Assistência estudantil - Psicologia

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Assistência estudantil e psicologia nos Institutos Federais

Assistência estudantil e psicologia nos Institutos Federais

A execução da política de Assistência Estudantil nas Instituições Federais de Ensino solidificou-se e ganhou projeção com a publicação do decreto que institui o Programa Nacional de Assistência Estudantil em 2010. Embora o Decreto nº 7.234/2010 não apresente orientações detalhadas sobre a execução das ações, é a partir de sua publicação que se torna possível investir em áreas específicas, consideradas essenciais à garantia do direito dos estudantes de não apenas ingressar nessas instituições, como também receber o suporte necessário à vida acadêmica e concluir seus cursos em condições equitativas. Dessa forma, a presença da psicólogos e psicólogas na rede federal se amplia, e a atuação da Psicologia na Assistência Estudantil dos Institutos Federais passa a ser objetivo de estudos mais recentes. Verificam-se tendências progressitas na Assistência Estudantil dos Institutos Federais e necessidades de adequação do trabalho da Psicologia. Apresentam-se propostas voltadas para a atuação em Psicologia Escolar e Educacional como alternativa para as instituições. Reflete- se sobre a importância de adequar as ações à real demanda institucional.
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Avaliação do serviço de psicologia da assistência estudantil no Instituto Federal do Ceará

Avaliação do serviço de psicologia da assistência estudantil no Instituto Federal do Ceará

Apesar de a Psicologia Escolar/Educacional ser uma área já em desenvolvimento no Brasil há bastante tempo, a atuação na Assistência Estudantil no Ensino Superior é um campo relativamente novo para os psicólogos. Com a publicação do Programa Nacional de Assistência Estudantil, o PNAES, em 2010, o Governo Federal passou a investir recursos específicos destinados à atenção das necessidades dos estudantes de Instituições Federais de Ensino Superior – IFES. No cenário da expansão universitária promovida a partir do Programa de Expansão e Reestruturação das Universidades Federais – REUNI, tem ocorrido uma ampliação do número de vagas para técnicos administrativos. Entre 2008 e 2012, foram contratados quase 8.000 novos técnicos administrativos para as IFES, incluídos nesse número os 27 profissionais de psicologia que atuam na Assistência Estudantil do IFCE. Este trabalho destina-se a avaliar como ocorre atualmente a atuação em Psicologia nessas instituições, visto que esta compõe uma política pública que atualmente não tem mecanismos próprios e institucionalizados de avaliação. Com base nos pressupostos da perspectiva histórico-cultural, compreende-se como essencial a modificação das estruturas sociais para a ampliação das possibilidades de construção de significados e, portanto, de subjetivação. Nesse sentido, este estudo passa pela definição do que é política pública, para caracterizar a Assistência Estudantil nesse campo no cenário brasileiro e, posteriormente, avaliar um modelo de execução dessa política em uma Instituição Federal de Ensino Superior. Procura-se enfatizar a definição do psicólogo e a ótica do estudante a respeito da atuação do psicólogo na instituição, devido a ser esse o público final das ações. Considera-se que esta pesquisa representa contribuição valorosa para a atuação na área de Psicologia Escolar/Educacional e também para Assistência Estudantil. Propõe-se estabelecer um panorama avaliativo do trabalho do psicólogo na Assistência Estudantil, de modo a contribuir para a identificação das necessidades ainda não atendidas, bem como para a solidificação de uma cultura de avaliação e planejamento das políticas públicas de assistência estudantil. Os resultados apontam para avaliações positivas a respeito do trabalho do psicólogo, embora a partir de definições imprecisas e para a concomitância entre concepções tradicionais e recentes de Psicologia Escolar e Educacional no âmbito institucional, tanto na perspectiva do estudante quanto do profissional.
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Psicologia, assistência estudantil e ensino superior

