Aditivos químicos

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Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum L.) ensilada com aditivos químicos e bacterianos

Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum L.) ensilada com aditivos químicos e bacterianos

RESUMO – Objetivou-se avaliar a ensilagem da cana-de-açúcar tratada com três aditivos químicos (uréia 1,5%, benzoato de sódio 0,1% e hidróxido de sódio 1% na MN) mais o grupo controle e duas inoculações (Propionibacterium acidipropionici + Lactobacillus plantarum e Lactobacillus buchneri) mais o grupo controle em um esquema fatorial 4 x 3 com três repetições para cada tratamento. Determinaram-se as perdas ocorridas durante o processo fermentativo, nas formas de gases e de efluentes e a recuperação da matéria seca. Avaliou-se o valor nutritivo da forragem antes de ensilar, das silagens após a abertura dos silos e após a exposição aeróbia. A associação de L. buchneri e NaOH elevaram a recuperação da matéria seca digestível verdadeira em relação às silagens controle de 45,0 para 84,8%. No pós-abertura destaca-se a atuação do benzoato de sódio em manter o pH, variação de 0,1 unidade em cinco dias de exposição aeróbia e dos inoculantes L. buchneri e P. acidipropionici + L. plantarum em prolongar o tempo para elevação da temperatura de 34 horas nas silagens controle para 54,0 e 50,0 horas, respectivamente. Constatou-se que a ensilagem da cana-de-açúcar requer de forma contundente a inclusão de algum aditivo, sendo que, o princípio de atuação desse, deve estar fundamentado no controle das perdas quantitativas e qualitativas durante a fermentação, além do controle das alterações no pós-abertura.
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Avaliação de aditivos químicos sobre as perdas e valor alimentício das silagens de...

Avaliação de aditivos químicos sobre as perdas e valor alimentício das silagens de...

Os objetivos do trabalho foi avaliar a produção de leite, o retorno da atividade ovariana pós-parto e o comportamento ingestivo de ovelhas Santa Inês, alimentadas com rações contendo cana-de-açúcar in natura e silagens de cana-de-açúcar tratadas com (1% de cal virgem ou 1% de calcário na matéria original) durante a ensilagem ou sem aditivos químicos. Quarenta ovelhas (PC médio inicial de 59 ± 5 kg) foram individualmente alojada em baias cobertas e distribuídas em delineamento de blocos completos casualizados, definidos pela data do parto, número de parto (multípara), tipo de parto (simples) e peso da ovelha, recebendo rações com 50% de volumoso na matéria seca. Foram utilizadas quatro rações como tratamentos, diferindo quanto ao tipo do volumoso utilizado: cana-de-açúcar in natura, silagem de cana-de-açúcar sem aditivo, silagem de cana-de-açúcar aditivada com cal virgem (1%) e silagem de cana- de-açúcar aditivada com calcário (1%). As ovelhas alimentadas com a ração contendo cana-de-açúcar in natura apresentaram maior consumo de matéria seca (P<0,05), em relação as rações contendo silagens. Embora observada diferença (P<0,05) no consumo de matéria seca entre os tratamentos, as produções de leite demonstraram não existir diferenças (P>0,05) em função das rações experimentais. A produção média de leite observada entre os tratamentos foi de 161,48 g/3h. Não houve diferença (P>0,05) entre as semanas de lactação, bem como a interação entre os tratamentos e as semanas na produção de leite. Houve diferença (P<0,01) entre os tratamentos para o teor de gordura no leite, bem como para as semanas de lactação (P<0,01). O teor de gordura do leite foi maior nas ovelhas que consumiram as rações contendo as silagens. Não se verificou diferença (P>0,05) entre os tratamentos para o número de dias necessários para ocorrer a primeira ovulação, bem como no número de dias para a concentração de progesterona atingir valor maior ou igual a 1 ng/mL. A concentração de ácidos graxos não-esterificados não foi afeta (P>0,05) entre os tratamentos. Entretanto, verificou-se queda dos valores ao longo das semanas de lactação. Não observou-se diferença (P>0,05) entre os tratamentos nas avaliações do comportamento ingestivo dos animais. A utilização de silagens de cana-de-açúcar mostrou-se como alternativa de substituição da cana-de-açúcar in natura em rações para ovelhas em lactação. Porém, o uso da cal virgem e do calcário durante a ensilagem diminuiu o consumo de matéria seca dos animais, não prejudicando a produção de leite e o retorno da atividade ovariana pós-parto de ovelhas Santa Inês.
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Desenvolvimento de sistemas de aditivos químicos para aplicação em cimentações de poços de petróleo

