Amamentação - Duração

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Duração da amamentação após a introdução de outro leite: seguimento de coorte de crianças nascidas em um hospital universitário em São Paulo.

Duração da amamentação após a introdução de outro leite: seguimento de coorte de crianças nascidas em um hospital universitário em São Paulo.

A curva inferior da Figura 3 apresenta a duração da amamentação após a introdu- ção do leite não materno em crianças que tiveram esta introdução em alguma época até 60 dias, caracterizando o desmame mais acelerado entre os 3 grupos; a curva inter- mediária corresponde ao grupo cuja intro- dução do outro leite foi entre 61 e 180 dias; a curva superior, com desmame mais lento, é de crianças cuja introdução do outro leite foi feita a partir de 181 dias. Os tempos me- dianos de duração da amamentação, após a introdução do leite não materno, foram, res- pectivamente, 76, 120 e 176 dias. As razões de hazards foram 0,73 (IC 95% :0,57-0,94) e 0,43 (IC 95% : 0,26-0,72), indicando que a introdu- ção mais tardia do leite não materno é fator estatisticamente significativo para o prolon- gamento da amamentação. O teste de Cox da variável número de dias após a introdu- ção de outro leite apresenta razão de hazards 0,9969 (IC 95% :0,9950-0,9988), com p<0,01.
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Nutrição materna e duração da amamentação em uma coorte de nascimento de Pelotas, RS.

Nutrição materna e duração da amamentação em uma coorte de nascimento de Pelotas, RS.

Na Tabela 2 pode ser observada a tendência linear, no limiar da significância, de acordo com a altura materna. O ganho de peso durante a gestação não mostrou as- sociação estatisticamente significativa com a prevalência de amamentação aos seis meses de idade. A Tabela 3 mostra os resultados da regressão logísti- ca, na qual o desfecho estudado é a probabilidade de amamentar aos seis meses, e a análise foi realizada de acordo com os níveis hierárquicos de causalidade. Com base na análise anterior, as variáveis explanatórias foram transformadas em dicotômicas, uma vez que a maioria delas apresentava ponto de corte definido, exceto renda familiar, por ser a duração do aleitamento materno inferi- or no grupo intermediário (3,1 a 6 salários-mínimos), rela- tivamente aos extremos. Essa associação em forma de “U” foi confirmada pela regressão logística. Observa-se que as mães com renda familiar superior a seis salários- mínimos amamentam mais aos seis meses de idade, en- quanto as do grupo de renda intermediária amamentam menos do que as mães pertencentes a famílias de renda de até três salários-mínimos. No entanto, não houve di- ferença significativa conforme a escolaridade materna. As mães mais velhas apresentaram odds de prevalência 25% maior do que as mães mais jovens (até 20 anos), mesmo após o ajuste para renda familiar. O efeito signifi- cativo da multiparidade sobre a prevalência de amamentação permanece na análise ajustada para renda familiar, fumo durante a gestação, idade e altura materna.
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Efeito da duração da amamentação exclusiva e mista sobre os níveis de hemoglobina nos primeiros seis meses de vida: um estudo de seguimento.

Efeito da duração da amamentação exclusiva e mista sobre os níveis de hemoglobina nos primeiros seis meses de vida: um estudo de seguimento.

O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da duração da amamentação exclusiva e mista sobre os níveis de hemoglobina de lactentes. Trata-se de um estudo de se- guimento com seis meses de duração, envolvendo 150 crianças nascidas na maternidade de Mutuípe, Bahia, Brasil. Mensalmente, as crianças eram submetidas ao exame de sangue para avaliação dos níveis de hemo- globina e realizava-se coleta de dados de consumo alimentar. Foram obtidos, ainda, dados obstétricos e sócio-econômicos. Utilizou-se o modelo linear de efei- tos mistos para investigar as associações de interesse. Ao final do seguimento, a perda amostral foi de 15,3%, e detectou-se uma prevalência de 71,7% de anemia. Constatou-se um incremento de 0,091g/dL nos níveis de hemoglobina a cada mês de duração de aleitamen- to materno exclusivo (p = 0,031), enquanto, a cada mês de duração de aleitamento materno misto, os níveis de hemoglobina declinaram em 0,097g/dL (p = 0,017). Concluiu-se que as práticas alimentares inadequadas parecem estar diretamente envolvidas na etiologia da deficiência nutricional de ferro nesse período da vida.
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Incidência e duração da amamentação conforme o tipo de parto: estudo longitudinal no Sul do Brasil.

