Animais - morfologia

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Morfologia duplex Doppler dos principais vasos sanguíneos abdominais em pequenos animais.

Morfologia duplex Doppler dos principais vasos sanguíneos abdominais em pequenos animais.

As veias esplênicas podem ser vistas ao exame ecográfico modo-B de rotina, identificadas como uma interrupção na continuidade da cápsula do baço, mas as artérias esplênicas, muito finas, podem ser vistas somente com Doppler colorido, adjacentes às veias. A artéria esplênica principal se origina do tronco celíaco e termina ramificando-se no hilo esplênico, mas, devido a seu curso tortuoso e do gás no trato intestinal, sua imagem raramente é contínua desde o tronco celíaco até o baço. A veia esplênica principal e a artéria podem ser vistas no hilo esplênico. A veia esplênica flui para a veia porta. Podemos encontrar uma morfologia de onda típica de fluxo de baixa resistividade (isto é, picos sistólicos amplos e contínuos com fluxo diastólico alto ou diástole cheia), assim como perfil de velocidade de fluxo parabólico (isto é, picos sistólicos sem janela espectral) semelhante ao padrão espectral Doppler das artérias renais e hepática (Figura 6). Em alguns animais,
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Um retrato da área de Neurociência e comportamento no Brasil.

Um retrato da área de Neurociência e comportamento no Brasil.

• Nutrição e funcionamento do cérebro, incluindo ele- troisiologia, morfologia e comportamento em modelos animais de subnutrição são aspectos pesquisados pelos Departamentos de Nutriç[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA OBTENÇÃO DE PLASMA RICO EM PLAQUETAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA OBTENÇÃO DE PLASMA RICO EM PLAQUETAS

A precocidade no processo de cicatrização observada nos animais tratados com PRP não advém unicamente da presença de plaquetas e seus FCP. As células endoteliais e a fibrina que possuem atividade adesiva e de homeostasia, oferecem suporte aos fibroblastos e células tronco mesenquimais e aceleram o processo natural de organização estrutural de tecidos lesionados (SÁNCHEZ et al., 2009; VENDRAMIN et al, 2010; WASTERLAIN et al., 2012). Entretanto, as alterações plaquetárias observadas no G2 depois da adição de tromboblastina e cloreto de cálcio contra indicam a utilização do PRP gel in vivo por ter sido verificado na MET excessiva perda de grânulos plaquetários e possivelmente de fatores de crescimento. Além das alterações da morfologia plaquetária posterior ao processo de ativação e degranulação, a presença da malha de fibrina sobre as células dificultou ainda mais a observação das suas estruturas.
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UMA DESCRIÇÃO DA MORFOLOGIA E DE ASPECTOS

UMA DESCRIÇÃO DA MORFOLOGIA E DE ASPECTOS

O Xerente, conforme demonstrado, possui três classes de raízes flexionáveis: nominais, verbais e posposicionais. Descrevemos, primeiramente, os temas nominais de referentes relativos e os temas nominais absolutos. Em seguida, descrevemos os temas verbais intransitivos e transitivos, os quais se dividem em duas classes: Classe 1 e Classe 2. Apresentamos, ainda, exemplos de verbos supletivos e de reduplicação verbal na língua Xerente. São apresentados, também, as posposições da língua, os pronomes pessoais e demonstrativos e seus advérbios. Na sequência, apresentamos os seus afixos. Assim, apresentamos os morfemas derivacionais da língua, como o atenuativo – combinado com temas nominais, com temas verbais nominalizados e com temas adverbiais – , o morfema intensificador padrão e o morfema intensificador de referentes de nomes de qualidade e de sensações e o morfema nominalizador existencial, o qual se combina com nomes de plantas e de animais do universo Xerente. Dos sufixos nominalizadores, apresentamos o nominalizador de nomes de ação, de nomes de agente, de nomes de circunstância e de predicados existenciais, além do morfema privativo, os quais contribuem para a formação de palavras na língua. Apresentamos, também, o sufixo pluralizador de verbos. Dos prefixos, apresentamos os quatro existentes na língua, sendo três de terceira pessoa: o prefixo {ka-}, o prefixo {i-} e o prefixo {ti-}, além do prefixo reflexivo/recíproco {si-}. Na sequência, foram apresentadas as partículas da língua: de coletivo, de foco, as partículas modais realis e irrealis, as partículas conjuntivas, interrogativas, as partículas que expressam modalidade, modo de ação, aspecto nominal, as partículas que expressam estado de existência das coisas e seres no mundo e as partículas interjeitivas.
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Morfologia do Conto Maravilhoso

