Alface - Qualidade

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Qualidade de cultivares de alface produzidos em hidroponia.

Qualidade de cultivares de alface produzidos em hidroponia.

RESUMO: O objetivo do presente trabalho foi determinar a composição centesimal de seis cultivares de alface (Aurora, Brisa, Lívia, Mimosa, Regina e Verônica) utilizando quatro soluções nutritivas em Santa Maria, RS. Foi utilizado o delineamento experimental inteiramente casualizado com parcelas subdivididas. O experimento constou de oito bancadas, duas para cada solução nutritiva, sendo que cada bancada continha seis canais, um para cada cultivar. O espaçamento utilizado foi 0,18 m entre canais e 0,25 m entre plantas no canal. A solução Ueda, por ter concentração de nutrientes inicial baixa e por essa não ter sido mantida, apresentou maior produção de massa de matéria seca, valor calórico, teores de extrato etéreo e de fibras, depreciando a qualidade do produto final. A alface sob hidroponia (soluções Castellane-Araújo, Furlani e Bernardes) é um alimento altamente saudável por manter ou melhorar sua composição centesimal (teores de proteína, extrato etéreo, fibra e resíduo mineral) quando comparada com a cultivada no solo, e por ser um produto de baixo valor calórico.
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Doses de fósforo no acúmulo de nutrientes, na produção e na qualidade de sementes de alface

Doses de fósforo no acúmulo de nutrientes, na produção e na qualidade de sementes de alface

Percebe-se pelos resultados obtidos neste experimento que a adubação fosfatada não teve influência na dormência das sementes. Já Thompson (1937) observou o efeito da adubação NPK em experimentos conduzidos em vasos sobre a qualidade de sementes de três cultivares de alface. Em dois anos de trabalho verificou que as sementes provenientes de plantas adubadas apresentaram germinação significativamente superior à da testemunha. Além disso, para uma das cultivares, o número de sementes dormentes foi influenciado pela quantidade e época de fornecimento do adubo, sendo que, à medida que se aumentou a dose, ampliou-se a germinação das sementes produzidas, conseqüentemente diminuindo o número de sementes dormentes.
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TESE_Influência da temperatura na produção e qualidade fisiológica de sementes de alface

TESE_Influência da temperatura na produção e qualidade fisiológica de sementes de alface

A alface é a hortaliça folhosa de maior importância no Brasil, tanto em volume como em valor comercializado, por apresentar excelente aceitação pelos consumidores. Apesar da disponibilidade de um grande número de cultivares nacionais, de características aceitáveis, e da existência de áreas extremamente favoráveis para a produção de sementes, poucos são os trabalhos encontrados na literatura que têm o objetivo de fornecer informações técnico-científicas no que diz respeito ao manejo da cultura visando à produção e à qualidade de sementes. A utilização de sementes de alta qualidade fisiológica é pré-requisito para se alcançar um ótimo estabelecimento de plântulas no campo. As condições climáticas durante as diversas etapas da produção das sementes podem exercer influência direta sobre o vigor destas. Sementes de alface germinam melhor sob temperaturas mais baixas, sendo a temperatura em torno de 20° C a mais indicada. A região onde as sementes de alface são produzidas afeta significativamente a performance das sementes durante a germinação. Sendo muito deficiente, tanto para a região do Sul de Minas Gerais, quanto para outras regiões do país, estudos cujo propósito seja fornecer informações no que diz respeito ao manejo da cultura da alface visando à produção de sementes e sua qualidade. Objetivou-se, neste trabalho, avaliar oito cultivares de alface quanto à produção de sementes em ambiente protegido nas condições de verão e inverno na região de Lavras – MG. Foi determinando o efeito da época de produção na sua qualidade fisiológica através da germinação sob temperaturas adversas e testes de vigor, além da avaliação do envolvimento do etileno e da enzima endo- β-mananase na germinação sob condições de temperaturas elevadas. As sementes foram submetidas aos testes de germinação, primeira contagem de germinação e índice de velocidade de germinação sob temperaturas de 20, 25, 30 e 35°C, emergência, índice de velocidade de emergência, envelhecimento acelerado (41°C/48-72 horas). Também foi realizado o teste de germinação sob temperaturas de 20 e 35°C embebidas em soluções de água, ethrel e tiossulfato de prata, além da medição da produção de etileno e atividade da enzima endo-β- mananase de duas cultivares (Luisa e Verônica) embebidas em água sob temperaturas de incubação de 20 e 35°C. Os maiores rendimentos na produção de sementes de alface na região de Lavras em cultivo protegido foram obtidos
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Doses de composto orgânico, com e sem fósforo adicionado ao solo, na produção e qualidade de sementes de alface

