Alterações de humor

Top PDF Alterações de humor:

Relação entre as memórias autobiográficas e relações interpessoais e de vinculação: Alterações de humor nas memórias autobiográficas

Relação entre as memórias autobiográficas e relações interpessoais e de vinculação: Alterações de humor nas memórias autobiográficas

46 A literatura científica aponta para que os sujeitos com sintomatologia depressiva possuem a capacidade de aceder a memórias autobiográficas de valência emocional positiva independentemente do estado de humor apresentado no momento da evocação (Joormann, Siemer, & Gotlib, 2007). Convencionalmente, os sujeitos com um maior nível de sintomatologia depressiva apresentam uma maior sensibilidade à natureza emocional das memórias autobiográficas (Liu, Li, Xiao, Yang, & Jiang, 2013). Assim, quanto maior o nível de sintomatologia depressiva maior a evocação de memórias autobiográficas de valência emocional negativa. Relativamente aos resultados obtidos neste estudo, os sujeitos no grupo de Sintomatologia Depressiva não evocam mais memórias autobiográficas de valência emocional negativa do que o outro grupo pois apresentam a mesma capacidade de evocação das memórias autobiográficas das diversas valências emocionais. No entanto, seria de esperar, que os sujeitos presentes no grupo Sintomatologia Depressiva apresentassem uma maior tendência de recordar e evocar memórias autobiográficas de valência emocional negativa (Dalgleish et al., 2007; Williams et al., 2007). Como tal fenómeno não ocorreu, podemos afirmar que as alterações de humor no grupo Sintomatologia Depressiva não são significativas e que possam influenciar o tipo de memórias autobiográficas evocadas.
Mostrar mais

87 Ler mais

Alterações de humor e regulação emocional após cirurgia bariática: estudo longitudinal

Alterações de humor e regulação emocional após cirurgia bariática: estudo longitudinal

Por definição, as pessoas com obesidade que se candidatam a cirurgia bariátrica têm um curso crónico da doença, com várias tentativas de perda de peso falhadas (Brolin, 2002), e uma longa experiência de estigmatização relacionada com o peso, que potencia o mal-estar psicológico (Chen et al., 2007; Maddi et al., 2001; Myers & Rosen, 1999). Raman, Smith, e Hay (2013) propuseram que o mal-estar psicológico, particularmente a sintomatologia depressiva, tem uma relação bidirecional com a obesidade na medida em que contribui para a sua manutenção. No seu modelo de manutenção da obesidade clínica, os autores propuseram que uma via de manutenção da obesidade é o coping através do comportamento alimentar desajustado, como a ingestão compulsiva e emocional. Por sua vez, a utilização destas estratégias pode coocorrer com a escolha mais frequente de alimentos de elevada palatibilidade e o consumo de substâncias com potencial aditivo, bem como o sedentarismo. Raman, Smith, e Hay (2013) sugeriram que, pelo facto de estes comportamentos coocorrerem entre si, a sua mudança é difícil. Espera-se que a realização da cirurgia bariátrica, se eficaz, cause alterações nos fatores que contribuem para a sua manutenção e, deste modo, existam alterações no humor que possam ter impacto ao nível dos comportamentos que visam a regulação emocional. Estas alterações têm sido abordadas na literatura, e serão sistematizadas seguidamente.
Mostrar mais

44 Ler mais

Alterações de humor em nadadores em temporada pré-competição

Alterações de humor em nadadores em temporada pré-competição

“No nível fisiológico, o indivíduo apresenta alterações fisiológicas e bioquímicas provocadas por uma situação que envolva medo, como, por exemplo, alterações nas freqüências cardíacas e respiratórias, na pressão sanguínea, na atividade cerebral, entre outras. Já no nível motor ocorrem contrações musculares que são traduzidas em ações não verbais (expressões, gestos) e comportamentos que tentam suprimir ou modificar a situação estressante. Por fim, o nível verbal compreende os mecanismos perceptivos, cognitivos e emocionais que o indivíduo estressado utiliza para expressar-se verbalmente.”
Mostrar mais

35 Ler mais

A relação entre o uso de hipnóticos e sedativos e o desenvolvimento de alterações do humor em estudantes de medicina de uma universidade particular de Sergipe

