Água de Poço - Irrigação

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Adubação da mamoneira com NPK irrigada com água de esgoto doméstico tratado e água de poço.

Adubação da mamoneira com NPK irrigada com água de esgoto doméstico tratado e água de poço.

Pesquisa realizada em Fortaleza - CE, determinou para cultura de sorgo irrigado com esgoto doméstico tratado, teores de proteína iguais a 10,86% e 12,15%, no grão e na palha, respectivamente, enquanto que para o sorgo irrigado com água de poço esses teores foram de 10,09% e 10,82% (Mota, 1980). A irrigação com efluente de esgoto tratado na cultura do pepino contribuiu significativamente para o aumento no teor de N, nitrogênio amoniacal, nitrato, K, Ca, Mg, Zn e S retidos na solução do solo ( Azevedo & Oliveira, 2005). Barreto et al., (2008), estudando a mamona BRS Energia em Campina Grande-PB, concluíram que a altura da planta, o diâmetro caulinar e a área foliar, nos intervalos de tempo estudados, foram maiores com a aplicação de água residuária em comparação com água de abastecimento e com a mistura das duas. Em experimento com a cultivar IAC Guarani em Aquiraz-CE, o peso médio das sementes por planta nos racemos terciários foi aproximadamente 42% maior com o uso da fonte de água com esgoto sanitário tratado (Sales, 2008).
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Potencial de captação da chuva e avaliação da qualidade de água de cisternas em Poço Redondo, Sergipe

Potencial de captação da chuva e avaliação da qualidade de água de cisternas em Poço Redondo, Sergipe

A composição da água de chuva, antes de atingir o solo, varia de acordo com a localização geográfica do ponto de amostragem, com as condições meteorológicas (intensidade, duração e tipo de chuva, regime de ventos, estação do ano, etc.), com a presença ou não de vegetação e também com a presença de carga poluidora. No aproveitamento da água de chuva, são usados os telhados e dependendo dos materiais utilizados em sua confecção, pode-se aumentar o nível de contaminação através de fezes de pássaros, fezes de ratos e outros animais, bem como poeiras, folhas de árvores, revestimento do telhado, fibrocimento, tintas, etc. Mas em geral, a água de chuva não possui dureza e pode ser usada em irrigação, processos industriais e piscinas (TOMAZ, 2003).
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Teores de metais pesados em cambissolo irrigado com água residuária doméstica e água de poço.

Teores de metais pesados em cambissolo irrigado com água residuária doméstica e água de poço.

O aporte de nutrientes das águas residuárias doméstica estimula a prática do reuso na produção agrícola, porém a presença de metais pesados, mesmo que em baixas concentrações, pode acarretar problemas ambientais no longo prazo. O presente trabalho objetivou analisar os efeitos da aplicação da água residuária doméstica e água de poço na alteração dos teores de metais pesados em um cambissolo cultivado com pimenta malagueta. Para isso, uma área experimental de 744 m² foi montada no assentamento Milagres em Apodi-RN. Essa área é composta de estação de tratamento de esgoto e de sistema de irrigação por gotejamento. Os tratamentos utilizados foram T1 - 100% de aplicação água residuária doméstica tratada (ART) e 0% de água de poço (AP), T2 - 75% de ART e 25% de AP, T3 - 50% de ART e 50% de AP, T4 - 25% de ART e 75% de AP e T5 - 0% de ART e 100% de AP. No período experimental foram realizadas análises químicas da ART e AP, enquanto do solo foram coletadas amostras nas camadas de 0 a 0,20 m, 0,20 a 0,40 m e 0,40 a 0,60 m para determinação dos valores de pH e do conteúdo de cobre, zinco, ferro e manganês. Os resultados indicaram que os teores de cobre, zinco, ferro e manganês do cambissolo não foram influenciados pelas proporções de água residuária doméstica tratada e de água de poço. Os valores de pH do solo apresentaram tendência de redução nas proporções com mais água residuária doméstica tratada em relação a água de poço.
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Influência da presença de ferro na cor e turbidez e implicações na água de poço para abastecimento público

