argamassa de cal

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Licenciada em Ciências da Engenharia Civil Avaliação da durabilidade de fios metálicos embebidos em argamassa de cal aérea e pozolana sujeita a envelhecimento artificial

Licenciada em Ciências da Engenharia Civil Avaliação da durabilidade de fios metálicos embebidos em argamassa de cal aérea e pozolana sujeita a envelhecimento artificial

A quantificação da quantidade de água absorvida é definida pelo valor assintótico da curva de capilaridade. Neste caso específico onde o material de estudo é uma argamassa de cal aérea foi considerado por (FARIA, 2004) citando Veiga que “nas argamassas com base em cal ocorre uma variação na estrutura interna do material quando ocorre o material e molhado, o que se vai refletir na absorção de água por capilaridade, sendo assim é importante que o ensaio de determinação de água por capilaridade seja feito após os provetes terem sido molhados previamente seguido este procedimento por um outro denominado por secagem ”. (FARIA, 2004)
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INFLUÊNCIA DE AGREGADOS RECICLADOS PROVENIENTES DE RCD NO DESEMPENHO DE ARGAMASSA DE CAL AÉREA

INFLUÊNCIA DE AGREGADOS RECICLADOS PROVENIENTES DE RCD NO DESEMPENHO DE ARGAMASSA DE CAL AÉREA

Sendo o objectivo da presente investigação a análise experimental a influência de agregados reciclados provenientes de RCD no desempenho de argamassas de cal aérea, foram moldados e ensaiados vários provetes de argamassa de cal aérea e agregado fino reciclado em substituição gradual de agregado normalizado ao traço volumétrico 1:3 (ligante: agregado). As propriedades obtidas foram apresentadas, analisadas e comparadas com as argamassas homólogas de outras investigações inseridas na temática de RCD, tendo em conta a variabilidade presente. Neste capítulo analisa-se o trabalho desenvolvido, sintetizam-se as conclusões obtidas, confrontam-se os objectivos propostos e os alcançados e referem-se possíveis desenvolvimentos futuros.
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ARGAMASSAS DE CAL AÉREA E COMPONENTES POZOLÂNICOS

ARGAMASSAS DE CAL AÉREA E COMPONENTES POZOLÂNICOS

A análise de argamassa de cal aérea com diferentes componentes pozolânicos demonstrou a grande importância do traço utilizado, das condições de cura e particularmente do tipo de componente pozolânico constituinte da argamassa. Simultaneamente constatou-se uma optimização significativa das características das argamassas de cal aérea com a introdução dos componentes pozolânicos, sem que tenha sido posta em causa a necessária compatibilidade mecânica, física e química com os suportes. Com a utilização de componentes pozolânicos, verificou-se que as argamassas de cal aérea adquiriram características hidráulicas, o que lhes permite alargarem o seu campo de aplicação. De entre as analisadas, as argamassas com caulino cozido a 600ºC durante 30 minutos surgiram como as que simultaneamente parecem responder melhor a todas as solicitações e que resultam de uma preparação do caulino com menor gasto de energia. Salienta-se ainda que o comportamento das argamassas analisadas terá de ser validado por aplicações in situ de sistemas de reboco e que a influência do tipo e estado do suporte será fundamental.
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REAB SUSTENTAVEL ANEXOS 2

REAB SUSTENTAVEL ANEXOS 2

Revestimento interior em argamassa de cal, areia e saibro (emboço e regularização). Acabamento a estuque pintado (branco). Ornatos tipo moldura em pasta de gesso. Até ao piso 2 - lambrim em madeira pintada (pintura a fresco do tipo escaiola), cerca de 80cm atl.

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Argamassas de Cal Aérea e Terra Caulinítica

