Aleitamento materno - Saúde infantil

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Palavras-chave Mortalidade infantil, Aleitamento materno, Saúde infantil

Palavras-chave Mortalidade infantil, Aleitamento materno, Saúde infantil

Embora as estimativas de prevalência dos indi- cadores de amamentação tenham sido obtidas de uma amostra representativa das crianças residentes nas capitais brasileiras e Distrito Federal, não é possível afirmar, no momento da realização do estudo, se os HAC cumpriam os Dez Passos. Dessa forma, as estimativas de impacto da IHAC mediada pelo aumento das prevalências da amamentação podem estar subestimadas, sendo esta uma limitação deste estudo. Contudo, a abordagem da FAP consiste em uma metodologia viável e recomendada que deve ser repetida para avaliar o impacto de intervenções em saúde pública. 17-19
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Aleitamento materno : ações de promoção e de duração em maternidade amiga da criança, Goiânia, Goiás

Aleitamento materno : ações de promoção e de duração em maternidade amiga da criança, Goiânia, Goiás

Para apoiar e promover o aleitamento materno deve-se continuar realizando estudos que monitorem a alimentação infantil, já que são fontes de informações importantes para planejar e avaliar as políticas e programas destinados a esse fim. No sentido de aumentar a duração do aleitamento materno, além de doze meses, deve-se também programar estratégias específicas para evitar a introdução precoce de líquidos e/ou outros alimentos complementares antes dos seis meses de idade 31 . Pedroso et al., 32 observaram, em pesquisa realizada sobre a saúde infantil na região metropolitana de São Paulo, maior frequência de introdução precoce de suplementos alimentares entre os moradores de favelas, que apresentam as piores condições de vida do município. Percebe-se que essas condições podem interferir negativamente no aleitamento materno de várias formas, entre elas o pior acesso à informação, deficiências na atenção à saúde, bem como a desestruturação familiar, baixa autoestima, precariedade das condições sociais e dificuldades em conciliar as atividades relacionadas à família com a amamentação.
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Aleitamento materno e Programa de Saúde da Família - A prática do aleitamento materno...

Aleitamento materno e Programa de Saúde da Família - A prática do aleitamento materno...

O aleitamento materno é um dos principais instrumentos para a promoção da saúde infantil. O leite materno é o alimento completo para o crescimento e desenvolvimento das crianças até os 6 meses. O objetivo deste estudo foi avaliar as práticas do aleitamento materno entre as crianças de 0 a 6 meses cadastradas em Núcleos de Saúde da Família da cidade de Ribeirão Preto (SP) e caracterizar as mães quanto a variáveis socioeconômicas e demográficas, assistência pré–natal e natal, às características dos recém-nascidos; verificar a associação do aleitamento materno exclusivo com as variáveis e analisar a duração do aleitamento materno exclusivo. Foi realizado inquérito domiciliar com uma amostra de 53 crianças, através de questionários, para caracterizá-las de acordo com as variáveis e verificar a duração do aleitamento materno exclusivo. Na análise da duração do aleitamento materno exclusivo e suas variáveis foi utilizada a curva de Kaplan-Meier. A duração mediana do aleitamento materno exclusivo foi de 70 dias. Encontramos associação positiva entre duração do aleitamento materno exclusivo e as seguintes variáveis: crianças nascidas em Hospital Amigo da Criança, não uso de chupeta, não uso de mamadeira, realização de puericultura em unidade de saúde da família.
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O papel do aleitamento materno na redução da mortalidade infantil no Brasil de 1986 a 2006

O papel do aleitamento materno na redução da mortalidade infantil no Brasil de 1986 a 2006