Psicologia, assistência estudantil e ensino superior

Políticas de acesso e permanência foram implementadas no ensino superior, com vistas à inserção social através da educação. No ensino superior federal, ganha destaque o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais e o Programa Nacional de Assistência Estudantil, que além de ampliar o acesso aos sujeitos que estavam à margem da sociedade, propiciaram a entrada de servidores de áreas diversas, dentre essas a Psicologia. A experiência como psicóloga na assistência estudantil, em consonância com os achados da literatura, aponta a carência de nortes específicos para atuação nesse novo contexto. Nessa direção, esta pesquisa, a partir dos aportes teóricos da abordagem Sócio-histórica, tem como objetivo principal apreender como a Psicologia se apresenta no contexto da assistência estudantil das universidades públicas federais brasileiras. Especificamente, busca desenhar um quadro das políticas públicas de acesso e permanência no ensino superior e suas implicações para a Psicologia; mapear a produção acadêmica brasileira da presença da Psicologia no espaço da assistência estudantil; aplicar método da metassíntese à análise documental com Núcleos de Significação; realizar um panorama sócio-histórico da Psicologia na assistência estudantil no Nordeste brasileiro; identificar áreas, subáreas de conhecimento envolvidas na atuação da assistência estudantil; descrever as ações da Psicologia no contexto da assistência estudantil; interpretar os Núcleos de Significação que sustentam as práticas psicológicas no contexto da assistência estudantil. Trata-se de pesquisa qualitativa com busca de dados, através de pesquisa bibliográfica e documental. A etapa de revisão bibliográfica, realizada de maio a agosto de 2018, permitiu identificar que a Psicologia desenvolvida na assistência estudantil se caracteriza por formas de atuação ‘tradicionais’ voltadas, em sua maioria, para o seu corpo
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Letramento acadêmico e a construção da autoria em oficinas estéticas : prática em psicologia junto à assistência estudantil na universidade

Letramento acadêmico e a construção da autoria em oficinas estéticas : prática em psicologia junto à assistência estudantil na universidade

7 Andrea Zanella (2008) fundamenta o conceito de lugar social nas reflexões de Bakhtin para empregá-lo como um lugar simbólico, que “implica necessariamente um outro que se co[r]

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Eficácia dos programas de assistência estudantil: experiência da UNEMAT

Eficácia dos programas de assistência estudantil: experiência da UNEMAT

As dificuldades psicológicas/psiquiátricas também foram apontadas por 09 (nove) estudantes. A UNEMAT não oferta um programa de apoio psicológico/psiquiátrico a seus estudantes como ferramenta de tratamento das enfermidades mentais da comunidade acadêmica. Ações nesse sentido corriqueiramente ocorrem nas universidades e faculdades atreladas a projetos de extensão e estágio obrigatório no Curso de Psicologia. Acontece que em nenhum campus da UNEMAT é ofertado o mencionado curso, o que reforça que o apoio psicológico/psiquiátrico precisa ser uma bandeira levantada pela gestão universitária, inclusive pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis visando o bem-estar mental dos estudantes e, por conseguinte, a permanência universitária.
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Política de assistência estudantil : uma análise dos programas "moradia estudantil" e "auxílio moradia" da UFSC

Política de assistência estudantil : uma análise dos programas "moradia estudantil" e "auxílio moradia" da UFSC

Aumentar o valor do Auxílio Moradia, diminuindo a quantidade de alunos atendidos, devido ao elevado custo da locação imobiliária e do padrão de vida em Florianópolis. Todavia, essa é uma questão política que só deve ser definida após discussão com a comunidade universitária. Atuar de forma mais presente, através do Serviço Social e da Psicologia junto ao Conselho de Moradia, a fim de conhecer, acompanhar e orientar os alunos dos programas com problemas de depressão, dificuldade de aprendizagem, conflitos emocionais, dependência química, além de outros assuntos cotidianos que interferem na realização do curso.
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A política de assistência estudantil e o Programa Nacional de Assistência Estudantil:...

A política de assistência estudantil e o Programa Nacional de Assistência Estudantil:...

