Aedes Aegypti - Controle

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Estratégias de controle do Aedes aegypti: uma revisão.

Estratégias de controle do Aedes aegypti: uma revisão.

Objetivo: descrever as principais estratégias de controle do Aedes aegypti, com ênfase nas inovações tecnológicas promissoras para utilização no Brasil. Métodos: trata-se de estudo de revisão não sistemática da literatura. Resultados: diversas tecnologias têm sido desenvolvidas como alternativas no controle do Ae. aegypti, utilizando-se diferentes mecanismos de ação – como monitoramento seletivo da infestação, medidas sociais, dispersão de inseticidas, novos agentes de controle biológico e técnicas moleculares para controle populacional dos mosquitos –, considerando-se também a combinação entre elas. As tecnologias em desenvolvimento demandam avaliação da eficácia, viabilidade e custos para implementação como estratégias complementares às ações já preconizadas pelo Programa Nacional de Controle da Dengue. Conclusão: a integração de diferentes estratégias de controle vetorial compatíveis e eficazes, considerando as tecnologias disponíveis e as características regionais, parece ser um método viável para tentar reduzir a infestação dos mosquitos e a incidência das arboviroses transmitidas por eles.
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2. USO DO NEEM E SEUS COMPONENTES MOLECULARES NO CONTROLE DO MOSQUITO AEDES AEGYPTI

2. USO DO NEEM E SEUS COMPONENTES MOLECULARES NO CONTROLE DO MOSQUITO AEDES AEGYPTI

Foi demonstrada a viabilidade do uso do óleo de neem como potencial bioinseticida para o controle do Aedes Aegypti no Tocantins. Enfatizou- se também o fácil preparo do óleo, bem como os componentes essenciais. Verifica-se que a azadiractina é aquela molécula, presente no óleo capaz de inibir a proteína ecdise, cuja função é o desenvolvimento de ovos de artrópodes, influenciando também no desenvolvimento do estado larval e no crescimento geral do inseto.

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Potencial uso da manipueira no controle larvicida do Aedes aegypti

Potencial uso da manipueira no controle larvicida do Aedes aegypti

Para a eliminação do mosquito Aedes aegypti, vetor de doenças como dengue, febre amarela, zika vírus e febre chikungunya, alguns métodos de controle são utilizados como o mecânico, químico e biológico. Porém, estudos recentes estão sendo realizados com o intuito de eliminar ou controlar esse vetor com o menor impacto ambiental possível. A manipueira é um líquido leitoso de cor amarelo-claro que escorre das raízes da mandioca brava. É considerada como uma suspensão, devido à presença de pequenas partículas sólidas de amido no liquido. A toxidade da manipueira é consequente do β-glicosídeo linamarina, que é facilmente hidrolisada em ácido cianídrico. Ambientalmente, trata-se de um resíduo problemático pois possui uma alta carga de poluente com efeito tóxico. A acomodação ou o descarte inadequado no meio ambiente causa efeitos negativos no solo, em seres humanos e animais e torna a vida aquática impossível. Mas, devido a sua composição química tão diversificada tem sido alvo de diversos estudos, tal como a sua utilização como fertilizante, biogás, herbicida, inseticida, nematicida e larvicida. Esse trabalho objetivou investigar o potencial larvicida da manipueira fracionada em resíduo bruto, centrifugado e liofilizado. A atividade larvicida contra as larvas do Ae. aegypti foi avaliada nas concentrações de 5, 10, 15, 20, 25, 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90 e 100 mg L -1 . Os
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Potencial de Bacillus thuringiensis israelensis Berliner no controle de Aedes aegypti.

Potencial de Bacillus thuringiensis israelensis Berliner no controle de Aedes aegypti.

