Amazônia Legal - malária

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DINÂMICA DE TRANSMISSÃO DA MALÁRIA NA AMAZÔNIA LEGAL: DETERMINANTES AMBIENTAIS, EPIDEMIOLÓGICOS E SUA DISTRIBUIÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL

DINÂMICA DE TRANSMISSÃO DA MALÁRIA NA AMAZÔNIA LEGAL: DETERMINANTES AMBIENTAIS, EPIDEMIOLÓGICOS E SUA DISTRIBUIÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL

A inclusão da precipitação e suas variações espaciais em estudos sobre malária é importante dada sua distribuição geográfica variada, ciclo anual de chuvas e temperatura que impactam sobre a malária (MANTILLA; OLIVEROS; BARNSTON, 2009). Em relação a variabilidade interanual do regime chuvoso sobre a Amazônia, é necessário observar os modelos climáticos de grande escala dominantes sobre os dois oceanos tropicais adjacentes (oceano Pacífico e Atlântico), pela sua relação de influência na região (SOUZA et al., 2000). Para o ano de 2005, que registra a menor média no volume de precipitação sobre a Amazônia, e o ano de 2008 como sendo um dos anos de maior volume de chuva (Figura 3) configuram-se, respectivamente, como ano de El Niño (2005) e La Niña (2008), anomalias do Oceano Pacífico com influência sobre a região amazônica Os maiores registros do desmatamento para Amazônia Legal encontram-se no início da série, que apresenta uma tendência decrescente no decorrer dos dez anos de observação, como mostra a Figura 4. A retirada da cobertura vegetal altera os habitats vetoriais já existentes, podendo amplia-los ou criar novos habitats. Estudos realizados no estado do Acre, em área de assentamento, encontraram como fator de risco para a malária as atividades de desmatamento, por provocarem mudanças ambientais que criam condições propicias para a transmissão do Plasmodium, constituindo-se como principal fator de risco para os que desempenham essas ações de desflorestar e também para os demais moradores (SILVA-NUNES et al., 2008; SILVA-NUNES 2010). Investigação relacionando malária e desmatamento no estado do Pará descreve anos consecutivos com altos índices da endemia logo após os períodos de altas taxas de desmatamento no Estado (PARENTE et al., 2012).
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Repositório UFAL: Estudo bioclimático entre as condições do tempo e a malária na Amazônia Legal

Repositório UFAL: Estudo bioclimático entre as condições do tempo e a malária na Amazônia Legal

O conhecimento antecipado das condições do tempo pode ser de grande utilidade para ajudar a sociedade a evitar desperdícios e prejuízos de recursos humanos e materiais. A partir de uma análise estatística descritiva, procurou-se encontrar associação entre a malária e as variáveis climatológicas na Amazônia legal, a partir das condições do tempo e no período de 2000 a 2009. Para isso se faz necessária a verificação de existência ou não de uma relação; irão ser utilizados dados mensais de notificações de malária e dados meteorológicos de treze municípios da Amazônia Legal. A malária é uma das doenças humanas mais antigas e de maior prevalência no mundo, nenhuma se compara a ela na distribuição geográfica e no comprometimento da saúde das populações. Por este motivo, torna-se necessário investigar o ciclo da malária juntamente com a variabilidade climática na Amazônia Legal, já que esta região é a de maior incidência da doença no Brasil. Os resultados apresentaram diferentes situações para a situação ideal de contágio, quando analisados junto com as variáveis nas distintas localidades, porém evidenciam clara associação entre ambas. Este estudo poderá ser usado na previsão da situação desta doença, contribuindo para políticas públicas evitando assim desperdícios econômicos e humanos.
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Prescrições para tratamento de malária não complicada em gestantes na Amazônia Legal: evidências do Projeto Mafalda*.

