Aplicações - Ferritas.

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Elaboração de nanopartículas de ferritas do tipo ZnxCo1-xFe2O4@y-Fe2O3, visando à elaboração de novos fluidos magnéticos para aplicações em hipertermia

Elaboração de nanopartículas de ferritas do tipo ZnxCo1-xFe2O4@y-Fe2O3, visando à elaboração de novos fluidos magnéticos para aplicações em hipertermia

Uma das características mais importantes para se alcançar e ajustar estas propriedades está relacionada ao seu método de preparação. Vários métodos têm sido utilizados para a preparação de nanopartículas de ferritas mistas, incluindo o método hidrotérmico (Xuan et al. 2007; GऺzȨak et. al 2009), coprecipitação (Vaidyanathan et al. 2007; Sharifi and Shokrollahi 2012), sol-gel (Airimioaei et al. 2011; Ghasemi et al. 2011), sol- gel/combustão (Bhattacharjee et al. 2011), a reação de combustão (Franco e Silva 2013; Kऺseoۜlu et al. 2009), reação em estado sólido (Tan et al. 2010) e a técnica de decomposição térmica de precursores (Kuznetsov et al. 2011; Bayoumi 2007). Tem-se demonstrado que o tamanho das nanopartículas, a composição estequiométrica e a estrutura atômica são influenciadas fortemente pelo método de síntese (Chen et al. 2011; Vestal e Zhang 2003; Daou et al. 2006). A maioria dos estudos que relatam a síntese, caracterização e aplicações de ferritas de cobalto substituídas por zinco Zn x Co 1-x Fe 2 O 4 mostram que as propriedades
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Síntese de ferritas dopadas com cobre a partir da reciclagem de baterias de íon-Li (CuFe2O4-LiBs) e suas aplicações na descoloração do corante azul de metileno pelo processo de foto Fenton heterogêneo e como pseudocapacitor eletroquímico

Síntese de ferritas dopadas com cobre a partir da reciclagem de baterias de íon-Li (CuFe2O4-LiBs) e suas aplicações na descoloração do corante azul de metileno pelo processo de foto Fenton heterogêneo e como pseudocapacitor eletroquímico

No presente estudo, utilizou-se um método de co-precipitação para a síntese de Fe 2 O 3 /Fe 3 O 4 e CuFe 2 O 4 -A a partir de reagentes comerciais e CuFe 2 O 4 -LiB a partir de baterias de íon lítio. As estruturas das ferritas Fe 2 O 3 /Fe 3 O 4 , CuFe 2 O 4 -A e CuFe 2 O 4 -LiB foram confirmadas por análise DRX e sua composição por EDX e ICP OES. As imagens de MEV revelaram a formação de aglomerados e as imagens de MET demonstraram que as partículas estão na escala nanométrica. Ferritas são materiais de grande importância por causa de suas aplicações multifuncionais. As propriedades fotocatalíticas e pseudocapacitivas das ferritas sintetizadas foram investigadas. As propriedades fotocatalíticas foram analisadas na descoloração do corante AM pelo processo foto Fenton heterogêneo com radiação solar. Determinaram-se as condições ideais de descoloração de AM pelo planejamento experimental. CuFe 2 O 4 -LiB, quando aplicada no processo catalítico nas condições de reação ótima, obteve-se a eficiência de descoloração de 96,1% em 45 min. A análise da solução de AM após 105 min de reação foto Fenton heterogêneo detectou a formação de compostos menos tóxicos, como ácido fórmico e ácido acético. Foi observada uma redução de DQO de 32,3%, comprovando que ocorreu a degradação de AM. Assim, o material reciclado a partir de baterias provou ser um catalisador eficaz de descoloração de AM e foi capaz de promover a degradação do mesmo. Com base nas análises de ICP OES, as concentrações de ferro e cobre nas soluções após a catálise estão de acordo com a Resolução CONAMA 397/08. O perfil voltamétrico de CuFe 2 O 4 é característico de um pseudocapacitor devido à sua reversibilidade de carga e descarga. A eficiência de carga observada (84,1%) indica boa reversibilidade. A CuFe 2 O 4 -LiB tem características eletroquímicas promissoras para aplicação em pseudocapacitores porque apresenta alta eficiência de carga e reversibilidade em ciclos de carga/descarga.
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Síntese e caracterização de ferritas não dopadas e dopadas com Mn a partir de baterias Zn-MnO2 exauridas e suas aplicações catalíticas.

