Alimentos Infantis - Publicidade e propaganda

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Regulamentação da propaganda de alimentos infantis como estratégia para a promoção da saúde.

Regulamentação da propaganda de alimentos infantis como estratégia para a promoção da saúde.

Engesveen K. Proteção das crianças contra o marke- ting agressivo de alimentos e bebidas prejudiciais à saúde: O potencial de uma abordagem baseada nos direitos humanos. Noruega; 2005. [acessado 2009 set 25]. [Documento da Internet]. Disponível em: http:/ /www.abrandh.org.br/artigos/kaiamarketing.pdf Vasconcellos AB, Goulart D, Gentil PC, Oliveira TP. A Saúde Pública e a Regulamentação da publici- dade de alimentos. Brasília: Ministério da Saúde (MS). [acessado 2009 out 6]. [Documento da Internet]. Disponível em: htpp://www.nutricao.saude.gov.br Brasil. Consulta Pública n° 71, de 10 de Novembro de 2006. Proposta de Regulamento Técnico sobre oferta, propaganda, publicidade, informação e a outras práticas correlatas cujo objeto seja a divulga- ção ou promoção de alimentos com quantidades elevadas de açúcar, de gordura saturada, de gordura trans, de sódio e de bebidas com baixo teor nutrici- onal, quaisquer que sejam as formas e meios de sua veiculação. Diário Oficial da União 2006; 13 nov. Brasil. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução CNS nº 408, de 11 de dezembro de 2008. Aprova diretrizes para a promoção da ali- mentação saudável com impacto na reversão da epidemia de obesidade e prevenção das doenças crônicas não transmissíveis. Diário Oficial da União 2009; 09 mar.
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A propaganda de alimentos infantis: uma pesquisa qualitativa sobre a percepção dos pais acerca dos hábitos de consumo dos filhos

A propaganda de alimentos infantis: uma pesquisa qualitativa sobre a percepção dos pais acerca dos hábitos de consumo dos filhos

Ela é casada, possui grau superior completo e está cursando nutrição, 31 anos e mãe da filha 9 de sete anos. A filha 9 tem alergia alimentar a leite e colesterol alto por motivo genético, então, a mãe controla bastante a alimentação e, aos poucos, a criança está se acostumando e entendendo a sua condição, embora ainda sinta-se diferente dos coleguinhas por não poder consumir alimentos que eles consomem quando querem. Passa a manhã na escola e tem aula de karatê em alguns dias da semana, no período da tarde. A mãe 9 conta com a ajuda da sua mãe, a avó da criança. Menciona que a filha gosta de fazer várias atividades ao mesmo tempo e com a televisão ligada, embora não esteja assistindo atentamente, e critica muito a publicidade de alimentos industrializados como se fossem saudáveis. A mãe também lamenta não poder acompanhar com maior proximidade a alimentação da filha por está trabalhando e afirma que a filha possui boa receptividade com verduras cozidas e frutas.
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Novas estratégias de posicionamento na fidelização do consumidor infantil de alimentos processados.

Novas estratégias de posicionamento na fidelização do consumidor infantil de alimentos processados.

As crianças estão assumindo um papel cada vez mais importante nas decisões de consumo familiar em função de sua crescente influência e autonomia na escolha dos produtos adquiridos, o que as torna um segmento de mercado cada vez mais visado nas estratégias de marketing das empresas de produtos manufaturados. Essa dinâmica é particularmente importante no mercado de alimentos infantis, em que se estabelecem necessidades, às vezes contraditórias, de integrar a busca por alimentos saudáveis (pelos pais) saborosos e valorizados (muitas vezes em função de atributos extrínsecos) pelos filhos. Esta pesquisa evidenciou que a adoção de padrões de alimentação inadequados tem gerado a emergência de novos problemas de saúde na população infantil brasileira. Esse quadro é agravado por um contexto institucional marcado pelo conflito de parte do setor processador de alimentos e órgãos públicos de regulação – em particular no que diz respeito à competência de regular a publicidade de alimentos para esse segmento de consumidores. Ao largo desse debate, as empresas líderes no mercado de alimentos infantis, em grande parte multinacionais, procuram alinhar a oferta de alimentos cada vez mais saudáveis aos consumidores infanto-juvenis, atendendo uma tendência inexorável nesse setor. É inconcebível, portanto, que o estabelecimento de uma regulamentação rígida e específica sobre as informações veiculadas na propaganda e publicidade de alimentos, voltados ao público infantil, por órgãos públicos isentos, beneficiando não apenas os consumidores, mas também a empresa preocupada em garantir a boa qualidade de seus produtos, não represente uma bandeira comum do setor processador de alimentos no Brasil.
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Alimentação ou diversão? A publicidade contemporânea de alimentos infantis e suas...