Argamassas de Cal Aérea e Terra Caulinítica

O comportamento das argamassas relativamente à água tem uma influência directa nos mecanismos de degradação das alvenarias. Os fenómenos de humidade são considerados um dos maiores perigos que pode afectar as construções em terra. A absorção de água pelas argamassas e a sua capacidade de promover uma rápida expulsão da água por evaporação são uma das mais importantes características. Os ensaios laboratoriais de absorção de água por capilaridade e secagem realizados revelam que as argamassas mistas com terra são bastante favoráveis, com especial ênfase para a argamassa com 25% de terra caulinítica. Esta argamassa tem o menor valor assimptótico e um dos menores coeficientes de absorção. As argamassas com 25% e 50% de terra caulinítica beneficiam de uma rápida secagem, sendo este um resultado muito satisfatório. Pela comparação dos resultados obtidos nos três tipos de provetes (primas, argamassas aplicadas sobre tijolo e sobre o murete de taipa) a tendência identificada foi consensual, ou seja, os resultados obtidos são claramente vantajosos relativamente à argamassa de cal com terra caulinítica. A introdução de fibras vegetais nas argamassas, nas dosagens elevadas que foram utilizadas, promove absorção de maior quantidade de água e, simultaneamente, torna a secagem um processo mais lento. Globalmente, o comportamento das argamassas em relação à absorção de água por capilaridade e à secagem, melhorou significativamente com a evolução da idade de cura. Contudo, o ensaio de resistência aos sulfatos revelou que a introdução de terra conduz a uma diminuição de resistência.
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CARACTERIZAÇÃO DE REBOCOS DE ARGAMASSAS DE CAL AÉREA E DE CAL HIDRÁULICA NATURAL COM METACAULINO E RESÍDUOS CERÂMICOS EM EXPOSIÇÃO NATURAL

CARACTERIZAÇÃO DE REBOCOS DE ARGAMASSAS DE CAL AÉREA E DE CAL HIDRÁULICA NATURAL COM METACAULINO E RESÍDUOS CERÂMICOS EM EXPOSIÇÃO NATURAL

No artigo são caracterizados rebocos realizados em muretes experimentais de alvenaria de tijolo furado da Estação de Exposição Natural do Departamento de Engenharia Civil da FCT UNL, localizada em zona semi-rural, perto da costa Atlântica. Os rebocos são constituídos por diversas argamassas de cais com areia siliciosa: uma argamassa de cal aérea CL-90 S ao traço volumétrico 1:2; duas argamassas semelhantes mas nas quais 10% e 20% da massa da cal foram substituídos por um metacaulino comercial (Mk); uma argamassa de cal hidráulica natural NHL3.5 ao traço volumétrico 1:3; duas argamassas semelhantes mas nas quais 2,5% e 5% da massa da cal foram substituídos pelo mesmo Mk; quatro argamassas de NHL3.5 ao traço volumétrico 1:4 mas nas quais se procedeu à adição de 10% e de 25% (da massa de cal) de massa correspondente de dois resíduos cerâmicos de barro vermelho – um procedente de resíduos de tijolo furado e outro de ladrilhos de revestimento de parede. A caracterização é efetuada através de ensaios não destrutivos. Com esta campanha de ensaios pretende-se aferir o comportamento face à absorção da água, a compacidade, a dureza superficial e a deformabilidade. É feita uma análise comparando os rebocos em termos de ligante utilizado, da composição ligante:agregado, considerando o Mk e os resíduos cerâmicos e face à exposição dos rebocos (a Norte, em constante sombreamento, e a Sul, com exposição ao Sol e à incidência predominante da chuva e do vento).
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ARGAMASSAS DE REBOCO COM CAL AÉREA, TERRA E FIBRAS NATURAIS: AVALIAÇÃO PRELIMINAR DA SUSCETIBILIDADE À CONTAMINAÇÃO BIOLÓGICA

ARGAMASSAS DE REBOCO COM CAL AÉREA, TERRA E FIBRAS NATURAIS: AVALIAÇÃO PRELIMINAR DA SUSCETIBILIDADE À CONTAMINAÇÃO BIOLÓGICA

As argamassas realizadas têm como base uma argamassa de cal aérea e areia siliciosa ao traço volumétrico 1:2 (cal:areia), que se designa como CL2. As características da cal aérea e da areia utilizada podem ser consultadas em Gameiro et al. [16] e a granulometria da terra argilosa pode ser consultada em Faria et. al. [10]. Nas restantes quatro argamassas, 25% da massa de cal aérea foi substituída por terra argilosa comercializada pela Sorgila e proveniente da zona da Redinha, Pombal. Em três dessas argamassas foram adicionadas diferentes fibras naturais. As fibras naturais utilizadas são casca de arroz, crina de cavalo cortada com dimensões de 1-2 cm e resíduo de lã. Cada um dos tipos de fibras foi adicionado em percentagem elevada (na correspondência da massa da cal) e distinta dos restantes. Uma vez que a baridade das fibras era também distinta, os volumes incorporados eram também bastante diferentes. As percentagens elevadas de fibras foram definidas de modo a permitir obter argamassas manualmente consideradas como trabalháveis. As percentagens mássicas de fibras naturais utilizadas, face à massa de cal, foram de 9% de casca de arroz (argamassa CL2-25t+9ca), 5% de crina de cavalo (argamassa CL2-25t+5cc) e 2% de resíduo de lã (argamassa CL2-25t+2rl). As fibras naturais foram disponibilizadas por uma fábrica de descasque de arroz, por um picadeiro e por uma fábrica de lavagem e fiação de lã, respetivamente. As denominações de cada argamassa, bem como uma breve descrição da sua composição encontram-se na Tabela 1.
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Argamassa industrializada em sacos versus argamassa produzida no canteiro de obra: logística, custo e desempenho do material aplicado

