Assu - Espaço

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Dinâmica espaço-temporal do uso e ocupação do solo, no periodo de 1988 a 2004, do baixo curso do Rio Piranhas-Assu (RN): sugestões de acompanhamento integrado das atividades socioeconomicas impactantes em área costeira

Dinâmica espaço-temporal do uso e ocupação do solo, no periodo de 1988 a 2004, do baixo curso do Rio Piranhas-Assu (RN): sugestões de acompanhamento integrado das atividades socioeconomicas impactantes em área costeira

This work aims at identifying, mapping and understanding the evolution of land use and occupation in the lower course of Piranhas-Assu River (RN), based on a methodology for multi- temporal interpretation, in a GIS environment. Four years were considered: 1988, 1998, 2001 and 2004. For a better comprehension of the class stability and mobility process, they were grouped according to similar functions and/or characteristics and, also, according to their permanence within the class, or change for another. In all the periods taken into account, we recorded a greater occurrence of stable conditions: 75,3%, 86,9% and 80,1%, for the periods 1988-1998, 1998-2001 and 2001-2004, respectively. The vegetative covering presented larger indexes of progression than regression, pointing at a positive outcome from 1988 to 2004. The progression of built areas appeared to be of little significance, when compared to other states, as well as the regression of the agro-industrial activities. The progression of agro-industrial activities showed that the establishment of those activities occurred mainly in areas formerly covered with vegetation.
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Rio Açu, capitania do Rio Grande: sertão, natureza e espacialidades no Assu seiscentista (1624 – 1680)

Rio Açu, capitania do Rio Grande: sertão, natureza e espacialidades no Assu seiscentista (1624 – 1680)

cotidiano daquelas áreas fosse inserido nos anseios da administração portuguesa no Estado do Brasil. Estes desbravadores agiam dentro do processo de territorialização do espaço, adentrando os sertões com seu gado e solicitando sesmarias em terás ocupadas pelos grupos indígenas. Os conflitos gerados por esta ação ficaram conhecidos como Guerra dos Bárbaros. No livro “A Guerra dos Bárbaros: povos indígenas e a colonização do sertão nordeste do Brasil (1650-1720)”, publicado em 2002, e que já está consagrado como um clássico para o estudo do fenômeno, Pedro Puntoni, define a Guerra dos Bárbaros como a série de conflitos entre os povos indígenas e os novos moradores, que se estenderam por toda a segunda metade do século XVII até as primeiras duas décadas do XVIII por todo o norte do Estado do Brasil. Apesar de seu caráter generalista, a guerra teve como principal espaço de ação a capitania do Rio Grande, sobretudo a ribeira do rio Açu.
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Composição ictiofaunística e estratégias reprodutivas de quatro espécies de peixes nativos da Bacia Hidrográfica Piranhas - Assu, Rio Grande do Norte

Composição ictiofaunística e estratégias reprodutivas de quatro espécies de peixes nativos da Bacia Hidrográfica Piranhas - Assu, Rio Grande do Norte

Técnicas de análise estatística multivariada foram utilizadas para agrupar os indivíduos de acordo com as interações sociais e a territorialidade de forma que cada grupo contivesse indivíduos próximos entre si e que os grupos fossem distantes um do outro. Para isso foi realizada análises de agrupamento (Cluster, modo normal) com os dados das interações sociais (distância euclidiana) e da ocupação do espaço físico (territorialidade) (Bray-Curtis) com os exemplares agrupados pelo método UPGMA (CLARKE & WARWICK, 1994) . Realizou-se ainda uma análise de ordenamento tanto para as interações sociais quanto para as de territorialidade (Cluster, modo normal) e com a técnica não métrica de escalonamento multidimensional (MDS - Non Metric Multidimensional Scaling) (JOHNSON & WICHEM, 1992). Nesta análise, o valor do estresse calculado foi utilizado como medida da representatividade dos agrupamentos, sendo os valores menores que 0.20 considerados aceitáveis (CLARKE & WARWICK, 1994). As análises foram realizadas utilizando o programa PAST 2.08 (HAMMER et al., 2001) e BIOESTAT 5.0 (AYRES, 2005).
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A ribeira da discórdia: terras, homens e relações de poder na territorialização do Assu colonial (1680-1720)

