Amostragem aleatória simples

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Amostragem descritiva no apreçamento de opções européias através de simulação Monte Carlo: o efeito da dimensionalidade e da probabilidade de exercício no ganho de precisão.

Amostragem descritiva no apreçamento de opções européias através de simulação Monte Carlo: o efeito da dimensionalidade e da probabilidade de exercício no ganho de precisão.

O apreçamento de opções por meio de simulação foi inicialmente proposto por Boyle (1977), que sugeriu um modelo de Monte Carlo para simular o processo de geração de preços do ativo-objeto, baseado na premissa de neutralidade ao risco. Esta modelagem, bem como suas sucessoras, manteve como base a abordagem tradicional da simulação Monte Carlo, utilizando-se da Amostragem Aleatória Simples (AAS) para a geração dos componentes aleatórios do modelo. Uma reconhecida conseqüência desta abordagem amostral é o baixo nível de precisão das estimativas, que pode ser em parte contornada com o uso das técnicas de redução de variância (Charnes, 2000). Vista como uma técnica de redução de variância de caráter geral em simulação de Monte Carlo, a Amostragem Descritiva (Saliby, 1990) tem proporcionado melhores resultados, tanto do ponto de vista da precisão estatística como da velocidade de obtenção das estimativas, em relação àqueles obtidos através das demais técnicas de redução de variância e, conseqüentemente, em relação àqueles obtidos através da abordagem tradicional: AAS (Moreira, 2001; Araújo, 2001; Saliby & Moreira, 2002). Cabe notar que, embora o uso de simulação para apreçar opções européias dentro das premissas do Modelo de Black & Scholes (1973) seja desnecessária, por se dispor da uma solução analítica, é justamente este fato que faz deste problema um referencial na simulação aplicada ao estudo de opções, da mesma forma que o modelo de filas M/M/1 é utilizado como referência na simulação de filas de espera. Outra vantagem deste seu uso foi o fato da trajetória do ativo-objeto, modelada segundo um movimento geométrico browniano, poder ser gerada com diferentes números de pontos ou eventos, permitindo assim variar a dimensionalidade do problema de simulação ainda que preservando o mesmo caso em estudo.
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Amostragem para inventário florestal em sistemas silvipastoris.

Amostragem para inventário florestal em sistemas silvipastoris.

RESUMO – O inventário florestal, segundo diversos processos de amostragem, fornece estimativas de produção para todo povoamento florestal. Neste trabalho, testaram-se diferentes processos de amostragem em um sistema silvipastoril com arranjo em faixas de Eucalyptus grandis, no Município de Umuarama, noroeste do Paraná. A distribuição das plantas de E. grandis foi explotada para mapa em escala da área, no qual aplicaram-se diferentes técnicas de amostragem: amostragem aleatória simples (com parcelas retangulares paralelas – ALS-RPA, perpendiculares às faixas – ALS-RPE, e parcelas circulares - ALS-AC) e amostragem sistemática (com 5%, 10% e 20% de intensidade, respectivamente, AS-5, AS-10 e AS-20). Para comparação dos processos de amostragem, foi considerado o erro de amostragem (E%), segundo o qual verificou-se a melhor metodologia. Os resultados observados, demonstraram que os maiores E% foram obtidos na amostragem aleatória simples: ALS-C (61,64%), ALS-RPA (47,30%) e ALS-RPE (31,19%). Para a amostragem sistemática, o E% observado foi baixo: AS-10 (6,05%), AS-20 (7,04%) e AS-5 (12,49%). Desta forma, a amostragem sistemática foi eficiente em inventário florestal de sistemas silvipastoris por seu baixo E%.
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Letalidade e complicações de angioplastias em hospitais públicos no Rio de Janeiro, RJ.

Letalidade e complicações de angioplastias em hospitais públicos no Rio de Janeiro, RJ.

MÉTODOS: Foram analisados dados obtidos no Sistema de Autorização Hospitalar do Sistema Único de Saúde referentes aos 2.913 procedimentos de angioplastia coronariana realizados no município do Rio de Janeiro, RJ, de 1999 a 2003. Após amostragem aleatória simples e ponderação de dados, foram analisados 529 prontuários de pacientes, incluindo todos os óbitos, submetidos à angioplastia coronariana em quatro hospitais públicos: federal de ensino, estadual de ensino, federal de referência e estadual de referência. Os testes de comparação entre as letalidades segundo características dos pacientes, co-morbidades, complicações, tipos e indicações de angioplastia coronariana foram feitas com modelos de regressão de Poisson.
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Qualidade da madeira serrada de Pinus elliottii Engelm. procedente de florestas resinadas.

Qualidade da madeira serrada de Pinus elliottii Engelm. procedente de florestas resinadas.