Incidência e duração da amamentação conforme o tipo de parto: estudo longitudinal no Sul do Brasil.

Apesar de não ter sido evidenciada uma associa- ção estatisticamente significativa entre tipo de parto e incidência e duração da amamentação, parece pos- sível que mães que se submetem a cesarianas eletivas possam ser diferentes das demais em aspectos comportamentais também associados à amamentação. Tais características são de difícil cap- tação pelo método epidemiológico e configurariam um viés de auto-seleção. Provavelmente o tempo de hospitalização diferenciado altere práticas hospita- lares relacionadas à amamentação, fazendo com que mães cesariadas recebam menos estímulo ao aleita- mento durante o pós-operatório.
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Duração da amamentação em duas gerações.

Duração da amamentação em duas gerações.

MÉTODOS: Todos os nascimentos hospitalares ocorridos em 1982 na cidade de Pelotas (N=5.914) foram estudados prospectivamente. A coorte foi visitada em 1984 e 1986 e foi coletada informação sobre a duração da amamentação. Em 2001, foram identificados no Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos, os nascimentos ocorridos no período de janeiro de 1995 a março de 2001, cuja mãe havia nascido em 1982. As adolescentes que tiveram filho(s) nascido(s) vivo(s) foram visitadas e responderam um questionário detalhado sobre a gravidez e a duração da amamentação para cada filho. Para as multíparas, informação sobre o primeiro filho nascido vivo foi usada na análise. A regressão de Poisson com ajuste robusto da variância foi utilizada tanto na análise univariada como na multivariada.
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Efeito da duração da amamentação predominante no crescimento infantil: um estudo prospectivo com modelos não lineares de efeitos mistos.

Efeito da duração da amamentação predominante no crescimento infantil: um estudo prospectivo com modelos não lineares de efeitos mistos.

O objetivo deste estudo é avaliar o efeito da duração da amamentação predominante no crescimento infantil com uso de dados coletados em um Centro Municipal de Saúde no Rio de Janeiro, Brasil. A abordagem do presente estudo melhora a metodologia usada anteriormente para descrever os padrões de crescimento infantil, pois nenhum dos estudos citados anteriormente analisou o efeito da amamentação sobre o crescimento infantil usando modelos mistos não- lineares. Esta abordagem facilita a análise e interpretação de dados de crescimento nos níveis individual e populacional.
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Reflexões sobre a amamentação no Brasil: de como passamos a 10 meses de duração.

Reflexões sobre a amamentação no Brasil: de como passamos a 10 meses de duração.

Rio d e Jan eiro: BEMFAM/ DHS/ IBGE/ MS/ UNICEF.. New York: Ox- ford Un iversity Press.[r]

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INFLUÊNCIA DA AMAMENTAÇÃO E DO CONTATO MÃE-FILHO NA PRIMEIRA HORA DE VIDA NOS ÍNDICES DE ALEITAMENTO MATERNO

INFLUÊNCIA DA AMAMENTAÇÃO E DO CONTATO MÃE-FILHO NA PRIMEIRA HORA DE VIDA NOS ÍNDICES DE ALEITAMENTO MATERNO

de não amamentar na primeira hora de vida, sendo esses resultados corroborados por vários estudos que comprovam o papel do parto cesariano na prorrogação do estabelecimento do aleitamento materno (BOCCOLINI et al., 2008; ROWE-MURRAY e FISHER, 2002). O parto cesáreo está associado a menores taxas tanto de início quanto de duração do aleitamento materno, o que ressalta a importância da indicação adequada do tipo de parto (D’ORSI et al., 2005; MURPHY-SMITH, 2001). Isso pode ser explicado pelo fato de essa via de parto aumentar o tempo de separação mãe-bebê, causar a dor incisional e dificultar o contato entre o binômio mãe-filho devido ao efeito pós-anestésico e outros (WEIDERPASS et al., 1998; CARVALHAES & CORREA, 2003; FIGUEIREDO et al., 2004). Um estudo de Rowe-Murray e Fisher (2002) aponta que a cesárea representa um importante obstáculo ao início precoce da amamentação, pois as mulheres submetidas à cesariana experimentam um longo tempo entre o nascimento e o estabelecimento da primeira mamada quando comparadas àquelas submetidas ao parto vaginal. No presente estudo, ocorreram 542 partos cesáreos (66,7%), o que difere da orientação da Organização Mundial de Saúde, que recomenda uma taxa de cesárea em torno de 15,0% (WHO,1995). Foi observado que o tempo mediano para se iniciar a primeira mamada foi de 57 minutos após o parto normal e de 120 minutos para o parto cesáreo, e associação estatisticamente significante entre o tipo de parto e o tempo da primeira mamada, comprovando que mulheres submetidas ao parto normal possuem mais chances de iniciar a amamentação precocemente.
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Aleitamento materno: conhecimento dos estudantes do sexo masculino do último ano do curso de medicina