Desenvolvimento de sistemas de aditivos químicos para aplicação em cimentações de poços de petróleo

A cimentação primária é uma etapa importante durante o processo de perfuração de poços petrolíferos, garantindo a estabilidade mecânica do poço e o isolamento hidráulico entre o tubo de revestimento e a formação. Para que a pasta de cimento atenda aos requisitos estabelecidos para sua aplicação em um determinado poço, alguns cuidados no seu projeto de execução devem ser levados em consideração para a obtenção de uma pasta de cimento com composição adequada. Na grande maioria dos casos, é necessária a adição de produtos químicos ao cimento para modificar suas propriedades, conforme as condições do poço ou operação e, assim, obter pastas que possam se deslocar no interior do revestimento promovendo um bom deslocamento até a zona de interesse. Novas tecnologias de preparação e uso de produtos químicos e a modernização dos padrões tecnológicos no setor da construção civil têm resultado no desenvolvimento de novos aditivos químicos para a otimização das propriedades dos materiais construtivos. Produtos como superplastificantes a base de policarboxilato proporcionam maior fluidez e coesão dos grãos de cimento, além de melhorar a dispersão em relação às pastas sem aditivos. Este trabalho tem como objetivo adequar aditivos químicos utilizados na construção civil para aplicação em sistemas de pastas de cimento de poços petrolíferos, utilizando como aglomerante hidráulico o cimento Portland CPP-Classe Especial. Os aditivos químicos classificados como antiespumantes, dispersantes, controladores de filtrado e retardadores de pega foram caracterizados por espectroscopia de absorção na região do infravermelho, análise termogravimétrica e ensaios tecnológicos estabelecidos pelo API (American Petroleum Institute). Estes aditivos apresentaram resultados satisfatórios para sua aplicação em sistemas de pasta de cimento para poços de petróleo. O antiespumante, a base de silicone, promoveu redução do aprisionamento de ar durante o processo de agitação das pastas. O aditivo dispersante reduziu consideravelmente os parâmetros reológicos dos sistemas estudados. Os testes realizados com o controlador de filtrado e o retardador de pega também apresentaram propriedades adequadas para aplicação como aditivos químicos em pastas para cimentação.
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Aplicação de infusões de ervas aromáticas para substituição de aditivos químicos num modelo de carne fermentado

Aplicação de infusões de ervas aromáticas para substituição de aditivos químicos num modelo de carne fermentado

Apesar das características penalizadoras na avaliação hedónica, os modelos cárneos com incorporações de infusões de tomilho limão (T2) e sálvia ananás (T4), em que respetivamente, 77% e 82% dos provadores considerou o cheiro como fraco a muito fraco, não se notando nenhum aroma a ervas ou especiarias e exibindo sabores e cheiros neutros, permitem concluir que as infusões de tomilho e sálvia poderão ser candidatas para a formulação de produtos cárneos curados secos como alternativa ao uso de aditivos químicos. Como referido anteriormente, as ervas aromáticas, se utilizadas em grandes quantidades podem alterar o sabor dos alimentos (Sebranek and Bacus 2007), o que não se verificou nestas duas formulações T2 e T4 ao contrário do que sucedeu com os produtos formulados com infusões de manjericão rubra (T1 e T3) e orégãos (T5) em que o aroma foi bem notado e identificado.
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Efeito do tratamento com aditivos químicos e inoculantes bacterianos nas perdas e na qualidade de silagens de cana-de-açúcar.

Efeito do tratamento com aditivos químicos e inoculantes bacterianos nas perdas e na qualidade de silagens de cana-de-açúcar.

