Ambientes virtuais de aprendizado

Top PDF Ambientes virtuais de aprendizado:

Interação e comunicação em ambientes virtuais de aprendizado

Interação e comunicação em ambientes virtuais de aprendizado

Uma constatação interessante acerca dos achados dos estudos refere-se ao fato que o uso das tecnologias dos ambientes virtuais de aprendizado facilitam a reflexão. A comunicação assíncrona, caracterizada pelos fóruns e listas de discussão, permite que os alunos tomem iniciativas no seu aprendizado e que sejam mais eficientes na comunicação. Entretanto, o emprego dessas ferramentas como estratégia pedagógica na educação online requer mais tempo do aluno tanto para reflexão quanto para uma redação mais elaborada. Mas esta participação pode ser comprometida pelo conhecimento, ausente ou excessivo, e de interesse no tema em questão e o medo da exposição e avaliação pelos demais participantes.
Mostrar mais

14 Ler mais

A  educação  em  ambientes  virtuais: proposição  de  recursos  computacionais  para  aumentar  a  eficiência  do processo ensino-aprendizado

A educação em ambientes virtuais: proposição de recursos computacionais para aumentar a eficiência do processo ensino-aprendizado

Quando feita em ambientes virtuais, por exemplo, a avaliação tende a ser mais complexa, pois, em geral, não se tem o feedback, como ocorre nas interações face-a- face, que possibilita uma avaliação subjetiva do apren- diz, dando indícios da compreensão e interesse deste [27]. Para minimizar esse problema, levar em conta os estilos de aprendizagem dos alunos [14] pode ser uma alternativa muito interessante. Conhecendo as diferentes maneiras como os alunos preferem aprender, o professor pode formar grupos mais homogêneos de estudantes e, assim, adequar as estratégias de ensino de acordo com os diferentes estilos de aprendizagem. Dentro dessa pers- pectiva, tendo como foco básico a avaliação e os estilos de aprendizagem de alunos, o objetivo deste estudo é apresentar proposição baseada no emprego de recursos computacionais, que contribuam para aumentar a efici- ência do processo ensino-aprendizado em AVEAs.
Mostrar mais

14 Ler mais

Informação nos ambientes virtuais de aprendizados (AVA)

Informação nos ambientes virtuais de aprendizados (AVA)

A presente pesquisa está inserida no cenário da Educação a Distância (EaD) no Brasil e é compreendida na interação com os princípios de organização da informação. Em decorrência desse ponto de referência os Ambientes Virtuais de Aprendizado (AVA), onde se realizam a mediação no ensino a distância, foi analisado numa perspectiva informacional. Com esse objetivo, buscou-se compreender as interações informacionais entre professores e alunos nos AVA’s. O trabalho foi organizado em torno da seguinte questão: Compreender as relações informacionais dos professores e alunos nos AVA's pode favorecer a organização da informação em tais ambientes? Neste sentido, através do estudo das relações informacionais de professores e alunos buscou-se situar a possibilidade de consolidação de um modelo de AVA pautado nos princípios de organização da informação. Para tanto, buscou-se reunir e problematizar os elementos que estruturaram os Ambientes Virtuais de Aprendizado. A pesquisa teve como referencial teórico os fundamentos da organização da informação em ambientes digitais, os estudos de uso e usuários da informação, bem como a teoria dos sujeitos da linguagem de Charaudeau (2008). Em termos metodológicos, desenvolveu-se um estudo de caso envolvendo professores e alunos vinculados ao curso de pós- graduação latu sensu a distância em Administração de Sistemas de Informação (ASI) da Universidade Federal de Lavras (UFLA). O estudo baseou-se na análise de entrevistas e questionários, aplicados a alunos e professores do curso, baseados em estudos de usuários de informação. Esses questionários exploraram a argumentação dos professores e alunos sobre: a) sua relação cotidiana com o uso de tecnologias de internet, b) relação cotidiana com o Ambiente Virtual de Aprendizado; c ) suas percepções sobre a Educação a Distância. Na análise de dados, adotaram-se as categorias propostas por Charaudeau (2008) com o objetivo de avaliar as possibilidades comunicacionais dos sujeitos professor/aluno no AVA. Foram determinadas quatro categorias de análise: a) Parceiros comunicacionais professor e aluno: condição para comunicação; b) Fatores comuns no ato de comunicação: conhecimentos comuns; c) Motivação e interesses de comunicação; d) Conseqüências das interações comunicacionais: AVA numa perspectiva informacional. Por fim, em articulação com essas categorias, chegou- se à proposição de um modelo de um Ambiente Virtual de Aprendizado (AVA) orientado pelos reconhecimentos das interações comunicacionais (reconhecimento do saber, do fazer e saber fazer) e pela perspectiva informacional oriunda dos fundamentos da organização da informação.ề
Mostrar mais

