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A relação público-privada no SUS: um olhar sobre a assistência ambulatorial de média e alta complexidade na região de saúde da Baixada Cuiabana em Mato Grosso.

A relação público-privada no SUS: um olhar sobre a assistência ambulatorial de média e alta complexidade na região de saúde da Baixada Cuiabana em Mato Grosso.

Na Baixada Cuiabana, os estabelecimentos prestadores de assistência ambulatorial de média e alta complexidade concentram-se em Cuiabá, município também considerado refe- rência para tal tipo de assistência no estado de Mato Grosso. Salienta-se que a maioria dos municípios que compõem esta região tem população inferior a 20 mil habitantes, assim como a maior parte dos municípios mato-grossenses. Em Cuiabá a participação do setor privado/fi- lantrópico do SUS é pouco maior do que a de prestadores públicos, na provisão da assistência ambulatorial (51,6%), mas é majoritária na provisão dos Sadt (74,6%), conforme evidenciado na tabela 3. No município de Cuiabá, a participação dos setores privado e filantrópico no SUS, em número de estabelecimentos, é maior do que a do setor público, colocando em xeque a questão da complementaridade da iniciativa privada no SUS.
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Avaliação de serviços de assistência ambulatorial em aids, Brasil: estudo comparativo 2001/2007.

Avaliação de serviços de assistência ambulatorial em aids, Brasil: estudo comparativo 2001/2007.

A assistência ambulatorial às pessoas que vivem com HIV (PVHIV) no Brasil é realizada em diferentes serviços do Sistema Único de Saúde (SUS): unidades básicas de saúde, ambulatórios de especialidades, ambulatórios de hospitais, serviços exclusivos para doenças sexualmente transmissíveis (DST) e aids. O Ministério da Saúde, por meio do Departamento de DST/aids e Hepatites Virais, produz orientações normativas gerais para os serviços e é responsável pela provisão dos medicamentos antirretrovirais e exames laboratoriais específi cos (carga viral, CD4, genoti- pagem). Exceto por esses recursos, a implantação e organização dos serviços depende das características regionais e locais do SUS.
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Trabalho em equipe e interdisciplinaridade: desafios para a efetivação da integralidade na assistência ambulatorial às pessoas vivendo com HIV/Aids em Pernambuco.

Trabalho em equipe e interdisciplinaridade: desafios para a efetivação da integralidade na assistência ambulatorial às pessoas vivendo com HIV/Aids em Pernambuco.

Resumo A complexidade da atenção à saúde das pessoas vivendo com HIV/Aids requer o investi- mento na integralidade das ações e do cuidado, lançando às equipes multiprofissionais o desafio da construção de uma prática interdisciplinar. Este estudo teve o objetivo de analisar a integrali- dade da atenção à saúde em Serviços de Assistên- cia Especializada em HIV/Aids (SAE-HIV/Aids) de Recife/Pernambuco, a partir do processo e or- ganização do trabalho em equipe. Trata-se de um estudo de caso desenvolvido em três unidades de SAE-HIV/Aids, com base em abordagem qualita- tiva, por meio de diferentes técnicas de investiga- ção. Os resultados apontam que os SAE atendem a grande parte das recomendações do Ministério da Saúde, sobre a infraestrutura básica, mas nenhum serviço apresentava a constituição da equipe mí- nima satisfatória. Há o reconhecimento da frag- mentação do trabalho em equipe e da dificuldade de sistematizar uma prática interdisciplinar e intersetorial, sendo apontadas falhas para garan- tir o fluxo de referência e contrarreferência. Iden- tificou-se pouca valorização do papel do gerente como articulador da equipe; a necessidade de per- ceber o usuário como um todo; e de a equipe tra- balhar de forma articulada, buscando a prática comunicativa e as atividades relacionais. Palavras-chave Aids, Saúde integral, Assistência ambulatorial, Equipe interdisciplinar de saúde Abstract The complexity of providing health-
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Avaliação da assistência ambulatorial a portadores de HIV/AIDS no Rio de Janeiro, segundo a visão de seus usuários.

Avaliação da assistência ambulatorial a portadores de HIV/AIDS no Rio de Janeiro, segundo a visão de seus usuários.

