Agregados graúdos.

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Concreto autoadensável com agregados graúdos reciclados de concreto

Concreto autoadensável com agregados graúdos reciclados de concreto

Na Figura 43b verifica-se que o índice de vazios dos concretos produzidos com agregados reciclados tende a ser maior com o aumento da porcentagem de substituição dos agregados naturais pelos agregados reciclados. Estes aumentos não são tão expressivos como os observados para a influência da relação a/c, pois, para 10%, 20% e 30% de AGR tem-se um acréscimo, respectivamente, de 7,9%, 15,9% e 23,8% da absorção comparados a 0% de AGR. Chiu (2006) explica que as partículas dos agregados reciclados, no concreto, tendem a não se encaixar tão bem deixando mais vazios no compósito, o que resulta em maior absorção de água. De fato, já foi verificado pela Figura 41b, que mostra a influência dos agregados graúdos reciclados na absorção dos concretos, que estes concretos tendem a absorver mais água quando possuem maiores porcentagens de agregados reciclados. Estes resultados estão coerentes com os encontrados por Levy e Helene (2004) e Xiao et al. (2012).
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Agregados graúdos reciclados para concreto armado: alternativas para o mercado brasileiro

Agregados graúdos reciclados para concreto armado: alternativas para o mercado brasileiro

Em suas pesquisas, MALESEV et al (2012) produziram três tipos de concretos. O primeiro tipo, chamado de R0, não possuía agregados reciclados (miúdos e graúdos), ou seja, era o concreto controle. O segundo tipo, chamado de R50, possuía agregados miúdos naturais, 50% de agregados graúdos naturais e 50% de agregados graúdos reciclados de concreto. Por fim, no terceiro grupo, R100, 100% dos agregados graúdos eram reciclados e os agregados miúdos eram naturais. A substituição dos agregados naturais por reciclados foi feito por peso, de modo que todas as misturas tivessem a mesma composição granulométrica. Os agregados graúdos reciclados eram provenientes de amostras de concreto convencional produzidas em laboratório. Com base nesses estudos, os autores obtiveram os seguintes valores de retração por secagem, conforme a Tabela 1.
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Avaliação de algumas propriedades de concretos estruturais com agregados graúdos...

Avaliação de algumas propriedades de concretos estruturais com agregados graúdos...

A metodologia empregada nos ensaios de corrosão de armaduras deriva daquela empregada na Primeira Fase desta pesquisa no que tange aos traços empregados, formas de cura e relação látex/cimento, com o diferencial que, devido a restrição de recursos, tornou-se inviável o estudo de todos os traços analisados anteriormente. Portanto, este ensaio foi realizado apenas para os traços RI e CI, onde o traço RI recebeu adição de 5% de látex sobre a massa de cimento (designado por RI-5%), além do traço de agregados graúdos reciclados sem látex (RI-0%). O traço de agregados naturais também não recebeu adição de látex (CI-0%). No entanto, este ensaio foi repetido para diversas idades dos elementos, a saber: 28 dias, 90 dias e 120 dias. Foram também analisadas a resistência à compressão aos 28, 90 e 120 dias e a absorção de água aos 28 dias de idade. Todos os traços foram submetidos a forma de cura 3 (6 dias de imersão + 21 dias de cura ao ar). Explicações mais detalhadas a respeito das opções adotadas são fornecidas a seguir.
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Repositório Institucional da UFPA: Avaliação da durabilidade de concretos produzidos com agregados graúdos reciclados provenientes de cerâmicas vermelhas com diferentes taxas de pré-saturação

Repositório Institucional da UFPA: Avaliação da durabilidade de concretos produzidos com agregados graúdos reciclados provenientes de cerâmicas vermelhas com diferentes taxas de pré-saturação

Contudo, nesta dissertação foram observados resultados diferentes de Levy (2001) ao utilizar AGRC. Este autor em todas suas misturas observou menores profundidades de carbonatação tanto para aquelas que continham agregados graúdos cerâmicos quanto agregados graúdos de concreto. Fato que pode ser explicado por diversos fatores que vão desde as características do agregado reciclado à britagem e procedimentos de mistura. Além disso, os agregados graúdos cerâmicos utilizados por este autor se diferenciavam dos aqui utilizados, pois continham considerável quantidade de argamassa aderida, ou seja, não eram puramente cerâmicos como os presentes nas misturas desta dissertação, o que influenciaria diretamente na velocidade e capacidade de difusão de CO2 no concreto. Pode-se dizer ainda que a argamassa serviu como agente obturador de parte dos poros superficiais dos agregados graúdos reciclados. Vale ressaltar que este autor também não usou qualquer tipo de. pré-saturação.
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Análise numérica de fluência estática de misturas asfálticas via MEF : estudo da fase agregados graúdos