Relata-se a importância da bactéria entomopatogênica Bacillus thuringiensis israelensis para o controle de Aedes aegypti. São abordados a utilização e potencial de B. thuringiensis israelensis contra o mosquito vetor da dengue. Outros aspectos são discutidos como a evolução da resistência dos insetos em relação aos inseticidas químicos e as vantagens e desvantagens do controle microbiano como estratégia de controle. É dada ênfase à importância da utilização desta bactéria no Brasil como alternativa para resolver o problema em questão sem afetar o ambiente, o homem e outros vertebrados nas áreas de risco.
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O planejamento das ações de enfermagem no controle das arboviroses transmitidas pelo aedes aegypti

O planejamento das ações de enfermagem no controle das arboviroses transmitidas pelo aedes aegypti

1 O PLANEJAMENTO DAS AÇÕES DE ENFERMAGEM NO CONTROLE DAS ARBOVIROSES TRANSMITIDAS PELO AEDES AEGYPTI.. THE PLANNING OF NURSES’ACTIONS IN THE CONTROL OF ARBOVIRUSES TRANSMITTE[r]

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Educação permanente em saúde (EPS): ferramenta no controle do AEDES AEGYPTI.

Educação permanente em saúde (EPS): ferramenta no controle do AEDES AEGYPTI.

Introdução: O mosquito Aedes aegypti é proveniente do Egito, na África, e se espalhou pelas regiões tropicais e subtropicais do planeta desde o século XVI. O combate do vetor Aedes aegypti tem sido um importante desafio, sobretudo nos países em desenvolvimento. Uma das consequências negativas da deficiência no controle deste mosquito, é o surto das moléstias transmitidas pelo Aedes aegypti, como consequência, no ano de 2015 houve o aumento inesperado do nascimento de crianças com microcefalia. Objetivo: Promover a discussão através da Educação Permanente em Saúde para o combate e controle do vetor Aedes aegypti. Estimular através da EPS o desenvolvimento de novas práticas dos Agentes Comunitários de Saúde. Percurso Metodológico: estudo exploratório, descritivo e interventivo, com abordagem qualitativa baseado na Pesquisa-Ação. A coleta de dados aconteceu através de oficinas de trabalho e instrumento de coleta de dados. Para tratamento dos dados foi utilizada a análise de conteúdo de Bardin. Resultados: Fizeram parte da pesquisa sete ACSs, com faixa etária entre 31 e 50 anos. Seis possuíam ensino médio completo e uma possui ensino superior incompleto, 02(duas) dessas profissionais fizeram curso técnico de enfermagem, 04 ACSs afirmam não ter concluído o curso de capacitação para exercer a função de ACS. Nesse estudo foram utilizadas quatro oficinas de trabalho, nas quais foram abordados os seguintes temas: Práticas de combate ao mosquito Aedes aegypti; Microcefalia; Síndrome de Guillain-Barré; A importância do pré- natal. Verificou-se no material empírico produzido nas oficinas, que os/as profissionais possuíam conhecimento limitado acerca das temáticas trabalhadas, devido insuficiência de capacitação direcionada a esses profissionais, fator esse limitante da execução do trabalho educativo de promoção da saúde na comunidade. Conclusão: As oficinas de trabalho na modalidade de rodas de conversa junto aos ACSs do estudo, mostraram-se como uma alternativa acessível e eficaz para o aprimoramento do conhecimento técnico/cientifico desses profissionais. As atividades podem ser realizadas na própria unidade de saúde, com recursos de baixo custo, dentro do horário de trabalho. O mediador da roda de conversa pode ser o enfermeiro ou outro profissional que domine os temas a serem abordados.
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Saberes e práticas sobre controle do Aedes aegypti por diferentes sujeitos sociais na

Saberes e práticas sobre controle do Aedes aegypti por diferentes sujeitos sociais na

