Água - Gerenciamento - Cariri

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Gerenciamento das fontes no cariri: uma perspectiva integrada e

Gerenciamento das fontes no cariri: uma perspectiva integrada e

Conforme o Decreto n o 20.423, de 26 de março de 1998 do Estado do Pernambuco que dispõe sobre a conservação e a proteção das águas subterrâneas afirmando em seu Capitulo I do Art. 73 que os aqüíferos intersticiais de bacias sedimentares que se estendem para outros Estados, sobremaneira, o aqüífero Beberibe na região costeira e os aqüíferos superpostos da Bacia Sedimentar do Araripe, e do Jatobá deverão ser objeto de convênios bilaterais ou plurilaterais, entre os Estados vizinhos, nos quais sejam contempladas, dentre outras, as seguintes preocupações: I - condições de outorga do uso da água; II - medidas acauteladoras para evitar a super- explotação e exaustão das reservas hídricas; III - medidas preservadoras da qualidade da água; IV - eliminação ou minimização de efeitos poluidores das águas subterrâneas; V - interação entre os recursos hídricos subterrâneos e superficiais, tendo em vista sobretudo os problemas relativos à recarga do aqüífero; VI - planejamento adequado para gestão conjunta dos recursos hídricos subterrâneos.
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PERDAS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA EM COMUNIDADES RURAIS NA REGIÃO METROPOLITANA DO CARIRI

PERDAS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA EM COMUNIDADES RURAIS NA REGIÃO METROPOLITANA DO CARIRI

O desperdício dos recursos hídricos em Sistemas de Abastecimento de Água (SAA’s) é um tema corriqueiro e caracteriza um relevante problema perante a escassez hídrica. Nesse cenário, o objetivo geral da pesquisa foi analisar as perdas de água na distribuição dos SAA’s em comunidades rurais, atendidas em 2018, pelo Sistema Integrado de Saneamento Rural da Bacia do Salgado (SISAR-BSA), localizadas na Região Metropolitana do Cariri (RMC). Para isso, foram coletadas no banco de dados do SISAR-BSA as variáveis: Índice de Perda da Distribuição (IPD), Número de Ligações Ativas, Consumos (m³) e Taxas de Cobranças do m³ (R$), referente ao período da pesquisa. Verificou-se que das vinte e sete comunidades rurais, oito estiveram acima da média nacional (38,3%) determinada em 2017 pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), entre estas, Cachoeira dos Gonçalves (57,40%), em Crato, ainda se apresentou com média anual superior a do Ceará (45,5%). A partir da Água Não Faturada (ANF) das comunidades rurais, mensurou-se uma perda financeira a prestadora de saneamento igual a R$ 251.895, 86 (duzentos e cinquenta e um mil oitocentos e noventa e cinco reais e oitenta e seis centavos). A análise demonstrou uma relevante variação de perdas na distribuição, caracterizando a falta de regularidade no seu controle, surgindo como um indicativo de fragilidade no gerenciamento do recurso hídrico.
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GERENCIAMENTO DE RISCOS AMBIENTAIS EM MUNICÍPIOS DA REGIÃO METROPOLITANA DO CARIRI (CEARÁ)

GERENCIAMENTO DE RISCOS AMBIENTAIS EM MUNICÍPIOS DA REGIÃO METROPOLITANA DO CARIRI (CEARÁ)

No bairro Seminário foi realizado, em outubro de 2012, um diagnóstico da saúde dos moradores situados em áreas de risco, especificamente os que habitavam locais próximos à área de erosão intensa. Para esse diagnóstico foram observados os aspectos do meio físico e realizada uma entrevista estruturada com moradores de 20 residências. Durante a visita de campo observou-se que, além das ocupações irregulares, a área era palco de deposição de lixo e de entulho. O aspecto do local próximo à voçoroca era desolador; verificou-se a falta de serviços públicos, a ausência de infraestrutura e a fragilidade das casas situadas no limite da encosta. Os moradores ficaram, por muitos anos, sujeitos à poluição do ar, da água e do solo, situação agravada por ações inadequadas, como o consumo de água sem tratamento.
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O Cariri cearense: da ocupação do território à institucionalização da região metropolitana do Cariri

