Amplitude de vibração

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Efeito da frequência e amplitude de vibração sobre a derriça de frutos de café.

Efeito da frequência e amplitude de vibração sobre a derriça de frutos de café.

O sistema exposto foi utilizado para executar um experimen- to segundo o delineamento inteiramente casualizado com três repetições no esquema fatorial. Neste experimento foram ava- liados, para a variedade Mundo Novo, os fatores frequência, direção e amplitude de vibração; graus de maturação e núme- ro de frutos por pedúnculo com relação ao efeito pontual que proporcionam na eficiência de derriça do sistema fruto-pedún- culo. Os níveis dos fatores avaliados neste experimento são apresentados na Tabela 2.

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Avaliação da influência da amplitude de vibração na frequência natural de um duto rígido

Avaliação da influência da amplitude de vibração na frequência natural de um duto rígido

portanto devem ser dimensionados para suportar os carregamentos hidrodinâmicos inerentes ao meio em que serão instalados. A frequência natural é um dos parâmetros fundamentais na avaliação das vibrações e da fadiga em um duto rígido submarino. Um dos grandes desafios da área consiste na análise de vãos livres, que ocorrem devido à perda de contato do duto com o solo marinho. A Det Norske Veritas (DNVGL) é uma referência mundial em projetos de dutos submarinos e determina os limites admissíveis de vãos livres para garantir a segurança da operação. Seguindo a recomendação da DNVGL-RP-F105 para a avaliação da frequência natural de um duto rígido não são levados em conta efeitos de segunda ordem como a amplitude de vibração. Esse trabalho faz uma comparação entre resultados numéricos que afirmam que a frequência natural é influenciada pela amplitude de vibração, na qual os dutos rígidos submarinos estão submetidos por meio de ondas e correntes, e resultados experimentais de ensaios realizados em um duto que foram tratados por meio da Transformada Rápida de Fourier (FFT) para avaliar essa correlação.
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Análise comparativa da amplitude de vibração das pregas vocais e do coeficiente de...

Análise comparativa da amplitude de vibração das pregas vocais e do coeficiente de...

Os exercícios de vibração sonorizada são utilizados amplamente tanto para o tratamento de disfonias como na preparação vocal dos profissionais da voz. Ainda são escassas as pesquisas que estudam a fisiologia vocal durante o exercício. O objetivo deste estudo é comparar as diferenças na vibração cordal durante a execução dos exercícios de vibração sonorizada de lábios, de língua e na emissão da vogal /ε/ sustentada quanto à amplitude de vibração das pregas vocais e às medidas de coeficiente de contato, em cantores líricos profissionais. Para tal, foram selecionados 10 cantores líricos com domínio laríngeo e das técnicas estudadas. Os sujeitos foram treinados a emitir a vogal /ε/ sustentada, a vibração sonorizada de lábios e a de língua no quinto tom acima do mais grave possível de ser produzido e nas mesmas intensidades (fraca e forte). Os indivíduos foram submetidos à nasofibroestroboscopia, na qual foi extraída as imagens da amplitude máxima de vibração das pregas vocais, tomando como referência os valores da medida da cartilagem cuneiforme. Além disso, foram submetidos à eletroglotografia, de onde foram extraídas as medidas automáticas da média e do desvio padrão do coeficiente de contato. A amplitude de vibração cordal teve a proporção média da cartilagem cuneiforme de 0,11 para emissão da vogal /ε/, 0,16 para a vibração sonorizada de lábios e 0,17 para a vibração sonorizada de língua, nas fracas intensidades e, respectivamente, 0,16, 0, 29 e 0,26 nas fortes intensidades. Após teste estatístico, percebeu-se diferença nessa medida entre as vibrações sonorizadas de língua e de lábios em relação à vogal /ε/ sustentada. A média entre os sujeitos da medida de média do coeficiente de contato foi de 47,72, 50,97 e 52,25 para a vogal /ε/ sustentada, vibração sonorizada
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Análise da influência da amplitude de vibração no ensaio de cavitação de um aço inox 304

Análise da influência da amplitude de vibração no ensaio de cavitação de um aço inox 304