A ribeira da discórdia: terras, homens e relações de poder na territorialização do Assu colonial (1680-1720)

O processo de interiorização da posse portuguesa nas Capitanias do Norte – após a expulsão dos holandeses e com o desenvolvimento das atividades ligadas à criação de gado no sertão – expandiu o território português na América. Este processo teve como consequência o avanço da conquista portuguesa na região e os conflitos envolvendo os agentes da colonização e os grupos indígenas que habitavam aquele espaço, bem como os conflitos de interesses dos principais grupos sociais da capitania e pelas políticas de defesa da posse lusa do território. Dentre os rios que cortavam o território da capitania do Rio Grande, o Açu foi um dos que despertou interesse entre conquistadores e colonizadores dos sertões, fazendo daquela espacialidade uma área onde interesses e exercícios de poder convergiam e geravam discórdias. A presente pesquisa tem como temática a análise do processo de territorialização do sertão do Assu a partir da ação de desbravadores, conquistadores e colonizadores do espaço em questão, ao longo do evento conhecido como Guerra dos Bárbaros no Assu, embate que garantiu a integração da área ao território e aos anseios da Coroa portuguesa. Assim, tomar-se-á como objetos de estudo os fenômenos sociais que caracterizaram a ribeira do Assu – na virada do século XVII para o XVIII, em um recorte que se estende de 1680 a 1720 – como um espaço de conflitos de interesses, perceptíveis para análise a partir do cruzamento de documentos de época, tais como registros de concessões de sesmarias, correspondências entre autoridades coloniais e reinóis, documentos oriundos do exercício da administração da América portuguesa e legislação.
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O Curso Normal de 1º Ciclo em Assu/RN (1951-1971)

O Curso Normal de 1º Ciclo em Assu/RN (1951-1971)

Cox (2004), analisando significados das práticas educativas não formais e formais, aponta que ambas envolvem o ensinar e o aprender, por serem processos de interações humanas. Para a autora, onde há homens e mulheres interagindo, com ou sem a palavra, há aprendizagens e, portanto, práticas educativas, as quais mesclam a vida como um todo, o trabalho, as diversões, os namoros e a escola. Somos condenados a aprender e a ensinar sem descanso, por sermos seres sociais. Nas práticas educativas não formais, o caráter educador é mais difuso, ocorrendo sem a rigidez específica do que se pretende transmitir culturalmente. Na escola, o educar é uma engrenagem de práticas formais, movida por aulas, saberes determinados pelo currículo, planejamentos de ensino, métodos pedagógicos, usos de equipamentos didáticos, livros, matrículas e avaliações. Há nesse espaço uma prescrição para as ações docentes e discentes, uma regimentação do ensino-aprendizagem a ser cumprida. Porém, há também mobilidade na produção do cotidiano, já que as subjetividades, os desejos e os confrontos de ideias reinventam o formalizado, reordenam o estabelecido de diversas formas. Essas práticas de formar, conformar, pensar, inventar, confrontar e disciplinar, são modos de viver a escola nas múltiplas possibilidades que auxiliam a decifrar as instituições escolares e seus sujeitos. (VIDAL, 2008; VIÑAO, 2005).
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A PRESENÇA DO SABER ACADÊMICO JUNTO À COMUNIDADE DE ASSU/RNBRASIL

A PRESENÇA DO SABER ACADÊMICO JUNTO À COMUNIDADE DE ASSU/RNBRASIL

A extensão universitária vem consolidando-se, principalmente nas últimas décadas, como um espaço de aprendizagem reconhecido institucionalmente, muitas vezes suprindo lacunas que caberiam ao Estado sanar e por vezes atuando como executora da síntese fazer/saber popular. Sendo uma via de mão dupla a extensão assegura à comunidade acadêmica a relação transformadora entre sociedade e universidade, a práxis do saber acadêmico. Neste sentido, este artigo busca exemplificar a intervenção do saber acadêmico junto à comunidade do município de Assu, Estado do Rio Grande do Norte, Brasil. Considerando os riscos envolvidos e o tipo de utilização do imóvel em estudo, uma igreja centenária, recomendou-se que a igreja fosse imediatamente interditada e todas as atividades que nela se realizam sejam suspensas até que a estrutura fosse totalmente refeita. A metodologia considerou visitas in loco, coleta de depoimentos, identificação de patologias, que resultaram em um laudo técnico. Tal ação emergencial não evitou o desabamento do teto da igreja, mas evitou que as perdas de vidas nesta pequena comunidade do interior do Estado.
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Cartografias identitárias do Assu: a construção de uma terra de história, poesia e tradição.