Aleitamento materno: conhecimento dos estudantes do sexo masculino do último ano do curso de medicina

A mãe e o bebê não podem ser considerados os únicos intervenientes no processo de aleitamento materno. A existência de um ambiente favorável de relações familiares, a existência de apoio do pai e as influências da sociedade são condicionantes importantes para o sucesso e para a longa duração de tal prática. O homem, enquanto pai e companheiro, deve participar da saúde integral da mulher e da criança. Contudo, a amamentação ainda é, para alguns pais, uma ação centrada no corpo biológico e, consequentemente, pertence apenas à mulher, apoiando a mulher não como pais auxiliadores, mas como pais provedores do lar 5 .
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Amamentação e osteoporose

Amamentação e osteoporose

15 Na pesquisa efetuada apenas um artigo concluiu que amamentar por mais de 18 meses contribui para duplicar o risco de desenvolver fraturas vertebrais, principalmente nas mulheres sem uso corrente ou passado de drogas que afetam positivamente o osso. Não foram encontradas correlações entre a duração da amamentação e a DMO lombar e femoral. Este é um estudo transversal retrospetivo que inclui 752 mulheres na pós menopausa, das quais 23% (178) reportaram fraturas vertebrais osteoporóticas. Um dado importante é que as mulheres com fraturas vertebrais eram mais velhas em relação às que não tinham fraturas e, como é sabido, a idade é um fator de risco para o desenvolvimento de osteoporose e, por sua vez, de fraturas. Eles justificam os seus resultados com o facto de a amamentação coincidir com uma remodelação óssea intensa devido à secreção de PTHrP e prolactina. O aumento da reabsorção óssea pode levar a uma perda de DMO na ordem dos 3-10% num período de 2-6 meses. A perda óssea é completamente recuperada após a cessação da amamentação. Por outro lado, durante a amamentação há uma diminuição dos estrogénios que é um fator de risco para osteoporose e, consequentemente, fraturas. Deste modo, durante o período de amamentação é raro desenvolver-se fraturas de fragilidade mas, uma acumulação de perda de DMO devido a longos períodos de amamentação, leva a uma recuperação incompleta do osso e, por sua vez, a um risco aumentado de fraturas vertebrais mais tarde na vida.(29)
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4. QUALIDADE DAS ORIENTAÇÕES SOBRE ALEITAMENTO MATERNO FORNECIDO ÀS PUÉRPERAS ATENDIDAS NA MATERNIDADE DO HOSPITAL REGIONAL DE GURUPI, TOCANTINS, BRASIL

4. QUALIDADE DAS ORIENTAÇÕES SOBRE ALEITAMENTO MATERNO FORNECIDO ÀS PUÉRPERAS ATENDIDAS NA MATERNIDADE DO HOSPITAL REGIONAL DE GURUPI, TOCANTINS, BRASIL

Com a opção e incentivo ao aleitamento materno logo no pós parto a OMS, 1998 declara que a sensibilidade e da mãe aflorada o resultado é maior duração do tempo da amamentação, melhor interação mãe-bebê com isso reduz os índices de abandono do filho, controle da temperatura do RN, diminui o risco de hemorragia pós-parto devido a liberação de ocitocina no momento da mamada e elimina ou reduz a icterícia no RN devido ao aumento da motilidade gastrointestinal pelo colostro (CAMPOS et al., 2015; DUPONT et al., 2017).
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Amamentação e sexualidade.

Amamentação e sexualidade.