O Cariri cearense: da ocupação do território à institucionalização da região metropolitana do Cariri

A urbanização no seu sentindo mais simples, o de aglomeração de pessoas, ocorreu desde o momento em que as atividades produtivas passaram a basear-se nas trocas comerciais. As primeiras cidades surgiram quando a evolução da agricultura permitiu a produção e estocagem de excedentes. Porém, foi com a industrialização que a urbanização se torna intensa. De acordo com Singer (1987), a revolução industrial teve por palco, desde o inicio, a área urbana. Ela exige, em sua proximidade, a presença de um grande número de trabalhadores. No que concerne ao Cariri cearense, a ocupação do seu território está associada à circulação dos excedentes agrícolas produzidos e reproduzidos sob a hegemonia do capital mercantil e em decorrência do desenvolvimento da pecuária extensiva que promoveu a ocupação territorial do Ceará. A partir da década de 1960, a região passou por mudanças na sua estrutura produtiva devido às políticas de planejamento industrial do governo do Ceará. No entanto foi na década de 1990 que a região se consolida como polo econômico e urbano devido às políticas de atração de investimentos do governo do estado do Ceará. Esta política propiciou a dinamização do comércio e dos serviços marcando o predomínio das atividades terciárias na região, com destaque para o comércio varejista, atacadista, serviços médicos e ensino. Os investimentos também consolidaram o parque industrial da região tornando-o diversificado, com destaque para os setores calçadista, extrativo mineral, minerais não metálicos, material de transporte, química farmacêutica, alimentos e bebidas, borracha e couros e construção civil. Posto isto, o objetivo geral deste trabalho é analisar a região do Cariri cearense da ocupação do seu território a institucionalização da sua Região Metropolitana, para compreender quais fatores influenciaram o Cariri cearense a se tornar uma região importante em termos urbanos e econômicos no interior cearense. Com o intuito de desenvolver a presente pesquisa no que refere-se à perspectiva metodológica, a pesquisa é pautada em estudos bibliográficos e também utiliza-se de análise de dados secundários (populacionais, PIB, taxa de urbanização, emprego) das principais bases de dados do país, como IBGE, IPEADATA e RAIS-MTE.
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Gerenciamento de efluentes de um frigorífico / Effluent management of a refrigerator

Gerenciamento de efluentes de um frigorífico / Effluent management of a refrigerator

O mercado do abate bovino vem crescendo anualmente, ao mesmo tempo que a geração de resíduos e efluentes vem gerando impactos ambientais. O objetivo desta pesquisa é identificar as práticas de gerenciamento de efluentes, bem como da taxa de água utilizada na atividade de corte bovino de um abatedouro frigorífico localizado no município de Paragominas-PA, para traçar um panorama da conjuntura empresaria no que tange ao gerenciamento dos resíduos líquidos. O frigorífico possui uma média de consumo total diário de água de 1.173.716, 67 litros e uma média de abate de 293 cabeças/animais.dia. Observa-se que os maiores percentuais de Consumo Direto identificados, foram na etapa de Abate e Sala da Desossa (52%) e Sala dos Miúdos (37%), que correspondem a um consumo de aproximadamente 306.206 l/dia e 217. 877 l/dia, respectivamente. Em relação ao Consumo Indireto, os valores que mais se destacaram foram nos processos de Pré-Limpeza dos Pisos (33%) e Higienização Geral (31%), nos quais representam um consumo de 194.323 l/dia e 182.546 l/dia. A produção média diária de efluente equivale a aproximadamente 938.973 l/dia. A análise dos dados obtidos indicou que as atividades que demandam consumo de água totalmente não potável são 4, que, somando todas elas resultam em 423.978 litros por dia que corresponde a uma economia de aproximadamente 137.368.872 litros de água por ano, considerando que o frigorífico funcione dentro de 27 dias por mês e em 12 meses. Portanto, um importante instrumento ambiental, que promove ações conscientes fundamentadas na gestão desses efluentes, por meio da sensibilização e da difusão de conhecimentos, é o Programa de Educação Ambiental e capacitação dos funcionários com uso de ferramentas visuais para transmissão em massa de informações pertinentes ao uso racional e sustentável dos recursos hídricos.
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Avaliação da Qualidade da Água do rio Pitimbu