Prescrições para tratamento de malária não complicada em gestantes na Amazônia Legal: evidências do Projeto Mafalda*.

estudo é, pelo nosso conhecimento, o primeiro no país sobre as características específicas das prescrições de antimalá- ricos para este grupo. Embora a fonte de dados não seja proveniente de amostra representativa de todos os serviços que realizam atendimento à malária, acredita- mos ser possível generalizar os resultados para municípios de alto risco na região da Amazônia Legal. Os resultados mostraram deficiências na prescrição de antimaláricos para gestantes, especialmente quanto à adequação ao protocolo oficial. Uma vez que o curso da gestação na vigência de um episódio de malária parece independer da idade, paridade ou antecedentes da doen- ça 23 , é importante que a provisão do cuidado
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS

O Plasmodium vivax predomina fora da África, e em 2012, foi responsável por cerca de 50% dos casos da doença no mundo (WHO, 2013). No Brasil, foram notificados em 2013 ao Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica de Malária (SIVEP – MALÁRIA, 2014), 181.643 casos da doença. Destes, 177.745 (97,85%) na Amazônia legal, onde o P. vivax foi responsável por cerca de 80,7% das infecções, uma vez que as recomendações da OMS, como o uso de mosquiteiros impregnados com inseticidas de elevado poder residual, e principalmente, dos derivados da Artemisinina, impactaram de maneira significativa a carga de P. falciparum na região, contudo, sem mudança significativa no P. vivax (BRASIL, 2010). O controle da doença no Brasil é fundamentado no diagnóstico correto e no tratamento rápido e eficaz. O esquema terapêutico de primeira linha para cura radical da malária vivax consiste da associação entre Cloroquina (CQ) + Primaquina (PQ), as quais atuam nas fases eritrocitária e hepática do ciclo de vida do Plasmódio no hospedeiro humano (HILL et al., 2006; WHO, 2010).
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Avaliação de uma nova estratégia de controle da malária na Amazônia brasileira

Avaliação de uma nova estratégia de controle da malária na Amazônia brasileira

INTRODUÇÃO. Desde o início da última década de 70, em decorrência da ocupação intensa e desordenada da Amazônia brasileira, a malária vem se constituindo em um dos principais problemas de saúde da região. Existem fa- tores favoráveis à transmissão da doença: temperatura, umidade, altitude e co- bertura vegetal adequadas à proliferação do mosquito vetor e condições habi- tacionais e de trabalho facilitadoras do contacto deste vetor com os seres hu- manos. Por outro lado, existem dificuldades de seu controle: ausência total ou parcial de paredes para aplicação de inseticida, acesso difícil a muitas locali- dades, precariedade dos serviços permanentes de saúde. A mudança da estra- tégia global de luta contra a malária, por meio do seu controle integrado e não mais de sua erradicação, e a implantação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, com descentralização das ações de assistência e controle de doenças, determinaram uma alteração nas atividades de combate à malária na Amazô- nia, consubstanciada no Plano de Intensificação das Ações de Controle da Ma- lária na Amazônia Legal (PIACM), iniciado em julho de 2 000, promovido pela Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), do Ministério da Saúde.
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Situação da malária na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.

Situação da malária na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.

As áreas de fronteira internacional são reconhe- cidamente mais vulneráveis para a saúde, dado que o limite internacional cria dificuldades ju- rídicas, políticas, técnicas e operacionais para o controle de endemias, para o tratamento de do- entes e para a oferta dos serviços de saúde 1,2,3,4,5 . Essa situação se reproduz também no caso da vigilância e controle da malária na fronteira in- ternacional Amazônica, pois o número de casos de malária na Amazônia Legal caiu pela meta- de na última década, passando de 600 mil para 300 mil casos em 2010, mas em algumas regiões específicas, como nas fronteiras internacionais, sua incidência continua aumentando, com vá- rios municípios de alto risco (índice parasitário anual – IPA > 50), apesar da baixa densidade po- pulacional da região (Figura 1). No ano de 2010, foram registrados 123 mil casos de malária nos 98 municípios da faixa de fronteira do Brasil (41% do total), ou seja, a redução dos casos na frontei- ra teria um impacto significativo na redução da carga de malária no Brasil.
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RISCO REPUTACIONAL EM FRIGORÍFICOS DE CARNE BOVINA DA AMAZÔNIA BRASILEIRA