Síntese e caracterização de ferritas não dopadas e dopadas com Mn a partir de baterias Zn-MnO2 exauridas e suas aplicações catalíticas.

metálicos nos sítios tetraédricos e octaédricos. Essas características estão relacionadas diretamente com a rota de síntese adotada. Diferentes métodos de síntese podem ser utilizados para obtenção de ferritas do tipo espinélio. Podemos destacar os métodos: hidrotermal, de reação em estado sólido, solvotermal, sol-gel e da co-precipitação (ZAHRAEI, M et al. 2015.; NAIDU, K. C. B. N.; MADHURI, W. 2016.; HOSSEINI, M.; SADEGHI, M.; TAGHIZADEH, M. J. 2013; LI, M et al. 2016; LI, J et al. 2010). Dentre os métodos de síntese supracitados, a co-precipitação é um método que se destaca por ser bastante simples e de fácil reprodução em larga escala. A co-precipitação baseia-se na mistura homogênea de sais de ferro, podendo ser adicionado sais do metal dopante (Mn, Co, Cu, Zn, Ni), em solução aquosa com adição lenta de agente precipitante (NaOH ou NH 4 OH). A adição do
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Síntese e caracterização de espinélios à base de ferritas com gelatina como agente direcionador.

Síntese e caracterização de espinélios à base de ferritas com gelatina como agente direcionador.

As ferritas com estrutura tipo espinélio compreendem um grupo de materiais magnéticos muito bem estabelecidos. Contudo, melhoramentos e inovações continuam acontecendo visando novas aplicações e otimização das técnicas de preparação. Dentre os materiais com estrutura espinélio, as ferritas se destacam por possuírem ampla importância tecnológica na área de materiais, com aplicabilidades em sensores de umidade e de oxigênio, materiais de microondas, pigmentos, materiais magnéticos e elétricos, catálise de hidrogenação, fi lmes fi nos, revestimentos cerâmicos, dentre outros. Neste trabalho espinélios tipo CuFe 2 O 4 e CuFeCr 2 O 4
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Estudo da estrutura e propriedades magnéticas de ferritas de Ni2+/Zn2+ dopadas com Nd3+

Estudo da estrutura e propriedades magnéticas de ferritas de Ni2+/Zn2+ dopadas com Nd3+

Diante das revoluções que ocorrem em todo o planeta em relação aos sistemas de comunicação, de uma forma em geral, é crescente a utilização de dispositivos de telecomunicação através das ondas eletromagnéticas na região de micro-ondas, e assim a ampliação da pesquisa e do desenvolvimento no campo da miniaturização destes dispositivos vem sendo um dos maiores desafios nas diferentes áreas do conhecimento científico (SEBASTIAN, 2008). Assim o campo da comunicação sem fio vem passando por várias transformações nas últimas décadas, havendo a necessidade de pesquisas e desenvolvimento de novos materiais dielétricos, que apresentem baixas perdas dielétricas e boa estabilidade térmica para miniaturização e aplicações em dispositivos que operem na região de micro-ondas, como por exemplo, antenas, filtros, osciladores, telefones celulares, transmissores e receptores com alto desempenho e redes sem fio (COSTAet al., 2011).
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Síntese e caracterização de nanoestruturas de ferritas dopadas com samário e recobertas com polímeros

Síntese e caracterização de nanoestruturas de ferritas dopadas com samário e recobertas com polímeros

A maioria das tecnologias magnéticas usam materiais tais como ferro e ligas me- tálicas que possuem baixa resistividade elétrica. Isso torna inviável aplicações em alta frequências, por exemplo, núcleos indutores em circuitos de TV. O problema é a sua baixa resistividade elétrica que permite correntes induzidas (correntes de Foucault) uir dentro dos próprios materiais, produzindo aquecimento. Isso desperdiça energia e calor re- sultando em um problema para dispositivos. Portanto, os materiais tornam-se inecientes quanto maior for a frequência de operação. Contudo, as ferritas podem funcionar muito bem em altas frequências por causa da alta resistividade elétrica. Alta permeabilidade e estabilidade temporal e de temperatura, são características adicionais importantes, isso tem propiciado o uso das ferritas em alta frequência e transformadores de banda larga, ltros em circuitos, indutores ajustáveis e outros circuitos eletrônicos de alta frequência. As ferritas geralmente são mais usadas em componentes eletrônicos de alta frequência e em outros componentes de circuitos que necessitam de uma melhor performance. O principal fator dessa escolha deve-se ao fato das ferritas serem em geral mais baratas do que ímãs metálicos e ligas metálicas. As ferritas são a melhor opção pra frequências de funcionamentos entre 10 kHz até a casa dos MHz, isso quando se precisa de um baixo custo associado.
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Influência do combustível na síntese por reação de combustão de ferritas NI-ZN.