Para a seleção das toras para desdobro, adotou-se uma divisão em três classes diamétricas (15-20 cm; 21-25 cm e 26-30 cm), levando em conta a disponibilidade de toras na serraria. Para cada classe diamétrica, foram selecionadas, por amostragem aleatória simples, quatro toras basais (primeira tora retirada a partir da base da árvore e com a presença de estrias de resinagem) e quatro toras superiores (quaisquer toras localizadas acima da tora basal), totalizan do oito tor as por classe diamétr ica e, consequentemente, 24 toras de madeira de Pinus elliottii procedentes de florestas localizadas na região litorânea de São José do Norte.
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É Simples o que Faço com os Quistos Simples do Ovário

É Simples o que Faço com os Quistos Simples do Ovário

Uma diferença na abordagem do quisto simples do ovário na mulher pós-menopáusica em relação à mulher pré- menopáusica prende-se com o limiar do tamanho dos quistos: a decisão a ser tomada varia agora consoante o quisto apresente menos de 3 cm, entre 3 e 5 cm ou mais de 5 cm de maior diâmetro (Quadro III).

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UnB – Universidade de Brasília Departamento de Economia Mestrado em Gestão Econômica de Negócios Renato de Miranda Santos

UnB – Universidade de Brasília Departamento de Economia Mestrado em Gestão Econômica de Negócios Renato de Miranda Santos

seus idealizadores. Em função disto, a simples definição aleatória de uma taxa de desconto pode influenciar no resultado final. Desta forma, foram utilizadas taxas que s[r]

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Estrutura de prática e validade ecológica no processo adaptativo de aprendizagem motora.

Estrutura de prática e validade ecológica no processo adaptativo de aprendizagem motora.

Com base na análise dos resultados da fase de estabilização, tanto no que diz respeito à precisão quanto à consistência, foi possível verifi car uma melhora signifi cativa do desempenho de todos os grupos experimentais. Essas mudanças ocorridas ao longo das tentativas permitem a conclusão de que a estabilização funcional de fato ocorreu no decorrer da fase de estabilização. Diante disso, os olhares são direcionados para o objetivo da pesquisa: investigar os efeitos das práticas constante, aleatória, constante-aleatória e aleatória-constante no processo adaptativo de aprendizagem motora em função da validade ecológica da situação experimental.
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Rev. adm. empres.  vol.19 número3

Rev. adm. empres. vol.19 número3

Em geral, na construção de planos de amostragem simples, para que uma partida ou lote seja aceitável na inspeção, fixa-se o número máximo de erros que se permite, na amostra de tamanho n[r]

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Estimativa de áreas agrícolas municipais, utilizando sistema de amostragem simples sobre imagens de satélite.

Estimativa de áreas agrícolas municipais, utilizando sistema de amostragem simples sobre imagens de satélite.

ilustrativo e não guarda relação de escala com a imagem). O critério de pertinência foi atribuir o pixel que contivesse o ponto à classe soja ou milho sempre que este pixel possuísse alguma área de sobreposição com um polígono de uma dessas classes, ou seja, os pontos de borda foram definidos como pertencentes às classes de milho ou soja, o que pode ter levado à superestimação da área de culturas. A alternativa (considerar os pontos de borda não pertencentes às classes) levaria a uma subestimação. Essa inconsistência se deve ao fato de que os pixels se apresentam na forma de uma matriz de células quadradas, enquanto os limites dos polígonos, na forma vetorial, não havendo coincidência perfeita entre eles. Uma vez conhecido o número de pontos amostrais em cada classe, foi possível derivar a proporção de cada classe no município. A área derivada pelo método de amostragem foi então comparada com a área interpretada.
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Amostragem aleatória de ramos como método para estimar os estoques em volume, biomassa e carbono em floresta estacional no estado de Goiás

Amostragem aleatória de ramos como método para estimar os estoques em volume, biomassa e carbono em floresta estacional no estado de Goiás

Cabe ressaltar que algumas árvores selecionadas, pertencentes à primeira classe de diâmetro, não apresentavam volume de copa expressivo, dado o número de ramificações insuficientes que permitissem a amostragem de 5 (cinco) caminhos diferentes ao longo da copa. Dessa forma, estas árvores não apresentaram variações entre as medições dos caminhos, o que resultou em estimativas do coeficiente de variação, da variância e dos demais erros igual a zero. Este fato pode implicar em vieses na validação da metodologia, uma vez que a análise conjunta dos erros amostrais será influenciada por estas árvores. Das 100 árvores amostradas, 32 se enquadraram nesta situação. A ocorrência destas árvores apenas interferiu na análise da estatística descritiva individual e no cálculo do erro médio.
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Avaliação: viagem por dentro de si mesma

