Análise cladística

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Revisão e análise cladística da subfamília Metasarcinae Kury, 1994 (Opiliones; Laniatores;...

Revisão e análise cladística da subfamília Metasarcinae Kury, 1994 (Opiliones; Laniatores;...

Uma análise cladística da subfamília Metasarcinae Kury, 1994 é realizada para testar o monofiletismo do grupo e suas relações internas, afim de proporcionar um maior embasamento para uma revisão taxonômica. A matriz de dados compreende 33 terminais internos e 8 do grupo externo, num total de 41 e 51 caracteres. A análise com pesagem implícita de caracteres de concavidade igual a 3 resultou em uma árvore mais parcimoniosa com 319 passos (IC=0,19; IR=0,5). A seguinte sinapomorfia não-ambígua sustenta o clado Metasarcinae: presença de sacos laterais no pênis. São reconhecidos três gêneros válidos: Ayaucho Roewer, 1949, com duas sinapomorfias não ambíguas, (1) borda posterior sendo maior largura do escudo dorsal (exclusiva) e (2) promontório convexo; Cajamarca Roewer, 1952, com três sinapomorfias não ambíguas, (1) presença de uma apófise externa na coxa IV, (2) 1 tubérculo retrolateral no trocanter IV e (3) fileira prolateral de tubérculos no fêmur IV; e Metasarcus Roewer, 1913, com uma sinapomorfia não-ambígua, (1) oculário com uma depressão mediana suave.
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ANÁLISE CLADÍSTICA E REVISÃO DO SUBGÊNERO NOMINAL DE EDESSA (HETEROPTERA, PENTATOMIDAE, EDESSINAE)

ANÁLISE CLADÍSTICA E REVISÃO DO SUBGÊNERO NOMINAL DE EDESSA (HETEROPTERA, PENTATOMIDAE, EDESSINAE)

(Linnaues, 1758), E. cylindricornis Stål, 1872, E. rondoniensis Fernandes & van Doesburg, 2000, E. burmeisteri Fernandes & van Doesburg, 2000, E. cerastes Breddin, 1905 e E. elaphus Breddin, 1905, e seis espécies novas morfotipadas como: E. sp. nov. “near flavinernis”, E. sp. nov. “close flavinernis”, E. sp. nov. “near 112”, E. sp. nov. “close 112”, E. sp. nov. “40” e E. sp. nov. “131”. O subgênero Edessa é diagnosticado pela coloração predominantemente verde na superfície dorsal; ângulo umeral no mínimo duas vezes mais longo que largo, ápice do ângulo umeral preto curvado posteriormente, podendo ser inteiro ou bífido; embólio de coloração contrastante ao cório, cório com pelo menos uma veia amarela; bordo dorsal do pigóforo estreito e contínuo com a base do ângulo posterolateral. Além da delimitação do subgênero a análise cladística mostrou a monofilia de Edessinae e a polifilia de Edessa em sua atual composição. A mudança do status taxonômico para gênero de Aceratodes, Dorypleura, Pygoda e Hypoxys é corroborada. Peromatus apareceu como um ramo interno na análise, resultado que reforça a necessidade de uma revisão do gênero. Além do reconhecimento do subgênero Edessa, foram reconhecidos e descritos 13 novos grupos de espécies para Edessa. Foram redescritas espécies já conhecidas para a Ciência e descritas espécies novas para o gênero. Problemas nomenclaturais foram identificados e resolvidos, com 11 sinonímias propostas e uma revalidação de taxon anteriormente em sinonímia, lectótipos foram designados e uma chave de identificação para as espécies é apresentada.
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Revisão taxonômica e análise cladística de Ligyra s.l. (Diptera, Bombyliidae, Anthracinae,...

Revisão taxonômica e análise cladística de Ligyra s.l. (Diptera, Bombyliidae, Anthracinae,...