Influência do combustível na síntese por reação de combustão de ferritas NI-ZN.

Com base nos relatos acima, observa-se a versatilidade das ferritas em relação a distintas aplicações como nanocompósitos, sensores magnéticos (medicina), absorvedores de radiação eletromagnética, etc. Além da variedade aplicações, verifica-se também, a obtenção das ferritas por diferentes métodos, buscando aperfeiçoar resultados e/ou produzi-las de acordo com a aplicação desejada. Tem-se que as ferritas podem ser obtidas por reação de combustão, método dos citratos percussores, mistura de óxidos, etc., com ou sem tratamentos térmicos posteriores (calcinações). Resultados demonstram que as ferritas podem apresentar partículas nanométricas, monofásicas ou não, constituídas por aglomerados moles com partículas esféricas ou não, com boas áreas específicas e magnetizações de saturação que podem variar de acordo com o sistema obtido e condições de síntese.
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FERRITAS NiZn SINTETIZADAS POR REAÇÃO DE COMBUSTÃO EM CONDIÇÕES DIFERENTES. Materiais.

FERRITAS NiZn SINTETIZADAS POR REAÇÃO DE COMBUSTÃO EM CONDIÇÕES DIFERENTES. Materiais.

Usualmente, as ferritas tipo espinélio, assim como a maioria dos materiais cerâmicos, tem sido preparadas pelo método padrão, que é a mistura de óxidos. Este método, apesar de ser um método relativamente econômico, não permite o controle da homogeneidade e pureza, devido as impurezas provenientes do processo de mistura e moagem introduzidas no moinho de bolas, e os óxidos necessitam ser calcinados em altas temperaturas para permitir a formação do produto final com alta densidade. Existe uma forte ligação entre o modo de preparação das ferritas, suas propriedades e aplicações [3]. As propriedades magnéticas de um material são determinadas intrinsecamente pela estrutura eletrônica dos átomos constituintes e por sua estrutura cristalina. Extrinsecamente, são determinadas pela microestrutura, a qual depende do processamento utilizado (condições de temperatura, tempo e atmosfera de sinterização, métodos de síntese utilizados para obtenção do pó, etc.) [4].
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Avaliação da microestrutura e das propriedades magnéticas de ferritas Ni-Zn dopadas com cobre.

Avaliação da microestrutura e das propriedades magnéticas de ferritas Ni-Zn dopadas com cobre.

aplicação na eletrônica de potência de materiais cristalinos magneticamente moles como ferritas de Ni-Zn, vem se incrementando constantemente. Em particular, o aumento do mercado comercial para fontes de potência exige a produção de núcleos de ferritas de alta performance para operar em freqüências cada vez maiores e com menos perdas. Isto tem levado a um forte incremento na pesquisa básica e aplicada de propriedades magnéticas de ferritas Ni-Zn com diferentes dopantes, para aplicações em altas freqüências, com o intuito de miniaturizar componentes elétricos e eletrônicos. Com o crescimento das pesquisas em Nanociências e Nanotecnologia e a decorrente necessidade de componentes elétricos e eletrônicos cada vez menores, tem se verificado um renovado impulso na busca de novos materiais magnéticos e nos estudos tendentes a otimizar os materiais conhecidos [6].
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Síntese de ferritas de cobalto e níquel dopadas com zinco e caracterização de suas propriedades eletromagnéticas

Síntese de ferritas de cobalto e níquel dopadas com zinco e caracterização de suas propriedades eletromagnéticas