Morfologia do Conto Maravilhoso

136 (mito) a outro (lenda), e deste para um terceiro (conto maravilhoso). Todo folclorista sabe muito bem que os enredos com freqüência passam livremente de um gênero para outro (os enredos do conto passam para a epopéia etc.); mas o professor Lévi-Strauss não menciona enredos concretos, e prefere empregar as palavras "mito" e "conto maravilhoso" com sentido generalizado como mito "em geral" e conto maravilhoso "em geral", isto é, se refere ao gênero enquanto tal, sem distinguir tipos nem enredos. Assim, ele fala da atual coexistência, mas neste caso não pensa como historiador. É preciso considerar não os séculos, mas os períodos históricos e as formações sociais. O estudo dos povos mais arcaicos e primitivos leva à conclusão de que todo o seu folclore (como também as artes práticas) possui forte caráter sagrado ou mágico. Aquilo que nas edições populares, e, às vezes, também nas científicas, é dado como "contos dos selvagens", freqüentemente não tem nada a ver com os contos maravilhosos. É bem sabido que, por exemplo, os assim chamados contos de animais eram narrados outrora não como contos, mas como histórias de caráter mágico que deveriam contribuir para uma caça rendosa. O material que existe a esse respeito é muito numeroso. O conto maravilhoso, porém, nasce depois do mito, mas pode chegar um momento em que, por um certo tempo, ambos coexistem de fato, mas somente nos casos em que os enredos dos mitos e os dos contos maravilhosos sejam diferentes e pertençam a sistemas compositivos diferentes. A Antigüidade clássica conhecia tanto os contos maravilhosos como os mitos, mas seus enredos eram diferentes. O mito dos Argonautas e o conto dos Argonautas não podem subsistir simultaneamente no mesmo povo. Não poderiam existir contos sobre Teseu no mesmo lugar onde ocorria seu mito e onde lhe era prestado um culto. Enfim, nas evoluídas organizações sociais contemporâneas a existência de mitos torna-se impossível. O papel
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Caracterização morfofuncional das brânquias de Arapaima gigas, durante a transição da respiração aquática para respiração aérea

Caracterização morfofuncional das brânquias de Arapaima gigas, durante a transição da respiração aquática para respiração aérea

As CCs são coradas fracamente pelo azul de toluidina, seu núcleo é basal e o nucléolo evidente (Figuras 13 e 14) e ultraestruturalmente apresentam diferentes níveis de electrondensidade. Nos animais com menor massa corpórea estas células são mais escassas e presentes principalmente nas regiões interlamelares sendo que em animais com aproximadamente e acima de 600g, há uma intensa proliferação de CCs tanto nas regiões interlamelares quanto nas lamelas, confirmando as observações prévias em MEV (Figuras 11 e 12). De acordo com a orientação no plano de corte, estas células podem apresentar diferentes formatos (Figura 16: C e D). A característica mais evidente da morfologia destas células é um formato elíptico com uma grande quantidade de mitocôndrias e um sistema tubular electrondenso. Nos locais onde esta célula tem contato com o meio externo observa-se dois tipos de configuração da membr ana apical: em forma de criptas ou projeções da membrana para o meio externo (Figura 17: A-C) e processos de necrose pode ser observado em algumas células-cloreto (Figura 17: D).
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Estudo fitoquímico e investigação da atividade antilitiásica do extrato hidroalcoólico...

Estudo fitoquímico e investigação da atividade antilitiásica do extrato hidroalcoólico...