O avanço na criação de materiais mais resistentes leva ao aprofundamento no estudo dos fenômenos a quais os materiais estão expostos, neste contexto o trabalho foi formulado. O objetivo deste trabalho de conclusão de curso foi realizar uma investigação experimental da influência da variação da amplitude de vibração em um aço inox 304, sendo que este problema está relacionado ao processo tribológico da cavitação. A investigação experimental foi realizada no laboratório de Materiais da Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Ponta Grossa, utilizando o equipamento de cavitação ultra-sônica, através do método vibratório atendendo a norma ASTM G32/03 modificado para o modo indireto. A parte seguinte do trabalho foi a de caracterização dos corpos de prova também foi realizada no laboratório de Materiais, primeiramente pela utilização da balança analítica Shimadzu modelo AW 220 para a avaliação da perda de massa, então de posse desses dados eles foram comparados com os disponíveis na literatura, depois de conferidos os dados foi utilizado o perfilômetro ótico 3D da marca Taylor Hobson CCI Lite para observar a rugosidade e o perfil da superfície desgastada. Com os devidos resultados estabelecidos na fase anterior, passou-se para a próxima fase onde foram criadas diversas tabelas e gráficos comparativos, entre as diferentes amplitudes de 40%, 60%, 70% e 80% de 60 μm, ao longo do tempo de ensaio, e quando possível esses resultados foram comparados com as literaturas existentes do assunto no que diz respeito aos gráficos e tabelas geradas sempre apresentando uma concordância dos dados.
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O S EFEITOS DA VIBRAÇÃO NO PADRÃO ELETROMIOGRÁFICO

O S EFEITOS DA VIBRAÇÃO NO PADRÃO ELETROMIOGRÁFICO

segue a mesma tendência dos músculos supracitados, contudo neste músculo a frequência de 50Hz é mais alta que o controlo e 25Hz, encontrando-se estas duas condições (controlo e 25Hz) com praticamente os mesmos valores de atividade muscular. Muitos estudos (Hazell, Jakobi e Kenno, 2007; Krol et al., 2011; Perchthaler, Horstmann e Grau, 2013; Ritzmann, Gollhofer e Kramer, 2013) sobre a atividade mioeletrica sob o efeito da vibração relatam um aumento da atividade muscular com o aumento da frequência. Cardinale e Lim (2003) observaram que a frequência mais baixa gera uma atividade muscular mais alta. Contudo nenhum estudo refere uma maior atividade muscular no controlo e a menor na frequência de 25Hz como aqui se verificou, apesar de não se encontrarem diferenças estatisticamente significativas. Porém nos estudos supracitados as metodologias usadas diferem em alguns parâmetros das usadas no presente estudo. No trabalho feito por Hazell, Jakobi e Kenno (2007), o angulo de flexão do joelho usado foi 120º para a posição de semi-agachamento com as frequências de 25Hz, 30Hz, 40Hz e 45Hz com uma amplitude de vibração de 2 mm e 4 mm, 45 segundos de exposição à vibração com 15 segundos iniciais sem vibração na posição de teste e 5 minutos de repouso entre condições com vibração síncrona. Usaram também um diferente tipo de filtragem de interferências (Butterworth de 6ª ordem entre 100 e 450Hz) e o músculo vasto medial não foi testado. Krol et al. (2011) usaram 8 exposições de 30 segundos com 2 minutos de intervalo entre elas e 90º de flexão do joelho. As frequências por estes autores utilizadas foram de 20Hz, 40Hz e 60Hz e uma amplitude de 2 mm e 4 mm com tipo de vibração síncrona. Ainda, foi usado um filtro Butterworth de 4ª ordem de 20Hz a 400Hz. Para Ritzmann, Gollhofer e Kramer (2013) as frequências em teste foram 5Hz, 10Hz, 15Hz, 20Hz, 25Hz e 30Hz, 4 mm de amplitude com três ângulos de flexão do joelho (5º, 30º e 60º) e duas posições podais (bicos de pés e pés completamente apoiados). Ainda, usaram 10 segundos de exposição à vibração com 30 segundos de descanso entre elas. O filtro de banda usado foi entre 10Hz e 1kHz e apenas o músculo vasto lateral foi testado. Estes autores usaram os dois tipos de vibração. Perchthaler, Horstmann e Grau (2013) utilizaram frequências de 6Hz, 12Hz, 18Hz, 24Hz e 30Hz, três diferentes amplitudes (1.3 mm, 2.6 mm e 3.9 mm) com tipo de vibração com alternância entre lados, ângulos de flexão do joelho de 30º, 45º e 60º em que foi usado um filtro Butterworth entre 10-500Hz com amostragem de 1500Hz.
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EFICÁCIA DA VIBRAÇÃO CORPORAL NA FLEXIBILIDADE DOS ISQUIOTIBIAIS

