Adultos pouco escolarizados - Portugal

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As disposições dos adultos pouco escolarizados, que não retomaram a educação formal, sobre a aprendizagem ao longo da vida

As disposições dos adultos pouco escolarizados, que não retomaram a educação formal, sobre a aprendizagem ao longo da vida

Apesar de menos expressivos, os fatores institucionais refletiram a instabilidade das ofertas de EFA em Portugal, tornando confusos os percursos e inibindo aqueles que equacionaram retomar a educação formal. Alguns dos entrevistados referiram-se ainda às Novas Oportunidades como a oferta vigente, revelando total desconhecimento do seu encerramento e das ofertas que lhe precederam. Este desconhecimento deverá servir de alerta para uma reflexão urgente agravada pelo facto de estarmos perante outro recuo na história da EFA. Este retorno dos adultos à educação formal parece estar dependente de políticas educativas sem princípios orientadores concretos e sem um esquema de ação objetivo, uma vez que a volatilidade das ofertas atuais faz com que sejam parcamente divulgadas e, consequentemente, desconhecidas. Deste modo, estas ofertas parecem não conseguir chegar ao público alvo para quem, supostamente, se destinam: os adultos (sobretudo os menos escolarizados).
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Adultos pouco escolarizados : diversidade e interdependência de lógicas de formação

Adultos pouco escolarizados : diversidade e interdependência de lógicas de formação

Como foi referido anteriormente, os níveis de escolaridade da população Portuguesa têm de ser interpretados com base nos factores políticos, económicos, culturais e sociais que marcaram o contexto nacional. É nesse sentido que os estudos dedicados à história da educação nos dão importantes contributos para a compreensão da complexidade deste fenómeno. A tese de doutoramento de Justino Magalhães (1994), “Ler e escrever no mundo rural do antigo regime. Um contributo para a história da alfabetização e da escolarização em Portugal”, incidiu nos processos e níveis de alfabetização do homem, no mundo rural português, do Antigo Regime. O autor procura “desconstruir” a associação entre alfabetização e desenvolvimento socioeconómico, identificando dois paradoxos do “mito da alfabetização”: “nem sempre um crescimento de taxas de alfabetismo se traduz num salto histórico, nem todos os períodos de grande desenvolvimento histórico se reflectem num crescimento automático das taxas de alfabetismo (p.519). A investigação procura evidenciar que, a partir do século XVI, no contexto português, quer no espaço urbano, quer no espaço rural, “há uma prática de leitura e escrita por parte de alguns sectores sócio-profissionais” (Magalhães, 1994, p.137). Para o autor, “os prolongamentos entre a cultura oral e a cultural escrita, por um lado e os móbeis, contextos e forma de abertura ao exterior, por outro, afectam profundamente os níveis de alfabetismo e conferem ao mundo rural uma especificidade, face ao mundo urbano” (Magalhães, 1994, p.24). No Portugal do Antigo Regime, os nobres, os eclesiásticos e monges, os membros de profissões liberais, os grandes comerciantes e os proprietários de bens fundiários eram alfabetizados, “podendo por si próprios, fazer uso regular das capacidades de leitura e escrita no seu quotidiano (Magalhães, 1994, p. 513). Nesse período, no meio rural o acesso à leitura e à escrita era mais selectivo, não obstante, alguns sectores sócio-produtivos aprendiam e praticavam a leitura e a escrita com regularidade, nomeadamente, “os proprietários de bens de raiz e/ou bens móveis que assumiam funções de poder e responsabilidades na gestão dos bens materiais e na administração dos assuntos da comunidade” (Magalhães, 1994, p.514/515).
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As provações do trabalho dos formadores de adultos pouco escolarizados: Uma reflexão a partir da Sociologia da Individuação

As provações do trabalho dos formadores de adultos pouco escolarizados: Uma reflexão a partir da Sociologia da Individuação

Procura-se com esta comunicação fazer uma reflexão em torno das principais provações e desafios que se colocam aos formadores de adultos no seu trabalho quotidiano com adultos pouco escolarizados. Partindo de uma investigação empírica sobre as políticas e as práticas de educação e formação de adultos em Portugal que privilegiou a lógica da descoberta e o estudo em profundidade do trabalho dos formadores e enquadrada a pesquisa por uma sociologia da individuação e pelo conceito de épreuve, os resultados apontam como principais provações destes trabalhadores do social o terem que trabalhar com e sobre um público percepcionado como “difícil”; o desafio de mudar os comportamentos dos destinatários da formação; a gestão de uma ordem social potencialmente conflitual, a gestão da diferença associada a um público sentido como heterogéneo e marcado por um baixo nível de literacia e a prova da incerteza e da imprevisibilidade, traços marcantes e estruturantes do seu ofício.
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Os contextos da literacia : percursos de vida, aprendizagem e competências-chave dos adultos pouco escolarizados