Devido à persistência da dengue e de outras arboviroses no Brasil, o poder pú- blico tem intensificado as ações de combate ao mosquito vetor Aedes aegypti. Os agentes de combate às endemias (ACE) e agentes comunitários de saúde (ACS), dentre outras atribuições, tornaram-se interlocutores e disseminado- res de conhecimento na comunidade. O objetivo deste trabalho foi analisar os saberes e práticas sobre controle da dengue por diferentes sujeitos sociais: moradores e agentes. Foram realizadas entrevistas com moradores, ACE de campo e de mobilização e ACS em dois bairros de Salvador, Bahia, por meio da metodologia de grupo focal. Os moradores demonstraram incerteza sobre a forma de contágio e o perigo da dengue. Os ACE de campo apresentam-se em conflito, pela necessidade de informar à comunidade sobre aspectos que não dominam e demonstram um descontentamento pessoal no trabalho com um sentimento de desvalorização pela falta de qualificação. Os ACE de mo- bilização culpam a população e enfatizam a importância de si próprios como solução para o controle da dengue. Os ACS não apropriaram sua experiência de campo em seu discurso e se sentem desobrigados com respeito ao contro- le vetorial. Todos os grupos entrevistados concordam que a culpa da dengue recai sobre o poder público, e a solução para o problema está na educação. Percebe-se uma grande necessidade de intervenções educativas regulares, pau- tadas no diálogo e na sensibilização para lidar com a realidade cotidiana dos moradores, trazendo os indivíduos (moradores e agentes) como sujeitos do pro- cesso de construção de conhecimento. Pois, na metodologia atual, a dissemina- ção de informação e conhecimento não é suficiente para promover melhorias na comunidade para o controle da dengue.
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Alternativas para o controle biológico do agente transmissor da dengue - Aedes aegypti L.

Alternativas para o controle biológico do agente transmissor da dengue - Aedes aegypti L.

O aumento de casos de Dengue e a mortalidade de milhares de pessoas têm caracterizado a doença como um grave problema de saúde pública mundial. Devido a esse alarmante aumento, diversas metodologias de controle vetorial para a tentativa de erradicação da doença são pesquisadas e utilizadas a fim de se obter êxito no combate a Dengue. O uso indiscriminado de inseticidas químicos tem feito surgir populações resistentes do mosquito Aedes aegypti, devido a isso a utilização de controle biológico tem sido introduzida na tentativa de controle do mosquito. O presente trabalho tem por objetivo apresentar as metodologias de controle biológico atuais para o combate ao mosquito vetor da Dengue A. aegypti.
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Investigação da genotoxidade de larvicidas biológicos  e sintéticos utilizados para controle de Aedes aegypti

Investigação da genotoxidade de larvicidas biológicos e sintéticos utilizados para controle de Aedes aegypti

Foi o pesticida mais utilizado no Brasil entre os anos de 1967 a 1998, no controle do vetor da dengue e febre amarela, o Aedes aegypti. Empregado como larvicida em água estagnada, na concentração de 1% e em reservatórios na concentração final de 1ppm (NOBRE, 1998). Apresenta algumas vantagens em relação a outros pesticidas também utilizados no controle de mosquitos, uma delas é a pouca persistência ambiental relativa aos hidrocarbonetos clorados. É aplicado em intervalos de dois meses, nos criadouros de A. aegypti em todos os municípios com circulação viral, desde 1996, inclusive em caixas d’água e outros recipientes usados para estocagem de água potável para uso doméstico, sendo as principais fontes de criação de larvas do vetor. (ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE, 1995; FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE, 2000).
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Insumos vegetais como controle de arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti

Insumos vegetais como controle de arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti

Nos últimos anos há uma procura crescente por produtos naturais que sejam eficazes no controle do Aedes aegypti devido à menor toxicidade ao homem e ao meio ambiente, em comparação com os agentes químicos utilizados. O conhecimento popular sobre o uso e a eficácia das plantas contribui, de forma relevante, para a divulgação de suas propriedades, despertando o interesse de pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento. Esse estudo objetivou identificar as espécies vegetais mais usadas no controle vetorial do Aedes aegypti avaliando a percepção dos sujeitos sociais sobre o processo de controle vetorial Especificamente objetivou caracterizar as tradicionalidades contidas no local de estudo, identificar os insumos vegetais mais utilizados no controle do A. aegypti, analisar o micro e macrocontextos das ações de controle do vetor desenvolvido no local do estudo e avaliar a percepção da comunidade sobre a utilização das medidas de controle realizadas pelo município, considerando a utilização de insumos vegetais no controle vetorial. O sertão pernambucano não possui estudos relativos ao controle vetorial do A. aegypti, especificamente voltado na diminuição no uso do modelo químico dependente, o que torna esse estudo pioneiro. Trata-se de um estudo exploratório descritivo, com abordagem qualitativa, seguindo os fundamentos metodológicos do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC) realizado no município de Serra Talhada (macrocontexto), no bairro Mutirão (microcontexto), selecionado por apresentar o maior índice de infestação predial. O estudo foi desenvolvido em diferentes etapas: revisão da literatura sobre as plantas utilizadas no controle do A. aegypti; coleta de dados secundários para caracterização da condição de saúde da população humana; coleta de dados primários
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Produtos utilizados no controle do mosquito Aedes Aegypti L. (DIPTERA: CULICIDAE)

Produtos utilizados no controle do mosquito Aedes Aegypti L. (DIPTERA: CULICIDAE)

A importância médica de mosquitos vetores são devido à transmissão de doenças severas que causa diversos fatores como mortalidade e grandes problemas sociais e econômicos como a malária, filariose linfática e doenças virais que atualmente tem sido bastante relatados. Aedes aegypti é o primeiro vetor do vírus que causa a dengue, dengue hemorrágica e a febre amarela. Estes são encontrados em grandes áreas dos trópicos e subtrópicos ( Chainthong et al,. 2006). Até o presente momento não existe vacina efetiva para dengue, entretanto, só existe redução na incidência de casos desta doença devido ao controle do vetor que freqüentemente depende das aplicações de inseticidas sintéticos convencionais. Compostos químicos utilizados em programas de combate ao mosquito eram inicialmente considerados ativos para o decréscimo da população, mas estes têm falhado devido o seu uso constante e a grande capacidade de mutação dos insetos. Entretanto, problemas criados pelo uso de inseticidas sintéticos incluindo o desenvolvimento de resistência dos mosquitos, poluição ambiental e outros efeitos em humanos ( Sthepherson, 2005 ).
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Crotolária é agente indireto no controle de Aedes aegypti (Diptera: Culicidae)?

Crotolária é agente indireto no controle de Aedes aegypti (Diptera: Culicidae)?

africano e atualmente possui ampla distribuição geográfica. No Brasil, essa espécie encontrou condições favoráveis para se reproduzir, formando grandes populações. Indivíduos adultos de A. aegypti se alimentam de néctar floral e suco de frutos, além disso fêmeas adultas realizam o repasto sanguíneo para a maturação dos ovos. É no repasso sanguíneo que as fêmeas são capazes de transmitir, além da dengue, outras arboviroses, tais como chikungunya, zika e febre amarela. Segundo o conhecimento empírico, plantas do gênero Crotalaria atraem libélulas, o principal predador natural de A. aegypti. Portanto, o objetivo deste estudo foi verificar se Crotalaria spectabilis é fonte alimentar para Aedes aegypti, atraindo indivíduos dessa espécie e, consequentemente, seus predadores, em especial as libélulas. O estudo foi conduzido em duas áreas de cultivo de C. spectabilis, com 100 m 2 cada, no município de Missal, PR. Para verificar se A. aegypti visitam flores de C. spectabilis, foram realizadas observações em 10 flores recém-abertas durante dois dias consecutivos em cada área no período das 7 às 14 h, totalizando cinco minutos por hora em cada flor. Foram realizadas ainda coletas ativas com o uso de (puçá), foram conduzidas durante um dia, em cada área, das 8 às 15 h, no intervalo de 10 minutos por hora. Representantes de um indivíduo de cada espécies de todos os artrópodes coletados foram transfixados montados em alfinetes e identificados ao nível de família. Para analisar a quantidade de libélulas que forragearam as plantas de C. spectabilis foi realizada a contagem visual de indivíduos em sessões de 10 minutos por hora no período das 11 às 15 h, durante três dias em cada área. No total, foram coletados 14.985 artrópodes forrageando em C. spectabilis (306 na área 1 e 14.679 na área 2) pertencendo à 10 ordens e 41 famílias distintas. Não foram observados indivíduos de A. aegypti visitando flores de C. spectabilis. Foram registradas 22 libélulas na área 2 forrageando sobre a cultura avaliada. Esses resultados demostram que C. spectabilis é fonte alimentar e local de busca de presas para artrópodes. Entretanto, não foi evidenciada relação entre o cultivo dessa planta e o controle biológico de A. aegypti.
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Detecção de Aedes aegypti e Aedes albopictus, na zona urbana do município de Catanduva-SP, após controle de epidemia de dengue.