RESUMO - Objetivou-se avaliar a eficácia de aditivos químicos e inoculantes bacterianos na inibição da produção de etanol, na diminuição das perdas de MS e na melhoria da digestibilidade in vitro de silagens de cana-de-açúcar. Foram testados os seguintes tratamentos (doses com base na matéria natural): sem aditivos - controle; UR - uréia (0,5; 1,0; 1,5%); NaOH - hidróxido de sódio (1,0; 2,0; 3,0%); PROP - propionato de cálcio (0,05; 0,1; 0,2%); BENZ - benzoato de sódio (0,05; 0,1; 0,2%); SORB - sorbato de potássio (0,015; 0,03; 0,045%); PLA - Lactobacillus plantarum (1 x 10 6 ufc/g); BUCH - Lactobacillus buchneri (3,64 x 10 5 ufc/g); PLA/UR 0,5% - L. plantarum combinado com 0,5% de uréia; PLA/UR 1,0% - L. plantarum combinado com 1,0% de uréia. A ensilagem foi realizada em baldes plásticos de 20 L adaptados com válvulas para eliminação de gases e dispositivo para coleta de efluentes. Os dados foram coletados aos 90 e aos 180 dias após a ensilagem. Nenhum dos aditivos foi capaz de reduzir a concentração de etanol nas silagens. Os tratamentos PROP 0,1% e PLA causaram aumento no teor de álcool em relação à silagem controle (4,8 e 12,5% vs 3,8% da MS, respectivamente). Os tratamentos UR, NaOH, SORB-0,03%, BUCH, PLA/UR 0,5% e PLA/UR 1,0% reduziram a perda total de MS. As silagens tratadas com uréia, hidróxido de sódio, benzoato de sódio e sorbato de potássio 0,045% apresentaram maior digestibilidade in vitro da MS em comparação à silagem controle.
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Fundamentos sobre o conhecimento dos aditivos químicos presentes nas luvas de borracha.

Fundamentos sobre o conhecimento dos aditivos químicos presentes nas luvas de borracha.

Comumente, observa-se, pelo teste de contato, a polissensibilização aos componentes da borracha, aos grupos tiuram, mercapto-mix, carba-mix. Estes grupos de substâncias químicas são usados para fabri- cação de diversos produtos usados tanto no ambiente de trabalho quanto na vida cotidiana das pessoas. Assim, fica difícil um indivíduo alérgico aos compo- nentes da borracha abster-se completamente do con- tato com os alérgenos da borracha. O indivíduo alér- gico a algum componente da borracha pode expor-se ao alérgeno por meio de medicamentos, alimentos, inseticidas etc. Hoje, é praticamente impossível uma pessoa passar um dia sem entrar em contato com um produto que não tenha substâncias da borracha em sua composição. O estudo dos aditivos químicos utili- zados no processo de fabricação das luvas de borracha sintética é importante do ponto de vista prático, eco- nômico e político.
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Cana-de-açúcar in natura ou ensilada com e sem aditivos químicos: estabilidade aeróbia dos volumosos e das rações.

Cana-de-açúcar in natura ou ensilada com e sem aditivos químicos: estabilidade aeróbia dos volumosos e das rações.

RESUMO - Objetivou-se com este trabalho avaliar a susceptibilidade à deterioração aeróbia e às perdas de matéria seca da cana-de-açúcar in natura ou ensilada com ou sem aditivos químicos, bem como de rações formuladas com esses volumosos. O experimento foi desenvolvido em delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições, composto da cana-de- açúcar in natura ou ensilada com cal virgem ou calcário no nível de 1% da massa verde. Avaliou-se a estabilidade aeróbia dos volumosos e das rações, por meio do monitoramento da temperatura, do pH e das perdas de matéria seca, durante dez dias. O tratamento da cana-de-açúcar com cal virgem melhorou a estabilidade aeróbia, evidenciada pelo maior tempo para elevação de temperatura e pelas menores perdas de matéria seca. A cana-de-açúcar in natura mostrou-se mais propensa à deterioração, com maior aumento da temperatura e maior perda de matéria seca. Nas rações contendo os volumosos, também foi observada superioridade das silagens tratadas com aditivos químicos, bem como melhoria na estabilidade aeróbia, em comparação aos volumosos sem os componentes das rações. Os aditivos foram efetivos na melhoria da estabilidade das silagens e na redução das perdas de matéria seca. A cana-de-açúcar in natura apresentou maior susceptibilidade à deterioração aeróbia em comparação às silagens. As rações contendo os volumosos tornaram a deterioração aeróbia mais tardia, revelando-se como possível estratégia para melhoria do manejo dentro da propriedade.
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VALOR NUTRITIVO DA SILAGEM DE CANA-DE-AÇÚCAR TRATADA COM ADITIVOS QUÍMICOS