Alimentação ou diversão? A publicidade contemporânea de alimentos infantis e suas...

Mas para além das instabilidades e incertezas vistas nesses contextos, como também observa o autor, é importante atentar para o movimento simultâneo das continuidades, mudanças e contradições que se apresentam nesse universo contemporâneo da infância e das mídias. Nesse sentido, como trata Buckingham, ao mesmo tempo em que as fronteiras entre as crianças e os adultos, tanto em seus mundos sociais quanto em seus mundos midiáticos, parecem estar se diluindo ou se atenuando, elas também estariam em outra medida se reforçando: se de um lado as crianças mais velhas estão cada vez mais se apropriando de conhecimentos e experiências antes tidas como exclusivas do mundo dos adultos, e inapropriadas para as suas condições infantis, de outro as crianças mais novas estão cada vez mais concentradas em conhecimentos e experiências exclusivamente orientadas para os seus interesses, participando de mundos culturais exclusivamente infantis, e dos quais os adultos têm pouco conhecimento e às vezes nenhum acesso; se de um lado as crianças estão conquistando maior espaço e poder no contexto social, especialmente enquanto cidadãs na família e na sociedade e enquanto consumidoras de marcas e produtos criados e desenvolvidos especialmente para elas, de outro, apesar de todas as atenções, políticas e cuidados dirigidos às crianças, bem como de toda a estrutura midiática e mercadológica orientada para elas, elas ainda não podem ser de fato vistas e ouvidas enquanto consumidoras e cidadãs ativas e participativas nesse mesmo contexto social, pois que de fato as vozes infantis ainda não se fazem ouvir. (BUCKINGHAM, 2007:147)
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Processos de identificação e alteridadepela propaganda brasileira

Processos de identificação e alteridadepela propaganda brasileira

Resumo: Toma-se discurso publicitário brasileiro como objeto, sob processos de identificação e alteridade construídos. O aporte teórico e metodológico fundamenta-se na Análise do Discurso de Michel Pêcheux: efeitos de sentido de imagens (olhar estrangeiro sobre Brasil, nós para ele e sobre nós) e crítica ao discurso fundador da publicidade, historicamente pela escrita e imprensa européias e menos pela oralidade pré século XIX. A rede de relacionamentos empresariais aumenta pela diversidade cultural e a ilusão de identidade pela língua portuguesa. Resulta que: anunciamos o que pressupomos ser visto pelo outro do lugar de sujeitos, para dizer/mostrar o possível no jogo das identificações.
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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP

Esta dissertação tem como objetivo analisar a intertextualidade em anúncios publicitários. A fim de dar conta desse objetivo, selecionamos um corpus composto por oito anúncios publicados na revista Veja no período de maio de 2007 a dezembro de 2008 e procedemos à analise fundamentada em estudos de Beaugrande (1997), Costa Val (2002), Koch e Elias (2006), e Koch, Bentes e Cavalcante (2007); a intertextualidade conforme Bakhtin (2000), Kristeva (1974), Maingueneau (1976), Koch, Bentes e Cavalcante (2007) e linguagem da propaganda como os estudos de Quesnel (1974), Lagneau (1974), Verón (1980), Carvalho (2000), Sandmann (2001), Iasbeck (2002), Sant’Anna (2002), Vestergaard e Schroeder (2004) e Abreu (2005). Os resultados indicam que a intertextualidade no anúncio publicitário ocorre de forma explícita ou implícita, porém, em ambos os casos, aquele que anuncia espera que o leitor/consumidor produza o sentido do texto, levando em conta o intertexto.
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UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Lecionando em cursos universitários de áreas não exatas, como Administração de Empresas, Comunicação Social, Hotelaria, Publicidade e Propaganda, Marketing, Turismo e outros, nota[r]