Os contextos da literacia : percursos de vida, aprendizagem e competências-chave dos adultos pouco escolarizados

O modo concreto como as competências de literacia afectam a vida dos indivíduos tem também vindo a ser investigada. O aprofundamento da análise dos resultados, relativos a Portugal, apurados no já citado estudo internacional revela uma associação clara entre categorias socioprofissionais e literacia (Ávila, 2005). Esta surge como uma condição fundamental no acesso às posições mais favoráveis na estrutura social, o que significa que, na presença de qualificações escolares semelhantes, a posse de melhores competências de literacia tende a constituir um factor que pode favorecer a inserção socioprofissional dos indivíduos. Mas não é apenas a actividade profissional que está em causa. Também o acesso à cultura e à informação, e a possibilidade de agir de forma autónoma nas sociedades actuais, surgem associados, de forma clara, à literacia. Enquanto os indivíduos com elevadas competências, ou de nível intermédio, têm uma forte autonomia e têm acesso à informação e à cultura, por exemplo através da leitura regular de jornais, revistas ou livros (para já não falar, actualmente,
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LÓGICAS POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO DE ADULTOS EM PORTUGAL

LÓGICAS POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO DE ADULTOS EM PORTUGAL

De resto, os (poucos) discursos políticos proferidos sobre a edu- cação de adultos no último ano denotam uma exagerada ambição. Na verdade, a atual política pública padece de diversos problemas. O pri- meiro relaciona-se com a pouca variedade da provisão educativa. Esta é sobretudo certificada, não havendo apoios para ações de educação não formal ou informal, bem como sobre temas que não tenham relevân- cia direta para o mercado de trabalho e o aumento da competitividade. Um segundo problema refere-se ao pequeno número de ofertas dispo- níveis em face do número de adultos que neste momento pretendem frequentá-las. Este relaciona-se com um terceiro problema que se liga ao baixo financiamento disponível. A maioria dos meios financeiros dispo- níveis advém largamente do Fundo Social Europeu (em 85%), não sendo apoiadas ofertas da região de Lisboa e do Algarve. Adicionalmente, o financiamento disponível em 2017 e 2018 apresenta valores inferiores aos que foram atribuídos anualmente às estruturas locais de educação de adultos entre 2007 e 2011. Um último problema relaciona-se com o número significativo de adultos (cerca de 50%), na generalidade pouco escolarizados e com baixa qualificação profissional, que não têm parti- cipado em ações de educação e formação e que não expressam qualquer intenção em fazê-lo no futuro (PORTUGAL, 2013). Envolver estes sujeitos exige finalidades da provisão educativa próximas da lógica democrática- -emancipatória, comprometendo-os com as mudanças sociais e educati- vas observadas, o que a política pública na atualidade não propõe.
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Jovens e adultos trabalhadores pouco escolarizados no Brasil e em Portugal: alvos da mesma lógica de conformidade.

Jovens e adultos trabalhadores pouco escolarizados no Brasil e em Portugal: alvos da mesma lógica de conformidade.

Esse quadro toma contornos particulares quando consideramos que tanto Portugal quanto o Brasil se inscrevem, embora em patamaraes diferenciados, na atual coniguração da divisão internacional do trabalho, prioritariamente como lócus de transferência, cópia e consumo de ciência e tecnologia, e não pela sua pro- dução autônoma. Tal fato faz que as medidas adotadas, a partir das inluências já referidas, apresentem como horizonte o favorecimento dos processos de adaptação desses países aos padrões de concorrência internacio- nal na economia globalizada, numa suposta situação favorável de competitividade. Pretende-se, assim, que Portugal atinja uma situação semelhante à dos demais países da União Europeia e que contribua para a concre- tização da Estratégia de Lisboa: transformar a UE “na economia do conhecimento mais competitiva e dinâ- mica do mundo, capaz de garantir um desenvolvimento económico sustentável, com mais e melhores postos de trabalho e uma maior coesão social” (Conselho Europeu de Lisboa, março de 2000). Objetivos similares, no plano discursivo, norteiam as políticas econômicas – e educacionais – no caso brasileiro.
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CRIANÇAS NO ESPAÇO URBANO: UM ESTUDO SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS NO CONTEXTO DAS “CIDADES AMIGAS DA CRIANÇA”

