amido em nove cultivares de milho colhidos no estádio verde, uma vez que estes influenciam diretamente o sabor, o aroma e a aceitação do consumidor. O experimento foi conduzido em Ponte Nova, MG, no ano agrícola 2002/2003. Para a determinação das características, foi retirada uma amostra de três espigas de cada unidade experimental. O ponto de colheita foi identificado por método empírico, quando o estilo-estigma se desprendia da espiga com facilidade. As cultivares apresentaram umidades diferentes no momento da colheita, variando de 56 a 64%. Não foi detectada diferença entre as cultivares quanto aos teores de AR, porém, P3232 e AG4051 apresentaram boa relação entre AR e AST, destacando-se para esta finalidade.
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VARIABILIDADE GENÉTICA PARA TEOR DE AÇÚCARES REDUTORES EM BATATAS SILVESTRES QUE OCORREM NO SUL DO BRASIL.

VARIABILIDADE GENÉTICA PARA TEOR DE AÇÚCARES REDUTORES EM BATATAS SILVESTRES QUE OCORREM NO SUL DO BRASIL.

Cinqüenta clones de batata silvestre, to- mados ao acaso, da coleção mantida na Embrapa Clima Temperado, foram cultivados no outono e na primavera de 1996. No outono, 30 e, na primavera, 40 clones produziram tubérculos suficientes para a análise de açúcares redutores. Os clones avaliados no outono e/ou na primavera de 1996 estão listados na tabela 1. No outono, foram estudados 24 clones de S. commersonii (19 da subespécie commersonii e cinco da malmeanum) e seis não identificados. Na primavera, foram avaliados outros 11 clones de S. commersonii (sete da subespécie commersonii e quatro da subespécie malmeanum) e um de S. cha- coense, subespécie muelleri. Além dos clones sil- vestres, três clones cultivados de S. tuberosum, subespécie tuberosum, foram utilizados como con- trole: BR-3, Baronesa e C-1582-25-90, que possu- em, respectivamente, alto (1,71%), médio (0,57%) e baixo (0,21%) teor de açúcares redutores (PEREIRA & CAMPOS, 1999).
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Genótipos de batata com baixo teor de açúcares redutores.

Genótipos de batata com baixo teor de açúcares redutores.

Em relação aos chips, os clones ‘C- 1786-7-96’, ‘C-1786-6-96’ e ‘C-1786- 9-96’, ‘C-1787-14-96’, ‘C-1890-1-97’, ‘C-1883-5-97’ e a cultivar ‘Atlantic’ formaram o grupo com médias de esco- res de cor mais clara (Tabela 2). ‘C- 1881-16-97’, ‘C-1883-22-97’, ‘C-1883- 5-97’ e ‘C-1890-1-97’ formaram o gru- po de clones com chips mais escuros, mas, mesmo assim, dentro dos padrões de cor clara (escore d”2,5). Os três pri- meiros foram identificados como os clones com baixo teor de açúcares re- dutores. Mesmo sendo indubitavelmente estabelecido que o teor de açúcares redutores seja o princi- pal fator para o desenvolvimento da cor de fritura da batata, tem sido demons- trada a influência de alguns aminoácidos e compostos fenólicos na sua intensida- de (Khanbari & Thompson, 1993; Zorzella et al., 2003). Desta forma, não sendo os açúcares redutores totalmente responsáveis pela formação da cor do produto frito, é fundamental que os genótipos sejam avaliados quanto à cor de fritura de chips para uma conclusão mais consubstanciada, vez que a cor de fritura é o caráter de interesse comer- cial no produto processado.
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Seleção assistida por marcadores para teor de matéria seca e açúcares redutores em tubérculos de batata.

Seleção assistida por marcadores para teor de matéria seca e açúcares redutores em tubérculos de batata.

Para a cor de chips, a correlação entre as gerações C1 e C2 foi não-significativa, o pode ser devido ao diferente modo de estimar os teores de açúcares redutores nessas gerações. Na geração C1, foi obtida a porcentagem de açúcares redutores pela metodologia DNS. Na C2, a avaliação foi indireta, pela coloração exibida pelo clone após a fritura. Genótipos que são indicados para o processamento na forma de chips devem apresentar-se dentro de um escore aceitável já nas primeiras gerações clonais (THILL & PELOQUIN, 1995). Um dos principais fatores que deve ter contribuído para limitar os valores de correlações nessas gerações foi a variação não-genética entre os
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Comparação de métodos para a determinação de açúcares redutores e totais em mel.