VALOR NUTRITIVO DA SILAGEM DE CANA-DE-AÇÚCAR TRATADA COM ADITIVOS QUÍMICOS

RESUMO: A utilização da cana-de-açúcar na forma de silagem constitui-se em um tema que vem se destacando nos últimos anos, e que desperta o interesse de produtores e pesquisadores em função dos benefícios que essa técnica representa. O objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito de aditivos químicos no valor nutritivo da silagem de cana-de-açúcar. O experimento foi desenvolvido em delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições por tratamento. Os seguintes aditivos foram utilizados para a confecção das silagens: L. buchneri, cal virgem ou calcário em doses de 1,0 e 1,5% da MV e gesso agrícola a 1,0% da MV, diluídos em 40 litros de água por tonelada de forragem. As variáveis analisadas foram: matéria mineral, proteína bruta, digestibilidade da matéria seca e orgânica, fibra em detergente neutro e fibra em detergente ácido. Para as variáveis de valor nutritivo, as silagens tratadas com cal virgem ou calcário apresentaram, no momento da abertura, maior teor de cinzas, menor concentração de componentes fibrosos e maiores coeficientes digestibilidade da matéria seca e orgânica. O teor de proteína bruta encontrado para esses tratamentos está dentro da amplitude preconizada para a forragem fresca. A ensilagem da cana-de-açúcar com L. buchneri ou gesso apresentaram desempenho semelhante ao tratamento controle para as variáveis acima mencionadas. O tratamento com cal virgem ou calcário melhorou o valor nutritivo da silagem de cana-de-açúcar. Palavras-chave: carbonato de cálcio, óxido de cálcio, sulfato de cálcio
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Perdas de silagens de cana-de-açúcar tratadas com aditivos químicos e bacterianos.

Perdas de silagens de cana-de-açúcar tratadas com aditivos químicos e bacterianos.

RESUMO - Objetivou-se avaliar silagens de cana-de-açúcar tratadas com aditivos químicos (uréia 1,5%; benzoato de sódio 0,1%; ou hidróxido de sódio (NaOH) 1% na matéria natural) combinados ou não com inoculantes (Propionibacterium acidipropionici + Lactobacillus plantarum ou Lactobacillus buchneri). Foram avaliadas 12 silagens: uma controle, sem inoculante e sem aditivo químico; três sem inoculante, mas com um dos aditivos; uma com P. acidipropionici + L. plantarum , sem aditivo químico; três com P. acidipropionici + L. plantarum e um dos aditivos; uma com L. buchneri, sem aditivo químico; e três com L. buchneri e um dos aditivos. Os dados foram analisados em esquema fatorial 4 × 3 com três repetições para cada tratamento. Foram determinadas as perdas ocorridas durante o processo fermentativo nas formas de gases e de efluentes e a recuperação da MS. Durante a exposição aeróbia, determinaram-se a recuperação da MS e a estabilidade aeróbia medida pela variação da temperatura. A associação de L. buchneri e NaOH reduziu as perdas por gases e efluentes e elevou a recuperação da MS. No período após abertura, destacou-se a atuação do benzoato de sódio em manter o pH com variação de apenas 0,1 unidade em cinco dias de exposição aeróbia e dos inoculantes L. buchneri e P. acidipropionici + L. plantarum em prolongar o tempo para elevação da temperatura de 34 horas nas silagens controle para 54 e 50 horas, respectivamente. A ensilagem de cana-de-açúcar requer a inclusão de algum aditivo eficiente no controle das perdas quantitativas durante a fermentação e a exposição aeróbia.
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Perdas fermentativas e composição bromatológica da entrecasca de palmito pupunha ensilada com aditivos químicos.

Perdas fermentativas e composição bromatológica da entrecasca de palmito pupunha ensilada com aditivos químicos.

SANTOS, R.A.; HERNANDEZ, F.B.T.; VICENTE, V.E.R. et al. Influências da irrigação localizada na produção de matéria verde de pupunheira (Bactris gasipaes HBK) utilizada na alimentação animal. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA, 33., 2004, São Pedro. Anais... São Pedro: Sociedade Brasileira de Engenharia Agrícola, 2004. (CD-ROM). SANTOS, M.C. Aditivos químicos para o tratamento da cana- de-açúcar in natura e ensilada (Saccharum officinarum L.). 2007. 112f. Dissertação (Mestrado em Agronomia) - Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”/Universidade de São Paulo, Piracicaba.
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Desempenho físico-mecânico de minipainéis de terra crua tratada com aditivos químicos.

Desempenho físico-mecânico de minipainéis de terra crua tratada com aditivos químicos.