A relação entre o uso de hipnóticos e sedativos e o desenvolvimento de alterações do humor em estudantes de medicina de uma universidade particular de Sergipe

As alterações patológicas da afetividade, de diferente modo, designam um grupo de distúrbios mentais relacionados a vivência afetiva como um todo e são normalmente utilizados para se referir a patologias em seu conjunto de sintomas. Eles são separados em alterações de Humor, sendo, neste caso, o termo humor utilizado em seu sentido estrito de entidade nosológica, alterações da emoção e sentimento, e ansiedade. São exemplos de alterações da afetividade os transtornos de depressão, ansiedade, transtorno bipolar, disforia, irritabilidade patológica, fobia, terror (BALDAÇARA L, et al., 2007). Para auxiliar na difícil tarefa de tornar conceitos tão subjetivos quanto os descritas pelos psicopatologistas e para ajudar na interpretação dos sintomas na finalidade de facilitar o diagnóstico das alterações mentais, tais como as de afetividade, foram criados instrumentos que estabelecem critérios objetivos, sendo o mais utilizados deles o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5.ª edição (DSM-V) (APA, 2014). Não obstante, os critérios de alteração do humor são tão fundamentais para o DSM-V, que são classificados como critérios obrigatórias para o diagnóstico dos transtornos de depressão, ansiedade, bipolar e disruptivo (APA, 2014).
Mostrar mais

9 Ler mais

Integrando as hipóteses inflamatória e neurotrófica na fisiopatologia dos transtornos de humor : foco nas alterações periférico-centrais e perspectivas de novos alvos terapêuticos

Integrando as hipóteses inflamatória e neurotrófica na fisiopatologia dos transtornos de humor : foco nas alterações periférico-centrais e perspectivas de novos alvos terapêuticos

Os transtornos de humor são doenças mentais graves, recorrentes e complexas, com alta prevalência na população mundial e caracterizados por alterações de humor. Entre os mais prevalentes estão o transtorno depressivo maior (TDM) e o transtorno bipolar (TB). Sem uma única causa definida, as alterações genéticas e de resposta ao estresse são fatores etiológicos relacionados ao aparecimento dos sintomas de humor, contribuindo significativamente para a suscetibilidade a outros fatores fisiopatológicos. Estudos mais recentes têm integrado as hipóteses inflamatória e neurotrófica à teoria monoaminérgica, a fim de propor uma nova abordagem para o entendimento da fisiopatologia e resposta ao tratamento nos TDM e TB. Portanto, a utilização e validação de modelos animais que mimetizem as manifestações clínicas são essenciais para o progresso da pesquisa acerca dos transtornos de humor. Este trabalho teve por objetivo utilizar diferentes modelos animais para avaliar a relação das alterações periféricas de parâmetros inflamatórios, neurotrófico e de estresse oxidativo com desfechos em nível central. Ainda, investigar o potencial efeito neuroprotetor da exendina-4 (EX-4), um agonista do receptor de peptídeo semelhante ao glucagon 1, comumente utilizado para o controle glicêmico. No modelo animal de administração de lipopolissacarídeo (LPS) seguida de exposição a estresse crônico moderado e imprevisível (CUMS), os animais CUMS+ apresentaram uma redução do ganho de peso corporal, dos níveis séricos do fator neurotrófico derivado do encéfalo (BNDF) e do consumo e preferência a sacarose, bem como um aumento no peso da glândula adrenal e da atividade exploratória no campo aberto incluindo o tempo de permanência na periferia considerado um comportamento tipo-ansioso. Ainda, os animais dos grupos LPS apresentaram uma hipertrofia do baço. Porém, apenas no grupo do protocolo combinado (LPS/CUMS+) foi observado
Mostrar mais

124 Ler mais

Alterações no estado de humor e a influência no sucesso competitivo em atletas de Taekwondo

Alterações no estado de humor e a influência no sucesso competitivo em atletas de Taekwondo

