Alimentos funcionais - Análise

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Rotulagem de alimentos funcionais: análise de informações

Rotulagem de alimentos funcionais: análise de informações

Na América Latina, o Brasil foi o primeiro país a estabelecer legislação referente a alimentos funcionais, sendo emitidas, em 1999, quatro resoluções (RDC n° 16/99: Aprova o Regulamento Técnico de Procedimentos para Registro de Alimentos e ou Novos Ingredientes; RDC n° 17/99: Aprova o Regulamento Técnico que Estabelece as Diretrizes Básicas para Avaliação de Risco e Segurança dos Alimentos; RDC nº 18/99: Aprova o Regulamento Técnico que Estabelece as Diretrizes Básicas para Análise e Comprovação de Propriedades Funcionais e ou de Saúde Alegadas em Rotulagem de Alimentos; RDC nº 19/99: Aprova o Regulamento Técnico de Procedimentos para Registro de Alimento com Alegação de Propriedades Funcionais e ou de Saúde em sua Rotulagem) e uma portaria (portaria nº 15/99 instituiu a Comissão de Assessoramento Tecnocientífico em Alimentos Funcionais e Novos Alimentos), pela ANVISA. Em 2002, foi publicada a RDC nº 2, que se refere às substâncias bioativas e probióticos isolados com alegações de propriedade funcional e/ou saúde, objetivando padronizar os procedimentos a serem adotados para a avaliação de segurança, registro e comercialização. Em 2004, foi emitido o Informe Técnico nº 9, com orientação para utilização, em rótulos de alimentos de alegações de propriedades funcionais de nutrientes com funções plenamente reconhecidas pela comunidade científica.
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Os alimentos funcionais no Brasil: uma análise dos produtos registrados com alegações de propriedade funcional e/ou de saúde entre 1999 e 2013.

Os alimentos funcionais no Brasil: uma análise dos produtos registrados com alegações de propriedade funcional e/ou de saúde entre 1999 e 2013.

O mercado de alimentos é constantemente impulsionado por inovações técnico- científicas que, em conjunto com o discurso de alimentação saudável fizeram surgir, no Japão da década de 1980, o conceito de Alimentos Funcionaisalimentos que supostamente oferecem benefícios à saúde além da nutrição básica, mas cuja definição é motivo de dúvidas e controvérsias. Apesar de o conceito surgir no Japão, é a partir que do processo de regulamentação de suplementos dietéticos da Food and Drug Administration nos EUA que eles passam a ter impacto significativo sobre o mercado e a saúde. Durante a década de 1990 a indústria pressionou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária para comercializar e produzir esta nova categoria de alimentos no Brasil. Em 1999 a ANVISA lançou resoluções com as diretrizes básicas para a avaliação do risco e segurança dos alimentos, regulamentando a utilização de alegações de propriedade funcional ou de saúde utilizadas na rotulagem de alimentos, assim como os procedimentos para o registro das mesmas. Alegando um excesso de pedidos contraditórios às diretrizes das políticas públicas de saúde, a ANVISA modifica as regras para as alegações em 2004 e 2005. Este trabalho visa complementar, e é subsidiado, por outras pesquisas sobre o tema realizadas dentro do Departamento de Sociologia e Ciência Política da UFSC, notadamente as pesquisas de Grisotti sobre as legislações do Brasil, EUA e União Europeia para Alimentos Funcionais, e sobre as controvérsias científicas da área; dentre outros. Ele também é subsidiado pela ideia de Sistemas Alimentares enquanto teoria social, tal como apresentada por Beardsworth e Keil, do conceito de Campo Econômico de Pierre Bourdieu; buscando compreender do fenômeno dos alimentos funcionais através da forma como estes entrelaçam mercado, ciência e estado. A discussão teórica é seguida por uma análise da legislação brasileira para alimentos funcionais. Finalmente procede-se a uma análise dos alimentos com propriedades funcionais e de saúde registrados na base de dados da ANVISA entre 1999 e 2013, objetivando um melhor entendimento da constituição deste campo e dos atores que o compõem. Esta análise mostrou que houve uma mudança nos atores do campo a partir de 2006, e que existe certa confusão na aplicação das normas e diretrizes da ANVISA, assim como problemas de comunicação entre as diferentes agências estatais envolvidas no processo de regulamentação.
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Análise do processo de comunicação dos alimentos funcionais: um estudo das embalagens de pães

