Artrite reumatóide - Terapêutica biológica

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Consensos para a utilização de terapêutica biológica na artrite reumatóide ¿ 
actualização de Dezembro de 2006.

Consensos para a utilização de terapêutica biológica na artrite reumatóide ¿ actualização de Dezembro de 2006.

Em 2003, o Grupo de Estudos de Artrite Reumatói- de (GEAR) da Sociedade Portuguesa de Reuma- tologia (SPR) publicou na Acta Reumatológica Por- tuguesa (ARP) a primeira versão dos Consensos para a utilização de terapêutica biológica na artrite reumatóide (AR). Com a publicação de novos da- dos sobre estes fármacos e a maior experiência na sua utilização impunha-se a revisão desses con- sensos. Neste número da ARP publica-se a actuali- zação de Dezembro de 2006 destes consensos.

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Consensos para a utilização de terapêutica biológica na artrite reumatóide - actualização de Dezembro de 2005

Consensos para a utilização de terapêutica biológica na artrite reumatóide - actualização de Dezembro de 2005

Os autores apresentam a actualização dos Consensos sobre a utilização de terapêutica biológica na artrite reumatóide (AR), elaborados por um grupo de trabalho da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR). Nestas normas nacionais são discutidos os critérios para início e manutenção de terapêutica biológica, contra-indicações para a sua utilização e actuação se o doente for não respondedor. Para início de tera- pêutica biológica os doentes com AR devem ter um disease activity score 28 (DAS 28) superior a 3,2, após pelo menos 3 meses de tratamento com metotrexato (MTX) na dose de 20mg/semana, ou, na impossi- bilidade de tratamento com MTX nesta dose, após 6 meses de outro fármaco modificador da doença con- vencional ou associação terapêutica. É previsto também o início de terapêutica biológica em doentes que, sob estas terapêuticas, apresentem um DAS28 entre 2,6 e 3,2 e tenham uma significativa degradação fun- cional ou radiológica. A monitorização deve ser efectuada trimestralmente. São considerados critérios de resposta após os primeiros 3 meses de terapêutica a verificação de uma redução do DAS28 superior a 0,6. A partir dos 6 meses de terapêutica considera-se a existência de resposta clínica se os doentes com um DAS28 inicial superior a 5,1, tiverem uma redução do DAS28 para níveis inferiores a 4 ou, se os doentes com um DAS28 inicial inferior a 5,1, apresentarem uma redução para menos de 2,6 ou entre 2,6 e 3,2, des- de que não ocorra degradação funcional ou radiológica significativa. Nos doentes considerados não res- pondedores é sugerida a mudança para outro agente biológico.
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Artrite reumatóide : fisiopatologia e terapêutica biológica

Artrite reumatóide : fisiopatologia e terapêutica biológica

Catarina Mesias Rego 87 Baseado fundamentalmente na prudência e com o intuito de aumentar a segurança, recomenda-se não iniciar fármacos biológicos em mulheres grávidas, e a suspensão destes 6 meses antes de a mulher tentar engravidar. No caso de gravidez não planeada, deve-se interromper a terapêutica e fazer vigilânica ecográfica. As guidelines Portuguesas para o uso de agentes biotecnológicos na AR, de Dezembro de 2007, elaboradas pela SPR, recomendam não iniciar a terapia em mulheres grávidas ou a amamentar e se durante o tratamento ocorrer uma gravidez aciedental devem ser suspensos estes fármacos imediatamente. (84)
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Análise de 376 doentes com artrite reumatóide submetidos a terapêutica biológica registados na base de dados de agentes biológicos da sociedade portuguesa de reumatologia

Análise de 376 doentes com artrite reumatóide submetidos a terapêutica biológica registados na base de dados de agentes biológicos da sociedade portuguesa de reumatologia

DAS superior a 3,2 poderão, de acordo com as re- comendações da SPR, beneficiar da mudança de terapêutica biológica, se o DAS28 inicial fosse in- ferior a 5,1. No entanto, as características dos da- dos recolhidos não permitem responder a esta questão. Claro que pode ser defendido outro con- ceito. Podemos admitir que as terapêuticas bioló- gicas, mesmo em contexto de ensaio clínico, não conseguem atingir a performance exigida pelas re- comendações da SPR e, por isso, não fará sentido sujeitar o doente à mudança para outro fármaco. Esta posição não parece defensável se tivermos em conta a progressiva evidência que de facto vale a pena tentar a mudança de uma terapêutica bio- lógica para outra, atingindo-se, em média, um DAS28 inferior ao melhor resultado atingido com a terapêutica anteriormente testada. 32 Parece-nos
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Palavras-Chave: Artrite Reumatóide; Terapêuticas