apresentam propriedades, magnéticas, em que ocorre à coexistência de estado ferroelétrico e ferrimagnético, as quais podem ser utilizadas em antenas de micro fitas e superfícies seletivas de frequências em faixas de micro-ondas miniaturizadas, sem perda de desempenho. A obtenção ocorreu através do processo de combustão e de processos físicos adequados a utilização ao método de sinterização do substrato, resultando um material cerâmico, de elevado grau de pureza nanométrico. Análises no Magnetômetro de Amostra Vibrante (MAV) mostraram que estes materiais ferriticos apresentam parâmetros como histereses de materiais que possuem comportamento próprio dos materiais magnéticos de boa qualidade, em que os estados de magnetização podem ser mudados bruscamente com uma variação relativamente pequena da intensidade do campo, tendo assim grandes aplicações no campo de eletroeletrônicos. A caracterizaram dos pós-cerâmicos sinterizados a 900°C, como suas propriedades estruturais, geométricas, tamanho do cristalito e distância Interplanar, foram feitas por Difração de Raios-X (DRX). Foram feitas outras análises, como a Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV), Fluorescência de Raios-X (FRX) , a permissividade elétrica e a tangente de perda, em altas frequências, através do aparelho ZVB - 14 Vector Network Analyzer 10 MHz-14 GHz, da ROHDE & SCHWART.
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Microestrutura e propriedades magnéticas de ferritas Ni-Zn-Sm.

Microestrutura e propriedades magnéticas de ferritas Ni-Zn-Sm.

A ferrita Ni-Zn é uma das ferritas do tipo espinélio mais estudadas científica e tecnologicamente, principalmente devido às suas aplicações na indústria eletroeletrônica como dispositivo magnético de alta resistividade. Estes materiais apresentam configuração cúbica espinélio inverso, pertencente ao grupo espacial Fd3m, e são materiais cerâmicos ferrimagnéticos, cuja composição química é formada por uma solução sólida dos óxidos de NiO, ZnO e Fe 2 O 3 . O óxido de ferro na forma de hematita (α-Fe 2 O 3 ) constitui em torno de 70% em peso de sua composição [1, 2].
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Investigação das propriedades estruturais e magnéticas de sistemas de ferritas nanoestruturadas para aplicação em hipertemia

Investigação das propriedades estruturais e magnéticas de sistemas de ferritas nanoestruturadas para aplicação em hipertemia

Atualmente, o estudo de materiais magnéticos com dimensões reduzidas (da ordem de nanômetros) têm sido intensificados devido às relevantes mudanças das propriedades físicas e químicas em comparação com as suas formas massivas. Nanopartículas magnéticas (NP’s) podem exibir propriedades específicas, tais como superparamagnetismo (abaixo de certo tamanho crítico) e spin–glass que geralmente são atribuídos aos efeitos de superfície e/ou desordem catiônica [1]. A compreensão das propriedades estruturais, morfológicas e magnéticas é de suma importância para o uso de NP’s em aplicações clínicas e tecnológicas, como por exemplo, em hipertermia magnética, ferrofluidos, imagem de ressonância magnética, entre muitas outras [2–4]. A geração de calor pelos materiais magnéticos pode ocorrer pelos processos de perdas dielétricos, correntes de Eddy, pelas perdas de histerese ou processos de relaxação do momento magnético e movimento browniano. Esses últimos processos despertam o interesse em aplicações clínicas por geralmente ser observados em NP’s com comportamento superparamagnético. As nanopartículas magnéticas com esse tipo de comportamento magnético possuem reduzidos riscos de aglomeração devido aos insignificantes valores de remanência e coercividade. As perdas por histerese são resultado dos processos de relaxação do momento magnético com a aplicação de campo magnético AC, e é dividido em dois tipos a relaxação de Brown e relaxação de Néel [5,6]. A utilização de nanopartículas magnéticas para geração de calor é restringida pelos valores de frequência e amplitude do campo magnético AC aplicado. Uma classe de materiais magnéticos nanoestruturados que tem despertado o interesse para uso em hipertermia magnética é conhecida como ferrita. A aplicação de tais materiais é devido a sua biocompatibilidade e a possibilidade de manipulação das suas propriedades estruturais e magnéticas. Os materiais ferritas possuem estrutura spinel com fórmula geral AFe 2 O 4 (onde A = Co, Mn, Ni, Zn, entre outros metais de transição). Esses
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Estudo do efeito da diluição nas propriedades microestruturais e magnéticas de ferritas Mn0,65Zn0,35Fe2O4 por reação de combustão.

Estudo do efeito da diluição nas propriedades microestruturais e magnéticas de ferritas Mn0,65Zn0,35Fe2O4 por reação de combustão.