Argamassa industrializada em sacos versus argamassa produzida no canteiro de obra: logística, custo e desempenho do material aplicado

no corte, ou seja, cortes efetuados sem vibrações prejudiciais aos resultados da operação. O corte foi feito até atingir o substrato (alvenaria de blocos cerâmicos). Porém, para que fosse avaliado o real efeito da aderência da camada única de argamassa de reboco, os cortes dos CPs adentraram a uma profundidade de aproximadamente 5 mm no substrato alvenaria. Isso foi importante para a consideração de todo o sistema composto pelos elementos alvenaria, chapisco e camada única de reboco, o que garantiu o rompimento na localidade ou na camada de menor resistência à tração. Dessa forma, foram cortados seis CPs cilíndricos como amostra representativa para cada tipo de argamassa de reboco, ou seja, seis CPs para a argamassa industrializada da obra “B”, mais seis CPs para a argamassa rodada no canteiro da obra “A”, além de mais seis CPs para a argamassa rodada no canteiro para a obra “C”. Depois, foram limpas as superfícies dos CPs com escova de nylon de cerdas duras, para assim prosseguir com o preparo de cola de secagem rápida, a qual foi passada com espátula nas superfícies das placas de alumínio de 50 mm de diâmetro, também limpas. Então, prosseguiu-se com a colagem das placas nas superfícies recortadas, removendo os excessos de cola e posicionando dois pregos 18x30 abaixo das placas, os quais serviam de apoio para que as mesmas não escorregassem antes da secagem total da cola. Após a secagem da cola, foram realizados acoplamentos do equipamento de tração modelo “DYNA PROCEQ PULL- OFF TESTER” digital, seqüenciado de arrancamentos feito dos CPs. Esse equipamento de tração digital vem acoplado a um dinamômetro, o qual calculava instantaneamente e diretamente a tensão de tração aplicada no ensaio de arrancamento, o que permitia leituras imediatas das tensões máximas aplicadas nos rompimentos dos CPs.
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Desenvolvimento de argamassa ecológica com propriedades térmicas

Desenvolvimento de argamassa ecológica com propriedades térmicas

Neste sentido, pretende-se desenvolver uma argamassa para revestimento das paredes de alvenaria dos edifícios que, para além de permitir o aproveitamento de resíduos, permita também alcançar uma melhoria nas propriedades de isolamento térmico do respetivo edificado. Com vista a minimizar o crescente consumo de recursos naturais, tem-se vindo a utilizar resíduos das mais diversas origens em diferentes setores de atividade. O setor da construção não é exceção e, neste sentido, optou-se por utilizar um resíduo da indústria madeireira, por se considerar que os principais destinos atuais deste resíduo não tiram proveito da totalidade das suas propriedades. Para além desta necessidade, a indústria da construção é também regida por um conjunto de critérios e exigências legislativas ao nível do comportamento térmico dos edifícios, o que leva ao constante desenvolvimento e procura de novas soluções com vista a alcançar, de forma otimizada, o desempenho desejado.
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Adição de resíduo de manta cerâmica em argamassa

Adição de resíduo de manta cerâmica em argamassa

convencional reduz a sua trabalhabilidade e esta redução é proporcional à concentração volumétrica de fibras. Segundo o autor essa limitação pode ser contornada por meio de uma correta seqüência de preparo da argamassa ou do concreto com adição de aditivos incorporadores de ar, plastificantes e um maior teor de pasta. O autor estudou o comportamento das fibras de vidro adicionadas em argamassa e em concreto, e afirmou que estas fibras, cuja composição química assemelha- se às fibras cerâmicas, apresentam problemas quanto à corrosão no meio alcalino das argamassas e do concreto, devido às reações de hidratação do cimento, o que provoca perda das propriedades desses materiais. Para resolver esse problema, o autor afirma que foram desenvolvidas fibras de vidro álcalis resistente (AR), com a presença de cerca de 16% de zircônio ZrO 2 , que é
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Rev. Nutr.  vol.14 número3