Detecção de Aedes aegypti e Aedes albopictus, na zona urbana do município de Catanduva-SP, após controle de epidemia de dengue.

Após a realização dos trabalhos de controle visando à interrupção da transmissão do vírus do dengue, iniciou-se um trabalho de monitorização de Aedes aegypti e Aedes albopictus com dois métodos de vigilância entomológica: Índice de Breteau (IB) e ovitrampas. Pretendeu-se avaliar o tempo necessário para que as espécies envolvidas fossem novamente detectadas na área urbana do município de Catanduva, SP. As ovitrampas apresentaram positividade para Aedes aegypti dois meses após os trabalhos de controle, enquanto o Índice de Breteau veio a positivar-se somente no quarto mês após o término dos referidos trabalhos.
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Eficácia e período residual do diflubenzuron para o controle de larvas de Aedes aegypti resistentes ao temefós

Eficácia e período residual do diflubenzuron para o controle de larvas de Aedes aegypti resistentes ao temefós

RESUMO - O temefós é o larvicida mais utilizado no país, mas tem-se constatado populações resistentes a este inseticida em diversos locais, e a necessidade de substituição por outro larvicida com mecanismo de ação tóxica diferente ao temefós. O diflubenzuron (DFB), inibidor de síntese de quitina, destaca-se com grande potencial para substituir o temefós. Objetivou-se determinar a razão de resistência (RR95) de larvas de duas populações de campo (Pop. A e Pop. B) ao temefós; avaliar a eficácia do DFB para as duas populações, em condições laboratoriais; e avaliar a eficácia do DFB para as duas populações, em condições de campo, em recipientes de plástico, vidro e borracha, com a concentração de 0,25 mg/L. Em condições de laboratório, os ensaios foram realizados em sala climatizada com 26 ± 2ºC, para avaliar a razão de resistência das populações de campo ao temefós, por meio de ensaios concentração- resposta, e para avaliar a eficácia do DFB. Em condições de campo, os testes foram realizados à sombra, em abrigo coberto, com médias de tempfoitura de 22,4°C e umidade relativa do ar de 61%, para a avaliação da eficácia do DFB às três populações de larvas, em recipientes de plástico, vidro e borracha. A população suscetível Rockefeller foi utilizada como padrão de referência em todos os testes. O período de cotrole do DFB foi determinado com o tempo em que o DFB causou mortalidade de larva ≥ 80%. A RR95 é de 7,5 para da Pop. A e de 3,9 para a Pop. B. Nos ensaios de laboratório, o DFB causou inibição total da emergência de adultos viáveis das Pop. A e B a partir da concentração 2,0 µg/L. Nos testes de campo, o DFB é eficaz no controle da cepa suscetível por quatro semanas nos recipientes de plástico e borracha, e por três semanas em vidro. Para a Pop. A, o DFB é eficaz por cinco semanas nos três recipientes testados e para a Pop. B, por três semanas para os recipientes de plástico e vidro e por sete semanas para o recipiente de borracha. O DFB é eficaz no controle das larvas de Aedes aegypti, independente do grau de resistência ao temefós.
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Efeito de estações de disseminação de pyriproxyfen para controle de Aedes aegypti em São Sebastião – Distrito Federal