Influência da presença de ferro na cor e turbidez e implicações na água de poço para abastecimento público

O Nordeste do país tem como característica pouca disponibilidade de recursos hídricos superficiais, altos níveis de evaporação e baixos níveis de precipitações. Dessa maneira, uma alternativa de viável para abastecimento público e irrigação são as águas subterrâneas. Esse recurso hídrico está em uma profundidade de 15 a 3000 metros da superfície, a vista disso, uma maneira de ter acesso às águas subterrâneas são por meio de perfuração de poços. Existem algumas tipos de poços, podendo ser artesianos, tubulares, freáticos ou cacimba. (NAMES, 2012).
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Perfil dos consumidores de água de poço artesiano na cidade de Medianeira

Perfil dos consumidores de água de poço artesiano na cidade de Medianeira

O uso de águas subterrâneas está aumentando devido ao comprometimento da qualidade das águas superficiais, e também pelo desenvolvimento de novas tecnologias para a exportação das águas subterrâneas, o que acarreta no barateamento dos custos de abertura de poços tubulares. Entretanto, não existe um controle efetivo da utilização desta água (CASALI, 2008). Em várias regiões aonde não chega o abastecimento de água convencional, a água subterrânea representa o principal manancial hídrico, sendo utilizado para consumo humano, irrigação, indústria e lazer. Contudo, apesar da importância destas águas, ainda existem poucos estudos hidrogeológicos no Brasil (CASALI, 2008).
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Análise da chegada de água em poços horizontais devido à inclusão da perda de carga no poço

Análise da chegada de água em poços horizontais devido à inclusão da perda de carga no poço

Com o advento da tecnologia de poços horizontais na década de 1980, a análise do acoplamento reservatório-poço e, consequentemente, o escoamento do reservatório para o interior do poço vem despertando grande interesse na indústria de produção de petróleo. Apesar dos trabalhos iniciais utilizarem o modelo de condutividade infinita, no qual a queda de pressão no poço não é considerada, há uma quantidade cada vez maior de estudos que calculam os efeitos da perda de carga em poços horizontais e inclinados. Nos casos em que a queda de pressão no poço é considerada, o efeito da componente aceleracional, que decorre da mudança de velocidade do escoamento devido ao incremento de massa no poço, tem sido ignorado, assim como o efeito direcional do influxo, que tem a capacidade de acelerar ou frear o escoamento, dependendo do seu ângulo de incidência na parede do poço. Assim como as componentes friccional e gravitacional do gradiente de pressão, a componente aceleracional também deve ser incluída no cálculo da queda de pressão no poço. O objetivo deste trabalho é analisar o efeito da perda de carga em poços horizontais e inclinados e o seu impacto no tempo de irrupção da água. Para isso, foi desenvolvido um modelo de poço monofásico que incorpora as três componentes do gradiente de pressão: aceleracional, friccional e gravitacional. O algoritmo pode ser incorporado a outros simuladores de reservatório ou aplicado a modelos analíticos. O algoritmo foi desenvolvido em MATLAB® e acoplado explicitamente ao simulador de reservatório STARS® (Computer Modelling Group). O modelo foi usado para analisar o efeito da vazão de produção, da viscosidade do fluido e da permeabilidade do reservatório na queda de pressão no poço. O impacto de diferentes valores de densidade de canhoneio e inclinação do poço também foi analisado e discutido. Os resultados mostraram que a queda de pressão em reservatórios de alta permeabilidade e em poços de alta vazão é significativa e não deve ser ignorada. A componente aceleracional depende da geometria do duto, das propriedades do fluido e das condições de produção e é mais crítica em completações canhoneadas. No entanto, a sua contribuição nos casos analisados neste trabalho não foi significativa. Ademais, foi demonstrado que a produção de um poço horizontal não é proporcional ao seu comprimento, como é assumido em modelos de condutividade infinita. A vazão de produção depende da queda de pressão no poço.
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O controle da água de irrigação através do teor relativo de água e do índice refratométrico em tomateiro.

