Administração e planejamento urbano

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Continuidade e mudanças em políticas urbanas: o caso da avenida Faria Lima em São Paulo, 1968-1993

Continuidade e mudanças em políticas urbanas: o caso da avenida Faria Lima em São Paulo, 1968-1993

Palavras-Chave: Administração Pública - Planejamento Urbano - Política Urbana - São Paulo - Operação Urbana - Avenida Faria Lima... Em memória de William Gerson Rolim de Camargo, meu pai[r]

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Planejamento urbano descentralizado - o planejamento de bairros na cidade de Santo André.

Planejamento urbano descentralizado - o planejamento de bairros na cidade de Santo André.

No que se refere à participação da comunidade nas discussões do projeto, apesar de haver sinais de que esta foi semelhante nos dois bairros, foi observado que tanto a prefeitura quanto as lideranças locais esperavam um processo de participação mais amplo, com um número muito maior de pessoas envolvidas nas discussões da Vila Luzita que, detinha maior tradição de mobilização e reivindicação junto aos poderes públicos, inclusive, por causa das carências que mobilizam a população, maiores ali. No entanto, o número de participantes nos dois casos foi semelhante: basicamente uma comissão de moradores e comerciantes participou do processo, discutindo as etapas da intervenção. Mesmo assim, em Santa Terezinha parece ter se mostrado mais presente, revertendo algumas propostas que foram encaminhadas pela administração, algo que não ocorreu na discussão de Vila Luzita.
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O planejamento urbano e o Plano Diretor: um desafio para as cidades

O planejamento urbano e o Plano Diretor: um desafio para as cidades

Todavia, o que se nota atualmente é uma despreocu- pação com a legislação urbanística, tanto pelo Poder Pú- blico quanto pela sociedade, no ponto em que muitas das vezes descumpre o planejamento urbano instituído pelo seu Plano Diretor, devido à intenções políticas, acarre- tando inúmeros problemas de cunho social à população. O Plano Diretor como instrumentador do parcela- mento do solo é o objeto principal deste estudo, sendo considerado pelo Estatuto da Cidade como instrumento básico para se garantir a política urbana, capaz de orde- nar a cidade juntamente com a Administração Munici- pal, atendendo as necessidades da população.
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Planejamento de transporte cicloviário urbano: organização da circulação

Planejamento de transporte cicloviário urbano: organização da circulação

A organização espacial das cidades brasileiras e dos seus sistemas de transporte tem provocado, entre outros problemas, uma distribuição desigual da acessibilidade. Esse desequilíbrio é marcado pelo fato que os usuários dos modos motorizados particulares têm recebido os maiores benefícios, enquanto que os que se valem dos modos não motorizados são os mais prejudicados. As informações a respeito do uso da bicicleta como modo de transporte estão num estágio de desenvolvimento muito inferior ao das informações a respeito dos modos de transporte motorizado. Enquanto houver esse tipo de desequilíbrio, não haverá eqüidade nas áreas da sociedade que estejam relacionados aos transportes. O objetivo desta pesquisa é fornecer dados gerais e fundamentos para compreensão das características do transporte cicloviário urbano, assim como das formas de organizar o espaço de circulação da bicicleta. Busca-se, através da avaliação de variadas formas de organizar esse espaço, expor as que apresentaram melhores resultados ou melhores potenciais de resultados favoráveis e que tenham características gerais o suficiente para se adequarem a um grande número de localidades urbanas brasileiras. Dentro dos objetivos traçados, as discussões e propostas apresentadas nesta dissertação foram focadas na inserção do condutor de bicicleta dentro da estrutura viária, de modo que lhe seja possível alcançar todos os lugares das cidades, em condições adequadas. Dessa forma, buscou-se a apresentação de discussões e propostas que lidassem com as necessidades dos condutores de bicicleta, evitando as que pudessem resultar na exclusão destes. Foi dado, portanto, um enfoque às formas de organização do espaço de circulação da bicicleta que fossem adequados a projetos de novas urbanizações, mas principalmente que buscassem atender às características de áreas urbanas com sistemas viários estabelecidos. Essa pesquisa permitiu a verificação de que o transporte cicloviário urbano pode realmente ocorrer de forma mais harmoniosa com os demais modos de transporte. As propostas avaliadas e apresentadas indicam que o transporte cicloviário não é incompatível com o transporte motorizado.
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Planejamento urbano e segregação socioespacial na cidade de Macapá