Exoprosopinae foi reduzida para o nível de Tribo, dentro de Anthracinae por Bowden (1980), que incluía a Villini e Villoestrini no Exoprosopini. Yeates, (1994) foi o primeiro autor a propor uma hipótese filogenética para Bombyliidae com base em análise cladística. Assim sendo, este trabalho representa um marco no estudo da família, possibilitando que as diversas propostas intuitivas que, ate então, haviam sido publicadas, pudessem ser testadas. Os resultados apontaram a separação de Anthracinae em seis tribos: Anthracini, Exoprosopini, Villini (incluindo Villoestrini), Aphoebantini, Prorostomatini, e Xeramoebini. A análise do Yeates foi deliberadamente enviesada para fora de Anthracinae, a maior das subfamílias, em um esforço para detectar relações entre todas as subfamílias (Lambkin et al., 2003).
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Revisão taxonômica e análise cladística de Acrochaeta Wiedemann, 1830 (Diptera: Stratiomyidae:...

Revisão taxonômica e análise cladística de Acrochaeta Wiedemann, 1830 (Diptera: Stratiomyidae:...

Dentre as doze subfamílias de Stratiomyidae, Sarginae conta com 22 gêneros e 562 espécies mundiais, sendo 267 destas neotropicais. Não há análise cladística para a subfamília e tão pouco para os gêneros. Boa parte dos gêneros em Sarginae são mal delimitados, com diagnoses baseadas principalmente em plesiomorfias. O gênero Acrochaeta enquadra-se nessa situação, uma vez que muitas espécies de Merosargus têm sido identificadas como pertencentes à Acrochaeta, por conta da presença de antenas longas e mesmo padrão de coloração no escudo entre as espécies de ambos os gêneros. Somam-se a isso, as imprecisões taxonômicas e morfológicas nas descrições das espécies de Acrochaeta e Merosargus, e a ausência de ilustrações de genitálias masculina e feminina, informação muito útil na delimitação dos gêneros. Para tanto, o presente trabalho realizou a revisão taxônomica e uma análise cladística de Acrochaeta com o objetivo de delimitar o gênero sob um ponto de vista filogenético. O gênero Acrochaeta com este estudo passa a ter 15 espécies conhecidas (sete já descritas e oito novas). No presente estudo, três espécies de Acrochaeta foram transferidas para Merosargus: M. chalconota comb. nov, M. longiventris comb. nov. e M. picta comb. nov. Outra foi transferida para Chrysochlorina (Chrysochlorininae): C. elegans comb. nov. Além disso, M. convexifrons foi transferida para Acrochaeta: A. convexifrons comb. nov. O gênero e as sete espécies conhecidas foram redescritas, e as novas espécies descritas. Uma chave dicotômica para espécies do gênero também é apresentada. A análise cladística contou com 45 táxons terminais e 63 caracteres morfológicos, obtendo quatro árvores mais parcimoniosas (pesagem igual). O consenso estrito dessas quatro árvores foi escolhido como referência para a discussão sobre os principais problemas de homologia, posicionamento de espécies, evolução de caracteres e formação de grupos de espécies dentro do gênero. A monofilia de Acrochaeta foi recuperada por caracteres de cabeça, tórax e abdômen. Um clado dentro do gênero foi bem caracterizado, principalmente por caracteres de genitália masculina. Além disso, a ampliação da amostragem fora do gênero permitiu obter resultados preliminares sobre a não-monofilia de Merosargus, uma vez que algumas espécies são mais próximas de Acrochaeta e Himantigera do que da espécie-tipo do gênero, Merosargus obscurus.
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Análise cladística de Macrobunidae Petrunkevitch 1928 stat. nov. e revisão de Macrobuninae...

Análise cladística de Macrobunidae Petrunkevitch 1928 stat. nov. e revisão de Macrobuninae...

sp. nov., Imbumbulu westhuizenis sp. nov., Madiba haddadi sp. nov., Ushaka umsila sp. nov., Ushaka philai sp. nov., Ibhulashi lakeside sp. nov., Umunwe ndabae sp. nov. e Segoko chueneorum sp. nov.. Oito gêneros são removidos de Macrobuninae e transferidos para outras subfamílias e/ou famílias. As mudanças taxonômicas apresentadas são corroboradas pela análise cladística. São apresentadas as primeiras descrições de machos de espécies de Hicanodon Tullgren, Yupanquia Lehtinen e Chresiona Simon. Anisacate fuegianum bransfield Usher é elevada a categoria de
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Revisão taxonômica e análise cladística do gênero Odontopeltis Pocock, 1894 (Diplopoda,...

