Angioplastia transluminal percutânea coronariana

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Revascularização do miocárdio: estudo comparativo do custo da cirurgia convencional e da angioplastia transluminal percutânea.

Revascularização do miocárdio: estudo comparativo do custo da cirurgia convencional e da angioplastia transluminal percutânea.

A literatura mundial consagrou a CRM como o procedimento invasivo padrão para o tratamento da insuficiência coronariana, quando não se obtém um resultado favorável com o tratamento clínico. Nas duas últimas décadas, vários trabalhos têm demonstrado que a ATP tem resultados semelhantes aos da CRM no que diz respeito a mortalidade, infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral. Porém, independentemente do uso de balões, SIC e, nos últimos anos, de SIRD, o número de reintervenções tem sido o óbice do grupo da ATP [15-17]. Outro ponto considerado tem sido o custo destes procedimentos [18], que tem sido desfavorável ao grupo da CRM, ao longo dos primeiros anos [19], com exceções de alguns grupos [17,20,21].
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Incidência de complicações vasculares em pacientes submetidos a angioplastia coronariana transluminal percutânea por via arterial transradial e transfemoral.

Incidência de complicações vasculares em pacientes submetidos a angioplastia coronariana transluminal percutânea por via arterial transradial e transfemoral.

Objective: To describe the vascular complications of transradial and transfemoral artery punctures in patients submitted to percutaneous transluminal coronary angioplasty (PTCA). Methods: Prospective cohort study including patients submitted to PTCA. An interview was performed and an instrument applied to collect risk factors/predictors of complications. After the procedure, a physical examination was performed, vital signs were measured and the puncture site was assessed. Results: 199 patients were included, age 64±10 years. Complications found for the radial and femoral approach were respectively: ecchymosis (18.29%), (17.14%); bruising (17.66%), (14.27%); urinary retention (2.43%), (25.71%); loss of vessel permeability (8.53%), (0%). Conclusion: The complications found were considered minor or secondary, depending on the classification found in literature. A higher rate of vascular complications related to transradial artery punctures compared to the interventions performed by transfemoral approach.
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Avaliação da dor em pacientes submetidos à angioplastia coronária transluminal percutânea  - doi: 10.5102/ucs.v10i1.1495

Avaliação da dor em pacientes submetidos à angioplastia coronária transluminal percutânea - doi: 10.5102/ucs.v10i1.1495

Um dos procedimentos usados para reduzir o índice de mortalidade de doenças cardíacas avançadas relacionadas ao comprometimento severo da perfusão do músculo cardíaco é a Angioplastia Coronária Trans- luminal Percutânea (ACTP). Constitui-se em uma in- tervenção invasiva, mas que se mostra bastante efi caz no tratamento da Doença Aterosclerótica Coronariana (DAC). Foi introduzida por Andreas Grüntzig na década de 70 e desde então adquiriu papel destacado no manejo da cardiopatia isquêmica, tornando-se a intervenção co- ronária mais frequentemente utilizada de forma isolada ou em associação a outros dispositivos. Ela é comumente conhecida, mas também muito temida pelos pacientes, por produzir dor aguda recorrente durante e após o pro- cedimento (HUDAK; GALLO, 2001; STEFANINI; KA- SINSKI; CARVALHO, 2005).
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Tratamento coadjuvante da arterite de Takayasu através de angioplastia transluminal percutânea com stents: relato de caso e revisão de literatura.

Tratamento coadjuvante da arterite de Takayasu através de angioplastia transluminal percutânea com stents: relato de caso e revisão de literatura.

Com relação à terapêutica intervencionista, a angioplas- tia com inserção de stents tem se mostrado promissora no tratamento de AT, necessitando ainda de mais estudos com acompanhamento em longo prazo dos pacientes tratados com tais métodos. Entre as indicações para esse procedi- mento, para controle ou alívio dos sintomas, incluem-se: comprometimento da circulação cervicocraniana (pelo risco de acidente vascular encefálico), hipertensão reno- vascular por estenose de artéria renal, estenose coronariana significativa (pelo risco de infarto agudo do miocárdio), coarctação aórtica, regurgitação aórtica, claudicação grave em membros, lesões aneurismáticas com risco de ruptura e lesões estenóticas/obstrutivas que determinem efeitos hemodinâmicos (4-6) . Em nosso caso, a angioplastia foi in-
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Tratamento operatório da dissecção iatrogênica do tronco de coronária esquerda.