[...] eu presenciei e era muito angustiante quando a gente tinha que fazer a classificação dos alunos, por ordem de necessidades prementes quem precisa mais de bolsa do que outro. E eu acompanhei alguns desses atos de tirar de um para dar para outro, que não é correto. Eu acho que a gente tinha que ter uma política de assistência estudantil aqui de aumentar o número de recursos. Aumenta o número de alunos, democratiza-se o espaço universitário para os alunos de menor posse econômica e não aumenta o número de bolsas para atender toda a demanda. Eu acho que tinha que ter não um esforço de tirar de um e de outro, mas de pensar alternativas para se multiplicar o número de bolsas para não acontecer isso. Porque você tira de um e põe em outro. São ações paliativas, isso é muito ruim, porque você desqualifica o outro. Você desqualifica o aluno que tinha bolsa, mas você também não atende aquele que chega com muito mais carência. [...] Você vai perguntar: Qual é a solução? Talvez se o MEC, trabalhando com editais, a gente estará permanentemente, mandando projetos, elaborando projetos, para garantir todo ano um número X, uma quantidade X de recursos que dê conta das demandas que virão. Então, tinha que ter aí um trabalho de antecipação para que a gente não tire isso. [...] Os critérios são tão frágeis. São tão frágeis. Às vezes um que a mãe não ganha tanto, ou um pai está desempregado, etc. talvez tenha uma reserva que o outro que a mãe está empregada e não tem e a gente não sabe, e talvez nunca saiba. Vai saber. Então, o ideal seria realmente que todos recebessem essa bolsa por um trabalho de antecipação de planos. São projetos permanentes sendo realimentados, busca de novos editais, de novas parcerias, coisas muito além aí de Garanta um Futuro de ex-alunos, uma coisa que fosse mais permanente e progressivamente aumentando em termos de números de recursos (RITA STANO).
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O CARÁTER DAS POLÍTICAS DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS

O CARÁTER DAS POLÍTICAS DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS

Portanto, embora o discurso institucional que envolve a política de assistência estudantil apontar em direção da inclusão social pela educação, da redução das desigualdades sociais e regionais, e conclusão do ensino superior com êxito como objetivos fundantes, a política apresenta um forte apelo ao mecanismo assistencial e paliativo, que mantém o indivíduo na condição de assistido, beneficiário ou favorecido por meio de um processo seletivo e dispêndios de auxílios financeiros que em quantidade, não há para todos que necessitam. O discente não é visualizado como usuário detentor de direitos conquistados, cidadão consumidor e gestor de um serviço a que tem direito.
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A política de assistência estudantil : estudo sobre condicionalidades

A política de assistência estudantil : estudo sobre condicionalidades

Pode-se afirmar que o programa busca a ampliação e democratização das condições de acesso e permanência dos jovens na educação superior pública federal; minimizar os efeitos das desigualdades sociais no que se refere ao acesso efetivo (acesso, permanência e conclusão do curso) à educação superior e contribuir para a promoção da inclusão social através da educação. Constata-se que o PNAES foi um significativo avanço democrático que destoa da lógica contida nas legislações que vinham sendo construídas, pois, a assistência estudantil é concebida como direito dos estudantes em situação de vulnerabilidade social, garantido por recursos específicos, a compreensão sobre as necessidades dos estudantes é ampliada, assim como as ações ofertadas para suprí-las, bem como em razão de sua própria materialização embasada em princípios democráticos e de cidadania. O PNAES continua uma política focalizada e seletiva, com critérios que priorizam segmentos sociais, mas não se reduzem a eles e também não condiciona o direito de acesso (enquanto manutenção dos benefícios) à assistência estudantil a nenhum tipo de obrigação, não se constituindo como meritocrática ou retributiva. Assim, trata-se de uma nova concepção de assistência estudantil vinculada ao direito incondicional de acesso (acesso enquanto permanência e conclusão) à educação superior, direito de igualdade de condições de permanência nas universidades, com a perspectiva de inclusão social.
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Política de assistência estudantil nos três últimos governos:

Política de assistência estudantil nos três últimos governos:

de Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e, a partir da perspectiva dos estudantes bolsistas do Programa de Auxílio Permanência de um Instituto Federal de São Paulo, dos anos de 2014 e 2015, a relevância do Programa e os efeitos da Assistência Estudantil percebidos por esses discentes. A metodologia adotada foi de natureza exploratória de cunho bibliográfico e documental, complementados com os dados quanti-qualitativos levantados com base nos questionários. Como resultado da investigação, identificou-se uma avaliação positiva por parte dos alunos envolvidos na pesquisa sobre o Programa de Auxilio Permanência, uma vez que lhes estimulou ao prosseguimento dos estudos. Observou-se também que, para haver maior permanência dos estudantes é necessário que haja outros instrumentos de estímulo aos alunos, além da concessão dos auxílios estudantis.
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A permanência escolar e suas relações com a política de assistência estudantil

A permanência escolar e suas relações com a política de assistência estudantil

Este artigo tem o objetivo de investigar a permanência escolar dos estudantes da Educação Profissional Técnica de Nível Médio (EPTNM) na forma integrada ao ensino médio e suas relações com a Política de Assistência Estudantil (PAE) do Centro Federal de Educação Tec- nológica de Minas Gerais (CEFET-MG), Brasil. Possui abordagem metodológica qualitativa utilizando-se do procedimento técnico de estudo de caso, empregando, no levantamento de dados, questionários e entrevistas com estudantes bolsistas do Programa de Bolsas dessa instituição de ensino e com os gestores da Secretaria de Políticas Estudantis (SPE). A análi- se dos dados relativos à permanência escolar, sob a ótica dos estudantes bolsistas e gestores da SPE, revela dois aspectos considerados importantes para a sua permanência nesta ins- tituição: a disponibilidade, proporcionada pelo aporte financeiro, que permite a dedicação exclusiva aos estudos e o prestígio social da instituição que desperta neles a esperança de um futuro mais promissor, principalmente no que se refere à qualificação para o mundo do trabalho. Já os gestores da SPE sinalizam os desafios da PAE, particularmente, aqueles que dizem respeito à ampliação de direitos dos estudantes e efetivação de metas relativas à gestão do programa. Também, apontam para a importância de que a PAE deixe de ser uma política de governo e se transforme em política de Estado.
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Assistência estudantil e contrarreforma universitária nos anos 2000

Assistência estudantil e contrarreforma universitária nos anos 2000

Constatamos, a partir da análise dos dados da pesquisa, que os nexos existentes se dão entre a assistência estudantil e: o controle das taxas e evasão e retenção nas IFES, a produtividade das vagas nas IFES, a rotatividade dos estudantes entre as IFES, o discurso da democratização. Estas conexões identificadas entre assistência estudantil e as propostas da contrarreforma universitária, ainda que algumas delas representem bandeiras históricas dos movimentos da educação (como é o caso do controle das taxas de evasão e retenção e a democratização da universidade) são ressignificadas no interior das propostas produtivistas, implementadas nas universidades públicas federais, orientando-se para a construção do modelo de universidade operacional. Dentre os principais resultados da pesquisa, dispostos no terceiro capítulo desta dissertação, retomaremos algumas constatações que, a nosso ver, apontam caminhos para o desenvolvimento de novas pesquisas, sendo, deste modo, dignas de síntese.
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A assistência estudantil e a efetivação do direito à educação no IFRN

A assistência estudantil e a efetivação do direito à educação no IFRN

A presente dissertação analisa os Programas de Assistência Estudantil executados no IFRN Campus João Câmara. Essa temática vem ganhando relevância no cenário nacional, em virtude da expansão dos Institutos Federais ocorrida nos últimos anos. No RN, por exemplo, observamos o crescimento do IFRN em várias regiões do estado, privilegiando-se a interiorização das suas unidades. Nesse contexto, a Assistência Estudantil se apresenta como um dos principais mecanismos viabilizadores das condições de permanência dos estudantes na instituição. Assim, nos propomos a refletir: qual a política de Assistência Estudantil resultante da regulamentação operada nos últimos anos pelo governo federal e, em particular, pelo IFRN? Em que medida as necessidades sociais dos estudantes com vistas à permanência com qualidade no Campus João Câmara são atendidas pelos programas? Quais as implicações para o acesso aos programas a adoção de critérios de elegibilidade baseados principalmente na renda econômica? A metodologia utilizada privilegiou a pesquisa bibliográfica e a revisão da literatura, no intuito de apreender o estado da arte acerca da problemática estudada, bem como o aprofundamento das categorias analíticas que informam o objeto de estudo; a análise documental sobre a regulamentação da Assistência Estudantil; a análise de dados secundários sobre o perfil socioeconômico dos estudantes cadastrados e a realização de entrevistas semiestruturadas junto aos estudantes participantes dos Programas de Assistência Estudantil. A pesquisa apontou que o Campus João Câmara vem assegurando o acesso aos programas através de avaliação socioeconômica realizada pelo Serviço Social, e que estes atendem demandas relacionadas à alimentação escolar e ao custeio de despesas escolares diversas (através de repasse de auxílio-financeiro). Dentre os estudantes inseridos
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Um olhar sobre a assistência estudantil no CEFET-BA.