148 Ler mais

Administração remota de ambientes virtuais em rede para integração com sistemas de gerenciamento de aprendizado

Administração remota de ambientes virtuais em rede para integração com sistemas de gerenciamento de aprendizado

do ambiente, tais como vídeo-conferência, bate-papo e compartilhamento de hipermídia. Como discutido anteriormente na seção “Controle de recursos”, o sistema INVENTE utiliza o conceito de “Salas Virtuais” para a administração dos recursos disponibilizados aos professores. O agrupamento de recursos em salas virtuais tem como objetivo tornar transparente para o usuário final (professor, aluno, etc) a distribuição dos recursos no ambiente. Para disponibilizar uma sala virtual no sistema, um administrador segue duas etapas: primeiro, ele cadastra no sistema os recursos disponíveis na infraestrutura, indicando o endereço dos servidores desses recursos; depois, ele deve agrupar esses recursos, informando o nome das salas virtuais e os recursos que serão disponibilizados em cada uma dessas salas (Serra, 2001). O conjunto de salas virtuais disponíveis representará, portanto, toda a capacidade da infraestrutura disponível para atender a demanda de cursos.
Mostrar mais

129 Ler mais

AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM COMO APOIO AO ENSINO DA BIBLIOTECONOMIA

AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM COMO APOIO AO ENSINO DA BIBLIOTECONOMIA

O TelEduc foi concebido tendo como elemento central a ferramenta que disponibiliza Atividades. Isso possibilita a ação onde o aprendizado de conceitos em qualquer domínio do conhecimento é feito a partir da resolução de problemas, com o subsídio de diferentes materiais didáticos como textos, software, referências na Internet, entre outros, que podem ser colocados para o aluno usando ferramentas como: Material de Apoio, Leituras, Perguntas Freqüentes, etc.

8 Ler mais

INTERFACES GRÁFICAS DIGITAIS EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: A USABILIDADE E EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO COMO FATORES DE MELHORIA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

INTERFACES GRÁFICAS DIGITAIS EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: A USABILIDADE E EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO COMO FATORES DE MELHORIA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

• Auxílio aos usuários no reconhecimento, diagnóstico e recuperação de erros: erros são a principal fonte de frustração, ineficiência e ineficácia durante a utilização de um software. As interrupções provocadas por erros de processamento têm consequências negativas sobre o desempenho do usuário, o que prolonga e perturba a realização de suas atividades. É importante que as mensagens de erro sejam pertinentes, legíveis, redigidas em linguagem natural (sem códigos) e exatas quanto à natureza do erro cometido. É importante também que elas sugiram possíveis ações para a correção do erro, favorecendo o aprendizado sobre o uso do sistema ao indicar ao usuário a razão do erro e suas possíveis correções. Entretanto, naturalmente, melhor que boas mensagens de erro é prevenir a sua ocorrência.
Mostrar mais

96 Ler mais

Interações contingentes em ambientes virtuais de aprendizagem

Interações contingentes em ambientes virtuais de aprendizagem

Dotta e Giordan (2006) concluem que a preparação para uma atuação como tutor em cursos a distância deve fundamentar-se na concepção de uma Educação Dialógica, segundo Freire (2006), com ênfase na problematização e na construção de significados coletivamente. Esta perspectiva se aproxima do que Van Lier (1999) descreve sobre interações contingentes, ou seja, aquelas que favorecem o aprendizado dos participantes. A pesquisa em fontes alternatiavas pelo tutor A, durante seu curso de formação demonstra o exercício do princípio da esperança, da consciência do inacabado, mediante a busca por subsídios que o permitam participar dos debates com mais propriedade. Em sua atuação, buscou problematizar e levar seu aluno à reflexão, o que é bastante relevante na construção de diálogos que favorecessem a aquisição do conhecimento. Ao valorizar suas contribuições e estimulá-lo à negociação de significados, incentivando-o a buscar respostas para suas próprias questões, o tutor A acreditou no potencial do aluno, refletindo o princípio da fé nos homens, também preconizado na teoria de Freire (2006). Todo este cenário resultou no estabelecimento de um tipo de interação favorável ao aprendizado coletivo.
Mostrar mais