O Taekwondo é um esporte de combate de natureza intermitente e acíclico, com curtos momentos de alta intensidade e longos momentos de baixa intensidade. Além das demandas físicas, os aspectos emocionais e a relação com os esportes são objetos de estudo recente na área da psicologia esportiva. A exigência da vitória nos esportes competitivos afeta diretamente a capacidade psicológica do atleta, afetando de maneira negativa o desempenho do mesmo. O objetivo deste estudo foi verificar as alterações de humor em atletas de taekwondo durante o treinamento e momentos antes da competição e relacionar os resultados obtidos no dia da competição com o sucesso na luta. O instrumento utilizado para mensurar os estados de humor foi a Escala Brasileira de Humor (BRAMS) Participaram do estudo 21 atletas de ambos os sexos, com idade média de 18,2±6,2 anos. Dentro dos critérios de inclusão, os atletas deveriam ser faixas pretas de taekwondo com experiência prévia em competições, estar participando ativamente dos treinamentos há pelo menos um ano, sem pausas. A aplicação do BRAMS foi feita de sete a 15 dias antes da competição e pelo menos 60 minutos antes da luta de cada atleta. A partir dos resultados pode-se concluir que há alterações de humor e diferenças significativas nas dimensões de humor dos atletas de taekwondo durante o treinamento e momentos antes da competição. A dimensão fadiga (p<0,05) mostrou ser maior durante os treinos enquanto à dimensão tensão (p<0,05) mostrou ser maior momentos antes da competição, apresentando diferenças significativas quando comparadas nos dois momentos. A dimensão vigor (p=0,06) apresentou uma tendência a ser maior momentos antes da competição. Vencedores e perdedores apresentaram valores semelhantes em todas as dimensões de humor avaliadas. Concluiu-se que técnicos e atletas podem utilizar o BRAMS para acompanhamento do perfil de humor em treino e competição. Ainda, sugere-se que o sucesso competitivo pode depender mais das estratégias técnico-tática do que as demandas psicológicas, mesmo estas demandas sendo de extrema importância para uma boa preparação dos atletas.
Mostrar mais

37 Ler mais

Alterações dos estados de humor em atletas adultos de Jiu Jítsu

Alterações dos estados de humor em atletas adultos de Jiu Jítsu

O perfil iceberg apresentado pelos atletas durante o período de treinamento pré-competitivo sugere uma boa adaptação ao treinamento, apesar das alterações dos estados de humor serem evidentes. Mas com índices considerados baixos pelo gráfico padrão. Uma vez que apresentando o vigor acima da média e relacionando-o às alterações negativas que são inversamente proporcionais, talvez ilustre a complexidade dos aspectos psicológicos intrínsecos ao esporte competitivo. Também, o vigor pode sobrepujar-se sobre os estados de humor que influenciam negativamente, pois apesar das recorrentes alterações de humor os atletas indicaram disposição, vigor, energia e se sentindo alerta, sentimentos indicativos desse estado de humor, e que auxiliam o esforço psicológico e físico, na busca de resultados competitivos positivos (VIEIRA et al., 2010).
Mostrar mais

57 Ler mais

Estado do Humor em Publicidade

Estado do Humor em Publicidade

Esta utilização médica é uma derivação do sentido primário da palavra humor, que teve início com o grego Hipócrates (séc. IV, a.C.), considerado por muitos como o “pai da medicina”, e que baseou toda a sua prática na “Teoria Humoral”, segundo a qual uma ”boa saúde depende do equilíbrio dos quatro fluidos (ou ‘humores’) do corpo, nomeadamente o sangue, o fleuma, a bílis negra, e a bílis amarela” (Martin, 2007, p. 21). Séculos mais tarde, o médico e filósofo Galeno (séc. II) introduziu a ideia de que cada um dos fluidos mencionados anteriormente possuía determinadas qualidades, de modo que o excesso de qualquer um deles num individuo resultaria num determinado tipo de temperamento, por exemplo: um excesso de sangue produziria um comportamento sanguíneo ou alegre, enquanto que demasiada bílis negra causaria uma personalidade melancólica ou depressiva (Martin, 2007, p. 21; Wickberg, 1998, pp. 16-17).
Mostrar mais