Revisão taxonômica e análise cladística do gênero Odontopeltis Pocock, 1894 (Diplopoda,...

As classificações foram revisadas por Hoffman (1980), onde foram apresentadas hipóteses de relacionamento entre as ordens de Diplopoda (Fig. 1A). Enghoff (1984) propõe uma hipótese cladística de classificação e de relacionamento, baseado em uma matriz de caracteres morfológicos, seguindo alguns conceitos propostos para relações entre grupos, que são posteriormente discutidos em Enghoff ettal. (1993) (Fig. 1B). Enghoff ettal.t(1993) ainda discute a necessidade de se realizar uma análise cladística, já que não se pode confiar plenamente na classificação proposta por Hoffman (1980). Importante, porém, notar que alguns grupos criados por Hoffman (1980) (maiores informações em Anexo C) se mantêm na análise feita por Enghoff (1984) e Enghoff et t al. t(1993), como Pentazonia e a separação dos Chilognatha se sustenta (Fig. 1A, B).
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Revisão e análise cladística de Serdia Stål (Heteroptera, Pentatomidae, Pentatomini).

Revisão e análise cladística de Serdia Stål (Heteroptera, Pentatomidae, Pentatomini).

RESUMO. Revisão e análise cladística de Serdia Stål. (Heteroptera, Pentatomidae, Pentatomini). Treze espécies são hoje incluídas no gênero: S. apicicornis, Stål, 1860; S. beckerae Thomas & Rolston, 1985; S. calligera Stål, 1860; S. concolor Ruckes, 1958; S. costalis Ruckes, 1958; S. delphis Thomas & Rolston, 1985; S. inspersipes Stål, 1860; S. lobata Thomas & Rolston, 1985; S. rotundicornis Becker, 1967 e S. ruckesi Thomas & Rolston, 1985. Cinco novas espécies são descritas: S. indistincta sp. nov (Irai, Rio Grande do Sul), S. bicolor sp. nov (Ponta Grossa, Paraná), S. maculata sp. nov (Itatiaia, Rio de Janeiro), S. máxima sp. nov (Imbituba, Santa Catarina) e S. robusta sp. nov (Itatiaia, Rio de Janeiro) do Brasil. A análise cladística foi realizada usando 40 caracteres e 21 táxons. O gênero Tibilis Stål, 1860; Neotibilis Grazia & Barcellos, 1994 e Similliserdia Fortes & Grazia, 1998 foram usados como grupo-externo. A monofilia de Serdia foi sustentada por 3 sinapomorfias: ápice do escutelo com margens enegrecidas, machos com a parede da taça genital espessada com processos em aba, fêmeas com o espessamento da íntima vaginal situado na metade posterior das gonapófises 9 e projetando-se ventralmente. O subgênero Brasiliicola Kirkaldy, 1909 é considerado sinônimo junior de Serdia. São fornecidas ilustrações, mapas de distribuição geográfica e chave para as espécies.
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Análise cladística e descrição de um novo gênero de Edessinae (Hemiptera, Heteroptera e Pentatomidae)

Análise cladística e descrição de um novo gênero de Edessinae (Hemiptera, Heteroptera e Pentatomidae)