Análise do processo de comunicação dos alimentos funcionais: um estudo das embalagens de pães

As abordagens foram feitas com 10 consumidores em potencial através de entrevistas não estruturadas gravadas com o auxílio de um smartphone, com perguntas objetivas e subjetivas, ao longo ano de 2017, na cidade de Londrina, no Paraná. Os entrevistados foram selecionados de acordo com seu perfil de vida, idade (acima de 25) a fim de selecionar pessoa que realizam as próprias compras de alimentos, hábitos alimentares previamente observados e disponibilidade de tempo para a realização do estudo. O tempo médio de cada entrevista foi de 12 minutos para que todos os aspectos do roteiro, ou aqueles que se apresentaram pertinentes a cada entrevistado, fossem abordados.
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Aceitação e percepção dos estudantes de Gastronomia e Nutrição em relação aos alimentos funcionais

Aceitação e percepção dos estudantes de Gastronomia e Nutrição em relação aos alimentos funcionais

RESUMO: O termo “alimento funcional” foi introduzido no Japão (1980) e, apesar de comumente utilizado, ainda não existe defi nição mundialmente aceita. Estudos afi rmam que sua aceitação está relacionada à informação recebida. Assim, profi ssionais da área de alimentos devem divulgar informações acerca de seus benefícios para promoção de alimentação saudável. Portanto, buscou-se verifi car aceita- ção e percepção dos alunos de Gastronomia e Nutrição do DF em relação aos “alimentos funcionais” por meio de es- tudo transversal com questões fechadas e posterior análise estatística. Foram aplicados 128 questionários: 80 em estu- dantes de nutrição (EN) e 48 em estudantes de gastronomia (EG). Dos estudantes de nutrição (EN), 100% já ouviram falar sobre “alimentos funcionais” e sabe seu signifi cado. Dos estudantes de Gastronomia (EG), 23% desconheciam o termo e, com isso, este percentual foi excluído da pes- quisa, restando um universo de 117 respondentes. Apenas 22% dos EN não realizam pesquisas relativas ao assunto, assim como 42% dos EG. Quanto à prevenção de doenças 96% EN e 89% EG acreditam que seja possível por meio da ingestão regular desses alimentos. Porém, apenas 29% EN e 38% EG comprariam um alimento desconhecido sa- bendo que ele possui alegação de propriedade funcional ou de saúde. Além disso, 50% EN e 70% EG acreditam que o sabor de um alimento é mais importante que seus efei- tos na saúde. Da mesma forma, 56% EN e 54% EG não comprariam um “alimento funcional” sem conhecer o seu sabor. Portanto, observa-se que os alunos estão cientes da importância do consumo de alimentos que possam promo- ver saúde e prevenir o surgimento de doenças. Porém, ao optar por utilizar esses alimentos, se deparam com fatores como a falta de hábitos alimentares e, principalmente, o sa- bor diferenciado dos “alimentos funcionais” que difi cultam no momento da sua escolha.
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Alimentos funcionais: uma revisão.

Alimentos funcionais: uma revisão.