RISCO REPUTACIONAL EM FRIGORÍFICOS DE CARNE BOVINA DA AMAZÔNIA BRASILEIRA

A relevância da cadeia de carne bovina para a economia brasileira tem aumentado nas duas últimas décadas. Esse crescimento tem sido acompanhado pelo avanço da pecuária e das agroindústrias para territórios situados dentro da Amazônia Legal. Os impactos desse deslocamento têm sido contestados por stakeholders. Esses agentes atribuem às cadeias de suprimento de carne originária dessa região um conjunto de repercussões sociais e ambientais negativas. Um dos movimentos dos frigoríficos em reação a essa contestação é a implantação de sistemas de gestão de risco que mitiguem eventuais danos às suas reputações causados pela publicização dos possíveis efeitos deletérios de suas atividades. Nesse contexto, este estudo tem como objetivo identificar práticas gerenciais de mitigação de riscos reputacionais em frigoríficos de carne bovina da Amazônia Legal, referentes a ações socioambientais inadequadas de seus fornecedores pecuaristas . Para tanto, um estudo qualitativo exploratório foi desenvolvido por meio de estudo de múltiplos casos. Os resultados mostraram que os fatores de risco estão, em grande parte, estabelecidos em compromissos públicos negociados com stakeholders. Desmatamento, invasão de terras indígenas, trabalho análogo à escravidão e destruição de unidades de conservação são os fatores mais citados como geradores de risco reputacional. Como estratégias de mitigação de riscos, os frigoríficos mantêm práticas de verificação socioambiental de todos seus fornecedores por meio de um sistema de verificação cadastral da existência de infrações nas fazendas. Auditoria do sistema de verificação e reporte aos stakeholder também são usados. A estratégia de mitigação de evitar o risco pela mudança de fornecedor é a mais frequente. Outras formas de mitigação também são observadas, porém é notável que o risco é aceito quando a percepção dos stakeholders indica que os frigoríficos não são responsáveis por irregularidades de pecuaristas.
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Diagnóstico molecular da malária em uma unidade de atenção terciária na Amazônia Brasileira.

Diagnóstico molecular da malária em uma unidade de atenção terciária na Amazônia Brasileira.

A FMT-AM é uma das unidades de diagnóstico de malária de Manaus, tendo notificado em média 35% dos casos de malária do município, nos últimos 10 anos. Em 2003, a instituição registrou 30.017 casos de malária, sendo 125 (0,41%) de infecção mista. Se utilizarmos a PCR como padrão-ouro para o diagnóstico da infecção mista, de acordo com os resultados apresentados neste estudo, estimar-se-ia uma freqüência de infecção mista de 5,3% neste centro da Amazônia Ocidental Brasileira. Considerando que os resultados apresentados são oriundos de uma unidade de referência para o diagnóstico da malária no Estado do Amazonas, é possível que a quantidade de infecções mistas seja ainda mais sub-notificada na rede descentralizada de diagnóstico.
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Tratamento da malária com artesunate (retocaps®) em crianças da Amazônia brasileira.

Tratamento da malária com artesunate (retocaps®) em crianças da Amazônia brasileira.

algumas morrem antes de chegar à unidade de saúde, ou quando alcançam estas unidades apresentam malária grave com alta letalidade. É necessário que tenhamos drogas antimaláricas de fácil aplicação em crianças, com boa resposta terapêutica, desprovidas de efeitos colaterais, e que possam ser usadas com segurança no campo. Os derivados das artemisininas são altamente eficazes em negativar a malária por P. falciparum, inclusive pelas cepas multirresistentes 4 3 8 .