Edessinae é uma das subfamílias de Pentatomidae que mais apresenta problemas taxonômicos e nomenclaturais, sendo formada por oito gêneros Edessa Fabricius, 1803 (cerca de 280 espécies), Brachystethus Laporte, 1832 (10 espécies), Ascra Say 1832 (7 espécies), Peromatus Amyot & Serville, 1843 (7 espécies), Olbia Stål, 1862 (3 espécies), Pantochlora Stål, 1870 (1 espécie), Doesburgedessa Fernandes, 2010 (5 espécies) e Paraedessa Silva & Fernandes, 2013 (9 espécies). Edessa é o maior destes gêneros, e o que concentra a grande maioria dos problemas taxonômicos, devido a identificações incorretas, dificuldade em levantar a literatura e o grande número de espécies descritas. Este trabalho objetiva a proposição de um novo gênero apoiado por uma análise cladística. Foram estudados 29 exemplares de instituições brasileiras e estrangeiras. Seis espécies foram descritas seguindo um roteiro tradicional para o estudo de Pentatomidae, os espécimes foram medidos, fotografados e as estruturas com importância taxonômica como o processo metasternal e genitália de ambos os sexos foram desenhadas a lápis. Para análise cladística foram utilizados os programas TNT e Winclada, para a análise de parcimônia foi utilizada a busca heurística, com estratégia de busca multiple TBR e pesagem implícita dos caracteres, o grupo externo foi composto por 11 espécies. Como resultado foi obtida uma árvore mais parcimoniosa com 83 passos, Índice de Consistência (CI) de 53 e Índice de Retenção (IR) de 67. Como resultados mais expressivos da análise obtivemos que o gênero novo é monofilético e relacionado com o subgênero Hypoxys de Edessa e o gênero Paraedessa; e que Edessa é um grupo polifilético.
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Análise cladística de Oxalis sect. Thamnoxys (Oxalidaceae) baseada em dados morfológicos.

Análise cladística de Oxalis sect. Thamnoxys (Oxalidaceae) baseada em dados morfológicos.

O gênero Oxalis possui 500 espécies com ocorrência na América e África. Encontra-se dividido em quatro subgêneros e 28 seções, dentre os quais o subgênero Thamnoxys (Endl.) Progel, com nove seções e 71 espécies, destaca-se pela complexidade morfológica. No intuito de entender as relações filogenéticas da seção Thamnoxys e desta com as demais seções do subgênero, realizou-se uma análise cladística baseada em caracteres morfológicos. Foram incluídos 28 táxons e considerados 72 caracteres morfológicos. A análise resultou em 673 árvores igualmente parcimoniosas com 274 passos. Na árvore de consenso observou-se a formação do grupo monofilético Oxalis subgen. Thamnoxys tendo como sinapomorfias ausência de bulbos, pecíolos de até 10 cm compr., folhas pinadas (presença de raque foliar), pedúnculo menor que 7 cm compr., pedicelo de até 1 cm compr. e ausência de glândulas no ápice das sépalas. Oxalis sect. Thamnoxys apresentou-se polifilética e para que este táxon constitua um grupo monofilético é necessária a inclusão das demais seções dentro de O. sect. Thamnoxys. Sugerimos considerar o subgênero Thamnoxys sem subdivisões já que o mesmo emergiu com alta sustentação de boostrap.
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Revisão taxonômica e análise cladística de Omalonyx d'Origny, 1837 (Mollusca, Gastropoda, Succineidae)

Revisão taxonômica e análise cladística de Omalonyx d'Origny, 1837 (Mollusca, Gastropoda, Succineidae)

A análise das relações filogenéticas das espécies do gênero Omalonyx foi baseada em 26 caracteres que compreendem estruturas da anatomia e da morfologia da concha. Foram considerados 15 táxons terminais, 10 representando o grupo interno e cinco o grupo externo. A matriz dos caracteres está representada no anexo 2. Análises utilizando tanto o programa TNT como o Nona, este último através do aplicativo Winclada, resultaram ambos em duas árvores igualmente parcimoniosas de 69 passos, IC 0,76 e IR 0,77. Entretanto, em ambas as árvores as relações filogenéticas dentro do grupo interno foram totalmente resolvidas. A árvore de consenso estrito gerada nos dois programas possui 70 passos, IC 0,75, IR 0,76 e está representada, com otimização ACCTRAN dos caracteres, na figura 3. As letras dentro de círculos nos nós do cladograma indicam os clados formados após a análise cladística. Os números dentro de círculos indicam o valor do suporte do ramo. A discussão de cada clado foi organizada apresentando as sinapomorfias não ambíguas seguidas das com a otimização ACCTRAN.
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Análise cladística e revisão taxonômica de Tobias Simon, 1895 (Araneae, Thomisidae, Stephanopinae)

Análise cladística e revisão taxonômica de Tobias Simon, 1895 (Araneae, Thomisidae, Stephanopinae)