A nefrolitíase pode ser definida como uma consequência de alterações nas condições de cristalização da urina no trato urinário. A incidência desta patologia nos Estados Unidos é de 5 % em mulheres e 12 % em homens e sua recorrência é de 50 % em 5 a 10 anos e 75 % em 20 anos. Cálculos renais são compostos por porções inorgânicas e orgânicas. Em seres humanos, a porção inorgânica é principalmente composta por sais de cálcio (cerca de 80 %), seguido pelos cálculos de ácido úrico (5-10 %). Estes também podem ser compostos por estruvita, cistina, entre outros. Quanto à matriz orgânica, ela é formada predominantemente por proteínas, como a nefrocalcina, osteopontina, hemoglobina, proteína de Tamm Horsfall, entre outras. As formas de tratamento desta patologia consistem em intervenção cirúrgica ou litotripsia de ondas de choque extracorpóreas (LOCE). As plantas pertencentes ao gênero Copaifera (Fabaceae, caesalpinoideae) são nativas de regiões tropicais da América Latina e da África Ocidental. Conhecidas no Brasil como copaibeiras, e popularmente como pau d’óleo, estas árvores encontram-se amplamente distribuídas na Amazônia e regiões centrais do Brasil. C. langsdorffii Desf. é a espécie mais comum fora da Região Amazônica. Estudos realizados com seu óleo- resina demonstraram diferentes atividades biológicas, tais como cicatrizante e anti- inflamatória. Partes aéreas de C. langsdorffii foram coletadas no Campus da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto - USP e utilizadas na obtenção do extrato hidroalcoólico 7:3. Este extrato foi submetido a diferentes modalidades cromatográficas com o objetivo de isolar seus principais componentes. Para os ensaios in vivo, as pastilhas de oxalato de cálcio foram obtidas por meio de uma reação de supersaturação e a nefrolitíase foi induzida introduzindo-se estas pastilhas na bexiga de ratos. O tamanho dos cálculos, a bioquímica urinária e variáveis gerais, tais como peso corpóreo, volume de urina coletada por 24 horas e volume de água ingerida foram determinados. O extrato hidroalcoólico de partes aéreas de C. langsdorffii é constituído majoritariamente de compostos polares. Duas substâncias pertencentes à classe dos flavonóides foram isoladas e identificadas: os flavonóis quercetrina (quercetina 3-O- α-L -ramnopiranosídeo) e canferol 3-O- α-L - ramnopiranosídeo. No ensaio in vivo, os animais tratados com o extrato hidroalcoólico de C. langsdorffii apresentaram menor média na massa de cálculos formados e menor média no número de cálculos formados (matriz + satélites). Além disso, sugere-se que o tratamento com o extrato altere a morfologia dos cálculos, já que a pressão necessária para desintegrar os cálculos dos animais sem tratamento é, em média, cerca de duas vezes maior do que a necessária para desintegrar aqueles retirados de animais tratados (6,90±3,45 vs. 3,00±1,51 kg f ).
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Animais de ProduçãoLivestock Diseases

Animais de ProduçãoLivestock Diseases

Após as primeiras mortes, em todos os casos os bovinos foram trocados de pasto. Com essa movimentação, houve a precipitação de algumas mortes e os animais com quadro clinico mais grave morreram por um período de até 15 dias. Entretanto, os demais animais se recuperaram em poucos dias. Essa recuperação após remoção dos animais da área afetada ou mesmo com a continuidade da ingestão da planta é frequentemente relatada em casos de intoxicação por plantas hemolíticas, como Ditaxis desertorum, Indigofera suffruticosa e Brachiaria radicans (Tokarnia et al. 1997, Barbosa Neto et al. 2001, Gava et al. 2010, Figueiredo et al. 2012) e talvez se deva a modificações da flora ruminal que se adapta para alterar a estrutura química do princípio ativo, ainda não conhecido nessas plantas. Tal recuperação corre também em bovinos intoxicados por plantas do gênero Brassica, que contém S-metilcisteína sulfóxido (SMCO), metabólito que no rúmen por ação de bactérias, sofre metabolização em dimetildissulfito, que causa hemólise (Cheeke 1998). A recuperação da anemia em casos de intoxicação por Brassica ocorre, provavelmente, devido a uma adaptação parcial dos microorganismos do rumem produzindo menos dimetildissulfito.
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Literatura e estudos animais