209 Ler mais

O Humor na Rádio em Portugal

O Humor na Rádio em Portugal

Para melhor se compreender os mecanismos do humor e responder a estas questões optou-se por um conjunto de metodologias de investigação quantitativas e qualitativas para analisar 100 episódios correspondentes a duas rubricas humorísticas: 50 episódios da Mixórdia de Temáticas, rubrica da Rádio Comercial, e 50 episódios do Portugalex, rubrica da Antena 1. No Capítulo VI apresenta-se a análise dos dados, seguindo-se as conclusões onde se destaca a inexistência de um padrão de mecanismos humorísticos nos programas estudados. Conclui-se que não há um padrão rígido na forma como se faz humor em Portugal mas há pontos em comum: os programas assemelham-se na finalidade crítica, característica que já vem da forma de fazer humor do passado, onde os personagens do teatro de rua ou os Bobos da Corte encenavam factos da atualidade e para além de entreter o público, gozavam e criticavam nos seus espetáculos. Por não se desvincularem da vida real estes espaços de humor são mais do que narrativas humorísticas, são uma crítica aos temas abordados num registo satírico, irónico e caricaturado.
Mostrar mais

120 Ler mais

Humor no ensino de química

Humor no ensino de química

From the 80s to the present day science education has undergone several transformations. If before it was sought to form tecnicists today seeks to educate aware and critics citizens, who can understand and act in the world in which they live. But even science subjects such as chemistry, are seen as boring, difficult and far from reality, being necessary to find out methods that can change this situation, as the case of the use of humor in teaching, that despite being viewed with suspicion, for historical reasons, have shown good results in the literature. In this work we analyze the use of humorous resources, like strips, songs, videos and anecdotes, in teaching chemistry in a class of 1st year of high school, from the preparation of classes until the evaluation activities, through a survey qualitative research with action research strategy. Data were collected by use of questionnaires, interviews and observations and subjected to content analysis. The results indicate that students see the potential to relate chemistry to the everyday, but still judge it under traditionalists stereotypes, and thus crave for classes that are different from the usual. Thus, the use of resources was efficient for streamline classes, promote social interactions, arouse the interest of students, contextualize content exposed and have a positive impact in the minds of students. On the other hand, it was necessary caution with humorous content used, the frequency of use of resources and control of the classroom. It can also track the identification of a teacher profile. Finally highlight the importance of action research to approach the research and the classroom.
Mostrar mais

114 Ler mais

O processo de esquecimento dirigido e as alterações do estado de humor.

O processo de esquecimento dirigido e as alterações do estado de humor.

do adjectivo na lista, fizemos um análise das palavras evocadas, sem levar em conta os três primeiros adjectivos de cada metade da lista. Nesta análise podemos o[r]

11 Ler mais

Por uma teoria da tradução do humor.

Por uma teoria da tradução do humor.

traços constitutivos e, principalmente, de sua função. Assim, demonstra que, na construção do chiste, os processos são basicamente análogos aos que se verificam na elaboração onírica: em ambos os casos, encontram-se condensações, deslocamentos, unificações, representações e omissões, e que, além disso, todos esses processos são caracterizados por uma forte tendên- cia à economia. Quanto à função, Freud conclui que, da mesma forma que o sonho, o chiste se destina à satisfação de um desejo ou, em última instân- cia, à produção de prazer. Além disso, constitui um processo de defesa que, ao contrário do recalque, é saudável porque permite o acesso ao consciente dos conteúdos associados ao sentimento penoso que lhe dá ensejo, encon- trando uma forma de converter em prazer a energia psíquica preparada para investimento no desprazer. Porém, embora afirme que “[...] o chiste reside realmente na expressão verbal” (1959: 46) e que “[...] o caráter do chiste depende da forma expressiva” (1959: 88), Freud não se deteve mui- to na análise das particularidades verbais do humor, mais interessado que estava em investigar o papel que em sua formação desempenha o incons- ciente e a sua funcionalidade: produzir prazer através da economia da energia psíquica antes investida no recalque de um conteúdo inconsciente.
Mostrar mais

29 Ler mais

Humor na literatura surda.

Humor na literatura surda.