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Blog: experiência pedagógica e educacional

Blog: experiência pedagógica e educacional

O conteúdo das disciplinas: Arte e Publicidade e Técnicas de Co- municação são os que mais aparecem no blog. Podemos citar como exem- plo a postagem no dia 05/04, feita por Letícia Gratão, sobre exemplos de propagandas que utilizam o “Grotesco na Propaganda” tema de uma das aulas da disciplina Arte e Publicidade. Outro exemplo foi a matéria feita por Juliana Mariano, no dia 1 º de abril, explicando como deveriam ser fei-

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O Exercício do Olhar Numa Propaganda de Tv: Explorando o Sincretismo da “Fazendinha Tirol”

O Exercício do Olhar Numa Propaganda de Tv: Explorando o Sincretismo da “Fazendinha Tirol”

atual e a significativa inserção que a televisão possui em diferentes contextos sociais, percebemos a necessidade de promover uma leitura crítica acerca do repertório imagético disponibilizado através das propagandas veiculadas na TV. A fluidificação das fronteiras entre Arte e cotidiano também é fator que convoca os educadores de Arte para investigar sobre os sentidos que são abstraídos pelos sujeitos ao visualizarem um audiovisual. Neste artigo exploramos os sentidos contidos na propaganda de TV intitulada “Fazendinha Tirol”, veiculada em 1999, utilizando como marco teórico a semiótica discursiva, a qual tem sua ênfase principal no processo de construção da significação. O sentido de um texto é dado pela rede de inter-relações que o leitor faz entre os elementos que constituem o texto, seus procedimentos relacionais e repertório cultural pessoal.
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A propaganda de alimentos: orientação, ou apenas estímulo ao consumo?.

A propaganda de alimentos: orientação, ou apenas estímulo ao consumo?.

Resumo As mensagens sobre alimentação veicu- ladas nos meios de comunicação merecem aten- ção, pois estudos apontam que a mídia exerce pa- pel fundamental na formação de novos hábitos alimentares. Visando atender a um novo perfil de consumidores preocupados com a saúde e o bem- estar físico e interessada nesse mercado promis- sor, a indústria intensifica as estratégias de estí- mulo ao consumo de determinadas categorias de alimentos, como os produtos diet e light. Este es- tudo analisou 20 peças publicitárias de alimentos veiculadas em revistas e jornais de circulação na- cional entre junho e outubro de 2006, contem- plando: o emissor; o destinatário; a linguagem e a mensagem. Constatou-se que o discurso publici- tário focou principalmente as mulheres, propon- do o consumo sem culpa e prometendo a combi- nação entre estética e saúde. Na busca da valori- zação do produto, as peças publicitárias secunda- rizaram informações nutricionais relevantes, outras realizaram combinações perigosas para a saúde, como a associação do alimento a medica- mentos e a indução a substituição de refeições pelo produto em questão. Os resultados sinalizam a necessidade de se ampliar a discussão sobre as estratégias da publicidade de alimentos, pois o di- reito do cidadão à informação e à saúde não po- dem estar subjugados a valores de mercado. Palavras-chave Propaganda de alimentos, In- formação, Comunicação, Vigilância sanitária Abstract Current advertising messages for food
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ENTREVISTA João An�an���o Carra�co�a