As nanopartículas de ferrita Mn-Zn são materiais ferrimagnéticos que em comparação com os seus homólogos em massa apresentam propriedades físico-químicas únicas, como alta estabilidade química, propriedades magnéticas melhoradas, alta resistividade elétrica, baixas perdas por correntes parasitas, biocompatibilidade, entre outras. Em consequência, elas se encontram entre os materiais magnéticos adequados para vários tipos de aplicações nas áreas da eletrônica, interferência eletromagnética, armazenamento de dados e, também, em aplicações biomédicas, como hipertermia e como agentes de contraste em imagens de ressonância magnética [1-3]. Além disso, são também utilizadas na modalidade neuroprotecção ocular em aplicações clínicas de glaucoma [4] e em experimentos in vivo e in vitro, o que confirmou seu excelente desempenho magnético, capacidade
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Estudo das propriedades estruturais e elétricas de ferritas hexagonais do tipo M dis Cau Junior

Estudo das propriedades estruturais e elétricas de ferritas hexagonais do tipo M dis Cau Junior

Dielétricos, ou isolantes, são substâncias nas quais os elétrons estão presos aos núcleos dos átomos, isto é, não existem cargas livres na estrutura interna destes materiais. Qualquer material tem uma condutividade elétrica que é finita e há sempre um campo elétrico entre cargas de nomes opostos. Por isso as cargas tendem a neutralizar-se pelo deslocamento de portadores de carga dentro do material. A distribuição de cargas aproxima-se ao estado de equilíbrio neutro com o tempo de decaimento. Desta maneira, um dado material pode ser classificado ou isolante ou condutor, porque o tempo de observação varia dentro dos limites largos nas aplicações diferentes. O material é isolante se o tempo de decaimento for menor que o tempo de observação e condutor no caso oposto. É claro que o tempo de decaimento relaciona-se à condutividade [17].
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Síntese por energia de micro-ondas de ferritas NI-ZN.

Síntese por energia de micro-ondas de ferritas NI-ZN.

A obtenção de ferritas Ni-Zn policristalinas, monofásicas, com característica nanométrica e boas propriedades magnéticas é considerada complexa e difícil, visto que o principal problema encontrado está no fato de que as propriedades destas ferritas necessárias para determinadas aplicações não são intrínsecas, mas sim extrínsecas, ou seja, são afetadas pelas condições de processamento, tais como, método de síntese utilizado, temperatura e tempo de sinterização, atmosfera e taxa de aquecimento. Sendo assim, a ferrita não é completamente definida pela sua composição química e estrutura cristalina, requer conhecimento e controle dos parâmetros de processamento que possibilitam o controle de sua morfologia e microestrutura. Logo a seleção de um processo químico apropriado é, conseqüentemente, a chave para obter ferritas de boa qualidade e alto desempenho.
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Síntese e caracterização de nanopartículas de ferritas

Síntese e caracterização de nanopartículas de ferritas

Parâmetros como qualidade e proporção molar da base utilizada podem ser variados para que se possa controlar a morfologia das partículas, sendo assim é possível variar o tamanho do grão, passando da escala micrométrica para a nanométrica, além de se obter distribuições de diâmetro cada vez mais estreitas (Bucko and Haberko, 2007). Outros fatores como tempo e temperatura de reação, controle do pH e posterior tratamento térmico, influenciam nas características morfológicas e magnéticas (Kim et al., 2001) do sistema. Muitas são as vantagens deste método quando comparados com outros de via úmida, como simplicidade e facilidade de reprodução e produção em larga escala. Para aplicações biológicas tem-se a vantagem de produzir nanopartículas que podem ser dispersas em água, possíveis de se tornarem biocompatíveis. Por outro lado, existe uma limitação na temperatura de reação, por ocorrer em meio aquoso, produzindo ainda amostras de baixa cristalinidade, com, por exemplo, superfícies desordenadas, bem como uma alta dispersão de tamanhos.
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Síntese e caracterização de ferritas dopadas com estanho

Síntese e caracterização de ferritas dopadas com estanho

As propriedades magnéticas e elétricas das ferritas são função, não apenas dos raios e das valências, mas também do método de obtenção, das propriedades químicas, morfológicas, estequiométricas e tamanho de partículas. As ferritas despertam um grande interesse tecnológico, na fabricação de cabeça para leitura/escritura de superfícies magnéticas na transmissão de microondas, isolantes, dispositivos de mudança de fase, entre inúmeros outros (ADAM, 1990; DESHPANDE & DATE, 1996; CHENG et al., 1999). Existem aplicações específicas que requerem alta densidade, baixa porosidade e microestrutura controlada, como no caso das fitas ou discos magnéticos (KODAMA et al., 1996; CHENG et al., 1999). Apresentam também grande interesse no campo da tecnologia da eletrocatálise (MALTHA et al., 1994). São muito bem conhecidas pela atividade catalítica em reações de oxirredução (DOPPLER et al., 1988; SREEKUMAR et al., 1999; QUADRO et al., 1999).
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Comportamento magnético de compósitos de matriz polimérica com adição de ferritas

