Artrópodes - Controle

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Acilaçúcares sintéticos e seu efeito no controle de artrópodes-praga

Acilaçúcares sintéticos e seu efeito no controle de artrópodes-praga

Um dos grandes problemas que a agricultura enfrenta é a perda de produção causada pelo ataque de pragas agrícolas. Assim, buscam- se maneiras alternativas de contornar esse problema. Dentre esses, encontram-se substâncias, denominadas de acilaçúcars, que são produzidas naturalmente por espécies selvagens do tomate S. pennellii e que apresentam efeito sobre artrópodes-praga. Os objetivos desse trabalho foram sintetizar dois compostos de acilaçúcares e avaliar o efeito biológico destas sobre os artrópodes-praga Bemissia tabaci e Tetranycus urticae. A síntese foi feita via as reações de glicose e sacarose com anidrido acético, utilizando acetato de sódio como catalisador. Os produtos dessas reações foram o octa-acetato de sacarose e o penta-acetato de glicose, cujas estruturas foram confirmadas por técnicas espectroscópicas. No teste de resistência do ácaro, foi possível obter um ajuste linear entre a concentração das substâncias sintetizadas e o deslocamento do ácaro. Ambas as substâncias obtidas apresentaram um atraso na eclosão dos ovos do artrópode, ocasionando uma mortalidade de aproximadamente 95% em ácaros de 1º ínstar que foram confirmadas em adultos. Nos testes biológicos com Bemisia tabaci, verificou-se uma baixa taxa de eclosão e emergência, sendo que o efeito sobre as ninfas foi a má formação para adultos emergidos.
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Artrópodes-pragas associados à cultura da mangueira no Brasil e seu controle.

Artrópodes-pragas associados à cultura da mangueira no Brasil e seu controle.

No Brasil, das 148 espécies de insetos e ácaros associados à mangueira, como pragas-chave, secundárias ou ocasionais, 31 danificam frutos, 78 danificam folhas, 18 danificam inflorescênci[r]

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Os artrópodes auxiliares generalistas associados às bananeiras na ilha Terceira (Açores)

Os artrópodes auxiliares generalistas associados às bananeiras na ilha Terceira (Açores)

De facto, uma fracção importante da fauna de artrópodes dos Açores é constituída por espécies de predadores generalistas, onde se incluem grupos como as aranhas (Araneae), stafilinídeos (Coleoptera: Staphilinidae), joaninhas (Coleoptera: Coccinelidae), percevejos (Hemiptera-Heteroptera), entre outros. Estes artrópodes, juntamente com os parasitóides, são geralmente denominados por fauna auxiliar. A fauna auxiliar pode ser definida como o grupo de organismos que controla naturalmente as populações de pragas e a evolução e disseminação de doenças em explorações agrícolas (Reboulet, 1992). No entanto, a maior parte dos artrópodes auxiliares generalistas não conseguem controlar espécies praga especialistas, sendo o seu contributo mais importante no controle das populações de muitos fitófagos generalistas.
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Impacto de sistemas e sucessão de cultivos em artrópodes associados à cultura do feijão

Impacto de sistemas e sucessão de cultivos em artrópodes associados à cultura do feijão

A cultura do feijão (Phaseolus vulgaris L.) é de expressiva importância econômica no cenário nacional, se destacando tanto pelo seu grande uso alimentar, quanto pela extensão da área cultivada (Rapassi et al., 2003). Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), a produtividade média do feijoeiro da primeira safra de 2005/06 foi de 914 kg/ha, o que representa, menos de um terço do potencial de rendimento das últimas cultivares lançadas. Dentre os fatores que contribuem para a baixa produtividade do feijoeiro no País, destacam-se a utilização de forma incorreta dos pesticidas. Está prática resulta em controle ineficiente de pragas, doenças e plantas daninhas, além do alto risco de poluição ambiental. Esses produtos devem ter seu uso fundamentado no tocante à seletividade e eficiência no controle do alvo biológico, com o mínimo de efeito sobre inimigos naturais, decompositores e demais agentes benéficos presentes na área de aplicação (Cruz, 1986).
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Diversidade de artrópodes associados à oliveira (Olea europaea L.), no Algarve