Comparação de métodos para a determinação de açúcares redutores e totais em mel.

2.2.1 – Método do ácido 3-5-dinitrossalicílico A química da reação do ADNS com açúcares reduto- res está elucidada em parte. O ADNS é reduzido para áci- do 3-amino-5-nitrossalicílico, enquanto que, no caso mais simples o grupamento aldeído parece ser oxidado a ácido aldônico (Figura 1). Entretanto a equivalência entre o áci- do aminonitrossalicílico produzido e a quantidade do açú- car não é exata e diferentes açúcares produzem diferente intensidade na cor desenvolvida. Isso sugere que a quí- mica da reação deva ser mais complexa que a apresenta- da, podendo estar relacionada com as reações de decom- posição de açúcares em solução alcalina [12]. As análises foram feitas segundo MILLER [12]. Os açúcares reduto- res foram quantificados por espectrofotometria com com- primento de onda de 540nm, utilizando-se uma curva pa- drão de glicose cuja concentração varia no intervalo de 100µg a 540µg. Foi feito uma adaptação do método para a determinação do teor de açúcares totais. A hidrólise dos açúcares totais foi feito de acordo com MATISSEK, SCHENEPEL & STEINER [11]. Adicionou-se à amostra 0,5mL de HCl concentrado e incubou-se em banho-maria termostatizado a 60°C por 10 minutos. Após, neutrali- zou-se com NaOH 6N e resfriou-se rapidamente em ba- nho de gelo até a temperatura ambiente. O procedimento para a quantificação dos açúcares totais foi o mesmo uti- lizado para os açúcares redutores acima descritos.
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QUANTIFICAÇÃO DE AÇÚCARES REDUTORES EM HIDROLISADO DO BAGAÇO DA MANDIOCA PARA USO NA PRODUÇÃO DE METANO

QUANTIFICAÇÃO DE AÇÚCARES REDUTORES EM HIDROLISADO DO BAGAÇO DA MANDIOCA PARA USO NA PRODUÇÃO DE METANO

O bagaço de mandioca, gerado na etapa de separação da fécula, possui um relativo teor de amido, entretanto o teor de umidade elevado (aproximadamente 85%) inviabiliza os processos de secagem e transporte, sendo este resíduo um problema nas indústrias processadoras da raiz. Uma forma de agregar valor a este resíduo seria a utilização deste bagaço no biodigestor, entretanto, o teor de fibras que este contém torna o processo lento, necessitando um pré-tratamento para despolimerização de moléculas complexas (lignina e celulose que compõem o bagaço). A pré-hidrólise do bagaço é uma alternativa, neste procedimento as moléculas complexas são convertidas em compostos de baixo peso molecular (açúcares) o que facilita a assimilação pelos microrganismos. O presente estudo teve como objetivo avaliar a eficiência da produção de açúcares redutores pela hidrolise ácida do bagaço da mandioca pela combinação da concentração de ácido, temperatura e tempo de exposição térmica dos ensaios. Verificou-se que o processo hidrolítico bagaço produziu quantidades significativas de açúcares redutores. Sendo que o melhor rendimento foi observado no tratamento em que se utilizou temperatura de 140 0 C,
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Método de determinação de açúcares redutores aplicável no sistema de pagamento de cana-de-açúcar.

Método de determinação de açúcares redutores aplicável no sistema de pagamento de cana-de-açúcar.

constituídos de sacarose e açúcares redutores, frutose e glicose. Em face das dificuldades para análise direta dos açúcares redutores do caldo (AR), ado- tou-se, para o Estado de São Paulo, uma equação de correlação linear entre os açúcares redutores e a pureza do caldo, em substituição à determinação direta de AR pelo método titulométrico (Lane & Eynon, 1923). Entretanto, de acordo com Fernandes (1999), não se deve empregar a equação quando se desejam resultados mais precisos, já que a regressão é variável, dependendo das con- dições de cultivo, clima e variedade. Apesar dessas diferenças, as comissões técnicas dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo decidiram adotar essa mesma equação de regressão, por não disporem de série histórica contendo dados consistentes, para elaborar uma equação própria. E, ao contrário do Estado de São Paulo, não facultaram às unidades industriais a determinação direta dos açúcares redutores pelo método titulométrico (Lane & Eynon, 1923) para efeito de pagamento de cana. No Estado da Paraíba, outra equação de regressão linear foi obtida para as variáveis AR e pureza do caldo (Melo & Lima Neto, 1999).
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Efeito de Níveis de Desbaste de Frutos do Cafeeiro na Incidência da Ferrugem, no Teor de Nutrientes, Carboidratos e Açúcares Redutores