O controle da água de irrigação através do teor relativo de água e do índice refratométrico em tomateiro.

Analisando-se os valores de «r» obtidos, nota-se uma boa correlação entre o Teor Relativo de Água e o potencial da água do solo, correlação esta que se apresenta melhor no tratamento a[r]

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MEDIDAS DA CONCENTRAÇÃO DE RADÔNIO-222 EM ÁGUA DE POÇO E SOLO DA REGIÃO DO PINHEIRINHO EM CURITIBA E PROPOSTA DE MITIGAÇÃO DA ÁGUA

MEDIDAS DA CONCENTRAÇÃO DE RADÔNIO-222 EM ÁGUA DE POÇO E SOLO DA REGIÃO DO PINHEIRINHO EM CURITIBA E PROPOSTA DE MITIGAÇÃO DA ÁGUA

Com a movimentação da água através das diferentes formas geológicas, a absorção dos íons é prejudicada. Os íons positivos geralmente são mais absorvidos que os íons negativos, pois partículas carregadas negativamente predominam sobre a superfície do solo. Sendo que menores íons aumentam o Kd, assim são mais absorvidos do que íons maiores. A fração absorvida é geralmente inversamente proporcional ao tamanho da partícula, esta é uma das razões pela qual a argila é um absorvente eficaz (NAS/NRC, 1978).

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Água, irrigação e agropecuária sustentável

Água, irrigação e agropecuária sustentável

águas em zonas de agricultura de sequeiro, o suprimento de água para a criação de animais, aproveitamentos pesqueiros de águas interio- res e agrosilvicultura. Alcançar a segurança alimentar constitui uma alta prioridade em muitos países e a agricultura não deve apenas proporcionar alimentos para populações em crescimento, mas também economizar água para outras finalidades (PROTEÇÃO..., 1992). Os especialistas do tema água e agricul- tura alertam sobre a expansão da irrigação e o risco de obstáculos pelas dificuldades em obter água em disponibilidade suficiente para atender tanto às atuais áreas produtivas como aos novos empreendimentos. Destacam que o crescente uso da água para produzir alimentos – em face da retirada de água da agricultura irrigada para atender às necessidades do meio urbano, da pro- dução industrial e das exigências ambientais que são cada vez maiores – determina a necessidade de obter melhorias no manejo da agricultura irri- gada e da drenagem agrícola, e na eficiência dos métodos/sistemas de irrigação.
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Mudanças climáticas e água para irrigação do meloeiro. - Portal Embrapa

Mudanças climáticas e água para irrigação do meloeiro. - Portal Embrapa

demanda de água para irrigação, na região do Jaguaribe/Apodi, localizada no entre os Estados do Ceará e Rio Grande do Norte. Foi empregado o modelo regional Eta-CPTEC/HadCM3 submetido ao método de redução de escala. Foi utilizado um conjunto da climatologia de base do modelo de 1961 a 1990 e das projeções climáticas futuras, após correção de viés. As coordenadas geográfi cas da região em estudo foram consideradas, a fi m de serem interpoladas num sistema de informação geográfi ca. As mudanças climáticas afetaram a demanda projetada de água para irrigação, com alterações projetadas de evapotranspiração (variando de 28,4% a 33,4%), apesar de aumento na precipitação pluvial (61,9 a 89,9%). A elevação da necessidade hídrica bruta média anual está projetada em 37,5% a 78,2%, para o período de 2031 a 2060, conforme a conforme a época de plantio.
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ESTIMATIVA DA RETENÇÃO DE ÁGUA EM SOLOS PARA FINS DE IRRIGAÇÃO