Este trabalho de conclusão de curso é referente à temática alimentos funcionais, tendo por objetivo realizar uma análise geral do tema alimentos funcionais através de uma revisão de literatura. Os alimentos, além do valor nutritivo e dos aspectos sensoriais, podem apresentar propriedades específicas para o benefício da saúde no homem, sendo esta atribuição funcional característica do próprio alimento ou da adição de ingredientes que modificam as propriedades funcionais no alimento. Define-se como funcional, o alimento ou componente alimentar que proporcione benefícios à saúde, podendo ser de diferentes tipos de origens, desde nutrientes isolados, alimentos processados, derivado de plantas, entre outros. Foi realizada uma revisão da literatura de forma sistemática, nas bases de dados Medline, Pubmed, Lilacs, SciELO e dos comitês nacionais e internacionais de saúde, dos artigos publicados nos últimos quinze anos, abordando a temática sobre os Alimentos Funcionais. Os seguintes termos de pesquisa (palavras-chaves e delimitadores) foram utilizados em várias combinações: 1) Alimentos Funcionais; 2) Alimentação Saudável; 3) Saúde; 4) Tratamento. E nas pesquisas em inglês os termos foram: 1) Functional Foods; 2) Healthy; 3) Treatment. A pesquisa bibliográfica incluiu artigos originais, artigos de revisão, dissertações, teses, editoriais e diretrizes escritos nas línguas inglesa e portuguesa. Foi realizado levantamento bibliográfico sobre o assunto, além de investigar as propriedades dos novos alimentos funcionais: kefir, linhaça, yacon, maracujá, cogumelos e jabuticaba. Os alimentos funcionais são uma forma de prevenir determinados tipos de doenças, sendo o seu conhecimento imprescindível para a população em geral, pois os mesmos são fundamentais para proporcionar uma qualidade de vida saudável. Os profissionais da área de saúde necessitam conhecer as propriedades dos alimentos funcionais, pois as mesmas podem ser adequadas à terapia de seus pacientes.
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Alimentos funcionais e seu potencial antioxidante: contextualizando a química na escola

Alimentos funcionais e seu potencial antioxidante: contextualizando a química na escola

No terceiro capítulo consta o desenvolvimento deste trabalho. Dividido em duas etapas: a primeira que consistiu em uma pesquisa bibliográfica abordando a temática utilizada com o objetivo de fornecer subsídios tanto teóricos quanto metodológicos; a segunda etapa que descreve o desenvolvimento das intervenções realizadas na escola através de duas oficinas temáticas: a primeira intitulada “Alimentos Funcionais, sua classificação e benefícios” e; a segunda nomeada “Antioxidantes e radicais livres”. Realizamos um total de 16 intervenções divididas em um encontro por semana. O contexto para o desenvolvimento foi uma escola pública da cidade de Santa Maria com estudantes da terceira série do ensino médio. Das intervenções, extraímos os dados para análise da pesquisa, bem como obtivemos subsídios para as considerações que dizem respeito à problemática da pesquisa.
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Alimentos funcionais com base em massas alimentícias

Alimentos funcionais com base em massas alimentícias

Os sete participantes escolhidos tinham idades entre os 18 e 21 anos, índice de massa corporal entre 17 e 22, não tinham histórico de diabetes na família, não fumavam nem bebiam álcool. Foi-lhes medido o nível de glicose em jejum, e em seguida, consumiram 50 g de macarrão com farinha de mandioca fermentada, tendo usado como controlo pão branco. A cada 15 minutos, a análise de glicose era feita, tendo o teste uma duração de 120 minutos. O teste foi repetido três vezes com um intervalo de cinco dias entre cada ensaio. Todos os participantes foram autorizados a beber até 250 ml de água durante o teste de duas horas ( 2 Purwandari et alii; 2014).
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O consumo de alimentos funcionais – atitudes e comportamentos

O consumo de alimentos funcionais – atitudes e comportamentos

Por sua vez, um grupo significativo de consumidores, no inquérito realizado na análise quantitativa, demonstra já conhecer a existência de produtos alimentares funcionais e os seus benefícios para a saúde. No entanto, é de salientar que a maioria dos inquiridos referiu categorias de produtos funcionais. Este facto deve-se, eventualmente, ao desconhecimento ou à falta de ligação, por parte dos inquiridos, destes tipos de produtos a marcas umbrella ou marcas de produtos existentes no mercado. Todavia, as marcas umbrella e marcas de produtos mais citadas correspondem a produtos nos segmentos dos lacticínios e das bebidas energéticas. E, de facto, é no campo dos lacticínios que se encontra uma ampla oferta de produtos alimentares funcionais com potenciais benefícios para a saúde, ao contribuir para a regulação do sistema digestivo, diminuição do colesterol, entre outros.
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Alimentos funcionais na prevenção e tratamento de doença cardiovascular: recomendações

Alimentos funcionais na prevenção e tratamento de doença cardiovascular: recomendações

alimento se enquadra em determinado perfil nutricional, a estabelecer pela Comissão Europeia (CE) até ao início de 2009. Novas alegações de saúde podem ser utilizadas após análise e autorização da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (AESA) com base em dados científicos fidedignos. As alegações de saúde vagas, do tipo “melhora o seu bem estar” desaparecererão do rótulo dos alimentos.