Avaliação da Qualidade da Água do rio Pitimbu

Figueiredo Filho (1999) no seu Parecer Técnico sobre a implantação de um Resort às margens do rio Pitimbu em Nova Parnamirim, entre o trecho Ponte Velha e a lagoa do Jiqui relata que o primeiro grande impacto ao meio físico, verificado na região em foco, ocorrido durante a implantação da rodovia Parnamirim - Nova Parnamirim, devido à grande quantidade de aterros nas partes baixas dominadas por paleodunas e aos cortes no aqüífero Barreiras para retirada de piçarra, expondo o material as erosões eólica e pluvial, com o escoamento de correntes de massa em direção à bacia do rio, causando o seu assoreamento. Porém, entende que a retirada desse material próximo ao leito menor do rio Pitimbu, além de areia das dunas fixas para aterro e de areia fina branca para a construção civil, está sendo o principal impacto atualmente verificado. Conclui que o meio físico está sendo agredido de forma quase irreversível, não havendo, aparentemente, nenhum comprometimento com a preservação do meio ambiente. Entende que se deve exigir o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) para todos os empreendimentos, conforme legislação pertinente, estando sujeito, portanto, à aprovação sem a outorga de licença prévia. Sugere, ainda, a criação de uma área de preservação hídrica, haja vista a grande importância desse manancial hídrico para o Município de Natal, principalmente, como fonte de água superficial de razoável qualidade e por constituir-se numa importante zona de recarga dos mananciais hídricos subterrâneos.
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Desastres relacionados à água no Brasil: perspectivas e recomendações.

Desastres relacionados à água no Brasil: perspectivas e recomendações.

Ainda no contexto dos aspectos envolvendo perigos sócio-naturais relacionados à água, é importante considerar que o consumo de água não potável representa riscos à saúde da população. De acordo com Confalonieri (2011), há uma interface entre os recursos hídricos e a saúde humana, ligados através de sistemas biofísicos (ecossistemas), sistemas socioeconômicos e políticos (ciclo hidrossocial) e sistemas de saúde. Confalo- nieri (2011) categoriza as doenças contagiosas transmitidas através da água: podem ter origem diretamente da água, como giardíase, criptosporidíase e cólera; no contato com a água, como a esquistossomose; ou relacionadas à água, nas situações em que esta é um componente essencial para o ciclo de transmissão, por exemplo, funcionando como um criadouro de mosquitos transmissores de malária e dengue.
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Uma Avaliação do Programa de Apoio ao Arranjo Produtivo Local da Pedra Cariri – Ceará

Uma Avaliação do Programa de Apoio ao Arranjo Produtivo Local da Pedra Cariri – Ceará

3.6.4 - Resultados Apresentados pelo Projeto APL Calcários do Cariri .... 36[r]

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Instrumentos econômicos para gerenciamento ambiental: a cobrança pelo uso da água no estado de São Paulo.

Instrumentos econômicos para gerenciamento ambiental: a cobrança pelo uso da água no estado de São Paulo.

Nesse'sen-: tido, definiu-se que todos os recursos pertinentes à gestão dos recursos hídricos deveriam ser canalizados para o então criado Fundo Estadual de Recursos Hí- dricos - FEHIDRO[r]

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Checklist dos Copepoda Calanoida de água doce do Estado de São Paulo.

Checklist dos Copepoda Calanoida de água doce do Estado de São Paulo.