Doses de composto orgânico, com e sem fósforo adicionado ao solo, na produção e qualidade de sementes de alface

As sementes assim que colhidas foram levadas para câmara seca a 40% de umidade relativa e à temperatura de 20°C, para melhor conservação até o término da colheita, podendo então iniciar a limpeza manual das mesmas em uma única vez. As sementes foram submetidas à beneficiamento para retirada das chochas e danificadas, através de um aparelho separador de sementes por densidade (modelo ‘De Leo Tipo 1’, calibrado em uma abertura correspondente a 15 % da área da saída do ar), obtendo-se assim, as sementes classificadas. A calibragem, para a cultura da alface, foi recomendada pela equipe técnica do laboratório de sementes do Departamento de Produção Vegetal, FCA – UNESP, Botucatu. As sementes foram contadas, pesadas (com os resultados expressos em número e massa de sementes por planta) e utilizadas para avaliar a qualidade. Para a obtenção do número total de sementes foi feita amostragem de 1000 sementes obtidas a massa de sementes e com esses valores estimou-se o número de sementes
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Efeito da qualidade das sementes sobre a formação de mudas de alface

Efeito da qualidade das sementes sobre a formação de mudas de alface

Na Figura 1 podem ser visualizados os efeitos da qualidade inicial das se- mentes de alface em relação a forma- ção de mudas normais vigorosas e pou- co vigorosas. Para a cultivar Regina (Fi- gura 1a), observou-se que o maior nú- mero de mudas foi produzido pelo lote de maior qualidade, sendo a percenta- gem de mudas vigorosas produzidas por esse lote superior dentro e entre os ní- veis de vigor, além de ocorrer baixa pro- dução de mudas consideradas pouco vigorosas. Esses resultados indicam que lotes de sementes com alta qualidade são mais resistentes às condições ambientais adversas, possivelmente, pelo menor grau de deterioração das sementes, como descreveu Souza (1977), em tra- balho com trigo, em que a qualidade das sementes afetou diretamente a produção. O lote de qualidade média da culti- var Regina apresentou aumento na per- centagem de mudas pouco vigorosas, com redução na produção de mudas vi- gorosas. Lotes de menor vigor encon- tram-se em grau mais elevado de dete- rioração, promovendo a formação de mudas menos desenvolvidas e como conseqüência, anormais. Esse fato foi verificado nos estudos com sementes de trigo, em que lotes menos vigorosos pro- moveram formação de maior número de plântulas anormais (SOUZA, 1977). A formação de mudas com tamanho e qua- lidade uniformes, assim como, o esta- belecimento do estande, estão relacio- nados com a utilização de sementes ca- pazes de germinar com maior uniformi- dade e rapidez (MARCOS FILHO, 2001), o que decorre do alto potencial fisiológico das sementes.
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Importância da capacitação no controle da qualidade higiênico-sanitária em saladas de alface servidas em creches

Importância da capacitação no controle da qualidade higiênico-sanitária em saladas de alface servidas em creches

objetivo avaliar a qualidade microbiológica de saladas de alface consumidas pelos escolares de creches públicas do município de Cuiabá, Mato Grosso. As coletas foram realizadas e as amostras analisadas em duas fases distintas: antes e após a capacitação das técnicas em nutrição escolar nas Boas Práticas de Manipulação, realizada pelos nutricionistas da Coordenadoria de Alimentação Escolar do município de Cuiabá, conforme rotina do calendário escolar. Foram coletadas 30 amostras in natura (aquelas que não passaram pelo processo de higienização, representando a amostra proveniente do fornecedor), para a Pesquisa de Salmonella spp., e 240 preparadas (saladas prontas para o consumo), para a Pesquisa de Salmonella spp. e contagem de coliformes termotolerantes. O gênero Salmonella não foi evidenciado e observou-se que, antes da capacitação, houve contaminação em 54% dos lotes de saladas de alface por coliformes termotolerantes e que, após a capacitação, 100% dos lotes foram considerados sanitariamente satisfatórios, comprovando que a capacitação e a correção na higienização e nos procedimentos operacionais das técnicas em nutrição escolar foram capazes de reduzir a contaminação.
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Produção e qualidade de híbridos de alface em função de níveis de sombreamento.

Produção e qualidade de híbridos de alface em função de níveis de sombreamento.