Desde a proposição original de Thomisidae, aspectos relativos à sua sistemática têm sido alvo de constantes discussões, principalmente as relações intrafamiliares e os limites taxonômicos das subfamílias atualmente aceitas e de seus gêneros componentes. A posição taxonômica de diversos Stephanopinae Neotropicais ainda é incerta, deste modo, o presente estudo visou a realização de uma análise cladística aliada ao estudo taxonômico do gênero Tobias, que resultou por uma sinonímia para este gênero, o qual propomos ser sinônimo júnior de Epicadus. Uma nova diagnose é proposta para Epicadus, que após os atos taxonômicos aqui propostos, passa a ser composto por nove espécies: E. camelinus comb. nov., E. caudatus comb. nov., E. granulatus, E. heterogaster, E. pulcher comb. nov., E. pustulosus comb. nov., E. rubripes, E. taczanowskii comb. nov. e E. trituberculatus comb. nov.
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Taxonomia, análise cladística e descrição de uma espécie nova de Palpibracus Rondani (Diptera, Muscidae).

Taxonomia, análise cladística e descrição de uma espécie nova de Palpibracus Rondani (Diptera, Muscidae).

RESUMO. Taxonomia, análise cladística e descrição de uma nova espécie de Palpibracus Rondani (Diptera, Muscidae). Palpibracus Rondani é um gênero de Muscidae que aloca 16 espécies, incluindo Palpibracus darwini sp. nov., descrita com base em espécimens macho de Concepción, Chile. Foi realizada uma análise cladística baseada em 31 caracteres morfológicos de adultos e utilizando 12 espécies como grupos externos. A análise mostrou que Palpibracus é um gênero monofilético cujo grupo-irmão é o gênero Brachygasterina. O relacionamento entre as espécies foi: (P. veneris ((P. albuquerquei (P. peruvianus, P. trivittatus)) (P. fasciculatus, P. nigriventris)) ((P. spicatus, P. uvivittatus) (P. lancifer (P. darwini sp. nov. (P. chilensis, P. confusus (P. pilosus ( P. similis (P. separatus, P. carvalhoi)))))))). Palpibracus apicalis Malloch foi alocada tentativamente em Psilochaeta Stein. É apresentada também uma chave para as espécies de Palpibracus.
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ANÁLISE CLADÍSTICA E DESCRIÇÃO DE UM GRUPO NOVO DE ESPÉCIES DE EDESSA (HETEROPTERA, PENTATOMIDAE, EDESSINAE)

ANÁLISE CLADÍSTICA E DESCRIÇÃO DE UM GRUPO NOVO DE ESPÉCIES DE EDESSA (HETEROPTERA, PENTATOMIDAE, EDESSINAE)

o que concentra quase a totalidade dos problemas taxonômicos e nomenclaturais da subfamília. Devido ao seu tamanho, a revisão está sendo feita em partes, a partir do estudo de grupos de espécies unidos por possíveis sinapomorfias. Assim o objetivo geral do trabalho é propor e descrever um novo grupo de espécies com base em uma análise cladística. Para o estudo foram examinados 114 exemplares pertencentes a instituições nacionais e internacionais e a coleções particulares. As descrições seguem um modelo tradicional também usado para Edessinae. São apresentadas medidas e fotografias das espécies, desenhos do processo metasternal e genitália de ambos os sexos, chave dicotômica e mapa de distribuição. Para a analise cladística, foram levantados 22 caracteres morfológicos polarizados através do método do grupo externo, composto pelas espécies: Tibilis sp., Neotibilis fulvicornis, Brachystethus cribrus, Pantochlora vivida, Olbia elegans, Peromatus sp., Doesburgedessa
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Análise cladística e biogeográfica dos gêneros do grupo Sitalces (Orthoptera, Acrididae, Abracrini).

Análise cladística e biogeográfica dos gêneros do grupo Sitalces (Orthoptera, Acrididae, Abracrini).