Cartografias identitárias do Assu: a construção de uma terra de história, poesia e tradição.

Mas, a construção do espaço não seria tão convincente se não tivessem utilizado recursos identitários capazes de gerar efeitos de inclusão e exclusão, circunstância pela qual a identid[r]

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O espaço habitado: para além do espaço geométrico

O espaço habitado: para além do espaço geométrico

Sendo múltiplos os fatores que determinam a qualidade do espaço construído, não existem ‘receitas’ para produzir objetos e espaços. Porém, é fundamental a tomada de consciência dos vários aspetos que compõem e determinam a sua configuração que, apesar de partir de uma definição cartesiana, contém e expressa a complexa e multifacetada riqueza do ser humano. Neste contexto, um fator essencial nos espaços construídos é a utilização dos materiais. Eles auxiliam-nos na interação do Homem com o espaço, humanizando-o, pois possuem características sensoriais, principalmente visuais e táteis, através de sua temperatura, textura, cor, som, escala, peso, formato e da iluminação que recebem. Por isso, é muito importante compreender o espaço e cada detalhe que o compõe como envolvente, tendo em mente o que ele transmite e a vivência que se tem, dentro e a partir desse lugar.
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Do Espaço da Física Clássica ao Espaço das Redes

Do Espaço da Física Clássica ao Espaço das Redes

Um caso fundamental é γ ≤ 3, no qual o segundo momento da distribuição diverge. O comportamento crítico é diferente do que ocorre nos outros tipos de grafos devido à forte influência dos nós mais conectados e à cauda extremamente longa da função de distribuição (cf. acima, figura 8). Este caso é bastante importante, pois um grande número de redes reais estão no intervalo 2 ≤ 3 (cf. a enumeração em Dorogovtsev e Mendes, 2003, Newman, 2003), donde o comportamento dos processos dinâmicos que nelas têm lugar dever ser o mesmo. Portanto, o comportamento crítico em todas as redes e para qualquer valor do expoente γ é reduzido a classes de universalidade. Esse comportamento depende apenas do espaço enquanto grafo munido de uma certa função de distribuição, e não de quaisquer outras características como o coeficiente de agrupamento, distância, etc. O comportamento crítico é completamente determinado pelo espaço enquanto a priori geométrico, e a cada um desses a priori puramente espaciais (grafos regulares, grafos aleatórios’, grafos sem escala característica) corresponde um certo comportamento crítico dos processos dinâmicos que neles se desenrolam. Assim sendo, o comportamento dos processos dinâmicos em redes sem escala característica é diferente do que ocorre em redes aleatórias. Vimos que esses processos são do tipo ‘contágio’, tendo sido apresentados alguns exemplos no substrato espacial dos grafos aleatórios. Vamos agora sumariamente referir qual o seu comportamento em redes sem escala característica, considerando ainda o caso da robustez de uma rede, pelo qual começaremos.
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A lagoa é nossa mãe: um estudo sobre representações sociais de meio ambiente nas comunidades rurais do entorno da lagoa do Piató Assu/RN.

A lagoa é nossa mãe: um estudo sobre representações sociais de meio ambiente nas comunidades rurais do entorno da lagoa do Piató Assu/RN.

inter-relação do Homem versus Natureza, as quais necessitam ser identificadas e compreendidas no processo continuo de modificações do Meio Ambiente. O enfoque dado à ação antrópica de a[r]

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Espaço de exposição como espaço de (re) criação