Rev. Nutr. vol.14 número3

DETERMINAÇÃO DO V DETERMINAÇÃO DO VAL AL AL AL ALOR ENERGÉTICO POR CAL OR ENERGÉTICO POR CAL OR ENERGÉTICO POR CAL OR ENERGÉTICO POR CALORIMETRIA DIRET OR ENERGÉTICO POR CAL ORIMETRIA DIRET ORIMETRIA DIRET ORIMETRIA DIRET ORIMETRIA DIRETA DE A DE A DE A DE A DE ALGUNS ALIMENTOS CONSUMIDOS POR CRIANÇAS E ADOLESCENTES ALGUNS ALIMENTOS CONSUMIDOS POR CRIANÇAS E ADOLESCENTES ALGUNS ALIMENTOS CONSUMIDOS POR CRIANÇAS E ADOLESCENTES ALGUNS ALIMENTOS CONSUMIDOS POR CRIANÇAS E ADOLESCENTES ALGUNS ALIMENTOS CONSUMIDOS POR CRIANÇAS E ADOLESCENTES

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Compatibilidade milenar (a terra e a cal)

Compatibilidade milenar (a terra e a cal)

Pretende-se apresentar os passos iniciais de uma investigação que se está a desenvolver sobre as potencialidades da terra e da cal como materiais construtivos alternativos ao monopólio de que, na actualidade desfrutam, o betão, o aço e o tijolo. Será que teremos que continuar passivamente a sofrer os efeitos de indústrias altamente poluentes como a siderúrgica ou a cimenteira, sem nada fazer? Claro que não. Claro que há alternativas.

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Análise de parâmetros adimensionais num escoamento em meio poroso visando a deformação de elementos cerâmicos

Análise de parâmetros adimensionais num escoamento em meio poroso visando a deformação de elementos cerâmicos

É comum serem identificadas trincas em alvenaria de tijolos, não somente depois de um certo tempo da construção, mas também, por vezes, durante a própria construção. Essas trincas, ou deformações estruturais ocorrem por diversos fatores de ordem técnica, dentre os quais, um deles devido à umidade absorvida pelos elementos da parede (tijolos e argamassa). Tal umidade pode vir das condições do ambiente (dia úmido), de chuvas, do solo e até do excesso da quantidade de água contida na argamassa de assentamento. Em contato com os elementos porosos da parede, tijolos e argamassa, a água concorrerá para a percolação capilar, dando origem a consideráveis esforços internos, que virão provocar deslocamentos estruturais, os quais, via de regra, são diferentes para o tijolo e para a argamassa, dessa forma, provocando o aparecimento de trincas. Os fenômenos que dão origem às deformações foram estudados em um trabalho de pesquisa por FRANÇA (2000), analisados e quantificados em laboratório, no qual se confirmou a hipótese de que a somatória dos esforços capilares provocados pelo deslocamento de um fluido em um meio poroso,pode atingir valores elevados ao ponto de causar na estrutura deslocamentos e, conseqüentemente, trincas. Por isso, o deslocamento do fluido por entre os canais existentes entre as partículas do meio poroso, processado sob a forma de uma frente de fluido se deslocando, denominada velocidade de percolação, necessitou ser visualizado e matematicamente tratado.
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Influência da variação dos constituintes no desempenho de argamassas de revestimento

Influência da variação dos constituintes no desempenho de argamassas de revestimento

Para a determinação da resistência à compressão, foram moldados 4 corpos de prova cilíndricos (molde de 5cm x 10cm), por idade, com argamassa recém-preparada apresentando o índice de consistência padrão alcançado e ideal. Os corpos de prova foram mantidos 48 horas nos moldes (em câmara úmida, com a umidade relativa do ar mínima de 95%) e, depois de desmoldados, foram imersos em água (dentro da câmara) até a idade do ensaio. Os CPs foram capeados com enxofre. Após a ruptura dos corpos de prova com prensa própria, foram calculadas a resistência individual (carga de ruptura de cada CP dividida pela área da seção do CP, expressa em MPa) e a resistência média (média das resistências individuais, expressa em MPa).
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Caracterização de argamassas de cal aérea e de cal hidráulica natural com metacaulino Evolução com a idade

