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A CAPES e sua condição como agência reguladora da educação em nível de pós-graduação no Brasil

A CAPES e sua condição como agência reguladora da educação em nível de pós-graduação no Brasil

Resumo: A pesquisa pretende analisar a estrutura jurídico-administrativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES e sua relevância para a regulação da pós-graduação stricto sensu brasileira, buscando, assim, demonstrar que a entidade possui, de fato, a condição de agência reguladora. Para isso, é necessário abordar três pontos, utilizando, para tanto, metodologia dedutiva, com fontes bibliográficas e documentais relacionados à entidade: O primeiro ponto busca descrever e contextualizar a formação da fundação CAPES, bem como relatar as atividades administrativas que exerce sobre a pós-graduação. No segundo ponto, aborda-se sobre o processo histórico de surgimento das agências reguladoras, analisando também os objetivos e atribuições a elas incumbidas. Por fim, no terceiro ponto, expôs-se, de maneira crítica, considerações sobre a condição da CAPES como agência reguladora. Dessa maneira, compreende-se que uma fundação pública, quando atende uma função típica do Estado, não é, apesar do que formalmente a lei que a instituiu afirma, uma fundação, mas sim, ao contrário, uma autarquia, o que possibilita compará-la com uma agência reguladora. Conclui, assim, que em razão dos extensos poderes que a CAPES exerce sobre os programas de pós- graduação, a sua natureza autárquica e por regular uma atividade econômica, em sentido amplo, considera-se que ela é na realidade uma agência reguladora da pós-graduação brasileira. Além disso, dado o esvaziamento terminológico da noção de agência, a condição diferenciada dos dirigentes não é um fator relevante para a categorização de um ente da administração indireta como agência.
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Análise de percepções sobre o modelo da agência reguladora no Brasil

Análise de percepções sobre o modelo da agência reguladora no Brasil

• É o odelo e to, só ue p e isa de ape feiçoa e tos, p e isa de u a ate ção maior nos seus quadros. Elaborar a cada ano os relatórios anuais de todos os serviços, da evolução da agência reguladora, abrir o portal de transparência, todos os recursos operacionais. Eu acho que isso tudo é uma crescente evolução pa a esse odelo hoje ue está posto se ualifi a ada vez ais

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Como desestruturar uma agência reguladora em 3 passos (parte 3): a contribuição das próprias agências

Como desestruturar uma agência reguladora em 3 passos (parte 3): a contribuição das próprias agências

Num segundo exemplo também não inédito, subordinem o direito ao reequilíbrio econômico-financeiro do contrato a fatores que as próprias agências estabelecerão a posteriori. Assim se cria incerteza sobre a indenização integral dos concessionários pela ocorrência de eventos cujo risco foi atribuído pelo contrato ou pela lei ao Poder Concedente. É o caso da utilização da metodologia do fluxo de caixa marginal para qualquer evento de desequilíbrio (e não apenas para a inclusão de novos investimentos no contrato), com taxa de desconto estipulada posteriormente pela agência reguladora, como tem acontecido nos contratos da ANTT e da ANAC. Negligenciem a importância da difusão informacional
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Como desestruturar uma agência reguladora em 3 passos simples (parte 1)

Como desestruturar uma agência reguladora em 3 passos simples (parte 1)

A desestruturação de uma agência reguladora é um trabalho de muitas mãos. Para ele concorrem diferentes controladores, congressistas e mesmo membros das próprias agências. Mas os chefes de governo, como Vossa Excelência, não podem ficar de fora e têm importante papel a cumprir neste projeto. O enfraquecimento do corpo diretor das agências, a limitação do seu orçamento e a exposição das suas decisões a todo tipo de controle externo são três das principais estratégias que podem ser adotadas – e que já vêm sendo adotadas – nesta direção. Mãos à obra!