RESUMO. Uma análise cladística do relacionamento entre as espécies sul-americanas do grupo Sitalces (Sitalces Stål, 1878, Eusitalces Bruner, 1911, Parasitalces Bruner, 1911, Psilocirtus Bruner, 1911, Liebermannacris Costa & Carvalho, 2006, Robustusacris Costa & Carvalho, 2006, Arimacris Costa & Carvalho, 2006, Salvadoracris Costa & Carvalho, 2006 e Caruaruacris Costa & Carvalho, 2006) é apresentada. A análise incluiu 14 espécies com três grupos-externos e 34 caracteres morfológicos. A monofilia do grupo é suportada por três sinapomorfias com índices de consistência e retenção de 100%: prozona maior que a metazona, borda posterior do pronoto não angulada e placa supranal mais curta em relação aos cercos. A análise resultou em um único cladograma: (P. olivaceus (E. vittatus (L. dorsualis; L. punctifrons) (R. balzapambae (A. trinitatis (S. nigritus; C. bivittatus) (S. volxemi (P. vulneratus; P. sexnotata)))))). Comentários biogeográficos são apresentados e relacionados com padrões pré-estabelecidos.
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Análise cladística e biogeografia de Ochlerini (Heteroptera, Pentatomidae, Discocephalinae).

Análise cladística e biogeografia de Ochlerini (Heteroptera, Pentatomidae, Discocephalinae).

RESUMO. Neste trabalho foi realizada uma análise cladística, utilizando 63 caracteres, dos 30 gêneros da tribo Neotropical Ochlerini Rolston, no intuito de testar seu monofiletismo e estabelecer uma hipótese de parentesco. Janeirona Distant, 1911 (Pentatomini) e as tribos Discocephalini e Halyini foram incluídas no grupo-interno para testar seu relacionamento com Ochlerini; Marghita Ruckes, 1964 e Stictochilus Bergroth, 1918 (Pentatomini) foram utilizados como grupos-externos. Os cladogramas de consenso estrito obtidos indicam que Ochlerini e Discocephalinae são grupos monofiléticos, mas Pentatominae, Halyini+Ochlerini, Pentatomini+Ochlerini, Ochlerus Spinola, 1837, Stalius Rolston, 1992 e Alitocoris Sailer, 1950 são grupos merofiléticos. Discocephalini e Ochlerini compartilham três sinapomorfias: primeiro segmento do rostro longo, alcançando o prosterno; metasterno carenado longitudinalmente; e superfície dorsal do segmento X do macho membranosa no terço basal. Ochlerini é sustentada por uma sinapomorfia, a superfície dorsal do terceiro artículo metatarsal das fêmeas aplainada. Uma análise biogeográfica a partir dos cladogramas de consenso mostrou padrões congruentes com eventos vicariantes propostos para a região Neotropical.
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Revisão sistemática, análise cladística e biogeografia dos gêneros Tribotropis e Hypselotropis (Coleoptera, Anthribidae, Anthribinae, Ptychoderini).

Revisão sistemática, análise cladística e biogeografia dos gêneros Tribotropis e Hypselotropis (Coleoptera, Anthribidae, Anthribinae, Ptychoderini).

Antenas variáveis, ultrapassam o ápice elitral desde terço apical do VII até pelo antenômero XI. Antenômero II alongado, quase três vezes mais longo que o escapo; III mais de três vezes [r]

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Revisão taxonômica, análise cladística e descrição de espécies novas de Aglaenita Spinola (Hemiptera, Cicadellidae, Neocoelidiinae).

Revisão taxonômica, análise cladística e descrição de espécies novas de Aglaenita Spinola (Hemiptera, Cicadellidae, Neocoelidiinae).

Genitália masculina: pigóforo alargado basalmente, estreitando-se abruptamente na metade apical, formando uma projeção mais longa que sua largura basal, margem posterior bifurcada, com r[r]

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Revisão taxonômica e análise cladística de Termitococcinae Jakubski, 1965 (Hemiptera, Coccoidea, Margarodidae)