CRIANÇAS NO ESPAÇO URBANO: UM ESTUDO SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS NO CONTEXTO DAS “CIDADES AMIGAS DA CRIANÇA”

A maneira característica de lidar com as crianças é – pelo lado do Estado ou das autoridades municipais – seja reativa, seja defensiva, e assim, no fim das contas, significa criar medidas protetivas, que podem ser vistas como positivas, é claro, mas também como controladoras e disciplinadoras. Por isso precisamos desenvolver políticas que sejam pró-ativas e assertivas, ao mesmo tempo em que tomamos as crianças como sujeitos e agentes, deixando um espaço para os direitos das crianças se movimentarem no tempo e no espaço. Essas medidas irão – e não devemos fazer segredo disto – inevitavelmente confrontar interesses entre os adultos. Devemos finalmente encontrar soluções para a compatibilidade entre o mundo das crianças e o mundo da vida adulta, mas nossos esforços para tais soluções devem incluir disposição também do lado dos adultos em fazerem compromissos. Por muito tempo, no meu ponto de vista, nós aceitamos que o mundo adulto é algo ao qual a criança deve se adaptar e as medidas socializadoras são dirigidas às crianças como futuros adultos. Isso não é justo para com as crianças, e penso que defensores da criança deveriam ser mais conscientes e desenvolver idéias a partir da perspectiva e das prioridades das crianças. (Qvortrup,1999: 51; tradução livre da autora) 1
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A EDUCAÇÃO DOS ADULTOS SENIORES EM PORTUGAL

A EDUCAÇÃO DOS ADULTOS SENIORES EM PORTUGAL

Em Portugal, a Associação Portuguesa para a Cultura e Educação Permanente (APCEP), fundada em 1982 com base nos princípios do Relatório Faure, funciona como chapéu da educação de adultos (e portanto também de seniores) no âmbito da sociedade civil e como impulsionador de uma política pública para a educação permanente, da alfabetização e educação de base ao empoderamento individual, passando pela componente de qualificação. Da mesma forma, a Associação Direito de Aprender assume por terras lusitanas um especial destaque na promoção da educação para adultos. Todavia, no caso do Plano Nacional de Literacia para Adultos, apresentado pelo Governo português em Outubro de 2018 com o apoio técnico do Serviço de Apoio às Reformas Estruturais da Comissão Europeia, pelo menos numa primeira fase, é apontado como parceiro estratégico para o seu desenvolvimento em termos técnicos, em colaboração com o Governo, a EAEA, uma vez que se pretende um Plano alinhado com as reais necessidades nacionais mas também europeias, bebendo das melhores práticas. Espera-se, ainda assim e nesta linha de adequação ao cenário luso, a colaboração das organizações da sociedade civil, procurando entre outros a criação de um Conselho Consultivo da sociedade civil para apoio e orientação ao longo de todo o projecto, a elaboração de um Relatório Técnico de Investigação e de um conjunto de estudos de caso, que identifiquem as necessidades e as práticas existentes, recolhendo e tratando informação e propondo recomendações, a organização de uma oficina internacional para partilha de práticas, a organização e selecção de Grupos de Desenvolvimento, reunindo diferentes actores da sociedade civil em reuniões de trabalho e reflexão e elaboração sistematizada de Relatórios Temáticos a partir dos resultados dos Grupos de Desenvolvimento, procurando-se sempre recolher contributos de todos os interessados para as fases subsequentes, nomeadamente, para a realização de uma estratégia de implementação, lançamento oficial do Plano e, finalmente, a elaboração de uma estratégia de disseminação. Em suma, procura-se envolver e sistematizar os contributos de uma sociedade civil dispersa que trata da educação de adultos, num compromisso de esforços, contributos, experiências e actores. Restará saber como será efectivamente concretizado e qual o lugar atribuído à educação dos adultos seniores, enquanto grupo autónomo mas heterogéneo.
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Analfabetismo e alfabetização de adultos em Portugal