Análise numérica de fluência estática de misturas asfálticas via MEF : estudo da fase agregados graúdos

20 material vem sendo feito por diversos autores de forma a simular o módulo dinâmico (YOU et al., 2009; ARAGÃO et al., 2011; DAI, 2011). Outros estudos buscaram a simulação numérica de ensaios laboratoriais que caracterizem os danos comuns em misturas de concreto asfáltico. Dai e You (2007) e Xu et al. (2010) criaram modelos numéricos para simulação de ensaios de fluência estática, prevendo propriedades de rigidez e de resistência a deformações permanentes de concretos asfálticos. Outros autores objetivaram o estudo do fraturamento em corpos de prova de misturas asfálticas submetidos a ensaios deste tipo (KIM et al., 2010; ARAGÃO e KIM, 2014; ARAGÃO et al., 2014; WANG et al., 2014). Recentemente, García (2017) implementou um modelo contínuo no programa ABAQUS no qual simula o comportamento de misturas asfálticas sob um ensaio de fluência à carga constante, adicionando esferas de aço à mistura em substituição aos agregados graúdos para estudar a influência da fase Matriz de Agregados Finos no compósito. Os resultados mostraram boa convergência da modelagem em elementos contínuos para um modelo no qual a forma e o direcionamento dos agregados não são considerados, bem como a interação entre os materiais do mástique e dos agregados graúdos. Cada autor desenvolveu sua metodologia de criação da microestrutura do concreto asfáltico, utilizando de ferramentas de Elementos Finitos e/ou Elementos Discretos.
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CARACTERIZAÇÃO DE AGREGADOS GRAÚDOS DISPONÍVEIS NA REGIÃO EXTREMO OESTE DE SANTA CATARINA, UTILIZADOS NA DOSAGEM DE CONCRETO

CARACTERIZAÇÃO DE AGREGADOS GRAÚDOS DISPONÍVEIS NA REGIÃO EXTREMO OESTE DE SANTA CATARINA, UTILIZADOS NA DOSAGEM DE CONCRETO

Devido ao elevado consumo de concreto, muito esforço tem-se consagrado no seu estudo. Tal estudo passa por seus materiais: aglomerante, água e agregados. O agregado graúdo possui o maior volume dentre seus constituintes, onde suas características influenciam diretamente em sua resistência final. A partir dos agregados graúdos extraídos de 8 jazidas na região Extremo Oeste de Santa Catarina, foram realizados ensaios de caracterização. Pesquisa de campo junto a construtoras definiu o traço de concreto convencional, em peso, a partir deste foram moldados corpos de prova de concreto, padronizando-se o tipo e quantidade de cimento, água e agregado miúdo, e variando-se apenas agregado graúdo quanto a sua origem. Estes foram rompidos em três idades: sete, quatorze e vinte e oito dias. Em análise dos resultados percebe-se que não há uma característica que exerce uma influência significativa sobre a resistência do concreto e sim, uma combinação das mesmas, como seu formato, a massa específica do agregado, teor de finos e de material pulverulento. Enfim, pode-se concluir que todas amostras analisadas podem ser utilizadas para produzir concretos que atendam resistências a comdequadas em obras de construção civil.
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Variabilidade de agregados graúdos de resíduos de construção e demolição recicla...

Variabilidade de agregados graúdos de resíduos de construção e demolição recicla...