Palavras-Chave: Artrite Reumatóide; Terapêuticas

São raros os trabalhos publicados sobre protocolos de monitorização da AR, embora a sua utilização seja prática corrente no acompanhamento clínico em alguns centros de referência. O protocolo que apresentamos neste artigo (PMAR) foi desenvolvi- do inicialmente em 1999 na consulta de reumato- logia do Hospital de Santa Maria para avaliar doen- tes candidatos ou sob terapêutica biológica, tendo sido publicado inicialmente no Jornal do Comité Ibero-Americano de Reumatologia. 5 Foi, mais tar-

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Consensos para início e manutenção de terapêutica biológica na artrite idiopática juvenil.

Consensos para início e manutenção de terapêutica biológica na artrite idiopática juvenil.

1. Grupo de Estudos de Artrite Reumatóide da Sociedade Por- tuguesa de Reumatologia. Consensos para a utilização de terapêutica biológica na Artrite Reumatóide – actualização de Dezembro de 2005. Acta Reum Port 2005; 30: 349-353. 2. Grupo de Consensos para as Terapêuticas Biológicas na Es-

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Autoanticorpos como preditores da necessidade de terapia biológica na artrite reumatóide inicial

Autoanticorpos como preditores da necessidade de terapia biológica na artrite reumatóide inicial

Nove pacientes (22,5%) faziam uso de algum fár- maco modificador da resposta biológica, em com- binação com metotrexato. Quatro pacientes esta- vam em uso de infliximabe (dose média de 4,8 mg/kg/dose – intervalo médio de tempo entre as infusões na fase de manutenção de 7,8 semanas) e metotrexato (dose média de 12,5 mg/semana). O infliximabe foi prescrito em média 46 (± 16) sema- nas após o diagnóstico e início da terapêutica com metotrexato, e após falha terapêutica ou ocorrên- cia de efeitos adversos a três outros esquemas. Dois pacientes estavam em uso de etanercepte (50 mg/ /semana) e metotrexato (ambos em uso de 10 mg/ /semana) – em um dos pacientes, o etanercepte foi iniciado após 36 semanas do diagnóstico e falha a outros dois esquemas terapêuticos (etanercepte como primeira medicação biológica prescrita), e no outro caso, o etanercepte foi prescrito após 54 semanas do diagnóstico e falha a outros três esque- mas, incluindo infliximabe (etanercepte como se- gunda medicação biológica). Um paciente fazia uso de adalimumabe (40 mg a cada 15 dias) e me- totrexato (15 mg/semana), prescrito como primei- ra medicação biológica após 36 semanas do diag- nóstico e falha a outros três esquemas terapêuti- cos. Um paciente estava em uso de rituximabe (1 g, duas infusões quinzenais) e metotrexato 10 mg/semana – o primeiro ciclo de rituximabe foi prescrito 61 semanas após o diagnóstico, em de- corrência de falha terapêutica a outros quatro es- quemas, incluindo infliximabe.
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Artrite reumatóide como modelo de imunossenescência prematura

Artrite reumatóide como modelo de imunossenescência prematura

The rheumatoid arthritis (RA) is an autoimmune disease, besides the physical damage, the RA has been associated with premature aging of the immune system (immunosenescence) a[r]

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Condição periodontal em pacientes com artrite reumatóide