O interesse em compreender melhor os indicadores de saúde sexual e reprodutiva se tornou mais evidente a partir da década de 1960, devido ao grande crescimento populacional nas regiões menos desenvolvidas do mundo. Esta situação, aliada à falta de dados confiáveis, levou à realização de pesquisas que permitissem levantar dados sobre mulheres em idade reprodutiva, conhecimento sobre o ciclo reprodutivo e uso de métodos contraceptivos, de forma a orientar ações e políticas na área de planejamento familiar. Nesse contexto, surgiram, nos anos 1970, as primeiras pesquisas sobre conhecimento, atitude e prática de planejamento familiar, chamadas Knowledge, Attitudes, and Practices (KAP). Em 1984, tiveram início, financiadas pela United States Agency for International Development (USAID), as pesquisas denominadas DHS (Demographic and Health Surveys), com o objetivo de “prover dados e análises para um amplo conjunto de indicadores de planejamento, monitoramento e avaliação de impacto nas áreas de população, saúde e nutrição de mulheres e crianças nos países em desenvolvimento” (COUTINHO; BARROS; CARVALHO, 2015). Estes inquéritos fazem parte da iniciativa global do DHS e foram realizados no Brasil, a partir de 1986, com a coordenação da BEMFAM (Sociedade Civil Bem-Estar Familiar no Brasil), como parte da Pesquisa Nacional sobre Saúde Materno-Infantil.
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ALEITAMENTO MATERNO: NECESSIDADES E DEMANDAS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DAS MÃES NO ALOJAMENTO CONJUNTO

ALEITAMENTO MATERNO: NECESSIDADES E DEMANDAS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DAS MÃES NO ALOJAMENTO CONJUNTO

Trata-se de um estudo analítico, descritivo, transversal, com abor- dagem quantitativa,desenvolvido no alojamento conjunto em um Hospital Materno Infantil, em São José do Rio Preto-SP, que é re- ferência para gestação de alto risco. Os dados foram coletados após parecer favorável do Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto/SP,conforme Resolução 466/12 do CNS, nº 1.183.729,do consentimento informado dos sujeitos do estudo e autorização dos responsáveis pelos locais da pesquisa. Fizeram parte do estudo 50 mães em acompanhamentodorecém- -nascido, internados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), na Unidade de Alojamento Conjunto no período de agosto a outubro de 2015, e que consentiram participar por meio do Termo de Con- sentimento Livre e Esclarecido, tendo idade igual ou superior a 18 anos.A coleta de dados foi realizada com entrevista individual, no quarto, por meio de um instrumento, elaborado pelo próprio pesquisador, contendo questionamentos relativos à caracterização da população estudada, a gestação e aleitamento materno, e por meio de observação na hora da prática do aleitamento materno. Os riscos dos sujeitos para a participação no estudo foram mínimos, uma vez que não houve ações terapêuticas, podendo apresentar o constrangimento ao responder os questionamentosdurante a entrevista. As respostas foramtranscritas manualmente pelo pes- quisador e repetidas aos sujeitos para confirmação. Os resultados foram analisados quantitativamente, agrupados e relacionados de acordo com a sua especificidade, apresentados em tabelas ou de forma discursiva.
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Efeitos do aleitamento materno exclusivo e de outros alimentos nos primeiros seis meses de vida no estado nutricional, composição corporal e perfil lipídico de crianças de 4 a 7 anos de idade

Efeitos do aleitamento materno exclusivo e de outros alimentos nos primeiros seis meses de vida no estado nutricional, composição corporal e perfil lipídico de crianças de 4 a 7 anos de idade

O estado nutricional e composição corporal das crianças foram avaliados como possíveis fatores associados ao perfil lipídico, para ajuste das variáveis de aleitamento materno e alimentação infantil. As variáveis consideradas foram o Índice de Massa Corporal em relação à idade (IMC/I) e o percentual de gordura corporal total. Considerou-se estado nutricional alterado o escore-z de IMC/I > +1, segundo referências antropométricas da Organização Mundial da Saúde (26,27). Os cálculos dos índices, expressos em escore-z, foram realizados utilizando-se o Software WHO Anthro Plus (28). Para obtenção das medidas antropométricas, o peso foi aferido em balança digital eletrônica, com capacidade máxima de 150 kg e sensibilidade de 50g e a estatura foi aferida utilizando-se estadiômetro vertical fixado à parede, com extensão de 2 metros, dividido em centímetros e subdividido em milímetros. Foram seguidas as técnicas propostas por Jelliffe (29). O percentual de gordura foi obtido por avaliação por DEXA (Dual Energy X-ray absorptiometry - Raios-X de dupla energia). A classificação foi realizada considerando-se como alterado o percentual de gordura corporal maior ou igual ao percentil 85 da própria amostra, determinados por idade e sexo.
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Impacto de um programa de atualização em alimentação infantil em unidades de saúde na prática do aleitamento materno e na ocorrência de morbidade.