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Avaliação de treinamento em uma agência reguladora : aprendizagem, reação e impacto

Avaliação de treinamento em uma agência reguladora : aprendizagem, reação e impacto

Uma das formas mais conhecidas e usuais de se adquirir conhecimento nas organizações é por meio de ações de treinamento, desenvolvimento e educação (TD&E). Buscando otimizar recursos e melhorar os procedimentos, foram sendo criados modelos e ferramentas para avaliação das ações de TD&E, contudo ainda existe uma extensa agenda de pesquisa, incluindo delineamentos de pesquisa e variáveis a serem exploradas. Este trabalho se insere neste campo de estudo, buscando contribuir com a superação de lacunas, tendo como objetivo geral realizar avaliação de treinamentos no nível do indivíduo. Foram avaliados três treinamentos com temáticas transversais em uma Agência Reguladora. O modelo de avaliação adotado foi o IMPACT (Abbad, 1999, 2014). A pesquisa teve uma abordagem mista e foi dividida em dois estudos. O Estudo 1, o quase-experimento, teve como objetivo avaliar a aprendizagem e utilizou grupo experimental (treinados) e grupo controle (não treinados) e aplicação de testes situacionais, elaborados com base na Taxonomia de Anderson et al. (2001), em três momentos: pré-teste (antes do treinamento), pós-teste 1 (ao término do treinamento) e pós-teste 2 (três meses após o treinamento). O Estudo 2, correlacional, buscou as relações existentes entre características sócio-demográficas da clientela, experiência prévia dos indivíduos, suporte psicossocial e material, aprendizagem, reação e transferência do treinamento e utilizou múltiplas fontes de informação e escalas que já possuíam indícios de validade estatística. A etapa qualitativa foi complementar ao survey e teve como objetivo caracterizar o treinamento e avaliar a aprendizagem, por meio de entrevistas com instrutores e grupos focais com egressos dos treinamentos. Os resultados do Estudo 1 mostraram que o treinamento foi preditor
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Promoção da saúde no âmbito da saúde suplementar: relações e tensões entre operadoras, beneficiários e agência reguladora estatal.

Promoção da saúde no âmbito da saúde suplementar: relações e tensões entre operadoras, beneficiários e agência reguladora estatal.

Além disso, a agência reguladora expõe, como seu objetivo, a reorientação do modelo assistencial predominante no setor suplementar, por meio do incentivo à criação e aprimoramento de programas preventivos e promocionais. Contudo, os meios uti- lizados para incentivar a mudança foram revelados, nas entrevistas com os participantes do estudo, como conflituosos devido à falta de clareza das re- soluções normativas que contêm as diretrizes para a organização e desenvolvimento dos programas, além das exigências estruturais que, de acordo com os gestores entrevistados, dificilmente são alcançadas. Nesse âmbito, emergiu do discurso de gestores o entendimento que a inscrição de programas já existentes ou de novas propostas, junto à ANS, são inviáveis em decorrência da quantidade de exigên- cias e metas que dizem respeito, essencialmente, à produção. Assim, contraditoriamente, o Programa de Qualificação do Setor Suplementar, no que tange à promoção da saúde, parece corroborar a redução de investimentos em qualidade para atender às exigências quantitativas.
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Como desestruturar uma agência reguladora em 3 passos simples (parte 2): a contribuição dos controladores

Como desestruturar uma agência reguladora em 3 passos simples (parte 2): a contribuição dos controladores

Uma das técnicas que você, controlador, pode utilizar para interferir nas escolhas das agências reguladoras já foi adiantada acima: usar o poder de sanção em uma mão e as suas “meras sug[r]

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Como desestruturar uma agência reguladora em passos simples

Como desestruturar uma agência reguladora em passos simples

Numa primeira forma, a difusão informacional é relevante como técnica ou estratégia regulatória. Neste sentido, a agência atua como um centro propagador das informações pertinentes ao setor regulado, tornando-as facilmente acessíveis a todos. Isto tende a ampliar a competitividade entre os players do mercado, além de possibilitar escolhas e comportamentos mais conscientes dos consumidores. A despeito disso, medidas tão básicas como a divulgação comparativa de diferentes planos de serviço oferecidos por diferentes operadoras de telefonia seguem sem ser implementadas pela ANATEL, para citar apenas um exemplo. A desculpa para esta inação tem sido a da constante mudança dos planos das operadoras – circunstância que não impediu o
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O Tribunal de Contas da União e a indústria do petróleo: uma super agência reguladora em formação?