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Estudo do comportamento do consumidor de alimentos funcionais

Estudo do comportamento do consumidor de alimentos funcionais

Os avanços e desenvolvimentos tecnológicos, a inovação, o dinamismo e a volatilidade dos mercados, a globalização e a crise económica mundial, entre outros aspetos, tornam cada vez mais difícil às empresas manter as suas vantagens competitivas (Hankinson & Cowking, 1997). Em muitos casos, as organizações focam- se em atributos específicos dos produtos ou dos mercados, na segmentação e na diferenciação através da criação de marcas (White, 1993). Noutros, na criação de relacionamentos duradouros com os clientes, na integração em redes, na inovação e na criatividade, e no estabelecimento de parcerias e alianças estratégicas. De uma forma ou de outra, as empresas procuram planear e desenvolver processos viáveis que ajustem objetivos, experiências e recursos, quantificados num determinado período de tempo, com as oportunidades que surgem em mercados dinâmicos e em mutação constante. Para Kotler (2008), tal implica uma análise de capacidades financeiras, humanas e tecnológicas por parte das empresas, de modo a avaliar a boa concretização dos planos de marketing e a que haja uma regular revisão crítica das suas metas globais e da eficácia de marketing.
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Alimentos Funcionais: Enquadramento sociológico e hábitos de consumo

Alimentos Funcionais: Enquadramento sociológico e hábitos de consumo

) e do crescente desejo de utilizar os alimentos para prevenir doenças crónicas ou optimizar a saúde e geração de bem-estar (Khan et al. 2013). O futuro destes produtos é incerto já que depende da relação: alegações de saúde – evidência científica – aprovação pelas entidades reguladoras. A Comissão Europeia procurou identificar as principais tendências, estímulos e incertezas associadas à nutrição e segurança alimentar no horizonte de 2050 sendo consideradas, no âmbito das atitudes e comportamentos do consumidor, a diversificação e polarização das dietas e estilos de vida e no âmbito das novas tecnologias na cadeia alimentar, a crescente medicalização do alimento, assim como as novas formas de que este se pode revestir (European Commission, 2013:9). Foram considerados 9 macro cenários, sendo o 6º dedicado ao consumo generalizado de alimentos funcionais de alta tecnologia (EC, 2013:15). Processos de cenarização a tão longo prazo correm o risco de oscilar entre a futurologia e a especulação recomendando as devidas reservas na sua análise,
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Aspectos tecnológicos de alimentos funcionais contendo probióticos.

Aspectos tecnológicos de alimentos funcionais contendo probióticos.

maior atividade foram observadas armazenando as culturas a –80 °C, mas diversas culturas estocadas a –30 °C também sobreviveram bem. A análise de variância mostrou que a viabilidade de culturas congeladas é mais afetada pela tem- peratura de armazenamento que pela taxa de refrigeração. Segundo Brashears, Gilliland (1995), um veículo de L. acidophilus provém de um produto lácteo não fermen- tado. Este produto é preparado com a adição de células de uma cultura concentrada congelada ao leite magro pasteu- rizado e após armazenamento do leite em temperatura de refrigeração. Cuidados são necessários visando à obtenção de número adequado de lactobacilos, pois as células de- vem sobreviver congeladas e subseqüentemente às condi- ções de refrigeração.
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Desenvolvimento de uma bebida Kombucha com adição de alimentos funcionais