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FUKUYAMA NA AMAZÔNIA

FUKUYAMA NA AMAZÔNIA

Diante dessa carência infraestrutural, e em razão do interesse internacional na questão ambiental e indígena brasileira, a Região Amazônica tem sido considerada a área mais vulnerável do país em termos de soberania. Criado em 1985, no Governo de José Sarney, o Programa Calha Note (PCN) visava mudar esse quadro, formando um cinturão fronteiriço de brigadas e pelotões de fronteira na Amazônia, esperando fortalecer a presença brasileira na região através de sua "vivificação". 2

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A QUESTÃO AGRÁRIA E OS POVOS INDÍGENAS: UM BREVE HISTÓRICO DAS POLÍTICAS INDIGENISTAS NO BRASIL

A QUESTÃO AGRÁRIA E OS POVOS INDÍGENAS: UM BREVE HISTÓRICO DAS POLÍTICAS INDIGENISTAS NO BRASIL

A formação territorial do desenvolvimento organizado pelos governos militares para a Amazônia legal foi responsável pela caracterização do Centro-Oeste e Norte por grandes pro[r]

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Dependência espacial das epidemias de malária em municípios da Amazônia Brasileira.

Dependência espacial das epidemias de malária em municípios da Amazônia Brasileira.

Com a aplicação do referido índice, foi possível identiicar as áreas homogêneas e classiicar agrupamentos diferenciados, descartando-se a aleatoriedade espacial na distribuição dos municípios com epidemias de maior duração. Os agrupamentos com autocorrelação espacial estatisticamente signiicante, representados no Q1 do Moran Map, foram considerados críticos, nos quais se agregaram municípios em pleno processo epidêmico de maior gravidade. A inluência exercida pelos municípios vizinhos na dinâmica da distribuição da proporção de meses epidêmicos provocou alterações observadas em alguns agrupamentos, nos anos analisados. Essa ocorrência esteve relacionada aos diversos fatores contribuintes para o aumento da incidência e a consequente produção de epidemias de malária. Contudo, deve-se enfatizar que questões relacionadas à organização intermunicipal dos serviços de saúde podem ter inluenciado fortemente para o prolongamento das epidemias nas áreas homogêneas com autocorrelação positiva direta, conforme demonstrado no Q1 do Box Map e do Moran Map. Melhorando a organização da rede de atenção, será possível alcançar a integração regional de ações e serviços de saúde mediante o planejamento regional integrado, o qual poderá garantir a atenção qualiicada, de maneira contínua, sendo esse o aspecto priorizado atualmente no SUS. A integração dos serviços de saúde em regiões especíicas tem por inalidade garantir a integralidade da assistência e conta com instrumentos legais que possibilitam o inanciamento das ações articuladas entre estados e municípios 23 . A execução das ações de controle, de forma integrada, poderá prevenir a
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Casos assintomáticos de malária na Amazônia Brasileira: citoaderência, anticorpos...

Casos assintomáticos de malária na Amazônia Brasileira: citoaderência, anticorpos...

Parece evidente, após todas as análises realizadas durante este projeto, que não exista uma simples relação entre título de anticorpos circulantes contra a superfície da hemácia infectada (especificamente contra domínios da proteína PfEMP1) e imunidade clínica para malária no Brasil. Estudo anterior realizado na África, utilizando isolados não deliberadamente selecionados para algum tipo de citoaderência, mas oriundos de diferentes casos de malária assintomática ou sintomática mostraram que plasmas/soros de indivíduos "protegidos" (sem sintomas) reconheceram mais fortemente hemácias infectadas neste mesmo tipo de ensaio que indivíduos não protegidos na posterior época de transmissão 143 . Porém, ainda se sabe muito pouco sobre as características antigênicas dos isolados de P. falciparum da Amazônia brasileira. A alta redundância do repertório de genes var entre as cepas brasileiras 80 , muito mais que em qualquer outra localidade, juntamente com a observada ausência da forma grave da doença no país, são fatores importantíssimos que caracterizam a situação da malária no Brasil como única. Essa redundância de genes variantes ocorre independente de tempo e localidade, sendo encontrados genes var compartilhados em isolados de 1986 e 2004; e poderia facilitar o encontro de estruturas alvo que seriam compartilhados pela maioria dos isolados da região amazônica e que poderiam eventualmente ser incluídos em formulações de vacinas.
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Lutando pela terra: índios e posseiros na Amazônia legal