Condição periodontal em pacientes com artrite reumatóide

Morador (a) à: ________________________________________ cidade: ______________; paciente do Ambulatório de Artrite Reumatóide da Faculdade de Ciências Médicas - Unicamp, prontuário nº________ autorizo, voluntariamente, o CD Eduardo de Paula Ishi, pós-graduando da Faculdade de Odontologia de Araraquara UNESP a realizar em minha pessoa questionário de saúde e exame bucal para verificar se há lesões bucais e doença periodontal. Fui informado que o objetivo da pesquisa clínica é avaliar a condição periodontal em portadores de artrite reumatóide e em indivíduos sistemicamente sadios. Para avaliar esta associação, além do questionário de saúde e exame bucal, serão realizadas as seguintes avaliações: índice de placa bacteriana visível, índice de sangramento gengival marginal, determinação do nível das estruturas de suporte de meus dentes, determinação do índice de dentes cariados, perdidos e obturados (CPO) para avaliar minha condição bucal. Estou ciente também de que os resultados dos exames de sangue: hemograma, VHS, proteína C reativa e fator reumatóide realizadas pelo Ambulatório de Artrite Reumatóide como parte do protocolo de acompanhamento reumatológico, serão utilizadas nesta pesquisa, confrontando-se os achados do exame bucal com os achados laboratoriais. Estou ciente de que me submetendo a esses exames estarei exposto (a) a um risco remoto de infecção em uma outra parte do corpo, em decorrência da queda de bactérias na minha corrente sanguínea no caso de eu possuir algum dente com doença periodontal. Estou ciente de que serão seguidas todas as normas de biossegurança e serei submetido (a) a avaliação prévia rigorosa, mediante a aplicação do questionário de saúde e, caso seja constatado alterações ou condições sistêmicas que contra-indiquem o exame para avaliação periodontal, não serei submetido a este procedimento. Como beneficio poderei me prevenir ou tratar de alterações bucais e doenças periodontais que venham a ser constatadas. Fui informado (a) de que caso sejam detectadas alterações bucais serei esclarecido sobre a origem e o prognóstico da doença e receberei orientação ou serei encaminhado (a) às clínicas das Faculdades de Odontologia da cidade e região ou ao Serviço de Medicina Bucal da Faculdade de Odontologia de Araraquara UNESP, devendo seguir as normas de atendimento destes e, que os dados do exame odontológico em mim realizado estarão a disposição dos Cirurgiões-Dentistas que realizarão o atendimento, de modo a facilitar o início do tratamento.
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Anticorpos antiproteínas citrulinadas e a artrite reumatóide

Anticorpos antiproteínas citrulinadas e a artrite reumatóide

Os últimos dez anos presenciaram descobertas excitan- tes sobre os aspectos imunológicos da artrite reumatóide. Os auto-anticorpos AR-específicos APF e AKA, conhecidos há algumas décadas, tiveram sua natureza imunológica definida e passaram a ter ampla aceitação como os marca- dores mais específicos e precoces dessa enfermidade. Em verdade, pode-se considerar que houve uma mudança no paradigma do diagnóstico sorológico da AR. Em paralelo, os peptídeos citrulinados passaram a ocupar uma posição de destaque na investigação da fisiopatologia da artrite reumatóide. Finalmente, parece haver uma convergência entre os tradicionais e intrigantes dados imunogenéticos da AR e os recentes achados relativos à posição privilegiada dos peptídeos citrulinados na resposta imunológica dessa enfermidade. Em seu todo, o momento atual é estimulante e acena com a possibilidade de reais avanços no entendi- mento e manejo dessa importante doença auto-imune.
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ARP

ARP

Estes resultados são semelhantes aos de outras séries, nomeadamente aos da de Walker e Wright (4). O nosso doente com alveolite fibrosante tinha uma artrite reumatóide clássica muito e[r]

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Estudo por imagem da artrite reumatóide no quadril

Estudo por imagem da artrite reumatóide no quadril

Este artigo de revisão tem como objetivo discutir os principais aspec- tos por imagem do envolvimento do quadril em adultos pela artrite reumatóide, com abordagem ilustrativa dos principais achados. Os métodos de imagem estudados são a radiografia, ultra-sonografia, tomografia computadorizada e a ressonância magnética com o uso do contraste paramagnético (gadolínio) pela via intravenosa.

