Alimentos de origem animal - contaminação

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Nível de conhecimento dos manipuladores de alimentos de origem animal sobre segurança alimentar: Londrina e região

Nível de conhecimento dos manipuladores de alimentos de origem animal sobre segurança alimentar: Londrina e região

de alimentação como: tábuas de carne, serra fita, caixas plásticas, talheres, pano de prato, entre outros, participam aproximadamente de 16% das contaminações relacionadas as doenças alimentares, enquanto que os manipuladores são responsáveis por 26% dos surtos de doenças bacterianas de origem alimentar, sendo as mãos um dos principais veículos de transmissão microbiológica. Isso acontece porque acabam violando as instruções básicas de higienização, possibilitando a contaminação de produtos alimentares, utensílios e do ambiente em geral (ANDRADE et al., 2003; SANTOS; KOURI; MELLO, 2011; SILVA, 2015).
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Uso de ingredientes provenientes de OGM em rações e seu impacto na produção de alimentos de origem animal para humanos.

Uso de ingredientes provenientes de OGM em rações e seu impacto na produção de alimentos de origem animal para humanos.

Segurança dos alimentos contendo ingredientes de OGMs - Os grãos e silagens de plantas transgênicas têm sido largamente utilizados na alimentação animal com amplas vantagens quando comparado às plantas convencionais. Entre as vantagens estão maior produtividade e melhor qualidade do alimento no que se refere aos baixos índices de contaminação por agrotóxicos e por micotoxinas, bem como melhor composição nutricional. Enquanto estes avanços da biotecnologia abrem novas perspectivas para a solução de problemas em áreas como a agricultura, a liberação de transgênicos, para uso na natureza, traz novas abordagens de estudos quanto a possíveis problemas de natureza ecológica e para a saúde humana e animal. Estas abordagens deram origem à criação de agências governamentais para controlar o uso desta tecnologia e regulamentar a segurança dos alimentos transgênicos e seus derivados. Nos Estados Unidos isto está a cargo das agências: United States Department of Agriculture (USDA), Environmental Protection Agency (EPA), and Food and Drug Administration (FDA). No Brasil, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBIO) é o órgão técnico colegiado responsável pela avaliação de biossesgurança de todas as atividades envolvendo OGMs.
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Estudo microbiológico de matérias-primas processadas de origem animal utilizadas na fabricação de alimentos na região de Ribeirão Preto/SP

Estudo microbiológico de matérias-primas processadas de origem animal utilizadas na fabricação de alimentos na região de Ribeirão Preto/SP

partir de leite cru (OTTOGALLI, 1986; TAVARES & GARCIA, 1993; GARCIA- CRUZ, HOFFMANN & VINTURIM, 1994; LOGUERCIO & ALEIXO, 2001). Entretanto, para as amostras analisadas neste estudo, provenientes de leite pasteurizado, as expectativas eram de melhores resultados, pois a pasteurização reduz em 90 a 99% os microrganismos da matéria-prima e, consequentemente, reduz a presença de coliformes no queijo fresco (FRAZIER & WESTHOFF, 1993). PEREIRA et al. (1999) citam que a contaminação do leite pós-pasteurização, a utilização de fermentos inativos, temperaturas inadequadas e incorretas condições de manufatura e armazenagem contribuem também de forma efetiva para o comprometimento da qualidade do produto final.
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Resíduos e contaminantes químicos em alimentos de origem animal no Brasil: histórico, legislação e atuação da vigilância sanitária e demais sistemas regulatórios.

Resíduos e contaminantes químicos em alimentos de origem animal no Brasil: histórico, legislação e atuação da vigilância sanitária e demais sistemas regulatórios.