ESTIMATIVA DA RETENÇÃO DE ÁGUA EM SOLOS PARA FINS DE IRRIGAÇÃO

Além de ser um dos recursos básicos dos ecossistemas naturais e agropecuários, o solo é considerado um recurso finito, frágil e não renovável razão pela qual a manutenção de sua qualidade tem adquirido grande relevância nas últimas décadas. Diversos indicadores de qualidade física do solo têm sido avaliados no intuito de desenvolver práticas de manejo mais adequadas e o momento mais oportuno para efetivá-las, visando conservar os recursos do solo. Para avaliar o armazenamento e a dinâmica da água no solo existem muitas técnicas de campo e de laboratório. No entanto, apesar de serem bastante precisas, exigem a disponibilidade de equipamentos caros e de pessoal treinado para executar de forma adequada às avaliações. Essas técnicas normalmente são utilizadas para fins experimentais, mas devido ao custo não se tornam, muitas vezes, economicamente viáveis para fins de irrigação.
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Influência da irrigação com água salina na cultura do girassol.

Influência da irrigação com água salina na cultura do girassol.

Resumo - O presente experimento foi realizado com o objetivo de avaliar a influência da irrigação com água salina no crescimento e na produção de girassol (híbrido H251), além de monitorar a evolução de alguns atributos químicos do solo ao longo do ciclo da cultura. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com seis tratamentos e cinco repetições. Os tratamentos consistiram de seis diferentes estratégias de irrigação, sendo cinco delas com utilização de água salina. As avaliações de crescimento (altura de planta, diâmetro de caule e número de folhas) foram realizadas aos 20; 40; 60; 80; 100 dias após semeadura (DAS). Aos 100 DAS foi realizada a colheita, ocasião em que se mediu o diâmetro de capítulo, sendo determinados posteriormente o peso de 1000 aquênios e a produtividade de aquênios. As coletas de solo foram realizadas concomitantemente às avaliações de crescimento, nas camadas 0-0,10; 0,10-0,30; 0,30-0,50 m. Os atributos químicos do solo avaliados foram Na + , CE e pH, além das relações Na + /Ca 2+ e Na + /Mg 2+ . A cultura do girassol mostrou-se tolerante à salinidade
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Método empírico para avaliação da qualidade da água de irrigação.

Método empírico para avaliação da qualidade da água de irrigação.

( 8 ) CONVENCAO PARA DADOS SITUADOS FORA DO INTERVALO DE CONFIANfA XXXX.. (IGUAL, SUPER..[r]

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Estudo da qualidade da água distribuída pelo poço artesiano da FEG em relação à água servida pelo abastecimento público de Guaratinguetá

Estudo da qualidade da água distribuída pelo poço artesiano da FEG em relação à água servida pelo abastecimento público de Guaratinguetá