O Tribunal de Contas da União e a indústria do petróleo: uma super agência reguladora em formação?

O estudo busca responder a seguinte pergunta de pesquisa: as decisões do TCU interferem nas escolhas regulatórias da ANP? Para analisar se a Corte de Contas interfere nas decisões da agência, adotam-se três linhas de investigação: (i) realização de análise de casos concretos, com o levantamento de acórdãos do Tribunal de Contas versando sobre os processos de desestatização, para acompanhamento das minutas de editais e de contratos elaborados pela ANP nas licitações para oferta pública de blocos exploratórios e estratégicos (estes a partir de 2010, com a inauguração do marco regulatório do pré-sal) e sobre os relatórios de auditoria operacional envolvendo o controle do desempenho da atuação da ANP; (ii) avaliação, a partir da análise dos citados acórdãos, se a interferência se acentua gradativamente ao longo do tempo, pela comparação entre os tipos de decisões proferidas pelo TCU desde o tempo da instituição da agência até os dias atuais; e, por fim, (iii) examina-se se o TCU pode ser considerado na indústria do petróleo como uma superagência reguladora em formação ou, se esta hipótese não se confirmar, se há indícios do fortalecimento de sua atuação neste setor específico como uma instituição de caráter metarregulador.
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Agência reguladora e espaço público : sua funcionalidade como espaço de exercício da virtude política

Agência reguladora e espaço público : sua funcionalidade como espaço de exercício da virtude política

aplicado às atividades que não detêm o caráter de elevação das particularidades ao universal, pois às que detêm – e nestas estão as atividades reguladoras setoriais, de administração prestacional e ordenadora – aplica-se o raciocínio inverso: aquilo que interessa a todos somente pode representar-se sem manipulações de particularidades preconcebidas como prevalecentes, se inserido em uma instituição que interesse a todos por representar a própria convivência social, e, em sentido imanente, a unidade entre o universal e o particular. Daí partir-se, neste estudo, do pressuposto de que a esfera própria de manifestação da discussão política setorial seja uma instituição reconhecedora da paridade dos seus potenciais partícipes. Assim, uma instituição estatal que seja afastada por determinação legal ou constitucional de interferência hierárquica do próprio Governo encaixa-se melhor nesta finalidade que o próprio Parlamento, ou mesmo um órgão ministerial do Poder Executivo. A virtude de uma instituição reguladora setorial está exatamente em, não sendo parte a não ser do dever de sua preservação como instância ética pautada em seu fundamento de existir – a Constituição do Estado como “fim e (...) realidade em ato da substância universal e da vida pública nela consagrada.” 20 – firma-se como momento de unidade exterior em que
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Política de gestão de riscos corporativos: o caso de uma agência reguladora da saúde

Política de gestão de riscos corporativos: o caso de uma agência reguladora da saúde

O processo de GRC é contínuo e interativo de modo a fornecer, compartilhar ou obter informações e se envolver no diálogo permanente com as partes interessadas e outros, com relação ao gerenciamento dos riscos (Franco, 2015). Dessa maneira, foram contabilizadas seis notícias na intranet, no portal e no Boletim da Estratégia da Anvisa, que é publicado trimestralmente pela Assessoria de Planejamento/Anvisa. Uma outra estratégia de comunicação adotada foi criar e-mail e pasta corporativos na rede interna da agência para troca de informações e guarda de documentos, respectivamente, o que facilitou sobremaneira as ações e a dinâmica de trabalho entre os membros do GT, num total de 14 profissionais, provenientes das áreas de auditoria interna, planejamento e das cinco diretorias que compõem a agência.
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Processo administrativo nas agências reguladoras: uma proposta de disciplina legislativa

