amamentação exclusiva

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Avaliação do impacto de um programa de puericultura na promoção da amamentação exclusiva.

Avaliação do impacto de um programa de puericultura na promoção da amamentação exclusiva.

Alguns vieses, no entanto, podem haver in- terferido com os achados desta avaliação. Em primeiro lugar, a ausência de um grupo-con- trole não permite afirmar que o resultado en- contrado deva-se ao programa. Entretanto, es- te estudo não foi planejado para detectar eficá- cia do programa e, sim, verificar o alcance de um dos seus objetivos, qual seja o de estimular amamentação. Preferiu-se utilizar a expressão “adequação para alcançar objetivos” a “alcan- çar metas”, uma vez que, até o presente momen- to, não foi estipulada uma quantificação a prio- ri das taxas de amamentação exclusiva ou de duração da amamentação a serem atingidas, nessa população-alvo, nem em quais prazos. Essas diferentes abordagens têm sido discuti- das na literatura, num contexto de saúde pú- blica baseada em evidências 23,24 .
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Plausibilidade biológica como agente promotor da amamentação exclusiva

Plausibilidade biológica como agente promotor da amamentação exclusiva

efeito dose e resposta para as crianças que frequentaram centros de lactação, resultando em proporções maiores de amamentação exclusiva (BARROS, 2002). Além dis- so, estes autores constataram que os filhos de primíparas tiveram uma prevalência de amamentação exclusiva, até quarto mês, 3,5 vezes maior, quando comparados aos não frequentadores destes centros (BARROS, 2002). Da mesma forma, avaliando o impacto do Hospital Amigo da Criança (HAC), pesquisadores observaram que a me- diana de duração da amamentação exclusiva foi o do- bro para as crianças expostas a este serviço (BRAUN, 2003). Outros estudos evidenciaram que crianças que não nasceram no HAC, apresentaram uma chance 1,5 vez maior de não estarem mamando exclusivamente até os 4 meses de vida (VENANCIO, 2002). Outros benefí- cios das ações desempenhadas pelos HAC demonstram altas prevalências de amamentação exclusiva logo que saem da maternidade (VENANCIO, 2002). Na França, 58% das crianças nascidas em 2003 estavam sendo ali- mentadas desta forma até saírem da maternidade. En- tretanto, outros países apresentaram prevalências ainda maiores para este achado, é o caso da Finlândia e Norue- ga (95%), Suécia (90%), Dinamarca e Alemanha (85%), Itália (75%) e Reino Unido (70%) (ATLADOTIR; THROSDOTTIR, 2000; LANDE, 2003; BRIEFEL, 2004; GIOVANNINI, 2004; BREKKE, 2005; TURCK, 2005; VARGAS; SOARES, 2008).
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Efeito da duração da amamentação exclusiva e mista sobre os níveis de hemoglobina nos primeiros seis meses de vida: um estudo de seguimento.

Efeito da duração da amamentação exclusiva e mista sobre os níveis de hemoglobina nos primeiros seis meses de vida: um estudo de seguimento.

O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da duração da amamentação exclusiva e mista sobre os níveis de hemoglobina de lactentes. Trata-se de um estudo de se- guimento com seis meses de duração, envolvendo 150 crianças nascidas na maternidade de Mutuípe, Bahia, Brasil. Mensalmente, as crianças eram submetidas ao exame de sangue para avaliação dos níveis de hemo- globina e realizava-se coleta de dados de consumo alimentar. Foram obtidos, ainda, dados obstétricos e sócio-econômicos. Utilizou-se o modelo linear de efei- tos mistos para investigar as associações de interesse. Ao final do seguimento, a perda amostral foi de 15,3%, e detectou-se uma prevalência de 71,7% de anemia. Constatou-se um incremento de 0,091g/dL nos níveis de hemoglobina a cada mês de duração de aleitamen- to materno exclusivo (p = 0,031), enquanto, a cada mês de duração de aleitamento materno misto, os níveis de hemoglobina declinaram em 0,097g/dL (p = 0,017). Concluiu-se que as práticas alimentares inadequadas parecem estar diretamente envolvidas na etiologia da deficiência nutricional de ferro nesse período da vida.
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Amamentação Exclusiva: determinantes sócio-econômicos e emocionais