Este artigo é parte de uma pesquisa que teve como objetivo geral avaliar a adesão dos usuá- rios ao serviço de assistência ambulatorial a portadores de HIV/AIDS (Rio de Janeiro, 1998), como um dos parâmetros da qualidade das ações oferecidas. Nela, foram contemplados princípios de avaliação da qualidade de servi- ços de saúde segundo os quais se consegue um melhor cuidado de saúde ao se maximizar o bem estar do paciente, considerando o balan- ço de perdas e ganhos esperados, presentes no processo de cuidado oferecido em todas as suas etapas (Donabedian, 1984). Nesse sentido, a re- ferência não é um estado de saúde, mas sim as melhorias no estado de saúde conseguidas den- tre as melhorias possíveis.
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AVALIAÇÃO DA ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL DE ENFERMAGEM SEGUNDO A PERCEPÇÃO DO CLIENTE.

AVALIAÇÃO DA ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL DE ENFERMAGEM SEGUNDO A PERCEPÇÃO DO CLIENTE.

ausência de queixas. A expectativa dos entrevistados esteve dirigida para a satisfação das necessidades de segurança e aceitação de que se acham privadas as mães de crianças que adoecem. O atendimento dessas necessidades propicia condições para o estabelecimento do vínculoprofisssional-cliente, a partir do qual se contruirá o relacionamento terapêutico. Com a devolução dos resultados às enfermeiras responsáveis pela assistência ambulatorial, pretendeu-se contribuir para a melhoria da qualidade da assistência prestada.

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ITINERÁRIO TERAPÊUTICO DE PESSOAS COM ÚLCERA VENOSA EM ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL.

ITINERÁRIO TERAPÊUTICO DE PESSOAS COM ÚLCERA VENOSA EM ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL.

RESUMO: Objetivou-se descrever o itinerário terapêutico de pessoas com úlcera venosa em assistência ambulatorial. Pesquisa qualitativa, desenvolvida no período de janeiro a fevereiro de 2013, por meio da entrevista semiestruturada com 14 pessoas com úlcera venosa, no serviço ambulatorial de um hospital público no Rio Grande do Sul, Brasil. Após a análise de conteúdo dos dados, elaboraram-se as categorias: busca ao Setor Popular, busca ao Setor Folk e busca ao Setor Proissional. A partir de como é identiicada a origem da úlcera venosa e da inluência do contexto sociocultural, as pessoas realizaram diferentes práticas de cuidados com frequentes revisões do percurso, em busca da cicatrização da lesão. Conclui-se que o itinerário terapêutico mostrou-se constituído por uma pluralidade de caminhos, em que os setores popular e proissional inluenciaram intensamente a experiência da pessoa que convive com a úlcera venosa. DESCRITORES: Enfermagem. Úlcera varicosa. Assistência ambulatorial.
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Diagnósticos de enfermagem em pacientes com o Vírus da Imunodeficiência Humana/ Síndrome da Imunodeficiência Adquirida em assistência ambulatorial.

Diagnósticos de enfermagem em pacientes com o Vírus da Imunodeficiência Humana/ Síndrome da Imunodeficiência Adquirida em assistência ambulatorial.

Objetivo: Identificar diagnósticos de enfermagem em portadores de Vírus da Imunodeficiência Humana/ Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (HIV/AIDS) em assistência ambulatorial. Métodos: Estudo transversal e descritivo realizado por meio da aplicação de um questionário com referencial na Teoria do Autocuidado de Orem. A amostra foi de 51 pacientes atendidos no ambulatório de um hospital público na cidade de Fortaleza-CE. Resultados: Foram identificados 17 diagnósticos de enfermagem, destacando-se risco de infecção, disfunção sexual, déficit no autocuidado para alimentação e controle ineficaz do regime terapêutico. Conclusão: Os diagnósticos de enfermagem obtidos identificaram os principais problemas apresentados pelos portadores de HIV/AIDS, verificando déficits no autocuidado e em educação em saúde. O estudo contribuiu para que as intervenções de enfermagem sejam adequadas e direcionadas às necessidades existentes.
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Avaliação da assistência ambulatorial a pessoas vivendo com HIV/aids em serviços...

Avaliação da assistência ambulatorial a pessoas vivendo com HIV/aids em serviços...