ENTREVISTA João An�an���o Carra�co�a

Eu me formei em Comunicação Social com habilitação em Pu- blicidade e Propaganda pela Es- cola de Comunicações e Artes da USP. O curso ainda era novo e não dava conta de transformar aspirantes à criação publicitária em redatores de propaganda ou diretores de arte. Sou de uma ge- ração de publicitários que, embo- ra tenham recebido certo aparato teórico na universidade, só com- pletaram a sua formação na prá- xis em agências de propaganda. Talvez por vir desse tempo e de suas circunstâncias, sempre bus- quei conciliar a atividade publi- citária à refl exão acadêmica, ser um homem de criação sem deixar de pensar nas particularidades do meu ofício. Depois de cinco anos atuando como redator, retornei à ECA-USP como professor, pas- sando a pertencer a ambas as instâncias, transferindo para as agências o conhecimento novo produzido na universidade e le- vando as práticas cotidianas do profi ssional de publicidade para o ambiente universitário. Meu percurso se confi gura, assim, como uma busca por diminuir a distância entre o mercado e a for- mação profi ssional. Acabei me benefi ciando com a rica experi- ência de ser um criativo a transi- tar à vontade pelas esferas teóri- ca e prática. Hoje, felizmente, já não é tão raro encontrarmos pu-
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O crowdsourcing como fator de competitividade na publicidade: o caso da Teaser Propaganda

O crowdsourcing como fator de competitividade na publicidade: o caso da Teaser Propaganda

No ambiente mercadológico, a propaganda boca a boca está adquirindo ao lon- go dos anos grande relevância no desenvolvimento das estratégias de marketing e comunicação das empresas, passando a ser utilizada em função da experiência dos consumidores com os produtos, visando atrair a atenção das pessoas para eles. Desse modo, as empresas estrategicamente cedem espaços em seus portais eletrô- nicos, no intuito de obter informações do público sobre a marca, buscando apreen- der informações sobre indicações e benefícios que podem ser acrescidos ao produto. O marketing viral (BARICHELL, 2011) faz uso da internet como meio de pro- pagação da mensagem. Para Felinto, “o termo define uma estratégia de comuni- cação fundada na ideia de explorar redes sociais pré-existentes para produzir au- mentos exponenciais de propagação de uma marca ou conceito, de forma similar ao que sucede numa epidemia” (2007, p. 35). Isso significa que a viralização não é um fato atual, já que se registra que, mesmo antes da existência da web 2.0, que é uma plataforma colaborativa por natureza, interativa e dinâmica, os usuários criavam o conteúdo nesses sites tanto quanto eles o consumiam (O’REILLY, 2005), pois era possível viralizar mensagens, por meio de e-mails, salas de bate-papo e programas de mensagens instantâneas, como o ICQ. O que ocorre nos dias atuais é a ascensão da propagação de todo tipo de mensagem pelo que distingue a web 2.0 da 1.0, ou seja, a possibilidade de compartilhamento. Dessa forma, os usuários podem publi- car e compartilhar vídeos em seus blogues e redes sociais, além de utilizar todas as ferramentas disponíveis para disponibilizar endereços de vídeos, por exemplo, que viralizam.
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SUELI DA COSTA A PRESENÇA DE GÊNEROS DA ESFERA DA PROPAGANDA NO LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA

SUELI DA COSTA A PRESENÇA DE GÊNEROS DA ESFERA DA PROPAGANDA NO LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA

Em um caso semelhante, uma peça do automóvel Peugeot 27 aparecem, de forma intercalada, as esferas da propaganda e a jornalística. O anúncio em questão reúne uma série de “recortes”, ao que parece, de artigos e/ou reportagens recolhidos de diversos jornais e revistas especializadas em automotivos. O fato desses “recortes” apresentarem os nomes de seus respectivos suportes ( Revistas Carro, Autoesporte, Quatro Rodas e Jornais O Globo, Zero Hora, O Estado de Minas, Diário de São Paulo, Diário de Pernambuco) permite-nos dizer que as fronteiras entre as linguagens jornalística e publicitária são delimitadas ou formalizadas. O leitor/interlocutor, no caso, pode diferenciar, nitidamente, a presença dos gêneros jornalístico e publicitário, devido, notadamente, à manutenção de suas respectivas estruturas e de seus estilos; enquanto o conteúdo temático, propositadamente, é a mesmo, exaltar as qualidades do produto oferecido, Peugeot 307. As finalidades do locutor (anunciante/agência) não é “confundir” a fala do anúncio com a fala dos gêneros jornalísticos, mas fazer destes legitimadores dos dizeres publicitários. Em outras palavras, a empresa/marca francesa Peugeot é reverenciada por meio de um de seus modelos, o 307, e por meio de especialistas e/ou formadores de opinião, representantes de diversos estados brasileiros, como Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. Aliada a esse procedimento, a intercalação de gêneros de diferentes esferas produz efeitos de seriedade e de credibilidade (nacional) com relação à imagem da marca/empresa, como evidenciam, na ordem, o “recorte” da Revista Autoesporte o slogan do anúncio, ambos referindo-se ao 307: “...bonito por fora e confortável por dentro.” / “Peugeot 307. Você já escolheu. E os especialistas também.”
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PORTFÓLIO RASTRO - AGÊNCIA DE PUBLICIDADE UFC

PORTFÓLIO RASTRO - AGÊNCIA DE PUBLICIDADE UFC

Ao longo dos seus três anos de atividades, a Rastro Agência de Publicidade já atendeu mais de vinte clientes. Dentre eles estão três edições do evento Semana de Jornalismo UFC, uma edição do evento Semana de Publicidade e Propaganda UFC, Encontro de Práticas Docentes da UFC, Identidade Visual e Planejamento de Comunicação para a Metal Soluções Júnior, Evento de Publicidade promovido pela própria Rastro “Falando sobre Publicidade”, Campanha de 10 Anos de Transplantes de Fígado no Ceará realizada para o Hospital Universitário da UFC, Identidade Visual desenvolvida para a ONG Verde Luz, para o Centro Acadêmico do Curso de Finanças, para a Proativa Empresa Júnior, entre outros, além de trabalhos institucionais.
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Anais completos

Anais completos

O departamento de criação de Agências de Propaganda é composto por Redatores e Diretores de Arte. Nessa área, cada material desenvolvido, deve ser pensado com o objetivo de auxiliar o cliente a firmar sua marca no mercado. Deste modo, este setor precisa de organização para repassar a mensagem ao público de forma clara, brilhante, inovadora e marcante. Assim, a presente investigação pretende realizar um resgate bibliográfico acerca dessa atividade a fim de compreender como são desenvolvidas as inspirações, as técnicas e as inovações do setor. A metodologia será realizada por meio de técnicas bibliométricas nas principais bases de pesquisa da área a fim de sistematizar a literatura a respeito do tema proposto. Os trabalhos selecionados indicam prevalência de delineamentos descritivos e métodos de análise qualitativas em detrimento de estudos referentes as novas tecnologias, mídias digitais e novidades do universo publicitário, nos quais, as estratégias permeiam sobre a Co-criação. Esse formato de interação vem se fazendo presente cada dia mais na vida dos seres humanos. O público-alvo passou de um mero receptor passivo para um indivíduo ativo no mundo das propagandas. Entretanto, os resultados ainda apontam para uma escassez de literatura e investigações empíricas, o que sugere que mais investigações sobre o tema precisam ser realizadas. Palavras-chave: Criação. Direção de Arte. Redação. Agência. Publicidade.
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Quando o anúncio é bom, todo mundo compra: o Projeto MonitorAÇÃO e a propaganda de medicamentos no Brasil.

Quando o anúncio é bom, todo mundo compra: o Projeto MonitorAÇÃO e a propaganda de medicamentos no Brasil.