Com o propósito de analisar anedotas em Libras, no presente texto, deparamo-nos com a tarefa de traduzir os textos e o humor produzido em sinais para a língua portuguesa. Neste caminho investigativo, como pesquisadores, temos o desafio de analisar quem traduz a quem e através de quais significados políticos. Diante desse (e outros) desafios, desenvolvemos nossas pesquisas no campo dos EC e dos ES considerando que “a metodologia deve ser construída no processo de investigação e de acordo com as necessidades colocadas pelo objeto de pesquisa e pelas perguntas formuladas.” (MEYER; PARAÍSO, 2012, p. 15). Assim, entendemos metodologia como um modo de olhar, de perguntar, de discutir informações; enfim, “como uma certa forma de interrogação e um con- junto de estratégias analíticas de descrição” (MEYER; PARAÍSO, 2012, p. 16).
Mostrar mais

18 Ler mais

Humor na sociedade contemporânea

Humor na sociedade contemporânea

A curiosidade sobre a influência dos humoristas na percepção da realidade por parte do público é crescente e afecta não só o mundo académico como marca já o agenda-setting dos órgãos de informação. Numa entrevista à CNN, Jon Stewart, apresentador do Daily Show, não reconhece no jornal satírico que apresenta e coordena nenhuma função informativa e muito menos características de moldagem da opinião pública ou de formação da memória social. “Nós não fazemos a actualidade; nós só nos rimos dela” 33 . A verdade é que muitos programas humorísticos fortemente orientados para a actualidade política e social, como os talk shows nocturnos já referidos ou este Daily Show, têm audiências tão vastas como muitos dos serviços noticiosos televisivos norte-americanos e várias investigações [Young e Tisinger 2006; Feldman 2007; Landreville et al. 2010; Arpan et al. 2011] apontam para um número considerável de adolescentes e jovens adultos que têm estes programas humorísticos como principal referência acerca dos acontecimentos da actualidade. O fenómeno mais recente desta aproximação entre a informação televisiva e a comédia é o programa semanal Last Week Tonight, estreado em Abril de 2014 no canal por cabo HBO. Uma vez que as receitas deste canal provêm em exclusivo dos seus assinantes, a relação entre os autores e o público torna-se praticamente uma relação não intermediada, libertando os seus autores de constrangimentos com corporações políticas ou comerciais que pudessem interferir na liberdade criadora. O facto mais surpreendente deste novo formato é que não se limita a fazer humor com a espuma dos dias, mas utiliza o sarcasmo e a paródia para dissecar criticamente as notícias relevantes da actualidade, o que muito o aproxima do clássico jornalismo de investigação 34 . Em Portugal, embora com audiências certamente mais marginais, o jornal Inferno do Canal Q tem também vindo a assumir uma postura sarcástica de crítica sociopolítica, em particular nas entrevistas aos protagonistas da actualidade noticiosa – os que aceitam o convite, naturalmente.
Mostrar mais

268 Ler mais

NAS VEREDAS DO HUMOR E DA ALEGRIA

NAS VEREDAS DO HUMOR E DA ALEGRIA

Diadorim, alegria de Riobaldo (ROSA, 2001:330): é a seu lado que o narrador afirma ter vivido seus momentos mais alegres, como quando Diadorim decide revelar apenas a ele que não s[r]

154 Ler mais

O humor e o fantástico na literatura

O humor e o fantástico na literatura

Também, no fantástico, o inverossímil permaneceria sem justificativas ou esclarecimentos racionais (que geral- mente explicam os fatos absurdos, identificando-os com sonhos ou[r]

3 Ler mais

O Humor nos Tempos de Cólera

O Humor nos Tempos de Cólera

Vemos aqui uma outra nuance bastante interessante associada ao humor. No alegadamente maior estudo científico realizado sobre o tema, denominado Laugh Lab e dirigido por Richard Wiseman do Departamento de Psicologia da Universidade de Hertfordshire no Reino Unido, que partiu em busca de descobrir se o humor era universal, foi possível chegar a uma primeira conclusão ao fim dos primeiros três meses: o humor pode variar consoante o sexo das pessoas. Sendo esse um projecto científico não perora em validar evidências, pelo que, a ideia imediatamente intuitiva de que, quanto maior e melhor a actividade sexual de um cidadão, maior o seu bom humor não foi colocada na lista das hipóteses. Uma outra, cinicamente contrariada pelas mulheres, quanto ao tamanho num homem tornar mais pronunciado o seu sorriso confiante nas actividades de “engate”, não foi incluída no processo, dado este ser um estudo conduzido principalmente através da internet, e todos sabemos como os homens soem mentir sobre o assunto. É vê-los em cima de uma mota e verificar a satisfação com que contemplam a proeminência do seu magnífico falo motorizado e altamente potente ou, o regozijo com que, num qualquer GTI 57 , pressionam a alavanca das velocidades, para trás e para a
Mostrar mais

