Antropologia - história

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Antropologia e história na interlocução entre o feminino e a literatura

Antropologia e história na interlocução entre o feminino e a literatura

Esse trabalho tem como objetivo enfocar a crítica do feminino pela Antropologia e pela História, para evidenciar o diálogo entre o discurso teórico contemporâneo dessas discip[r]

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História, antropologia e a cultura afro-americana: o legado da escravidão.

História, antropologia e a cultura afro-americana: o legado da escravidão.

O silêncio a respeito da escravidão no campo da antropologia, sugere Igor Kopytoff, derivou do próprio caráter que esse saber adquiriu entre as décadas de 1920 e 1960 . A ênfase no trabalho de campo, além de restringir o arco das socie- dades que o pesquisador poderia investigar, levou a uma crescente indiferença pela história entre os antropólogos, mesmo quando o passado da sociedade sob análise pudesse ser recomposto. Como escreve Kopytoff, “uma certa arrogância a respeito da superioridade da percepção antropológica tornou fácil desqualificar os registros dos viajantes coevos, administradores coloniais e missionários como tendenciosos e ingênuos” 5 . Por todas essas razões, as simplificações a respeito do
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Novos sujeitos construindo conexões entre a Antropologia e a História

Novos sujeitos construindo conexões entre a Antropologia e a História

Na atualidade, tanto o Históriador quanto o antropólogo que se dispuser a pes- quisar a temática indígena enfrentará alguns desafios e obstáculos destacados a seguir, como afirmam Monteiro (1995) e Albert & Ramos (2002). na segunda metade do século XX, a taxa de natalidade indígena no Brasil aumentou e a taxa de mortalidade infantil diminuiu, o que resultou na estabilização da população indígena. Além disso, o movimento em prol dos direitos indígenas ganhou espaço a partir da década de 1970 e o diálogo entre a antropologia e a história na academia foi renovado. Assim, passou a ser necessário que ele, o Históriador: recuperasse o papel histórico de atores nativos na formação das sociedades e culturas do continente, repensasse o significado da história a partir da experiência e da memória de populações que não registraram ou registraram pouco seu passado através da escrita e redimisse a própria historiografia de seu papel conivente na tentativa de erradicar os índios. Os antropólogos, por sua vez, foram instigados a entender a antropologia dos outros – colocando-se como objeto de outras subjetividades (interlocutores); a se interessar pelo pensamento indígena sobre os fatos e efeitos das situações de contato interétnico e a desenvolver uma abordagem analítica integrada – dimensões históricas, políticas e simbólicas.
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Notas para a história da antropologia no Rio Grande do Sul (1940-1969).

Notas para a história da antropologia no Rio Grande do Sul (1940-1969).

As circunstâncias particulares em que surgia a disciplina de Antropologia e Etnologia da UFRGS permitem qualifi cá-la (em seu início ainda ligada ao curso de História e Geografi a) como veiculadora de uma concepção hu- manista, complementar e formalmente integradora do conteúdo de outras disciplinas, uma espécie de imagem ornamental de homem, condizente com as expectativas de então. A criação da cadeira de Antropologia e Etnologia da URGS – na época universidade estadual não escaparia aos elos de troca entre as diferentes facções das elites políticas e seus clientes intelectuais, as quais costuravam redes informais de infl uência e prestígio que ganhavam expressão na indicação de professores para disciplinas, confi gurando em cada caso uma disputa entre as facções políticas, intelectuais ou eclesiás- ticas que apoiavam os candidatos. A Faculdade de Filosofi a da URGS, for- mada na década de 40, agrupando desde as ciências humanas até as ciências naturais, teve em sua origem a marca da infl uência de uma intelectualidade ligada direta ou indiretamente ao establishment católico do estado, a qual se fez sentir até a década de 60, como no episódio em que Jean-Paul Sartre fora impedido de ministrar uma conferência na UFRGS por suas posições ateístas e anticlericais. A cátedra de Antropologia e Etnologia, criada em 1942, também fora concedida a um padre jesuíta, Balduíno Rambo, mas através de um jogo de pressões. Rambo, intelectual polivalente, poeta, líder popular na colônia alemã e também um notável naturalista, postulava a cá- tedra de Botânica no que encontrava a disputa de Alarich Schültz, também
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História e Antropologia no campo da nova história