No mesmo sentido, segue o Art. 15 da RDC ANVISA nº 102/00, in verbis: As citações, tabelas ou outras ilustrações extraídas de publicações cien- tíficas utilizadas em qualquer propaganda, publici- dade ou promoção, devem ser fielmente reproduzi- das e especificar a referência bibliográfica completa. Em resumo, como podemos observar, temos inúmeras infrações à legislação brasileira, sendo estes artigos citados, reforçados pelos direitos básicos do consumidor, Art. 6°, III e IV. Em nos- so entendimento, não há motivo suficientemen- te justificável para continuarmos a permitir a livre publicidade de medicamentos, haja vista a quantidade de fatos relatados que indicam a constante disparidade da prática referida com o respeito aos direitos constitucionais, do consu- midor e dos órgãos reguladores. Assim como a propaganda de cigarros foi drasticamente redu- zida em nosso país mediante construção de uma política de saúde atenta aos inúmeros riscos para a saúde da população causados por esses pro- dutos, é possível, necessária e urgente uma ação neste sentido para o caso dos medicamentos.
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As formações imaginárias e seus efeitos de sentido no ensino e na aprendizagem de criação publicitária.

As formações imaginárias e seus efeitos de sentido no ensino e na aprendizagem de criação publicitária.

(mesmo que isso ocorra apenas no plano imagi- nário) e imaginam suprir tal fraqueza valendo-se de dinâmicas e estratégias que incluam o mun- do do trabalho publicitário, como palestras com profissionais, criação de campanhas publicitárias para clientes reais, briefings reais. O imaginário de que o professor se autoafirma com aquilo que faz (ou imagina que faz) fora da sala de aula gera consequências nos procedimentos didático-peda- gógicos, incidindo na definição do conteúdo pro- gramático, na metodologia a ser trabalhada, nas aulas expositivas, nas atividades práticas, no pla- no de ensino, enfim, na prática docente e discente. Não podemos ignorar o fato de nos- sa coleta de dados ter acontecido na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Acreditamos que a imagem que docentes e dis- centes fazem da ESPM – como escola de negó- cios e a partir do lema ensina quem faz – inter- fere no processo de ensino e aprendizagem de criação publicitária. Poderíamos acrescentar, de imediato, que a maneira imaginada pelo pro- fessor para se sentir pertencente e incorporar a filosofia da instituição é abranger no discurso pedagógico o discurso do mercado publicitá- rio. Ou seja, o olhar sobre a instituição onde o professor atua é outra formulação imaginária a intervir no funcionamento do discurso pedagó- gico de criação publicitária.
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Entre fadas e alienígenas: desenhos animados televisivos, ética e educação física nos primeiros anos do ensino fundamental

Entre fadas e alienígenas: desenhos animados televisivos, ética e educação física nos primeiros anos do ensino fundamental

RESUMO O presente artigo busca compreender a mediação dos produtos culturais voltados para infância na cultura lúdica infantil. Esta pesquisa teve como foco um diálogo entre os desenhos animados televisivos, que são alimentos da ludicidade e da fantasia que caracterizam as culturas infantis; a ética, porque a problematização dos mediadores simbólicos (ideias, valores, normas) são imprescindíveis para refletirmos sobre a sociedade em que queremos viver; e a Educação Física que, como componente curricular, deve contribuir na mediação crítica da cultura corporal e esportiva advinda das mídias, que tem íntima relação com os problemas prático- morais que surgem nas aulas. Para analisar as estruturas narrativas dos desenhos animados adotamos a metodologia compreensiva de Joan Ferrés. Por sua vez, tal método, ao sugerir um enfoque fenomenológico-hermenêutico, permitiu aceder a hermenêutica de Paul Ricouer que, como método interpretativo, possibilita a reflexão sobre nossos valores, os valores que a obra audiovisual apresenta e possíveis mudanças. As sucessivas leituras indicam que a estrutura narrativa dos desenhos animados televisivos responde a um duplo padrão moral, que são construídos a partir de modelos estereotipados entre bem e mal, certo/errado, vilão/herói, e propõem modelos universais de conduta. Contudo, alguns desenhos, principalmente as produções baseadas nos animês, apresentam visões mais abrangentes da convivência humana. Conclui-se que a atual produção simbólica das culturas da infância propõe para o professor de Educação Física o desfio da mediação critica dos valores relativos à cultura corporal de movimento, que com o apoio da filosofia moral, pode direcionar a sua prática pedagógica para o entendimento das diferentes maneiras de criação/recriação dos modos de agir e viver em sociedade.
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Monitoramento da propaganda de alimentos e bebidas no Brasil: uma análise das transgressões...