Os Copepoda Calanoida são microcrustáceos habitantes de águas estagnadas, fazendo parte da comunidade de zooplâncton de lagos, reservatórios e pequenas poças de água de existência transitória. Pertence ao Filo Arthropoda, Subfilo Crustacea, Classe Copepoda, Ordem Calanoida (Matsumura-Tundisi & Da Silva 1999). Esse grupo tem grande importância no meio aquático, pois são organismos que contribuem com maior biomassa servindo de alimento para os organismos que ocupam níveis tróficos superiores tais como alevinos de peixes ou mesmo peixes planctôfagos. A maioria das espécies apresenta um grande endemismo sendo que sua ocorrência é bastante restrita a determinadas áreas e faixas latitudinais (Matsumura-Tundisi 1986). A maioria dos gêneros registrados no hemisfério Sul não ocorre no hemisfério Norte.
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GERENCIAMENTO DE PROJETOS APLICADO EM PLANEJAMENTO LOGÍSTICO

GERENCIAMENTO DE PROJETOS APLICADO EM PLANEJAMENTO LOGÍSTICO

O Gerenciamento das Comunicações do Projeto apresenta os passos para assegurar a geração, captura, distribuição, armazenamento e pronta apresentação das informações do projeto para que sejam feitas de forma adequada e no tempo certo. A gestão da comunicação é, frequentemente, ignorada pelos gerentes de projeto, no entanto nos projetos concluídos com sucesso o gerente gasta 90% do seu tempo envolvido com algum tipo de comunicação (formal, informal, verbal, escrita). Este gerenciamento é composto pelos processos: identificar as partes interessadas, planejar as comunicações, distribuir as informações, gerenciar as expectativas das partes interessadas e reportar o desempenho (DINSMORE e CAVALIERI, 2003; PMI, 2008).
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Património paleontológico do Geopark Araripe (Ceará, Brasil) : análise e propostas de conservação

Património paleontológico do Geopark Araripe (Ceará, Brasil) : análise e propostas de conservação

No Cariri a partir da década de 70, com divulgação deste património a nível nacional e internacional, era comum ouvir-se falar de existência de “peixeiros”. Os “peixeiros” eram escavadores clandestinos que se dedicavam à “pesca dos peixes de pedra”, para vender aos compradores que, na sua maioria, vinham de fora. Na zona rural, esta atividade era sazonal, pois coincidia com período de estiagem. Na altura em que a atividade agrícola não era favorável, a venda dos fósseis tornou-se uma fonte de renda alternativa para muitas famílias. Aliás, ficou tão popular que os “peixeiros” para identificarem as diferentes espécies de peixes fósseis, atribuíam nomes de peixes encontrados atualmente nos rios e açudes do nordeste. Os fósseis do Araripe são tão especiais e com uma perfeição tão grande, que despertam a curiosidade das pessoas. Como diz o senhor Bonifácio Malaquias, talvez um dos primeiros “peixeiros” da região: “A melhor coisa que tem na vida da gente é descobrir uma coisa que a gente nunca viu, e ter quem diga o que é aquilo e só descobrir já é muita coisa, muito mais é saber o que é. Quem tem estudo diz”(Bantim & Saraiva, 2011). Esta aventura clandestina de recolher os fósseis acabou por enriquecer os traficantes de fósseis e dar fama a pesquisadores e museus, à escala mundial. Perante a situação socioeconómica da região e a falta de contacto com o conhecimento científico, a população embarcou neste esquema ilegal, sem compreender o real impacto na integridade do património paleontológico brasileiro.
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Captação e utilização da água