Impacto de um programa de atualização em alimentação infantil em unidades de saúde na prática do aleitamento materno e na ocorrência de morbidade.

alguns cuidados foram planejados e executados neste estudo: o cálculo amostral foi ajustado para o ICC; a randomização foi realizada por conglo- merados, mostrando-se adequada pela ausência de diferenças socioeconômicas entre os grupos; nas análises estatísticas, considerou-se o efeito de cluster (modelo GEE), para minimizar o erro do tipo I, isto é, resultados com valores de p mui- to pequeno e intervalos de confiança estreitos 26 . Sobre a estratégia de intervenção utilizada nas UBS neste estudo, destaca-se a objetivida- de do programa, pois o pouco tempo disponí- vel dos profissionais de saúde para participar de atualizações, conferiu-lhe condição mais factível e viável como programa. Entretanto, é possível que o tempo utilizado para tal tenha sido insuficiente para promover resultados de maior impacto. É importante considerar a re- lação custo-benefício dos programas a serem implantados em serviços públicos de saúde, já que podem apresentar limitações financeiras e programas de alto custo não são viáveis. Estu- do realizado na Índia mostrou diminuição nos custos operacionais de programas sobre redu- ção de mortalidade neonatal e morbidades na infância, promovendo maior conhecimento dos profissionais de saúde nos serviços 27 . Revisão sistemática recente sugere que, dada a escassez de conclusões baseadas em evidências sobre a eficácia da integração de programas de saúde, os investimentos devem ser feitos mediante es- tudos com desenhos robustos, que apresentem grupos controle e intervenção, resultados váli- dos e confiáveis e análises de custos 28 .
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O aleitamento materno e o desenvolvimento da asma infantil

O aleitamento materno e o desenvolvimento da asma infantil

A asma configura-se como um importante problema de saúde pública, o qual tem um elevado custo socioeconômico e contribui significativamente para o aumento das taxas de morbimortalidade infantil. (SILVA et al. 2011) Em nosso país, a doença representa uma das principais causas de hospitalização pelo Sistema Único de Saúde (SUS). É uma doença multicausal, tendo sido associada a fatores genéticos, ambientais, gestacionais, socioeconômicos e outros. A suscetibilidade à asma pode ser aumentada por fatores presentes nos primeiros anos de vida. Esses incluem sexo masculino, baixo peso ao nascer, nascimento prematuro, baixa idade materna, fumo materno e, possivelmente, cessação prematura do aleitamento materno exclusivo. (SILVA et al. 2009)
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Aleitamento materno: como é vivenciado por mulheres assistidas em uma unidade de saúde de referência na atenção materno-infantil em Teresina, Piauí.

Aleitamento materno: como é vivenciado por mulheres assistidas em uma unidade de saúde de referência na atenção materno-infantil em Teresina, Piauí.

A bipolarização que se estabelece entre o senso co- mum e o saber científico em torno do leite fraco repre- senta uma dificuldade histórica do profissional de saúde em lidar com as questões subjetivas e singulares da mulher. Os programas de saúde tendem a buscar a solução para os problemas da nutriz através da dimen- são biológica, adotando práticas que estimulam a glân- dula mamária e evocando sempre o instinto materno como algo inato e próprio da espécie humana, que por sua vez compõe o universo dos mamíferos. O grande equívoco que se comete nesse tipo de abordagem é o de considerar apenas os determinantes biológicos, deixando de lado os condicionantes sociais que permeiam a amamentação e que, inclusive, tendem a se sobrepor aos determinantes biológicos. 20
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Amamentação e crescimento infantil: um estudo longitudinal em crianças do Rio de Janeiro, Brasil, 1999/2001.