Efeito de estações de disseminação de pyriproxyfen para controle de Aedes aegypti em São Sebastião – Distrito Federal

Introdução: O mosquito Aedes aegypti é o principal vetor da dengue, chikungunya e Zika e o Brasil tem passado por epidemias das três doenças nos últimos anos. Métodos de controle vetorial ainda são os mais indicados para o controle destas arboviroses. A estratégia de estações de disseminação (ED) de pyriproxyfen (PPF) se apresenta promissora para controle do mosquito Ae. aegypti em diversos locais. O objetivo deste trabalho foi analisar o efeito de estações de disseminação de PPF na positividade de ovitrampas e densidade de ovos da espécie Ae. aegypti na região de São Sebastião, Distrito Federal. Métodos: Estudo experimental analítico no modelo de ensaio comunitário em dois bairros de São Sebastião. Entre janeiro de 2017 e junho de 2018 foram instaladas 60 ovitrampas em 30 domicílios (intra e peri) entre áreas controle e intervenção. Foram instaladas 150 ED na área de intervenção do 4º ao 16º mês de estudo. Os ovos coletados em campo foram postos em ambiente laboratorial para monitoramento dos níveis de eclosão de ovos e de emergência de adultos. Foram realizadas análises de distribuição espacial e testes estatísticos como t de student e qui-quadrado. Resultados: Foram coletados 46.095 ovos em 18 meses de estudo (45,2% na área intervenção), 22.889 larvas eclodidas (45,5% na área intervenção) e 14.481 alados emergidos (44,8% na área intervenção). A análise espacial mostrou maior densidade de ovos em áreas próximas a matas. Os testes estatísticos não apresentaram resultados significativos para efeito sobre a quantidade de ovos, porém indicaram efetividade sobre a positividade de ovitrampas. Conclusão: Os resultados encontrados não mostraram efeito de estações de disseminação de PPF na densidade de ovos, porém ao se analisar os 18 meses de estudo, de forma agregada, a intervenção se apresentou efetiva para redução de ovitrampas positivas. Áreas com matas mostraram maior densidade de ovos ao longo do estudo e os indicadores derivados do monitoramento por ovitrampas se mostraram inadequados verificar efeito da intervenção estudada.
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Avaliação de sistemas para a aplicação de inseticidas para controle de Aedes aegypti (l.) (Diptera: Culicidae)

Avaliação de sistemas para a aplicação de inseticidas para controle de Aedes aegypti (l.) (Diptera: Culicidae)