Captação e utilização da água

Introdução: Nos últimos três anos, o Brasil conseguiu construir mais de 100 mil cisternas capazes de armazenar cerca de 1,5 bilhões de litros de água, na região em que ela mais faz falta, no semi-árido brasileiro, na região Nordeste. Hoje, 290 mil famílias nordestinas e mineiras se preocupam menos do que antes com um problema bem conhecido no semi-árido brasileiro – a falta de água. Se vê a necessidade de considerar o manejo da água de chuva dentro de um gerenciamento integrado dos recursos hídricos não só no semi-árido como em outras regiões do Brasil.Os estudantes da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA)/ UNESP- Botucatu, sentem a necessidade de experimentar as práticas e as técnicas da agricultura sustentável no que abrange as construções e sistemas que visam a preservação dos recursos naturais, como a água, de forma econômica e viável. Objetivos: Trazer o tema de sustentabilidade para dentro da universidade, promover e divulgar estudo, pesquisa, experiência e um sistema de captação de água, tendo em vista a importância de contribuir para o desenvolvimento de estratégias de construções com a finalidade de obter o reaproveitamento de água e complementar a formação acadêmica. Métodos: Nivelar o solo, marcar a circunferência da base da cisterna no chão, montar a cisterna, instalar calhas ao redor de todo o telhado que irão direcionar a água coletada para a cisterna e utilizar uma forma de irrigação para aproveitar a água coletada Resultados: atuação prática e teórica destes, na área experimental, promove o acúmulo de conhecimentos, potencializando as discussões e desempenho dos membros na sua formação profissional, aprofundando no nível de discussões entre colegas e professores. As famílias passam a não depender tanto dos caminhões pipa do governo e pode até criar alguns animais e cultivar alimentos.
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FERRAMENTA DE APOIO AO MANEJO DE ÁGUAS PLUVIAIS URBANAS COM BASE EM INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE - SAMSAP

FERRAMENTA DE APOIO AO MANEJO DE ÁGUAS PLUVIAIS URBANAS COM BASE EM INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE - SAMSAP

O Low Impact Development (LID) é definida como “uma abordagem para o desenvolvimento do território que atua com a natureza para a gestão das águas pluviais tão próximo quanto o possível da sua origem. Os seus princípios são a preservação e usufruto das características da paisagem naturais, a minimização da impermeabilização de forma a criar uma drenagem funcional e que vê as águas pluviais como um recurso e não como resíduo (USEPA, 2013). Parece ter sido utilizada, inicialmente, por Barlow (1977) em relatório sobre ordenamento territorial de Vermont (EUA) que teve como objetivo a redução dos custos do manejo de água pluviais, com um desenho próximo a hidrologia natural, com uso de layout e medidas de controle integrado (FLETCHER et al, 2015). Segundo TAVANTI e BARBASSA (2010) o método de Desenvolvimento urbano de baixo impacto (Low Impact Development - LID) atua no gerenciamento e controle do escoamento das águas pluviais, procurando imitar as condições hidrológicas de pré-desenvolvimento do local, usando técnicas de projeto para armazenar, infiltrar, evaporar e diminuir o escoamento superficial. O LID considera o problema de forma integrada, tentando resgatar as características naturais do ciclo hidrológico, enquanto agregando valor à própria cidade.
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Diretrizes para o gerenciamento da água pluvial nas edificações escolares municipais da cidade de Ribeirão Preto.

Diretrizes para o gerenciamento da água pluvial nas edificações escolares municipais da cidade de Ribeirão Preto.

Um grande número de contaminantes químicos, tanto orgânicos como inorgânicos, incluindo pesticidas usados em larga escala nas atividades agro-pastoris, é motivo de preocupação sob o ponto de vista da qualidade da água para consumo, pois alguns deles possuem toxinas e eventualmente são suspeitos de causarem cânceres em seres humanos. Podem eventualmente, alterar os aspectos estéticos da água, como cor e odor (AUSTRÁLIA, 1996). As atividades produtivas antrópicas (indústrias, agricultura, serviços) podem ser fontes importantes de agentes poluentes. Pelo fato de um sistema de captação de água pluvial ser um sistema aberto, sua área de captação e de reservação estão sujeitas ao contato de agressivos efluentes (de qualquer origem), que podem alcançar seu interior em decorrência de vazamentos de tanques de resíduos e alagamento decorrentes de inundações ou ainda, infiltrações de lençóis freáticos superficiais contaminados em fissuras e trincas de reservatórios enterrados. Desde já é importante ressalvar a importância da estanqueidade destes sistemas, pois sua inviolabilidade está diretamente ligada à qualidade da água. A favor do sistema há que se destacar que o princípio de funcionamento do mesmo no tocante à captação, apresenta menor suscetibilidade a este tipo de agressão do que as captações superficiais em rios e reservatórios naturais ou artificiais, situação em que a probabilidade da ocorrência de contaminação química é extremamente elevada.
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OS CONFLITOS DO GERENCIAMENTO DA ÁGUA MINERAL NO BRASIL - ESTUDO DE CASO: ESTADO DO RIO DE JANEIRO