História e Antropologia no campo da nova história

Numa primeira aproximação, a análise dessa abordagem histórico-etnográfica constata um paradoxo ou uma contradição nos termos: aquilo que Le Roy Ladurie define como “história imóvel”, e que, significativamente, foi objeto de muita controvérsia teórica e polêmica ideológica. Não se trata de um mero jogo de palavras, mas da tentativa de elucidação teórica de um novo regime ou estatuto de historicidade. Se lembrarmos uma bela frasezinha de um grande historiador do século XIX — “A essência da história é a sua eterna mutabilidade” (BURCKHARDT, 1961: 33) — percebemos o que a expressão “história imóvel” comporta de aparente incongruência. Mas, de fato, trata-se de uma análise histórica que, próxima das abordagens estrutural-funcionalistas em antropologia, é prenhe de oscilações entre a permanência e a mudança. Como se sabe, a partir da geo-história braudeliana desenvolveu-se, em resposta ao desafio estruturalista, a chamada história estrutural. Ela buscou combinar a abordagem das estruturas mentais e das estruturas materiais, com o objetivo de explicar os elementos infraestruturais e superestruturais que constituem, na longa duração, obstáculos e cerceamentos às mudanças. (Cf. BRAUDEL, 1978: passim) O realce do tempo longo, sem contradizer no essencial o princípio de historicidade, evidenciou os fenômenos de inércias, de sobrevivências, retardamentos e permanências. Doravante, o uso do plural tornar-se-ia obrigatório: as historicidades, variáveis segundo os objetos, os problemas e as abordagens dos fluxos de matéria social no tempo e no espaço.
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Antropologia católica e história da Itália.

Antropologia católica e história da Itália.

A presença da essência católica na sociedade italiana é tão penetrante, a ponto de ela se ter tornado quase invisível, na- tural, como o ar que se respira. Não é por acaso que parcela significativa da historiografia do Estado moderno tenha dedicado a sua atenção a períodos anteriores, principalmente aos séculos XV e XVI, quando o Estado moderno nascia nas grandes monarquias europeias, deixando a Itália para trás. A historiografia da Igreja, muitas vezes, também con- centrou suas atenções sobre a heresia e o debate anterior ao Concílio de Trento, e não sobre a Igreja que veio a se conso- lidar no período posterior. Seria positivo, portanto, indagar não tanto sobre o que foi dito ou pensado sobre as relações entre leigos e católicos, ou entre instituições do Estado e autoridades eclesiásticas. Quero propor algumas indagações so- bre os efeitos sobre o senso comum relativo à política e à justiça que a presença paralela do Estado e da Igreja produziu na mentalidade dos cidadãos, convencido de que existe uma antropologia católica que torna o senso comum um tercei- ro personagem importante na história das relações entre Estado e Igreja.
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Questões de fronteira: sobre uma antropologia da história.

Questões de fronteira: sobre uma antropologia da história.

Quarenta anos depois, o mestre francês ainda procuraria defender seu ensaio dos ataques de historiadores: “Meu artigo tendia a mostrar que uma oposição nefasta e caduca deveria ceder lugar aos trabalhos que os etnólogos e historiadores hoje podem realizar lado a lado” 44 . Lévi-Strauss trataria, inclusive, de esclarecer seu partido em novo artigo, apresentado em 1983, por ocasião do V Ciclo de Conferências em homenagem a Marc Bloch. Apesar da repetição do título — “História e etnologia” —, não existem referências explícitas ao texto anterior, e, nesse caso, o ensaio principiava com um elogio (breve) à obra de Bloch. Seu objetivo era examinar as “estreitas relações entre as disciplinas” e adiantar que “graças à antropologia [...] os historiadores teriam percebido a importância das manifestações obscuras”. E é por meio dessas “manifestações” que o autor introduz um novo campo: uma “antropologia histórica”. O problema é então anunciado da se- guinte maneira: “Todas as sociedades são históricas, mas apenas algu- mas o admitem francamente, outras preferem ignorá-lo” 45 . As culturas
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Pesquisa em educação: confluências entre Didática, História e Antropologia.

