Alfabetização - métodos

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Alfabetização no ensino fundamental de nove anos: um olhar para os métodos utilizados

Alfabetização no ensino fundamental de nove anos: um olhar para os métodos utilizados

Este trabalho apresenta o resultado da pesquisa realizada em nível de pós- graduação sobre a questão da alfabetização na transição do Ensino Fundamental de oito para nove anos. Tendo como objetivo fazer uma pesquisa exploratória de base qualitativa, revisando os artigos científicos sobre as representações das professoras na alfabetização e na implantação do Ensino Fundamental de nove anos, acompanhada de entrevistas semiestruturadas tendo por finalidade descrever quais os métodos prescritos às professoras para alfabetizar, quais as dificuldades que essas professoras estão encontrando com a implantação do ensino de nove anos e quais são os desafios que as mesmas enfrentam, demostrando como elas estão lidando com seus dilemas e desafios. Para tanto utilizou-se como aporte teórico os estudos de Brotto (2008), Demenech (2009), Mortatti (1994 – 2011), Soares (1999 - 2004), Paula (2011) e outros autores aqui não mencionados que também tratam sobre esta temática. Os dados iniciais evidenciam a preocupação das professoras que mesmo tendo acesso a um movimento de formação através dos grupos de estudo acompanhado pela secretaria de município de Foz do Iguaçu, ainda possuem dificuldades para efetivar um trabalho pedagógico que não desconsidere a infância como espaço de brincar e de desenvolver em contraposição ao ensino formal.
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Métodos de alfabetização: contribuições para o 1° ano do ensino fundamental de nove anos

Métodos de alfabetização: contribuições para o 1° ano do ensino fundamental de nove anos

Em contradição Capovilla (GOIS, 2006, p. A12) diz que pesquisas documentadas americanas, francesas e inglesas, apoiam a alfabetização fônica e condenam a linha construtivista como nocivas a aprendizagem. (GOIS, 2006, p. A 12). Antes de chegar a conclusões sobre os conceitos de métodos, cabe lembrar que o fracasso escolar, principalmente em relação à alfabetização, esteve acentuado há aproximadamente dez anos ao trazer uma abordagem construtivista e tem como responsável pela sua efetivação nos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN, a estudiosa Telma Weizs (2013). Porém o que acontecia nas salas de aula estava longe de ser aplicado do que era direcionado no documento, docentes da época tinham práticas tradicionais (também conhecido como método silábico), muito acentuadas, o que com o tempo foi se mesclando com metodologias. (MORAIS, 2006).
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Alfabetizar numa perspectiva para o letramento : é possível superar os antigos métodos de alfabetização?

Alfabetizar numa perspectiva para o letramento : é possível superar os antigos métodos de alfabetização?

1.1 Alfabetização e letramento: implicações às práticas de leitura e escrita O processo de alfabetização se deu, e em alguns casos ainda é realizado, por meio de métodos (denominados sintéticos e analíticos) de ensino da escrita alfabética. Por volta do século XVIII, eles se tornaram mais evidentes e, assim, mais utilizados no ambiente educativo, definindo-se por formas mecânicas de aprendizagem, contexto em que essa ocorria por meio de uma visão empirista/associacionista. Os mais comumente utilizados em sala de aula são os sintéticos (fônicos e silábicos), sendo que o primeiro se caracteriza pelo ensino dos fonemas, ou seja, dos sons das letras, e a qual letra este pertence. Já o segundo, ocorre por meio da junção de duas ou mais letras, formando sílabas e palavras, seguindo uma ordem fixa das estruturas mais simples para as mais complexas.
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Construtivismo e métodos tradicionais: uma análise dos processos de alfabetização atuais

Construtivismo e métodos tradicionais: uma análise dos processos de alfabetização atuais