Na definição das ações públicas de assistência à saúde, dois modelos tecnológicos distintos encontravam-se em competição: um centrado na extensão da assistência médica individual, tomada não como instrumento, mas como modelo de prática, e que, posteriormente, viria a se traduzir na rede básica num padrão assistencial alcunhado por Schraiber de “consultação” (SCHRAIBER,1993), e o da programação, onde o atendimento médico era concebido como parte de um conjunto articulado de intervenções que visavam impacto coletivo. Este último modelo vinha sendo alvo de inúmeras críticas, em função: das características concretas que assumiu no cotidiano dos serviços; das resistências encontradas entre algumas categorias profissionais para sua efetivação, particularmente no que se referia a normatização e controle da assistência e à priorização epidemiológica da demanda, e, ainda, em função dos limites que apresentava diante das necessidades de extensão assistencial impulsionadas pela falência do sistema previdenciário.
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Open Coordenação do cuidado às pessoas vivendo com HIVaids: desafios no contexto da assistência ambulatorial especializada

Open Coordenação do cuidado às pessoas vivendo com HIVaids: desafios no contexto da assistência ambulatorial especializada

Observa-se na literatura que os termos coordenação, continuidade e integração assistencial são utilizados como sinônimos de coordenação do cuidado, sobretudo quando se discutem necessidades de atenção a partir de diferentes fontes de provisão. É preciso, entretanto, considerar que há integração quando a coordenação alcança seu grau máximo, ou seja, a integração seria uma qualidade da atenção, obtida a partir da efetivação do cuidado coordenado. Este, por sua vez, pressupõe a conexão dos serviços de saúde ao longo do contínuo da assistência mediante a transferência de informações, de um objetivo comum que norteie a construção de planos de cuidados nestes diferentes pontos de atenção da rede, e da articulação dos serviços para que a atenção seja prestada em momentos e locais adequados às necessidades das pessoas e famílias (19) .
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Avaliação de serviços de assistência ambulatorial em aids, Brasil: estudo comparativo 2001/2007

Avaliação de serviços de assistência ambulatorial em aids, Brasil: estudo comparativo 2001/2007

OBJECTIVE: To assess Brazilian Unifi ed Health System outpatient services delivering care to adults living with AIDS in 2007 and to compare with the assessment conducted in 2001.. MET[r]

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Plano de reformulação da assistência ambulatorial do Instituto Nacional de Previdência Social na cidade de São Paulo.

Plano de reformulação da assistência ambulatorial do Instituto Nacional de Previdência Social na cidade de São Paulo.

Com a unificação dos antigos Institu- tos de Aposentadorias e Pensões, bem co- mo dos Serviços de Assistência Médica Domiciliar e de Urgência, o INPS rece- beu o acervo dos respectivos s[r]

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Avaliação da estrutura organizacional da assistência ambulatorial em HIV/Aids no Brasil.

Avaliação da estrutura organizacional da assistência ambulatorial em HIV/Aids no Brasil.

A taxa de resposta foi de 95,8% (322). Os indicadores de disponibilidade de recursos mostram uma adequação maior do que os indicadores de organização do trabalho. Não faltam antiretrovirais em 95,5% dos serviços, os exames de CD4 e Carga Viral estão disponíveis em quantidade adequada em 59 e 41% dos serviços, respectivamente. Em 90,4% dos serviços há pelo menos um profissional não médico (psicólogo, enfermeiro ou assistente social). Quanto à organização, 80% não agendavam consulta médica com hora marcada; 40,4% agendavam mais que 10 consultas médicas por período; 17% não possuíam gerentes exclusivos na assistência e 68,6% não realizavam reuniões sistemáticas de trabalho com a equipe.
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Avaliação da estrutura organizacional da assistência ambulatorial em HIV/Aids no Brasil

Avaliação da estrutura organizacional da assistência ambulatorial em HIV/Aids no Brasil

Supported by the Brazilian Ministry of Health, Coordenação Nacional de DST e Aids (Grant n. 092/00) and Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP - Grant n. 99/11141-5[r]

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Assistência ambulatorial geriátrica: hierarquização da demanda.

Assistência ambulatorial geriátrica: hierarquização da demanda.