Literatura e estudos animais

Mas quando o animal passa a ser objeto de interesse humano? Não há um registro preciso, porém se sabe que na fi losofi a é Aristóteles, com a obra A história dos animais, quem faz o primeiro registro científi co e de fôlego sobre a questão do animal. O fi lósofo Montaigne, no ensaio “Apologia de Raymond Sebond”, sob a abordagem comparativista, apresenta um rico estudo a respeito do animal, privilegiando em sua leitura vários aspectos do comportamento do animal humano e do animal não humano e, ao fi nal, conclui que existem mais semelhanças que dessemelhanças entre essas duas categorias de animais: “Há maior diferença entre um homem e outro do que entre um dado animal e o homem” (MONTAIGNE, 2000, p. 392). Derrida caminha na direção oposta à de Montaigne. Para o fi lósofo da différance, o que está em jogo na questão da animalidade não é elencar os pontos convergentes entre animal humano e não humano, mas sim, em realçar as diferenças, uma vez que qualquer ser vivente encontra-se assinalado pelo signo da diferença. Desse modo, para dar conta de tal pluralidade e diferença, o fi lósofo cunha o conceito Animot, com o qual tenta desconstruir e/ou questionar a designação Animal comumente usada no singular, como uma mera oposição entre o Homem e o Animal. Repensar a pluralidade e a heterogeneidade dentro de um conceito genérico e uniformizador de Animal, seria essa a proposta contida na palavra-conceito Animot, que, na verdade, pode ser expandida para toda forma de binarismo que situa o mundo metafísico ocidental em dois polos bem demarcados: masculino e feminino, bem e mal, branco e negro, centro e margem, racional e irracional, oriente e ocidente e ad infi nitum.
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Quando Animais Ajudam os Santos

Quando Animais Ajudam os Santos

O presente artigo tem como objetivo apresentar uma proposta de estudo do cristianismo primitivo tomando o folclore como uma categoria cultural e semiótica, a partir das propostas de Eleazar M. Mieletinski e Vladímir I. Propp. Discutimos, na primeira parte do texto, o conceito de folclore como expressão da cultura popular do Mediterrâneo antigo, destacando o con- to maravilhoso como seu gênero narrativo privilegiado. Na segunda parte, realizamos um exercício de análise, a partir teoria morfológica de Propp, buscando relações estruturais entre os Atos de Paulo e Tecla e o Martírio de Paulo, a partir da hipótese de que ambos se constituem como variantes de XPPHVPRFRQWRIROFOyULFR3RU¿PQR~OWLPRWySLFRDQDOLVDPRVDVUHOD- o}HVGHFRQÀLWRHQWUHWUDGLo}HVGHPHPyULDSDXOLQDH[SUHVVDGRVQRVWH[WRV e, de modo especial, como a presença de animais ajudadores funcionam como articuladores de identidade em meio a essas disputas de memória.
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O Direito dos Animais  2019

O Direito dos Animais 2019

Foi também no séc. XIX que a sociedade Portuguesa, muito por influência e importação dos valores Britânicos da época, começou a olhar para os animais como seres com capacidade de sofrer, de sentir dor e de sentir prazer, à semelhança dos humanos. Montou-se também em Portugal um cenário onde a violência e a inflição de dor, em especial em público, seriam repudiadas. Em 1836, no reinado de D. Maria II, através de um decreto assinado por Passos Manuel, então secretário de Estados dos Negócios do Reino, considerou-se que as corridas de touros consistiam n’ "um divertimento bárbaro, e impróprio de Nações civilizadas". Lê-se no referido decreto, com interesse para a nossa argumentação: “semelhantes espectaculos servem unicamente para habituar os homens ao crime, e à ferocidade; e desejando eu remover todas as causas que podem impedir, ou retardar o aperfeiçoamento moral da nação portuguesa: hei por bem decretar, que d’ora em diante fiquem prohibidas em todo o reino as corridas de touros" 12 . Nove meses depois, viria a ser revogado.
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REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA

REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA

É sabido que o estudo da forma dos espaços urbanos, ou morfologia urbana, se iniciou, no fim do século XIX, pela decomposição do todo urbano em partes mais pequenas e pela averiguação dos princípios de relações que ordenavam aquelas partes naquele todo. Transpondo um método de análise semelhante ao que se usava nas ciências naturais, vários aglomerados urbanos existentes foram alvo de exames comparativos segundo pontos de vista idênticos, quer geográficos, funcionais, materiais, dimensionais, históricos ou formais, aproveitando neste último caso a silhueta dos monumentos ou a fisionomia exterior dos edifícios e dos lugares. Nos estudos inaugurais, às similitudes encontradas foi dada uma mesma equivalência, e os espaços urbanos passaram a ser agrupados em categorias específicas, reduzidas a uma sistemática elementar, cuja taxonomia simples assentava em conceitos e objetos não especificamente urbanísticos
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REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA

REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA

Esquema simplificado da relação entre edifícios vizinhos no regulamento municipal de Lisboa: (a) recuo obrigatório da parede desde o limite do próprio prédio para abertura de janelas,[r]

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REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA

REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA

Os autores são os únicos responsáveis pelas opiniões expressas nos textos publicados na ‘Revista de Morfologia Urbana’. Os Artigos (não deverão exceder as 6 000 palavras, devendo ainda incluir um resumo com um máximo de 200 palavras), as Perspetivas (não deverão exceder as 1 000 palavras), os Relatórios e as Notícias referentes a eventos futuros deverão ser enviados ao Editor. As normas para contributos encontram-se na página 2.