A metodologia construtivista de alfabetização vem sendo adotada em muitas escolas, entretanto, há muitas críticas no que diz respeito à maneira como os professores vêm concebendo a forma de ensinar as crianças. Para refletir sobre esse aspecto, nesta pesquisa foram realizados estudos teóricos sobre o assunto, bem como observações e reflexões acerca do atual processo de alfabetização nas escolas brasileiras. Desta forma, nesta pesquisa, a metodologia construtivista de alfabetização foi analisada a partir de suas bases, no sentido de observar se os professores de fato estão conseguindo realizar sua prática de acordo com essa ³teoria´, bem como as dificuldades encontradas pelos alunos diante dessa metodologia. Também foi analisada a metodologia silábica de alfabetização, para que fosse possível fazer um mapeamento dos aspectos positivos e das limitações apresentadas por esse método, podendo, dessa forma, refletir sobre as adequações dos métodos analisados para um melhor processo de aprendizagem da linguagem escrita pelas crianças. Essa pesquisa visa mostrar, que mais importante que a escolha rígida entre um método de alfabetização e outro, é o compromisso do professor alfabetizador com os alunos que pretende alfabetizar; ressaltando que o professor deve se utilizar, às vezes, de vários métodos para que consiga o maior número de crianças alfabetizadas em sua sala, dando ênfase no trabalho com bons textos, para que as crianças sintam o gosto e o prazer da leitura em seu cotidiano.
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Pacto nacional pela alfabetização na idade certa: um estudo bibliográfico dos métodos governamentais de avaliação

Pacto nacional pela alfabetização na idade certa: um estudo bibliográfico dos métodos governamentais de avaliação

O presente trabalho objetiva refletir acerca da eficácia dos métodos de avaliação propostos pelas diretrizes do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC). Problematiza se a proposta do PACTO para avaliar o desempenho dos estudantes nas séries iniciais do Ensino Fundamental, apresenta possibilidades de operacionalização e eficácia. Para responder a essa pergunta de pesquisa este trabalho busca entender como surgiu o PNAIC, bem como a proposta do governo federal ao criá-lo; analisar como se dá o processo de alfabetização nas séries iniciais do Ensino Fundamental sob a proposta do PNAIC; averiguar como os professores gerenciam o processo de alfabetização com a nova proposta de ensino; e conhecer o processo de avaliação proposto pelo PNAIC a fim de compreender o rendimento dos educandos que frequentam as séries iniciais do Ensino Fundamental. A pesquisa, de cunho bibliográfico, foi desenvolvida por meio de leituras de livros, artigos publicados em periódicos, cartilhas expedidas pelo governo e legislação. A base teórico-metodológica que sustenta esse trabalho monográfico se desenvolve a partir de Vygotsky (1984), Soares (2003; 2004), Rego (995), Cristofolini (2012), Cagliari (1992), Brasil (2009; 2012) entre outros autores. Para análise de dados, fez-se uma busca por artigos que abordam a temática em estudo, publicados no período entre 2007 a 2014.A análise dos mesmos permitiu inferir que o método de avaliação oferecido pelo Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa não é eficaz o suficiente para concluir que há mudanças positivas no novo método de ensino e nem de que há avanços nas três fases (1º, 2º, e 3º ano). Ainda há muitas falhas nesse método de avaliação, mas os professores e gestores de escolas reconhecem que a Provinha Brasil pode representar novos desafios aos métodos pedagógicos de ensino.
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DOS MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO ÀS PRÁTICAS DAS PROFESSORAS: um percurso a ser desvelado

DOS MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO ÀS PRÁTICAS DAS PROFESSORAS: um percurso a ser desvelado

De acordo com Soares (2004), até os anos 80 do século XX, quando a organização por ciclos começou a ser introduzida no Brasil, a 1ª série correspondia à série de alfabetização; só aluno considerado “alfabetizado” era promovido à 2ª série. O que não difere tanto do século XXI, pois o problema continua; a diferença é que hoje, os alunos não rompem a barreira do 1º ciclo, que substituiu a 1ª série como etapa de alfabetização, ou no caso de sistemas que optaram pela progressão continuada, passam ao ciclo seguinte ainda não alfabetizados. A discussão sobre os métodos de alfabetização surge exatamente no momento histórico em que há uma necessidade de se trabalhar com os alunos em determinado tempo e um espaço pedagógico que garantisse uma aprendizagem de massa (BRASLAVSKY, 1992). Dessa forma, os métodos de alfabetização apresentam uma história que conduz a uma reflexão sobre os respingos que se fazem presentes no contexto atual e que é fruto de um passado turbulento. Portanto, para a construção do presente, é preciso
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PROFESSORAS ALFABETIZADORAS E OS MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO: uma complexa relação de ensinar e aprender

PROFESSORAS ALFABETIZADORAS E OS MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO: uma complexa relação de ensinar e aprender