Analfabetismo e alfabetização de adultos em Portugal

O conhecimento científico produzido nas últimas décadas sobre o analfabetis- mo e a alfabetização de adultos permite-nos, por um lado, perceber as fragilidades, as contradições e as perversões dos cursos de alfabetização e, por outro lado, identificar possíveis caminhos e soluções adequadas para uma alfabetização orientada para a au- tonomia e emancipação dos sujeitos. O problema do analfabetismo persiste na atuali- dade, entre os idosos e os jovens, contudo é silenciado e ignorado, do ponto de vista social e das políticas públicas. Nesse sentido, parece-nos importante o investimento em investigações orientadas para o estudo dos percursos de vida e dos processos de formação de jovens e adultos analfabetos, assim como de práticas de alfabetização ali- cerçadas numa lógica de educação problematizadora. É importante termos presente que as políticas públicas orientadas numa lógica de aprendizagem ao longo da vida não têm sido capazes de assegurar o direito à alfabetização de um número significativo de cidadãos – paradoxo que importa ser estudado e tornado visível.
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Educação de jovens e adultos: subsídios à construção da cidadania

Educação de jovens e adultos: subsídios à construção da cidadania

Grande parte desses programas estava funcionando no âmbito do Estado ou sob seu patrocínio. Apoiavam-se no movimento de democratização de oportunidades de escolarização básica dos adultos, mas também representavam a luta política dos grupos que disputavam o aparelho do Estado em suas várias instâncias por legitimação de ideais via prática educacional. Nesses anos, as características próprias da educação de adultos passaram a ser reconhecidas, conduzindo à exigência de um tratamento específico nos planos pedagógico e didático. À medida que a tradicional relevância do exercício do direito de todo cidadão a ter acesso aos conhecimentos universais uniu-se à ação conscientizadora e organizativa de grupos e atores sociais, a educação de adultos passou a ser reconhecida também como um poderoso instrumento de ação política. Finalmente, foi-lhe atribuída uma forte missão de retomada e valorização do saber popular, tornando a educação de adultos a base de um movimento amplo de valorização da cultura popular.
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Fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico nas capitais brasileiras, Vigitel 2014.

Fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico nas capitais brasileiras, Vigitel 2014.

A atividade física no tempo livre foi mais frequente entre jovens, homens e mais esco‑ larizados. A boa notícia é que esta prática têm crescido entre adultos de ambos os sexos. A prática de atividade física insuiciente (menos de 150 minutos semanais de atividade física moderada ou equivalente) foi referida por cerca de metade da população adulta, e os compromissos do Plano Global de Enfrentamento das DCNT preveem a redução do seden‑ tarismo em 10% até 2025 21 . Estudos comparativos globais apontam prevalência de 43,2%

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Os impactos da expansão do agronegócio canavieiro para as relações campo-cidade no Pontal do Paranapanema (SP)

Os impactos da expansão do agronegócio canavieiro para as relações campo-cidade no Pontal do Paranapanema (SP)

Advindos principalmente dos estados da região Nordeste do Brasil e Norte de Minas Gerais (Mapa 01), homens, pouco escolarizados (ensino fundamental incompleto) e com faixa [r]

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Como os adultos aprendem a ler?: evidências de um estudo com adultos pouco alfabetizados e crianças com a mesma habilidade de leitura

Como os adultos aprendem a ler?: evidências de um estudo com adultos pouco alfabetizados e crianças com a mesma habilidade de leitura

Um dos primeiros estudos sobre a consciência fonológica de jovens e adultos brasileiros com pouca escolaridade data do final dos anos 80 (Bertelson, de Gelder, Tfouni & Morais, 1989). Nesse estudo, os autores visaram replicar os resultados de Morais et al. (1979, 1986) em uma amostra de jovens e adultos brasileiros com níveis distintos de alfabetização. Nove jovens e adultos alfabetizados, cuja idade variava entre 16 e 43 anos, participaram do estudo. Todos eles declararam ter freqüentado a escola até a segunda série do ensino fundamental e foram capazes de ler pelo menos nove de 10 palavras dissílabas em uma tarefa de leitura. A amostra também incluiu 16 jovens e adultos analfabetos entre 17 e 56 anos de idade. Do total de analfabetos, 12 disseram que nunca haviam freqüentado a escola e quatro afirmaram ter cursado o primeiro ano do ensino fundamental de maneira irregular. Todos os participantes residiam em uma região suburbana da cidade de Ribeirão Preto e foram individualmente submetidos a tarefas de julgamento de rima e subtração de fonema.
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Álcool e problemas ligados ao álcool em Portugal – Normas de Orientação Clínica