Efeito de Níveis de Desbaste de Frutos do Cafeeiro na Incidência da Ferrugem, no Teor de Nutrientes, Carboidratos e Açúcares Redutores

Efeito de níveis de desbaste de frutos do cafeeiro na incidência da ferrugem, no teor de nutrientes, carboidratos e açúcares redutores.. 2006.[r]

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Síntese de de nanopartículas de prata através de açúcares redutores e seu potencial

Síntese de de nanopartículas de prata através de açúcares redutores e seu potencial

It is possible to considerably reduce the concentration in the modified procedure of the Tollens reaction and the silver ions are then reduced by the saccharide in the presence o[r]

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Determinação a baixo custo de açúcares redutores totais em caldo-de-cana, empregando...

Determinação a baixo custo de açúcares redutores totais em caldo-de-cana, empregando...

o sistema FIA da figura 10 foi empregado para investigação das principais variáveis envolvidas na determinação da sacarose. Com este sistema foram avaliados os seguintes parâmetros: infl[r]

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Análise nutricional da farinha obtida da polpa da Cajarana (Spondias dulcis Parkinson) / Nutritional analysis of flour obtained from Cajarana pulp (Spondias dulcis Parkinson)

Análise nutricional da farinha obtida da polpa da Cajarana (Spondias dulcis Parkinson) / Nutritional analysis of flour obtained from Cajarana pulp (Spondias dulcis Parkinson)

As mesmas amostras do extrato alcoólico extraído para avaliação de AST foram utilizadas para a determinação de açúcares redutores. Para a determinação dos açúcares redutores foi empregada o método espectrofotométrico de Somogy-Nelson (1944). As amostras foram diluídas 50 vezes e, desta diluição, alíquotas de 0,2 mL foram pipetadas em tubos de vidro, sempre em cinco repetições. Em seguida foram adicionados 0,2 mL do reativo de Nelson (8mL de reativo de Nelson A + 2mL do reativo de Nelson B), agitados em vórtex e incubados em água fervente por 15 minutos. Em seguida, os tubos foram resfriados em temperatura ambiente e adicionados 0,2mL de solução Arsenomobilídica e 0,6mL de água deionizada, agitados e realizada a leitura da absorbância em λ = 540 nm, em espectrofotômetro. Os valores obtidos foram comparados com a curva padrão de glicose nas concentrações de 0, 20, 40, 60, 80 e 100 μg/mL. O teor de AR foi obtido pelo método direto, utilizando-se a equação a seguir, e os resultados expressos em % (Equação 4).
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Extração, atividade da bromelina e análise de alguns parâmetros químicos em cultivares de abacaxi.

Extração, atividade da bromelina e análise de alguns parâmetros químicos em cultivares de abacaxi.

Evidenciou-se que as polpas dos abacaxis Pérola e Smooth Cayenne apresentaram níveis de açúcares redutores e não redutores signifi cativamen- te maiores (p<0,05) que as dos híbridos. Este estudo encontrou valores mais elevados que os citados por alguns autores. Assim, Bartolomé et al. (1996) encontraram na polpa do abacaxi Smooth Cayenne teores de 4,50 g de sacarose e 8,15 g de açúcares to- tais por 100 g de amostra, e Carvalho (2007) relatou 4,43 g de glicose/100 g de polpa do Pérola.

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Estabilidade de melão processado por desidratação osmótica seguida de fritura.

Estabilidade de melão processado por desidratação osmótica seguida de fritura.