Um olhar sobre a assistência estudantil no CEFET-BA.

Nota-se que existem particularidades entre os meios de assistência estudantil no CEFET-BA. Enquanto por meio do Programa de Assistência ao Educando – PAE, na modalidade bolsa de estágio, os alunos estudam em um turno e estagiam no turno oposto em um dos projetos de incentivo a aprendizagem, os alunos bolsistas dos projetos em parceria com a Fundação Clemente Mariani –FCM somente estudam. Outras diferenças são: o fato de que para ser bolsista dos projetos da FCM o aluno deve estar matriculado na Modalidade Integrada, e tem acesso a estes projetos apenas os alunos matriculados no CEFET-BA de Salvador, enquanto que a seleção do PAE beneficia alunos de todas as modalidades de ensino existentes no Centro e também das Unidades Descentralizadas de Ensino – UNEDs. Outra diferença entre as ações, é que não existe idade estipulada para ser bolsista do PAE, enquanto que para os projetos em parceria com a FCM existe idade limite.
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DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA UFJF

DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA UFJF

O objetivo deste trabalho é investigar as ações, desenvolvidas pela política de assistência estudantil da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), concebidas com o propósito de minimizar a desigualdade social e educacional. Tomando como base as áreas estratégicas, propostas pelo Programa Nacional de Assistência Estudantil, esta pesquisa teve como foco as ações que contribuem para uma formação ampliada do aluno e para permanência no ensino superior, fora do âmbito do oferecimento de auxílio material. A assistência estudantil é uma política social pública, ou seja, um programa de ação governamental voltado para o propósito de redução das desigualdades sociais. Pode-se associar desigualdade social à pobreza, porém, a concepção de pobreza, que norteia esse trabalho, não se restringe à carência material, compreendendo-a também como repressão do acesso à vantagens sociais, como: saúde, educação e cultura. Dessa forma, este trabalho propõe uma visão mais ampla da política de assistência ao estudante, sugerindo ações voltadas não só ao combate da pobreza, mas que busquem também reduzir outras formas de desigualdade social. A pesquisa teve abordagem qualitativa, e foi organizada sob a forma de estudo de caso. Foram realizadas entrevistas com seis atores que atuam em diferentes setores da UFJF, com o intuito de conhecer as ações desenvolvidas pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PROAE, gestora da política de assistência) em parceria com outros setores da instituição. Adicionalmente, foi realizada pesquisa documental e bibliográfica a fim de apresentar as experiências de dez universidades públicas brasileiras, que também desenvolvem essa política e que ilustram como a política de assistência pode ser pensada de forma a abarcar projetos e ações no âmbito da cultura, saúde (na forma de atendimento psicológico oferecido aos beneficiários) e esportes. Os resultados da pesquisa, realizada na UFJF, indicaram a necessidade de promover avaliações da política, com o intuito de conhecer o perfil dos alunos atendidos, identificar necessidades do público alvo, subsidiar a implantação de novas ações e verificar a eficácia das que já estão em curso. Também indica que é importante mapear os setores com os quais a PROAE pode desenvolver parcerias e projetos para ampliar sua atuação. Revelou, ainda, a importância de ampliar a divulgação das ações, desenvolvidas por essa Pró-Reitoria, responsável pela condução da política de assistência estudantil, para que os apoiados pelo programa possam conhecer os benefícios oferecidos e oportunidades.
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EDITAL ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL Nº 01/2017