Amamentação Exclusiva: determinantes sócio-econômicos e emocionais

Em estudo sobre a Amamentação exclusiva de recém-nascidos prematuros: percep- ções e experiências de lactantes usuárias de um serviço público especializado, Braga et al. (2008) observaram que as mães usualmente expressaram o desejo de amamentar, exclusivamente, seus filhos , a partir de explicações e justificativas em proporcionar uma boa condição de saúde e desenvolvimento para o seu filho. É interessante ressaltar que elas constroem o valor da prática da amamentação, apropriando- se do discurso dos profissionais, mas fazendo suas próprias interpretações, a partir de seus conhecimentos básicos de que o leite materno protege o recém-nascido de doenças impõem para elas uma responsabilidade a mais, no que diz respeito à necessidade de alimentar seu filho apenas ao seio.
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Adaptação transcultural dos estágios de mudança de comportamento e processos de mudança para a amamentação exclusiva.

Adaptação transcultural dos estágios de mudança de comportamento e processos de mudança para a amamentação exclusiva.

nesse processo para que possa auxiliá-la. Da mes- ma forma, espera-se que no pós-parto a nutriz receba uma atenção especializada nos serviços de saúde, na qual se considere os múltiplos condi- cionantes da prática da amamentação exclusiva e se estabeleçam intervenções que atendam às necessidades maternas individuais. No entanto, isso não representa tarefa fácil para os profis- sionais dos serviços de saúde, os quais nem sem- pre estão preparados para realizarem esse tipo de abordagem 3 .

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Conhecimento de puérperas sobre amamentação exclusiva.

Conhecimento de puérperas sobre amamentação exclusiva.

Estudo descritivo de abordagem qualitativa cujo objetivo foi identificar o conhecimento das puérperas sobre aleitamento materno exclusivo. Participaram do estudo treze puérperas internadas no Alojamento Conjunto de uma instituição pública na região de Caxias do Sul-RS. Para a coleta dos dados utilizou-se a entrevista semiestruturada. A análise de dados foi realizada através de análise temática, emergindo três categorias: o conhecimento sobre amamentação exclusiva; o processo de amamentação; e as influências das informações recebidas sobre o processo de amamentação. Mesmo recebendo informações de profissionais de saúde no período pré-natal sobre a amamentação, é possível compreender a necessidade de melhorar a comunicação e o acompanhamento das puérperas por estes profissionais, como uma continuidade no cuidado, no período do puerpério imediato, tardio e também no remoto.
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Amamentação exclusiva de recém-nascidos prematuros: percepções e experiências de lactantes usuárias de um serviço público especializado.

Amamentação exclusiva de recém-nascidos prematuros: percepções e experiências de lactantes usuárias de um serviço público especializado.

Falaram pra ter mais cuidado, porque ela queria mamar muito, era pra ter cuidado pra ela não sufocar [...] Quando vinham falar alguma coisa, eu ficava calada, na minha, não discutia, nem ligava. [...] A minha prima diz: ‘tu vai ficar com o peito lá embaixo de tanto dar a mama’, aí eu digo: ‘não tem importância, não; eu acho bom, não tem nada a ver’. Beleza, eu não ligo pra isso de jeito nenhum (E.S.N.). Os vizinhos mandavam sempre dar ma- madeira. [...] Minha cunhada dizia ‘dá outro leite pra ela que é magrinha, miudinha’, aí eu dizia ‘não pode, ela é um bebê prematuro, tem que ser meu peito mesmo’. Quando ela chegava com essa conversa, eu me lembrava logo das palestras de amamentação que eu assistia no berçário (M.R.T.A.).
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Estado nutricional e qualidade da dieta de nutrizes em amamentação exclusiva.