Processo administrativo nas agências reguladoras: uma proposta de disciplina legislativa

A elaboração do capítulo I do anteprojeto de lei das agências reguladoras federais (“Anteprojeto”) foi necessária porque a definição do conceito de agência reguladora poderia atender a duas necessidades de maneira concomitante. A primeira consiste, mais que numa necessidade, na obrigação de manter a coerência textual do anteprojeto. Trata-se de definir a espécie de pessoa jurídica a quem se destinam os seus dispositivos. A segunda decorre de a definição do conceito de agência reguladora poder vir a promover a diminuição de resistências culturalmente arraigadas, em relação a um modelo policêntrico de Administração Pública, especialmente no que concerne à autonomia das agências reguladoras. O sintoma dessas resistências e o remédio para evitá-las já haviam sido descritos por Floriano Peixoto de Azevedo Marques Neto em referência à criação da Agência Nacional de Telecomunicações. Segundo ele, “os contornos e consequências dessa autonomia carecem de ser mais bem definidos, mormente porque se tem percebido alguma resistência no âmbito da Administração Pública Federal (...) para a efetivação da autonomia e da independência conferidas pela Lei à Agência” 1 .
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Viabilidade da regulação subnacional dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário sob a Lei 11.445/2007.

Viabilidade da regulação subnacional dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário sob a Lei 11.445/2007.

A Lei nº 11.445/2007 explicitou diretrizes e sistemas de incentivos para a regulação da prestação dos serviços de água e esgoto. Entretanto, apesar do disposto na Lei, são enormes as di- ficuldades administrativas e financeiras para que os municípios possam exercer de fato a regulação setorial. Entre as atividades regulatórias previstas em lei, encontra-se, por exemplo, a regulação econômica, que exige elevada expertise técnica do quadro técnico da agência reguladora para análise de processos de revisão e reajuste tarifários. Ademais, a Lei tem como princípio a regulação independente, o que na prática, im- plica que esta atividade seja custeada com recursos oriundos das taxas de regulação. Neste sentido, o presente estudo concluiu que no atual contexto institucional e com taxas de regulação de 1, 2 ou 3%, é inviável a regulação do saneamento básico na maioria dos municípios brasileiros.
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Atendimento das não – conformidades encontradas em fiscalização direta nos sistemas de abastecimento de água da prestadora do serviço no município de Belém de abrangência da amae - Belém / Compliance with non - conformities found in direct supervision in

Atendimento das não – conformidades encontradas em fiscalização direta nos sistemas de abastecimento de água da prestadora do serviço no município de Belém de abrangência da amae - Belém / Compliance with non - conformities found in direct supervision in the water supply systems of the service provider in the municipality of Belém de abrangência da amae - Belém

Após o encerramento da fiscalização inicial, são encaminhados os relatórios de fiscalização à prestadora de serviços, para manifestação e cumprimento das não conformidades. A segunda etapa da ação de fiscalização, denominada de fiscalização de acompanhamento, é aquela na qual o setor técnico competente da agência reguladora retorna aos sistemas para verificar se foram solucionadas ou não as não-conformidades identificadas na fiscalização inicial.