227 Ler mais

APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

Este artigo objetiva elencar perspectivas de diversos estudos referentes à Educação a Distância e seus Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) em face de uma Aprendizagem Significativa. Neste sentido, este pretende listar aspectos importantes desta ferramenta no processo de ensino- aprendizagem. Além disso, busca discutir como estes ciberespaços devem ser preparados para produzirem um aprendizado significativo. De forma breve, trata também da lógica do mercado que impulsionou esta modalidade de Ensino. Para tanto, recorre ao levantamento de dados bibliográficos acerca do assunto, a fim de apresentar perspectiva ampla sobre os Ambientes Virtuais de Aprendizagem.
Mostrar mais

14 Ler mais

QUALIDADES EMERGENTES NA FORMAÇÃO DE GESTORES EM AMBIENTES VIRTUAIS

QUALIDADES EMERGENTES NA FORMAÇÃO DE GESTORES EM AMBIENTES VIRTUAIS

O saber em f luxo, a at ual dinamicidade dos processos de const rução do conheciment o e a evolução acelerada da ciência e da t ecnologia vêm exigindo, não apenas novos espaços do conheciment o, mas t ambém novas met odologias, novas prát icas f undament adas em novos paradigmas da ciência. Espaços e sist emas abert os, conheciment os emergent es e não-lineares, processos aut o- organizadores, economia global e sociedade digit al requerem novas bases epist emológicas, novas met odologias, novos ambient es int erat ivos de aprendizagem que compreendam que o aprendizado é um processo de const rução individual e colet ivo, a part ir de at ividades de exploração, invest igação e descobert a realizadas individualment e ou em grupo. Esses novos cenários exigem novos ambient es de aprendizagem e met odologia que reconheçam o aprendiz em sua mult idimensionalidade, em sua int eireza, em seu const ant e diálogo com o mundo e com a vida, ao mesmo t empo em que f acilit em a busca de inf ormações cont ext ualizadas, o desenvolviment o da aut onomia, a expressão da criat ividade a part ir do balanceament o adequado das dimensões const rut iva, inf ormat iva, ref lexiva e criadora que est as f errament as pot encializam.
Mostrar mais

200 Ler mais

Modelo de referência para operacionalização de ambientes para a criação de organizações...

Modelo de referência para operacionalização de ambientes para a criação de organizações...

O primeiro sub-processo para a criação de organizações virtuais denomina-se identificação de oportunidades. Ele processo pode ser desencadeado como o resultado da identificação de uma oportunidade de colaboração por um membro do VBE (atuando como um agente denominado broker), por um sistema computacional (recurso que pode atuar como broker) ou por um cliente do VBE. Na maioria dos casos, uma busca de oportunidade dá-se na forma de chamada pública nos mercados (Processo Externo 1) diferentes (tais como: jornais, boletins, mercados), selecionando as oportunidades mais adequadas. Em seguida, o planejador da organização virtual identifica os requisitos de competência (Sub-processo 1.1) e pesquisa a existência destas competências entre os membros do VBE cadastrados, assim como os recursos e as capacidades necessárias para responder às especificações da oportunidade. A partir da oportunidade e das competências identificadas, realiza-se a análise de recursos (Sub- processo 1.2) e a análise de capacidades (Sub-processo 1.3), com vistas a verificar a viabilidade da colaboração. (Figura 8).
Mostrar mais