Resumo A segurança de alimentos é um tema cada vez mais relevante, devido à crescente busca por uma melhor qualidade de vida e conscienti- zação dos consumidores quanto ao direito de ad- quirir produtos seguros à saúde. O uso de subs- tâncias em animais produtores de alimentos para o consumo humano requer de estudos de farma- cocinética à depleção dos resíduos, com o estabe- lecimento de valores limitativos, de forma que não constituam em um risco à saúde. Além das subs- tâncias utilizadas intencionalmente, outras ad- vindas da contaminação ambiental ou contami- nação das rações ingeridas por esses animais po- dem atingir o homem através da dieta. Os objeti- vos deste artigo são reunir e discutir os principais atos federais relativos a resíduos e contaminantes químicos em alimentos de origem animal no Bra- sil, além daqueles relativos ao controle de medica- mentos de uso veterinário e aditivos para produ- tos destinados à alimentação animal. A apresen- tação cronológica das bases legais pretende facili- tar a interpretação dos atos dentro dos respectivos cenários políticos e econômicos. As propostas de ação dos diferentes agentes envolvidos nos siste- m as regulatórios são discutidas sob o ponto de vista da saúde pública.
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Impactos do curso de capacitação para os manipuladores de produtos de origem animal / Impacts of the training course for animal product's handlers

Impactos do curso de capacitação para os manipuladores de produtos de origem animal / Impacts of the training course for animal product's handlers

Nesse sentindo, a função que os manipuladores exercem é de extrema relevância e pode ser um fator determinante para a existência de surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA’s) (Muller, 2011). Portanto, os cursos de qualificação dos funcionários que manipulam alimentos são de fundamental importância. As falhas de higiene pessoal, ambiental ou cuidados com os alimentos podem resultar em risco de contaminação, o que pode causar a multiplicação de microrganismos patogênicos, resultando no comprometimento da saúde do consumidor (Çakiroglu e Uçar, 2008).
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Detecção de genes do cluster egc em Staphylococcus aureus isolados de alimentos de origem animal.

Detecção de genes do cluster egc em Staphylococcus aureus isolados de alimentos de origem animal.

É interessante salientar que, nas cepas isoladas em leite cru, não houve presença de genes do cluster egc. Outro estudo (ZOCCHE et al., 2009) conduzido no Rio Grande do Sul já havia demonstrado a baixa ocorrência de S. aureus enterotoxigênicos nesse alimento, ao contrário do evidenciado em outras regiões brasileiras, como, por exemplo, em Pernambuco, onde STAMFORD et al. (2006) encontraram 77% de S. aureus enterotoxigênicos em leite in natura. Esses resultados vêm ao encontro de diversos estudos (CENCI-GOGA et al., 2003; NITZSCHE et al., 2007) que demonstraram alta variabilidade genética entre cepas de S. aureus e que atribuem essa distinta enterotoxigenicidade a uma necessidade de adaptação do microrganismo ao ambiente e/ou hospedeiro. Por outro lado, duas cepas isoladas em queijo apresentaram cluster egc incompleto, o que faz supor que essas cepas tenham tido outra origem que não o leite. Uma provável fonte de contaminação pode ter sido os manipuladores de alimentos, uma vez que esses produtos sofrem alta manipulação após a pasteurização do leite, hipótese que pode ser corroborada pelo estudo de LAWRYNOWICZ-PACIOREK et al. (2007), os quais encontraram o cluster egc em S. aureus isolados de fossas nasais de manipuladores de alimentos.
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Farinhas de peixe, carne e ossos, vísceras e crisálida como atractantes em dietas para alevinos de tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus).

Farinhas de peixe, carne e ossos, vísceras e crisálida como atractantes em dietas para alevinos de tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus).

Os alimentos de origem animal apresentam alto teor protéico e balanço em aminoácidos, ácidos graxos, minerais e vitaminas, no entanto alguns desses alimen- tos podem apresentar alta variação em sua composição, em termos de proteína, gordura, cinzas e aminoácidos, podendo variar ainda quanto a digestibilidade e disponi- bilidade desses nutrientes, afetando a sua qualidade e podendo trazer prejuízo no desempenho dos peixes (ANDERSON et al., 1995; AKSNES et al., 1997 e VERGARA et al., 1999). Outro fator importante é quanto a ao alto risco de contaminação destas fontes que poderá refletir em redução no desempenho dos animais (REYES-SOSA e CASTELLANOS- MOLINA, 1995), além de maior custo quando compa- rados aos alimentos de origem vegetal.
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Biodegradação de biodiesel de origem animal