Estado nutricional e qualidade da dieta de nutrizes em amamentação exclusiva.

A qualidade da dieta foi avaliada a partir do Índi- ce de Alimentação Saudável adaptado de acordo com as recomendações do Guia Alimentar para a Popula- ção Brasileira e da Pirâmide Alim[r]

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Estado nutricional e qualidade da dieta de nutrizes em amamentação exclusiva

Estado nutricional e qualidade da dieta de nutrizes em amamentação exclusiva

Objective: Identifying the nutritional status, dietary intake and diet quality of nursing mothers on exclusive breastfeeding.. Methods: Cross-sectional study carried out with nursing [r]

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4. QUALIDADE DAS ORIENTAÇÕES SOBRE ALEITAMENTO MATERNO FORNECIDO ÀS PUÉRPERAS ATENDIDAS NA MATERNIDADE DO HOSPITAL REGIONAL DE GURUPI, TOCANTINS, BRASIL

4. QUALIDADE DAS ORIENTAÇÕES SOBRE ALEITAMENTO MATERNO FORNECIDO ÀS PUÉRPERAS ATENDIDAS NA MATERNIDADE DO HOSPITAL REGIONAL DE GURUPI, TOCANTINS, BRASIL

O objetivo desse foi descrever a qualidade das orientações a respeito do aleitamento materno às puérperas atendidas na maternidade do Hospital Regional de Gurupi sobre a amamentação. Foi aplicado um questionário padronizado nos meses de agosto e setembro de 2016 para 150 puérperas que formaram o grupo estudado. Foram analisados dados sociodemográficos, paridade, tipo de amamentação, tipo de gravidez, tipo de parto, se recebeu orientação da forma de amamentação e até qual idade o bebê deve mamar. As mães tinham uma idade média de 23,9 anos, 79 (53%) pardas, escolarização média de 11,5 anos, 89 (59%) renda familiar de 1 salário mínimo, 51 (34%) do lar, 72 (48%) primíparas, 56 (37%) tiveram parto vaginal, 52 (35%) parto cesáreo e 42 (28%) parto vaginal com analgesia. Todas foram orientadas quanto a importância da amamentação para o concepto, 128 (85%) relataram precisar de auxílio para amamentar, 138 (92%) afirmaram que pretendiam realizar amamentação exclusiva. Pode ser observado que as puérperas eram jovens, pouco escolarizadas, a maior parte teve parto vaginal e receberam orientação adequada quanto a amamentação.
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Prevalência da amamentação em crianças menores de dois anos vacinadas nos centros de saúde escola.

Prevalência da amamentação em crianças menores de dois anos vacinadas nos centros de saúde escola.

u m au m en t o im p o rt an t e n a sit u ação d a prevalência de aleitamento materno, as metas oficiais de aleitamento materno exclusivo e continuado ainda estão longe de serem atingidas. Assim, considerando ações de re-organização da atenção primária em Campinas, com a reciclagem em todas as áreas para os profissionais da saúde, visan d o à t errit o rialização e f o can d o o atendimento na saúde da família, é fundamental rever a qualidade da assistência à saúde da mulher e da criança. M etas devem ser estabelecidas, buscando não somente a extensão e a ampliação da amamentação exclusiva até 6 meses, mas também do aleitamento total até pelo menos 2 anos de idade, evitando a introdução precoce de alimentos complementares.
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Aleitamento materno exclusivo e adiposidade.

Aleitamento materno exclusivo e adiposidade.