Foi realizado um estudo da qualidade das águas distribuídas pelo Poço Artesiano em relação à água servida pelo Abastecimento Público, para fins de consumo humano do Campus da UNESP de Guaratinguetá. Dois trechos da rede foram escolhidos aleatoriamente e monitorados durante 105 dias: o trecho da canalização A iniciou-se na saída da Estação de Tratamento de Água do Serviço Autônomo de Água, Esgoto e Resíduo do Município de Guaratinguetá e finalizou-se em um ponto de consumo do Centro de Convivência Infantil da Faculdade de Engenharia, enquanto que, o trecho B iniciou-se na saída do Poço Artesiano e finalizou-se num ponto de consumo do Departamento de Engenharia Civil. Verificou-se a deterioração da qualidade das águas nos trechos A e B, através de análises comparativas de Bicarbonatos, Dureza Total, Ferro Total, Cloro Residual Livre, pH, Resíduo Total, Turbidez, Condutividade, Cor, Coliformes Fecais e Coliformes Totais. Dentre as observações que podem ser destacadas: a Dureza Total foi encontrada em maior concentração no trecho A; para o Ferro Total foram obtidas variações significativas para ambos os trechos, e redução deste parâmetro nos dois pontos de consumos analisados, e não o aumento esperado da concentração, devido o contato da água ao longo da tubulação; o CRL apresentou uma depleção significativa para o trecho A, o qual pode estar relacionado com as impurezas presentes na água, presença de biofilme nas paredes das tubulações, ou por este ser o trecho de maior extensão a ser percorrido pela água; para o pH, este indicou que a água é alcalina no trecho A e ligeiramente ácida no trecho B; para a Turbidez foi encontrada a concentração maior para o trecho A, e uma redução considerável deste parâmetro no ponto de consumo, devido à deposição das partículas em suspensão ao longo do trecho; a Condutividade também apresentou uma maior concentração no trecho A, assim como um aumento desse parâmetro no ponto de consumo. Na saída do Sistema de Tratamento a água servida pelo Poço Artesiano, apresentou qualidade superior para os parâmetros analisados, com exceção da alcalinidade e dos resíduos sólidos totais, que aquela do Sistema de Abastecimento Público. Todos os resultados foram apresentados em conformidade com os Padrões de Potabilidade da Portaria MS 518/04.
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Aplicador portátil de produtos químicos via água de irrigação.

Aplicador portátil de produtos químicos via água de irrigação.

Essa diferença de pressão, equivalente ao dobro da carga de velocidade, p r e picia a criaç30 de um grandiente positivo de energia quando se coneçta o par de tubos de[r]

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Influência da qualidade da água de irrigação na dispersão da argila de Latossolos.

Influência da qualidade da água de irrigação na dispersão da argila de Latossolos.

produtividade das culturas mais sensíveis. Essas variáveis também foram utilizadas por Hussain & Al-saati (1999), para avaliar a qualidade da água residuária a ser utilizada na agricultura, acrescido da determinação do carbonato de sódio residual - CSR. Como a Ciência do Solo teve maior desenvolvimento inicialmente nas regiões de clima temperado, a maior parte dos trabalhos realizados aplica-se aos solos daquelas regiões, os quais apresentam predomínio de cargas negativas permanentes (Raij, 1986). Porém, em condições tropicais úmidas, os processos de pedogênese, notadamente os que estão associados ao fenômeno do intemperismo-lixiviação, são intensos, por meio dos quais são removidas sílica e bases trocáveis do perfil do solo, resultando na dominância de argilas de mineralogia diferente das encontradas nos solos de regiões de clima temperado (Lima, 1992). A caulinita, gibbsita, goethita e hematita destacam-se como minerais predominantes em solos mais intemperizados, como os Latossolos e Argissolos brasileiros. Esses quatro minerais de argila podem, no entanto, apresentar comportamento diferenciado, de acordo com as condições de seu ambiente de formação (Rodrigues Neto, 1996).
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Determinação do preço eficiente da água para irrigação no Projeto CuruParaipaba

Determinação do preço eficiente da água para irrigação no Projeto CuruParaipaba

Embora as despesas sejam eqüitativas, cada produtor capta uma quantidade diferente de água. Segundo RANDALL (1987), este é um exemplo típico de falha de mercado conceituado como uma atenuação do direito de propriedade. A água passa a ser um bem não-exclusivo e um eventual “mer- cado de água” passa a ser distorcido e a emitir permanentemente sinais errados. O preço não raci- onaliza o uso da água. Não é assegurado ao pro- dutor que esteja disposto a pagar mais pela água, tê-la na quantidade e tempo ótimo requeridos pelas culturas. Numa categorização específica feita por RANDALL (1987), este sistema de provisão é do tipo “rival e não exclusivo”.
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Manejo da água na irrigação da alfafa num Latossolo Vermelho-Amarelo.

Manejo da água na irrigação da alfafa num Latossolo Vermelho-Amarelo.

