Administração de empresas

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Revistas Científicas em Administração: o papel histórico da Revista de Administração de Empresas (RAE) na construção do campo acadêmico em Administração no Brasil

Revistas Científicas em Administração: o papel histórico da Revista de Administração de Empresas (RAE) na construção do campo acadêmico em Administração no Brasil

A partir dos anos 1970, pode-se observar na RAE uma série de autores (também intelectuais brasileiros expressivos) que discutem o tema do desenvolvimento: Fernando Henrique Cardoso, José Pastore, Otavio Ianni, Mauricio Tratenberg, entre outros. O periódico apresenta espaço alternativo para o debate sobre questões político-sociais no contexto da época do país. Cabe mencionar, por exemplo, os expressivos títulos dos artigos: “Teoria das organizações e as sociedades subdesenvolvidas”, de Carlos Osmar Bertero, de 1967; “Considerações críticas sobre uma estratégia política de desenvolvimento”, de Laerte Melloni Ziggiatti, de 1969; “As teorias psicossociais do desenvolvimento econômico: comentários críticos”, de José Pastore, de 1970; “Desenvolvimento: um desafio social”, de Raimar Richers, de 1970; “Dependência, desenvolvimento e ideologia”, de Fernando Henrique Cardoso, de 1970; “Ideologia e prática do planejamento durante o Estado Novo”, de Otávio Ianni, de 1971; “Considerações pouco ortodoxas sobre a função do consumo e suas implicações para os países menos desenvolvidos”, de Raimar Richers, de 1971; “Uma versão subdesenvolvida do Admirável Mundo Novo”, de José Paulo Carneiro Vieira, de 1971; “Administração de empresas e desenvolvimento”, de Gustavo de Sá e Silva, de 1971; “A teoria geral da administração é uma ideologia”, de Maurício Tratenberg, de 1971; “Política de blocos, segurança e desenvolvimento: uma perspectiva brasileira”, de Celso Lafer, de 1972; “Marketing e o bem-estar da sociedade: uma perspectiva para os países subdesenvolvidos”, de Paulo Clarindo Goldschmidt, de 1972; “Autogestão: alternativa socialista para o capitalismo”, de Antonio Rabaquim e Roberto Antonio Quintaes, de 1972; “Os novos economistas radicais nos Estados Unidos da América”, de Eduardo Matarazzo Suplicy, de 1972; “O controle da transferência de tecnologia para países em desenvolvimento”, de Henrique Rattner, de 1973; “Considerações sobre a evolução recente
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Ranking de produção científica em administração de empresas no Brasil.

Ranking de produção científica em administração de empresas no Brasil.

O objetivo deste artigo é apresentar um ranking da produção científi ca dos programas de Administração de Empresas do país. Para a construção desse ranking, foram considerados todos os artigos científi cos que passaram por pro- cesso de revisão por pares (double blind review). A base de ordenação foi o número de artigos publicados nos principais periódicos nacionais “A” impressos. O perí- odo considerado foi de cinco anos, de 2002 a 2006, que foi caracterizado por forte evolução quantitativa da produção local. Adotou-se como critério classifi ca- tório dos artigos a divisão atual de áreas do EnAnpad.
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Diversidade, políticas públicas e administração de empresas

Diversidade, políticas públicas e administração de empresas

Em outras sociedades, o mundo produtivo está gradativamente to- mando consciência da diversidade, de sua complexidade, abrangên- cia e crescente importância para a vida coletiva. A relevância do tema para as ciências sociais deve-se ao fato que é uma discussão fundamental para o planejamento do sistema de bem-estar de um país, para suas políticas públicas de inclusão e de justiça social. Neste artigo, abordam-se duas esferas importantes, inter-relaciona- das, do trabalho com a diversidade. De um lado, tem-se a assistência social, que planeja e executa ações miradas ao estado de bem-estar da população. Do outro lado, tem-se os serviços assistenciais e edu- cativos, que partindo das políticas públicas, trabalham com os su- jeitos, intervindo no cotidiano, em seus limites e possibilidades de normalização de suas condições sociais. Normalização e inclusão significam integração social e, para isso, é também necessária a in- serção no mercado de trabalho. A partir de exemplos em outros pa- íses, tenta-se pensar em políticas públicas no tocante à inclusão so- cial da diversidade no Brasil. Relacionam-se essas duas esferas com o mundo do trabalho e com o papel das empresas, chamando em causa o setor privado na elaboração e execução dessas políticas. Palavras-chave: Diversidade. Políticas públicas. Assistência social. Inclusão social. Administração de empresas.
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A pesquisa qualitativa e sua utilização em Administração de Empresas.