Biodegradação de biodiesel de origem animal

Isolou-se uma cepa de levedura do tratamento biológico do efluente da Refinaria de Paulínia – SP. Esta levedura foi submetida a alguns ensaios preliminares e mostrou-se capaz de biodegradar lipídios vegetais, gorduras animais e hidrocarbonetos. Diante destas características metabólicas providenciou-se a sua taxonomia resultando após análise molecular do genoma na espécie Candida viswanathii. Pelas suas propriedades hidrolíticas, procurou-se verificar nesta pesquisa a sua capacidade da em degradar biodiesel de origem animal, mediante o emprego do método respirométrico de Bartha e Pramer. Como suporte para esta avaliação utilizou-se solo arenoso, pH 4,0, 8,0g/dm 3 de matéria orgânica, coletado na Estação Ecológica de Itirapina, coordenadas geográficas (S 21°13’V e 0 47º 49’W). Procurou-se avaliar a capacidade de biodegradar biodiesel desta levedura com a quantidade de água sugerida no próprio método de respirometria isto é, de 70% da capacidade de campo (CC) e com quantidade adicional para 90% da CC. Constatou-se nos experimentos realizados que capacidade de campo diminui a eficiência da respirometria no tratamento em que havia biodiesel e o solo apresentava 90% da CC. Nos tratamentos com levedura e biodiesel tanto em 70 como 90% da CC houve maior evolução de CO 2. Comparando-se os ensaios
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Avaliação das condições físicas e higiênicas das áreas de produção em padarias da região metropolitana de Recife-PE / Evaluation of the physical and hygienic conditions of the metropolitan Recife-PE bakery areas

Avaliação das condições físicas e higiênicas das áreas de produção em padarias da região metropolitana de Recife-PE / Evaluation of the physical and hygienic conditions of the metropolitan Recife-PE bakery areas

• Embalar os alimentos com todas suas características; acondicionados em embalagens apropriadas para evitar contaminação; manter os alimentos congelados em temperatura adequada de acordo com o fabricante do equipamento; estabelecer que alimentos descongelados não podem ser reutilizados; seguir o Manual de Boas Práticas para cada tipo de alimento;

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Cad. Saúde Pública  vol.14 número2

Cad. Saúde Pública vol.14 número2

Na Tabela 2, estão apresentadas as razões de chance para os seis alimentos associados (p<0,10) à ocorrência de diarréia e/ou vômitos na análise uni- va riada. Após ajustamento por va ri á veis de confusão, p e rm a n e c e ram associados à ocorrência desses sinto- mas ambrosia (RC = 6,0; IC 95% = 1,8, 20,0), queijo minas fresco (RC = 6,9; IC 95% = 1,6, 29,4) e saladas com legumes crus (RC = 6,1; IC 95% = 1,5, 24,9).

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Análise do gene da internalina A e capacidade de adesão e invasão celular de Listeria monocytogenes de indústrias e alimentos de origem animal

Análise do gene da internalina A e capacidade de adesão e invasão celular de Listeria monocytogenes de indústrias e alimentos de origem animal

A capacidade das listerias em causar doença depende da colonização das células do intestino e disseminação para os órgãos (BAKARDJEIV et al., 2004). A habilidade de invasão celular e virulência de listerias estão relacionadas a mutações no gene das internalinas que resultam na presença de stop codons, levando a uma expressão deformada dessa proteína (CHEN et al., 2011; STELTEN et al., 2010, KYOUI, et al., 2014), produzindo fenótipos com atenuada virulência e diminuição na eficiência de invadir células epiteliais do intestino (WARD et al., 2010; OLIER et al., 2003; JACQUET et al., 2004; NIGHTINGALE et al., 2005; VAN STELTEN e NIGHTINGALE, 2008). A ocorrência de L. monocytogenes que apresentam mutações e uma forma truncada da internalina A tem sido relatada em diferentes regiões o mundo, como EUA (NIGHTINGALE et al., 2005; ORSI et al., 2007; SHEN et al., 2013), Canada (KOVACEVIC et al., 2013), França (OLIER et al., 2003; JACQUET et al., 2004; ROUSSEAUX et al., 2004), Portugal (FELICIO et al., 2007) e Japão (HANDA-MIYA et al., 2007). Dezoito tipos de mutações que levam à presença de prematuros stop codon (PMSCs) têm sido descritos no gene inlA (VAN STELTEN et al., 2010). No Brasil, há poucos estudos sobre esse patógeno alimentar (LEMES-MARQUES et al., 2007) no que se refere à sua prevalência ou ocorrência, especificamente na região do Distrito Federal e Centro-Oeste, e nenhum no país com relação ao estudo da internalina A (GELBÍČOVÁ, 2015; CRUZ et al., 2016). Trabalhos realizados nos Estados Unidos demonstram que amostras de L. monocytogenes que apresentam stop codons representam 35-45% das amostras de alimentos (KYOUI et al., 2014).
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Carcinoma da tiróide de origem folicular – Normas de Orientação Clínica