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UMA PROPOSTA DE REGULAÇÃO PARA AS INCORPORAÇÕES IMOBILIÁRIAS  Bruno Henrique Tenório Taveira

UMA PROPOSTA DE REGULAÇÃO PARA AS INCORPORAÇÕES IMOBILIÁRIAS Bruno Henrique Tenório Taveira

RESUMO: Com uma abordagem o mais prática possível, sem perder o caráter científico, este artigo busca investigar o surgimento e normas relativas às Incorporações Imobiliárias. Este tema, apesar da relevância para toda a sociedade, ainda é pouco estudado. Atento a esta realidade e com o escopo de disseminar o tema, o presente trabalho foi elaborado tratando desde o surgimento das incorporações imobiliárias, passando por parte de sua disciplina legislativa no Brasil, até chegar à conclusão da necessidade de criação de uma autarquia ou agência reguladora federal para fiscalizar as Incorporações Imobiliárias no Brasil.
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Desenvolvimento, aplicação e avaliação de sistema de indicadores de desempenho de estações de tratamento de água

Desenvolvimento, aplicação e avaliação de sistema de indicadores de desempenho de estações de tratamento de água

O objetivo geral desta pesquisa foi desenvolver, aplicar e avaliar um sistema de indicadores de desempenho (ID) de estações de tratamento de água (ETA) sob a perspectiva de uma agência reguladora. A metodologia empregada constou de quatro etapas principais: (i) levantamento de sistemas de ID, (ii) seleção de elementos constituintes do sistema de ID desenvolvido, (iii) aplicação do sistema desenvolvido e (iv) avaliação do sistema proposto. O levantamento abrangeu dez dos principais órgãos e entidades nacionais e internacionais ligados à pesquisa, gestão e/ou regulação, resultando em 423 ID. Observou-se pequena proporção de ID específicos de ETA (9 %). Em sistemas de abastecimento de água, os temas de avaliação de maior importância foram infraestrutura (36 % dos ID) e economia (25 %), ao passo que para ETA foi o tema saúde pública (57 %). Inicialmente, foi proposto um sistema de ID a partir de temas, critérios e indicadores cuja seleção foi baseada em recomendações expostas na literatura. O conjunto foi discutido com a agência reguladora e com o prestador de serviços e resultou em um sistema com três temas, quatro critérios e 19 ID, acompanhados dos respectivos valores de referência e metas de desempenho. Para aplicação do sistema desenvolvido foram utilizados dados de monitoramento de qualidade da água (médias diárias), vazões médias mensais e custos de pessoal, produtos químicos e energia elétrica de seis ETA, com vazões de projeto entre 36 L s -1 e 5.500 L s -1 , no período de 2002 a 2011. Pela análise dinâmica, verificou-se que os ID dos temas economia e infraestrutura não apresentaram variação sazonal significativa (teste Kruskal-Wallis). Já os ID do tema saúde pública mostraram-se os mais impactados com a variação sazonal. Foram verificadas tendências significativas em 29 dos 100 casos avaliados (teste Mann-Kendall). A análise comparativa entre ETA deu-se por meio de análise de agrupamento e teste Kruskal-Wallis seguido de teste de comparações múltiplas. Ao final, foi conduzida uma análise fatorial/componentes principais com a finalidade de identificar grupos inter-relacionados de ID, apontar os principais ID dentro de cada critério de avaliação e investigar a possibilidade de redução do número de ID. Acredita-se que os métodos empregados para seleção dos elementos do sistema, processamento de dados e interpretação de resultados, bem como discussões acerca dos limites e perfil de atuação, aspectos do tratamento de água e métodos de medição de desempenho, possam contribuir para o desenvolvimento e aperfeiçoamento da fiscalização indireta e da regulação.
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Procedimentos e percepções de profissionais e grupos atuantes em mercados de planos de saúde no Brasil.

Procedimentos e percepções de profissionais e grupos atuantes em mercados de planos de saúde no Brasil.