138 Ler mais

Autoconceito académico em ambientes virtuais de aprendizagem

Autoconceito académico em ambientes virtuais de aprendizagem

Terminamos referindo que, efetivamente, estes ambientes virtuais de aprendizagem permitem equacionar o processo pedagógico de forma diferente. No entanto, a mudança não deve ser vista só do ponto de vista tecnológico, mas também em termos de teoria e de prática. Estamos cientes de que esta mudança implica alterações culturais, pois obriga a repensar constantemente os papéis dos professores e dos estudantes e a relação existente entre eles, para além das implicações que devem ser concretizadas no plano da estruturação e planificação de cursos e currículos, sistemas de avaliação, formas de ensinar e aprender, metas a atingir. O nosso estudo, em particular, permite destacar a melhoria do autoconceito dos estudantes do ensino superior quando se recorre a um processo pedagógico sustentado em ambientes online. Os nossos resultados vão ao encontro de outros estudos [59], no que concerne à identificação das potencialidades dos ambientes online na aprendizagem, no desenvolvimento de competências sociais e cognitivas, a partir da opinião dos próprios atores. As dimensões do autoconceito académico por nós analisadas articulam-se com a autoperceção dos estudantes em termos de envolvimento nas tarefas, do sentido da autocompetência e expectativas de as cumprir e, ainda, em termos das dimensões sustentadas nas referidas competências sociais e cognitivas.
Mostrar mais

16 Ler mais

Aprendizagem colaborativa desenvolvida em ambientes virtuais

Aprendizagem colaborativa desenvolvida em ambientes virtuais

Resumo: O presente artigo descreve uma investigação que avaliou a utilização de ambientes virtuais de aprendizagem colaborativa no processo de construção de conhecimentos sobre ciências da natureza em um grupo de 16 estudantes do terceiro ano do ensino médio de uma escola pública localizada na região metropolitana de Porto Alegre. A pesquisa teve abordagem qualitativa do tipo estudo de caso e os relatos coletados foram analisados por Análise Textual Discursiva (ATD), com categorias emergentes. O ambiente virtual utilizado foi disponibilizado pela empresa Microsoft® na plataforma OneDrive®. Os participantes identificaram contribuições proporcionadas pelo uso do ambiente virtual e da tecnologia em sala de aula, assinalando seus benefícios para o processo educacional. Entre os argumentos encontrados nas respostas dos participantes, estão os seguintes: o aumento da mobilidade proporcionada pelos recursos tecnológicos; a capacidade de a virtualidade possibilitar o surgimento de múltiplos processos de experimentação; a redução da sensação de distanciamento dos educandos entre si, e destes em relação ao professor; a superação dos limites impostos pelo tempo e espaço da sala de aula transmissiva e; a potencialização do questionamento reconstrutivo, à medida que os recursos para a busca de informações ficam à disposição e podem ser prontamente acessados e questionados pelo grupo de colaboração. Como resultado, a investigação permitiu concluir que os participantes reconhecem que a aprendizagem colaborativa em ambientes virtuais possibilita a implementação de uma forma prática de educação pela pesquisa, pois se desenvolve ao longo de um processo que implica interação com fontes de consulta e com grupos de trabalho, abrindo a possibilidade do surgimento de novas compreensões e relações.
Mostrar mais

16 Ler mais

Laboratórios virtuais e ambientes colaborativos virtuais de ensino e de aprendizagem: conceitos e exemplos

Laboratórios virtuais e ambientes colaborativos virtuais de ensino e de aprendizagem: conceitos e exemplos

A utilização de laboratórios virtuais (LV) no ensino de ciências como matemática, física, química, biologia e informática, entre outras, é ainda incipiente no Brasil, mas tende a apre- sentar expansão nos próximos anos, porque eles fornecem recursos de simulação impor- tantes para a análise de fenômenos e concei- tos teórico-práticos objetos de estudo dessas ciências. Num futuro próximo, porém, enten- de-se que o uso de LV tende a intensificar-se fortemente, por várias razões. Primeiro, por seu forte vínculo com três dos quatro campos da ciência da informação – a ciência da com- putação, a ciência cognitiva (incluindo inteli- gência artificial) e a comunicação, todos com seus estudos e pesquisas em expansão. Segun- do, porque eles são uma alternativa mais eco- nômica à construção de laboratórios reais, muito embora seu sentido seja complementá- los, e não substituí-los. Terceiro, porque seu desenvolvimento baseia-se em conceitos de realidade virtual (RV) e em softwares cada vez mais diversificados, poderosos e menos one- rosos. Quarto, porque, nos últimos anos, pa- ralelamente ao desenvolvimento dos aplicati- vos de LV, têm surgido regularmente aplicati- vos e ambientes para aprendizagem colabora- tiva, e a convergência de esforços em se obte- rem soluções de LV e de ambientes virtuais colaborativos de aprendizagem (CVE) poten- cializa o uso e os benefícios de ambas.
Mostrar mais