O cultivo da alface em regiões com temperatura e luminosidade elevadas pode afetar o seu crescimento e desenvolvimento resultando perdas de produção e qualidade de suas folhas. O objetivo desse trabalho foi avaliar o crescimento, partição de massa, produção e qualidade de híbridos de alface cultivados sob diferentes níveis de sombreamento nas condições do semiárido paraibano. O experimento foi conduzido em área experimental do Campus IV da Universidade Estadual da Paraíba, no município de Catolé do Rocha - PB, no período de julho a setembro de 2017. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, em parcelas subdivididas do tipo 4 x 4, com 4 repetições. A parcela constou de diferentes níveis de sombreamento (0, 30, 50 e 70%) oriundos de tela de sombreamento de coloração preta e nas subparcelas por quatro híbridos de diferentes dos grupos da alface (Americana Irene, Boston Branca, Regina de Verão e Mimosa), cultivados no espaçamento de 25 x 25 cm. Por ocasião da coleta de dados foram avaliadas características relacionadas ao clima, crescimento, partição de massa, produção e qualidade da alface. Os níveis de sombreamento adotados de 50 e 70% se destacaram em promover o maior crescimento da planta e particionamento de massa direcionado a parte aérea em comparação ao cultivo a céu aberto. O cultivo da alface com o híbrido Americana Irene apresentou folhas em menor número, porém de maior tamanho independentemente do nível de sombreamento adotado. A maior massa fresca da planta e produtividade foi obtida no híbrido Americana Irene quando cultivado com as telas de sombreamento de 50 e 70% em comparação ao cultivo a céu aberto. A elevação dos níveis de sombreamento elevou os valores de pH e reduziram a acidez total e os sólidos solúveis em plantas de alface. Os valores de sólidos solúveis foram maiores no híbrido Boston Branca apenas quando comparado ao Americana Irene independentemente do nível de sombreamento.
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DISSERTACAO_Características comerciais e qualidade de sementes de linhagens avançadas de alface americana

DISSERTACAO_Características comerciais e qualidade de sementes de linhagens avançadas de alface americana

mais elevadas, e perdas devido à incidência de doenças, muitas vezes favorecidas pelas condições tropicais (SALA; COSTA, 2012). A qualidade da alface americana para a comercialização é estimada por meio de características comerciais atribuídas à cabeça. São desejáveis cabeças bem formadas e simétricas, com tamanho e densidade dependentes do nicho de mercado a que se destinam. Essas características são influenciadas por fatores genéticos e também por condições ambientais. Segundo Viggiano (1990), a ocorrência de dias longos juntamente com temperaturas superiores a 20ºC induzem o encurtamento do período vegetativo e a precocidade do pendoamento. Nessas condições ocorre, muitas vezes, a formação de cabeças anômalas, além do estímulo a produção de látex pela planta, conferindo um sabor amargo às folhas. A ocorrência de nematóides das galhas e míldio da alface é outro problema enfrentado por diversos produtores brasileiros. As temperaturas mais elevadas durante o verão aceleram a reprodução dos nematóides das galhas (Meloidogyne sp.), causando o acúmulo de grandes populações de ovos no solo após cultivos sucessivos (CAMPOS et al., 2001). Para a cultura da alface isso é extremamente problemático, já que a maior parte das cultivares apresenta alta suscetibilidade a esse organismo. Já temperaturas mais amenas, frequentes no período de inverno e em regiões de altitude, favorecem o desenvolvimento do míldio da alface causado pelo agente etiológico Bremia lactucae. Durante seu desenvolvimento, esse patógeno ataca principalmente as folhas, interferindo no processo de fotossíntese e desenvolvimento das plantas. Em muitas situações o controle físico e químico é inviável e oneroso, sendo o uso de cultivares resistentes a melhor alternativa.
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Qualidade de mudas de alface inoculadas com Trichoderma e reação de plantas adultas de alface a nematoides de galhas na presença de Trichoderma

Qualidade de mudas de alface inoculadas com Trichoderma e reação de plantas adultas de alface a nematoides de galhas na presença de Trichoderma