Comportamento magnético de compósitos de matriz polimérica com adição de ferritas

Materiais compósitos poliméricos oferecem vantagens para várias aplicações pela combinação de propriedades como baixa densidade, elevada resistência mecânica e módulo de elasticidade específicos e resistência a corrosão. Entretanto, por não serem magnetizáveis, esses materiais não permitem a utilização de técnicas de avaliação não destrutivas que utilizem sensores magnéticos. Ferritas são materiais com excelentes propriedades magnéticas, estabilidade química e resistência à corrosão. Devido a essas propriedades esses materiais são promissores para o desenvolvimento de compósitos de matriz polimérica com propriedades magnéticas. Neste trabalho, discos de compósitos de fibra de vidro/epóxi foram produzidos com adição de 10% em massa de partículas de ferrita de cobalto ou de bário. A ferrita de cobalto foi sintetizada pelo método Pechini. A ferrita comercial de bário foi submetida a um processo de moagem para se estudar o efeito do tamanho de partícula nas propriedades magnéticas do material. A caracterização das ferritas foi realizada pelas técnicas de difração de raio x (DRX), microscopia eletrônica de varredura (MEV-FEG) e magnetometria de amostra vibrante (MAV). Entalhes circulares com diâmetros de 1, 5 e 10 mm foram introduzidos nos discos de compósitos com o auxílio de uma broca para avaliação não-destrutiva por meio da técnica de fuga de fluxo magnético (MFL). A abordagem apresentada permitiu identificar todos os entalhes introduzidos nos discos. Os resultados indicaram que os sinais magnéticos medidos nos discos com a ferrita de bário sem moagem e de cobalto apresentaram boa correlação com a presença dos entalhes. O processo de moagem por 12 h e 20 h não contribuiu para a melhor identificação de entalhes de menor dimensão (1 mm). Entretanto, o menor tamanho de partícula permitiu produzir curvas magnéticas mais suaves, com menos descontinuidades e melhor relação sinal-ruído. Em resumo, os resultados sugerem que a abordagem proposta tem grande potencial para a detecção de falhas em estruturas de materiais compósitos poliméricos.
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Síntese, sinterização e caracterização de ferritas à base de Ni-Zn

Síntese, sinterização e caracterização de ferritas à base de Ni-Zn

Nos últimos anos, o desenvolvimento da miniaturização e integralização dos componentes eletrônicos, em particular os dispositivos para aplicações em rádio-freqüência, vem requerendo materiais de altas performances elétrica e magnética [23]. Nesse contexto, os estudos se desenvolvem com intuito de atender ao exigente mercado das indústrias eletrônicas, levando às pesquisas de materiais cerâmicos ferrimagnéticos que melhor atendam essas especificações. Industrialmente, em particular as ferritas de Ni-Zn, são produzidas principalmente pelo método convencional de mistura de óxidos em moinho de bolas submetidos às altas temperaturas de sinterização [2]. Embora não permita um bom controle químico, o método de moagem de óxidos tem se mostrado adequado para a produção de grandes quantidades desses materiais.
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Síntese de Nanocristais de Ferritas por Rota Solvotérmica

Síntese de Nanocristais de Ferritas por Rota Solvotérmica

fração. Além disso, a partir dos dados de DRX foi possível alcançar uma estimativa a respeito do tamanho dos cristalitos, sendo estes entre 126 a 179 nanômetros. As amostras foram analisadas no infravermelho por Transformada de Fourier com a finalidade de caracterizar a superfície dos óxidos obtidos. A técnica em questão indicou a presença de grupos funcionais provenientes do ácido oleico – solvente que foi utilizado no procedimento de síntese das ferritas ligadas na superfície dos óxidos. A microscopia eletrônica de varredura evidenciou a morfologia dos filmes das ferritas depositadas sobre substrato de alumina, indicando que a superfície dos filmes apresenta irregularidades e com trincas apenas no caso da ferrita de zinco. Análises de MET permitiram comparar os resultados de tamanho de cristalito estimado a partir dos dados de DRX e analisados pelos histogramas de distribuição de tamanhos a partir das imagens de MET o tamanho de partícula está entre 103 e 127 nm, isto é coerente com os valores estimados por DRX. Análises realizadas de imagens HRTEM comprovaram o caráter monocristalino dos cristais individuais.
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