Amamentação e crescimento infantil: um estudo longitudinal em crianças do Rio de Janeiro, Brasil, 1999/2001.

Vários estudos vêm demonstrando diferenças signifi- cativas no padrão de crescimento entre crianças ama- mentadas ao seio e com fórmulas. O objetivo deste es- tudo é avaliar o efeito da duração da amamentação predominante sobre o perfil antropométrico e identifi- car os determinantes do crescimento infantil em uma coorte de crianças brasileiras. Foram acompanhadas 479 crianças em um centro de saúde do Rio de Janeiro, através de um estudo longitudinal envolvendo quatro seguimentos: 0,5; 2; 6 e 9 meses. As variáveis depen- dentes foram o peso e o comprimento, coletados de acordo com procedimentos padronizados. A análise longitudinal foi desenvolvida através do modelo li- near de efeitos mistos. A idade gestacional, o peso e o comprimento ao nascer mostraram associação signifi- cativa com a evolução de peso e de comprimento. Cons- tatou-se que quanto maior a duração da amamenta- ção predominante, maior o peso infantil. As crianças nascidas por parto cesáreo apresentaram pesos mais elevados do que aquelas nascidas por parto normal. Estes resultados reforçam a necessidade de programas que encorajem o aleitamento materno até os seis meses.
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Tendência secular do aleitamento materno em uma unidade de atenção primária à saúde materno-infantil em Ribeirão Preto, São Paulo.

Tendência secular do aleitamento materno em uma unidade de atenção primária à saúde materno-infantil em Ribeirão Preto, São Paulo.

Participaram do estudo todas as crianças que receberam aleitamento materno exclusivo ou misto, durante o primeiro semestre de vida, sendo excluídas aquelas que fossem prematuras, nascidas com baixo peso e portadoras de doenças graves congênitas ou adquiridas durante o primeiro semestre de vida. Foi calculado o tempo médio de amamentação, em dias, para cada ano estudado, a partir da somatória de todos os períodos de amamentação exclusiva de cada criança, dividida pelo número de crianças amamen- tadas. Para os quatro anos estudados foram calcu- lados, para cada mês, o número e o percentual de crianças que estavam recebendo aleitamento materno exclusivo até aquele período.
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Mães com aleitamento materno exclusivo em centro de educação infantil no local de trabalho

Mães com aleitamento materno exclusivo em centro de educação infantil no local de trabalho

Em face do início da amamentação constituir-se em período tão delicado e importante para o estabelecimento do AM, o presente estudo evidenciou a necessidade pre- mente da monitoração cuidadosa por parte da equipe de saúde, seja esta da própria maternidade onde nasceu o bebê, ou das equipes de saúde da família do Programa de Saúde da Família (PSF) do município. Apesar dos sujeitos do estudo não serem usuários da rede pública de atendi- mento, cabe ressaltar que, praticamente todas as unidades básicas de saúde (UBS) do município já participaram do curso IUBAM e são UBS amigas da amamentação, estando, seus profissionais, capacitados a atender a nutriz no início da lactação. Além disso, o município conta com atendi- mento individualizado no BLH às nutrizes com problemas na lactação.
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Percepção dos Agentes Comunitários de Saúde quanto aos agravos fonoaudiológicos.

Percepção dos Agentes Comunitários de Saúde quanto aos agravos fonoaudiológicos.

Foi elaborado um questionário envolvendo questões referentes aos agravos fonoaudiológicos na tentativa de observar se as orientações realizadas pelos ACS envolviam tais questões. O questionário foi subdividido em tópicos voltados à promoção de saúde materno-infantil (orientações quanto ao Aleitamento Materno Exclusivo e sua importância para sucção e respiração nasal, capacitações em programas de atenção básica e encaminhamentos realizados); promoção da saúde da criança (periodicidade das visitas, desenvolvimento da fala, dificuldade de aprendizagem, atenção e concentração, conhecimento a respeito da Triagem Auditiva Neonatal e da Avaliação do Frênulo da Língua e capacitações em programas de atenção básica); e promoção da saúde do idoso (periodicidade das visitas, dificuldades na audição, deglutição, voz, fala, realização de exames e uso de aparelhos auditivos e capacitações em programas de atenção básica).
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Conhecimento e práticas de profissionais de enfermagem das equipes de saúde da família,...