Carcinoma da tiróide de origem folicular – Normas de Orientação Clínica

36. O seguimento regular a longo prazo dos doentes é necessário para a detecção precoce de recidivas e início atempado do tratamento adequado, monitorização do tratamento com levotiroxina e manejo de eventuais complicações nomeadamente hipocalcemia. (Nível de Evidência C, Grau de Recomendação I) 37. O tratamento dos doentes com carcinomas diferenciados da tiróide de origem folicular é complexo,

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Alimentação Vegetariana

Alimentação Vegetariana

((0-3) pode ser encontrado em quantidades apreciáveis nos vegetais e sementes oleaginosas e é a única fonte de EPA (ácido ecosapentaenóico) e DHA (ácido docosahexaenóico) para os vegetarianos. No entanto, observou-se que a sua eficácia para elevar os níveis teciduais de EPA é substancialmente menor do que a do mesmo ácido gordo pré-formado, que existe nos peixes gordos e seus óleos, o que indica que nem todos os ácidos gordos da família ©-3 são biologicamente equivalentes. Nos vegetarianos, o ácido linolénico é preferencialmente convertido em EPA, mesmo na presença de quantidades muito elevadas do seu principal competidor, o ácido linoleico. Presentemente, nenhuma outra teoria explica como os vegetarianos obtêm DHA suficiente para formar os tecidos nervosos dos seus descendentes, senão através do consumo de alimentos que contêm ácido linolénico (45), apesar de já se ter confirmado a existência de baixas concentrações de DHA nos fosfolípidos plasmáticos dos vegetarianos (10). Uma forma de promover a conversão do ácido linolénico a DHA é através do consumo de óleos que possuam um quociente de ácido linoleico/linolénico menor, como o óleo de soja e de cânola (10).
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Composição química e valor energético de alimentos de origem animal utilizados na alimentação de codornas japonesas.

Composição química e valor energético de alimentos de origem animal utilizados na alimentação de codornas japonesas.

Entre os alimentos avaliados, a farinha de carne e ossos foi o que teve menor valor de EMAn (Tabela 3), enquanto a farinha de vísceras de aves foi superior quanto a esse parâmetro. Esses achados são similares àqueles descritos por Rostagno et al. (2005). Os resultados encontrados para EMAn da farinha de carne e ossos foram superiores àqueles relatados por Rostagno et al. (2005) e inferiores as descritos por Gomes et al. (2007). O coeficiente de metabolizabilidade aparente corrigido da farinha de carne e ossos diferiu em 2,58% daqueles determinados por Rostagno et al. (2005) em frangos de corte e em 18,30% dos resultados estimados por Gomes et al. (2007) para codornas japonesas em postura com 19 semanas de idade.
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A adequação do consumo de alimentos de origem animal e sua relação com renda familiar.

A adequação do consumo de alimentos de origem animal e sua relação com renda familiar.

Consumo de Proteínas de Origem Animal — ICPA —" que se diferenciava do CPE pelo denominador no qual figura o custo dos alimentos de origem animal, fonte de proteína de alto valor bio[r]

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Revisão e melhoria de um sistema de segurança alimentar (HACCP) num complexo de hotelaria