Pesquisa em educação: confluências entre Didática, História e Antropologia.

Resulta impensável, a partir desse enfoque, compreender situações e su- cesso presenciados atualmente sem considerar a dimensão temporal. A experiência de campo nos confronta com a heterogeneidade; a investigação histórica permite situar a diversidade cotidiana em uma configuração in- teligível, que esclarece a formação social das práticas e saberes observados. Por sua vez, a mirada antropológica sugere novas formas de indagar na história, de entender a temporalidade e de explorar os vestígios materiais e textuais. Integrar história e antropologia tem sido minha forma de assegu- rar, à evidência fragmentada que se recolhe no campo e no arquivo, uma articulação possível. (ROCKWELL, 2009, p. 14).
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A “Antropologia da civilização” de Darcy Ribeiro e as relações da história e antropologia.

A “Antropologia da civilização” de Darcy Ribeiro e as relações da história e antropologia.

Antropologia da Civilização”, não está presente somente uma abordagem latino- americana, mas destaca-se também sua contribuição para o pensamento social brasileiro, bem como para a reflexão do processo de “assimilação” dos indígenas pela sociedade moderna, temas e conceitos bastante problemáticos para a antropologia contemporânea, tendo em vista que, de caráter geral, as proposições etnológicas de Darcy Ribeiro, no que se refere a tais processos, passaram a compor parte de uma história das teorias de assimilação e não uma teoria universal da assimilação, melhor dizendo, seus estudos são tratados mais como “dados etnográficos” do que uma teoria que corresponda ao processo mesmo. É também relevante deixar claro que o principal objetivo de Darcy era combater a perspectiva eurocêntrica das explicações que faziam uso de uma abordagem diacrônica, focando os processos evolutivos.
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A história intelectual e a virada ontológica na antropologia

A história intelectual e a virada ontológica na antropologia

Pretendemos apresentar, neste artigo, uma investigação sobre a contribuição que a virada ontológica na antropologia contemporânea pode proporcionar para a história intelectual. Trata-se de pensá-la como uma resposta a certas tendências formalistas da virada linguística, especialmente pelo primado ontológico conferido aos existentes, incluindo não humanos, o que reforça seu caráter materialista, por vezes antinarrativista e antitextualista. Ao longo dos últimos 20 anos, algumas tendências de pensamento reivindicam um retorno às coisas do mundo em seu caráter de tangibilidade e de presença, bem como uma retomada de modos de existência que foram subordinados ao naturalismo como ontologia primeira. É para essas tendências que nos direcionamos a seguir, de modo que possamos destacar sua importância para repensar a história intelectual. O artigo foi dividido em três partes: na primeira, apresentamos algumas características da história intelectual no interior da virada linguística e para além dela; na segunda parte, apresentamos algumas ideias da virada ontológica na antropologia, consubstanciadas na antropologia simétrica, na antropologia da natureza e no perspectivismo ameríndio; por fim, lançamos mão de um exemplo empírico da história intelectual no Brasil que pode permitir uma leitura da obra como presença de duas ontologias: a naturalista e a animista. Trata-se da obra Os sertões, de Euclides da Cunha.
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O Museu Paulista e a história da antropologia no Brasil entre 1946 e 1956.

O Museu Paulista e a história da antropologia no Brasil entre 1946 e 1956.