Já há algum tempo, devido às crises econômica, habitacional e, mais recentemente, energética, pelas quais sofrem, principalmente os países em via de desenvolvimento, os pesquisadores vêm resgatando técnicas e materiais que possam oferecer soluções apropriadas para a construção de moradias de interesse social, urbanos ou rurais. A terra crua, por ser material de grande disponibilidade e baixo custo, vem se mostrando como excelente alternativa técnica e econômica para uso em construções rurais, principalmente sob a forma de tijolos ou blocos prensados e não queimados. Assim, grandes progressos têm sido alcançados com a finalidade de melhorar as características do solo como material de construção, principalmente pelo tratamento com aditivos químicos (cimento, cal, silicato de sódio e cinzas volantes, por exemplo).
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Cana-de-açúcar ensilada com ou sem aditivos químicos: fermentação e composição química.

Cana-de-açúcar ensilada com ou sem aditivos químicos: fermentação e composição química.

As concentrações de FDA (Tabela 4) em todas as silagens foram mais altas que na cana-de-açúcar no momento da ensilagem (Tabela 1). Entretanto, as silagens tratadas com aditivos químicos apresentaram menor concentração (P<0,01) em relação à silagem controle na abertura dos silos. A elevação mais pronunciada na silagem controle pode ser atribuída às maiores perdas gasosas e menores concentrações de carboidratos solúveis (Tabela 3), o que contribui para o aumentou na concentração dessa fração em relação às silagens tratadas com aditivos. Siqueira et al. (2007), trabalhando com silagens de cana- de-açúcar tratadas com aditivos químicos, observaram que durante o período de fermentação houve elevação nos teores de FDA de 13,9 unidades percentuais para a silagem controle, enquanto as silagens tratadas com hidróxido de sódio apresentaram elevação de 5,2 unidades percentuais. Os autores sugeriram a possibilidade de o aditivo restringir a fermentação indesejável, ocasionando maior recupera- ção de carboidratos não-fibrosos, e possibilitando menor aumento nos teores de FDA.
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Influência da utilização de aditivos químicos no perfil da fermentação, no valor nutritivo e nas perdas de silagens de cana-de-açúcar.

Influência da utilização de aditivos químicos no perfil da fermentação, no valor nutritivo e nas perdas de silagens de cana-de-açúcar.

RESUMO - Avaliou-se o efeito do uso de aditivos químicos nas perdas de matéria seca, no perfil fermentativo e no valor nutritivo de silagens de cana-de-açúcar. O experimento foi realizado em delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições por tratamento (sete tratamentos). Os seguintes aditivos foram utilizados na confecção das silagens: controle (sem aditivo), L. buchneri, óxido e carbonato de cálcio em doses de 1,0 e 1,5% da massa verde e sulfato de cálcio a 1,0% da massa verde, diluídos em 40 litros de água por tonelada de forragem. As variáveis analisadas foram: perdas totais e gasosas, produção de efluente, recuperação de matéria seca, composição química e valor nutritivo. As menores perdas fermentativas e gasosas foram observadas nas silagens com óxido ou carbonato de cálcio, que resultaram em maior taxa de recuperação de matéria seca. Da mesma forma, as silagens tratadas com estes aditivos apresentaram maior teor de carboidratos solúveis residuais e de ácido lático e reduzida fermentação alcoólica. As silagens tratadas com óxido e carbonato apresentaram, no momento da abertura, maior teor de cinzas, menor concentração de componentes fibrosos e maiores coeficientes digestibilidade da matéria seca e da matéria orgânica. O teor de proteína encontrado nessas silagens foi semelhante ao observado na forragem fresca. A ensilagem de cana-de-açúcar com L. buchneri e sulfato de cálcio possibilitou a obtenção de desempenho similar ao determinado com a silagem sem aditivos. Silagens tratadas com carbonato e óxido de cálcio apresentam maior desempenho durante o processo fermentativo.
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Efeitos de absorventes de umidade e de aditivos químicos e microbianos sobre o valor nutritivo, o perfil fermentativo e as perdas em silagens de capim-marandu.

Efeitos de absorventes de umidade e de aditivos químicos e microbianos sobre o valor nutritivo, o perfil fermentativo e as perdas em silagens de capim-marandu.