Diversidade de artrópodes associados à oliveira (Olea europaea L.), no Algarve

Relativamente aos artrópodes associados à cultura da oliveira, a classe Insecta representa o grupo mais estudado (Patanita & Reis, 2007). Esta realidade deve-se ao facto da classe albergar os organismos mais prejudiciais à cultura da oliveira. São várias as espécies de insetos que podem atacar o olival, destacando-se como sendo as mais frequentes a mosca- da-azeitona (Bactrocera oleae), a traça- da-oliveira (Prays oleae), a cochonilha negra (Saissetia oleae), o algodão (Euphyllura olivina), o caruncho (Phloeotribus scarabaeoides) e o tripe-da- oliveira (Liothripes oleae) (Teixeira et al., 2000; Gonçalves & Afonso, 2008; Ricalde & Garcia, 2013). Na zona da bacia mediterrânea, a mosca-da-azeitona e a traça-da-oliveira são consideradas as pragas mais importantes, pelos prejuízos que lhe podem causar (Alvarado et al., 1999; Mendes & Cavaco, 2009; Gonçalves & Andrade, 2010; Gonçalves & Andrade, 2012a). No entanto, também é entre os insectos que se encontra a maior diversidade de auxiliares (predadores ou parasitóides) do olival (Gonçalves & Andrade, 2011). Os auxiliares, quer sejam da classe Insecta ou de outra classe, assumem particular importância no controle natural das principais pragas do olival (Teixeira et al., 2000; Gonçalves & Torres, 2004). Para que a sua acção de limitação natural possa ocorrer, é necessário que a intervenção humana no ecossistema olival seja minimizada.
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Artrópodes associados ao excremento de aves poedeiras

Artrópodes associados ao excremento de aves poedeiras

Embora de suma importância no contexto populacional, o H. illucens (Stratyomidae) apresentou baixa prevalência, com 1,0% (305) dos exemplares capturados por ambos métodos de coleta. Tal fato deve-se provavelmente ao longo período de desenvolvimento larval e pupal desse artrópode (Borror & White 1970), já que as fezes foram retiradas do galpão de coleta a cada seis meses aproximadamente. Segundo Greenberg & Povolny (1971) larvas de H. illucens podem sob certas condições, exercer controle natural significativo sobre a população de M. domestica, não por predação, mas por competição, pois a mosca em seu desenvolvimento larval torna o meio mais liquefeito, o que é inadequado para o desenvolvimento de M. domestica. Assim sendo, quando a população de H. illucens aumenta, conseqüentemente a população de M. domestica diminui. Furman et al. (1959) sugerem competição por alimento ou espaço como sendo o mecanismo de interação entre essas duas espécies, além de que, segundo Bradley & Sheppard (1984) há algum tipo de comunicação química interespecífica.
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Os artrópodes auxiliares generalistas associados às Macieiras na ilha Terceira (Açores)

Os artrópodes auxiliares generalistas associados às Macieiras na ilha Terceira (Açores)

De facto, uma fracção importante da fauna de artrópodes dos Açores é constituída por espécies de predadores generalistas (cerca de 20%; ver Borges et al., 2005a), onde se incluem grupos como as aranhas (Araneae), coleópteros (Coleoptera: Staphilinidae), joaninhas (Coleoptera: Coccinelidae), percevejos (Hemiptera-Heteroptera), entre outros. Estes artrópodes, juntamente com os parasitóides, são geralmente denominados por fauna auxiliar. A fauna auxiliar pode ser definida como o grupo de organismos que controla naturalmente as populações de pragas e a evolução e disseminação de doenças em explorações agrícolas (Reboulet, 1992). No entanto, a maior parte dos artrópodes auxiliares generalistas não conseguem controlar espécies praga especialistas, sendo o seu contributo mais importante no controle das populações de muitos fitófagos generalistas.
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Efeito da comunidade de artrópodes sobre a taxa de decomposição e liberação de nutrientes

Efeito da comunidade de artrópodes sobre a taxa de decomposição e liberação de nutrientes

A ordem Coleoptera foi a que apresentou maior número de famílias amostradas, uma vez que os besouros são os insetos mais ricos em espécies e em número de indivíduos do reino animal (Coleman & Crossley 1996). Possuem hábito alimentar variado, desde predadores, fitófagos a detritívoros (Marinoni et al. 2003). Várias famílias desta ordem estão associadas aos processos de decomposição, sendo responsáveis por uma fração significativa da ciclagem de nutrientes (Coleman & Crossley 1996), além de muitos serem predadores de detritívoros. A importância destes insetos estaria no controle do processo de decomposição via predação da fauna detritívora propriamente dita (Penny et al. 1978), porém, a enorme diversidade de espécies, famílias e estilos de vida torna qualquer generalização sobre o grupo impossível (Poggiani et al. 1996).
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INVESTIGAÇÃO DE ARTRÓPODES EM ALIMENTOS NA TRANSMISSÃO DE DOENÇAS