EDITAL ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL Nº 01/2017

O DIRETOR GERAL CÂMPUS RIO VERDE DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO (IF Goiano), no uso de suas atribuições legais na forma do que dispõe a Lei nº. 11.892/2008 , diante da autorização concedida pela Portaria 28 publicada no DOU de 18 de janeiro de 2012, considerando ainda a Lei nº 12.155 de 23 de Dezembro de 2009 o Decreto n° 7.234, de 19/07/2010, publicado no Diário Oficial da União de 20/07/2010, o Decreto nº 7.416 de 30 de Dezembro de 2010 e a Resolução do Conselho Superior Nº 033, de 13/09/2011 torna público o Processo Seletivo para a concessão de auxílio do Programa de Assistência Estudantil 2017, na modalidade “Bolsa Alimentação”, observadas as normas e instruções estabelecidas neste Edital.
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Assistência estudantil nos Institutos Federais : da política à implementação

Assistência estudantil nos Institutos Federais : da política à implementação

página do Instituto Federal de São Paulo, os documentos relativos ao ano de 2015 foram solicitados pelo Sistema Eletrônico do Serviço de Informação ao Cidadão (e- SIC) (Lei n.º 12.527/2011), visto que todas as informações eram de domínio público. Uma terceira metodologia foi utilizada para o tratamento das fontes legais referentes à Assistência Estudantil, a interpretação hermenêutica-jurídica pela matriz zetética, uma vez que esta nos permite problematizá-las (ASSIS et. al., 2012). De acordo com Ferraz Júnior (2003), o objeto da hermenêutica são os conteúdos normativos, que apresentam vários valores ou sentidos (plurívocos), sendo que o legislador age por vontade, não pela razão, permitindo múltiplas possibilidade de sentido para os conteúdos que estabelece.
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Edital nº 001/2010 Assistência Estudantil

Edital nº 001/2010 Assistência Estudantil

Estudantes de graduação dos cursos presenciais oferecidos pela UNIFAL-MG classificados por meio do Cadastro Único para Programas Sociais - CadÚnico ou análise socioeconômica, e quando necessário, verificação in loco das informações prestadas pelo candidato, inclusive dos que fizeram parte do Programa de Assistência Estudantil 2009/2.

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EDITAL ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL Nº 07/2016

EDITAL ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL Nº 07/2016

O DIRETOR GERAL DO CÂMPUS URUTAÍ DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO (IF Goiano), no uso de suas atribuições legais na forma do que dispõe a Lei nº. 11.892/2008, diante da autorização concedida pela Portaria 21 publicada no DOU de 13 de janeiro de 2016, considerando ainda a Lei nº 12155 de 23 de Dezembro de 2009 o Decreto n° 7.234, de 19/07/2010, publicado no Diário Oficial da União de 20/07/2010, o Decreto nº 7.416 de 30 de Dezembro de 2010 e a Resolução do Conselho Superior Nº 033, de 13/09/2011 torna público o Processo Seletivo para a concessão do Programa de Assistência Estudantil 2015, observadas as normas e instruções estabelecidas neste Edital.
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Assistência estudantil em tempos de incertezas: interdisciplinaridade como estratégia?

Assistência estudantil em tempos de incertezas: interdisciplinaridade como estratégia?

Em sua gênese, a temática deste trabalho monográfico, intitulado “ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL EM TEMPOS DE INCERTEZAS: INTERDISCIPLINARIDADE COMO ESTRATÉGIA?” surgiu a partir da experiência vivenciada no Fórum Nacional de Pró Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis – Sudeste, realizado no primeiro semestre de 2017, (FONAPRACE) 1 , que elencou a importância da assistência estudantil para além da perspectiva do trabalho de concessão das bolsas e auxílios. A experiência e oportunidade de participar do FONAPRACE veio através da inserção no campo de estágio, etapa ímpar da formação acadêmica. A inserção no Instituto Federal Fluminense (IFF), ocorreu na Reitoria do mesmo, especificamente, na Diretoria de Políticas Estudantis Culturais e Esportivas (DIPECE).
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