11 Ler mais

ÉTICA E TEORIA DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS: UMA DISCUSSÃO A PARTIR DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO :: Brapci ::

ÉTICA E TEORIA DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS: UMA DISCUSSÃO A PARTIR DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO :: Brapci ::

As ações de mediação podem ser classificadas como explícitas ou implícitas e, de acordo com Gomes (2014), elas são explícitas quando são diretas e mais evidentes (tanto presenciais como virtuais) e implícitas quando indiretas e menos evidentes, como em ações de representação e organização. Entendemos que o trabalho desenvolvido pelo pesquisador frente aos dados coletados se caracteriza como uma mediação indireta, na medida em que não há o contato efetivo com os sujeitos, apenas o tratamento das informações por eles produzidas. Nesse tipo de mediação, cita Gomes (2014), há aspectos subliminares, pois é dificultada a compreensão da sua natureza mediadora e, portanto, da sua dimensão ética.
Mostrar mais

13 Ler mais

Repositório Institucional da UFPA: Framework para criação de laboratórios virtuais: diminuindo a lacuna entre teoria e prática em engenharia elétrica

Repositório Institucional da UFPA: Framework para criação de laboratórios virtuais: diminuindo a lacuna entre teoria e prática em engenharia elétrica

al., 2013) uma forma de aprendizado por etapas é utilizada na execução dos experimentos. São usadas três etapas com dificuldades e exigências crescentes, semelhantemente a um game. Os autores consideram esta abordagem interessante para um processo de aprendizado self-learning. Quando RV pode ser executada em dispositivos convencionais e relativamente mais populares como em desktops, cria-se uma oportunidade de execução dos experimentos à distância, o que seria mais difícil de se alcançar com experimentos usando equipamentos reais. Dessa forma, alguns trabalhos aproveitam esta vantagem de RV e aplicam seus experimentos remotamente, a exemplo de (ADAMO-VILLANI et al., 2006; BELTRÁN SIERRA; GUTIÉRREZ; GARZÓN-CASTRO, 2012; CALLAGHAN et al., 2010; HONGTAO et al., 2010; MARCELINO et al., 2012; TRAVASSOS VALDEZ; MACHADO FERREIRA; BARBOSA, 2013). Vale ressaltar que apesar de serem experimentos remotos estes trabalhos não são necessariamente colaborativos. Uma limitação dos experimentos remotos aplicados é discutida em (AYDOGAN; ARAS; KARAKAS, 2010; SCHAF et al., 2009), onde os autores relatam problemas de comunicação via Internet e consideram que uma conexão sem atrasos é essencial para uma experiência agradável de interação.
Mostrar mais

151 Ler mais

RELAÇÕES E INTERAÇÕES DOS PROFESSORES DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA COM AS TECNOLOGIAS

RELAÇÕES E INTERAÇÕES DOS PROFESSORES DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA COM AS TECNOLOGIAS

A coleta de dados foi realizada no período de outubro a novembro de 2011. Foram entregues questionários a 60 professores que lecionam Ciências e Matemática, no Ensino Médio, vinculados a uma instituição de educação tecnológica situada no estado de Minas Gerais 1 . Dos 60 questionários, 57 foram respondidos e devolvidos ao pesquisador. Dos professores colaboradores com a pesquisa 2 que responderam aos questionários, 17 são da área de Física, 12 de Química, 9 de Biologia e 19 de Matemática. No texto, os professores de Física foram denominados por PF1, PF2, ... PF17, os de Química por PQ1, PQ2, ... PQ12; os de Biologia por PB1, PB2, ... PB9, e os de Matemática PM1, PM2, ..., PM19, a fim de resguardar suas identidades. Adotou-se como instrumento de coleta de dados um questionário destinado a captar as percepções dos professores. Para facilitar a análise criaram-se as seguintes categorias: Caracterização do sujeito; Relação e interação com: a informática; a internet; os ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs); os objetos de aprendizagem (OA) e as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). Os dados coletados foram trabalhados com apoio da análise de conteúdo, proposta por Bardin (2010), seguindo as fases de pré-análise; exploração do material; o tratamento dos resultados, a inferência e a interpretação.
Mostrar mais