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Artrite Reumatóide: Factores de Prognóstico e Seguimento

Artrite Reumatóide: Factores de Prognóstico e Seguimento

A artrite reumatóide é uma doença poliarticular inflamatória que afecta ambos os sexos, sendo mais fre- quente em mulheres. Inicia-se geralmente em adultos jovens e mulheres na perimenopausa, afectando indivíduos activos e causando por vezes incapacidade precoce para o trabalho e dependência de ter- ceiros para as actividades de cuidados pessoais. A esperança de vida destes doentes está reduzida, ocor- rendo mortalidade precoce nos casos em que a doença se manifesta de forma mais agressiva. As suas complicações e terapêutica acarretam elevados custos pessoais, sociais e económicos.
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Procedimentos Cirúrgicos do Joelho na Artrite Reumatóide

Procedimentos Cirúrgicos do Joelho na Artrite Reumatóide

Novembro de 2002 e Junho de 2005, num total de 702 intervenções efectuados em doentes com ar- trite reumatóide, 109 dessas operações foram rea- lizadas a nível do joelho (15,5%), onde se incluem 35 sinovectomias articulares e 52 prótese totais do joelho (Quadro I). Ainda assim, nesse mesmo pe- ríodo de tempo verificou-se que foi a nível das ar- ticulações do punho e dos dedos que se situaram as principais indicações operatórias, num valor igual a 255, o que corresponde a 36,3% do núme- ro total de intervenções cirúrgicas.

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Envolvimento cardíaco em doentes com artrite reumatóide

Envolvimento cardíaco em doentes com artrite reumatóide

No estudo que agora se desenvolveu, fez-se uma análise descritiva de uma amostra de 45 doentes com AR (31% do sexo masculino). Todos os doentes preenchiam os critérios para a Classificação da Artrite Reumatóide (ACR, 1987), sendo que 43% apresentaram factor reumatóide positivo. Contudo, a especificidade deste auto-anticorpo é questionável visto que poderá estar presente noutras condições auto-imunes, na hepatite crónica activa, noutras infecções crónicas ou em indivíduos saudáveis de idade avançada. (42) Em relação ao anti-CCP, mais específico, este encontrava-se elevado em 65% dos doentes, enquanto que a PCR estava elevada em 30% e a VS em 21%. Relativamente às manifestações clínicas de doença cardiovascular, houve referências a dor pré-cordial, em 7 doentes e o fenómeno de Raynaud foi descrito em 6 doentes. Importa também dizer que, em relação aos factores de risco cardiovasculares, a prevalência de diabéticos foi de 13% (6 doentes) e de hipertensão arterial foi de 49% (22 doentes). Identificaram-se ainda 15 doentes (35%) com hipercolesterolémia, 1 doente fumador e 11 ex-fumadores. De referir que a prevalência dos factores de risco clássicos (diabetes mellitus, HTA, hipercolesterolémia, tabagismo) encontrados é sobreponível à existente na população geral.
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Anticorpos anti-endomísio em pacientes com Artrite Reumatóide.

Anticorpos anti-endomísio em pacientes com Artrite Reumatóide.

Introdução: Doenças auto-imunes podem ocorrer de maneira associada em um mesmo indivíduo. Doença celíaca (DC) com freqüência tem sido en- contrada em pacientes com diabetes mellitus tipo- -1 e tireoidites. São raros os relatos de associação entre DC e doenças reumáticas como a artrite reu-

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Avaliação da eficácia do extrato de óleo insaponificavel de abacate e soja (Piascledine) no tratamento de doença periodontal induzida em ratos com artrite

Avaliação da eficácia do extrato de óleo insaponificavel de abacate e soja (Piascledine) no tratamento de doença periodontal induzida em ratos com artrite

Atualmente no mercado se encontra o extrato de óleo insaponificável de abacate e soja, considerado potente anti-inflamatório, agente antioxidante e analgésico, eficaz no tratamento de distúrbios que afetam os tecidos conjuntivos. O objetivo desse estudo foi avaliar a eficácia deste medicamento no tratamento da doença periodontal induzida em ratos com artrite. Foram utilizados 60 ratos (Rattus Norvegicus) submetidos à indução de artrite por antígeno (AIA) e a indução da doença periodontal (DP) através da inserção de ligadura no segundo molar superior. Após a remoção das ligaduras, em todos os dentes foi realizada raspagem radicular (R). Os animais foram distribuídos randomicamente em 4 grupos, avaliados em três períodos experimentais (7, 15 e 30 dias). Grupo Controle (CTR); Grupo ASU; Grupo ASU e artrite (ASU/AR); Grupo AR. Após os períodos experimentais pós-tratamento, suas maxilas e articulação da pata dianteira foram removidos para processamento laboratorial. A porcentagem de volume ósseo nas regiões proximais foi analisada por microtomografia (MicroCT). Não houve diferenças entre os grupos, entretanto foi verificado na análise intragrupos que no grupo ASU/AR houve um aumento estatisticamente significativo na porcentagem óssea no período de 30 dias em relação ao período de 7 dias e no grupo AR um aumento na porcentagem óssea no período de 30 dias em comparação ao período de 15 dias. Os períodos avaliados apresentaram leve infiltrado inflamatório, desorganização das fibras colágenas e integridade do cemento radicular. Dessa forma conclui-se que o ASU não adicionou efeito ao reparo periodontal após tratamento da periodontite induzida associada ou não a indução de artrite experimental em ratos.
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Suporte Social e Qualidade de Vida na Artrite Reumatóide