A desidratação osmótica seguida de fritura tem se apresentado como uma ferramenta tecnológica importante no desenvolvimento de novos produtos. Com o presente trabalho, visou-se avaliar a estabilidade de melão obtido por desidratação osmótica e fritura. A estabilidade do produto foi avaliada segundo suas características físico-químicas (sólidos solúveis totais, atividade de água, pH, umidade, acidez, açúcares redutores e não-redutores), microbiológicas (coliformes totais e fecais, Escherichia coli, Salmonella sp., Staphylococcus coagulase positiva, aeróbios mesófilos, bolores e leveduras) e sensoriais (aceitação), durante 124 dias de armazenamento à temperatura ambiente (~28ºC). A atividade de água e a umidade apresentaram tendência de aumento durante o armazenamento, enquanto que os demais parâmetros físico-químicos, apesar de terem algumas oscilações, ficaram praticamente constantes. A aceitação sensorial também foi constante, sendo a avaliação próxima de gostei moderadamente. As análises microbiológicas demonstraram boa qualidade do produto durante todo o armazenamento, estando dentro dos padrões exigidos pela legislação brasileira: ausência de Salmonella sp. em 25 g e máximo de 10 2 NMP/g de coliformes fecais (45ºC).
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Carboidratos e matéria seca de tubérculos de cultivares de batata influenciados por doses de nitrogênio.

Carboidratos e matéria seca de tubérculos de cultivares de batata influenciados por doses de nitrogênio.

Após a colheita, os tubérculos são imediatamente consumidos ou armazenados, normalmente, em ambiente refrigerado. O armazenamento dos tubérculos a baixa temperatura (4 ºC) é realizado para inibir a brotação, reduzir a infecção por microrganismos, diminuir a perda de massa fresca e permitir o aproveitamento industrial dos tubérculos por longo período após a colheita. Durante o armazenamento refrigerado, a superfície dos tubérculos tem maior pressão de vapor do que o ar, esultando em perda de água. Entretanto, a exposição à baixa temperatura induz à quebra do amido e acúmulo de sacarose, glicose e frutose nos tubérculos fenômeno conhecido como adoçamento. Aumento nos teores de carboidratos solúveis totais e de açúcares redutores em tubérculos de genótipos de batata, após o armazenamento a 4 ºC, foram verificados por Bacarin et al. (2005). A integração das informações existentes apontam para a inibição de ATPases e disfunção do fluxo de elétrons na célula, em razão do estresse pelo frio (Gounaris, 2001), havendo conexão entre a mobilização de açúcares e a necessidade da célula estressada utilizar mecanismos fermentativos para produzir energia. Em baixa temperatura ocorre acúmulo de adenosina tri-fosfato (ATP) no tubérculo, ativação da via alternativa e, simultaneamente, aumento nas concentrações de sacarose, substrato da invertase ácida no vacúolo que originará o acúmulo de açúcares redutores nos tubérculos (Duplessis et al., 1996).
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Acúmulo de Açucares em Variedades de Cana Influenciadas por Diferentes Supressões de Irrigação e Adubação

Acúmulo de Açucares em Variedades de Cana Influenciadas por Diferentes Supressões de Irrigação e Adubação

PBU), foram lançados em um programa de computador (CHB), obtendo-se os demais resultados: Pol da cana, fibra, pureza, AR, brix da cana, umidade, ATR e ART com os seguintes cálculos: Fibra = (0,08 x PBU) + 0,876 (FERNANDES, 2000). O coeficiente “C” representa a transformação do caldo extraído em todo o caldo abso- luto, ou seja, é a extração de todo caldo proveniente da prensa hidráulica. C = (1,0313 – 0,00575 x FIBRA). Pos- teriormente encontra-se o Brix% cana = Brix do caldo x (1 – 0,01) x C e Pol% cana = Pol no caldo x (1 – 0,01 x FIBRA) x C, a pureza foi obtida pela fórmula: PUREZA = (Pol% cana) / (Brix% cana) x 100. O cálculo dos açúca- res redutores no caldo foi feito pela fórmula: AR% caldo = (3,641 – 0,0343 x PUREZA); a AR% cana = AR no cal- do x (1 – 0,01 x FIBRA) x C. Os açúcares redutores to- tais foram determinados pela seguinte equação: ART% caldo = (Pol no caldo / 0,95) + AR e ART% cana = ART do caldo x (1 – 0,01 x FIBRA) x C. Conhecendo-se a Pol da cana (PC) e os açúcares redutores da cana (ARC), o açúcar total recuperável é calculado pela equação: ATR = 10 x PC x 1,05263 x 0,905 + 10 x ARC x 0,905, onde: 10 x PC = pol por tonelada de cana; 1,05263 = coeficien- te estequiométrico para a conversão da sacarose em açúcares redutores; 0,905 = coeficiente de recuperação, para uma perda industrial de 9,5% (nove e meio por cen- to) e 10 x ARC = açúcares redutores por tonelada de cana. O Álcool hidratado estimado pelo calculo: ART% caldo x 10 x 0,6475= 100% de álcool, posteriormente transforma-se para 85%, considerada a eficiência do processo fermentativo.
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Qualidade e vida útil pós-colheita de melancia Crimson Sweet, comercializada em Mossoró.