RESUMO - Objetivou-se avaliar o diâmetro e a uniformidade de gotas produzidas por pulverizadores, com concentrações de água e de óleo com e sem adjuvante para controle de Aedes aegypti. Os experimentos foram realizados no Depto. Fitossanidade, UNESP - Jaboticabal. Foram analisados diâmetros, uniformidades e porcentagem gotas ”15 µm de aerossóis MULT, MAFÚ, SBP, DETEFON, RAID, RODA. (E.B), e RODA. (A.T) e de pulverizadores de bico rotativo e de bico pneumático, com as caldas água + malathion 500 CE (1mL/L) + óleo (0; 6,25; 12,5; 25; 50 e 100%). Mais tarde avaliou-se com e sem 1 mL do adjuvante Iharaguen-S/500 mL de calda e ainda água + malathion + 5, 10, 15 e 20% de óleo na calda. As médias foram comparadas pelo teste de Tukey (p<0,05) em delineamento inteiramente casualizado. Noutro experimento, fez-se a aplicação numa sala, com mosquitos retidos em gaiolas. As avaliações foram realizadas logo após aplicação e 24 horas após. Os resultados de mortalidade foram comparados pelo teste de Tukey (p < 0,05) e a eficiência das misturas pela fórmula de Abbott. Os aerossóis DETEFON, RODA. (E.B), RAID e ROD. (A.T) apresentaram DMV adequados. Todos os aerossóis possuem porcentagem segura de gotas com diâmetro ” 15 ȝm. RAID apresentou menor uniformidade de gotas. O bico pneumático resultou em maior uniformidade de gotas. A concentração de 20% foi considerada adequada ao coeficiente de uniformidade. A adição do adjuvante aumentou a uniformidade de gotas do bico rotativo. Ambos os pulverizadores apresentaram DMV adequados. O equipamento pneumático apresentou, no geral, maior eficiência na mortalidade de A. aegypti em relação ao rotativo.
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Atividade inseticida e repelente de plantas do cerrado no controle alternativo do mosquito Aedes Aegypti

Atividade inseticida e repelente de plantas do cerrado no controle alternativo do mosquito Aedes Aegypti

O mosquito Aedes aegypti é o vetor central de transmissão da dengue e da febre amarela. A maioria da população mundial habita em países onde a incidência de dengue é alta, apresentando maior número de casos com óbito. Os óleos essenciais são misturas complexas de compostos orgânicos voláteis de baixo peso molecular, alguns óleos essenciais ainda podem agir como sinergistas, podendo proporcionar redução da quantidade de óleo a ser aplicada para o controle de determinada praga, o que diminuiria os custos com o manejo e os riscos ao meio ambiente. Visto as informações, objetivou - se avaliar os efeitos do óleo essencial isolado de Hypenia irregularis e pela metodologia de proporções sinérgicas com a junção dos óleos essenciais de Cymbopogon citratus, Hyptis crenata e Morinda citrifolia frente às larvas de 3º instar e mosquitos adultos do vetor Ae. aegypti. Foram utilizadas larvas e mosquitos da criação do Laboratório de Manejo Integrado de Pragas da Universidade Federal do Tocantins, Campus de Gurupi-TO. A composição química do óleo foi determinada através da técnica de Cromatografia gasosa/espectrômetro de massas (GS/MS). Para todos os testes isolados foram aplicadas concentrações que variaram de 0,007 a 0,13 μL.mL -1 , já para o sinergismo foram elaboradas proporções utilizando 100 μL.mL -1 do óleo essencial como base. Assim, a interação sinérgica possível com melhores resultados em todos os bioensaios foi à proporção 1:1 utilizando H.irregularis x M. citrifolia. Para o teste larvicida foi denotado CL 50
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EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA PREVENÇÃO E CONTROLE DO AEDES AEGYPTI

EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA PREVENÇÃO E CONTROLE DO AEDES AEGYPTI

A educação em saúde e a educação ambiental, não acontecem uma sem a outra, e o enfermeiro tem papel fundamental como agente educador em ambos os ensinamentos. A reprodução do Aedes aegypti está relacionada com o ambiente, condições precárias de saneamento básico, higiene, e o próprio conhecimento da população, sobre as medidas de prevenção e controle. O enfermeiro deve usar um modelo de educação em saúde mais dinâmico e que cause maior efeito na população, para que as medidas sejam efetivas e realmente aconteça a prevenção e combate do mosquito (PERES et al. 2015). As abordagens educativas para serem eficazes devem ser criativas e estimular a participação ativa da população (CAREGNATO et al., 2008).
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Controle do Aedes aegypti na fase de ovo

