aorta torácica

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Tratamento endovascular de pseudoaneurisma de aorta torácica: relato de caso.

Tratamento endovascular de pseudoaneurisma de aorta torácica: relato de caso.

No mesmo dia, optou-se pelo tratamento endovascu- lar. Inicialmente, foi puncionada a artéria femoral comum esquerda e colocado introdutor valvulado 5F. Passou-se cateter guia Pig Tail centimetrado e foi realizada a angio- grafia que confirmou o diagnóstico de pseudoaneurisma da aorta torácica (Figura 2A). Realizou-se inguinotomia direita com isolamento da artéria femoral comum e, logo depois, punção da artéria femoral comum direita e passa- gem de fio guia Lunderquist ® de 0,038”, 260 cm, posicio- nando-se este no arco aórtico. Através desse fio foi posici- onada e liberada a endoprótese Talent ® 34/34/115 mm (Figura 2B) e foi realizada a acomodação da endoprótese com balão de látex. Em seguida, uma angiografia após o implante da endoprótese evidenciou a exclusão do pseudo- aneurisma e revelou a aorta torácica pérvia em toda a sua extensão.
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Soluções de Desramificação em Endoprótese para Dissecções Complexas da Aorta Torácica.

Soluções de Desramificação em Endoprótese para Dissecções Complexas da Aorta Torácica.

O tempo médio de permanência em internação hospitalar foi de 17,2 ± 14 dias. A média de acompanhamento foi de 20 ± 8 meses. A patência de todas as pontes foi de 100%. Ao final de 12 meses, 17 pacientes estavam vivos, com 12 pacientes apresentando trombose completa do lúmen falso. Foi observada trombose parcial nos demais dois pacientes, sem alargamento do aneurisma ou sinais de má Figura 3 – Angiografia digital pré-operatória do paciente com aorta ascendente e dissecção da aorta torácica (a). Observe que a distância entre a artéria carótida esquerda e a artéria subclávia esquerda é de quase 1 centímetro, e que artéria carótida esquerda e o ostio do tronco braquioencefálico estão quase ao mesmo nível. É possível adiantar que o reparo do arco tipo II permite instalar uma endoprótese de maneira segura em Z0. TC do mesmo paciente após a substituição da aorta ascendente (b).
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Tratamento endovascular das doenças da aorta torácica: análise dos resultados de um centro.

Tratamento endovascular das doenças da aorta torácica: análise dos resultados de um centro.

Objetivo: Analisar os resultados do tratamento de uma série consecutiva de pacientes submetidos a tratamento en- dovascular de doenças da aorta torácica. Foram observados o sucesso técnico, o sucesso terapêutico, a morbimorta- lidade e a taxa de complicações perioperatórias e de reintervenções. Materiais e Métodos: Estudo retrospectivo, realizado em um centro de referência, no período de janeiro de 2010 a julho de 2011, em que foram analisados pacientes submetidos a correção endovascular de doenças da aorta torácica. A população foi dividida em dois grupos: grupo 1 (G1) – aneurismas de aorta torácica verdadeiros, úlcera aórtica e pseudoaneurisma; grupo 2 (G2) – dissecção aórtica tipo B crônica. Resultados: Em um total de 55 pacientes tratados, 29 pertenciam ao G1 e 26, ao G2. As idades médias foram 66,8 ± 10 e 56,4 ± 7 anos, respectivamente. Os sucessos técnico e terapêutico foram, respectiva- mente, 86,3% e 68,6% no G1 e 100% e 74% no G2. A mortalidade perioperatória foi 10,3% no G1 e 7,6% no G2, com taxa de mortalidade anual de 10,3% no G1 e de 19,3% no G2. As taxas de reintervenções foram 10,3% e 15,3%, respectivamente. Conclusão: Em nosso estudo, o tratamento endovascular das doenças da aorta torácica demons- trou ser um método viável e associado a aceitáveis taxas de complicações.
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Tratamento endovascular de pseudoaneurisma de aorta torácica com fístula aorto-brônquica em pós-operatório tardio de cirurgia de correção de coarctação de aorta.

Tratamento endovascular de pseudoaneurisma de aorta torácica com fístula aorto-brônquica em pós-operatório tardio de cirurgia de correção de coarctação de aorta.