Tratamento operatório da dissecção iatrogênica do tronco de coronária esquerda.

As complicações da angioplastia coronariana transluminal percutânea podem ocorrer em 21% dos pacientes submetidos ao procedimento. O comprometimento do fluxo arterial é considerado a principal complicação e ocorre como conseqüência de trombose intracoronária, deslocamento de placas de ateroma, espasmo ou dissecção da artéria. A dissecção de artéria coronária pós-angioplastia usualmente envolve a artéria coronária direita (67% dos casos), e seu mecanismo exato ainda não está completamente esclarecido, embora o grau de ateromatose e o tipo de cateter utilizado são dois fatores de grande importância envolvidos nessa complicação. Por vezes, essa grave condição tem sido resolvida na própria sala de hemodinâmica com a utilização de stent colocado no local da dissecção arterial. Esta conduta tem se tornado importante, na medida em que pode permitir o restabelecimento do fluxo arterial coronariano, funcionando como tratamento definitivo ou como ponte para o tratamento operatório de RCM [3].
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Reabilitação cardiovascular de portadores de cardiopatia isquêmica submetidos a tratamento clínico, angioplastia coronariana transluminal percutânea e revascularização cirúrgica do miocárdio.

Reabilitação cardiovascular de portadores de cardiopatia isquêmica submetidos a tratamento clínico, angioplastia coronariana transluminal percutânea e revascularização cirúrgica do miocárdio.

Variáveis estudadas - Foram estudados: a) gênero, b) idade, c) índice de massa corporal (IMC), d) hipertensão arterial sistêmica, f) diabetes melito, g) infarto do miocárdio prévio, h) fração de ejeção de ventrículo esquerdo, i) tolerância ao esforço, j) perfil metabólico (colesterol total [CT], colesterol da lipoproteína de alta densidade [HDL-colesterol], relação CT/ HDL-colesterol, colesterol da lipoproteína de baixa densidade [LDL-colesterol], trigliceridemia), k) tabagismo, e l) uso de medicamentos cardiovasculares. As variáveis foram analisadas também em relação à modalidade de tratamento prévio, clínico ou intervencionista (angioplastia coronariana transluminal percutânea ou revascularização cirúrgica do miocárdio).
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Arq. Bras. Cardiol.  vol.99 número3

Arq. Bras. Cardiol. vol.99 número3

A cirurgia de revascularização do miocárdio (CRVM) é o padrão de referência para o tratamento definitivo da doença coronariana. Com o advento da angioplastia transluminal percutânea, a cirurgia cardíaca perdeu terreno especialmente no tratamento das lesões coronarianas uni e biarteriais, o que fez que os cirurgiões deixassem sua zona de conforto e fossem em busca de novas técnicas cirúrgicas, com o objetivo de se obter, com menores incisões, resultados semelhantes à cirurgia convencional e uma melhor evolução pós-operatória, culminando na chamada cirurgia minimamente invasiva.
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Intervenção coronariana percutânea em artéria coronariana única em paciente com angina instável de alto risco.

Intervenção coronariana percutânea em artéria coronariana única em paciente com angina instável de alto risco.

No presente caso, relatamos a realização de angioplastia coronariana com implante de stent na artéria coronariana direita de paciente com quadro de angina instável de alto risco, portadora de artéria coronariana única com origem no seio coronariano direito. As artérias descendente anterior e circunflexa originavam-se isoladamente no terço proximal da artéria coronariana direita. Trata-se de rara anomalia coronariana com poucos relatos de intervenção coronariana percutânea na literatura. Este caso ilustra a necessidade da avaliação anatômica pormenorizada do trajeto das artérias coronarianas, precedendo a realização da angioplastia transluminal percutânea, objetivando-se a prevenção de complicações.
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Diagnósticos de enfermagem em infartados submetidos à angioplastia coronariana com STENT