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REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA

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Os autores são os únicos responsáveis pelas opiniões expressas nos textos publicados na ‘Revista de Morfologia Urbana’. Os Artigos (não deverão exceder as 6 000 palavras, devendo ainda incluir um resumo com um máximo de 200 palavras), as Perspetivas (não deverão exceder as 1 000 palavras), os Relatórios e as Notícias referentes a eventos futuros deverão ser enviados ao Editor. As normas para contributos encontram-se na página 2.

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Animais de laboratório: O camundongo

Animais de laboratório: O camundongo

Nos primeiros estudos experimentais, os critérios de seleção de animais não eram bem definidos. A seletividade foi decorrente do número de trabalhos realizados e da identificação dos animais com os temas estudados (Corbin, 1974; Baker et al., 1979; CCAC, 1984). Animais de várias espécies têm sido utilizados ao longo desses últimos dois séculos de desenvolvimento científico, mas dentre todos eles o camundongo é, inquestionavelmente, o mais intensamente utilizado e o mais profundamente conhecido cientificamente. Os camundongos atualmente empregados em experimentações são oriundos daqueles domésticos que, durante muito tempo, vêm compartilhando com o homem suas casas, seus alimentos e suas enfermidades. Eles disseminaram-se da Ásia para a Europa e a partir daí por todo o mundo, habitando qualquer lugar que o homem também habite (Franco, 2006).
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SITUAÇÃO JURÍDICA DOS ANIMAIS

SITUAÇÃO JURÍDICA DOS ANIMAIS

A concepção prevalecente no direito romano era a de que os animais não passavam de coisas, sendo objeto de direito 1 . A propósito, Max Kaser (1999) aponta que, dentre as várias classificações então admitidas, os animais, quando demonstrada sua utilidade para o trabalho humano, como era o caso do gado graúdo (bois, cavalos, jumentos etc.) eram considerados res mancipi. Afigurava-se, pois, imprescindível, para sua transferência, solenidade especial (mancipatio). Noticia ainda o surgimento, à época pós-clássica, de classificação tripartite em coisas móveis, imóveis e semoventes, abrangendo esta categoria os escravos e animais.
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Influenza em animais heterotérmicos.

Influenza em animais heterotérmicos.

vírus influe nza , como dos seus anticorpos específicos a estes vírus, pode-se concluir que esses animais possuem, de alguma fo r m a , s us c e ptib ilida de à e s s a in fe c ç ã o vir a l. Há m a io r probabilidade de infectados entre aqueles mantidos em cativeiro, pois submetem-se à transmissão viral direta pelos tratadores. Porém, não se descarta esse tipo de ocorrência àqueles que ficam em habitat natural, devido à exposição a outros transmissores desses vírus, tais como as aves ( patos selvagens, aves migratórias e outras) , assim como mamíferos selvagens que co-habitam.
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ÉTICA - Em defesa dos animais

ÉTICA - Em defesa dos animais

Este artigo tem por objetivo apresentar as concepções contemporâneas da ética na proteção dos animais segundo o filósofo Peter Singer. Além disso, citamos alguns filósofos antigos que defendem o propósito de estendermos a ética a todos os seres, posto que eles fundamentam seus argumentos centrais no fato de os animais possuírem a qualificação de vivos ou por serem capazes de sentir dor, sofrimento e alegria. Apresentamos algumas consequências dessa nova atitude ética. Não obstante, procuramos auxiliar a divulgação de suas propostas a fim de conscientizar os nossos leitores para uma atuação mais condizente com os valores humanitários, superando assim os valores tradicionais especistas 1 .
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VOZES DE ANIMAIS E BARULHOS

VOZES DE ANIMAIS E BARULHOS

Passarinho - apitar, assobiar, cantar, chalrar, chichiar, chalrear, chiar, chilrar, chilrear, chirrear, dobrar, estribilhar, galrar, galrear, garrir, garrular, gazear, gazilar, gazilhar[r]

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