Fístula aorto-brônquica é uma conexão entre a aorta e o brônquio, e mesmo quando imediatamente reconhecida e tratada possui alto risco de letalidade. Pode se desenvolver após cirurgias de aorta, e é geralmente uma consequência de pseudoaneurisma. A hemoptise, massiva ou intermitente, é o principal sintoma apresentado. O tratamento convencional da fístula aorto-brônquica é a cirurgia aberta de aorta torácica, com reconstrução traqueobrônquica. Recentemente, o reparo endovascular tem sido proposto como uma alternativa. Os autores apresentam um relato de tratamento endovascular, realizado com êxito, de pseudoaneurisma de aorta torácica com fístula aorto-brônquica 22 anos após cirurgia para correção de coarctação aórtica.
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A natação forçada induz subsensibilidade à fenilefrina em aorta torácica de rato.

A natação forçada induz subsensibilidade à fenilefrina em aorta torácica de rato.

O estresse pode alterar a função vascular. O objetivo deste trabalho foi estudar a sensibilidade à fenilefrina (FE) em aorta torácica de ratos submetidos à natação forçada. Ratos Wistar (200-250 g) foram submetidos a três sessões de natação aplicadas em dias consecutivos (15, 30 e 30 min respectivamente). Imediatamente após a última sessão, os animais foram sacrificados e, da aorta torácica foram obtidos anéis (3-5 mm) com e sem endotélio. Os anéis foram mantidos em solução de Krebs-Henseleit (37 ºC; 95% O 2 -5% CO 2 ). A integridade do endotélio foi avaliada pelo relaxamento em resposta à acetilcolina (10 μM), após indução de contração por FE (0,1 μM). Curvas concentração-efeito à FE foram obtidas (n=5/grupo). Não houve diferença na resposta máxima à FE entre os tratamentos controle e estresse, em anéis com e sem endotélio (p>0,05). A natação forçada induziu subsensibilidade à FE em anéis com endotélio de aorta torácica isolada de ratos submetidos à natação (pD 2 = 6,89 ± 0,07, p<0,05), em relação ao grupo controle (pD 2 = 7,46 ± 0,06), sem alteração nos anéis desprovidos de endotélio. A inibição in vitro da síntese de óxido nítrico cancelou esta subsensibilidade. Em conclusão, a subsensibilidade à FE induzida pela natação forçada parece ser causada pelo aumento da atividade do sistema de óxido nítrico endotelial.
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Tratamento endovascular de ruptura traumática da aorta torácica descendente.

Tratamento endovascular de ruptura traumática da aorta torácica descendente.

No Hospital de Ensino da Faculdade de Medicina do ABC, iniciamos nossa experiência em 1996, e desde então temos utilizado esta técnica no tratamento das dissecções e aneurismas da porção descendente da aorta torácica 3 . A ruptura traumática da aorta torácica des- cendente, relatada neste trabalho, não fazia parte dos

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Pré-condicionamento isquêmico e monitorização da função medular na abordagem da aorta torácica descendente.

Pré-condicionamento isquêmico e monitorização da função medular na abordagem da aorta torácica descendente.

Os resultados apresentados neste trabalho experimental nos mostram que o PI agudo, baseado na monitorização dos PESS, é um fator de proteção neurológica ao sofrimento isquêmico da medula espinhal, induzido pelo pinçamento prolongado da aorta torácica descendente. Além disso, observou-se também que a determinação do PESS é um bom método de monitorização neurológica e de avaliação do prognóstico clínico de procedimentos que envolvam a indução de isquemia medular.

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Correção cirúrgica de aneurismas da aorta torácica por técnica de exclusão.

Correção cirúrgica de aneurismas da aorta torácica por técnica de exclusão.

O tratamento .cirúrgico, a princípio, impõe-se a todo paciente portador de um aneurisma da aorta torácica, a não ser que exista uma contra-indicação formal à sua ressecção, j[r]

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Avaliação da Velocidade Média na Aorta Torácica Descendente em Fetos com Anemia.

Avaliação da Velocidade Média na Aorta Torácica Descendente em Fetos com Anemia.

Métodos: estudo prospectivo, transversal, no qual foram analisados 66 fetos de gestantes isoimunizadas, em que se realizou a cordocentese para a realização de transfusões intra- uterinas pela via intravascular (66,7%). Nos fetos que foram submetidos à transfusão intra- uterina pela via intraperitoneal, ou naqueles casos em que não houve necessidade de tratamento intra-uterino (33,3%), a determinação da concentração de hemoglobina do cordão foi realizada pela punção do cordão umbilical, no momento da interrupção da gestação. Neste grupo de fetos estudados, foi realizado exame dopplerfluxométrico da artéria aorta torácica descendente, sendo calculada a velocidade média de fluxo. Foi realizado estudo de associação entre as variáveis. Foram também calculados os valores de sensibilidade, especificidade, valores preditivos positivo e negativo.
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Correção dos aneurismas da aorta torácica e toracoabdominal: técnica de canulação central.