Revisão e melhoria de um sistema de segurança alimentar (HACCP) num complexo de hotelaria

mãos sempre manipulem géneros alimentícios diferentes de modo a evitar contaminações cruzadas, e devem ser utilizadas luvas sempre que haja contacto direto com produtos confecionados/transformados ou desinfetados. A confeção é realizada a temperaturas elevadas e durante o tempo necessário para que fiquem bem cozinhados, afim de destruir os microrganismos. Após a confeção os pratos a consumir frios (saladas, sobremesas, etc.), devem ser acondicionados numa vitrina frigorífica a uma temperatura inferior a +3ºC no máximo, e podem ser conservados nestas condições por um período máximo de 5 dias. Para as unidades onde não existe vitrina frigorífica, os pratos deverão ser protegidos com película aderente, mantidos em equipamento frigorífico até serem servidos, e aí contínua de modo a que os produtos não permaneçam expostos durante muito tempo à temperatura ambiente. Relativamente aos produtos quentes, após a sua confeção, os alimentos ficam mais frágeis, assim é necessário mantê-los a temperaturas que impeçam o desenvolvimento de microrganismos (superior a +65ºC). Os pratos a consumir quentes devem ser acondicionados em banho-maria a uma temperatura mínima superior a 65ºC, e estes devem ser consumidos no próprio dia. No que respeita a pratos sujeitos a reaquecimento estes devem ser mantidos a uma temperatura mínima superior a 65ºC até ao momento de consumo, que não deve ultrapassar 2 horas.
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Substituição de farinhas de origem animal por ingredientes de origem vegetal em dietas para frangos de corte.

Substituição de farinhas de origem animal por ingredientes de origem vegetal em dietas para frangos de corte.

A prática de alimentar os não ruminantes com dietas contendo farinhas de carne, vísceras e penas como fonte de proteína, substituindo o farelo de soja (FS), é bastante comum nas empresas brasileiras de integrações, sendo que essas matérias- primas apresentam custo relativamente baixo e são boas fontes de nutrientes quando bem processadas (MOURA et al., 1994; PEREIRA et al., 1994; BRUGALLI et al., 1999; BELLAVER et al., 2001b). No entanto, a ocorrência da Encefalopatia Espongiforme Bovina na Europa e o banimento das farinhas de origem animal para fabricação de rações animais naquele continente, levou os importadores a exigirem que os frangos brasileiros fossem alimentados com dietas formuladas com ingredientes estritamente vegetais, tais como o milho e o FS. Além disto, o mercado do Oriente Médio exige um frango produzido segundo normas religiosas específicas que também proíbem o uso de farinhas de origem animal nas rações dos frangos.
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Diagnóstico parasitológico de horticultures no monitoramento da contaminação parasitária em ambientes rurais

Diagnóstico parasitológico de horticultures no monitoramento da contaminação parasitária em ambientes rurais

Parasitos e/ou comensais intestinais podem ser veiculados pelas mãos sendo que a viabilidade e a quantidade de cistos e ovos eliminados no meio é a principal preocupação com a transmissão. Os protozoários mais freqüentes transmitidos pela manipulação de alimentos são E. histolytica, G. lamblia e Toxoplasma gondii (SOUSA, COSTÊLA, OLIVEIRA, 2001). Para os helmintos seriam Echinococcus granulosus, Hymenolepis nana, Trichiuris trichiura e Ascaris lumbricoides (GUILHERME et al., 1999).

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Valores energéticos de subprodutos de origem animal para aves.

Valores energéticos de subprodutos de origem animal para aves.

As grandes variações encontradas nos coeficien- tes de metabolizabilidade dos alimentos estudados po- dem ainda ser explicadas pelo fato de os alimentos sofrerem processamentos diferentes, resultando em matérias-primas de diferentes qualidades (Nunes, 2003). Segundo Butolo (2002), a temperatura utilizada no processamento das farinhas de origem animal, neces- sária para a eliminação dos agentes patogênicos e a quebra das ligações entre os aminoácidos que formam a proteína das penas, no caso a queratina, geralmente é elevada e proporciona reações entre os nutrientes, formando complexos ou provocando a desnaturação protéica, o que torna esses nutrientes indigestíveis, ocasionando redução no valor energético dos alimen- tos, o que foi facilmente comprovado pelos coeficien- tes de metabolizabilidade verificados neste trabalho.
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Arq Bras Endocrinol Metab  vol.53 número5

Arq Bras Endocrinol Metab vol.53 número5

N utrição e Alimentos é dos temas mais globalmente discutidos na atualidade, quer nos países desenvolvidos, quer naqueles em desenvolvimento, tanto na mí- dia como na literatura científica, sob o ângulo da sua quantidade e/ou qualidade, convergindo, invariavelmente, para um ponto central, seu impacto na saúde humana.

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