Planejamento urbano e segregação socioespacial na cidade de Macapá

A cidade foi projetada com arruamentos, praças e lotes bem dimensi- onados, não havendo necessidade de mudanças no seu traçado, a não ser as que foram introduzidas no plano novo. Os arruamentos existen- tes estavam orientados no sentido da direção Norte-Sul e Leste-Oeste, acompanhando a linha da margem do Rio Amazonas. A fim de venti- lar melhor um número maior de casas seria mais indicada a orientação dos novos arruamentos diagonalmente à orientação praticada, pois é esta a direção dos ventos predominantes (TOSTES, 2006, p. 69). Após essa primeira tentativa de plano urbanístico para o Amapá, em 1973, o gover- no do Território contrata a Fundação João Pinheiro para elaborar do plano desenvol- vimento Urbano PDU-FJP com o objetivo de reorganizar o espaço urbano, a partir de novas áreas de expansão, bem como implementar ações de infraestrutura em torno das rodovias como forma de absorver o crescimento populacional da cidade de Macapá.
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Introdução a teoria geral de administração pública - 2. ed.

Introdução a teoria geral de administração pública - 2. ed.

1. Reconhece-se, com intensidade crescente, que os problemas identificados corno de "administração públi- ca" - planejamento, administração fiscal, organização e [r]

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Programação de produção na indústria de moagem de trigo

Programação de produção na indústria de moagem de trigo

19 que estudam os processos produtivos. Fazer com que as empresas funcionem em sintonia é o desejo dobrado daqueles que durante um ciclo de desenvolvimento trabalham estruturando uma organização. As empresas não trabalham sem ter um objetivo claro a cumprir. Este objetivo deve ser planejado com base em uma previsão de vendas que não ultrapasse a sua capacidade de produção. Com vista nestes dois fatores o planejamento da produção trabalha com as máquinas, as matérias-primas e a mão-de-obra, proporcionando um resultado de produção que alcance os objetivos da empresa (FURLANETTO, 2004, P.12).
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Novas perspectivas na gestão do saneamento: apresentação de um modelo de destinação final de resíduos sólidos urbanos.

Novas perspectivas na gestão do saneamento: apresentação de um modelo de destinação final de resíduos sólidos urbanos.

Adotando o estudo de Pfeiffer (2000) como modelo explicativo sobre a mudança do contexto municipal brasileiro desde a Constituição de 1988, ações mais vigorosas e novas competências são necessárias para o trabalho de implementação das políticas públicas devido à transferência de gestão e de encargos do governo central para o local. Os municípios não se aparelharam para tanto, a transferência de responsabilidades não foi acompanhada pela preparação e fortalecimento dos municípios, já que as prefeituras não possuem condições organizacionais, técnicas e administrativas para aproveitar a autonomia adquirida, além de enfrentar a globalização, que vem trazendo mudanças na estrutura econômica do Brasil, competição entre os municípios e terceirização de serviços (Pfeiffer, 2000). Esses fatores vêm estimulando a governança pública a adotar novas práticas de desenvolvimento urbano, práticas estas que respondam a um gerenciamento moderno e dinâmico, que sejam capazes de lidar adequadamente com as influências externas.
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A experiência curitibana e o planejamento urbano brasileiro

A experiência curitibana e o planejamento urbano brasileiro

Em Curitiba, o órgão de planejamento prepa­ ra sugestões de plano de governo a cada início de gestão, de modo que o prefeito, ao assumir o car­ go, receba também um leque de alternativas de atuação, com uma indicação mais precisa daqueles projetos que, no entender do planejamento, tenham maior prioridade. Essa postura permite que o prefeito comece imediatamente a optar entre alternativas, to­ mar decisões e efetuar compromissos, dando pros­ seguimento à gestão da cidade. Isso não quer dizer que cada prefeito irá necessariamente continuar as obras do antecessor; com essa atitude pretende-se apenas informar a cada novo prefeito do que já foi feito, e porque foi feito, e ainda colocá-lo a par das necessidades, disponibilidades e potencialidades. É claro que cada novo prefeito trará consigo idéias e sua respectiva equipe, mas não seria lógico supor que a cada quatro ou seis anos se mude completa­ mente uma equipe administrativa.
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Criativa e maravilhosa pra quem? Como as cidades estão transformando a cultura no ativo mais valioso da empresa urbana global

Criativa e maravilhosa pra quem? Como as cidades estão transformando a cultura no ativo mais valioso da empresa urbana global