Caracterização de argamassas de cal aérea e de cal hidráulica natural com metacaulino Evolução com a idade

A escolha dos materiais a usar na realização de uma argamassa de substituição prende-se com critérios de compatibilidade física e química, critérios estéticos e de comportamento conjunto com os elementos pré-existentes. Considera-se que estas argamassas devem contribuir para a preservação das alvenarias onde vão ser aplicadas e para a durabilidade do conjunto – tendo presente o conceito de reversibilidade – e não para a degradação dos elementos pré-existentes, nem prejudicar a apresentação visual da arquitectura precedente [HENRIQUES et al., 2006; VEIGA, 2003]. Uma argamassa de substituição inadequada pode provocar a degradação dos elementos onde é aplicada. Este fenómeno pode ocorrer por introdução de tensões excessivas num suporte eventualmente fraco e com deficiências de coesão; ainda no caso dos rebocos, através da tendência para reter a água no suporte, em lugar de facilitar a sua secagem; no caso das juntas de refechamento, através da alteração dos caminhos preferenciais de circulação da água (forma líquida ou vapor) das argamassas que eram primitivamente mais porosas e permeáveis, provocando a degradação da alvenaria por patologias relacionadas com a humidade; introduzindo sais onde podiam não existir (ou com tanta intensidade) antes [VEIGA, 2003].
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ANÁLISE DA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO DE PRISMAS DE BLOCO ESTRUTURAL DE CONCRETO PRODUZIDOS NA CIDADE DE SINOP-MT

ANÁLISE DA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO DE PRISMAS DE BLOCO ESTRUTURAL DE CONCRETO PRODUZIDOS NA CIDADE DE SINOP-MT

Neste contexto podemos observar a importância da fabricação dos blocos seguindo normativas e, além disso, por esse método ser uma técnica construtiva racional, faz- se necessário um conhecimento do comportamento de todos os componentes. Ramalho e Corrêa (apud VIAPIANA, 2009, p. 18) afirma que os blocos são os principais componentes da alvenaria estrutural, e classifica-os como: vazados ou maciços, podendo ser produzidos com: argila, concreto ou silicato de cálcio. O autor faz referencias à argamassa no sentido de ter como função a união dos blocos e também de absorver e distribuir as tensões e deformações respectivamente. Já o graute, que é um concreto com alta fluidez, tem função de preencher os vazios dos blocos e proporcionar aderência da armadura com blocos.
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AVALIAÇÃO DE ARGAMASSA DE TERRA PARA REBOCOS INTERIORES

AVALIAÇÃO DE ARGAMASSA DE TERRA PARA REBOCOS INTERIORES

Uma argamassa de terra é genericamente constituída por terra argilosa, desterroada e sem agregados de grandes dimensões, e areia, em quantidade proporcional ao teor de argila da terra, que é misturada com água. A argila presente nas argamassas de terra desempenha o papel de ligante ou aglutinante e pode ser responsável pela eventual retração de rebocos de argamassas de terra, enquanto as areias formam o esqueleto granular que forma a estrutura mecânica do reboco. Uma boa formulação de argamassas de terra para reboco deve conter argila suficiente para ligar todo o esqueleto granular, permitir a plasticidade necessária para a sua aplicação e prevenir a sua erosão; não deve existir em demasiadamente grande quantidade, de modo a ser possível limitar a retração [4]. Segundo Torraca [6], a composição da terra para a construção deve conter 20% a 30% de argila e silte e 70% a 80% de areia. A retração é considerada nociva no caso de causar fendas profundas ou destacamento do reboco, podendo a pequena microfissuração não ser necessariamente prejudicial. Para além da retração do reboco, também a trabalhabilidade e a aderência do reboco à parede são muito importantes. Esta ligação depende da natureza da parede (como, por exemplo, dos materiais constituintes, modo de aplicação desses materiais, textura e eventuais heterogeneidades), do estado hídrico da parede e da natureza do reboco [4] [6].
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ARGAMASSA INDUSTRIAL PARA A REABILITAÇÃO DE REBOCOS ANTIGOS