Espaço de exposição como espaço de (re) criação

. Aqui, a relação com o espaço interior do museu não foi feita através da documentação que assim “projectava” a ideia da obra no exterior. Pelo contrário, a obra não existia no exterior; o que Olafur Eliasson pretendeu foi antes levar as condições atmosféricas de Londres para o interior do museu, como se este se tratasse de uma extensão da própria cidade. De facto, Eliasson tratou a Sala das Turbinas do edifício da Tate Modern, como se se tratasse de um espaço exterior, com o museu como interior e as suas varandas viradas para fora. Todo o espaço é dominado por uma representação do sol e do céu, enquanto que uma fina neblina penetra em todo o espaço, como se deslizasse do ambiente exterior. Ao longo do dia a neblina acumula-se em formas frágeis, parecidas com nuvens, para depois se desfazerem no espaço. O tecto deu lugar a uma reflexão daquilo que está em baixo, dada por um espelho que o cobriu. Na ponta oposta à da entrada, está pendurada uma gigante forma semi-circular, feita com centenas de lâmpadas amarelas de mono-frequência. No tecto, o espelho reflecte o semicírculo amarelo, produzindo um brilho ofuscante que liga o espaço real ao seu reflexo. De modo a permitir que os visitantes tenham consciência de que aquilo que estão a ver e a experienciar é uma situação mediada pelo próprio museu – um tema que muito interessa ao artista – e especificamente pelo local onde a obra se encontra, Eliasson deixou propositadamente visível todo o esqueleto” por trás da sua instalação, de tal maneira que se pode “ver a parte de trás do sol”, por exemplo, com todas as suas lâmpadas. Além disso, fez questão em ficar responsável por toda a publicidade e marketing da exposição, na qual apostou não em mostrar imagens da sua instalação mas sim cartazes onde apresentava todo o tipo de questões e estatísticas sobre a meteorologia. Essas questões tinham sido antes colocadas aos funcionários da Tate Modern, bem como também um inquérito sobre o modo como os próprios funcionários do museu o viam, o que permitiu ao artista elaborar uma série de gráficos e estatísticas que depois apresentou como publicidade à sua instalação.
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Espaço

Espaço

profundamente pessoais, de que a materialização de mapas mentais é imagem. A diversidade de abordagens do espaço no desenho de que o século XX foi pródigo, configura explorações múltiplas e não exclusivas. No entanto, o estudo do espaço tem sido parcelar, sobretudo através da segmentação do objecto de estudo, em termos operativos e conceptuais, ficando por estabelecer uma necessária articulação entre os diferentes elementos. Sendo o espaço tomado na sua acepção clássica de envolvimento diáfano de formas, materializa-se nas distâncias existentes entre formas significativas e é relevante apenas na medida em que contribui para uma leitura verosímil. Esta estrutura matricial de reflexão tem no contexto tridimensional o seu fundamento, envolvendo tanto o espaço real como a sua transposição para o suporte. Neste quadro são subestimados aspectos não negligenciáveis da construção bidimensional que o desenho pressupõe e que inclusive se assumem como fim. Este é um factor que deverá ser convenientemente e articuladamente analisado com outras construções de espaço, eventualmente menos próximas da referência tutelar da visão, que por tal não tiveram igual abrangência e alcance na sua exploração e estudo, mas não são susceptíveis de serem menorizadas do ponto de vista artístico.
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A produção do espaço geográfico: o espaço sideral

A produção do espaço geográfico: o espaço sideral

Nos últimos 50 anos muitas possíveis soluções já foram cogitadas, mas muitas são técnica / financeiramente inviáveis, como construção de uma rede gigantesca ou um veículo para arrastar e coletar lixo. Em 2007 o Subcomitê Técnico- Científico do Comitê da ONU para Uso Pacífico do Espaço Interno (COPOUS, na sigla em inglês) aprovou uma série de diretrizes para tentar reduzir a incidência de lixo em órbita. Devido aos altos custos envolvidos, as medidas, que vão desde a limitação de dejetos espaciais liberados durante os lançamentos até a minimização dos riscos de desintegração e a reentrada controlada dos satélites no final da sua vida útil, acabam não sendo implementadas, principalmente pelos países em desenvolvimento.
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Um tempo de espaço, de espaço um tempo: articulações dos conceitos de tempo e espaço em Augusto de Campos

Um tempo de espaço, de espaço um tempo: articulações dos conceitos de tempo e espaço em Augusto de Campos

É importante o estudo de tais categorias na passagem do suporte livro para outros suportes, como digital, sonoro, visual, como meio de materialização verbivocovisu[r]

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NEMATÓIDE DAS LESÕES ASSOCIADO A MUDAS DE MANGUEIRA EM ASSU-RN.