Avaliação: viagem por dentro de si mesma

reuniões que até lembravam o planejamento participativo, se naquela conjuntura política ele pudesse existir. Considerando o centro interescolar, vultoso investimento, não seria melhor pensar no fortalecimento das séries finais do ensino de 1º grau em qualidade e número de matrículas para avançar depois para outro nível? Por que havia tantos professores leigos? Por que tanta reprovação e abandono, em números alarmantes, desde (e sobretudo) na primeira série? Várias necessidades de preparo para o trabalho, de tão simples, poderiam ser providas pelo centro interescolar, desde que a comunidade se expressasse tão claramente como fazia, ali, à equipe. Em nome dos direitos constitucionais (que risco político! Mas realmente isso estava na Carta Magna de 1969), era preciso dar prioridade ao Ensino Fundamental, eliminar o gargalo do concurso de admissão, já extinto, e integrar as séries iniciais e finais, numa rampa suave, para promover o sucesso dos alunos. Os colegas da capital manifestavam-se cada vez menos, bons conhecedores da política estadual, não por covardia, mas como que conformados sob o rolo compressor. O cerco se apertou em torno do Consultor, principal responsável pelo relatório que daria corpo ao “sonho”. Já acuado, o Consultor disse que o direito ao ensino de 1º grau era sagrado e que todo o esforço deveria ser feito em favor dele. E a ele, sobretudo, faltavam professores habilitados naquele mundão de Deus, maior que vários países europeus. E concluiu: “Se, em último caso, o governo se decidir pelo 2º grau, então que este seja revertido em favor do ensino de 1º grau”. Como?! “Criando o Curso Normal, se houver docentes para tanto, serão habilitados professores para as primeiras séries. Os salários da rede estadual são competitivos e muitos normalistas preferirão ficar aqui, embora outros sigam o caminho ou os rios na direção da capital”.
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Estrutura de prática e idade no processo adaptativo da aprendizagem de uma tarefa de "timing" coincidente.

Estrutura de prática e idade no processo adaptativo da aprendizagem de uma tarefa de "timing" coincidente.

A diiculdade dos idosos em processar a realização o padrão motor solicitado de forma que coincidisse com o estímulo luminoso foi percebida durante a coleta, e conirmada nos resultados. Observou-se que muitos se preocuparam mais em realizar a sequência de forma correta do que em tentar “chegar” junto com a luz. Isso ica evidente, principalmente no grupo de prática aleatória que, apesar de apresentar menor precisão e desempenho mais atrasado, a quantidade de execuções erradas foi igual aos demais grupos. Interessante que alguns diziam, inclusive, que se a luz fosse retirada, ou que não tivessem que olhar para a canaleta no início da tarefa, eles seriam capazes de realizar as sequências com maior velocidade.
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Estimação de parâmetros genéticos em caprinos leiteiros por meio de análise de regressão aleatória utilizando-se a Amostragem de Gibbs

Estimação de parâmetros genéticos em caprinos leiteiros por meio de análise de regressão aleatória utilizando-se a Amostragem de Gibbs

Com métodos MCMC, que usam Amostragem de Gibbs, o problema de criar e fatorar as equações de modelos mistos pode ser contornado (Geman & Geman, 1984). Além disso, os métodos baseados na estatística Bayesiana possuem a vantagem de permitir a inclusão na análise do conhecimento a priori existente sobre os parâmetros desconhecidos (Gianola & Fernando, 1986). A demanda computacional de um ciclo de iteração desses métodos é menor que em um ciclo dos métodos baseados no REML. Requerimentos de memória para o algoritmo são também de magnitude similar, possibilitando analisar maior conjunto de dados.
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Caracterização geométrica de macrofibras poliméricas.

Caracterização geométrica de macrofibras poliméricas.

tintas à forma como foram coletadas as amostras. As macroibras são fornecidas pelo fabricante na forma de grandes tarugos (grupo de macroilamentos, Figura 7.c) e a amostragem empregada es- colheu de maneira aleatória dois destes tarugos de um universo de cerca de 100 tarugos que usualmente vêm em uma mesma embalagem. A amostragem inal consistiu na escolha aleatória de trinta macroibras do primeiro tarugo e outras trinta do segundo tarugo. A existência comprovada de duas populações demonstra a variabilidade de produção, especiicamente no corte dos tarugos. Sendo assim, a amostragem feita da maneira descrita não pode ser considerada como adequada e, por isso, se recomenda abrir todos os tarugos colhidos em uma embalagem, misturar bem as macroibras soltas e, após isso, coletar aleatoriamente as macroi- bras para análise. Apesar disso, foi possível concluir que o compri- mento de ambos os grupos está acima da média no que se refere ao comprimento declarado pelo fabricante que é de 58 mm. Com um nível de coniança de 95% o valor médio se encontra entre 58,92 mm e 59,28 mm pelo método do paquímetro, e entre 59,44 mm e 59,86 mm pelo método de imagens digitais.
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Resíduos sólidos em Parauapebas: Olhares da gestão pública e moradores / Solid waste in Parauapebas: Views of public management and residents