Com exceção da silagem controle acrescida de casca de soja, as demais silagens mantiveram o teor mínimo de 7% PB (Tabela 4), necessário para suprimento das perdas endógenas desta fração em ruminantes. A comparação entre os teores médios de PB das silagens com teor de umidade original (8,7%) ao daquelas com polpa cítrica (7,6%) ou casca de soja (7,4%), com seus respectivos aditivos químicos, no momento da ensilagem (8,3; 8,2 e 7,2% de PB - Tabela 1) caracterizou pequena alteração da fração protéica, uma vez que apenas nas silagens acrescidas de polpa cítrica foi observada redução de 7,9% no teor de PB. De acordo com Rotz & Muck (1994), teores de MS próximos de 30% exercem controle efetivo no crescimento de bactérias do gênero Clostridium, valores próximos dos obtidos nas silagens contendo polpa cítrica ou casca de soja. No entanto, as proteases epifíticas são efetivas em hidrolisar peptídeos, o que poderia justificar a diferença dos teores de PB entre as silagens.
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Associação entre aditivos químicos e bacterianos na ensilagem de cana-de-açúcar

Associação entre aditivos químicos e bacterianos na ensilagem de cana-de-açúcar

RESUMO - Objetivou-se avaliar a ensilagem de cana-de-açúcar tratada com três aditivos químicos (uréia 1,5%, benzoato de sódio 0,1% e hidróxido de sódio 1%) mais o grupo controle e duas inoculações (Propionibacterium acidipropionici + Lactobacillus plantarum e Lactobacillus buchneri), em um esquema fatorial 4 x 3 com três repetições para cada tratamento. Avaliou-se o valor nutritivo da forragem antes da ensilagem, após a abertura dos silos e após a exposição aeróbia. As associações de P. acidipropionici ou L. buchneri com NaOH, em comparação ao grupo controle, possibilitaram melhor preservação dos teores de MS (32,2 e 33,5 vs 27,4%, respectivamente), FDN ( 53,4; 55,7 vs 75,3%), FDA (39,5; 44,3 vs 48,7%), lignina (6,6; 7,1 vs 8,1%) e CNF (33,8; 31,7 vs 14,9%) e, conseqüentemente, propiciaram os maiores valores de DIVMS (60,3; 63,2 vs 35,1%). Esses valores podem ser atribuídos ao controle das leveduras pelos efeitos da associação dos aditivos. A ensilagem de cana-de-açúcar requer de forma contundente a inclusão de aditivo.
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Silagem de cana-de-açúcar tratada com aditivos químicos e microbianos: composição química e desempenho de vacas em lactação

Silagem de cana-de-açúcar tratada com aditivos químicos e microbianos: composição química e desempenho de vacas em lactação

As médias obtidas para CMS foram 17,26 kg/dia e de 2,94% PV. Já Pedroso et al. (2010), estudando silagens de cana-de-açúcar com aditivos químicos e microbianos, comparados à cana-de-açúcar in natura, observaram maior valor médio para consumo de MS, de 21,44 kg/dia para esta dieta, em vacas com produtividade média de aproximadamente 18 kg/dia de leite. Queiroz et al. (2008), avaliando o desempenho de animais de alta produção, obtiveram resultado divergente ao observado nesse estudo, tendo constatado que o consumo de matéria seca foi maior para a silagem de cana-de- açúcar em relação às demais fontes volumosas, tendo utilizado, também, dietas com silagem de milho e cana-de-açúcar in natura. Em estudo realizado na Tailândia, Suksombat & Junpanichcharoen (2005) visualizaram semelhança nos valores de consumo de matéria seca encontrados para silagem de cana-de-açúcar e cana-de-açúcar in natura. Entretanto, alguns trabalhos retratam o consumo de matéria seca inferior nas dietas contendo silagem de cana-de-açúcar em relação aos demais tratamentos contendo outros volumosos estudados (Santos et al., 2001; Pedroso et al., 2010).
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Composição química e degradabilidade ruminal de silagens da cana-de-açúcar tratada com aditivos químicos e bacteriano1

Composição química e degradabilidade ruminal de silagens da cana-de-açúcar tratada com aditivos químicos e bacteriano1

Objetivou-se avaliar o efeito da inclusão de aditivos químicos e bacterianos na ensilagem de cana- de-açúcar sobre a composição, pH, fracionamento e cinética de degradação in situ dos componentes nutritivos. Utilizaram-se cinco bovinos ½ Simental + ½ Zebu providos de cânula ruminal, alocados em delineamento inteiramente casualizado e alimentados com dietas contendo 76% de volumoso (% MS). Foram avaliadas cinco silagens: controle – cana-de-açúcar sem aditivo; uréia – cana-de-açúcar acrescida de 1,0% de uréia na massa verde; inoculante – cana-de-açúcar inoculada com LactoSilo ®
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Aditivos químicos e inoculante bacteriano na ensilagem de cana-de-açúcar: efeitos sobre a fermentação das silagens e o desempenho de garrotes.