Várias causas podem ser apontadas para o reducionismo pedagógico e a perda da especificidade da alfabetização. No entanto, acreditamos que um dos aspectos mais comprometedores é a dicotomia que se instala entre a teoria e a prática. Diante de tal dicotomia, podemos afirmar que nossa hipótese se confirma, ou seja, as professoras alfabetizadoras não conseguem estabelecer uma correspondência entre o trabalho pedagógico que realizam na sala de aula e as concepções de educação, o que impossibilita identificar a relação entre concepções e métodos de alfabetização. Neste contexto, o que prevalece são atividades de ensino fragmentadas. No entanto, ainda resta um questionamento: se as professoras ensinam através de um livro didático, onde se pressupõe que existe uma sequência de atividades de ensino, como afirmar que o ensino não está organizado? Continuamos afirmando que, no campo de nossa pesquisa, não existe um direcionamento pedagógico, já que não existe domínio teórico das professoras para guiar sua prática. Encerramos aqui nossas análises, preliminares, sobre esta complexa relação entre o ato de ensinar e aprender no processo de alfabetização. Neste sentido, esperamos ter acrescentado contribuições a um debate que ainda necessita de estudos cuidadosos e fecundos.
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A Atualização dos Primeiros Métodos de Alfabetização em Propostas Contemporâneas.

A Atualização dos Primeiros Métodos de Alfabetização em Propostas Contemporâneas.

Três cartilhas de alfabetização, criadas entre 1496 e 1896, servi- ram de ponto de partida para a análise de atividades da produção didá- tica contemporânea na área da alfabetização, representadas por uma lição de um livro didático de 2010 e questões de testes utilizados em 2008 e 2010, nas escolas públicas brasileiras. Ao longo do texto, as pri- meiras foram comparadas com as produções contemporâneas, que, de certa forma, atualizam suas propostas didáticas e as avaliam. Graças ao reconhecimento da originalidade dessas três primeiras obras didáti- cas e das rupturas que causaram, cada uma em seu tempo, nas práticas pedagógicas então em uso, pudemos compreender a trajetória inicial de métodos de alfabetização, marcados por aparatos dos quais fazemos uso em propostas contemporâneas de alfabetização. Tal reinvenção pôde ser identificada em materiais didáticos produzidos e avalizados por políticas públicas como a do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD 2010), ao distribuir livros para uso nas escolas públicas selecio- nados conforme os discursos mais recentes na área da alfabetização, e da Provinha Brasil, ao avaliar o desempenho de alunos em turmas de alfabetização dessas mesmas escolas públicas.
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Ensino da alfabetização: uma análise sobre a legislação, os métodos e as vivências no estágio supervisionado

Ensino da alfabetização: uma análise sobre a legislação, os métodos e as vivências no estágio supervisionado

O processo de alfabetização e a questão do analfabetismo estão para além do que apenas um método possa solucionar. Galvão e Leal (2005) explicam isso quando citam o que Batista et al (2003) fala: essa etapa da aprendizagem requer uma sensibilidade do professor no que se refere a entender as necessidades específicas de cada aluno e, para isso, procurar artifícios que possibilitem o rompimento daquilo que está impossibilitando seu desenvolvimento, além de ser necessário também toda uma mobilização coletiva do meio escolar e dos meios de ensino para diagnóstico dos problemas e, assim, poder promover as devidas interações. Apesar da importância dos métodos nessa etapa, é preciso lembrar também que o processo de alfabetização ainda conta com outras variáveis durante o seu percurso como por exemplo o educando e o educador, os recursos dos quais o professor dispõe em sala, as condições físicas de ensino, da maneira como vai acontecer a interação entre ambos e de outros fatores como a idade, costumes e ideias. Além disso, deve-se levar em consideração todo o meio social em que cada um está inserido e também no contexto no qual a escola se insere.
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Ceale - Centro de alfabetização, leitura e escrita - UFMG - 8 - Métodos e didáticas de alfabetização

Ceale - Centro de alfabetização, leitura e escrita - UFMG - 8 - Métodos e didáticas de alfabetização