A representação da maternidade como sendo sagrada permanece no imaginário social, a despeito da revolução dos costumes trazida pelo feminismo no Ocidente. Por outro lado, o erotismo atribuído aos seios e uma certa percepção do corpo como instrumento para o prazer tendem a ser cada vez mais valorizados nas sociedades ocidentais. Nesse sentido, as mudanças corporais da mulher que se torna mãe e sua ligação especial com o bebê durante o período da amamentação podem ser vividas pelo casal diferentemente, de acordo com a maneira com que cada um lida com tais representações. A impossibilidade de que a ‘mãe’ e a ‘mulher’ convivam no mesmo corpo, seja na percepção do homem, seja na da própria mulher, pode gerar uma situação conflituosa para o casal, com repercussões na sexualidade. Pode ainda repercutir na relação com o bebê e, em especial, na duração do aleitamento materno. Um conflito desse tipo, que muitas vezes não passa pelo consciente, pode explicar a persistência, em várias mulheres, de um discurso sobre o desmame que coloca a responsabilidade do fim da amamentação no bebê: “Ele [o bebê] largou o peito, não quis mais.”. Uma fórmula eficaz de evitar o questionamento de si mesma e do casal. O nascimento de um filho e a passagem para a dimensão de ‘pais’ é um fator reconhecido por diversos autores como tendo um efeito sobre a sexualidade do casal. O aleitamento materno pode, como vimos, intensificar tais mudanças, por trazer inúmeros conflitos nos planos psicológico e relacional. O reconhecimento de tais questões é o primeiro passo que nos permitirá, não resolver esses conflitos, mas melhor trabalhar com eles.
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Possibilidades e limitações da amamentação entre mulheres trabalhadoras formais.

Possibilidades e limitações da amamentação entre mulheres trabalhadoras formais.

Quanto às características pessoais das mulheres, foram estatisticamente significantes as variáveis: não fumar na gravidez (23 dias de AME x 4 dias de dura- ção média de AME entre as que fumaram), realizar menor número de atividades domésticas; e se sentir preparada para amamentar durante a gestação (54 dias de AMQE x 25 dias). O fato da mãe ter tido experiência anterior com amamentação (entre as multíparas) não mostrou ser um fator significativo que a levasse a amamentar mais, embora a tendência tenha sido de maior duração do aleitamento materno entre aquelas com experiência. Mostrou-se sim, sig- nificativa, a duração da amamentação (AME, AMQE) entre aquelas mães cuja percepção é de que o bebê é receptivo ao ato de amamentar.
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ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO E AUTOEFICÁCIA MATERNA ENTRE MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA POR PARCEIRO ÍNTIMO.

ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO E AUTOEFICÁCIA MATERNA ENTRE MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA POR PARCEIRO ÍNTIMO.

RESUMO: Este estudo busca analisar a prática da amamentação entre mulheres em situação de violência por parceiro íntimo durante a gestação atual quanto à duração do aleitamento materno exclusivo, o nível de autoeicácia para amamentar e fatores relacionados ao início, estabelecimento da amamentação e desmame precoce. Trata-se de um estudo transversal. Participaram 63 mulheres em situação de violência por parceiro íntimo na gestação atual, identiicadas por inquérito em serviço pré-natal. A coleta de dados foi realizada no pré- natal e pós-parto. Utilizou-se questionário de identiicação da violência por parceiro íntimo, a Breastfeeding Self-Eficacy Scale e informações dos prontuários. A média em dias de aleitamento materno exclusivo foi de 19,08. Não houve associação estatisticamente signiicativa entre a duração do aleitamento materno exclusivo com 30 e 70 dias pós-parto e tipos de violência por parceiro íntimo, bem como práticas assistenciais com nível de autoeicácia para amamentar. Veriicamos associação entre o tipo de aleitamento materno com 30 e 70 dias pós- parto e melhores condições vitais do recém-nascido com nível de autoeicácia para amamentar.
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Aleitamento materno : estudo efectuado no Centro de Saúde de Aldoar

Aleitamento materno : estudo efectuado no Centro de Saúde de Aldoar

A prevalência e a duração do aleitamento materno é influenciada por diversas razões, de ordem social, económica e cultural. Para iniciar e prosseguir com sucesso a amamentação, as mães necessitam de um apoio activo, durante a sua gravidez e após o nascimento da criança. Esse apoio deverá ser dado essencialmente pelos serviços de saúde, assim como, pela família e comunidade. O ideal seria que todos os técnicos de saúde encorajassem o aleitamento materno dando informações concretas, de forma adequada e em tempo oportuno (2).

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Padrões de sibilância respiratória do nascimento até o início da adolescência: coorte de Pelotas (RS) Brasil, 1993-2004.

Padrões de sibilância respiratória do nascimento até o início da adolescência: coorte de Pelotas (RS) Brasil, 1993-2004.