F IGURA 2.1 - P LANTA DE RECICLAGEM DE RCD (PENG ET AL ., 1997)....................................................... 23 F IGURA 2.2 - F LUXOGRAMA DE UMA PLANTA DE RECICLAGEM DE PRODUÇÃO DOS AGREGADOS DE RCD RECICLADOS (WILBURN; GOONAN, 1998 MODIFICADO ).............................................................. 25 F IGURA 2.3 - C ORRELAÇÃO ENTRE QUANTIDADE DE ARGAMASSA ADERIDA E A ABSORÇÃO DE ÁGUA AGREGADOS MIÚDOS RECICLADOS DE CONCRETO (QUEBAUD-BUYLE-BODIN, 1999). ............... 26 F IGURA 2.4 - L OCALIZAÇÕES DE CENTRAIS DE MOAGEM DE ENTULHO (WILBURN; GOONAN, 1998). ... 28 F IGURA 2.5 - P RESENÇA DE COMPONENTES ORGÂNICOS EM FUNÇÃO DAS TÉCNICAS DE RECICLAGEM (SCHULTMANN ET AL ., 1997)........................................................................................................ 30 F IGURA 2.6 - C ONSUMO DE CIMENTO X RESISTÊNCIA PARA CONCRETOS RECICLADOS E NATURAIS (ZORDAN ET AL ., 1999)................................................................................................................... 31 F IGURA 2.7 - V ARIAÇÃO DO ABATIMENTO EM RAZÃO DA ADIÇÃO DE AGREGADOS MIÚDOS RECICLADOS DE CONCRETO (QUEBAUD-BUYLE-BODIN, 1999)............................................................................ 34 F IGURA 2.8 - V ARIABILIDADE DA COMPOSIÇÃO DOS AGREGADOS DE RCD RECICLADOS NO B RASIL (ZORDAN,1997).............................................................................................................................. 38 F IGURA 2.9 - C URVAS GRANULOMÉTRICAS DE AGREGADOS DE RCD RECICLADOS . ................................... 39 F IGURA 2.10 - V ARIABILIDADE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS DE RCD RECICLADOS (QUEBAUD-
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Concreto com agregados graúdos reciclados de concreto : influência da idade de reciclagem...

Concreto com agregados graúdos reciclados de concreto : influência da idade de reciclagem...

Os resíduos de concreto apresentam grande potencial para serem reciclados quando comparados com outros resíduos, entretanto, o número de estudos realizados no Brasil é muito pequeno dificultando a utilização deste material em dosagens estruturais. Em virtude disso, desenvolveu-se um estudo teórico-experimental visando caracterizar algumas propriedades do agregado e do concreto reciclado; no estudo teórico exploraram-se aspectos relacionados à geração, deposição, processos para recuperação, britagem, casos práticos, pesquisas envolvendo reciclados de concreto e as recomendações normativas existentes. No desenvolvimento experimental, analisou-se a influência do período decorrido entre a moldagem e a reciclagem do concreto nas propriedades dos agregados e concretos. Os resultados indicam que resíduos reciclados logo após sua geração, contribuem positivamente para as propriedades mecânicas do concreto, devido à existência de grande quantidade de partículas não-hidratadas de cimento, tais concretos obtiveram resultados superiores para a resistência à compressão e tração quando comparados aos concretos com agregados naturais.
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Avaliação da influência de agregados leves de argila calcinada no desempenho de concretos estruturais.

Avaliação da influência de agregados leves de argila calcinada no desempenho de concretos estruturais.

Contudo, as propriedades dos concretos de cimento Portland estão diretamente relacionadas com o desempenho de suas fases constituintes, assim como da ligação entre elas, característica intrínseca aos materiais heterogêneos. Como os agregados graúdos usualmente representam mais de 50% do volume dos concretos convencionais, sua substituição por agregados leves promove alterações consideráveis nas propriedades dos concretos, que dependem, essencialmente, das características desses agregados. A resistência à compressão, a massa específica, a relação entre essas duas propriedades (denominada Fator de Eficiência) e o módulo de deformação são os parâmetros mais utilizados na caracterização dos concretos leves estruturais, estando diretamente relacionados com o tipo, as propriedades e a granulometria do agregado leve utilizado (ROSSIGNOLO, 2009).
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Uso de agregados reciclados de concreto em blocos de alvenaria estrutural