Álcool e problemas ligados ao álcool em Portugal – Normas de Orientação Clínica

Em estados de agitação psicomotora da embriaguez pode ocorrer a necessi- dade de sedar o doente com: benzodiazepinicos (por exemplo o diazepan, embora pelo risco de agravamento da depressão do centro respiratório provocada pelo álcool, há autores que a desaconselham nas intoxicações agudas graves); pelo risco de dependência não devem ser utilizadas fora de contextos agudos ou, na altura da desintoxicação, num período muito curto que não deve ultrapassar os 10 dias, incluindo nesse tempo 3 ou 4 dias de descontinuação lenta; pelo risco de agravamento da acção depressora central do álcool, só podem ser administradas em situações de intoxicação quando aquele risco estiver monitorizado; não há benzodiazepinas específicas para o controle de problemáticas alcoólicas, sendo de considerar no entanto que algumas têm um início de acção mais rápido por via oral, que aliás em todas as comercializadas em Portugal é mais significativo do que por via intra- muscular, sendo de indicar o haloperidol (que pela menor acção anticolinérgica não induz nem interfere tão significativamente nos estados confusionais) para os síndromes de privação com actividade delirante e alucinatória francas, bem como o tiapride para as situações mais comuns.
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Aprender com a vida: aquisição de competências de literacia em contextos informais

Aprender com a vida: aquisição de competências de literacia em contextos informais

população; ii) a valorização social da aprendizagem ao longo da vida e da dimensão específica da educação de adultos; iii) a reconciliação dos adultos pouco esco[r]

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Prevalência da adequação à alimentação saudável de idosos residentes em zona rural.

Prevalência da adequação à alimentação saudável de idosos residentes em zona rural.

A pesquisa alcançou seus objetivos, contri- buindo para a caracterização e conhecimento dos hábitos alimentares dos idosos que vivem em zona rural no Brasil, já que são poucos os estudos realizados nesse meio. Com relação à adequação ao Guia alimentar 10 passos para uma alimentação saudável para pessoas idosas, o passo que obteve maior anuência foi o 8 e o de menor seguimento o 5. Os passos 1, 2, 3 e 10 estavam inadequados em grande parte da população geriátrica. Os passos 7 e 9 eram seguidos por pouco mais da metade dos idosos, enquanto o passo 4 obteve adequação signiicativa.
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EDUCAÇÃO DE ADULTOS EM PORTUGAL E NO BRASIL: APROXIMAÇÕES E DISTANCIAMENTOS

EDUCAÇÃO DE ADULTOS EM PORTUGAL E NO BRASIL: APROXIMAÇÕES E DISTANCIAMENTOS

Esse acervo compreende projetos, programas e propostas de Educação de Jovens e Adultos – EJA, documentos instituidores de campanhas e movimentos, relatórios de experiências, depoimentos, entrevistas, livros, artigos, periódicos, teses, dissertações, monografias e, especialmente, material didático (cartilhas, livros de leitura, vídeos, fotos, slides, folhetos de cordel, entre outros). Muitos desses materiais são exemplares raros, originais ou únicos, recolhidos em arquivos particulares; vários documentos salvos do pouco apreço à preservação de nossa memória ou que sobreviveram à desestruturação dos movimentos populares ocorrida no país particularmente após o golpe militar de 1964. (FÁVERO e MOTA, 2015, Apresentação da Coleção.)  
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Autoconcepto en adultos de España y Portugal

Autoconcepto en adultos de España y Portugal

Self-concept in adults from Spain and Portugal. The aim of this work is to confirm the penta-factorial validity of the AF5 Self-Concept Questionnaire in Spanish and Portuguese adults. From the responses of a total of 2058 adults (1508 Spanish, 73.3%, and 550 Portuguese, 26.7%) was analyzed the reliabi- lity of the instrument, was compared the validity of the 5 oblique factor model proposed by the authors versus unifactorial and the orthogonal alternative models, and was studied the invariance of the Portu- guese translation. The results of structural equation modeling supported the authors’ penta-factorial model. The multi-group factorial invariance showed that Portuguese translation of the AF5 does not change neither the original factor weights, nor the variances and covariances of the factors. Finally, the reliability was good for the original Spanish version and Portuguese translation.
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A doença aterosclerótica em adultos jovens no Norte de Portugal

A doença aterosclerótica em adultos jovens no Norte de Portugal

compreendidas entre os 15 e os 34 anos, cuja causa de morte foi violenta, foi feito estudo microscópico da artéria coronária descendente anterior, tendo sido feita uma gradação das [r]

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