Suporte Social e Qualidade de Vida na Artrite Reumatóide

Ainda que não haja uma cura, nem o aparecimento da AR seja possível de evitar, quanto mais cedo o conhecimento do diagnóstico, ou seja, se for realizado nos primeiros três a seis meses, melhor será o prognóstico (SPR, 2016). A correta monitorização da doença torna-se importante, de modo a tardar ou até mesmo não permitir a evolução das graves consequências a que a doença conduz, de modo a não permitir que a incapacidade funcional afete a pessoa a nível pessoal e laboral tão precocemente e, não leve a uma redução tão abrupta da esperança média de vida da pessoa (Associação Nacional de Doentes com Artrite Reumatóide, 2015). A AR é uma doença que se revela como uma urgência médica, uma vez que, ao fim de dois anos, as pessoas podem apresentar erosões ósseas nos casos agudos, e os estudos afirmam que 90% dos casos podem terminar assim, se não forem diagnosticados precocemente (DGS, 2004). No diagnóstico da AR, segundo Laurindo et al., 2004, a American College of Rheumatology (1987), refere que para a presença de diagnóstico de AR têm de estar presentes 4 critérios ou mais, dos demais que podem aparecer, como o caso: rigidez matinal, por pelo menos 1 hora; inchaço de pelo menos 3 áreas articulares; envolvimento das articulações metacarpo-falângicas e/ou das metatarso-falângicas; simetria do envolvimento articular (por exemplo na mão direita e na esquerda); presença de fator reumatóide no sangue; presença de nódulos reumatoides; alterações radiográficas: erosões articulares ou descalcificações localizadas (DGS, 2004; Laurindo et al., 2004; Mota et al., 2013).
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Avaliação prospectiva do perfil lipídico na artrite reumatóide.

Avaliação prospectiva do perfil lipídico na artrite reumatóide.

Objetivo: Avaliar a alteração do perfil lipídico na artrite reu- matóide e sua associação com a atividade de doença. Métodos: Estudo prospectivo de 21 pacientes, do sexo feminino, com artrite reumatóide, acompanhados durante um ano. Foram avaliados colesterol total, LDL-colesterol, HDL-colesterol, triglicérides, apolipoproteínas A e B, lipoproteína (a) e VHS, além de HAQ e índice de atividade de doença, por meio do DAS28. Resultados: Após um ano, houve aumento significativo dos níveis de colesterol total (p = 0,019) em 66,6% das pacientes e de LDL-colesterol (p = 0,008) em 80,9% das pacientes. Quanto aos níveis de lipopro- teína (a), houve redução significativa (p = 0,003) em 33,33% dos casos. Diminuição significativa ocorreu também no VHS, HAQ e DAS28. Porém, não houve associação entre a alteração do perfil lipídico e a atividade de doença. Conclusão: Embora tenha sido significativa a redução da atividade da doença (DAS28), houve piora do perfil lipídico.
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Depressão, ansiedade e atividade de doença na artrite reumatóide.

Depressão, ansiedade e atividade de doença na artrite reumatóide.

Sexo masculino, idade inferior a 18 anos, tempo de doen ça com duração inferior a seis meses, classe funcional I e IV, doença psiquiátrica preexistentes, doenças infla- matórias do tecido conjuntivo diferentes da AR, artrite infecciosa, endocrinopatia, neuropatia primária, seqüelas de doença neurológica, deformidades físicas secundárias a doenças diferentes da AR .

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