Uso de agregados reciclados de concreto em blocos de alvenaria estrutural

A pesquisa teve como objetivo principal avaliar a incorporação de agregados reciclados de concreto em blocos estruturais de concreto para três classes de resistência (4,5 MPa, 8,0 MPa e 12,0 MPa). O estudo foi desenvolvido basicamente em quatro etapas. A primeira etapa consistiu na análise das propriedades físicas de agregados miúdos e graúdos reciclados de concreto originários de uma fábrica de pré-moldados. Na segunda etapa, foram analisadas as propriedades físicas e mecânicas de corpos-de-prova cilíndricos produzidos com concreto de consistência seca utilizando-se dois tipos de agregados reciclados previamente avaliados. O objetivo foi definir um intervalo de correlação entre a resistência à compressão de corpos-de-prova e blocos, verificar preliminarmente a influência dos agregados reciclados sobre as propriedades físicas e mecânicas e determinar os traços para a próxima etapa. Para a terceira etapa, foi avaliada a viabilidade técnica da produção de blocos com agregados reciclados através da análise de propriedades físicas e mecânicas, sendo também avaliada a viabilidade econômica pela proposição de algumas alternativas para reciclagem. De maneira geral, independentemente do grupo de resistência avaliado, todas as unidades com agregados graúdos reciclados cumpriram os requisitos estabelecidos; já para o estudo econômico, todas as hipóteses atestaram a viabilidade da produção de unidades com agregados reciclados com custos de produção e comercialização inferiores aos das unidades comumente produzidas. Finalmente, a quarta etapa, consistiu na avaliação da retração por secagem em miniparedes, resistência à compressão e módulo de deformação de elementos (prismas e miniparedes) produzidos com as unidades da etapa anterior. Em função dos resultados obtidos, pode-se afirmar que apenas a propriedade de retração por secagem foi afetada pelas unidades com agregados reciclados; nesse caso, a redução da distância entre juntas de controle foi considerada uma medida suficiente para minimizar os efeitos da retração por secagem.
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Novas diretrizes para a seleção granulométrica de misturas asfálticas densas com foco na deformação permanente

Novas diretrizes para a seleção granulométrica de misturas asfálticas densas com foco na deformação permanente

Ressalta-se que essa percepção do papel estrutural dos agregados na mistura asfáltica não é recente. Nijboer (1948) já destacava a importância dos agregados graúdos para que as misturas asfálticas alcançassem as propriedades mecânicas desejadas, principalmente a resistência à deformação permanente. O referido autor afirmava que ao aumentar a quantidade de agregados graúdos na composição granulométrica, haveria a formação de um esqueleto resistente a partir dessas partículas. Esse esqueleto seria independente do tamanho máximo dos agregados e função apenas da quantidade de agregados graúdos. Em seu trabalho, o intertravamento do esqueleto de agregados graúdos é considerado o melhor mecanismo de resistência à deformação permanente. Além disso, caso a quantidade de agregados graúdos seja adequada, não deve haver maiores preocupações com os agregados miúdos. Todavia, atualmente sabe-se que o excesso de material miúdo e fino produz uma espécie de lubrificação entre os agregados mais graúdos, o que pode prejudicar a resistência à deformação permanente. Um conceito elaborado por Nijboer (1948), e que também está presente no método FAD, é o de agregados flutuantes. Quando uma mistura asfáltica possui uma pequena quantidade de agregados graúdos essas partículas podem ser consideradas como sólidos em suspensão numa mistura de ligante asfáltico e agregados miúdos.
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Esqueletização multiescala para análise de forma de agregados

Esqueletização multiescala para análise de forma de agregados

Os métodos laboratoriais destinados à determinação da forma dos agregados utilizam equipamentos simples, po- rém, muitas vezes os ensaios são trabalhosos, demorados e subjetivos. Atualmente, vários métodos computacionais com base em análise de imagens vêm sendo propostos, afim de avaliar características importantes dos agregados de ma- neira mais direta e objetiva. Dentre estes, incluem-se as abordagens baseadas na Transformada de Hough (Wilson e Klotz, 1996); morfologia fractal para avaliar a angularidade do agregado miúdo (Masad et al., 2000); decomposição Wavelet em escala de cinza para análise da textura superfi- cial utilizando imagens binárias para caracterização da forma do agregado (Chandan et al. 2004); e análise de Fou- rier aplicada aos perfis das partículas de agregados para de- terminar a angularidade (Bowman et al., 2001). Além des- ses, pode-se citar o método de curvatura multiescala para análise de forma e de angularidade dos agregados graúdos e miúdos (Gouveia et al., 2010), método de entropia para a determinação do grau de alteração de agregados de basalto (Gouveia et al., 2011 e Gouveia et al., 2013) e sistemas au- tomáticos de caracterização dos agregados quanto à sua ge- ometria tais como, o Blob3D (Ketcham e Shashidhar, 2001), o qual analisa quantitativamente as características de misturas asfálticas através de imagens tomográficas com raio X; e o Aggregate Imaging Measurement System (AIMS) (Fletcheret al. 2002), que apresenta um mecanismo de aquisição de imagens e um software que analisa a forma e a angularidade de agregados graúdos e miúdos. Também outras características importantes para a caracterização de agregados como resistência ao polimento e degradação (Mahmoud e Masad, 2007; Bessa et al., 2014) e classifica- ção do estado de alteração utilizando redes neurais (Sen- ger e Gouveia, 2010) foram avaliadas utilizando métodos de processamento de imagens.
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Estudo e avaliação de agregados reciclados de resíduo de construção e demolição para argamassas de assentamento e de revestimento (Study and evaluation of construction and demolition waste recycled aggregates for masonry and rendering mortars)