Aos 11 dias do mês de setembro do ano de 2015, às 10:00 horas, no(a) Sala 15 do Bala II, reuniu-se a Comissão Examinadora da Defesa Pública, composta pelos seguintes membros: Prof. Orientador Dr. Ildon Rodrigues do Nascimento do Campus Universitário de Gurupi/ Universidade Federal do Tocantins, Prof. Dr. Aloísio Freitas Chagas Júnior do Campus Universitário de Gurupi/ Universidade Federal do Tocantins, Prof. Dr. Gil Rodrigues dos Santos do Campus Universitário de Gurupi/ Universidade Federal do Tocantins, sob a presidência do primeiro, a fim de proceder a arguição pública da DISSERTAÇÃO DE MESTRADO de Prínscilla Pâmela Nunes Chaves, intitulada "Qualidade de mudas de alface inoculadas com Trichoderma e reação de plantas adultas de alface a nematoides de galhas na presença de Trichoderma". Após a exposição, a discente foi arguida oralmente pelos membros da Comissão Examinadora, tendo parecer favorável à aprovação, habilitando-o(a) ao título de Mestre em Produção Vegetal.
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Qualidade fisiológica de sementes de cultivares de alface sob diferentes temperaturas na germinação

Qualidade fisiológica de sementes de cultivares de alface sob diferentes temperaturas na germinação

É válido ressaltar que alterações na temperatura durante a germinação podem acarretar no aceleramento do processo deteriorativo da planta, fazendo com que a mesma não feche o seu ciclo, bem como reduzindo a qualidade das sementes produzidas; e ainda pode interferir na qualidade do produto final, como é o caso da alface. Pesquisas em condições de alta temperatura, por exemplo, afetam negativamente a germinação e o estabelecimento de plântulas. A germinação de sementes de vinte cultivares de alface em condições de temperatura ideal 20ºC, temperatura intermediária 27,5ºC e temperatura crítica 35ºC foram realizadas. Alguns genótipos termotolerantes como Vitória de Verão e Camila foram identificados, obtendo germinação acima de 90% nas temperaturas: favorável e crítica máxima. Estes genótipos poderiam ser utilizados como fonte genética de tolerância à germinação a altas temperaturas. Demonstrando a importância de sempre se caracterizar germoplasma para a tolerância à altas temperaturas (NASCIMENTO; CRODA; LOPES, 2012).
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Produtividade e qualidade de sementes de genótipos de alface produzidas sob o manejo orgânico

Produtividade e qualidade de sementes de genótipos de alface produzidas sob o manejo orgânico

RESUMO – A alface é uma das principais espécies de hortaliças utilizadas na produção orgânica, porém, os estudos e pesquisas na área de orgânicos são considerados escassos. O objetivo do estudo foi avaliar a produtividade e qualidade de sementes de genótipos de alface produzidas em dois anos consecutivos no sistema de manejo orgânico. Foram instalados dois plantios em condições de campo aberto correspondendo às estações de outono/inverno em 2016 e 2017. Avaliaram-se 10 genótipos de alface, em quatro repetições, utilizando biofertilizante suíno no manejo e colheita manual das sementes. As avaliações efetuadas foram: produtividade das sementes em kg.ha −1 ; teste físico (peso de 1000 sementes); teste de germinação e de vigor
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Qualidade microbiológica e produtividade de alface sob adubação química e orgânica.

Qualidade microbiológica e produtividade de alface sob adubação química e orgânica.

Christóvao (1958) relatou a contaminação por Salmonella em alfaces comercializadas no Estado de São Paulo. No final da década de 70, o problema já estava instalado, uma vez que estudos apontaram alta contaminação fecal em 54% das amostras de hortaliças analisadas, especialmente alface, coletadas no Estado de São Paulo. Atualmente, produtos como tomate, alface, salsinha, couve e sucos de frutas de laranja e de maçã são as espécies mais incriminadas em surtos de toxinfecção alimentar em nível mundial, especialmente, por terem sido incriminadas como fonte de patógenos de significância em saúde pública como Escherichia coli O 157: H7, Salmonella sp., Listeria sp. e Shigella sp., bem como de agentes causais da hepatite A e parasitas. A lavagem das hortaliças é a prática mais comum para se obter um produto mais seguro. É de primordial importância, no entanto, que essa água tenha, antes de tudo, boa qualidade.
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Influência dos tipos de processo de colheita manual na qualidade de alface