O conhecimento dos padrões de sibilância respi- ratória tem importantes implicações para o paciente. Sabendo-se que o prognóstico do padrão persistente é pior e que estes indivíduos poderão ter déficit de função pulmonar ao longo da vida, a terapia com corticóide inalado, por exemplo, poderá ser um importante item do tratamento deste grupo de pacientes. O fato de que adolescentes com duração maior de amamentação tiveram menor prevalência de sibilância transitória tem implicações preven- tivas, embora alguns autores tenham relatado ser a amamentação fator de risco para sibilância tardia. (19)
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A prática da amamentação no município de Paulínia, Estado de São Paulo, Brasil.

A prática da amamentação no município de Paulínia, Estado de São Paulo, Brasil.

A associação entre idade da mãe e duração da amamentação havia sido observada em 1975, em um grupo de mulheres residentes no Distrito de São Paulo, onde a maior percentagem (16,2%) das c[r]

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PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 6 3 portugues

PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 6 3 portugues

Objetivo: Estudar a prevalência dos padrões de sibilância respiratória e suas associações com variáveis independentes. Métodos: Coorte de nascidos vivos, 1993, Pelotas (RS); subamostra sistemática de 20% da coorte original acompanhada aos 6 e 12 meses e 4 anos; aos 10-12 anos localizou-se 87,5% da coorte original. Definição dos padrões: transitório: chiado até 4 anos e ausência de chiado aos 10-12 anos; persistente: chiado em todos acompanhamentos; início tardio: chiado aos 10-12 anos. Variáveis independentes: gênero; cor da pele; renda familiar; fumo/asma na gravidez; amamentação; infecção respiratória/diarréia (1º ano); alergia e asma na família (4 e 10-12 anos); diag- nóstico médico de rinite/eczema (10-12 anos). Resultados: O total da subamostra foi de 897 adolescentes. Prevalência (IC95%) dos padrões de sibilância: transitório 43,9% (40,7-47,2);persistente 6,4% (4,8-8,0); de início tardio 3,3% (2,2-4,5). O transitório foi mais freqüente em crianças de famílias de baixa renda, com menor duração da amamentação, relato de infecções respiratórias (1º ano) e história familiar de asma (4 anos); o persistente foi quase duas vezes mais freqüente em meninos, em filhos de mulheres com asma na gravidez, com infecções respiratórias (1º ano) e história familiar de asma (4 e 10-12 anos); de início tardio mostrou maior prevalência naqueles com asma na família (10-12 anos) e diagnóstico médico de rinite (10-12 anos); menor prevalência em quem relatou infecções respiratórias (1º ano) e diagnóstico médico de eczema (10-12 anos). Conclusões: O conhecimento das associações dos padrões sibilantes permite a adoção de medidas preven- tivas e terapêuticas.
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IMPORTÂNCIA DA AMAMENTAÇÃO NA PREVENÇÃO DA CLASSE II ESQUELÉTICA

IMPORTÂNCIA DA AMAMENTAÇÃO NA PREVENÇÃO DA CLASSE II ESQUELÉTICA

com a amamentação, que perfaziam um total de 10. As duas primeiras permitiam aferir se a participante estava grávida e se tinha ou não filhos. As questões seguintes relacionavam-se com os temas: tempo de amamentação (quanto tempo amamentou a criança (s), se ainda estava a amamentar ou se não amamentou); motivos pelos quais as mães deixaram de amamentar (hipogalactia, mastite, fissuras mamilares, ingurgitamento, pudor em amamentar em público); tempo mínimo de duração da amamentação que consideravam ideal; influência do aleitamento materno na saúde geral da criança, no futuro; influência da amamentação e aleitamento no desenvolvimento da boca e face do bebé; motivos que levariam as participantes a amamentarem (não pretende amamentar; económico; prático; promove o vínculo afectivo entre mãe e filho); existência de políticas de promoção ao aleitamento materno no estabelecimento de saúde que as participantes frequentavam; necessidade ou não da obtenção de mais esclarecimentos relativamente ao impacto que a amamentação tem na saúde oral e geral da criança.
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A tendência da prática da amamentação no Brasil nas décadas de 70 e 80.

A tendência da prática da amamentação no Brasil nas décadas de 70 e 80.

ridade da mãe (Tabela 4), porém, este aumento foi mais expressivo entre mulheres de maior escolaridade. Neste grupo, a duração da amamentação que era de 46 dias mais que triplicou, passando para 159 dias. Tabela 3 - Percentagens de crianças amamentadas em diferentes idades (e respectivos intervalos de confiança) segundo quartis da renda familiar per capita. Brasil, 1975 e 1989. Table 3 - Percentage of breastfed children at different ages (and respective confidence intervals), according to per capita income. Brazil, 1975 and 1989.

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