Correção dos aneurismas da aorta torácica e toracoabdominal: técnica de canulação central.

Todos os pacientes foram preparados conforme protocolo do Serviço para a cirurgia de correção de aneurismas da aorta torácica e toracoabdominal: monitorização do ritmo cardíaco, da pressão arterial média por meio de cateterismo (dissecção ou punção) da artéria radial (direita), cateterismo de veia periférica com abocat nº 16 para indução anestésica, oxímetro de pulso, controle de débito urinário por cateterismo vesical com sonda Foley, tempe- ratura nasofaríngea por meio de um tele-termômetro modelo 43 – TA, fabricado pelo Yellow Springs Instruments Co.Inc, acesso venoso central por punção da veia subclávia ou veia jugular inter- na direita, colchão térmico para manter a temperatura corporal de acordo com as necessidades cirúrgicas.
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Tratamento cirúrgico das lesões da aorta torácica utilizando parada circulatória total hipotérmica com perfusão cerebral retrógrada.

Tratamento cirúrgico das lesões da aorta torácica utilizando parada circulatória total hipotérmica com perfusão cerebral retrógrada.

Tratamento cirúrgico das lesões da aorta torácica utilizando parada circulatória total hipotérmica com perfusão cerebral retrógrada.. RESUMO: De setembro de 1991 a fevereiro de 1992,[r]

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Migração de fio de Kirschner transfixando artéria aorta torácica ascendente.

Migração de fio de Kirschner transfixando artéria aorta torácica ascendente.

Pela toracotomia póstero-lateral esquerda, abordou-se a transfixação. Com liberação da porção ascendente na face posterior, dissecção da porção descendente da aorta torácica e reparando os orifícios de entrada e saída com pontos em U preparados com reforço de feltro foi possível remover o fio de Kirschner em segurança e sem sangramento. Considerando o tempo de permanência do fio na luz da aorta, houve a formação de camada de fibrina em torno do corpo estranho, sendo que uma manobra de torção do fio foi necessária para remoção sem lacerar a parede do vaso, como também o pinçamento momentâneo da artéria carótida como prevenção quanto ao eventual êmbolo de fibrina.
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Hemoptise e hemotórax como apresentação de ruptura de aorta torácica.

Hemoptise e hemotórax como apresentação de ruptura de aorta torácica.

Dissecção da aorta torácica é doença de grande mortalidade em sua fase inicial, mas pode, em alguns casos, se cronificar. Relatamos caso de paciente com dissecção crônica de aorta tipo B (Stanford), admitido na Emergência com confusão mental, dispnéia e relato de hemoptise importante. O eletrocardiograma mostrava alterações inespecíficas e a radiografia de tórax revelou opacificação do hemitórax esquerdo. O ecocardiograma transtorácico não evidenciou dissecção aórtica, mas demonstrou imagem compatível com hemotórax, ocasionando a suspeita de ruptura da aorta. O paciente evoluiu em colapso cardiovascular e óbito. Este caso descreve duas apresentações atípicas da dissecção de aorta: hemotórax e hemoptise importante.
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Impacto da mortalidade da doença da aorta torácica no estado de São Paulo no período de 1998 a 2007.

Impacto da mortalidade da doença da aorta torácica no estado de São Paulo no período de 1998 a 2007.

Os aneurismas e as dissecções da aorta (CID I71) ocuparam a 30ª posição como causa mais frequente de óbito na população do estado de São Paulo, segundo ranking do Seade (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados), no período de janeiro de 1998 a dezembro de 2006 (Tabela 2), totalizando 18.042 óbitos por doenças da aorta. Durante esse período, ocorreram 8.448 óbitos por DAT nos CIDs referidos no trabalho, 4.922 óbitos em homens (58,3%), sendo 3.539 secundários à dissecção da aorta (71,9%) e 1.383 secundários à ruptura do aneurisma da aorta torácica (28,1%). As 3.526 mulheres que morreram por DAT (41,7%) apresentaram distribuição semelhante à dos homens, com 71,6% dos óbitos secundários à dissecção da aorta e 28,4% secundários ao aneurisma da aorta torácica.
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Cisto tímico como diagnóstico diferencial de doença aguda da aorta torácica.