Desenvolvimento de uma bebida Kombucha com adição de alimentos funcionais

para curar os problemas intestinais do imperador da época. O chá se tornou popular e ultimamente é consumido em todos os países. Com isso propomos a desenvolver uma bebida Kombucha, com adição de alimentos funcionais. Metologicamente, foi um estudo observacional, descritivo com delineamento do tipo transversal. Foi realizado o teste de aceitabilidade, por análise sensorial com os alunos do curso de Nutrição, no qual foram avaliadas as características: aparência, cor, aroma, sabor e textura. Após este ser aceito, foi realizado outro teste com 40 adultos com faixa etária de 20 anos a 60 anos incompletos em uma loja de produtos naturais, pelo teste de escala hedônica não estruturada. Para este teste foi entregue um formulário para cada provador no qual o indivíduo marcou um x em uma escala que vai de zero a nove, onde melhor representa o quanto gostou do produto. Posteriormente foi verificada a pontuação, sendo categorizado em: não gostei extremamente até gostei extremamente. Os dados trouxeram uma avaliação positiva ao estudo, sendo bem aceito com a população testada.
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Alimentos funcionais : o impacto da rotulagem no comportamento do consumidor

Alimentos funcionais : o impacto da rotulagem no comportamento do consumidor

Nesta primeira fase o objetivo é expor de uma forma detalhada a caracterização dos inquiridos no que respeita ao nível sociodemográfico e de seguida ao nível comportamental, motivacional e percecional ao consumo e compra dos alimentos funcionais com o objetivo de baixar o colesterol total e LDL. Numa segunda fase, prossegue-se para a análise inferencial, onde se identifica, analisa e sintetiza os padrões correlacionais inerentes às hipóteses de investigação estabelecidas para este estudo. Estes resultados são analisados de forma a estabelecer-se um padrão referente ao comportamento dos consumidores perante a rotulagem destes alimentos funcionais.
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Atitudes e hábitos de consumo de alimentos funcionais: um estudo exploratório

Atitudes e hábitos de consumo de alimentos funcionais: um estudo exploratório

Quando perguntámos quais os benefícios reconhecidos neste tipo de produtos responderam espontaneamente 162 entrevistados. À semelhança de questões ante- riores, realizámos a análise de conteúdo das respostas e identificámos as categorias presentes. as respostas apontam para benefícios mais preventivos do que curativos (tabela 4). os entrevistados reconhecem que os alimentos funcionais contribuem para a prevenção de doenças (43), para um maior equilíbrio funcional (41), para a qualidade de vida de quem os ingere (21), para estar em forma (12), proporcionando uma alimentação saudável (11), com benefícios para sistema digestivo (12), permi- tindo ao indivíduo sentir-se bem (6), entre outras vantagens (16).
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Desenvolvimento de alimentos funcionais enriquecidos em polifenóis de azeitona

Desenvolvimento de alimentos funcionais enriquecidos em polifenóis de azeitona

Para extrair o HT e Ty pesaram-se 20 g de cada bagaço. De seguida adicionaram-se 13 ml de água destilada a cada bagaço e agitou-se, à temperatura ambiente e a 300-400 rpm, durante 1 hora. Após a agitação centrifugaram-se as amostras durante 15 min, à temperatura ambiente e a 2000-3000 rpm. Após a centrifugação, separou-se a fase aquosa com o auxílio de uma seringa para um vial de 10 ml. No final, enviaram-se as amostras para análise de cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC). A análise de HPLC foi utilizada para caracterizar o perfil fenólico (hidroxitirosol e tirosol) de extratos de bagaço usando dois aparelhos: Dionex ICS3000 com o software Chromeleon V.6.8 e Thermo Scientific Surveyor com o software Thermo Chromquest 5.0 V.3.2.1. A coluna usada foi uma coluna Waters Novapak C18 (150 x 3,9 mm). A temperatura da coluna foi mantida a 25ºC. A fase móvel consistiu de um sistema binário usando 10% metanol e 2% ácido acético em água ultra pura Tipo I. O volume de injeção foi 25 μl. A deteção e quantificação foram realizadas a 210 nm (no primeiro aparelho) e 280 nm (no segundo aparelho). A curva de calibração foi injetada no início da corrida.
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DESENVOLVIMENTO DE ALIMENTOS FUNCIONAIS NOS ÚLTIMOS ANOS: UMA REVISÃO