A pesquisa qualitativa e sua utilização em Administração de Empresas.

Embora não haja uma forte tradição qualitativa na pesquisa desenvolvida no campo da Administração de Empresas, é possível perceber, a partir da década de 70, um crescente aumento de inte[r]

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O comportamento humano em administração de empresas

O comportamento humano em administração de empresas

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS CARLOS DANIEL CORADI O COMPORTAMENTO HUMANO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. Dissertação de Mestrado em Teoria das Organizações Orientador: Prof9[r]

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A contribuição da Revista de Administração (RA) e da Revista de Administração de Empresas (RAE) na evolução do campo de conhecimento em administração pública no Brasil (1900-1992)

A contribuição da Revista de Administração (RA) e da Revista de Administração de Empresas (RAE) na evolução do campo de conhecimento em administração pública no Brasil (1900-1992)

Esta postura legalista, fortemente enraizada na América Latina, pode ser explicada, segundo Beatriz WARLICH, pelo fato destes países terem sido colônias de Portugal e Espanha que, por sua vez, carregavam doze séculos de legislação romana. Comparando, posteriormente, a cultura latina à anglo-saxônica, a autora refere-se de maneira especial ao sistema do “Common Law” - o qual prioriza os precedentes jurisprudenciais: “A justiça norte-americana equiparou os atos jurídicos da Administração Pública aos atos privados, fato que fez com que o Direito Administrativo não tenha a elaboração e a profundidade que teve nos países latinos. Cabe acrescentar que alguns aspectos da organização administrativa, considerados nos países de tradição romanística matéria do Direito Administrativo, nos Estados Unidos são considerados como estranhos ao jurídico” ( 7 ).
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MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS SÃO PAULO 2008

MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS SÃO PAULO 2008

Dentro de um Mandi, o produtor agrícola enfrentava muitas ineficiências que o fazia perder dinheiro: ele não tinha acesso aos preços de mercado de forma que era obrigado a aceitar o preço oferecido pelo adatiya. Mesmo que recusasse esse valor, ele não conseguiria ir até outro Mandi sem perder boa parte de sua carga. Além disso, não havia condições ideais de armazenagem e o produtor era obrigado a pagar por cada parte do manuseio de seu produto: ensacar, desensacar, pesar, ensacar novamente. Nos Mandis, os produtores eram freqüentemente lesados na pesagem de sua carga, bem como na parcialidade dos fiscais para o lado dos compradores. Mesmo para empresas como a ITC os Mandis não eram boa coisa, pois o produto encarecia demais no processo (ANNAMALAI e RAO, 2003).
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Administração de empresas no Japão: aspectos histórios e religiosos.

Administração de empresas no Japão: aspectos histórios e religiosos.

Este artigo descreve e analisa os aspectos religiosos das empresas japonesas, particularmente enfocando kaishas que mantêm monumentos memoriais (kuyoto) no Monte Koya (Wakayama) e a impo[r]

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MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS SÃO PAULO 2014

MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS SÃO PAULO 2014

A estrutura da assistência farmacêutica no Sistema Único de Saúde vem sendo considerada nos últimos anos uma estratégia para o aumento e qualificação do acesso da população [r]

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MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS

MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS

Hoje, as empresas buscam cada vez mais ferramentas tecnológicas que possam ajudá-las a tomar decisões em intervalos de tempo cada vez menores. Como a evolução dos sistemas de apoio à decisão, a inteligência de negócios é agora a solução mais procurada. Essas soluções exigem altos investimentos tanto em recursos tecnológicos (hardware e software) quanto na capacitação de pessoas, além de exigir mudanças organizacionais (posicionamento estratégico e estrutura). A inteligência de negócio também está intrinsecamente ligada à inteligência competitiva e à gestão do conhecimento. O objetivo desta pesquisa é levantar as dificuldades na implantação de um sistema de apoio à decisão baseado na inteligência de negócio, considerando os obstáculos e seu posicionamento dentro do conhecimento organizacional. Optou-se pela pesquisa exploratória, que abrange revisão bibliográfica com referências clássicas e estudos mais atuais e se completa com pesquisa de campo, realizada por meio de duas entrevistas semi-estrutradas, para verificação das dificuldades apontadas. As considerações finais indicam quatro dimensões para o conjunto das dificuldades, estando a maior delas no dimensionamento da qualidade dos dados e no modo com eles interferem nas decisões; quem dirige a iniciativa impõe sua visão, que pode não ser a necessidade do negócio; o custo não é considerado um problema, mas o retorno da solução é diretamente proporcional ao investimento; a gestão do conhecimento não existe nas organizações, o que pode comprometer uma evolução mais eficiente da inteligência de negócio.
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MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS JEISLAN CARLOS DE SOUZA

MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS JEISLAN CARLOS DE SOUZA

51 A Figura 5 apresenta o resultado da síntese pelo público de todos os sinais emitidos por uma marca tais como o nome, os produtos, as propagandas, os patrocínios, símbolos, textos, entre outros. Esses sinais podem emergir tanto da identidade da marca como também de fatores que o autor chama de fatores parasitas, ou seja, intenções que, ao se distanciarem da identidade da marca, tomam o posicionamento por ela, produzindo significados por sua influência. Como exemplo dessas intenções, Kapferer (2003) cita o mimetismo como forma de as empresas focarem os concorrentes ao os imitarem ou criarem comunicações parecidas. O autor também ressalta a preocupação de focar necessidades emergentes ou tendências, o que resulta em marcas sem base, sem significado, construídas apenas sobre as oportunidades que surgem e/ou fundamentadas em demagogias. Por fim, existem as emissões com foco no idealismo, no sonho, naquilo que se pretende ser, o que resulta em comunicações que futuramente não ficam associadas à lembrança da marca. É como se estivessem muito distantes, ou, ainda, podendo suscitar total incredibilidade ou até mesmo rejeição.
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Educação corporativa : a educação percebida na administração de empresas

Educação corporativa : a educação percebida na administração de empresas

Em alguns momentos desta dissertação posso ter deixado transparecer certa adesão ao modelo de Educação Corporativa da Natura. Contudo, durante todo o processo de levantamento das informações do Cosmos e sua análise, não tive dúvida que, na Natura, da mesma forma que em outras organizações, a defesa permanente de determinadas verdades, em detrimento de outras, seguramente influenciam as decisões sobre sua Educação Corporativa, na medida em que servirão para difundir e garantir a manutenção de sua cultura. Esta pesquisa, ao cruzar conceitos da Administração com outros da Educação, demonstrou-me que a Educação Corporativa acaba funcionando também como instrumento para disciplinar os empregados, para reforçar as verdades institucionais. Confesso que o conceito de verdade me fascina deste meu primeiro contato com ele, nas reflexões da Prática de Pesquisa “Foucault e a Educação”, do programa de Mestrado da PUCRS. A ideia de verdade passou a fazer parte da minha vida e acompanhou-me em minhas reflexões nesta pesquisa. Verdade de quem? Verdade para que? As verdades da Natura funcionam naquela cultura, naquelas condições específicas, tenho consciência disto.
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MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS

MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS

Esta dissertação é o relatório de uma pesquisa desenvolvida para estudar as causas do alto índice de rotatividade de pessoal no setor de call centers brasileiros. Após uma revisão dos principais aspectos da gestão de call centers e da pesquisa sobre Rotatividade de Pessoal, optou-se por estudar a correlação com as práticas de gestão de pessoas, na mesma linha de pesquisa de Huselid(1995) e Batt (2002). Os dados necessários para alcançar os objetivos desta pesquisa foram obtidos através de um survey desenvolvido no âmbito da pesquisa The Global Call Center Project.A amostra é composta por 114 questionários respondidos por 103 organizações de 200 empresas consultadas entre as empresas associadas à Associação Brasileira de Telesserviços (ABT). A mesma pesquisa foi realizada em outros dezesseis países, permitindo análise comparativa dos resultados, ampliando o horizonte de análise. A análise dos dados foi efetuada em três etapas: a análise do modelo de gestão, a comparação das médias dos indicadores e, a análise multivariada. A primeira etapa mostrou uma demasiada ênfase no uso do modelo Produção em Massa de Serviços. A análise das médias mostra que os call centers brasileiros são extremamente rígidos no que se refere às práticas de uso obrigatório de scripts, monitoramento e autonomia. Estas práticas contribuem de forma negativa para a qualidade do trabalho, que mantém uma forte correlação a Rotatividade de Pessoal. Análise multivariada apresentou um bom ajustamento do modelo proposto, tanto do ponto de vista dos índices de ajustamento (R 2 CS =0,549 e R 2 N = 0,741) como
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Perfil da pesquisa em finanças no Brasil.

Perfil da pesquisa em finanças no Brasil.

Este trabalho analisa uma amostra de 551 artigos da área de finanças publicados entre 1974 e 2001 na Revista de Administração Contemporânea (RAC), Revista de Administração de Empresas (RAE) , Revista de Administração da Universidade de São Paulo (RAUSP), Revista Brasileira de Economia (RBE) e Revista Brasileira de Mercado de Capitais (RBMEC), além dos 264 artigos incluídos dos Anais do Enanpad. O levantamento mostra que a maioria dos artigos apresenta somente um autor. A produtividade dos autores nacionais está mais concentrada em poucos indivíduos e é mais baixa do que o sugerido pela teoria bibliométrica. Mais de 70% dos autores publicou apenas um artigo. Os artigos dos autores que publicaram pelo menos 4 trabalhos têm idade média maior do que a de artigos de autores igualmente prolíficos nos Anais do Enanpad. A maioria dos artigos são de autores afiliados à UFRJ, PUC/RJ e USP. Os autores do antigo Ibmec 1 aparecem em número expressivo, mas seus artigos estão concentrados na RBMEC, nas
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Negociação como função gerencial: a visão dos dirigentes de organizações de saúde

Negociação como função gerencial: a visão dos dirigentes de organizações de saúde

Prezado senhor, Este questionário é parte integrante de uma dissertação de mestrado em Administração de Empresas em elaboração na Escola de Administração de Empresas de são Paulo da Fund[r]

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Federalismo cooperativo no Brasil: da Constituição de 1988 aos sistemas de políticas públicas

Federalismo cooperativo no Brasil: da Constituição de 1988 aos sistemas de políticas públicas

Tese apresentada à Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas como requisito para a obtenção do título de Doutor em Administração Pública [r]

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Rev. adm. empres.  vol.24 número3

Rev. adm. empres. vol.24 número3

No setor de ensino da admtnlstraçiii.J, mantém três principais estabelecimentos: a Escola de Administração de Empresas de Siii.J Paulo ( EAESP}; a Escola Brasileira de Administração P[r]

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O jovem administrador

O jovem administrador

Relatório Nº 4/1996 Escola de Administração de Empresas de São Paulo. Fundação Getulio Vargas[r]

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O ATUAL ENIGMA BRASILEIRO

O ATUAL ENIGMA BRASILEIRO

Graduado em Administração de Empresas e em Administração Pública pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Professor de graduação e pós-graduação em Serviço Social e colaborador c[r]

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A Administração Salarial acompanha as inovações tecnológicas?

A Administração Salarial acompanha as inovações tecnológicas?

Entretanto, a aproximação dos elevados graus de demandas por competências (Tabela 3) com as práticas da administração salarial das respondentes (Tabela 4) mostra, de um lado, a falta de dados importantes da Empresa 1 para a caracterização fundamentada da modernidade na gestão dos salários: um sistema que conjugasse com justiça e equilíbrio interno os resultados gerados pela aplicação das competências dos colaboradores e o que é exigido deles pelas posições nas quais estejam alocados (Hipólito, 2006). De outro lado, quando o dado é explicitado (Empresa 2) o que se evidenciam são os padrões tradicionais de compensação financeira. Ambas as posições indiciam haver um descompasso entre os resultados produzidos pelos empregados, as competências requeridas deles e a modernidade na prática de gestão salarial.
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