INVESTIGAÇÃO DE ARTRÓPODES EM ALIMENTOS NA TRANSMISSÃO DE DOENÇAS

No caso dos grãos, a maioria dos produtores está equipada de forma a minimizar esta contaminação. No entanto, a presença de insetos pragas é de difícil controle e acaba sendo processado junto aos grãos e contaminando todo o produto. O que denuncia a contaminação dos alimentos industrializados por insetos são, na maioria dos casos, devido à presença de pequenos fragmentos de exoesqueleto, além de outros contaminantes como insetos adultos, larvas, ácaros e pelo de roedores. Entretanto, a dedução e identificação da origem do material estranho são difíceis, pois durante o transporte e processamento da matéria prima, o inseto é quebrado em diversos fragmentos (THRONE et al, 2003).
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IMPACTO DE DELTAMETRINA EM ARTRÓPODES-PRAGAS E PREDADORES

IMPACTO DE DELTAMETRINA EM ARTRÓPODES-PRAGAS E PREDADORES

A escolha incorreta e o manejo inadequado dos inseticidas têm aumentado o número das apli- cações e o custo de produção, sem o controle de- sejado, acarretando sérios problemas, como a eli- minação de inimigos naturais, podendo, ainda, cau- sar intoxicações de usuários e a contaminação ambiental (Cruz, 1997). Além da praga-alvo, os in- seticidas aplicados no cartucho do milho também podem ser tóxicos a outros insetos fitófagos, como a cigarrinha Dalbulus maidis (DeLong & Wolcott) (Homoptera: Cicadellidae), contribuindo para seu controle ou, inversamente, podem reduzir a ativida- de de seus inimigos naturais e, portanto, favorecer alta infestação dessa praga. Dentre os artrópodes expostos aos inseticidas na parte aérea do milho, existe um complexo de predadores, incluindo a tesourinha Doru luteipes (Scudder) (Dermaptera: Forficulidae), o percevejo Orius sp. (Heteroptera: Anthocoridae), formigas (Formicidae) e aranhas (Araneae), os quais são importantes agentes natu- rais de controle de S. frugiperda e de D. maidis (Andrews, 1988; Cruz, 1995; Perfecto & Castiñeiras, 1998).
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Diversidade e distribuição espacial de artrópodes associados ao solo em agroecossistemas.

Diversidade e distribuição espacial de artrópodes associados ao solo em agroecossistemas.

Pela análise faunística, determinaram-se 20 espécies predominantes assim representadas (Tabela 1): Formicidae (13 espécies): Camponotus rengeri Emery, Camponotus sp.2, Camponotus sp.3, Camponotus lespesi (Forel), Cylindromyrmex sp., Dorymyrmex pyramicus Roger, Ectatomma sp., Odontomachus chelifer Latreille, Pachycondyla sp.2, Pheidole arcifera Santschi, Pheidole oxyops Forel, Pheidole sp.1 e Pseudomyrmex sp.1. Carabidae (três espécies): Abaris basistriatus Chaudoir, Calosoma granulatum Perty e Odontocheila nodicornis (Dejean). Staphylinidae (uma espécie): Glenus chrysis Gravenhorst. Araneae (três espécies): Castianeira sp., Coleosoma floridanum Banks e Falconina gracilis (Keyserling). A determinação de espécies predominantes de artrópodes predadores em agroecossistemas constitui passo inicial e necessário para o manejo de agentes de controle biológico natural (E L L S B U R Y et al., 1998). Assim, as espécies
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Impacto dos inseticidas clorfenapir e metamidofós sobre a comunidade de artrópodes do feijoeiro

Impacto dos inseticidas clorfenapir e metamidofós sobre a comunidade de artrópodes do feijoeiro