custos transacionais envolvidos nestas ativida- des. A dinâmica da agência reguladora de merca- dos de planos de saúde e as decisões das empre- sas em termos de aquisição de planos, e das ope- radoras em termos de desenvolvimento de redes próprias ou credenciamento de profissionais ou serviços, são analisados segundo soluções que reduzam o atrito entre os interesses. Desta for- ma, o foco se situa em mecanismos de gover- nança flexíveis e repactuados ao longo do tempo como o modo principal de resolução de confli- tos. Um ponto relevante em mercados de saúde e em políticas públicas setoriais se refere ao papel da profissão médica. Os médicos detêm a prer- rogativa de definir o consumo no setor em dife- rentes fases. Desde meios diagnósticos e uso de medicamentos até a determinação de internação e alta hospitalar. Os mecanismos de controle de custos no setor envolvem algum nível de contro- le sobre elementos da autonomia médica e o con- flito com a profissão é a norma quando se tra- tam de reformas abrangentes. A literatura desta- ca aspectos históricos da profissão médica, onde a experiência e a subjetividade estariam preser- vadas em função de laços de confiança entre médicos e pacientes na forma de um neo-hipo- cratismo 9 . O predomínio da independência téc-
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Uma análise crítica da efetividade das competências da ANATEL para execução da sua missão institucional

Uma análise crítica da efetividade das competências da ANATEL para execução da sua missão institucional

Tendo como objeto de estudo a agência reguladora do setor de telecomunicações, examinar a questão da ação regulatória da ANATEL, pela analise da efetividade de su[r]

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Indicadores de desempenho nos planos municipais de gestão integrada de resíduos sólidos: A importância da regulação como instrumento de controle da prestação dos serviços / Performance indicators in municipal plans for integrated solid waste management: T

Indicadores de desempenho nos planos municipais de gestão integrada de resíduos sólidos: A importância da regulação como instrumento de controle da prestação dos serviços / Performance indicators in municipal plans for integrated solid waste management: The importance of regulation as an instrument for controlling service provision

No Brasil, diversas agências reguladoras têm como atribuição regular os serviços relativos ao manejo dos resíduos sólidos urbanos, devendo efetuar mediação administrativa entre as partes envolvidas, quais sejam: os poderes concedentes; os prestadores dos serviços; os usuários diretos. Isto, a fim de assegurar a prestação adequada dos serviços, buscando atender ao interesse comum. A atuação de um ente regulador que não pertença à estrutura de um município, como, por exemplo, uma agência reguladora estadual, depende de delegação do município, ou do consórcio intermunicipal do qual um determinado município faça parte. Isto porque, segundo a Política Nacional de Saneamento Básico, a delegação da regulação deve ser realizada pelos poderes concedentes, como titulares dos serviços (BRASIL, 2007).
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A A3ES como Entidade Reguladora Independente: natureza e regime jurídico

A A3ES como Entidade Reguladora Independente: natureza e regime jurídico

A proposta de lei-quadro das entidades administrativas independentes com funções de regulação da atividade económica dos sectores privados, público e cooperativo é de iniciativa governamental. Nasce da necessidade de criar um regime jurídico comum para as entidades que regulam alguns sectores da economia e cumpre também algumas exigências constantes do Memorando de Entendimento entre o Estado Português e a Troika 120 , que previa a realização de estudos por peritos independentes de forma a assegurar “as responsabilidades, recursos e características que determinam o nível de independência das principais ARN. O relatório indicará as práticas de nomeação, as responsabilidades, a independência e os recursos de cada ARN em relação à melhor prática internacional. Abrangerá igualmente o âmbito da actividade dos reguladores sectoriais, os seus poderes de intervenção, bem como os mecanismos de coordenação coma Autoridade da Concorrência”. Deste relatório resultou a proposta-lei em análise. Em traços gerais verificamos uma grande preocupação em assegurar a autonomia e independência destas entidades, tanto a nível orgânico como a nível funcional e financeiro. Surge uma novidade comparativamente com o projeto-lei quadro das entidades reguladoras independentes proposto por VITAL MOREIRA e FERNANDA MAÇÃS: a remuneração dos membros do conselho de administração encontra-se sujeita à fixação de regras próprias pela Comissão de Vencimentos. Ressalva-se ainda o facto de o Banco de Portugal e de a Entidade Reguladora para a Comunicação Social não estarem abrangidos pelo regime aqui proposto 121 .
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