Lutando pela terra: índios e posseiros na Amazônia legal

Num país de características coloniais, cuja economia estava voltada para fora, para a exportação de produtos tropicais para a Europa e para os Estados Uni- dos d[r]

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Avaliação de prescrições medicamentosas para gestantes da Amazônia Legal

Avaliação de prescrições medicamentosas para gestantes da Amazônia Legal

estudo foi caracterizar o perfil de gestantes, bem como avaliar a prescrição de medicamentos, durante o pré-natal, em relação aos seguintes aspectos: assistência pré-natal, [r]

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Diagnóstico dos agentes e processos atuantes na fragmentação da paisagem na bacia hidrográfica do rio Pericumã, ambiente de Amazônia Maranhense

Diagnóstico dos agentes e processos atuantes na fragmentação da paisagem na bacia hidrográfica do rio Pericumã, ambiente de Amazônia Maranhense

La Cuenca Hidrográfica del rio Pericumã – BHRP, abarca los territorios de Micro-región del Litoral Occidental Maranhense y en la Micro-región de la Baixada Maranhense, ambas pertenecientes a mesorregión norte del Estado de Maranhão, situadas en el territorio de la Amazonia Legal. En termos generales, se ha objetivado en la presente investigación: analizar los agentes y procesos naturales y antrópicos responsables por la fragmentación del paisaje, haciendo la relación de estos con el uso y ocupación de la tierra, por medio de teorías y conceptos del Modelo GTP combinados a técnicas de analice y herramientas de geotecnología. Y, específicamente: Comprender la dinámica del geosistema, el territorio y el paisaje del local a lo largo de las últimas cuatro décadas, utilizando imágenes orbitales aéreas en proceso de alteración decurrente de las actividades humanas sobre la naturaleza; por último, formular informaciones y inventarios socio ambientales geo-referenciados en formato de banco de datos como subsidio para nuevas investigaciones, auxilio a instituciones públicas y privadas sobre lo potencial y las fragilidades de el área. Para el alcance de los objetivos propuestos en la disertación son descritas las etapas del estudio, la exposición de los materiales y los procedimientos de los datos auxiliares como el levantamiento y analice de bibliografía relacionada con la temática y el área de la investigación; la adquisición y el analice del material cartográfico y de teledetección remota. Las actividades de campo: El registro fotográfico y la aplicación de entrevistas y cuestionarios y, además, la utilización de software para el analice de las imágenes orbitales. Se concluyó que la cuenca hidrográfica del rio Pericumã és un ambiente caracterizado por una intensa dinámica decurrente de actividades sazónales y humanas que mueven los agentes modeladores en los niveles
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Classificação dos domicílios "indígenas" no Censo Demográfico 2000: subsídios para a análise de condições de saúde.

Classificação dos domicílios "indígenas" no Censo Demográfico 2000: subsídios para a análise de condições de saúde.