O feijão da variedade Ouro vermelho foi semeado no espaçamento de 0,45 m entre fileiras com 15 sementes por metro. No preparo do solo foram realizadas uma aração e duas gradagens. A adubação foi realizada de acordo com a os resultados da analise química do solo seguido recomendações de Alvarez et al., (1999). Aplicou-se no plantio de 320 kg/ha da formulação 08-28- 16. Trinta dias após o palntio foi feita a adubação nitrogenada de cobertura, aplicando-se 12 kg/ha de N (48 Kg/ha de uréia). Para controle das plantas daninhas foi utilizada a mistura comercial dos herbicidas (200 + 250 g i.a./L de fomesafen + fluazifop) denominada Robust®, na dosagem de 0,8 L/ha, 15 dias após a emergência da cultura, quando as plantas daninhas dicotiledôneas se encontravam com dois a três pares de folíolos (Agrofit, 2006). Os demais tratos culturais foram os normais da cultura, inclusive com irrigação suplementar por aspersão.
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Diagnóstico sorológico e molecular de agentes transmitidos por artrópodes em aves carnívoras

Diagnóstico sorológico e molecular de agentes transmitidos por artrópodes em aves carnívoras

propriedades rurais locais, a criação animal foi drasticamente reduzida, diminuindo também o número de hospedeiros domésticos e selvagens, bem como as chances de sobrevivência dos carrapatos. Nessas áreas, permanece basicamente o ciclo de parasitismo selvagem potencialmente reduzido. Além disso, na cultura de cana-de- açúcar, o uso constante de produtos no controle de pragas, como Fipronil (CHAUZAT et al., 2011), pode auxiliar na redução das populações de carrapatos presentes no meio, o que pode justificar a baixa ocorrência de carrapatos nas aves estudadas. Não houve a identificação específica dos espécimes de Amblyomma spp. amostrados, porém sabe- se que os estádios de larva e ninfa de Amblyomma longirostre têm como hospedeiros preferenciais as aves (BOTÃO-MIRANDA et al., 2001; STORNI et al., 2005; VENZAL et al., 2005 citados por TEIXEIRA et al., 2008). Além disso, larvas e ninfas de A cajennense tem menor especificidade de hospedeiro e também são encontradas em aves carnívoras (TEIXEIRA et al., 2008).
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Artrópodes associados a massas fecais bovinas no Sul do Estado de Goiás.

Artrópodes associados a massas fecais bovinas no Sul do Estado de Goiás.

Glyptholaspis confusa Foa foi o macroquelídeo mais importante nas fezes bovinas em Itumbiara (Tabela 2). Sua freqüência foi de 66%. Essa espécie é encontrada no Novo Mundo em fezes, resíduos de trigo e associada a moscas sinantrópicas (Hyatt & Emberson 1988). Essa espécie deve ser incluída entre as que poderiam ser utilizadas no possível controle de espécies-praga em fezes bovinas. Macrocheles muscaedomesticae (Scopoli) foi a terceira espécie em importância. É o Macrochelidae mais importante das fezes de aves poedeiras (Hyatt & Emberson 1988). Macrocheles glaber (Müller) encontra-se frequentemente associada a besouros coprófagos e a uma variedade de fezes animais.
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Fenologia e artrópodes de Copaifera langsdorffii Desf. no cerrado

Fenologia e artrópodes de Copaifera langsdorffii Desf. no cerrado

codificados) bem como frutos e ramos broqueados foram coletados e levados para o Laboratório de Entomologia do NCA para serem acondicionados em potes plásticos brancos, cobertos com organza, e colocados em estufa incubadora (25ºC de temperatura) para a emergência dos insetos para análise qualitativa. Não foi feita análise quantitativa de insetos emergidos devido ao não controle da quantidade de material coletado, já que era necessário coletar grande quantidade de material/data de coleta para se conseguir, de forma esporádica, um de parasitóide, ou de broqueador.

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Avaliação da comunidade de artrópodes predadores em solos de lavoura de algodão no Distrito Federal.

Avaliação da comunidade de artrópodes predadores em solos de lavoura de algodão no Distrito Federal.

populações por efeito de insetic i das químicos indicam que esse grupo deve ser considerado nas avaliações de impacto ambiental causado por práticas agrícolas de controle de pragas, incluindo plantas transgênicas. Espécies desse grupo que ocorrem com freqüência em diferentes anos e durante as fases do ciclo vegetativo, além de serem as mais abundantes, devem ser identificadas e escolhidas para estudos ecológicos específicos como a segurança biológica de inseticidas químicos e biológicos ou plantas transgências resistentes a insetos.