Diagnósticos de enfermagem em infartados submetidos à angioplastia coronariana com STENT

A terapia de reperfusão coronariana com angioplastia coronariana transluminal percutânea e colocação de stent constitui, atualmente, o tratamento preferencial ao paciente acometido por infarto agudo do miocárdio. No período pós-angioplastia, o paciente infartado exige cuidados da equipe de enfermagem peculiares devido ao comprometimento cardíaco e dependência física. A identificação dos diagnósticos de enfermagem direciona as ações de enfermagem assistidas e delegadas pelo enfermeiro. O objetivo do estudo foi analisar os diagnósticos de enfermagem em pacientes com infarto agudo do miocárdio submetidos à angioplastia transluminal percutânea primária com uso de stent coronariano. Estudo transversal de natureza descritivo-exploratória, realizado em um hospital público de Fortaleza-Ce. A população constou de 51 pacientes em seu primeiro episódio de infarto que realizaram angioplastia com sucesso na colocação de stent e internados nas enfermarias cardiológicas. Os dados foram coletados por meio de entrevista, exame físico e consulta ao prontuário do paciente durante os meses de janeiro a agosto de 2006. Os resultados mostraram predominância de homens, pardos, com média de idade de 54 anos e baixa escolaridade. Identificou-se maior freqüência de infarto anterior, com artéria descendente anterior esquerda culpada pela isquemia e classificação de killip I. Foram encontrados, em média, 11 diagnósticos de enfermagem, 28 características definidoras, 6 fatores relacionados e 5 fatores de risco por paciente. Os diagnósticos de enfermagem de maior freqüência foram: Risco de infecção, Dentição prejudicada, Intolerância à atividade, Déficits no autocuidado para banho/higiene, higiene íntima e vestir-se/arrumar-se, Padrão de sono perturbado, Deambulação prejudicada e Mobilidade física prejudicada. A variável número de diagnósticos apresentou associação estatisticamente significativa com os diagnósticos de déficit no autocuidado, deambulação e mobilidade prejudicadas. Houve associação estatisticamente significativa entre os diagnósticos relacionados ao autocuidado, mobilidade e locomoção, e destes com os fatores relacionados restrições de movimentos prescritas, limitação imposta pela retirada da bainha e estado de mobilidade prejudicada. Os dados revelaram predominância de fenômenos relacionados à ordem biológica e importância na identificação dos diagnósticos de enfermagem na clientela específica de modo a embasar um plano de atividades de enfermagem voltadas ao atendimento das necessidades fisiológicas de autocuidado e dependência física.
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Pseudoaneurisma artéria femoral pós-angioplastia percutânea de artéria renal

Pseudoaneurisma artéria femoral pós-angioplastia percutânea de artéria renal

Este volumoso pseudoaneurisma de artéria femoral, com estiramento de pele e formação de bolhas, ocorreu após uma angioplastia percutânea de artéria renal por estenose e hipertensão renov[r]

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Evolução hospitalar e tardia pós-implante de stent coronariano em paciente com angina instável e síndrome mielodisplásica.

Evolução hospitalar e tardia pós-implante de stent coronariano em paciente com angina instável e síndrome mielodisplásica.

de plaquetopenia. A plaquetopenia menor que 7.000/mm³ induzida em animais, dois a três dias antes da lesão provocada pelo balão, foi necessária para inibir a formação neo-intimal. A indução da plaquetopenia é clinicamente impraticável com o fim de prevenir a reestenose e há poucos dados na literatura médica sobre a evolução pós-intervenção coronária percutânea em pacientes com plaquetopenia. Os estudos clínicos falharam em demonstrar qualquer efeito benéfico das drogas antiplaquetárias na reestenose após angioplastia, embora as complicações agudas foram reduzidas 12 .
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Arq. Bras. Cardiol.  vol.82 número5

Arq. Bras. Cardiol. vol.82 número5

miocárdio e TIMI 0 ou I tratados pela intervenção coronariana percu- tânea de resgate apresentam menor mortalidade em 30 dias que no grupo não tratado com intervenção coronariana percutânea (p=0,01). Em uma outra subanálise do estudo TIMI 10B, utilizando o t- PA ou tenecteplase no infarto agudo do miocárdio, empregou-se o critério angiográfico de falha do trombolítico. Os pacientes que apresentavam insucesso do tratamento fibrinolítico (TIMI 0 ou I em 90 min) submetidos a intervenção coronariana percutânea de resgate apresentaram menor mortalidade em 2 anos, quando com- parados aos que não a receberam (p=0,03) (fig. 2) 15 .
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Letalidade e complicações de angioplastias em hospitais públicos no Rio de Janeiro, RJ.