Nessa linha, tomando por base a observação das práticas no âmbito do Projeto Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, a ideia de construir espaços criativos a partir de um conjunto de estratégias de redesenho de cidades tem sido instrumentalizada como uma justificativa para que o uso do espaço urbano seja submetido a uma lógica artificial de atração de capitais para esses espaços. Secundarizando a questão da qualidade de vida das pessoas à criação de espaços competitivos para a instalação de empresas capitalistas. Nossa diatribe vai ao encontro da ideia de que a atração de profissionais altamente especializados, trabalhadores do conhecimento, a quem se confia a capacidade de gerar riqueza na cidade contemporânea, deve ser o efeito de políticas mais aprofundadas e diversificadas que exclusivamente o investimento em processos de reurbanização na cidade (GUERRA, 2018).
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O Planejamento, Administração e Gestão Estratégico

O Planejamento, Administração e Gestão Estratégico

Era o surgimento da Escola do Planejamento Estratégico, cujo pioneiro foi H. Igor Ansoff, autor do livro Estratégia corporativa (Corporate Strategy), publicado em 1965. Integram também essa escola George Steiner (Top Management Planning, 1969), Schendler e Hofer (Strategic Management, 1979), Peter Lorange e Ackoff.

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TPM – Planejamento, organização, administração

TPM – Planejamento, organização, administração

Com enfoque nesse tipo de manutenção, foi desenvolvido o conceito de manutenção produtiva total manutenção produtiva total manutenção produtiva total manutenção produtiva total manut[r]

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A Administração do Material e o Planejamento de Compras

A Administração do Material e o Planejamento de Compras

2. IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO DO MATERIAL A adm inistração de material constitui, ao lado da adm inis­ tração de pessoal e adm inistração financeira, o suporte das ati- vidades-fim da emprêsa. Andrew Carnegie, usando de uma fi­ gura para definir essas três atividades fundamentais, pergunta: “ Num tripé qual o pé mais im portante?” Se não bastassem essas considerações podemos dizer que, segundo alguns estudiosos, 3 /4 dos recursos de uma emprêsa estão representados por material 2.

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Departamento de Engenharia Civil

Departamento de Engenharia Civil

Qualquer sistema de gerenciamento de áreas de risco implica, em primeiro lugar, no conhecimento do problema por meio do mapeamento dos riscos, sendo que essas áreas poderão ser carac- [r]

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Mecanismos poupadores de água como suporte ao planejamento urbano.

Mecanismos poupadores de água como suporte ao planejamento urbano.

A pressão gerada pelo crescimento populacional e a criação de novas áreas para expansão urbana que comprometem as áreas de mananciais abastecedores das cidades, são dois dos maiores desaios para os governos locais. A crescente demanda por água potável, o aumento do escoamento, os luxos de pico e descargas de águas residuais, bem como a poluição e a degra- dação dos recursos hídricos estão intensiicados pelas mudanças climáticas e os impactos gerados. Para combater e prevenir esses problemas, urbanistas devem promover melhores estratégias e práticas de conservação da água em ambientes urbanos. Este é o objetivo principal do Planejamento Urbano Sensível aos Recursos Hídricos (em inglês Water Sensitive Urban Design - WSUD) (SANCHES; GARCIAS, 2009; NUNES et al., 2011).
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A Relação entre o Planejamento Urbano e a Competitividade dos Destinos Turísticos

A Relação entre o Planejamento Urbano e a Competitividade dos Destinos Turísticos

O modelo de Esser et al (1994) foi patrocinado pelo Instituto Alemão de Desenvolvimento (IAD). Este também não foi desenvolvido especificamente para os destinos turísticos, tendo seu foco na produtividade. O modelo descreve uma metodologia que se fundamenta no processo da competitividade em uma organização social que gera vantagens competitivas em função da interação de múltiplos parâmetros de relevância do sistema, ou seja, é baseada na tomada de decisões conjuntas. Este modelo de análise sistêmica é composto em quatro níveis, sendo eles: meta (sociedade civil), macro (estado, política econômica de mercado), meso (estado, políticas horizontais) e micro (empresa). Estes dois modelos não serão descritos como os outros quatro por não serem relevantes à temática do planejamento urbano (Domareski, 2011).
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Bicicleta no planejamento urbano e nas estratégias: um aproveitamento para o turismo

Bicicleta no planejamento urbano e nas estratégias: um aproveitamento para o turismo