Resíduos sólidos em Parauapebas: Olhares da gestão pública e moradores / Solid waste in Parauapebas: Views of public management and residents

Também foram realizadas conversas informais com os moradores do bairro, sendo esses escolhidos de forma aleatória simples para coletar informações acerca das ações desenvolvi[r]

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Amostragem aleatória de ramos como técnica para quantificar a produção de frutos Caryocar brasiliense camp. (caryocaraceae)

Amostragem aleatória de ramos como técnica para quantificar a produção de frutos Caryocar brasiliense camp. (caryocaraceae)

Outro padrão observado foi a presença de superestimativas em caminhos longos. Em geral, verificou-se que quanto maiores foram os caminhos amostrados, ou seja, quanto maior o número de segmentos (e nós) percorridos, menor foi a probabilidade incondicional de seleção e, conseqüentemente, maior a estimativa (Figura 5.18). Esse padrão foi mencionado como uma desvantagem da amostragem aleatória de ramos, devido ao aumento que provoca na variância da estimativa do número de frutos das árvores amostradas. Nesse contexto, Cancino & Saborowski (2007) citam dois procedimentos para reduzir a variância das estimativas pela amostragem aleatória de ramos, como a exclusão de segmentos e a estratificação da copa com o objetivo de diminuir o tamanho dos caminhos. Porém no presente estudo, esses procedimentos não foram testados para avaliar seu efeito sobre a variância das estimativas.
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Curva de hemoglobina em um grupo de gestantes normais.

Curva de hemoglobina em um grupo de gestantes normais.

RESUMO: Através das dosagens de hemoglobina realizadas em várias épocas da gravidez, em 701 gestantes sem suplementação de ferro escolhidas por amostragem casual simples de um universo d[r]

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Amostragem em Auditoria Financeira- A sua aplicação em Portugal

Amostragem em Auditoria Financeira- A sua aplicação em Portugal

Face aos resultados obtidos das entrevistas feitas aos ROC’S, constatamos que a amostragem é utilizada devido a diversidade de documentos e de transações a ser analisados pelos auditores no seu trabalho, mas que, no entanto, em situações em que a população é pequena, ou seja, quando existem rubricas afetadas por transações que não fazem parte da rotina das empresas (rubricas anormais ou transações anormais) o seu uso não é apropriado. As vantagens da utilização da amostragem percecionadas pelos ROC’S estão relacionadas com a poupança de custo e do tempo do trabalho do revisor, pois a sua utilização permite que a análise seja direcionada a aquilo que é relevante. Porém ao ser utilizado há sempre o risco de não serem detetados erros que não foram incluídos na amostra selecionada, mas que, entretanto, fazem parte da amostra.
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NA AMOSTRAGEM EM AUDITORIA

NA AMOSTRAGEM EM AUDITORIA

atribuida pela banca constituída pelo orientador e membros abaixo.. COSTA, Rafael Almeida Pinheiro. Auditoria: Principais Conceitos com Enfoque na Amostragem em Auditoria, 2005, 4[r]

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Amostragem de terra para fins de fertilidade em função da ferramenta de amostragem

Amostragem de terra para fins de fertilidade em função da ferramenta de amostragem

Embora existam indicações de que a pá de corte proporcione melhor qualidade de amostragem de terra para fins de análise de fertilidade, seu manuseio demanda muito tempo. No presente trabalho foram comparados os resultados da análise química de terra proveniente de 15 áreas distintas, cujas amostras foram obtidas com cinco tipos de trado e com pá de corte. Também foram comparados o tempo demandado para a realização do trabalho e o volume de terra coletado com as diferentes ferramentas, em dois solos de texturas distintas. O tempo médio de amostragem foi estimado, avaliando-se o tempo gasto por seis pessoas para tomar dez amostras. Para o estudo de qualidade de resultados foram amostradas 15 áreas, com solos, manejos e níveis de fertilidade distintos, de modo a se obter grande variação entre os valores das características avaliadas. As amostragens constaram da estratificação por profundidades e amostras de 0 a 20 cm de profundidade no teste de tempo. A amostragem com a pá de corte demora de 1,3 a 2,3 vezes mais do que com os trados. Para os valores de pH, matéria orgânica, acidez do solo, Al trocável e P disponível, os resultados foram equivalentes para todas as ferramentas empregadas. Entretanto, para as bases do solo (Ca, Mg e K), as ferramentas empregadas resultaram, na maioria das vezes, em resultados diferentes dos obtidos pela pá de corte.
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