OS CONFLITOS DO GERENCIAMENTO DA ÁGUA MINERAL NO BRASIL - ESTUDO DE CASO: ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Atualmente, os conflitos para a inserção da água mineral na gestão dos recursos hídricos decorrem dos diferentes momentos da história da política brasileira. A legislação de água mineral (Código de Águas Minerais de 1945 e Código de Mineração de 1967) originou-se em governos com políticas centralizadoras, enquanto que a legislação de recursos hídricos (Constituição Federal, de 1988 e a Política Nacional de Recursos Hídricos, de 1997) possui um caráter democrático, descentralizador e multiparticipativo. Este estudo baseou-se numa análise geral dos registros históricos da evolução política, fundamentado na Constituição Federal e legislações referentes a recursos hídricos e minerais. Estes conflitos são muito complexos e graves, principalmente causados pelas seguintes razões: 1) a água mineral é considerada um minério e, legalmente, não faz parte do ciclo hidrológico; 2) áreas de exploração mineral e requeridas estão bloqueadas para uso e ocupação, e 3) áreas mineradas cobrem grandes extensões de municípios, restringindo o crescimento de cidades e ocupando áreas de proteção ambiental; 4) a criação de regulamentações técnicas para o atendimento das necessidades da mineração causam conflitos com outras instituições de outros ministérios, estado e municípios, como o Ministério da Saúde, SERLA-RJ e corpo de bombeiros. Este trabalho conclui que há uma necessidade de criação de parcerias interinstitucionais para o gerenciamento da explotação da água mineral, de acordo com as competências específicas. O gerenciamento maior da explotação dos recursos naturais estaria sob a responsabilidade do ministério (Ministério de Minas e Energia).
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Gestão de projetos em empresas públicas: a implantação do escritório de projetos na empresa de transportes e trânsito de Belo Horizonte S/A / Management of projects in public companies: the implementation of the project office in the transport and transit

Gestão de projetos em empresas públicas: a implantação do escritório de projetos na empresa de transportes e trânsito de Belo Horizonte S/A / Management of projects in public companies: the implementation of the project office in the transport and transit company of Belo Horizonte S/A

A iniciativa de implantação do escritório de projetos na BHTRANS partiu do Diretor- Presidente à época, que era oriundo da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas do Estado de Minas Gerais - SETOP, órgão que já possuía experiência com gestão de projetos. Havia, naquele momento, uma real necessidade de atendimento às metas e prazos para a preparação do município para a Copa do Mundo Fifa 2014, visto que Belo Horizonte foi selecionada como uma das cidades-sedes e, para isso, a criação de um modelo de gerenciamento se tornou propícia e promissora. Neste contexto, a BHTRANS foi responsabilizada pelo gerenciamento dos projetos sustentadores relacionados à mobilidade urbana, com exceção das obras que foram conduzidas pela Superintendência de Desenvolvimento da Capital - SUDECAP. Os projetos sustentadores traduziam o foco principal das políticas e ações da administração municipal e eram parte do “Programa BH Metas e Resultados”, que com metas de curto e médio prazo objetivavam atender o existente planejamento da capital mineira no horizonte até 2030 (BHTRANS, 2017).
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Reestruturações territoriais e novas territorialidades no cariri paraibano: reflexões a partir do Pacto Novo Cariri

Reestruturações territoriais e novas territorialidades no cariri paraibano: reflexões a partir do Pacto Novo Cariri