O tempo médio de amamentação foi de 4,5±1,6 meses, sem diferenças entre os sexos. A frequência de excesso de peso nas crianças amamentadas exclusivamente até o sexto mês foi de 21,2%, enquanto que naquelas com amamentação exclusiva até o segundo mês, a frequência foi de 26,7%. A correlação de Pearson entre o tempo de amamentação das crianças e as variáveis antropométricas avaliadas revelou associação inversa com todas as variá- veis. A correlação foi signiicativa quanto ao perímetro da cintura (r=-0,166; p=0,05), como pode ser visto na Tabela 3 e na Figura 1.
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Guidance on breastfeeding in primary health care and the association with exclusive breastfeeding

Guidance on breastfeeding in primary health care and the association with exclusive breastfeeding

Quanto às varáveis proximais, 40,3% das mães exerciam trabalho remunerado, 12,4% fu- mavam, 11,7% consumiam bebida alcoólica e 15,4% tinham auto percepção desfavorável da saúde. A grande maioria das mães (82,9%) foi orientada na unidade básica sobre a importância do aleitamento materno exclusivo por 6 meses, mais da metade (63,4%) foi orientada sobre como colocar o bebê no peito para mamar, 56,4% sobre ordenha manual das mamas, 76,5% sobre livre demanda, e 76,9% quanto ao não uso de mama- deira. Mais da metade dos bebês (55,1%) usava chupeta, e 41,0% estavam no segundo bimestre de vida. Uma menor prevalência de aleitamento materno exclusivo foi observada entre as mães que fumavam, que consumiam bebida alcoólica, que percebiam a própria saúde como ruim ou regular, que foram orientadas sobre ordenha das mamas com uso de bomba, cujos bebês usavam chupeta e não estavam no primeiro bimestre de vida. Uma maior prevalência de aleitamento ma- terno exclusivo foi observada entre as mães que receberam orientações sobre a importância da amamentação exclusiva por 6 meses, sobre pega e posição do bebê no peito, sobre livre demanda e sobre o não uso de mamadeira (Tabela 3).
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Perfil do aleitamento materno em menores de um ano no Município de Londrina, Paraná.

Perfil do aleitamento materno em menores de um ano no Município de Londrina, Paraná.

Métodos: os dados foram obtidos durante a “Campanha Nacional de Vacinação, realizada em agosto de 2002. As crianças foram selecionadas por plano de amostragem por conglomerado. A p l i c o u - s e um questionário com questões sobre alimentação da criança nas 24 horas precedentes. Para obtenção das f reqüências empregou-se análise de probitos. Pela análise de re g ressão logística, foram analisados os f a t o res de risco para interrupção da amamentação exclusiva em menores de quatro meses e desmame em m e n o res de um ano.

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Aleitamento Materno: factores de abandono

Aleitamento Materno: factores de abandono

Chamo-me Vânia Rocha Junqueira e estou a frequentar o 4º ano de Enfermagem, da Universidade Fernando Pessoa. Nesse âmbito, encontro-me a realizar um trabalho de investigação, cujo objectivo principal é saber quais os factores que levam ao abandono precoce do Aleitamento Materno. Este estudo tem como finalidade permitir um conhecimento mais aprofundado desta problemática e uma melhor intervenção no sentido de prevenir, sempre que possível, o abandono precoce da amamentação exclusiva.

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Intenção de amamentar e de introdução de alimentação complementar de puérperas de um Hospital-Escola do sul do Brasil.

Intenção de amamentar e de introdução de alimentação complementar de puérperas de um Hospital-Escola do sul do Brasil.

à introdução precoce de leite artificial e, portanto, a um menor tempo de amamentação exclusiva. Esse resultado parece mostrar que o acesso a in- formações e a assimilação das mesmas sobre o aleitamento materno ainda está ligada ao nível de escolaridade, visto que hábitos, como o de ofere- cer chás e água antes dos seis meses, e mitos, como a existência do leite fraco, são conceitos bastante difundidos na população em geral.