Letalidade e complicações de angioplastias em hospitais públicos no Rio de Janeiro, RJ.

MÉTODOS: Foram analisados dados obtidos no Sistema de Autorização Hospitalar do Sistema Único de Saúde referentes aos 2.913 procedimentos de angioplastia coronariana realizados no município do Rio de Janeiro, RJ, de 1999 a 2003. Após amostragem aleatória simples e ponderação de dados, foram analisados 529 prontuários de pacientes, incluindo todos os óbitos, submetidos à angioplastia coronariana em quatro hospitais públicos: federal de ensino, estadual de ensino, federal de referência e estadual de referência. Os testes de comparação entre as letalidades segundo características dos pacientes, co-morbidades, complicações, tipos e indicações de angioplastia coronariana foram feitas com modelos de regressão de Poisson.
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Efeito do cilostazol na hiperplasia neointimal em artérias ilíacas de suínos submetidas à angioplastia transluminal.

Efeito do cilostazol na hiperplasia neointimal em artérias ilíacas de suínos submetidas à angioplastia transluminal.

A artéria femoral comum direita foi exposta ci- rurgicamente. Através de punção direta da artéria femoral comum com agulha 18G, foi introduzido fio guia hidrofílico 0,035 pol e inserido introdutor 6 Fr de 11cm. Sob controle ecográfico, o fio guia foi direcionado até a aorta abdomi- nal. Nesse momento, os animais receberam heparina intravenosa (Heptar, Eurofarma) na dose de 100UI/kg. A ultrassonografia com Doppler (equipamento TITAN, SonoSite) foi realizada no transoperatório para aferição dos diâmetros da artéria ilíaca comum direita e da aorta abdo- minal distal. A seguir, realizou-se o posicionamento do cateter balão 6x40 mm (Passeo-35, Biotronik) na artéria ilíaca comum direita, a partir da trifurcação da aorta sob controle ecográfico. A angioplastia foi realizada durante um minuto com pressão de 8atm. O diâmetro do cateter balão selecionado foi para se obter o dimensionamento 10-20 % superior ao da artéria ilíaca comum nessa faixa etária, semelhante ao adotado nas intervenções em paci- entes. Ao término da angioplastia, a ultrassonografia com Doppler foi novamente realizada para confirmação da perviedade arterial do segmento ilíaco. Após a retirada do introdutor e do fio guia, a artéria femoral comum foi suturada, e a região inguinal fechada com fio inabsorvível. Não houve complicações transoperatórias.
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Letalidade por doenças isquêmicas do coração no Estado do Rio de Janeiro no período de 1999 a 2003.

Letalidade por doenças isquêmicas do coração no Estado do Rio de Janeiro no período de 1999 a 2003.

Estimar a letalidade nos procedimentos de doenças isquêmicas do coração (DIC) aguda e crônica e por revascularização miocárdica (RVM) e angioplastia coronariana (AC) nos hospitais cad[r]

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Influência do sexo na evolução imediata e a médio prazo após a intervenção coronariana percutânea primária e análise dos fatores independentes de risco para óbito ou eventos.

Influência do sexo na evolução imediata e a médio prazo após a intervenção coronariana percutânea primária e análise dos fatores independentes de risco para óbito ou eventos.

Foram definidos como eventos maiores intra- hospitalares: oclusão subaguda, reinfarto, cirurgia de urgência, acidente vascular cerebral e óbito cardíaco e global. O seguimento clínico a médio prazo foi feito através de consulta médica ou contato telefônico aos três e seis meses. Foram avaliados a sintomatologia coronariana, os eventos maiores evolutivos (reinfarto, nova revascularização e a mortalidade cardíaca e global), assim como a sobrevida livre de qualquer evento, incluindo também doença coronariana estável (eventos maiores evolutivos e/ou angina estável). Os pacientes que apresentaram angina instável ou evidência de isquemia grave em estudo não- invasivo realizaram nova coronariografi a.
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Resultados do Uso de Stent de Nitinol Superflexível em Artérias Poplíteas.