Conhecimento e práticas de profissionais de enfermagem das equipes de saúde da família,...

Entretanto, no presente estudo, esta não foi a realidade encontrada nas consultas de puericultura realizadas pelos enfermeiros da ESF, pois houve uma fraca correlação entre a atuação destes profissionais na abordagem do aleitamento materno e sua média de acertos no teste de conhecimento, tipo verdadeiro ou falso. Isto mostra que alguns profissionais, mesmo não possuindo um bom nível de conhecimento sobre aleitamento materno, orientavam sobre as vantagens desta prática social, ensinavam a prevenir e/ou tratar intercorrências mamárias e verificavam uma mamada na maioria das consultas, o que de certa forma, contribui para práticas incorretas de alimentação infantil. Ademais, do total de enfermeiros que afirmaram realizar consultas de puericultura, apenas três as faziam na prática, sendo estas pautadas em queixas e condutas, na avaliação do crescimento e desenvolvimento, no exame físico da criança e na checagem da vacinação. As orientações realizadas eram prescritivas e giravam em torno dos cuidados com a criança. No que se refere à abordagem do aleitamento materno, a totalidade dos enfermeiros apenas questionou a prática do AME e orientou a não complementação com outros alimentos ou líquidos até os seis meses, inclusive na presença de cólicas. Apenas um enfermeiro observou uma mamada e nenhum deles examinou as mamas e orientou a mãe quanto à prevenção e/ou tratamento de intercorrências mamárias. Ademais, um dentre os três enfermeiros, na realidade, fazia uma pré-consulta e, posteriormente, encaminhava o binômio para a consulta médica.
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Práticas alimentares e sua relação com as intercorrências clínicas de crianças de zero a seis meses.

Práticas alimentares e sua relação com as intercorrências clínicas de crianças de zero a seis meses.

Vê-se, portanto, a real necessidade da criação de outras medidas governamentais com o intuito de levantar projetos que intensifiquem cada vez mais a promoção do aleitamento materno, como ações adequadas de incentivo de vendas de alimentos para bebês (com medidas corretivas apropriadas depois dos seis meses de idade) e de apoio individual, familiar e social às mães, principalmente àquelas que trabalham fora de casa durante o período de lactação. Além disso, é importante o desenvolvimento de atividades educacionais por enfermeiros (e também por outros profissionais da área da saúde) que visem ao prolongamento da duração do aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade, para reduzir, assim, a morbimortalidade infantil.
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Aleitamento e parasitismo intestinal materno-infantil.

Aleitamento e parasitismo intestinal materno-infantil.

Resumo Entre março e maio de 1991, a prevalência das enteroparasitoses e o aleitamento materno foram determinados simultaneamente em 208 crianças menores de dois anos de idade e suas mães, atendidas em Instituição Pública de Saúde no Rio de Janeiro. Através da técnica de sedimentação, detectou-se positividade geral de 12,7% para as crianças, e 37,3% para as mães. Ascaris lumbricoides foi o parasito mais prevalente nas mulheres (12,7%) e nos lactentes (4,3%). A distribuição dos parasitos entre os grupos de aleitamento não variou para as mulheres, mas foi estatisticamente significativa em relação às crianças (p < 0,05). Nenhuma criança em aleitamento exclusivo apresentou parasitose. Verificou-se correlação positiva entre parasitismo e desmame. Cerca de 60% das crianças parasitadas eram filhas de mães também parasitadas, sendo detectado um risco 1,7 vezes maior destas crianças virem a apresentar algum parasito intestinal. Acreditamos que a mãe parasitada possa influenciar na freqüência do parasitismo infantil.
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O aleitamento materno previne o sobrepeso na infância?.

O aleitamento materno previne o sobrepeso na infância?.