Influência dos tipos de processo de colheita manual na qualidade de alface

de alface de quatro tipos (Repolhuda Americana ‘Graciosa’, Solta Crespa ‘Vanda’, Solta Lisa ‘Marcela’ e Solta Crespa ‘Lavínia’). Para isso estudou-se a qualidade e vida útil das mesmas através de análises físico-químicas, como pH, sólidos solúveis, acidez titulável, vitamina C, clorofila e perda de massa. As hortaliças tiveram os mesmos tratos culturaisdurante a condução da cultura.Foram colhidas através do corte no caule, realizado pelo produtor, e com raiz, para que em laboratório fosse realizado cortes diferenciados, denominados corte 1 e 2, na transição caule raiz, e entre o início da zona radicular e a primeira interseção de folha, o que permite avaliar vários pontos do caule das plantas de alface. As amostras permaneceram em câmara fria com temperatura de 10°C± 1 °Ce umidade relativa de 80%±2%, e foram analisadas nos dias 1, 3, 5, 7 e 9 após a colheita. A interpretação dos resultados foi realizada por análise de variância e teste de Tukey a 95% de confiabilidade, além de análise de componentes principais, com auxílio dos programas Assistat versão 7.6 beta (SILVA, 2011) e R versão 2.14.1 (R, 2011). Percebeu-se que todos os parâmetros físico-químicos apresentaram valores dentro da faixa considerada ideal, no entanto durante o período de armazenamento com a senescência das plantas de alface houve a degradação destes. Na análise de componentes principais verificou-se que para a alface ‘Graciosa’ o sistema de colheita realizado pelo tratamento corte 1 (transição caule raiz) não é recomendado, sendo os demais iguais para manutenção da qualidade. Já para a alface ‘Vanda’ recomenda-se os sistemas corte do produtor e corte 1, pois obtiveram uma degradação lenta dos parâmetros físico-químicos. Para a alface ‘Marcela’ recomenda-se o sistema de colheita representado pelos tratamentos com raiz e corte 2 (entre o início da zona radicular e a primeira inserção de folha). Para a alface ‘Lavínia’, recomenda-se o sistema de colheita representado pelos tratamentos com raiz e corte do produtor.
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Produção de sementes, qualidade fisiológica e identificação de genótipos de alface termotolerantes.

Produção de sementes, qualidade fisiológica e identificação de genótipos de alface termotolerantes.

A 27,5 ºC, as cultivares Itapuã, Mimosa Vermelha, Crespa Grand, Vitória de Verão, Saia Veia, Americana Irene, Hortência, Renata e Camila, mantiveram a germinação igual ou acima de 90% (Tabela 1). No entanto, as cultivares Hanson, Karla, Mimosa Salad e Regina 500 apresentaram baixa germinação, isto é, inferior a 55% (Tabela 1). Já a 35 ºC, as cultivares Vitória de Verão, Camila e Vitória Verdinha, apresentaram germinação de 98%, 93% e 82%, respectivamente (Tabela 1), permitindo identificar, portanto, como as cultivares mais tolerantes para a germinação a altas temperaturas. Em estudos realizados por Nascimento e Pereira (2002), avaliando a germinação de sementes de alface sob altas temperaturas, foram observadas diferenças entre as cultivares. A germinação de sementes de alface é extremamente dependente da temperatura, e sob condições de altas temperaturas, a germinação da maioria dos genótipos pode ser errática ou completamente inibida (Nascimento, 2003). O mecanismo de ação da germinação de sementes de alface em altas temperaturas parece estar relacionado com o enfraquecimento do endosperma, o qual não permite o crescimento do embrião (Nascimento, 2003). Estudo 2: Produção e qualidade de sementes produzidas na Embrapa Hortaliças
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Avaliação da qualidade de cultivares de alface submetidas a distintos métodos de resfriamento

Avaliação da qualidade de cultivares de alface submetidas a distintos métodos de resfriamento

A deterioração da alface começa a partir do momento em que o produto é colhido. Segundo pesquisa realizada pela CEAGESP, as perdas na alface são provocadas por embalagem inadequada (19%), transporte (17%) e manuseio (10%). Logo, o cuidado com esta hortaliça deve começar a partir da colheita, se estendendo por todas as etapas seguintes (manuseio, transporte, acondicionamento e armazenamento), garantindo assim a manutenção da qualidade do produto que depende de fatores fisiológicos, mecânicos e ambientais (ANTONIALI; SANCHES e NACHILUK, 2009).
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Teste de envelhecimento acelerado para avaliação da qualidade de sementes de alface e almeirão.

Teste de envelhecimento acelerado para avaliação da qualidade de sementes de alface e almeirão.