A pretensão principal do Programa era de identificar as potencialidades que revertessem as condições de estagnação econômica e déficit dos indicadores sociais e de infraestrutura. Para tanto, valorizavam-se as atividades produtivas já desenvolvidas pelas pessoas em seus lugares ou, como preferem alguns, pelo reconhecimento das “vocações” e “potencialidades” de cada município, as quais, na maioria das vezes, resultam de práticas tradicionais que estão diretamente vinculadas ao legado histórico cultural dos lugares. O objetivo, portanto, era de identificar e diagnosticar as atividades com mais aptidões e valor comercial que fossem produzidas nessa parcela do espaço paraibano, possibilitando, por sua vez, a valorização e a inserção do Cariri na esfera produtiva e comercial do capital global. Desse modo, seriam criadas as condições necessárias para gerar emprego e renda e melhorar os indicadores sociais, o que, de certo modo, acabou acontecendo ou ocorreu de forma pouco significativa, quando relacionados à realidade de outras áreas do país, como demonstrado na tabela 1, que apresenta os índices referentes à renda dos municípios participantes do Pacto 16 .
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Análise socioambiental do complexo estuarino-lagunar de Cananéia-Iguape e Ilha Comprida...

Análise socioambiental do complexo estuarino-lagunar de Cananéia-Iguape e Ilha Comprida...

A partir da instituição do PNGC em 1988, sendo seu detalhamento e operacionalização objeto da Resolução da CIRM nº 01 de 21 de novembro de 1990, iniciou-se no Estado de São Paulo os estudos e discussões a respeito do zoneamento ecológico-econômico da zona costeira, tendo sido concluída a primeira minuta de normatização sobre o litoral sul/região estuarina-lagunar entre 1988 e 1999 e nos anos seguintes (1990 e 1991) iniciadas as discussões para o zoneamento no litoral norte. Logo em seguida foram realizados os estudos e discussões públicas visando a elaboração do zoneamento do Vale do Ribeira e da região da Baixada Santista. Nessas regiões foram identificados problemas ligados à especulação imobiliária e sobre a questão de aplicação de legislações ambientais na região (São Paulo, 2005). Neste processo o estado de São Paulo interferiu a nível federal oferecendo sugestões e subsídios técnicos à revisão do Plano Nacional. Esta revisão foi iniciada a partir da análise de resultados realizada em 1992, e foi então estabelecida por meio da Resolução CIRM n. 005 de 03 de dezembro de 1997, gerando o Plano de Gerenciamento Costeiro II - PNGC II, cujo enfoque era o estabelecimento das bases para a consolidação e continuidade das ações já realizadas, bem como a definição de novas diretrizes, tendo em vista a articulação das políticas setoriais do governo em torno dos objetivos comuns.
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O trabalho noturno da enfermagem no cuidado paliativo oncológico.

O trabalho noturno da enfermagem no cuidado paliativo oncológico.

Objetivo: compreender o significado atribuído pelos enfermeiros e técnicos de enfermagem acerca do trabalho noturno, no contexto das enfermarias clínicas de cuidado paliativo oncológico, bem como o modo de trabalho da enfermagem em busca do atendimento das necessidades dos clientes e cuidadores, nesse período. Método: estudo exploratório, qualitativo, utilizando-se a Grounded Theory. Foram entrevistados sete enfermeiros e quatro técnicos de enfermagem, compondo dois grupos amostrais. Geraram-se nove categorias e na análise do conteúdo das mesmas, comparativamente, evidenciou-se conhecimento de destaque, com implicações no trabalho noturno da enfermagem. Tais aspectos foram discutidos no presente estudo em duas das categorias, a saber: descrevendo a prática para compreensão do gerenciamento do cuidado de enfermagem e apontando as dificuldades da prática e do gerenciamento do cuidado de enfermagem. Resultados: evidenciam-se a complexidade do contexto no noturno, considerando o quadro clínico dos clientes e a demanda psicológica desses e dos seus cuidadores, principalmente pela ameaça da morte. Conclusão: a equipe busca atender tais necessidades a partir da comunicação, mas evidencia carência dos serviços assistenciais e sobrecarga. A interdisciplinaridade é uma premissa do cuidado paliativo, em prol da integralidade, e não pode ser negligenciada no trabalho noturno, o que requer atenção e investimento para o desenvolvimento de melhores práticas.
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