EFICÁCIA DA VIBRAÇÃO CORPORAL NA FLEXIBILIDADE DOS ISQUIOTIBIAIS

esta possibilidade e descrevem que combinando o alongamento com o exercício vibratório, com uma frequência de 30 Hz e amplitude 2 mm, por um período de quatro repetições, com uma duração de 10 segundos, intercalando com cinco segundos de repouso, verificaram um aumento significativo na flexibilidade, apesar de a amostra ser constítuida por jovens ginastas do sexo feminino. O aumento verificado na flexibilidade, segundo os autores do estudo são justificados pela possível redução da rigidez miotendinosa, da inibição muscular do antagonista e diminuição do limiar de excitabilidade dolorosa. Pelo contrário Cronin et al. (2008), verificaram que o alongamento passivo dos isquiotibiais com uma vibração de 34 Hz de frequência e 3 mm de amplitude não implementava um aumento da amplitude na flexão da anca, mas o alongamento isolado aumentava essa mesma amplitude de movimento numa pequena percentagem (2.1%). No entanto, estas diferenças de resultados podem ser explicadas pelas diferentes características metodológicas, como por exemplo, a duração da exposição à vibração, a amostra (homens saudáveis vs atletas ginastas femininas), o método de treino de flexibilidade (alongamento passivo vs alongamento dinâmico). Também, o instrumento vibratório utilizado difere, pois foi realizada uma vibração local com uma frequência de 34 Hz e uma amplitude de 3 mm, assim como, o alongamento que foi mantido numa posição confortável (Cronin et al., 2008), quando comparado com outro de intensidade desconfortável (Kisner et al., 2008).
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ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA VIBRAÇÃO NA MEDIÇÃO DA RUGOSIDADE

ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA VIBRAÇÃO NA MEDIÇÃO DA RUGOSIDADE

Segundo Zahwi et al., (2003), desvios destas condições nominais conduzem a desvios significativos dos valores dos parâmetros de rugosidade. Para valores de rugosidade pequenos, da ordem de alguns décimos de micrometros, a medição com instrumentos com apalpadores torna-se difícil, pois a amplitude da vibração presente no ambiente pode ser da mesma ordem de grandeza que a rugosidade (LYNCÉE TEC, 2012). Desta forma, a medição da rugosidade com instrumentos com apalpadores deve ser realizada num ambiente o mais livre possível de vibração. Entretanto, o isolamento e controle da vibração são dispendiosos e muitas vezes impraticáveis, sobretudo no chão de fábrica. Neste ambiente os níveis de vibração podem ser elevados devido à presença de grande quantidade de equipamentos e máquinas-ferramenta.
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Avaliação da manobra fisioterapêutica de vibração torácica

Avaliação da manobra fisioterapêutica de vibração torácica

A vibração é uma das técnicas utilizadas pelo fisioterapeuta para acelerar o desprendimento e movimento das secreções e tampões mucosos nas vias aéreas condutoras. (Irwin; Tecklin, 2003). Constitui uma pressão intermitente que se executa sobre a parede do tórax durante a expiração, através de contrações isométricas repetidas do ombro e membro superior. A freqüência com que a técnica é realizada gira em torno de 12 a 16 Hz. (Pavia, 1990). São relatadas freqüências de 12 a 20 Hz para vibração manual. (Irwin; Tecklin, 2003). O sujeito pode ser orientado no sentido de fazer uma inspiração profunda, mantê-la por alguns segundos e iniciar a vibração neste período, prosseguindo durante todo o tempo expiratório. O vibrador mecânico também pode ser utilizado em movimentos rotatórios. (Azeredo, 1996). Cinco a sete tentativas de vibração bastam para acelerar a remoção de secreções por meio do sistema de transporte mucociliar e evitar uma possível hiperventilação. (Sullivan; Schmitz, 2004). A vibração manual é mais efetiva quando alternada em cada um dos hemitórax, sendo o decúbito eletivo o lateral. (Azeredo; Polycarpo; Queiroz, 2000).
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EFEITOS AGUDOS DA VIBRAÇÃO CORPORAL NA FLEXIBILIDADE