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Aleitamento Materno: Influências e Consequências Geradas pelo Desmame Precoce/Breastfeeding: Influences and Consequences of early Weaning

Aleitamento Materno: Influências e Consequências Geradas pelo Desmame Precoce/Breastfeeding: Influences and Consequences of early Weaning

INTRODUÇÃO: A amamentação exclusiva é recomendada pelo Ministério da Saúde até os seis meses de vida e complementar até os dois de vida da criança, sendo que a alimentação complementar deve ser introduzida de forma lenta e gradual, antes disso a acriança não necessita de nenhum nutriente que não esteja presente no leite materno, ele é a única fonte de nutrientes que a criança precisa. O desmame precoce consiste em uma interrupção da amamentação antes do período recomendado. OBJETIVO: Investigar o motivo e as consequências geradas pelo desmame precoce. MÉTODOS: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, com uma abordagem hipotético-dedutiva, tendo como hipótese de que as consequências geradas pelo desmame precoce são negativas para a criança. RESULTADOS: Foram levantados artigos referentes as influencias que levam ao desmame precoce e as consequências geradas por ele, os achados revelam que as consequências geradas pelo desmame são prejudiciais a vida da criança, proporcionando um maior risco a agentes infecciosos. CONCLUSÃO: Conclui-se que mesmo com tantos benefícios que a amamentação proporciona, o desmame precoce ainda está muito presente, e alguns dos fatores que influenciam podem ser trabalhados ainda na sala de parto.
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Prática alimentar nos dois primeiros anos de vida.

Prática alimentar nos dois primeiros anos de vida.

mento materno exclusivo encontra-se distante da reco- mendação de 180 dias. Nota-se um progressivo declínio da amamentação exclusiva com a idade, mesmo antes de seis meses de vida, caracterizando um quadro de intro- dução de alimentação complementar precoce, por meio da oferta de outros ipos de leite e alimentos não lácteos

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Amamentação em lactentes nascidos pré-termo após alta hospitalar: acompanhamento durante o primeiro ano de vida Breastfeeding of preterm newborn infants following hospital discharge: follow-up during the first year of life

Amamentação em lactentes nascidos pré-termo após alta hospitalar: acompanhamento durante o primeiro ano de vida Breastfeeding of preterm newborn infants following hospital discharge: follow-up during the first year of life

características da população de recém-nascidos menores que 33 semanas e de muito baixo peso, a prática de colocar no seio materno na primeira hora de vida não foi realizada, devido a uma con- traindicação clínica. Diversos fatores contribuem para que haja uma menor produção de volume de leite na maior parte destas mães, associada a um provável atraso no início da lactogenese pela prematuridade e a todas as dificuldades de se colocar o recém-nascido no seio materno, pelas complicações clínicas iniciais e pela imaturidade do próprio recém-nascido pré-termo, o qual fre- quentemente recebe alta hospitalar antes da idade de termo, explicando em parte a baixa prevalência de amamentação exclusiva nesta população 1,24-28 .
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Estudo experimental de uma intervenção educativa para promover a autoeficácia materna na amamentação.

Estudo experimental de uma intervenção educativa para promover a autoeficácia materna na amamentação.

Objetivo: construir, validar e avaliar uma intervenção educativa, utilizando o flip-chart intitulado “Eu consigo amamentar meu filho”. Método: estudo experimental utilizando um pré-teste, intervenção e teste posterior, bem como um grupo de controle. Um total de 201 mulheres, as quais haviam sido hospitalizadas imediatamente, a pelo menos 6 horas, após o parto. As mães foram atribuídas aos grupos de intervenção (100 mulheres) ou de controle (101 mulheres), de acordo com a duração da internação. A eficácia do flip-chart foi avaliada com a aplicação da Escala de Autoeficácia de Amamentação (um pequeno formulário) na admissão, quando tiveram alta e por telefone dois meses após o parto. Os grupos de intervenção e de controle mostraram- se semelhantes quanto às variáveis sociodemográficas, obstetrícias e ginecológicas. Resultados: a intervenção foi benéfica, já que as mães do grupo de intervenção tiveram pontuações altas de autoeficácia, mais mães continuaram a amamentar e mantiveram um período maior de amamentação exclusiva, tanto quando obtiveram alta quanto dois meses após o parto, apresentando associações estatisticamente significativas. Conclusões este estudo experimental avaliou a estratégia educacional mediada por meio do flip-chart intitulado “Eu consigo amamentar meu filho” como sendo eficaz no aumento da autoeficácia e da duração da amamentação.
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