Aditivos químicos e inoculante bacteriano na ensilagem de cana-de-açúcar: efeitos sobre a fermentação das silagens e o desempenho de garrotes.

A ureia, quando aplicada à forragem ensilada produz amônia, que tem efeito fungicida, e pode promover o controle de leveduras e reduzir a produção de etanol em silagens de cana-de-açúcar (Pedroso et al., 2008). Níveis mais elevados deste aditivo (10 e 15 g/kg de MV), no entanto, podem resultar em pH final excessivamente alto nas silagens, devido ao efeito tamponante da amônia, e em perdas gasosas elevadas durante o processo de conservação (Evangelista et al., 2006; Pedroso et al., 2007). O benzoato de sódio, por sua vez, dissocia-se durante a ensilagem liberando ácido benzóico, que tem ação inibidora sobre leveduras e mofos (Woolford, 1975). Em alguns trabalhos, a aplicação deste aditivo isoladamente, possibilitou redução na produção de etanol e nas perdas de MS, com aumento na digestibilidade e na estabilidade aeróbia em silagens de cana-de-açúcar (Siqueira et al., 2007; Pedroso et al., 2008). O uso combinado dos dois aditivos, em doses baixas, permite aproveitar os benefícios da utilização da ureia na ensilagem da cana-de- açúcar, como a elevação do teor de proteína da forragem e maior segurança na utilização do produto, sem os inconvenientes observados quando a ureia é utilizada em doses altas.
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Aditivos químicos ou biológicos na ensilagem de cana-de-açúcar: 2. parâmetros ruminais e degradabilidade da matéria seca e das frações fibrosas.

Aditivos químicos ou biológicos na ensilagem de cana-de-açúcar: 2. parâmetros ruminais e degradabilidade da matéria seca e das frações fibrosas.

foi armazenada em silos do tipo poço por 90 dias antes do fornecimento aos animais. Os parâmetros ruminais foram afetados de forma moderada pelas silagens e tiveram forte efeito do horário de coleta de amostras. As concentrações molares médias dos ácidos acético, propiônico e butírico foram de 60,9; 19,3 e 10,2 mM, respectivamente. O ambiente ruminal proporcionado por dietas formuladas com silagens de cana-de-açúcar foi satisfatório e similar ao tradicionalmente observado em dietas contendo cana. O uso de aditivos na ensilagem influenciou, de forma não-significativa, a degradabilidade ruminal da MS e da MO, mas não alterou a degradabilidade ruminal da fração fibrosa. Os aditivos aplicados à cana-de-açúcar resultaram em pequenas alterações na maior parte das variáveis avaliadas. Apesar de a degradabilidade ruminal das silagens ter sido pouco afetada pelo uso de aditivos, os valores observados foram próximos aos observados para a cana-de-açúcar in natura.
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Aditivos químicos e biológicos na ensilagem de cana-de-açúcar: 1. composição química das silagens, ingestão, digestibilidade e comportamento ingestivo.

Aditivos químicos e biológicos na ensilagem de cana-de-açúcar: 1. composição química das silagens, ingestão, digestibilidade e comportamento ingestivo.

fornecimento aos animais. A composição químico-bromatológica da cana-de-açúcar foi alterada após a ensilagem, em relação à cana-de-açúcar original, com redução no teor de carboidratos solúveis e na digestibilidade in vitro e elevação relativa nos teores de FDN e FDA. Os teores de etanol (0,30% da MS) e ácidos orgânicos (0,99% de ácido lático e 2,31% de acético) foram baixos e semelhantes entre as silagens. Os aditivos aplicados na ensilagem não promoveram alterações no consumo e na digestibilidade aparente da MS (7,2 kg/dia e 63,6%, respectivamente). O comportamento ingestivo dos animais também não foi alterado, com tempos médios de 230,6; 519,6 e 672,8 minutos/dia despendidos com ingestão de ração, ruminação e ócio, respectivamente. Os aditivos acrescidos à cana-de-açúcar promoveram pequenas alterações na maioria das variáveis avaliadas.
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