Qualidade e vida útil pós-colheita de melancia Crimson Sweet, comercializada em Mossoró.

Com base na aparência interna, firmeza da polpa e teor de açúcares redutores das melancias comercializadas logo após a colheita (desembarque, Tabela 1), e considerando-as como padrão de qualidade para esta cultivar produzida em Mossoró, pode afirmar-se que: melancias expostas em quitandas sob condição ambiente, são comercializadas em estádio de senescência, com baixa qualidade para consumo. O decréscimo na concentração de açúcares redutores pode ser explicado pela

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Produção de moranga irrigada com esgoto doméstico tratado.

Produção de moranga irrigada com esgoto doméstico tratado.

Objetivou-se, neste trabalho, avaliar a produção de moranga (Cucurbita maxima Duch. Cv Coroa IAC) irrigada com esgoto doméstico tratado. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com cinco tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos se constituíram de : T 1 - irrigação com lâmina de 150% da demanda hídrica da cultura; T 2 - irrigação com lâmina de 150% + adição de CaSO 4 no solo; T 3 - irrigação com lâmina de 100% da demanda hídrica da cultura; T 4 - irrigação com lâmina de 100% + adição de CaSO 4 no solo e T 5 - tratamento testemunha (sem irrigação). Foram avaliados a produtividade da cultura, o peso e o número de frutos, suas características físico-químicas (pH, acidez total, sólidos solúveis, açúcares totais, açúcares redutores e açúcares não redutores) e potencial de contaminação por agentes patogênicos na água. Foi identiicada diferença signiicativa entre o tratamento testemunha e os demais tratamentos em relação à produção, produtividade e número de frutos. As características físico- químicas apresentaram valores similares em todos os tratamentos. Foi registrada a presença de coliformes termo tolerantes somente na superfície externa dos frutos porém em níveis abaixo dos padrões mínimos estabelecidos pelas normas sanitárias.
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Características produtivas e qualitativas de ramas e raízes de batata-doce.

Características produtivas e qualitativas de ramas e raízes de batata-doce.

Quanto aos açúcares totais e açúca- res redutores as raízes de batata-doce apresentaram teores de 2,3 a 3,5% e 0,9 a 1,3%, respectivamente (Tabela 2). Segundo Leonel & Cereda (2002), os elevados teores destes açúcares tornam a matéria-prima utilizável não somente para a extração do amido, mas também para a produção de hidrolisados e fermentados. Ukpabi et al. (1987), analisando raízes de batata-doce de diferentes cultivares, observaram teores de açúcares redutores variando de 0,6 a 1,8%, e os valores encontrados no presente estudo estão próximos.
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Qualidade pós-colheita de cultivares de bananeira do grupo 'maçã', na região de Belém - PA.

Qualidade pós-colheita de cultivares de bananeira do grupo 'maçã', na região de Belém - PA.

A acidez titulável média nos frutos de ba- naneira do grupo ‘Maçã’ analisados atingiu valor global mínimo de 0,13% (E2) e máximo de 0,35% (E5). Para todas as cultivares, pôde-se constatar, de forma signiicativa, um aumento no teor de acidez do estádio 2 para o estádio 7, que, de acordo com Chitarra e Chitarra (2005), pode estar relacionado ao desdobramento do amido em açúcares redutores, e sua conversão em ácido pirúvico, provocada pela respiração das frutas. Para a cultivar Thap Maeo, observaram-se os maiores valores de acidez titu- lável, ao longo de todo o período de maturação, quando comparado aos valores obtidos para as demais cultivares. Esse fato coincide, como espe- rado, com os menores valores de pH observados para essa cultivar (Tabela 1), ao longo da maturação dos frutos. Alencar et at. (2010) veriicaram que, ao contrário do que ocorre com a maioria das frutas, a acidez aumenta durante a maturação da banana, concordando com Matsuura et al. (2001), que ob- servaram acúmulo nos teores de açúcares e ácidos orgânicos, com predominância do ácido málico, o que levou ao abaixamento do pH, comportamento também observado no presente trabalho.
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