Cisto tímico como diagnóstico diferencial de doença aguda da aorta torácica.

Paciente encaminhada de outro serviço com história de dor torácica aguda de forte intensidade com diagnóstico de hematoma intramural na aorta ascendente para correção cirúrgica. Após investigação diagnóstica, identificou-se tumoração cística no mediastino anterior, que envolvia toda a aorta ascendente e que produzia restrição ao enchimento diastólico do ventrículo direito. A análise histológica do tumor ressecado revelou o diagnóstico de cisto tímico. Objetivo deste relato é descrever tumoração mediastinal de baixa prevalência, que pode produzir imagem radiológica com características de hematoma intramural e resultar em conduta terapêutica equivocada.
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Correção de doenças da aorta torácica com utilização de hipotermia profunda e parada circulatória.

Correção de doenças da aorta torácica com utilização de hipotermia profunda e parada circulatória.

Em dois pacientes, o procedimento foi utilizado para tratamento de lesões da aorta descendente, sendo um paciente portador de dissecção aguda, no qual foi reali- zada a técnic[r]

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Tratamento híbrido das doenças complexas da aorta torácica.

Tratamento híbrido das doenças complexas da aorta torácica.

Paraplegia e acidente vascular encefálico são complicações conhecidas associadas à intervenção no arco aórtico. A etiologia destas complicações, após o tratamento cirúrgico convencional ou híbrido, geralmente é multifatorial e dificilmente definida, porém está associada à extensão do segmento de aorta tratado, ao uso de circulação extracorpórea e ao tempo de pinçamento [21]. De acordo com Dillavou et al. [22], analisando somente pacientes tratados por AAT, a incidência de paraplegia e mortalidade foi significativamente menor com o tratamento híbrido (3% e 2%, respectivamente) do que com o tratamento convencional (13% e 10%). A incidência de acidente vascular encefálico em ambos os métodos foi similar (4%). Comparativamente, em nosso estudo, envolvendo também paciente com DA aguda, nenhum paciente apresentou paraplegia ou acidente vascular encefálico e a mortalidade foi de 17%. Isoladamente, são conhecidos muitos estudos avaliando os resultados da cirurgia convencional para pacientes com DA aguda, variando a incidência de mortalidade de 6% a 69%. Complicações durante o procedimento endovascular, como ruptura da aorta, isquemia visceral aguda ou vazamentos que necessitem de conversão imediata para cirurgia aberta são descritos, apesar de não terem sido observados nesta série. Assim, acreditamos serem estes fatores determinantes para que os procedimentos sejam realizados em centros com experiência e infra-estrutura em cirurgia cardiotorácica.
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Secção da aorta descendente por traumatismo fechado do tórax: tratamento cirúrgico com sucesso.

Secção da aorta descendente por traumatismo fechado do tórax: tratamento cirúrgico com sucesso.

RESUMO : É descrito caso de secção da aorta torácica descendente, após a emergência da artéria subclávia esquerda decorrente de trauma fechado do tórax.. O emprego [r]

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Tratamento percutâneo da úlcera penetrante de aorta.

Tratamento percutâneo da úlcera penetrante de aorta.

Os pacientes acometidos por esta variante de dissecção de aorta estão, na sua grande maioria, entre a sexta e oitava décadas de vida, diferente do perfil etário dos pacientes acometidos pela dissecção de aorta tipo A clássica e semelhante àqueles acometidos pela dissecção do tipo B. São portadores de hipertensão arterial sistêmica, enfisema pulmonar, dislipidemias, insuficiência renal crônica e diabete melito. Geralmente acometem aorta descendente com maiores diâmetros e não tem predileção por sexo. Clinicamente, a dor torácica constitui um achado comum com irradiação para as regiões caudais, acompanhando o envolvimento da aorta torácica descendente 3,6 .
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Braz. J. Cardiovasc. Surg.  vol.24 número2 suppl.1 v24n2s1a08

Braz. J. Cardiovasc. Surg. vol.24 número2 suppl.1 v24n2s1a08

multicêntrico brasileiro com 255 pacientes que mostrou que a curva de sobrevida em 36, 60 e 112 meses foi 96%, 89.1%, 85.1% e a curva livre de reintervenção para o mesmo período foi de 93.6%, 82.7%, 57.2%, respectivamente. O estudo mostrou uma baixa morbi-mortalidade no grupo com diversos tipos de doenças da aorta torácica, mas depois de um período de 42 meses houve um aumento do percentual de novas intervenções [5].

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