Resultados do Uso de Stent de Nitinol Superflexível em Artérias Poplíteas.

Introdução: As taxas de patência primária no longo prazo para a angioplastia transluminal percutânea, com implante de stents de primeira e segunda gerações, no tratamento da artéria poplítea, têm sido desapontadoras. No entanto, resultados com novos stents de nitinol parecem promissores. Nosso objetivo foi avaliar desfechos clínicos no curto prazo do uso de stents de nitinol superflexíveis no tratamento de lesões ateroscleróticas nos segmentos poplíteos. Métodos: Estudo retrospectivo, longitudinal, realizado no período de abril a dezembro de 2013. Foram avaliados as características populacionais, os dados do procedimento e os exames de imagem aos 6 meses, sendo obtidas as taxas de patência do stent e de salvamento de membro. Resultados: Incluímos, nesta análise, 14 pacientes, com idade de 73 ± 11 anos, 50% do sexo masculino e 64,3% diabéticos. Todos os pacientes apresentavam lesão trófica nos membros tratados. As lesões arteriográficas foram classificadas pelo critério Trans-Atlantic Inter-Society Consensus (TASC) em B e C em igual proporção. Na avaliação do leito de escoamento, 78,6% dos pacientes possuíam apenas uma artéria pérvia, sendo a artéria fibular a mais frequentemente observada. As zonas de aterrissagem dos stents foram o segmento médio da artéria poplítea em 57,1% dos casos e, nos demais, o segmento distal da artéria, cruzando a articulação do joelho. Durante o seguimento de 6 meses, não foram observadas fraturas dos stents. A taxa de patência primária foi de 85,7% e a de salvamento do membro foi de 100%. Conclusões: A angioplastia com uso de stent de nitinol superflexível demonstrou ser segura e efetiva no tratamento das lesões ateroscleróticas da artéria poplítea.
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Arq. Bras. Cardiol.  vol.79 número4

Arq. Bras. Cardiol. vol.79 número4

O teste de esforço tem se revelado útil no diagnóstico de isquemia em pacientes com eletrocardiograma de repou- so normal e que apresentem risco elevado para doença arte- rial coronariana (situação de alta probabilidade pré-teste). É possível também avaliar o grau de risco para futuros even- tos adversos, apresentando como limitações, a baixa sensi- bilidade e especificidade na presença de eletrocardiograma basal alterado. Apesar de não localizar a isquemia, o teste positivo indica grande extensão de isquemia e relaciona-se à presença de lesões em três vasos e à disfunção ventricu- lar. No nosso caso, o teste foi inconclusivo, pois não atin- giu a freqüência cardíaca submáxima.
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Rev. Bras. Cardiol. Invasiva  vol.17 número2

Rev. Bras. Cardiol. Invasiva vol.17 número2

N o artigo “Evolução Temporal do Perfil de Risco e Resultados da Intervenção Coronariana Percutânea em Pacientes com Disfunção Ventricular Esquerda: Dados da Central Nacional de Interven[r]

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Estatinas nas síndromes coronarianas agudas.

Estatinas nas síndromes coronarianas agudas.

Um forte argumento contra o início da terapia com estatinas ainda na fase hospitalar baseava-se na suposição de que poderia haver maiores riscos de efeitos adversos para os pacientes internados por evento coronariano agudo do que para aqueles com doença arterial coronariana estável. Havia, portanto, a necessidade de se avaliar se o tratamento com estatinas, iniciado na fase aguda, logo após o evento isquêmico, seria bem tolerado, ou seja, não apresentaria maior incidência de efeitos adversos nos pacientes agudos quando comparados com os portadores de doença coronariana estável. Os estudos PAIS (Pravastatin in Acute Ischaemic Syndromes) 13 e LAMIL (Lipids and Apolipoproteins
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