O aleitamento materno representa uma das ex- periências nutricionais mais precoces do recém- nascido, dando continuidade à nutrição iniciada na vida intra-uterina. Vários fatores bioativos estão pre- sentes no leite humano, entre eles hormônios e fa- tores de crescimento, que vão atuar sobre o cresci- mento, a diferenciação e a maturação funcional de órgãos específicos, afetando vários aspectos do de- senvolvimento. 20-21 A composição única do leite

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A dinâmica do aleitamento materno entre famílias em vulnerabilidade social: o que revela o sistema de busca ativa

A dinâmica do aleitamento materno entre famílias em vulnerabilidade social: o que revela o sistema de busca ativa

Dados obtidos por meio de censo, como os deste estudo, incluem crianças que não che- gam ao Centro de Saúde. Tendo em vista que os indicadores de aleitamento encontrados são mais promissores do que os dados nacionais ou os obti- dos na mesma região anteriormente, permitindo identificar tendência de melhora, postula-se a que determinantes este aumento deve responder. Entre os aspectos que comprometem o sucesso da estratégia de saúde da família, está o uso precoce do leite de vaca, oferecido a 54% das crianças já aos quatro meses de idade. Esse resultado é preocupante, na medida em que, con- forme consenso, é inadequada a oferta de leites não modificados antes dos dois anos de vida, em função do risco potencial de alergias e irritações na mucosa intestinal.
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Avaliação do incentivo ao aleitamento materno e seus fatores associados em um banco de leite humano referência em Minas Gerais

Avaliação do incentivo ao aleitamento materno e seus fatores associados em um banco de leite humano referência em Minas Gerais

Introdução: A Iniciativa Hospital Amigo da Criança, por meio dos “Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno” e os Bancos de Leite Humano têm se configurado como importantes agentes de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. Objetivo: Investigar o incentivo ao aleitamento materno a partir da adesão aos passos 3 a 9 dentre os “Dez Passos para o sucesso do Aleitamento Materno” da Iniciativa Hospital Amigo da Criança entre mães atendidas em um Banco de Leite Humano e seus fatores associados. Metodologia: Trata-se de um estudo retrospectivo com dados secundários obtidos a partir de protocolo estruturado de atendimento de nutrizes (2009-2012). Foram avaliados dados sociodemográficos maternos, informações acerca dos períodos pré e pós gestacionais e sobre o recém-nascido e o parto. Essas variáveis foram relacionadas a parte dos “Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno”. Efetuou-se análise descritiva, aplicação dos testes Kolmogorov-Smirnov, Mann-Whitney, qui- quadrado, teste de Cochran-Armitage, regressão de Poisson simples e com abordagem hierarquizada, além de regressão logística multinomial. Resultados: Avaliaram-se 12283 mães, com mediana de 29 (12-54) anos de idade. A análise de práticas educativas segundo os “Dez Passos”, demonstrou maior prevalência do contato pele/pele e amamentação na sala de parto (passo 4), da amamentação exclusiva (passo 6) e sob livre demanda (passo 8) e uso de bicos artificiais (passo 9) entre as mães que receberam orientação sobre amamentação no pré-natal. Já a investigação sobre os fatores associados às orientações sobre aleitamento materno no pré-natal e à amamentação exclusiva entre as nutrizes denotou maior prevalência de orientações entre as mães com maior escolaridade ( ≥ graduação; RP=3,23; IC95% 1,09-9,52) e as que realizaram
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Custo da alimentação no primeiro ano de vida

Custo da alimentação no primeiro ano de vida

medicamentos genéricos, poderia oferecer opção alimentar com os nutrientes necessários para o crescimento e desenvolvimento infantil, a preços próximos da metade daqueles praticados atual- mente para os formulados disponíveis no mercado. Para diminuir os riscos de contaminação no arma- zenamento após a abertura da embalagem, sugere-se a adoção de embalagens com 200g. A aquisição preferencial desses formulados por parte dos programas públicos, que representam parte substancial dos formulados consumidos no Brasil, poderia represent ar import ant e est ímulo às empresas que optassem por produzi-los até que os consumidores progressivamente passassem a adquiri-los.
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