472 Ler mais

Benefícios do Humor na Saúde

Benefícios do Humor na Saúde

No âmbito da saúde das pessoas o humor promove o bem-estar físico e psicológico (Cann, Stilwell & Taku, 2010), melhora o bem-estar (Cassaretto & Martínez, 2009; Kazarian & Martin, 2006; Petzall & Olsson, 2007), a percepção de saúde e ajustamento familiar (Kazarian; Martin, 2006), a saúde nos idosos (Marziali, McDonald & Donahue, 2008); diminui a depressão (Marziali, McDonald & Donahue, 2008), ansiedade (Marziali, McDonald & Donahue, 2008, Oliffe et al, 2009) e stress (Moran & Hughes, 2006) a dor (Fors- sen, 2007, Merz et al, 2009; Tse et al, 2010) e aumenta a felicidade assim como, a satisfação com a vida (Tse et al, 2010). O Humor foi utilizado como estratégia de sobrevivência para suportar o trabalho difícil e man- ter o equilíbrio conjugal (Forssen, 2007). José (2006) encontrou resultados similares, sobretudo, o humor promove o bem-estar (Houston, et al., 1998; Yarcheski et al., 2002), aumenta a tolerância à dor (Goodenough & Fird, 2005; Zweyer, Velker & Ruch, 2004), alivia o stress quando utilizado como estratégia adaptativa (Lengacher et al., 2002); diminui a ansiedade e depres- são (Houston et al, 1998). No entanto, nesta revisão não se encontraram estudo que abordassem a rela- ção entre o humor e a imunidade, à semelhança dos encontrados precedentemente. O humor aumenta a atividade das células Natural Killer (NK) e os níveis de imunoglobulinas A, G e M (Berk, et. al.; 2001; Bennett et al, 2003).
Mostrar mais

11 Ler mais

O humor como quebra da convencionalidade.

O humor como quebra da convencionalidade.

Não é por acaso que os dois últimos exemplos são de textos jornalísticos. Além de entretenimento, o humor também pode ter o objetivo de chamar a atenção do leitor, justamente pela quebra de expectativa, função bastante evidente naqueles títulos. Essa função também é extremamente comum em textos de propaganda, cujo objetivo primordial é chamar a atenção do leitor. Uma expressão consagrada, por sua própria característica, passa desapercebida: ela é tão comum que não chama a atenção, razão pela qual é preciso “remotivá-la” para que salte à vista e cumpra seu objetivo.
Mostrar mais

11 Ler mais

Benefícios terapêuticos do humor

Benefícios terapêuticos do humor

Ainda assim, serão precisos mais estudos, para reforçar a hipótese em causa. Nos doentes com EA, foi também possível observar que o riso manifestado pela visualização de um vídeo de humor aumentou os níveis de peptídeo derivado da dermicidina (DCD) sem afectar os níveis de proteína total no suor. É de salientar que, pelos resultados presentes na figura (VIII), os doentes com EA apresentam de base níveis de peptídeo derivado da DCD bastante inferiores aos indivíduos normais, pelo que mesmo após o seu enorme aumento depois da visualização do filme de humor, continuam a ser bastante inferiores aos níveis apresentados pelos indivíduos sem patologia. A visualização do vídeo de humor aumentou os níveis no suor de DCD (média ± erro padrão) de 31.7 ± 1.9 ug/ml (antes da visualização) para 46.5 ± 2.4 ug/ml (após visualização). Os mecanismos exactos para o aumento dos níveis de dermicidina, no suor, após a visualização de um vídeo de humor ainda estão sob investigação. É sabido que os doentes com EA são mais vulneráveis ao stress e o riso ou a visualização de um vídeo de humor pode atenuar os stress. Assim, como os níveis de DCD no suor estão reduzidos em pacientes com EA (73,84) , é tentador especular que os níveis de níveis de DCD no suor diminuem
Mostrar mais

70 Ler mais

Show all 5467 documents...