Controle do Aedes aegypti na fase de ovo

O controle vetorial do Aedes aegypti no Brasil tem sido um desafio nas últimas décadas e atualmente passou a ter mais importância, pois além do dengue, outros arbovirus, como zika e chikungunya, passaram a ser transmitidos por este vetor, causando grandes problemas médicos, sociais e econômicos. Como cerca de 80% dos criadouros com ovos do vetor se localizam no domicílio e peridomicílio, é importante dispor de métodos que atuem nestes focos, envolvendo ações conjuntas entre população e órgãos governamentais. Estratégias têm sido utilizadas para combater o vetor na sua fase lavaria e adulta, mas pouco existe de eficaz e aplicável para combater o estágio de ovo do vetor, que permanece viável na natureza por mais de um ano, sendo um fator para disseminação do Ae.aegypti. Formas de combate ao vetor, como aplicar fogo ou queimar criadouros, ou impedir que sejam cobertos de água ou esmagar ovos têm mostrado pouca praticidade e dificuldade para serem executados. Foi utilizado um eletrodoméstico que emite vapor e calor (vaporizador Professional Clean Shark, modelo S3901BZ11 no modo de dust e scrub) e um secador comum de cabelo em alta potência, aplicando calor seco em ovos da cepa Rockfeller de Ae. aegypti. Em todos os experimentos, observamos que tanto a borrifação com os dois modos de vapor (scrub e dust) quanto a aplicação de calor seco foram capazes de inibir a eclosão de ovos em graus variáveis quando comparados com o grupo controle com significância estatística. O dust, onde o vapor era menos intenso, foi capaz de inibir a eclosão de 94,59% dos 1901 ovos tratados e apresentou risco relativo (RR) de 5,9 (IC95% 5,12 – 6,80). Já o scrub, onde o vapor era mais intenso, inibiu a eclosão de 58,91% dos 1509 ovos tratados e apresentou RR de 3,7 (IC95% 3,17 – 4,26) e, por fim, o secador conseguiu inibir a eclosão de 57,97% dos 728 ovos tratados e evidenciou RR de 3,6 (IC95% 3,10 – 4,26). Portanto, foi proposto o combate ao mosquito na fase de ovo em seu local de postura, sem uso de inseticidas, sem poluentes ambientais, podendo ser adotado por todos. A aplicação destes métodos diretamente nos ovos em focos domésticos e peridomiciliares ou em objetos que possam albergar e transportar ovos do vetor, utilizando aparelhos já existentes no mercado e de fácil manejo, sem a utilização de inseticidas ou poluentes ambientais, pode impedir o ciclo de transmissão das arboviroses, eliminando a viabilidade da maioria dos focos do vetor.
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Fotossensibilizadores no controle de larvas do Aedes aegypti (Diptera : Culicidae)

Fotossensibilizadores no controle de larvas do Aedes aegypti (Diptera : Culicidae)

as rações, expostas à iluminação artificial, uma delas apresentou uma mortalidade superior, indicando a importância desta na efetividade da IFD. Já na IFD com as variações de cúrcuma, as porcentagens de mortalidade variaram de acordo com as formas moleculares deste composto. Nas condições envolvendo luz solar, foram obtidas altos valores de mortalidade para todos os FSs entregues em solução, apresentando em diversas condições 100% de mortalidade em 8 horas de exposição à luz. Nos ensaios de IFD utilizando o pó liofilizado das três variações de cúrcuma e luz solar, mortalidades da ordem de 80% foram atingidas em 16 horas de iluminação. As análises das imagens de fluorescência obtidas por microscópio confocal mostraram que tanto as três variações de cúrcuma, como o Photogem ® , após um período de incubação de 12 horas, acumularam-se em todo o canal alimentar das larvas. O Photogem ® , assim como a cúrcuma apresentaram atividade fotodinâmica potente, sendo mais efetivos em condições com maiores intensidades de luz. Com relação às condições de entrega do FS, observamos que as maiores mortalidades foram obtidas através da aplicação dos FSs em solução, quando comparadas com os estudos de mortalidade utilizando o pó liofilizado. Esses resultados indicam que IFD pode ser uma técnica promissora no controle de vetores como o Ae. aegypti.
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