DESENVOLVIMENTO DE ALIMENTOS FUNCIONAIS NOS ÚLTIMOS ANOS: UMA REVISÃO

Kimura et al. (2017) formularam alfajores enriquecidos com diferentes porcentagens (0 a 15%) de um mix desidratado contendo respectivamente 10% e 90% de carcaças de salmão (Salmo salar) e tilápia (Oreochromisniloticus sp.), bem como avaliaram as características nutricionais, microbiológicas e sensoriais desse produto. Como resultado, os autores detectaram que quanto maior a porcentagem de mix utilizada, maior o teor de proteínas e menor a quantidade de carboidratos presente nos alfajores. As análises microbiológicas mostraram que o produto está dentro dos padrões de qual idade exigidos pela legislação brasileira. Já em relação à análise sensorial, 40% dos 50 provadores voluntários relataram que certamente comprariam os alfajores contendo 50% do mix desidratado. Assim, este experimento mostrou a importância de aproveitar as carcaças de peixes para o enriquecimento nutricional de alimentos, aumentando o teor de proteínas, minerais, aminoácidos essenciais, ácidos graxos poli- insaturados e ômega 3.
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Redes sociais em alimentos funcionais no Paraná: relato de pesquisa :: Brapci ::

Redes sociais em alimentos funcionais no Paraná: relato de pesquisa :: Brapci ::

Redes sociais são constituídas por indivíduos que mobilizam esforços em seu entorno, são configuradas pelas interações entre atores que têm interesses comuns. As interações subjacentes à estrutura social promovem o compartilhamento da informação e do conhecimento em territórios específicos. Essa pesquisa teve como objetivo estudar o compartilhamento da informação na Rede de Cooperação e Inovação em Alimentos Funcionais no Estado do Paraná (RECINAF), com base no seu mapeamento. Para sua consecução foi empregada a metodologia Análise de Redes Sociais (ARS), que visa à identificação da estrutura de comunicação de um sistema, analisando-a mediante suas relações. Os resultados indicam que o compartilhamento da informação na rede ocorre intra-institucionalmente, as ligações entre as instituições científicas no Paraná é frágil e não há articulação para o adensamento da especialidade de Alimentos Funcionais. É necessário que essa articulação seja incentivada, o que pode ser desenvolvido pela coordenação da rede.
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AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE ALIMENTOS FUNCIONAIS EM PORTADORES DE SÍNDROME METÁBOLICA

AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE ALIMENTOS FUNCIONAIS EM PORTADORES DE SÍNDROME METÁBOLICA

Os alimentos funcionais são definidos como alimentos que afetam beneficamente uma ou mais funções do organismo, além de garantirem efeitos nutricionais adequados, conduzindo a uma melhoria do estado geral de saúde e bem estar, reduzindo o risco de doenças (SAAD, 2006). Entretanto, os alimentos funcionais sozinhos não são capazes de garantir boa saúde, uma vez que podem melhorar a saúde quando integram uma dieta equilibrada e hábitos de vida saudáveis (BRASIL, 2008).

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Alimentos funcionais no tratamento e prevenção no Câncer de mama

Alimentos funcionais no tratamento e prevenção no Câncer de mama

De acordo com o Comitê de Alimentos e Nutrição do Instituto de Medicina Internacional, a alimentação não só fornece energia e nutrientes essenciais, mas associa componentes não nutricionais para promoção de efeitos fisiológicos benéficos, surge assim, o chamado alimento funcional ou nutracêutico, conceituado como qualquer alimento ou ingrediente que, além de seus nutrientes tradicionais, modula funções orgânicas e exerce uma ação metabólica ou fisiológica, contribuindo para a saúde física e diminuição de morbidades crônicas. Nesse contexto, os componentes encontrados nos alimentos funcionais emergem como um promissor instrumento no controle da doença, por meio dos mecanismos de ação de seus princípios ativos, sendo, anticarcinogênicos, antioxidantes, anti-inflamatórios e anti- hormonais, que minimizam os efeitos colaterais e o impacto dessa afecção, melhorando as respostas do tratamento (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012).
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