16 Ler mais

Ambientes virtuais de aprendizagem: desafios de uma escola de governo

Ambientes virtuais de aprendizagem: desafios de uma escola de governo

Os alunos acessam os recursos por meio de seus próprios Personal Learning Environment – PLE (ambientes virtuais per- sonalizados, organizados pelos próprios alunos e baseados fortemente no que se convencionou chamar de web 2.0), nos quais definem e atualizam suas preferências tecnológicas e metodológicas, optando, por exemplo, por estudar sozinhos ou de forma colaborativa, não apenas em um curso específico, mas em qualquer ação de apren- dizagem realizada no decorrer de sua vida educacional. Esses dados de perfil e histó- rico individual são intercambiados com o sistema de gerenciamento da aprendizagem institucional no momento em que o aluno
Mostrar mais

14 Ler mais

Escala de estratégias e motivação para aprendizagem em ambientes virtuais.

Escala de estratégias e motivação para aprendizagem em ambientes virtuais.

desmotivação. Resultados semelhantes foram encontrados em estudo realizado por Guimarães e Bzuneck (2008), que investigaram a propriedade psicométrica de uma escala a im de mensurar a motivação para aprender dos estudantes universitários. Cabe salientar também os resultados que indicaram comportamento regulado por motivação autônoma para a maioria dos alunos participantes dos cursos on-line pesquisados. Tal fato sugere que esses estudantes percebem-se motivados em algum grau, seja agregando valores pessoais à tarefa solicitada, seja pela satisfação alcan- çada com a realização da atividade em si, para participar de situações educacionais mediadas por ambientes virtuais (Bzuneck; Guimarães, 2010).
Mostrar mais

18 Ler mais

Uma arquitetura para monitoramento e medição de desempenho para ambientes virtuais

Uma arquitetura para monitoramento e medição de desempenho para ambientes virtuais

não é suiente até mesmo para pouas máquinas virtuais exeutando apliações que. geram muito tráfego de rede[r]

76 Ler mais

Formação Musical de Professores em Ambientes Virtuais de Aprendizagem.

Formação Musical de Professores em Ambientes Virtuais de Aprendizagem.

A realidade escolar brasileira demonstra uma carência de professores com formação adequada para o trabalho com Música em sala de aula. A lei 11.769/2008 ampliou essa demanda, tornando necessário estabelecer condições para a formação musical docente, garantindo o alcance dos objetivos da legislação. Nesse sentido, buscamos através deste estudo identificar a viabilidade do emprego da modalidade semipresencial, através de Ambientes Virtuais de Aprendizagem – AVA, nesse processo formativo. A pesquisa teve como sujeitos os estudantes do curso de Educação Musical da UFC, matriculados na disciplina de Harmonia 2 no semestre 2009.2. Adotou-se o modelo C(L)A(S)P de Swanwick (1988) como marco teórico para o planejamento das atividades, empregando o ambiente virtual SOCRATES, as quais envolveram o acesso a conteúdos disponibilizados sob a forma de aulas online e a utilização das ferramentas de interação do ambiente, a fim de viabilizar discussões acerca dos temas estudados. Assim, buscamos compreender como se desenvolveu o processo de aprendizagem musical dos sujeitos, bem como identificar os limites e as possibilidades que as ferramentas de interação do ambiente impuseram a esse processo. A análise dos dados revelou que, apesar das limitações das ferramentas de interação na representação da notação musical, os estudantes conseguiram atingir os objetivos de aprendizagem estabelecidos para a disciplina. Assim, observamos que o emprego da modalidade semipresencial se constitui em uma possibilidade efetiva para a formação musical de professores. Além disso, propomos a incorporação de alguns recursos ao AVA, de forma a aperfeiçoar o processo de ensino e aprendizagem de Música na modalidade semipresencial.
Mostrar mais

188 Ler mais

Show all 9268 documents...