NEMATÓIDE DAS LESÕES ASSOCIADO A MUDAS DE MANGUEIRA EM ASSU-RN.

(2004b), a identifica- ção ao nível de espécie no presente estudo além de ter sido confirmada com base nos critérios descritos na chave de classificação de Handoo e Golden (19[r]

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O Espaço Arquitetónico e o Cérebro: A produção do espaço de percepção

O Espaço Arquitetónico e o Cérebro: A produção do espaço de percepção

A relação entre sujeito e arquitetura depende da existência de um aparelho sensorial (corpo) capaz de lhe atribuir função. Este dispositivo, apesar de comum à espécie humana, não lhe é fiel do mesmo modo. É na individualidade da capacidade de resposta de cada indivíduo que reside o modo como este está programado para lhe responder. O fenómeno de vivência do espaço terá níveis comuns a todo o ser humano, mas varia em alguns aspetos de acordo com a (pré) disposição física e mental do sujeito. Esta diferença entre cada ser humano deriva principalmente do modo como este lê e perceciona o que o rodeia, e que partes da “sua” realidade provocam uma resposta por parte da sua componente biológica. Assim, cada noção de espaço é pessoal e relacionada com cada um e com as suas trocas vivenciais. Todo o ser humano comum possui capacidades visuais, auditivas, táteis e cinestéticas, mas cada um existe de acordo com as exigências do seu redor que, por sua vez, têm relevância subjetiva para cada indivíduo. Cada indivíduo experienciador de es- paço retira da arquitetura o que crê “relevante” à sua experiência.
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Página eletrônica da instituição parceira: Nome do espaço exibidor: Endereço do espaço exibidor: Município do espaço exibidor: UF do espaço

Página eletrônica da instituição parceira: Nome do espaço exibidor: Endereço do espaço exibidor: Município do espaço exibidor: UF do espaço

gov.br Professora Zelsani Escola Municipal Rua 2 s/n Bairro Eldorado Quirinópolis GO. 337 3/31/2010 15:53:26[r]

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O espaço na geografia e o espaço da arquitetura: reflexões epistemológicas.

O espaço na geografia e o espaço da arquitetura: reflexões epistemológicas.

A geografia e a arquitetura constituem duas áreas do conhecimento, cujos respectivos corpos discipli- nares se debruçam, aparentemente, sobre o mesmo objeto – o espaço. Esse é o ponto de partida destas notas teóricas, cujo objetivo é chamar a atenção para certas distinções epistemológicas nas aludi- das áreas. Para tanto, na primeira parte, ressalta-se que, apenas a partir da década de 1970, o conceito de espaço se tornou alvo de análise crítica explícita por parte dos geógrafos, e anunciam-se possíveis diferenciações desse conceito, em confronto com a formulação teórica do espaço arquitetônico. Na se- gunda parte, indicam-se as especificidades teórico- -metodológicas que definem o espaço arquitetural. Espera-se que as reflexões ora apresentadas contri- buam para a minimização de possíveis confusões epistemológicas.
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Relações metodológicas entre o espaço arquitetónico e o espaço cinematográfico

Relações metodológicas entre o espaço arquitetónico e o espaço cinematográfico

Por outro lado, a aproximação que o cinema tem à realidade proporciona comodidade ao espetador, criando com ele empatia. Este facto deve-se ao trabalho rigoroso na reprodução de cenários mais ou menos próximos da realidade em que estamos inseridos. Referimo-nos ao espaço físico, por exemplo, na arquitetura de uma cidade, que muitas vezes serve de palco para o desenrolar de uma ação, que complementa uma história ou faz de si mesma (cidade) um elemento de particular relevância. Este paralelismo é o mais evidente, mas pretendemos abordar outras relações entre os dois espaços: do cinema e da arquitetura. Aludimos ao tempo e ao espaço, às metodologias usadas em ambas as artes, visando o seu aperfeiçoamento. Centramo-nos nos sistemas utilizados para a criação da ação cinematográfica, estabelecendo analogias com o contexto espacial arquitetónico.
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