The characterization of households during censuses, including dwelling conditions, basic sanitation, among other aspects, along with the socioeconomic profile of dwellers, is extremely important to analyze health status. In Brazil, there has been accumulated evidence that indigenous populations, in general, are subject to major inequalities with more pronounced morbidity and mortality, in comparison to other segments of society. Based on the micro data of the 2000 Demographic Census, the present study analyzed the frequency of households whose heads classified them as “indigenous” and that the household was collective or improvised, in the rural area of Brazilian municipalities. The characteristics of households were not studied for neither of the classification possibilities. In the analysis by color/race groups, “indigenous” peoples had the higher proportion of collective households, more frequent in the Center-West, more specifically in Mato Grosso. The frequency of “improvised indigenous” households was also higher than for non-indigenous, including “white”, “black” and “brown” individuals. Different from collective households, improvised “indigenous” households were seen in different regions of Brazil, especially in municipalities of the macro region south and in Mato Grosso do Sul. For municipalities located outside the Legal Amazon regions, where in general Native Lands are of small size, there were 1.5 more “indigenous” households classified as improvised than in the Legal Amazon. An argument is that the higher frequency of collective “indigenous” households are partly due to Census classification problems, given indigenous societies have their own social and family morphologies. The analyses indicate the need to improve the attainment of data on the characteristics of “indigenous” households in surveys conducted by the IBGE. Decreasing the “demographic and epidemiological invisibility” of indigenous populations and, consequently, facing the inequalities in health, will only be possible by generating information that takes into account the ethnical diversity of Brazil.
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Os principais fatores do desmatamento na Amazônia (2002-2007) – uma análise econométrica e espacial

Os principais fatores do desmatamento na Amazônia (2002-2007) – uma análise econométrica e espacial

Segundo Velez (2009), o Brasil não se pode mais prosseguir produzindo alimentos baseados apenas na lógica tradicional de substituição integral da vegetação natural por plantações homogêneas de espécies exóticas. É necessário identificar quais são as fisionomias predominantes em cada bioma a fim de estabelecer formas de aproveitamento sustentável e apropriado. Nesse sentido, os biomas de característica florestal como a Mata Atlântica e principalmente a Amazônia, tem como vocação o uso sustentável baseado no aproveitamento de recursos madeireiros e nãoEmadeireiros, e não a conversão de florestas ainda existentes em áreas abertas. Já nos biomas de formações abertas, como o Pampa e o Pantanal, têm como vocação o uso sustentável dos seus campos em atividades pastoris, com o aproveitamento dos recursos forrageiros de espécies herbáceas nativas. Por sua vez, os biomas Cerrrado e Caatinga apresentam perdas de cobertura natural mais acelerada que a Amazônia sem que haja uma prévia discussão mais aprofundada de como poderia se dar a sua utilização de modo a conciliar a uso econômico com a preservação.
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Contribuição à Regionalização de Vazão Mínima de Referência na Amazônia Legal

Contribuição à Regionalização de Vazão Mínima de Referência na Amazônia Legal

Estudos em recursos hídricos, que visam o conhecimento de vazões em bacias hidrográficas, são de grande importância em hidrologia, pois quase sempre a rede hidrométrica não cobre todas as regiões de interesse. Sendo assim, faz-se necessário o uso de técnicas que possibilitem a transferência de informações de locais monitorados para locais sem monitoramento. Neste contexto, foram propostos modelos matemáticos para determinação de vazão mínima de referência na Amazônia Legal, através do método de regionalização de vazões. A metodologia empregada teve como base a vazão mínima de referência Q 95% , obtida a partir das curvas de permanência plotadas com base na equação de
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Estimativa de área de vegetação secundária na Amazônia Legal Brasileira.

Estimativa de área de vegetação secundária na Amazônia Legal Brasileira.

A vegetação secundária pode prover diversos serviços ambientais como a remoção de carbono atmosférico, que contribui para atenuar a crescente emissão de gases de estufa para a atmosfera (Nobre & Nobre, 2002). A taxa de remoção de carbono pela acumulação de biomassa é influenciada por fatores como o tipo, intensidade e tempo de uso da terra (Fearnside, 1996). Moran et al.(1994) encontraram uma alta variabilidade espacial nas taxas de crescimento secundário na Amazônia, atribuindo tais variações à ocorrência ou não de queima completa na área convertida, viabilidade do banco de sementes, fertilidade sub-superficial dos solos e grau de inclinação do terreno.
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