Revisão taxonômica e análise cladística de Termitococcinae Jakubski, 1965 (Hemiptera, Coccoidea, Margarodidae)

uma hipótese de relacionamento filogenético para as espécies de Termitococcinae utilizando-se dados morfológicos, desenvolvimento e biologia. Montou-se uma matriz de dados utilizando-se o programa Mesquite versão 2.5 com observações de lâminas permanentes e dados bibliográficos com descrições das espécies. No total, 41 caracteres dos três estágios de desenvolvimento das espécies foram utilizados. Como grupo externo utilizou-se espécies Neotropicais de outros grupos de cochonilhas: Margarodes carvalhoi Costa Lima, 1950; Margarodes paulistus Silvestri, 1939; Margarodes vitis (Philippi, 1884); Icerya purchasi Maskell, 1879; Icerya schrottkyi Hempel, 1900; Protortonia cacti (Linnaeus, 1758); Protortonia navesi Fonseca, 1979; Gueriniela serratulae (Fabricius, 1775); Cryptokermes brasiliensis Hempel, 1900; Mimosicerya hempeli (Cockerell, 1899); Stigmacoccus asper Hempel, 1900 e Stigmacoccus paranaensis Foldi, 2006. A matriz codificada foi submetida à análise aplicando-se o método heurístico, utilizando-se os programas Winclada versão 1.00.08 e Nona versão 2.0. A polaridade dos caracteres foi baseada no método de comparação com o grupo externo. Da análise resultou um único cladograma com 84 passos, índice de consistência de 0,80 e retenção de 0,88: ((S. asper S. paranaensis) ((((C. brasiliensis M. hempeli) (P. cacti P. navesi)) (G. serratulae (I. purchasi I. schrottkyi))) ((M. vitis (M. paulistus M. carvalhoi)) ((T. aster T. carratoi ) (E. brevicornis (E. brasiliensis E. colombianus)))))). Corroborou-se o monofiletismo de Termitococcinae por compartilharem a forma alongada do corpo da fêmea adulta e antenas com 5-6 artículos, além das peças bucais da ninfa ambulatória com estiletes longos e ânus da segunda ninfa (cisto) com placa de um ou dois anéis com inúmeros poros.
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Revisão taxonômica e análise cladística de Oidardis Hermann (Diptera: Asilidae: Laphriinae:...

Revisão taxonômica e análise cladística de Oidardis Hermann (Diptera: Asilidae: Laphriinae:...

Difere do macho em: fronte com pruinosidade prateada; vértice com pruinosidade prateada; tubérculo ocelar com pruinosidade prateada; cerdas orbitais curtas (de difícil visualização) [r]

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REVISÃO E ANÁLISE CLADÍSTICA DO GÊNERO Ascra SAY, 1832, COM CONSIDERAÇÕES SOBRE A FILOGENIA DE EDESSINAE (HETEROPTERA, PENTATOMIDAE) BIANCA TAMIRES SILVA DOS SANTOS

REVISÃO E ANÁLISE CLADÍSTICA DO GÊNERO Ascra SAY, 1832, COM CONSIDERAÇÕES SOBRE A FILOGENIA DE EDESSINAE (HETEROPTERA, PENTATOMIDAE) BIANCA TAMIRES SILVA DOS SANTOS

O presente estudo é a análise mais ampla realizada com a subfamília Edessinae, incluindo todos os gêneros propostos por Amyot & Serville corroborando a monofilia de Edessinae (Barcellos & Grazia 2003; Silva 2012 comunicação pessoal, dados não publicados), no entanto, as relações internas ainda são discutidas. Atualmente, dos seis gêneros propostos, apenas Brachystethus foi revisado e os novos estudos com a subfamília têm sido focados em Edessa, gênero que apresenta a maioria dos problemas taxonômicos. A partir da matriz de caracteres (28 táxons x 33 caracteres) foram geradas duas árvores (Fig. 1) mais parciomoniosas (L=67; Ci=62; Ri=87). Ambas as árvores ratificaram a monofilia da subfamília é suportada por conexivos com pontuação concolor (18 1 ) (Fig. 54), processo superiores do bordo dorsal presente (24 1 ) (Fig. 57), vésica reduzida (26 1 ) (Fig. 65). Além disso, o resultado da análise mostra que Brachystethus é grupo irmão de todos os edessíneos semelhante aos resultados obtidos por Barcellos & Grazia (2003) e Silva (2012, comunicação pessoal).
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