Um segundo equívoco é o de estabelecer ligações estreitas entre três elementos: métodos de alfabetização, livro didático e controle das aprendizagens. Nem sempre houve uma ligação direta entre princípios metodológicos e livros que controlam, de fora das condições de cada classe, os processos de aprendizagem e de ensino. A divulgação dos métodos globais em alguns países é um bom exemplo. Na França, inicialmente, pregava- se a idéia de que o professor deveria construir junto com seus alunos o livro da classe. Segundo Maciel (2000), ao relatar movimentos históricos em torno da defesa dos méto- dos globais, o princípio básico que faz com que o método global se desenvolva está na sua ligação com o desenvolvimento geral da linguagem: primeiro se sugeria que os alunos for- mulassem frases de seu cotidiano que só depois seriam escritas, lidas e memorizadas. Assim, a formação de textos passaria pela experiência situada de cada grupo ou turma. Um outro equívoco é pensar que os processos de aprendizagem dos sujeitos dependem apenas dos métodos/metodologias e didáticas que desenvolvemos. A autora Emília Ferreiro (1985), pesquisadora dos processos de aprendizagem inicial da linguagem escrita, afirma que a criança tenta compreender o sistema de escrita se apropriando desse conteúdo a sua maneira e com sua lógica, e não com a lógica e a seqüência dos métodos. Por isso ela critica a visão, implícita nos métodos, de que as crianças apren- dem uma atividade mecânica. Citamos suas observações sobre essa questão:
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POLÍTICAS E MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO NAS ESCOLAS DE PRIMEIRAS LETRAS DA CIDADE DO ASSÚ/RN (1829-1908)

POLÍTICAS E MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO NAS ESCOLAS DE PRIMEIRAS LETRAS DA CIDADE DO ASSÚ/RN (1829-1908)

Neste artigo analisamos os métodos e políticas de alfabetização instituídos na consolidação das Escolas de Primeiras Letras na cidade do Assú/RN. Esse modelo educacional foi criado a partir da Lei de 15 de outubro de 1827, instituindo escolas de ensino primário nas cidades, vilas e povoados do recém criado Império brasileiro. A implantação das escolas na cidade ocorreu em 1829, quando era chamada de Vila Nova da Princesa e desenvolvia importantes atividades econômicas no interior do estado. Como principais métodos e características das escolas do período imperial, destacamos o funcionamento nas residências dos próprios professores ou em outros lugares adaptados, sendo os mestres também considerados o centro do processo educativo. As políticas aplicadas nas Escolas de Primeiras Letras apontam diversos entraves na sua consolidação, salários de professores estipulados de forma discriminatória e um perfil excludente no público atendido.
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Análise de métodos de alfabetização em séries iniciais

Análise de métodos de alfabetização em séries iniciais

Na justificativa está a relevância, a utilidade e a motivação da escolha do tema do artigo que é os métodos de alfabetização. No referencial teórico mostramos o que já há publicado sobre o assunto e o porquê de voltarmos a falar novamente sobre este tema. A metodologia é como realizamos a pesquisa, o que utilizamos no estudo. No tópico práticas docentes que é bem breve, tecemos um curto comentário sobre a experiência da autora na docência como professora na alfabetização. Na secção de reflexão sobre os métodos faz-se um apanhado do que foi dito, uma espécie de conclusão de tudo o que foi considerado em todo o artigo. E por último estão as considerações finais que são os últimos comentários sobre as contribuições que se espera que o artigo deixe para os futuros leitores.
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Métodos de alfabetização e consciência fonológica: o tratamento de regras de variação e mudança

Métodos de alfabetização e consciência fonológica: o tratamento de regras de variação e mudança

Agregando à nossa premissa a idéia de que as chaves para o processo de alfabe- tização são a decodificação de palavras e a compreensão do código alfabético, e, considerando, ainda mais, que, para cumprir esses requisitos iniciais, é necessário que o leitor noviço se familiarize com o processamento fonológico das palavras, segue-se, como um corolário, que a aquisição da consciência fonológica tem de estar no fulcro da reflexão sobre os métodos de alfabetização adotados no país e sobre as teorias que lhes dão sustentação. Isso é de suma importância, porque, no Brasil, convivemos com um paradoxo: os cursos de letras, onde os alunos têm oportunidade de se familiarizar com o sistema fonológico do português, não cos- tumam dedicar-se à formação de alfabetizadores; seus currículos são voltados para o ensino da língua no ciclo final do Ensino Fundamental e Ensino Médio. Por sua vez, o Curso de Pedagogia e o Curso Normal Superior, embora assumam a responsabilidade da formação dos alfabetizadores, não incluem em seus currí-
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POLÍTICAS DE CIRCULAÇÃO DE LIVROS DIDÁTICOS DE ALFABETIZAÇÃO NO SUL DE MATO GROSSO E SEUS MÉTODOS (1927-1961)

POLÍTICAS DE CIRCULAÇÃO DE LIVROS DIDÁTICOS DE ALFABETIZAÇÃO NO SUL DE MATO GROSSO E SEUS MÉTODOS (1927-1961)