Comparando-se os dados obtidos, de uma maneira geral, os testes de vigor separaram, de modo consistente, diferenças acentuadas na qualidade isiológica das sementes. Assim, pode-se airmar que o lote 2 da cultivar de alface Maravilha era o mais vigoroso e os demais se revezaram como lotes de vigor intermediário ou de menor vigor e que os lotes 1 e 2 da ‘Verdinha’ eram mais vigorosos do que os lotes 3 e 4. Para a cultivar de almeirão Pão-de-Açúcar, os lotes 1 e 4 apresentaram menor vigor e o lote 3 foi o de maior vigor e para a ‘Catalonha’ o lote 4 era o mais vigoroso, enquanto os demais se revezaram entre o comportamento intermediário ou de maior e menor vigor, ocupando posições diferentes de acordo com o teste utilizado. Isto, provavelmente ocorreu, porque a identiicação de lotes de vigor intermediário
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Doses e épocas de aplicação de molibdênio na produção e qualidade de alface americana

Doses e épocas de aplicação de molibdênio na produção e qualidade de alface americana

Não se observou efeitos significati- vos dos tratamentos para comprimento do caule. Esta característica é importante na cultura da alface americana, princi- palmente, quando destinada à indústria de beneficiamento, devendo ser bastan- te reduzido para proporcionar menor perda durante o processamento. Caule excessivamente comprido não apresen- ta boa compacidade e dificulta o beneficiamento, afetando a qualidade final do produto (Yuri et al., 2002).

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Qualidade da alface crespa minimamente processada acondicionada em atmosfera modificada.

Qualidade da alface crespa minimamente processada acondicionada em atmosfera modificada.

A análise sensorial tem sido utilizada para de- terminação dos parâmetros de qualidade de alface, como sabor, aroma, murchamento (textura) e apa- rência, tendo como ferramenta escalas numéricas subjetivas. Na avaliação da aparência, os defeitos que exercem maior influência no julgamento são aqueles de origem enzimática, como o escurecimen- to marrom-ferrugem das nervuras e tecidos brancos e manchas marrons nas folhas e nas extremidades, cortados ou amassados (KADER et al., 1973; SHEWFELT, 1987; HEIMDAL, 1995).
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Qualidade de sementes de alface enriquecidas com micronutrientes e reguladores de crescimento durante o armazenamento.

Qualidade de sementes de alface enriquecidas com micronutrientes e reguladores de crescimento durante o armazenamento.

Pesquisas têm sido desenvolvidas para detectar as diversas reações metabólicas que envolvem a síntese e a degradação de moléculas durante o desenvolvimento, a germinação e a deterioração de sementes durante o armazenamento. A integridade e o metabolismo celular dependem de grande variedade de enzimas e de proteínas estruturais características de cada espécie e, assim, as isoenzimas podem ser utilizadas como marcadores de dormência, de germinação e de deterioração de sementes. Algumas isoformas da enzima endo-β-mananase têm se mostrado eicientes marcadores no processo de germinação de sementes de alface. As esterases, que possuem funções especíicas no metabolismo de lipídios, podem ser usadas como marcadores do processo de deterioração das sementes (Vieira et al., 2006). Desse modo, assume importância o uso de marcadores moleculares para avaliação da qualidade das sementes.
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Crescimento e qualidade microbiológica de alface cultivada com soluções de urina de vaca

Crescimento e qualidade microbiológica de alface cultivada com soluções de urina de vaca

BAUMGARTNER et al. (2007) avaliaram o desenvolvimento, a produção e a qualidade sanitária da cultura da alface irrigada com águas residuárias originadas da suinocultura e da piscicultura. Os tratamentos avaliados foram: T1 – água de origem subterrânea e adubação suplementar; T2 – água residuária de viveiro de peixes alimentados com ração; T3 – água residuária originária de lagoa de estabilização de dejetos de suínos, e T4 – água de lagoa de cultivo de algas, alimentada com resíduo de biodigestor de dejeto de suíno. A carga microbiana dos tratamentos foi de >2,3 x 10 0 NMP/100mL de coliformes totais e <1,1 x 10 0 NMP/100mL de coliformes fecais para o T1; 1,7 x 10 3 NMP/100mL de coliformes totais e 5,0 x 10 2 NMP/100mL de coliformes fecais para o T2; 5,0 x 10 4 NMP/100mL de coliformes totais e 5,0 x 10 4 NMP/100mL de coliformes fecais para o T3; 9,0 x 10 4 NMP/100mL de coliformes totais e 5,0 x 10 4 NMP/100mL de coliformes fecais para o T4. Em todos os tratamentos, ocorreram contaminações da alface por coliformes fecais e totais, sendo mais pronunciada em T3 e T4. Os tratamentos que apresentaram as maiores concentrações de micro-organismos produziram as hortaliças mais contaminadas.
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