EFEITOS AGUDOS DA VIBRAÇÃO CORPORAL NA FLEXIBILIDADE

Tendo em consideração que os valores obtidos na avaliação final da flexibilidade apresentam diferenças significativas entre os grupos podemos afirmar que para a amostra em estudo, as alterações observadas na flexibilidade entre os dois grupos se tenham ficado a dever à aplicação do protocolo de vibração. Os participantes de ambos os grupos seguiram o mesmo procedimento, inclusive foram posicionados na plataforma vibratória na mesma posição, sendo que a única diferença foi a aplicação da vibração no grupo experimental.

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Vibração em Estruturas Reticulares de Concreto Armado

Vibração em Estruturas Reticulares de Concreto Armado

Este trabalho versa sobre o estudo da vibração em estruturas reticuladas de concreto armado devido às forças dinâmicas com a utilização dos meios contínuos para descrever este fenômeno. Vibração é entendida como qualquer movimento que se repete, regular ou irregularmente, num intervalo de tempo. O estudo de meios contínuos teve seu início com Timoshenko, onde o mesmo vericou que um sistema contínuo não pode ser dividido, possuindo um número innito de graus de liberdade sendo também conhecidos como sistemas com parâmetros distribuídos. Isto implica que a análise do problema da vibração em um sistema contínuo recai em equações diferenciais parciais em que na maioria das vezes as condições de contorno não conduzem as soluções analíticas das mesmas. Portanto, a análise da vibração devido a sua complexidade é descrita em sistemas com apenas um grau de liberdade. O objetivo geral deste trabalho foi demostrar a obteção da deexão ocasionada pela vibração lateral de uma viga devido à ação dinâmica do vento, como também a deexão numa viga de uma ponte causada por uma carga móvel, utilizando as Séries de Fourier e o método de separação de variável para determinar a solução da equação diferencial parcial que rege o comportamento deste fenômeno. A metodologia consistiu na modelagem do fenômeno e suas condições de contorno para diferentes tipos de vigas. A estabilidade global de uma estrutura está relacionada com sua capacidade de suportar as forças externas que geram perturbações, como por exemplo, a vibração, pois a mesma causa deexões nas vigas e rotações nos pilares que futuramente comprometerão sua função estrutural. Contudo, as normas brasileiras regulamentadoras não apresentam um método de cálculo renido para determinar o acrescímo das deformações devido a vibração em estruturas de concreto armado fazendo com que os projetistas estruturais utilizem normas internacionais, adaptando as suas necessidades.
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Bancada didática para ensaios e análises de vibração

Bancada didática para ensaios e análises de vibração

O estudo do comportamento dinâmico de estruturas é realizado visando o entendimento acerca das interações entre seus componentes e as respostas de vibração aos estímulos fornecidos. Na tentativa de verificar conceitos, validar modelos teóricos e possibilitar um maior entendimento de problemas reais de engenharia, o uso de bancadas experimentais simulando efeitos mecânicos em escala reduzida é um método extensivamente utilizado em universidades e centros de pesquisa (JESUS; CAVALCANTE, 2011).

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Controle de vibração para uma viga flexível longa

Controle de vibração para uma viga flexível longa

Neste trabalho é adotada a técnica modal graças à sua capacidade de controlar certa quantidade de modos, aproveitando as relações de semelhança entre as configurações de vibração operacional do sistema e os seus modos naturais de vibração. Este tipo de controle é adotado em estruturas flexíveis (PREUMONT, 2011), descritas por um modelo discreto com um grande número de graus de liberdade. A transformação em coordenadas modais permite restringir os Graus de liberdade - GDL quando são escolhidos os modos de baixa frequência e grande amplitude. Dessa forma, o controle atinge os critérios de controlabilidade e observabilidade que irão atuar em certa quantidade de modos. Os modos e frequências são obtidos através da discretização da estrutura em um modelo de Elementos Finitos. A geometria da viga estaticamente deformada, por sua vez, é obtida analiticamente através da solução da equação de Euller Bernoulli.
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Atividade de polifenoloxidase em pêssegos após vibração