Estudo e avaliação de agregados reciclados de resíduo de construção e demolição para argamassas de assentamento e de revestimento (Study and evaluation of construction and demolition waste recycled aggregates for masonry and rendering mortars)

de água e o teor de materiais pulverulentos dos agregados; iv) tendo em vista os altos coeficientes de inchamento, além das variações da umidade crítica dos agregados de RCD, alerta-se para uma possível alta variabilidade da quantidade de materiais nos traços das argamassas, quando elas são dosadas em volume nas obras; v) os agregados provenientes de RCD não podem ser classificados apenas quanto à composição do material (cerâmico ou cimentício), devendo ser feita uma avaliação completa das suas características, as quais podem ser muito variáveis de acordo com a origem do resíduo e seu processamento; vi) percebeu-se um comportamento diferenciado nas curvas de inchamento dos agregados reciclados em comparação com as curvas convencionalmente obtidas para areia natural; para os agregados de RCD elas apresentaram um retardo no princípio do inchamento, havendo inicialmente uma manutenção do volume e até mesmo uma pequena retração do material; vii) os agregados mais grossos, de maior dimensão máxima característica, propiciam maiores resistências à tração e à compressão das argamassas; viii) existe uma boa correlação entre massa unitária dos agregados (parâmetro que conjuga, por meio do encaixe espontâneo do material, a granulometria, a forma e a massa específica dos grãos) e a quantidade de água das argamassas, necessária para produzir trabalhabilidade adequada às misturas (medida, na presente pesquisa, pela relação água/ materiais secos); ix) a retração das argamassas com RCD p ôde ser parcialmente explicada pelos seguintes parâmetros: teor de material pulverulento do agregado (retração aos 28 dias) e teor de finos totais das argamassas (retração aos 5 dias); x) as resistências das argamassas (à compressão e à tração na flexão) e a massa unitária dos agregados podem ser correlacionadas por regressão linear crescente (R>0,8). Essas correlações não foram ainda melhores porque as argamassas têm, em função das premissas de dosagem, composições e proporcionamentos um pouco diferentes, parâmetros estes que também influenciam na resistência.
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Reações de transferência de acila em microemulsões água/óleo: hidrólise de benzoatos...

Reações de transferência de acila em microemulsões água/óleo: hidrólise de benzoatos...

As interações dipolo-dipolo e, quando possível, ligações de hidrogênio entre os grupos polares do tensoativo são os principais fatores que favorecem a agregação de tensoativos em solventes orgânicos (KERTES e GUTMAN, 1975; HONIG e SINGLETERRY, 1956). Isso torna a agregação dependente tanto da constante dielétrica como da polaridade microscópica do solvente (EL SEOUD e EL SEOUD, 1982; EL SEOUD e EL SEOUD, 1983). Ela é inibida quando as cabeças polares do tensoativo interagem com o solvente, como, por exemplo, nas soluções de tensoativos em metanol e etanol (PERI, 1969; KITAHARA, 1962). Outro fator que limita a agregação é a redução da liberdade rotacional e translacional dos grupos hidrofóbicos do tensoativo com a formação de agregados (RUCKENSTEIN e NAGARAJAN, 1980).
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Variabilidade espacial de atributos mineralógicos de um latossolo sob diferentes formas do relevo: II - correlação espacial entre mineralogia e agregados.

Variabilidade espacial de atributos mineralógicos de um latossolo sob diferentes formas do relevo: II - correlação espacial entre mineralogia e agregados.

Adotando-se a classificação para o coeficiente de variação (CV) proposta por Warrick & Nielsen (1980), os agregados < 1 mm apresentaram valor alto (> 24 %). O valor de CV para os agregados > 2 mm foi classificado como médio (entre 12 e 24 %), e para DMG, baixo (< 12 %). A medida estatística CV permite comparar a variabilidade entre amostras de variáveis com unidades diferentes, porém não permite analisar a variabilidade espacial dos atributos do solo nem seu padrão espacial. Nesse sentido, a variação dos atributos observada neste estudo justifica a análise da dependência espacial para melhor entendimento do padrão de ocorrência desses atributos.
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Estabilidade isomérica e ligações de hidrogênio em agregados e líquidos molecula...