Indica-se a acessibilidade como fator crucial à existência da mobilidade. Ela tem o propósito de viabilizar a mobilidade, sendo necessários in- vestimentos em recursos de infraestrutura como, [...] transporte público, estruturas de transporte e espaços de circulação para o desenvolvimento das atividades humanas (Tosta & Kunz, 2014, p. 5). Cocco (2011, p. 526) arma que estudos pertinentes ao espaço urbano se aprofundam na problemática espacial e que estão diretamete rela- cionados à mobilidade urbana. Esta, por sua vez, se caracteriza pela capacidade das pessoas em obter acesso físico ao espaço da cidade e aos seus equipamentos urbanos. A vista disso, entende-se que a mobilidade articulada com a acessibilidade
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Clima urbano e planejamento na cidade de Jales-SP

Clima urbano e planejamento na cidade de Jales-SP

Desde la década de 1960, ocurrieron cambios en las relaciones laborales en el campo y en la ciudad, y tuvieron como consecuencias el éxodo rural y el crecimiento de las ciudades brasileñas, en cuyo contexto la ciudad de Jales-SP también se encuentra. Los cambios de las características naturales causados por la urbanización y, marcados por una planificación inadecuada, resultan en varios cambios en el ambiente urbano. El clima es uno de los componentes del medio ambiente, que también está sujeto a esos cambios. Con la hipótesis de que las ciudades pequeñas, como Jales, presentan elementos suficientes para la formación de un clima urbano específico, con diferencias térmicas y higrométricas entre las zonas urbanas y las zonas rurales, además de las importantes diferencias intra-urbanas. En el caso de la tesis corroborar la hipótesis, su segunda parte es que la consideración de la planificación de paisaje en los procedimientos tradicionales de la planificación urbana tiene la capacidad de identificar las áreas con problemas y proponer medidas para resolver o, al menos, reducir los cambios del clima urbano. Por lo tanto, esta tesis tiene como objetivo investigar el clima urbano de Jales-SP, sobre todo en cuanto a su campo térmico (Canal I: conforto térmico, el subsistema termodinámico, del Sistema Clima Urbano propuesto por Monteiro, 1976). También se pretende analizar la capacidad de la metodología relacionada con la planificación del paisaje en la solución de los problemas identificados, con el fin de proponer las medidas asociadas a la planificación urbana para que puedan solucionar o suavizar los problemas. Con el fin de alcanzar este objetivo, adaptaciones de las propuestas metodológicas de Monteiro (1976), Mendonça (1994) y Amorim (2000) fueron utilizadas. Fueron realizados registros de la temperatura del aire y de la humedad relativa en los meses de enero y julio del año de 2010 con el uso de mini estaciones en puestos fijos distribuidos
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Percepção espacial como instrumento participativo de planejamento urbano

Percepção espacial como instrumento participativo de planejamento urbano

Os exemplos citados não buscam esgotar as possibilidades metodológicas da percepção espacial/ambiental, mas confirmar que este estudo não se vale de metodologias mais adequadas ou necessárias. É facilmente identificada esta necessidade a partir do momento que se entende que a percepção espacial varia de acordo com dimensões de análise. Por exemplo, pode-se coletar a percepção espacial simplesmente através da observação de indivíduos em um determinado local; ou através de entrevista utilizando-se somente perguntas; ou apresentando fotos do objeto de estudo buscando saber se o entrevistado sabe identificá-las e/ou expressar sua opinião sobre elas; ou através de desenho de mapa mental, no qual o indivíduo desenha numa folha em branco ou com algumas referências, algo desejado sobre o desenho urbano. Portanto, não cabe falar em uma metodologia pré-estabelecida, mas em estratégias metodológicas que são traçadas a partir do objeto de estudo e do que se pretende obter como resultado ou colocar como questão.
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Planejamento urbano e produção do espaço da Barra Funda

Planejamento urbano e produção do espaço da Barra Funda

Entre as obras previstas no Plano de Avenidas com efeitos significativos sobre a Barra Funda estavam o prolongamento da Av. Pacaembu e a abertura das marginais do rio Tietê, quando da retificação e canalização do rio. O prolongamento da Av. Pacaembu até às margens da ferrovia, realizado em meados de 1940, foi mais um elemento que contribuiu com a fragmentação do bairro, ou seja, tal intervenção demonstra que seu partido esteve relacionado com fatores de articulação entre partes da cidade, e não com o desenvolvimento do bairro. Entretanto, ressaltamos que tal observação não tem por finalidade negar a importância desta e de outras obras para o desenvolvimento urbano de São Paulo, mas ponderar que os traçados viários propostos e executados na Barra Funda fizeram surgir novos fragmentos. Estes, em alguma medida, interromperam o processo de construção e consolidação de seus referenciais históricos e sociais, considerando ainda, que foram sucessivas as intervenções com essas características, de modo que o bairro vem se refazendo a cada grande intervenção.
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