A proposta foi aprovada e a nova série da revista começou a ser pu- blicada a partir de 1947, com um perfil muito diferente daquele das revistas publicadas até 1938. Até então, os artigos impressos tratavam majoritariamente de assuntos referentes às ciências naturais, especial- mente zoologia. A partir de 1947, a publicação passou a veicular quase exclusivamente textos de antropologia. Analisando o conteúdo da revis- ta nesses dois períodos, isto é, o primeiro de 1895 a 1938, e o segundo de 1947 a 1956, chega-se a dados esclarecedores: no primeiro período, foram publicados no total 228 artigos, dos quais 65% sobre zoologia, 10% sobre antropologia, 8% são biografias, 4% sobre lingüística, 4% sobre geologia, 1% sobre botânica e 1% sobre arqueologia, sendo 6% sobre outros assuntos. No segundo período, dos 74 artigos publicados, 74% são sobre antropologia, 8% são biografias, 6% sobre arqueologia, 4% sobre história, 1% sobre lingüística e 7% tratam de outros assuntos. Os artigos de antropologia publicados pela revista formavam um conjunto bem ilustrativo do que se considerava o domínio dessa ciência naquela época. Em boa parte, eram artigos voltados para a etnologia indígena, escritos por etnólogos alemães e traduzidos para o português por Herbert Baldus ou Egon Schaden. Nesse grupo de artigos, figuram quatro textos de Max Schmidt (volume 1, nova série, 1947), a tradução da segunda parte de Vom Roraima zum Orinoco, de Theodor Koch- Grünberg (volume 7, n.s., 1953), o artigo “Contribuições para a Etno- logia do Brasil”, de Paul Ehrenreich (volume 2, n.s., 1948), e “Máscaras grandes do alto Xingu”, de Fritz Krause (volume 12, n.s., 1960). No domínio da etnologia indígena, também eram veiculados artigos do pró- prio Herbert Baldus, de Harald Schultz, de Alfred Métraux, de Curt Nimuendaju, de Darcy Ribeiro e de Eduardo Galvão.
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Ciênc. saúde coletiva  vol.10 número1

Ciênc. saúde coletiva vol.10 número1

A começar pelo seu título, o livro – composto por no- ve partes – trata da pluralidade do masculino. Nesse olhar plural, revela-se a crítica incessante à masculi- nidade reduzida a uma categoria que torna os ho- mens homogêneos. Em oposição a essa redução, os autores buscam analisar os processos dinâmicos de construção e reconstrução do masculino. Para isso, rompem fronteiras, fazendo dialogar diferentes cam- pos disciplinares (antropologia, história, psicanálise e sociologia), em busca de uma abordagem interdisci- plinar, não só como produto da coletânea dos traba- lhos como também no interior de cada texto.
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An. mus. paul.  vol.3 número1

An. mus. paul. vol.3 número1

A mais tõnica combinação entre antropologia, história da medicina e história das cidades, foi conseguida por Richard Sennet em seu belíssimo Flesh and stone - the body and the city in we[r]

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A.M./A.M. para memória futura: dois homens que lutaram contra a ditadura dos dois lados da fronteira e meios de produção de memória

A.M./A.M. para memória futura: dois homens que lutaram contra a ditadura dos dois lados da fronteira e meios de produção de memória

poderão dividir-se em dois tipos: os meios de produção de memoriais e os meios de produção de transmissores de memória. O primeiro tipo, ligado à construção de monumentos, nomes de ruas, praças, bairros, jardins, estará mais dependente do capital social, político e económico de quem reivindica o não esquecimento de uma determinada figura para a história local e nacional, enquanto o segundo será condicionado pelo capital social e cultural, do poder dos directores de jornais, dos editores, dos jornalistas, das relações de poder no seio das universidades entre quem decide que estudos devem ser financiados, que livros devem ser publicados, que áreas do território e que objectos de estudo devem ser investigados. Os detentores dos meios de produção de memória concentrados nos meios de comunicação e nas universidades em que há cursos de ciências sociais, como a história, antropologia, geografia e sociologia, como as universidades do Porto, Coimbra e Lisboa, não têm demonstrado muito interesse pela história do interior e dos distritos mais a norte do país nas últimas décadas, preferindo os estudos de escala nacional e internacional, esquecendo as perspectivas e as realidades sociais locais periféricas, distantes dos maiores centros de produção de transmissores de memória.
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Horiz. antropol.  vol.13 número28