Atividade de polifenoloxidase em pêssegos após vibração

metodologias atuais utilizadas na avaliação de danos em frutas parecem ser subjetivas, visto que a maioria delas é baseada em avaliações visuais. Neste trabalho, investigou-se o efeito da vibração em dois níveis, uma e duas horas, sobre a atividade de polifenoloxidase (PPO) em pêssegos. A relação entre a variação da atividade de PPO, tempo pós-colheita e tempo de repouso também foi considerada. Os resultados mostraram que a vibração afeta a atividade de PPO. Entretanto, não foi possível correlacionar a variação da atividade de PPO e a vibração.
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Análise de isoladores de vibração usados em refrigeradores

Análise de isoladores de vibração usados em refrigeradores

Na Figura 3.35 também se observa grande semelhança entre as curvas obtidas numérica e experimentalmente, principalmente em relação à amplitude. O fato de a curva experimental estar ligeiramente deslocada para as altas frequências deve-se ao fato de, na prática, a dureza do material constituinte do isolador poder ter uma variação superior a 10%, dureza esta que é proporcional ao módulo de elasticidade. Além disso, sabe-se que há diferenças geométricas entre a estrutura simulada e a testada experimentalmente, como, por exemplo, a geometria do isolador (no modelo numérico foram usadas as dimensões nominais do isolador que, na prática, deve obedecer às tolerâncias de fabricação) e a distância entre as placas base (no experimento as placas base estavam cerca de 5mm mais próximas que no modelo numérico que, por sua vez, respeitou a distância entre as placas base observada num compressor alternativo típico).
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EAM715 - ECI031 - Exposição à vibração - 2017

EAM715 - ECI031 - Exposição à vibração - 2017

◦ A gerência deve ser advertida sobre ferramentas ou processos ou práticas de trabalho que gerem.. exposições de risco à vibração localizada..[r]

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Vibração comum: um projeto musical com surdos

Vibração comum: um projeto musical com surdos

Na viragem do século XX para o século XXI, Dean Shibata, Neurocientista e Professor de neurorradiologia na Universidade de Washington, levou a cabo uma investigação que confirmou e explicou cientificamente esta capacidade auditivo-sensitiva (Neary, 2001). Com o objetivo de verificar o comportamento cerebral de indivíduos surdos quando expostos a vibrações com frequências correspondentes a sons musicais, Shibata usou um sistema denominado functional magnetic resonance imaging (fMRI) que lhe permitiu comparar a atividade cerebral de dez indivíduos surdos de nascença e onze indivíduos com audição normal, sujeitos a vibrações intermitentes aplicadas nas mãos. Estas vibrações com frequências correspondentes a sons musicais eram transmitidas por uma espécie de tubo vibratório que os intervenientes seguravam. Os dois grupos, quando sujeitos às frequências, demonstraram atividade na zona cerebral que normalmente processa a vibração, no entanto, o grupo de indivíduos surdos, ao contrário do grupo de controlo, demonstrou também atividade numa área cerebral específica que apenas se costuma apresentar ativa quando sujeita a estímulos auditivos. Estes resultados, apresentados em 2001, sugerem que, uma vez que a vibração e o som transportam em si uma informação com a mesma natureza, sendo o próprio som resultado de vibração, a experiência que as pessoas surdas têm ao sentir as vibrações da música parece, em tudo, similar à experiência que os ouvintes têm ao ouvir música, acontecendo o processamento destas experiências na mesma parte do cérebro:
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Visualizando os Modos Normais de Vibração com o Computador.

Visualizando os Modos Normais de Vibração com o Computador.

uma adeia de osiladores esolhendo ondi ~ oes iniiais tanto em oordenadas artesianas omo.. em oordenadas normais.[r]

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Produção de tomate em função da "vibração" das plantas.

Produção de tomate em função da "vibração" das plantas.

Várias das diferenças observadas entre os híbridos eram esperadas como, por exemplo, maior massa média de frutos no híbrido Platinum, classificado pela empresa como sendo do tipo Caqui. Entretanto, estes híbridos não são comparáveis na prática devido ao fato de pertencerem a diferentes tipos varietais, e o objetivo da pesquisa foi estudar se a “vibração” é eficiente em diferentes híbridos de tomateiro de diferentes tipos varietais.

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