ARGAMASSA INDUSTRIAL PARA A REABILITAÇÃO DE REBOCOS ANTIGOS

A última metade do século XX ficou marcada por uma enorme mudança no setor da construção. Surgiram novos produtos e, aliados a estes, novas técnicas, novos sistemas construtivos e ritmos de trabalho mais exigentes. Efetivamente surgiram prazos para execução das obras mais reduzidos, o que alterou por completo a forma de construir. Este ritmo efémero conduziu ao uso generalizado de argamassas cimentícias, colocando em desuso a utilização de argamassas de cal e levando ao esquecimento de técnicas e conhecimentos até então utilizados. Foi dado privilégio à construção nova e despromoveu se a reabilitação e conservação dos edifícios existentes. Todavia, principalmente a partir da década de 80, começou se a verificar se uma mudança de mentalidades em Portugal. Tornou se consensual a necessidade sócio económica em reabilitar o património edificado, que se degradara devido a abandono, e à inexistência de operações de manutenção e reabilitação [1][2]. Porém, ainda se constata que a reabilitação e as operações de reparação ou conservação avançam a um ritmo muito tímido, registando um crescimento médio anual de 5% [3]. Mediante a situação económica que o país atravessa, mais concretamente a paralisação do mercado da construção nova, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE) o setor da construção registou, em 2013, “o índice de produção na construção nova de 15% face a 17% registados em 2012” [3]. A Federação Portuguesa da Indústria da Construção (FEPICOP) afirmou que 2013 foi mais um ano de queda “sem precedentes” da procura no sector da construção, que levou a uma redução na produção de 18% nos edifícios residenciais, de 13.8% nos edifícios não residenciais e 14% em obras públicas [3].
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ARGAMASSAS DE CAL AÉREA COM RESÍDUOS DE CERÂMICA

ARGAMASSAS DE CAL AÉREA COM RESÍDUOS DE CERÂMICA

Concluiu-se que, em termos de comportamento físico, a permeabilidade ao vapor de água obtida para as argamassas estudadas é relativamente boa, não havendo impacto significativo no que diz respeito às variações de traço, nem de tipo e granulometria do resíduo, em relação à argamassa de referência. As argamassas com resíduos apresentam uma pequena redução da velocidade de secagem, ao longo do tempo, sendo que as argamassas que contém apenas resíduo sob a forma granular tendem a obter uma absorção de água por capilaridade ligeiramente inferior às restantes. A porosidade aberta das argamassas com resíduo tende a aumentar com a idade, e é superior à da argamassa de referência. Tendo-se verificado alguns problemas de pequenas perdas de massa dos provetes, no decorrer dos ensaios de absorção capilar, secagem e porosidade aberta, estes ensaios serão repetidos, adotando procedimentos que limitem essa ocorrência; no caso da absorção capilar e da secagem, as argamassas serão também comparadas entre si, implementando a impermeabilização das faces, de modo a impossibilitar a evaporação não unidirecional. No entanto, esta primeira campanha permitiu despistar que a influência da substituição de areia por resíduos cerâmicos, do ponto de vista do comportamento face à água e da estrutura, não impossibilita a utilização deste tipo de resíduos.
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CARACTERIZAÇÃO DE ARGAMASSAS DE CAL AÉREA E TERRA

CARACTERIZAÇÃO DE ARGAMASSAS DE CAL AÉREA E TERRA

É frequente encontrar construções em terra compactada reparadas com argamassas hidráulicas, nomeadamente à base de cimento, na tentativa de combater a degradação. Porém estas argamassas acabam por trazer problemas adicionais [4]. Regra geral, as argamassas de cimento são demasiado rígidas e demasiado impermeáveis ao vapor, comparativamente a estes suportes. É importante escolher argamassas com propriedades semelhantes à alvenaria na qual vai ser aplicada. Assim as argamassas devem possuir uma boa compatibilidade mecânica, física e química com o suporte. Todavia, nem sempre os vários requisitos exigidos às argamassas são fáceis de atingir e harmonizar. Em Portugal a terra foi muitas vezes misturada com cal aérea para formular argamassas mistas de terra e cal. Este tipo de argamassas era aplicado em construções em terra, nomeadamente em paredes de taipa, em alvenaria de adobe e em paredes de tabique. Actualmente no nosso país existe um crescente interesse sobre construções em terra. Por exemplo no Alentejo, para além do vasto património edificado vernacular e monumental construído em terra, existe também um elevado número de construções recentes feitas com paredes de terra - não só de habitações familiares, mas também em edificações relacionadas com o turismo.
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