Todas essas dificuldades têm levado os irrigantes a adotar o manejo de maior erro do ponto de vista técnico, econômico e ecológico, que é a aplicação da água com base em freqüências e lâminas de irrigação predeterminadas, ou seja, para cada 5, 6, 7, 8 ou 10 dias sem chuvas (freqüências), aplicam-se, respectivamen- te, 5, 10, 15, 20 ou 25 mm de água (lâminas). Essa prática não ocorre apenas em nossas condições, pois na Índia, onde a irrigação é muito utilizada, diversos trabalhos foram realizados visando aumentar a efici- ência do uso da água, por meio de métodos de fácil aplicação (Hukkeri et al., 1977; Gill & Malik, 1983; Lal, 1987). Com relação ao aumento da eficiência no uso da água de irrigação, Gilley et al. (1981), nos EUA, verificaram que, diminuindo ou mesmo eliminando a irrigação em alguns estádios das culturas, não havia queda substancial da produção. No Brasil, resulta- dos semelhantes foram obtidos por Rassini & Leme (2001), os quais constataram que a água aplicada no início do estádio vegetativo da alfafa não aumentou o rendimento de forragem, determinando menor de- senvolvimento radicular.
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Desempenho do irrigâmetro no manejo da água de irrigação na cultura do feijoeiro

Desempenho do irrigâmetro no manejo da água de irrigação na cultura do feijoeiro

! Neste trabalho teve se por objetivo avaliar o desempenho do Irrigâmetro no manejo da água de irrigação, conduzido na cultura do feijoeiro, comparativamente ao uso dos métodos padrão de estufa, tensiôme tro, Bouyoucos, estação meteorológica automática e tanque Classe A. O Irrigâmetro foi ajustado às característi cas de solo, cultura do feijão e equipamento de irrigação para confeccionar as réguas de manejo. Para estimati va direta da evapotranspiração da cultura do feijoeiro nos seus estádios de desenvolvimento, o Irrigâmetro ope rou com alturas dos níveis de água dentro do evaporatório iguais a 2, 3 e 5 cm, correspondendo aos estádios de desenvolvimento inicial, desenvolvimento vegetativo e floração, respectivamente. A umidade obtida pelo méto do padrão de estufa foi adotada como referência nas comparações das lâminas de irrigação. O Irrigâmetro pode ser usado no manejo da irrigação para determinar diretamente o consumo de água por uma cultura, em qualquer estádio de desenvolvimento; os métodos que estimam a evapotranspiração da cultura superestimaram a lâmina de irrigação recomendada pelo método padrão de estufa, ocorrendo comportamento contrário com os que deter minam a umidade atual do solo.
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Valor econômico da água para irrigação: uma aplicação do método residual

Valor econômico da água para irrigação: uma aplicação do método residual

O objetivo principal deste trabalho foi determinar o preço eficiente da água destinada a irrigação do Projeto Apodi-CE. Utilizou-se as curvas de demanda por água no curto prazo, obtidas pelo método residual. Foi também estimada a elasticidade da demanda derivada por água, que é um parâmetro de considerável interesse econômico. Os custos operacionais e receitas das culturas selecionadas, foram apurados pela Secretaria de Agricultura Irrigada do Estado do Ceará – SEAGRI, referentes ao segundo semestre de 2000. Estes dados foram complementados por resultados de pesquisas sobre o assunto e por informações da FAPISA (Federação das Associações de Projetos de Irrigação do Jaguaribe – Apodi). Os resultados indicaram que a sinalização resultante do preço eficiente, é uma das formas mais precisas de assegurar o uso racional de água, podendo levar o produtor a ganhos substanciais, além de ser um instrumento eficaz de gerenciamento de projetos de irrigação. O estudo também mostrou que a contribuição da água a renda bruta do Projeto foi de 32,6%, ficando o restante disponível para remunerar os fatores fixos.
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