Estabilidade isomérica e ligações de hidrogênio em agregados e líquidos molecula...

fases gasosa e l´ıquida vimos que de um modo geral, as energias de liga¸c˜ ao dos agregados isolados mostram uma estabilidade energ´etica maior que nas estru- turas do l´ıquido. A diferen¸ca entre a energia de liga¸c˜ ao das estruturas com a mesma quantidade de mol´eculas em fase gasosa e l´ıquida nos mostra que no l´ıquido, as estruturas est˜ao com energia cerca de 30% mais fracas que nos agre- gados gasosos. J´a para a energia de mol´eculas que n˜ao interagem diretamente no agregado a energia mostra um um valor negativo de −0, 11 kcal/mol, o que significa que a presen¸ca de uma segunda mol´ecula de ´agua no agregado 1:2 isolado tende a estabilizar ligeiramente este agregado. Embora as energias de intera¸c˜ ao do par ´agua-´agua dos agregados 1:2 mostrem comportamentos distin- tos quando isolados ou em l´ıquido, devemos salientar que a magnitude destas energias s˜ao muito pequenas e por isso contribuem muito pouco para a energia de intera¸c˜ ao total das estruturas. Para as energias de intera¸c˜ ao de trˆes corpos, U 3 , vemos que tanto no agregado gasoso quanto nas estruturas do l´ıquido, temos
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Compressibilidade de agregados de um Latossolo Amarelo da Amazônia em resposta ao potencial da água do solo.

Compressibilidade de agregados de um Latossolo Amarelo da Amazônia em resposta ao potencial da água do solo.

inferior a 0,06, para a curva característica. Isso indica boa exatidão das análises laboratoriais, boa homogeneidade dos dados e, portanto, confiabilidade para trabalhar com os dados médios apresentados. Comparando-se os agregados do horizonte A com os do horizonte B (Figura 2), verificou-se que: (a) os índices de vazios (e) e de água (θ) foram sistematicamente maiores para os agregados do horizonte B; (b) o índice de ar (a) diminuiu regularmente entre os potenciais -1.000 e -1 kPa, tornando-se muito pequeno em -1 kPa, quando os agregados estavam quase que saturados por água, enquanto, para o potencial -1.000 kPa, o índice de ar foi pequeno para os agregados dos dois horizontes do solo estudado. Segundo esses resultados, os agregados do horizonte B apresentaram maior capacidade de retenção de água e um volume de vazios maior que os agregados do horizonte A, o que pode ser confirmado pela análise da curva de característica dos maciços de agregados (Figura 2). A umidade é sistematicamente mais elevada nos agregados do horizonte B (Figura 2), principalmente para os potenciais matriciais maiores que -32 kPa, nos quais a umidade do solo é dependente da distribuição dos poros e, por conseqüência, influenciada pela estrutura do solo (Mathieu & Pieltain, 1998), indicando que o volume de poros de tamanho superior a 5 µm é mais importante no horizonte B do que no horizonte A.
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Comportamento reológico e mecânico de argamassas com agregados leves

Comportamento reológico e mecânico de argamassas com agregados leves

Para as argamassas com agregados leves, os comportamentos foram bastante distintos, pelo que se fará uma síntese apenas dos fatores que se julgam mais importantes. Como já foi verificado, constatou-se uma destruição estrutural irreversível para todas as argamassas em estudo. Foi também verificado que as dosagens de água utilizadas possuem um papel fundamental no desenvolvimento de comportamentos do tipo espessantes ou fluidificantes, tendo estes comportamentos quase sempre oscilado, com a forma como se ajustou as dosagens da argamassa, para a consistência pretendida. Também se observou a influência do tipo, natureza e forma do agregado no comportamento reológico das argamassas. Constatou-se que, com o aumento da percentagem de substituição, o torque tende a diminuir na maioria dos casos, devido às propriedades viscoelásticas que caracterizam estes materiais e que permitem que estes se deformem sem expansão lateral. Analogamente, também o comportamento espessante de algumas argamassas se encontra associado às propriedades que caracterizam estes materiais, nomeadamente ao seu elevado poder de absorção. Observou-se ainda que todas as argamassas com baixa percentagem de substituição, nomeadamente aquelas com 25%, apresentam um comportamento fluidificante devido à baixa percentagem de substituição que caracteriza estas argamassas, tendo-se verificado um maior torque para as argamassas com argila expandida e o menor para as argamassas com EPS.
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