Trindade (2004), por sua vez, explica que, até a década de 1960, foram intensas as disputas entre os métodos analíticos e sintéticos, e toda a produção teórica acadêmica buscava analisar qual deles era o mais eficiente. Durante aquele período, métodos e técnicas alternaram-se quanto ao reconhecimento e eficácia, predominando ora um, ora outro nas turmas de alfabetização. O documento analisado cita o método analítico como o escolhido para ser utilizado em Mato Grosso. Este método toma como ponto de partida uma unidade com significado, e contrapõe-se à fragmentação - tida por ele como sem sentido, que é a base dos métodos sintéticos.
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Resenha de Alfabetização: a questão dos métodos

Resenha de Alfabetização: a questão dos métodos

Finalmente, o livro Alfabetização: a questão dos métodos contribui para revelar que não dispomos de pesquisas que revelem o grau de transparência da língua portuguesa brasileira; que contribuam para um vocabulário de palavras frequentes; e que sejam experimentais, longitudinais e reveladoras da progressão da aprendizagem da escrita e da leitura das sílabas complexas da língua portuguesa. As outras lacunas existentes nas pesquisas em língua portuguesa, segundo Soares, são preenchidas com hipóteses e empiria (fundamentadas em experiências de alfabetizadoras). Aos professores, considero que a riqueza da obra está na apresentação das regularidades e irregularidades do sistema alfabético-ortográfico da língua portuguesa brasileira por meio dos autores que a autora traz no texto, nos rodapés e nos quadros que elabora.
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AS CONCEPÇÕES E OS MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO

AS CONCEPÇÕES E OS MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO

Mediante o exposto, observa-se que se esse processo de escrita e da fala na alfabetização não for refletido e trabalhado com seriedade, a escola irá se deparar com sérias dificuldades ao trabalhar a leitura. Segundo Cagliari (1999, p.113), “a escrita não deve ser vista apenas como uma tarefa escolar ou como ato individual, mas, precisará estar engajada nos usos sociais que envolvem, principalmente, como forma especial de expressão de uma cultura”. Portanto, partindo das idéias de v'rios pesquisadores, a alfabetização vem sendo discutida com inquietações, sobretudo para aqueles que se preocupam com a mesma, pois há décadas nota-se inúmeras dificuldades na aprendizagem, embora essa preocupação venha adquirindo uma atenção dos órgãos oficiais, infelizmente, não tem obtido resultados satisfatórios, nas tentativas de resolver essas dificuldades.
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Slides Aula 3 - Métodos de alfabetização [folheto]

Slides Aula 3 - Métodos de alfabetização [folheto]

“Não, absolutamente. (...) Exemplo: pessoas recém-alfabetizadas por métodos sintéticos são em geral mais atentas à decodificação integral do texto, que é lido palavra por palavra, sem omissões ou substituições. Contudo, são menos preparadas para a tarefa de interpretação”.

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Métodos e técnicas de aprendizagem: alfabetização

Métodos e técnicas de aprendizagem: alfabetização

É, conforme Rabelo (1998), o momento de identificar as dificuldades dos alunos para que o professor possa planejar melhor suas ações e solucioná-las. Dentro de uma Sequência Didática, a[r]

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Slides Aula 3 - Métodos de alfabetização

Slides Aula 3 - Métodos de alfabetização

• Para aprender a escrever a criança terá de lidar com dois processos de aprendizagem com dois processos de aprendizagem paralelos: o da natureza do sistema de escrita da língua – o que [r]

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AS CONTRIBUIÇÕES DE EMÍLIA FERREIRO AO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO: EMÍLIA FERREIRO E ALFABETIZAÇÃO

AS CONTRIBUIÇÕES DE EMÍLIA FERREIRO AO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO: EMÍLIA FERREIRO E ALFABETIZAÇÃO

Todavia, como resultado geral, constamos, mediante as várias leituras realizadas, que após a divulgação e repercussão da “revolução conceitual” dos trabalhos de Emília Ferreiro, consubstanciadas em Jean Piaget, por volta da década de 80, muitos questionamentos foram feitos acerca tanto do construtivismo quanto do processo de alfabetização propostos por Emília Ferreiro. Contudo, apoiada em teorias psicolinguísticas, é inegável sua existência e utilização até os dias de hoje, seja no discurso de muitos pesquisadores, seja nas práticas de alfabetização no âmbito das escolas brasileiras, objetivando superar o fardo que tem sido o analfabetismo, não importando se é pela desmetodização do processo de alfabetização ou pela valorização de métodos, enviezadamente, tradicionais.
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