No Brasil, o rápido crescimento da população de idosos vem produzindo grande impacto no sistema de saúde, com elevação dos custos e da utilização dos serviços. A ineficiência dos modelos tradicionais de assistência ao idoso torna imprescindível a mudança no paradigma de atenção à saúde dessa população, por meio do desenvolvimento de novos modelos de atenção que incorporem a identificação, a avaliação e o tratamento de idosos com perfis mórbidos e funcionais variados, passíveis de serem aplicados nas diversas modalidades assistenciais. Propõe-se um modelo ambulatorial, em duas etapas, que se diferencia pela profundidade e abrangência das ações, organizadas em níveis crescentes de complexidade e capazes de selecionar subgrupos de indivíduos que, por suas características de risco, devem progredir, diferenciadamente, na estrutura de atenção. Descreve-se a primeira etapa, que pressupõe a captação e identificação de risco de grandes grupos de idosos, por meio de um fluxo hierarquizado de ações e o uso de instrumentos de avaliação com sensibilidades e especificidades adequadas. O indivíduo com 65 anos ou mais, captado por demanda espontânea ambulatorial, captação domiciliar ou busca telefônica, é classificado segundo avaliação de risco, denominada Triagem Rápida, composta de oito itens. Dependendo do risco encontrado, o indivíduo será encaminhado para acompanhamento clínico usual e atividades em centros de convivência de idosos (risco baixo e médio) ou para outra etapa da avaliação funcional (riscos médio- alto e alto). A segunda etapa será tema de artigo posterior.
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Indicadores da qualidade dos registros e da assistência ambulatorial em Maringá, (estado do Paraná, Brasil), 1991: um exercício de avaliação.

Indicadores da qualidade dos registros e da assistência ambulatorial em Maringá, (estado do Paraná, Brasil), 1991: um exercício de avaliação.

No entanto, os serviços tradicionalmente operam, utilizando uma razão entre a produção da intervenção (consultas a menores de um ano ou gestantes, ou no máximo, distinguindo entre as primeiras e subseqüentes) e uma população alvo estimada. Este método pode levar a super ou subestimativas de dados de cobertura devi- do a erros no denominador. O uso de dados de produção total sem especificar, por exemplo, sexta consulta de puericultura, ou oitava de pré-natal conduzem a médias de coberturas que podem esconder a existência de usuários fre- qüentes, bem como, de grupos descobertos, ou de apresentar “coberturas” acima de 100%. Neste trabalho dispunha-se apenas de infor- mações de tipo de consulta e populações esti- madas. Ainda assim, entende-se que é factível para as unidades ambulatoriais, que se propuse- rem, organizar sua coleta de informação de forma a permitir um cálculo mais acurado de cobertura. Ficou evidente, neste estudo, que os melhores níveis de cobertura estavam sendo atingidos no setor de puericultura enquanto a assistência geral e do pré-natal atigiram níveis menores.
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Programa de assistência ambulatorial de enfermagem para clientes diabéticos.

Programa de assistência ambulatorial de enfermagem para clientes diabéticos.

A assistência de enfenagem junto ao cliente portador de diabetes consiste num conjunto de orientações para a saúde, visando a conscientização e mudança de comportamento frente à sua proble. mática, com o propósito de levá-lo a atuar preven­ tivamente, diminuindo os danos decorrentes da evolução natural da doença ; investindo no desen­ volvimento da capacidade e das habilidades do in­ divíduo para o autocuidado, o enfermeiro pode contribuir ativamente para que ele leve uma vida mais independente.

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Estado nutricional, clínico e padrão alimentar de pessoas vivendo com HIV/Aids em assistência ambulatorial no município de São Paulo

Estado nutricional, clínico e padrão alimentar de pessoas vivendo com HIV/Aids em assistência ambulatorial no município de São Paulo

The present study aimed to describe the proile of individuals living with HIV/ AIDS in the city of São Paulo, undergoing HAART or not, with an emphasis on the charac[r]

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Estado nutricional, clínico e padrão alimentar de pessoas vivendo com HIV/Aids em assistência ambulatorial no município de São Paulo.

Estado nutricional, clínico e padrão alimentar de pessoas vivendo com HIV/Aids em assistência ambulatorial no município de São Paulo.

O presente artigo se propõe a descrever o peril de pessoas que vivem com HIV/ aids no município de São Paulo, em uso ou não de TARV, com enfoque à caracterização do estado nutr[r]

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Contribuição de Maria Aparecida Minzoni à enfermagem psiquiátrica brasileira.

Contribuição de Maria Aparecida Minzoni à enfermagem psiquiátrica brasileira.

As atividades previstas no convênio foram elaboradas a partir de três projetos, a saber: assistência psiquiátrica (assistência psiquiátrica preventiva, assistência ambulatorial e reuniõ[r]

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Avaliação em saúde: reflexões inscritas no paradigma sanitário contemporâneo

Avaliação em saúde: reflexões inscritas no paradigma sanitário contemporâneo

FREIRE, P.; FREI BETTO. Essa escola chamada vida. A formação médica: revisitando Paulo Freire. Avaliação da assistência ambulatorial a portadores do HIV-Aids no Rio de Janeiro, segundo a[r]

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