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Sistema quarentenário de artrópodes. - Portal Embrapa

Sistema quarentenário de artrópodes. - Portal Embrapa

Os laboratórios de quarentena visam reduzir a probabilidade de estabelecimento no país de organismos indesejáveis (hiperparasitos, patógenos, pragas e plantas daninhas) que poderão, inadvertidamente ou conscientemente, estar associados aos organismos benéficos que se deseja introduzir. Em 1962 houve a primeira proposta para construção de um laboratório de quarentena de insetos no estado do Rio de Janeiro (PERACCHI, 1962). Infelizmente, esse plano não foi concretizado. Durante a Primeira Reunião Brasileira de Controle Biológico, realizada em Jaguariúna-SP, em 1986, tal assunto foi intensivamente debatido, e a proposta de construção de um quarentenário de agentes de controle biológico voltou a ser feita, com grande possibilidade de concretização.
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Efeito da solarização e da adubação sobre artrópodes em solo cultivado com alface.

Efeito da solarização e da adubação sobre artrópodes em solo cultivado com alface.

negativos nessas comunidades (Lins et al., 2007; Ferraro et al., 2007), e no meio ambiente, razão pela qual técnicas alter- nativas, como a solarização do solo vem sendo estudada para controle de pragas, patógenos e plantas daninhas, como por exemplo em cultivos de hortaliças. Por essa técnica, o solo umedecido é co- berto com plástico transparente ficando exposto à luz do sol, durante os meses de altas radiações (Ghini et al., 2003). A solarização associada à adubação favorece o controle de pragas do solo, principalmente nematóides fitoparasitas (Hasing et al., 2004).
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Artrópodes da classe Diplopoda: qualidade e atributos do solo e decomposição de resíduos de cafeeiro

Artrópodes da classe Diplopoda: qualidade e atributos do solo e decomposição de resíduos de cafeeiro

Estima-se que sejam produzidos um total de 7 milhões de toneladas de esteco bovino por dia nas propriedades agrícolas brasileiras. Além disso, por ser o segundo maior produtor mundial de café Robusta (Coffea canephora), o Brasil produz grande quantidade de resíduos provenientes da colheita e beneficiamento dos seus frutos. Ressalta-se que a macrofauna edáfica (e.g., milípedes, minhocas) pode ser utilizada para otimizar processos de bioconversão de resíduos em adubos orgânicos. Nesse sentido, o objetivo do estudo foi investigar a eficácia do milípede tropical Rhinocricus botocudus e da minhoca epigeica Eisenia andrei, assim como a associação desses invertebrados, sobre a maturidade de uma mistura de esterco bovino (EB) e resíduos de cafeeiro (RC) (1:1, base volume). Foram testados quatro níveis de macroinvertebrados e cinco intervalos de amostragem (0, 30, 60, 90 e 120 dias), com três repetições (n = 3). Os níveis de macroinvertebrados foram: controle sem invertebrado (CONT); milípede (MILI); minhoca (MINH); e milípede mais minhoca (MILI + MINH). As variáveis analisadas foram C e N total, C e N solúvel, C das substâncias húmicas e análise de infravermelho em ácido húmico e fúlvico. Independentemente da presença de milípedes, minhocas E. andrei otimizaram os decréscimos de C solúvel e C/N solúvel ao longo da incubação, sugerindo que essa espécie acelerou a decomposição do RC + EB. No estágio final da incubação (120 dias), as maiores relações ácido húmico/ ácido fúlvico (p ≤ 0,05) foram observadas nos tratamentos MILI + MINH (3,5) e MINH (2,6). Ao longo da incubação, a análise de infravermelho de ácido húmico demonstrou reduções de grupos alifáticos concomitante com aumentos dos aromáticos, sendo essas alterações mais pronunciadas nos tratamentos com a presença de minhocas. Dentro do tempo estudado, os resultados demonstraram que E. andrei otimiza a maturidade do RC + EB, enquanto somente R. botocudus não é eficiente para a maturidade desses resíduos.
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Artrópodes associados a excrementos em aviários

Artrópodes associados a excrementos em aviários

1. ArtrÓp. od e pard controle b:i.olÓgico 2. Aviário - Praga "'.- CqJ:l:t�oJ� 1:?1:;�lÓgi"ç-:o··�. Mosca - Controle biol2, gico I. E5-<;.-C?_�:á_ Superior de Agricultura Luiz d e Quei­ roz, Pirâc:fcaba

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