Horiz. antropol. vol.13 número28

O professor José Loureiro Fernandes era o responsável pela cátedra de Antropologia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade do Paraná, criada em 1938. Especialista em Antropologia, com formação na França, ministrava as disciplinas de Antropologia Física, Etnografia Geral e Etnografia do Brasil para os cursos de Geografia e História, em 1950; e Antropologia Física, Antropologia Cultural e Etnografia do Brasil para as Ciências Sociais, em 1956. Atuou junto ao Museu Paranaense, coordenando a área de Antropologia e Etnografia estando no cargo de diretor por duas oportunidades, nos períodos de 1936 a 1943 e 1945 a 1946. Dirigiu o Centro de Estudos e Pesquisas Arqueoló- gicas – Cepa, criado em 1956. Investiu na atualização e especialização em Arqueologia Pré-Histórica e criou e dirigiu o Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR – MAE, localizado na cidade de Paranaguá. Criou e dirigiu o Depar- tamento de Antropologia de 1958 a 1968, quando se aposentou da cátedra de Antropologia. O Departamento de Antropologia que integrava a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras foi integrado ao Setor de Ciências Humanas, Le- tras e Artes, SCHLA, da Universidade Federal do Paraná.
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Diálogos interdisciplinares da Antropologia

Diálogos interdisciplinares da Antropologia

Noêmia Moura & Rosalvo Ortiz, ambos vinculados à Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), apresentam no artigo “Entre a Antropologia e a História: Alguns Pressupostos Teórico-Metodológicos no Estudo das Religiosidades Terena” e se propõem a evidenciar os pressupostos teórico-metodológicos que vem orientando seus estudos sobre religiosidades Terena, nos últimos anos. Enredados pelos conceitos de apropriação e terenização do cristianismo retratam o protagonismo dos sujeitos históricos Terena, que se reproduzem como sociedade, através dos religiosos não indígenas e de suas instituições cristãs, recrutando os brancos para sua própria continuidade.
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Apresentação

Apresentação

Já o trabalho de Temis Gomes Parente (UFT) e Cícero Pereira da Silva Júnior (UFPA), intitulado De estrada líquida à jazida energética: os sentidos do rio Tocantins na memória oral dos ribeirinhos, por meio da metodologia em História Oral, reflete sobre as relações estabelecidas e experienciadas entre os ribeirinhos e o rio Tocantins, nas duas dimensões, materiais e imateriais. O elemento inovador do artigo é o estreito diálogo com a Antropologia, apropriando-se da noção de dádiva de Marcel Mauss, com o intuito de ressignificar a(s) narrativa(s) dos ribeirinhos acerca do rio e do seu entorno.
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Horiz. antropol.  vol.18 número37

Horiz. antropol. vol.18 número37

Enfi m, embora o foco etnográfi co desse livro se situe nos Estados Unidos, as problemáticas e questões, práticas e teóricas, que aborda, trans- cendem aquele universo, sendo também pertinentes para se abordar o campo afro-religioso brasileiro – tanto pelos praticantes quanto pelos estudiosos – as- sim como melhor compreender as questões e tensões que transitam no interior dos movimentos políticos envolvendo os negros brasileiros. Portanto, este é um livro extremamente útil para todos os interessados na história dos negros norte-americanos e dos afrodescendentes das Américas, bem como em antro- pologia da religião e em antropologia política.
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Cultura e História: sobre o  dos povos indígenas

Cultura e História: sobre o dos povos indígenas

Os caminhos abertos pela confluência entre antropologia e história estimulam a pensar que, a partir de questões e hipóteses dessa natureza, estaremos em melhores con[r]

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Hist. cienc. saudeManguinhos  vol.21 número1

Hist. cienc. saudeManguinhos vol.21 número1

As pesquisas no campo da saúde, incluindo-se até aquelas no terreno das ciências sociais e humanas (a antropologia da saúde, a história da saúde etc.), tornaram-se objeto de intrincado e inaceitável processo de avaliação pelos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs), ligados à Conep. Suas normas classificam as pesquisas de nossas áreas dentro da mesma linha rígida das ciências biomédicas, como se fossem estudos clínicos, pesquisas sobre genética, uso de placebo ou experimentos laboratoriais com humanos. O CNS criou em 2011 a chamada Plataforma Brasil, base de dados que exige o registro de pesquisas “envolvendo
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