Monitoramento da propaganda de alimentos e bebidas no Brasil: uma análise das transgressões...

Há crescentes evidências do papel da divulgação publicitária de alimentos e bebidas na promoção e consolidação de padrões de alimentação potencialmente prejudiciais à saúde da população. Críticas de diversos atores sociais em vários países ao conteúdo de propagandas de alimentos e bebidas sugerem necessidade de regulação pelo setor público ou setor privado. No Brasil, o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária constitui padrão normativo relacionado aos aspectos éticos estipulados para propagandas; sendo descumprimento das normas estabelecidas passível de penalidade estabelecida pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR). O objetivo do presente estudo é analisar tendência das denúncias quanto ao descumprimento de normas éticas em propagandas de alimentos e bebidas no Brasil, julgadas pelo CONAR entre 1999 e 2015, segundo grupos de alimentos e bebidas, assim como perfil das penalidades atribuídas, dentro do contexto da investigação científica sobre regulação da propaganda de alimentos e bebidas no país. O estudo baseou-se em duas estratégias de pesquisa: revisão sistemática de literatura e análise de banco de dados de propagandas de alimentos denunciadas ao CONAR no período de 1999 até 2015. Bebidas alcoólicas (44,4%), refrigerantes e bebidas adoçadas (13,5%) e bolos e doces em geral (8,5%) foram setores da indústria de alimentos e bebidas responsáveis pela maioria das transgressões éticas denunciadas em propagandas no Brasil. Ou seja, verificou-se expressivo volume de denúncias de propagandas dos setores da indústria de alimentos associados com graves problemas de saúde pública, como abuso de álcool e obesidade. Vários estudos apontam influência das propagandas de alimentos no processo de escolhas do consumidor, gerando impactos na evolução dos padrões alimentares populacionais. A baixa frequência de punições rigorosas possivelmente reduz efeitos restritivos do monitoramento de propagandas de alimentos e bebidas, que tem sido conduzido por autorregulação no Brasil.
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MARLON LUIZ CLASEN MURARO PROPAGANDA DE IDÉIAS E FORÇA DO ANÚNCIO: CONFLUÊNCIA DE LINGUAGENS NO DISCURSO PUBLICITÁRIO

MARLON LUIZ CLASEN MURARO PROPAGANDA DE IDÉIAS E FORÇA DO ANÚNCIO: CONFLUÊNCIA DE LINGUAGENS NO DISCURSO PUBLICITÁRIO

A sociedade contemporânea está doente. Homens e mulheres são levados a comprar sem necessidade fazendo do consumo uma opção de lazer e uma forma de libertação. Os shoppings tornaram-se os “templos” dessa sociedade, doente de consumo. Esta conclusão é da socióloga Padilha (2006) ao pesquisar sobre a função da publicidade na sociedade de consumo, analisando alguns centros de compras. Para ela, no Brasil e nos países onde a desigualdade social é mais visível, a violência urbana aparece como um complexo fenômeno que acentua a degradação do espaço público e empurra as camadas privilegiadas da população para lugares mais protegidos, como o shopping - center ou, para os mais abastados, as chamadas lojas exclusivas (como a boutique Daslu, na cidade de São Paulo). A cidadania e a democracia partem do princípio de que todos os indivíduos têm os mesmos direitos na vida em sociedade, mas, na prática, os detentores de maior poder aquisitivo acabam por ter mais direitos.
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